Encontro com a felicidade

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Um homem e uma mulher que se encontraram por acaso...

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Encontro com a felicidade

  1. 1. 1 Encontro Emily abriu a porta do café em que estivera sentada por quase umahora e saiu para o sol radiante de Los Angeles, que ofuscava seus olhos.Parou, passou a mão pelos cabelos procurando os óculos escuros e os ajeitouem cima do nariz. Ajeitou algumas sacolas nos braços e olhou para os lados,imaginando qual seria a próxima loja. Abriu a bolsa e sacou um pedaço de papel que continha a sua lista depresentes. Decidiu deixar as sacolas no carro e voltar a pé pela Rodeo Drive,em Beverly Hills, uma das principais ruas do bairro que ficava entre as ruasWilshireboulevard e Santa Monica Boulevard, afinal, andar três quarteirões nãolhe faria mal, já que era ali que ela encontraria a maior parte dos presentes denatal. Abriu a porta do carro e guardou as sacolas. Deu um suspiro. Estavacansada. Desde às 10h da manhã estava percorrendo as ruas da cidadefazendo compras. Olhou para si mesma: vestia short cáqui, uma blusa leve deseda bege e calçava sandálias rasteiras. Estava confortável, mas o calorestava muito forte e ela não tinha a menor paciência para compras. Suspirando fundo, ela partiu para as compras e voltou para o carrosomente no fim da tarde, exausta. Decidiu parar para tomar algo refrescante naPacific Coast Highway, onde se sentou em um dos bares ao longo da calçada.Olhou para cima e sorriu, distraída. Nunca em toda sua vida tinha assistido umpôr do sol mais lindo que aquele da Califórnia. Jogou a cabeça para trás e fechou os olhos, tomando seu drink feito devodca e frutas relembrando como foi viver em Los Angeles. Ela nascera evivera na Inglaterra, em Birmingham até os 21 anos, quando terminara o cursode Publicidade. Ela amava Londres, mas foi passar um ano em Los Angeles nacasa dos tios e nunca mais voltara ao Reino Unido. Apaixonou-se pela cidade àprimeira-vista. Arrumou um emprego em uma grande agência de propaganda e suacarreira deslanchou, participando de várias propagandas. Ganhava muito bem
  2. 2. 2e acabou comprando seu próprio loft de dois andares em um excelente bairro,um ambiente maravilhosamente bem decorado por ela mesma. Enquanto relembrava a transição de sua vida quando chegou ali há dezanos, Emily franzia a testa e sorria pra si mesma. Há poucos metros dali, umhomem não tirava os olhos dela. Ele a viu assim que ela se sentou e nãoconseguiu mais tirar os olhos dela. Ela era pequena, possuía lindos cabelosloiros que caíam como ondas espalhadas pelas costas. Sua pele era branca,diferente das mulheres muito bronzeadas que viviam em Los Angeles. Quando ela sorriu, ele viu belos dentes surgindo por entre seus lábiostingidos de um batom cor de pele. Não viu seus olhos, pois estes estavamprotegidos pelos óculos. Não sabia o que havia o atraído, mas ele nãoconseguia tirar os olhos dela. Viu quando ela segurou a taça com o drink e ficou observando suasmãos, desejando tocá-las. Assustou-se com o pensamento e virou a cabeçapara o outro lado. Pegou sua caneca de cerveja e tomou o restante do líquidoem um gole só e preparou-se para ir embora. Levantou-se, deixou o dinheiro na mesa com uma boa gorjeta àgarçonete que o atendera, pegou as chaves do carro e virou-se, esbarrandoem alguma coisa. Antes que se desse conta, seus braços seguraram a moça que eleestava observando há pouco. Ele não tinha visto que ela se levantava e ambostropeçaram. Ela deixou cair algumas sacolas no chão e ele se abaixou paraajuda-la, sorvendo o perfume que emanava de seus cabelos. Tinha o cheiro defrutas cítricas. Sentindo-se observada, Emily levantara os olhos para ele, puxando osóculos para cima. Seus olhares se encontraram e ela se perdeu naqueles olhosazuis profundos. Ivan prendeu a respiração, sentindo algo como uma emoçãodesconhecida, como se a conhecesse a vida toda. Os olhos dela eram cor de
  3. 3. 3mel. A boca dela parecia macia e convidativa. No momento, ela mordia oslábios e ele sentiu vontade de tocá-los. Ficaram se fitando por um momento que parecia uma eternidade atéque ela, com o rosto corado, pediu desculpas.- Por favor, me desculpe, eu vim andando distraída e....- Não se preocupe, está tudo bem – soou a voz de Ivan, num inglês diferente. Emily sentiu os pelos da nuca se arrepiarem. Ele ajudou-a a se levantare parecia que ambos não sabiam o que fazer, mas a verdade era que nenhumdeles queria ir embora.- Você não quer tomar alguma coisa comigo? Perguntou-lhe Ivan.- Ah, eu ...eu.... – Emily gaguejava.Ivan tomou a sua mão macia na dele e insistiu.- Fique, por favor! Emily assentiu com a cabeça e sentou-se na mesa indicada, onde Ivanestava sentado há pouco. Suspirando fundo, ela ficou observando-o enquanto a garçoneteanotava os pedidos. Ele usava uma camisa branca, com os punhos dobradosaté o meio dos braços, que lhe destacavam a pele morena. Ele era alto, muitoalto. Ela se sentira uma anã quando ambos se levantaram do chão. Vestia calça social azul escura. Provavelmente passara o dia usandoum terno e deixou a gravata e casaco no carro. Seus cabelos eram negroscomo a noite, seus lábios eram bem desenhados. Mas o que mais chamara aatenção dela eram os olhos. Ela podia passar o dia mergulhadanaquele azulperfeito. Assim que terminou os pedidos, Ivan levantou os olhos pra ela. - Acho que agora podemos nos apresentar corretamente – ele falousorrindo. Os dentes dele eram perfeitamente brancos e alinhados. - Meu nome é Emily – ela disse, estendendo a mão para ele.
  4. 4. 4 Ele tomou sua mão e chegou mesmo a passar o polegar na pele delapor alguns segundos, sorvendo a maciez de sua pele, o que a fez sentir umleve tremor. - Ivan, meu nome é Ivan. - Você tem um sotaque diferente Ivan. - Sim, eu sou brasileiro. E você é inglesa, certo? - Sim, sou inglesa, mas vivo aqui há dez anos, e você? - Também vim para Los Angeles há dez anos, ele respondeu sorrindo. Ela correspondeu ao sorriso e ambos passaram a falar de si mesmos.Quando deram-se conta, já havia passado duas horas e Emily olhou para opequeno relógio de ouro em seu pulso. - Ivan, sinto muito, eu preciso ir embora. Nem vi a hora passar! Sorrindo, ele respondeu: - Nem eu. Ele chamou a garçonete, pagou a conta e foram caminhando para oestacionamento. Ivan levava as sacolas de Emily. Ela abriu o carro, guardou as sacolas e virou-se para ele. - Muito obrigada pela companhia, ela falou tímida. Ele sorriu e segurou a sua mão entre as dele. - O prazer é todo meu pequenina. Pode me dar o seu telefone pragente marcar algo numa hora dessas? - Claro! Trocaram os números e ele ajudou-a a entrar no carro. A vontade deIvan era de beijar-lhes os lábios, mas ele se conteve. Emily acenou para ele e acelerou o carro, indo embora.
  5. 5. 5 II Emily chegou em casa, guardou as sacolas e foi para o quarto. Elaestava cansada, mas satisfeita. Nunca imaginou que o dia terminaria daquelejeito, conhecendo um homem por acaso e gostara da sua companhia. Entrou no banheiro e jogou as roupas que usara de dia no cesto. Ligoua ducha e deixou-se ficar ali por 30 minutos, saboreando a água que escorriapor seus cabelos, rosto e corpo. Fechou os olhos e pensou em Ivan. Deu umpequeno sorriso e lembrou de sua boca convidativa e em como os toques deleeram seguros e gentis. Seu corpo se arrepiou e ela sentiu um calor subindo-lhe pela espinha.Os bicos dos seus seios ficaram eriçados e ela se pegou acariciando-osgentilmente. Uma das mãos descia pelo corpo, como se pudesse transmitir otoque de Ivan. Meia-hora depois Emily se encaminhou para o quarto com o corpoenvolto em uma grande e macia toalha branca. Havia outra em seus cabelos.Seu rosto estava corado e os olhos brilhavam. Abriu o armário e pegou umacamisola de cor terra, que caiu em seu corpo como uma luva, macia erefrescante. Deitou-se e pegou um livro, mas o cansaço falou mais alto e empoucos minutos, ela já estava dormindo. Ivan chegou em seu apartamento e jogou as chaves no console daentrada. Fora um dia cansativo, mas estava feliz por ter decidido parar paratomar um drink e ter conhecido Emily. Aquela inglesa mexera com ele de umaforma muito intensa. Encaminhou-se para o quarto e foi direto para o banho. Enquanto aágua caía-lhe pelo corpo, ele continuava pensando no efeito de Emily sobre si.O corpo não negava a atração por ela. Sua mão desceu até o sexo duro epulsante para aliviar-lhe o desejo.
  6. 6. 6 Emily acordou com a claridade atingindo-lhe os olhos. Suspirouaborrecida. Devia ter fechado as cortinas, mas estava tão cansada, que nem selembrou disso. Decidiu levantar e etiquetar os presentes. Faltava apenas três diaspara o natal. Este ano ela não ia para a Inglaterra encontrar a família. Ela iaparticipar somente da confraternização da empresa. Fora convidada paraoutras festas, mas preferia não ir. Assim que terminou, foi para a cozinha, fez uma omelete para si, tomousuco de laranja e foi arrumar o quarto. Estava terminando de arrumar sua camaquando o celular tocou. Atendeu e ouviu uma voz profunda desejar-lhe bomdia. Sabia quem era no momento que seu corpo tremeu. Ivan! - Olá, bom dia! - Tem algum compromisso para este fim de semana? Gostaria delevar-lhe para um passeio. Pensativa ela respondeu: - Não, não fiz planos para hoje. - Me passa o endereço e passo para te buscar em meia-hora, que tal? Decidida, ela respondeu. - Ótimo! Passou-lhe o endereço e foi se arrumar. Colocou um short vermelho,camiseta regata de seda branca, calçou sandálias rasteiras e trocou a bolsaque usara no dia anterior. Passou somente um batom cor de boca, afinal nãogostava de maquiagem, preferia seu rosto ao natural. Ivan dissera-lhe para levar roupas para o fim de semana e ela arrumoutudo numa pequena mala. Desceu as escadas, arrumou a cozinha e foi até ajanela quando ouviu um carro parando. Era Ivan! Ele desceu e estavamaravilhoso de bermuda cáqui, camiseta branca e tênis brancos. Ela abriu aporta assim que ele chegou e foram direto para o carro. - Seu loft é muito bonito Emily. Os jardins são lindos e bem cuidados!
  7. 7. 7 - É um hobby que eu cuido com prazer. Quando voltarmos, voumostrar-lhe por dentro. Ele lhe sorriu e ajudou-a a entrar no carro. Emily ficou encantada com ogesto carinhoso e gentil. Ivan passou em um supermercado, comprou algumas coisas e colocouno porta-malas. Depois seguiram viagem até Malibu. Ivan estacionou o carroem frente a uma pequena e charmosa casa com a metade das paredes devidro. Entraram e colocaram as coisas em cima da bancada de granito dacozinha. Emily estava encantada com a casa e andou por todos os cômodosapreciando cada detalhe. A sala possuía aconchegantes sofás e almofadões espalhados em umpiso de madeira quase todo coberto por tapetes persas. Em frente tinha umaparede coberta de pedras onde possuía uma lareira e na parte de cima, umtelevisor imenso. Os objetos de decoração pareciam ter sido escolhidos a dedoe eram todos de bom gosto. A cozinha era toda equipada com aparelhos modernos. Havia umpequeno corredor onde ficava um cômodo repleto de jogos como mesa depingue-pongue e sinuca. Havia uma parede com uma biblioteca fantástica.Emily deu uma olhada nos livros e ficou apaixonada pelas coleções. Ao ladohavia um banheiro simples, mas muito bonito. Subiu as escadas e lá encontrou dois quartos. Um era provavelmente oquarto de Ian, pois havia toques masculinos por toda parte. A cama era imensae ficava no centro do quarto. O closet continha roupas masculinas e nobanheiro, apenas um roupão. A um canto havia uma bela banheira. Tudo aliera lindo e de bom gosto. O segundo quarto provavelmente seria o que ela iria ocupar. Haviauma cômoda ao canto e um aparelho de TV na parede de cima. A colcha daimensa cama era branca e bordada com delicadas flores. O closet não estavavazio, havia alguns vestidos e roupas íntimas nas gavetas. Emily abriu acômoda e guardou suas coisas. Foi ao banheiro onde distribuiu seus artigos de
  8. 8. 8higiene na bancada da pia e olhou-se no espelho, pensativa, imaginando quemseria a dona dos vestidos.
  9. 9. 9 III Assim que desceu as escadas, ajudou Ivan guardar os mantimentos.Ele havia comprado vinho, queijos diversos, biscoitos, pastas, legumes e folhaspara a salada, suco e carne. - Que tal a gente nadar um pouco antes do almoço? - Eu acho ótimo, está muito calor. - Vou me trocar e te espero aqui embaixo ok? - Claro! – ela respondeu subindo novamente as escadas. Colocou um biquíni azul claro muito bonito e apertou os laços da partede baixo. Vestiu somente um short branco, calçou chinelos, colocou um chapéue arrumou uma sacola de praia com o protetor solar e uma toalha e desceu. Ivan estava de bermuda branca e camiseta azul. Colocara um boné ehavia calçado chinelos. Ele observou-a descendo as escadas e ela notou obrilho de admiração nos olhos dele. Ficou sem graça quando reparou que osbicos dos seios haviam endurecido e que Ivan podia nota-los, já que ela nãousava nada por cima do biquíni. Baixou os olhos e seguiu pela porta. A praia ficava há poucos metros.Ambos estenderam as toalhas e correram para o mar como duas crianças.Estava muito quente e eles passaram meia-hora se refrescando. Voltaram àsespreguiçadeiras e deixaram o sol secá-los naturalmente. Emily pegou o protetor solar e começou a espalhar pelos braços. Ivanse ofereceu para passar em suas costas e ela deixou. Quando suas mãostocaram o corpo dela, a eletricidade tomou conta dos dois. Ivan prendeu arespiração e continuou a espalhar o protetor pelas costas dela. Podia ouvir arespiração dela acelerada e sabia que também mexia com ela. Ela deitou-se na espreguiçadeira e ele continuou espalhando o protetorpelas pernas dela. Ele estava extremamente excitado. Emily virou o rosto parao outro lado quando sentiu as mãos dele espalhando o creme em suas
  10. 10. 10nádegas. Em certo momento, sentiu o dedo dele escorregando pelas beiradasda calcinha do biquíni e respirou fundo, ao que ele ouviu. Ela se remexia quase que imperceptivelmente, sentindo um desejo quehá muito não sentia. Fechou os olhos e dedicou-se a saborear aquelesmomentos. -Emily.... Ela abriu os olhos assustada. A voz dele estava rouca.... - Vire-se! Vou passar na frente também. Sem nada a dizer, ela se virou, entregando seu corpo às carícias dele. O creme deslizava por suas mãos. Ela fechou os olhos novamente eentreabriu os lábios de uma maneira sensual. A língua dela tocou os lábiossecos e Ivan sentiu vontade de beijá-la, mas não queria assustá-la. Suas mãos passeavam pelas coxas e pernas. Quando chegaram até abarriga, ele se demorou ali, sorvendo aquela sensação de triunfo. Suas mãossubiram até o colo dela e deslizaram ao longo da pele dos seios que ficaraexposta. Os bicos endureceram ao seu toque e ele não se conteve. Abaixou acabeça e juntou os lábios aos dela. Emily já esperava por aquilo. Correspondeu ao beijo e tocou-lhe anuca. Suas línguas se aprofundavam dentro da boca do outro numa caríciamuito sensual. O peito de Ivan tocou os seios de Emily e ele podia sentir osbicos sensíveis ao seu toque. Colocou sua mão sobre eles para sentir-lhes adureza. Ouviu Emily suspirando contra a sua boca e deitou-se ao seu lado. Suaexcitação foi percebida por ela, que se aconchegou mais ao corpo dele. A praiaera particular, mas ele não queria expô-la aos olhares. Tomou-lhe a mão elevou-a para dentro de casa. Assim que encostou a porta, subiu as escadas com ela e levou-adiretamente ao seu quarto, deitando-a em sua cama. Em poucos segundos eletirou-lhe o biquíni e ela ficou completamente nua em seus braços. Ele tambémse despiu e continuou trocando carinhos com ela.
  11. 11. 11 O corpo dela era macio. Ela não era muito magra, tinha lugar ondepegar e apertar. Os seios eram grandes e firmes e os bicos rosados. Ele tocou-lhe com a boca e sentiu a maciez endurecida entre os dentes. Ela deu um longo suspiro e jogou a cabeça para trás, com os olhosfechados. - Abra os olhos Emily! – ele ordenou com voz firme e rouca. Emily abriu os olhos, um pouco envergonhada do desejo que sentia. Ivan olhou-a nos olhos. - Quero que fique de olhos abertos. Quero saber como se sente equero que veja cada carícia que trocamos. Assentindo com a cabeça, ela se entrega a mais um beijo profundo.Ivan acariciou os cabelos dela. Eram lindos e macios. Ele começou a beijar-lheo pescoço, a mandíbula, o nariz, os olhos. Desceu pelo pescoço, sedemorando no vale entre os seios rígidos. A barriga dela era macia e Ivanforam deixando um rastro de desejo até chegar ao triângulo no meio daspernas dela. Ali havia poucos pelos. Eram lisos, macios e castanhos. Ivan abriu oslábios do sexo dela e sentiu-lhequente e úmida. Ela já estava pronta pararecebe-lo, mas ele queria mais. Beijou-lhe os pelos e sua boca deslizou pelamaciez úmida entre os lábios. Ela gemeu rouca. Ele passou a língua por toda asua umidade, sorvendo-lhe o gosto levemente salgado. Alcançou o botão queestava duro no centro do seu prazer e segurou-lhe entre os dentes,provocando, sugando, lambendo, mordendo. O corpo dela tremia. O dele queria fundir-se ao dela. Abriu as pernasdela e aprofundou-se em seu corpo em estocadas fortes. Pouco depois os doisexplodiram num glorioso orgasmo. Ivan rolou para o lado dela e ficaram em silêncio até as suasrespirações voltarem ao normal. Ele apoiou um cotovelo na cama e beijou-seos lábios com carinho. Ela estava linda. Ambos estavam suados. Ele pegou-apela mão e seguiu por uma porta que ela não tinha visto á saída do quarto.
  12. 12. 12 No terraço da casa havia uma piscina, uma imensa banheira dehidromassagem e um ofurô. Ali havia também um banheiro repleto de toalhas.Ivan desceu a escada da piscina com Emily no colo e ficaram brincando naágua por uma hora. Os dois se sentiam bem e estavam com os semblantestranquilos. Saíram da piscina e deitaram nas espreguiçadeiras, deixando o sollamber os corpos nus. Emily estava quase cochilando quando ouviu Ivanlevantar-se. - Fique deitada que vou aprontar o almoço para nós. - Não. Eu quero ajuda-lo. - Não. Fique aí. Daqui a pouco eu volto. Descanse! Ela voltou a encostar a cabeça e cochilou, despertando somentequando ouviu o barulho de pratos e copos. Ivan estava arrumando a mesa aolado da piscina com vinho tinto, salada de folhas e legumes e carne grelhada.Emily sentiu o estômago roncar e riu. Ambos comeram com vontade até se sentirem satisfeitos.Conversaram sobre o trabalho de cada um, sobre o país em que nasceram, oslivros em comum, músicas, etc. Logo depois Ivan segurou suas mãos e voltaram para a cama. Ficaramabraçados até o sono chegar e dormiram até o sol começar a se pôr. Emilyacordou e olhou para Ivan. Ele a fitava, tranquilo. Ela deu-lhe um sorriso ebeijou-lhe os lábios. Ele puxou-a para si e a carregou para o terraço paraassistirem ao pôr do sol juntos. Ambos se sentiam descansados e felizes. Ivan não queria que aquelefinal de semana tivesse fim. Estava apaixonado por ela. E Emily não lhe eraindiferente. Também estava apaixonada por Ivan e não queria que aquele diaacabasse. Abraçados, deitaram-se na banheira de hidromassagem, curtindo obelo pôr do sol. Quando o céu escureceu, eles estavam trocando carinhosnovamente. Ivan beija-lhe a boca com desejo. Emily correspondia. O toque de
  13. 13. 13Ivan era de puro carinho e desejo. Ele sentou-se à beira da banheira e Emilytomou-lhe o sexo na mão, acariciando-o com a mão e a boca. Sentiu quando odesejo dele estava perto de explodir e puxou-o para dentro da banheira,sentando-se em seu colo de frente para si. Ali ela foi encaixando o seu corpo de maneira a senti-lo penetrando-apor inteiro. Seus seios roçavam o peito dele e ele segurava-lhe a cintura,beijando-a na boca com paixão. Ambos voltaram a ter um orgasmo perfeito e demorado. Emily deixou-se ficar ali no colo dele ainda sentindo-o dentro de si. Encostou sua cabeça noombro dele até suas respirações voltarem ao normal. Ficaram por ali até sentirem fome e desceram junto até a cozinha, ondepreparam queijos e biscoitos e tomaram vinho. Foram tomar banho juntosantes de dormirem e se jogaram na cama exaustos.
  14. 14. 14 IV Ivan acordou primeiro e ficou observando Emily dormir. O rosto delaestava sereno. Ela era linda e ele estava louco por ela. Não se sentia assim háanos. Ele não era nenhum anjo, mas evitara relacionamentos longos após aseparação com sua ex-noiva há três anos. Ele nunca mais se permitiu sentirqualquer tipo de sentimento mais profundo por outra mulher. Até então, tinhasaído com algumas mulheres e nunca tinha sentido essa atração que ele sentiapor Emily por nenhuma delas. Emily abriu os olhos vagarosamente, sentindo-se observada. Abriu oslábios em um sorriso e ficou pensando que há muito tempo não se sentia assimtão feliz. Há dois anos terminara um relacionamento de um ano e saíra muitomachucada, quando ele pediu-lhe um tempo porque estava confuso. Ela não deu-lhe um tempo. Ela deu-lhe a carta de alforria. Terminoucom ele no outro dia, pondo um ponto final numa relação desastrosa. Depoisdisso, ela se entregou ao trabalho e teve somente relacionamentosesporádicos, superficiais. E até então, nunca havia sentido essa atração tãoforte como sentiu por Ivan. Ambos estavam um pouco assustados, porém felizes. Beijaram-se efizeram amor. Tomaram uma ducha juntos e foram à praia tomar sol. Na horado almoço, voltaram para casa de mãos dadas e fizeram o almoço.Descansaram no terraço e voltaram ao quarto para descansarem. O domingo estava acabando. Ambos acordaram se sentindo um poucomelancólicos, mas decidiram aproveitar ao máximo o tempo que restava do fimde semana. Ivan levou-a a um bar na grande orla de Malibu. Tomaramchampanhe, comeram à vontade e dançaram colados, trocando beijos ecarícias discretas. Voltaram para casa de mãos dadas e decidiram passar a noite ali.Ambos tinham horários flexíveis e nada de urgente para a segunda-feira.Ligaram para as respectivas secretárias e pediram para desmarcar todos oscompromissos.
  15. 15. 15 Depois foram caminhar pela praia. Saíram descalços. Emily aindavestia o belo vestido preto que lhe caía pelo corpo como uma luva. Seuscabelos estavam presos no alto da cabeça. Ivan vestia calça jeans e camisabranca. Andaram por um longo trecho trocando abraços e carinhos. Em certomomento, pararam e trocaram um beijo profundo e sentaram-se, abraçados. - Emily... - Oi... - Eu não quero que essa relação termine quando voltarmos à cidade. - Nem eu! - Gostaria de conhecer você melhor, saber sobre a sua família, seuspais, seus irmãos, o que mais você gosta de fazer, como é o seu trabalho,enfim, tudo! - Também eu Ivan! Trocaram outro beijo. Ambos se sentiam felizes e fitaram-se nos olhos,cada um deles cheios de promessas...

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