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analise impacto das atividades laborais

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  • 1. ANÁLISE DO IMPACTO DAS ATIVIDADES LABORAIS NA QUALIDADE DE VIDA DOS FUNCIONÁRIOS DO SETOR DE ENFERMAGEM DA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA (UTI) DO HOSPITAL GOVERNADOR CELSO RAMOS ACADÊMICAS: Camila Pereira Velho Daiany Marques do Amaral ORIENTADORA: Profª Esp. Juliana Jaques Vidotto
  • 2. INTRODUÇÃO
    • Os agravos à saúde trabalhadores de instituições hospitalares em geral.
    • Afastamento de suas atividades;
    • Elevado o índice de absenteísmo nas instituições;
    • Repercussões na qualidade de vida (QV) do trabalhador;
    • Nos serviços e atendimento ao usuário.
    • (TORRES E PINHO 2006)
  • 3. INTRODUÇÃO
    • Conceito de Saúde:
    • Rio e Pires (2001);
    • Organização Mundial da Saúde (OMS) (PEREIRA, 2002);
    • Delgado (2005).
  • 4. INTRODUÇÃO OIT ERGONOMIA ERGONOMIA HOSPITALAR ENFERMAGEM
  • 5. INTRODUÇÃO
    • O setor de enfermagem necessita receber apoio e acompanhamento de profissionais especializados;
    • Desenvolvimento de programas de prevenção e manutenção da QV e redução das doenças ocupacionais;
    • O referido trabalho questionou o impacto das atividades laborais na QV dos funcionários do setor de enfermagem da UTI do HGCR;
  • 6. OBJETIVOS
    • Objetivo Geral:
    Avaliar o impacto das atividades laborais na QV dos funcionários do setor de enfermagem da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Governador Celso Ramos (HGCR).
  • 7. OBJETIVOS
    • Objetivos Específicos
    Identificar as atividades laborais cuja execução gera desconforto físico aos funcionários do setor de enfermagem da UTI do HGCR; Identificar as principais queixas álgicas durante a jornada de trabalho; Verificar a percepção dos funcionários do setor de enfermagem da UTI do HGCR, quanto à sua qualidade de vida.
  • 8. EMBASAMENTO TEÓRICO Qualidade de Vida X Qualidade de Vida no Trabalho
    • Pereira (2008);
    • Cecagno et al (2003);
    • Baú (2005);
    • Haddad (2000);
    • Spiller et al (2008);
  • 9. EMBASAMENTO TEÓRICO Ergonomia e sua relação com as Doenças Ocupacionais Profissionais de enfermagem Exposição a fatores de risco Condições inadequadas de trabalho LER / DORT (MENDES E CASAROTTO, 1998; TORRES e PINHO, 2006)
  • 10. EMBASAMENTO TEÓRICO O Trabalho e o setor de enfermagem Enfermeiros Técnicos de enfermagem Auxiliar de enfermagem
  • 11. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delineamento do Estudo
    • Este estudo caracterizou-se por uma pesquisa do tipo descritiva e exploratória;
    • Segundo Rudio (2000), a pesquisa descritiva está interessada em descobrir e observar fenômenos, procurando descrevê-los, classificá-los e interpretá-los.
  • 12. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delimitação do Estudo
    • População alvo:
    • Funcionários que possuíam formação em Enfermagem, seja graduação, nível técnico ou auxiliar, na UTI do HGCR, Florianópolis, SC;
    • Período:
    • Setembro a outubro de 2009;
  • 13. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delimitação do Estudo
    • Critérios de Inclusão:
    • Ambos os sexos;
    • Todas as faixas etárias;
    • Funcionários da UTI do HGCR;
    • Graduação ou nível técnico e auxiliar em Enfermagem;
    • Que concordaram em participar da pesquisa e assinar o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE).
  • 14. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Delimitação do Estudo
    • Critérios de Exclusão:
    • Presença de doença mental;
    • Qualquer outro fator de impedimento ou compreensão para realização da entrevista.
  • 15. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Instrumento e Procedimentos de Coleta de Dados
    • Triagem Inicial dos sujeitos;
    • Determinação dos participantes;
    • Aplicação do instrumento para avaliação do Impacto das atividades laborais à QV dos sujeitos selecionados, adaptado pelas pesquisadoras de Di Lascio (2003).
  • 16. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Instrumento e Procedimentos de Coleta de Dados
    • Instrumento de pesquisa:
    • Constituído por 26 perguntas, onde os assuntos foram distribuídos aleatoriamente;
    • Variáveis relacionadas ao perfil do profissional;
    • Condições humanas para o trabalho;
    • Condições para o desenvolvimento e satisfação profissional.
  • 17. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Procedimentos para análise dos dados
    • Os dados foram organizados e tabulados em forma de planilha eletrônica, por meio do programa Microsoft Excel (Microsoft Corporation TM );
    • Os resultados foram registrados em tabelas em que se pode notar a freqüência absoluta (número absoluto de respostas) e a freqüência relativa (valores percentuais).
  • 18. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Dos 40 funcionários selecionados critérios de inclusão;
    • Termo de consentimento livre e esclarecido;
    • 31 responderam o instrumento de pesquisa.
  • 19. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • O maior contigente dos profissionais está concentrado em técnico de enfermagem (51,61%), onde a maioria eram do sexo feminino (77,42%), com faixa etária de 40 a mais anos (38,71%).
  • 20. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Martins (1999): constituiu também de técnicos de enfermagem a maior parte da sua equipe de pesquisa;
    • Já Oler et al (2005): houve predominância de auxiliares;
    • O estudo de Ferrarezi et al (2006) obteve quase a totalidade de enfermeiros do sexo feminino (97,1%);
    • Quanto a faixa etária, Reisdorfer (2002) apresentou resultados semelhantes com média de 40 anos, já Guerrer e Bianchi (2008) obtiveram uma maioria com menos de 40.
  • 21. RESULTADOS E DISCUSSÃO Carga horária semanal
  • 22. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Na pesquisa de Ferrarezi (2006) verificou-se que 75% de sua amostra trabalhavam entre 10 e 12 horas diárias;
    • A longa jornada de trabalho interfere diretamente nas relações sociais dos indivíduos, podendo afetar a saúde e o estado psicológico (CECAGNO et al , 2002).
  • 23. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Quanto à percepção de sua saúde, a maioria (64,52%) relataram ter uma boa saúde. Porém, grande parte dos trabalhadores (61,28%) informaram que sua saúde física ou problemas emocionais interferiram em suas atividades sociais.
  • 24. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • No estudo de Lino (2004) a grande maioria dos profissionais envolvidos na pesquisa relataram que suas atividades profissionais interferem em sua vida particular, sendo que 36,5% dos entrevistados dizem que esta ocorre de maneira negativa .
    • Conviver com a família, ter amigos e manter um bom relacionamento social com outras pessoas também são situações que interferem na qualidade de vida (LENTZ et al, 2000).
  • 25. RESULTADOS E DISCUSSÃO Presença de dor no último mês
  • 26. RESULTADOS E DISCUSSÃO Interferência da dor no trabalho
  • 27. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Minoria necessitou de afastamento (22,58%).
    • O trabalho é multifacetado, dividido e submetido a alguma diversidade de cargos que são geradores de desgaste, devido ao risco ao qual os profissionais de saúde estão expostos (GUERRER e BIANCHI, 2008; MIRANDA e STANCATO, 2008).
    • A pesquisa de Lino (2004) mostrou que quase 50% dos trabalhadores tiveram falta no serviço em virtude desses problemas.
  • 28. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Quando questionados ao local da referida dor, a coluna foi a região mais afetada (40%), com predominância na região lombar.
    • Fonseca (2009) observou maior acometimento em membros inferiores (65,6%);
    • Oler et al (2006) descreveram as dores de cabeça, pescoço e membros.
  • 29. RESULTADOS E DISCUSSÃO Esforço físico durante as atividades laborais.
  • 30. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • As atividades laborais indicadas com maior grau de dificuldade na execução foram:
    • Mudança de decúbito (17,72%);
    • Banho no leito (16,46%);
    • Transporte e/ou transferência do paciente (13,92%);
    • Mobilização do paciente (11,39%);
  • 31. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Os trabalhadores de enfermagem em UTI desenvolvem muitas atividades que exigem esforço físico, podendo levar estes a sentirem dores musculares e articulares, danificando sua saúde (NISHIDE e BENATTI, 2004; LEITÃO e FERNANDES, 2008).
    • Atividades laborais que causam mais acidentes – UNICAMP: levantamento e/ou transferência de peso excessivo; banho no leito e transporte de equipamentos e macas (SILVA e MARZIALE, 2002).
  • 32. RESULTADOS E DISCUSSÃO Prática de atividade física
  • 33. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Na pesquisa de Di Lascio (2003), 61% dos indivíduos não possuem o hábito de realizar algum exercício físico;
    • A prática regular de atividade física tem grande importância, pois previne lesões no ambiente de trabalho e proporciona uma boa qualidade de vida (ARAÚJO e ARAÚJO, 2000; FREITAS et al, 2005);
    • No Brasil 29% a 97% da população dos adultos estão expostos à baixos níveis de atividade física (TASSIANO et al , 2007).
  • 34. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • De acordo com o tempo de profissão, a maioria exercem suas funções há 9 ou mais anos, sendo que 9 indivíduos trabalham em duas instituições;
    • Em Pereira e Bueno (1997) predominou o tempo de serviço acima de 10 anos ;
    • Para Schmidt (2004), 61,8% dos trabalhadores tinham mais de 5 anos de trabalho.
  • 35. RESULTADOS E DISCUSSÃO Percepção dos funcionários quanto ao conceito do Hospital pela população
  • 36. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Di Lascio (2003) apresentou quase uma unanimidade, onde 98% dos funcionários acreditam que seu hospital é bem conceituado .
    • Uma empresa bem conceituada é determinada por sua capacidade de satisfazer as exigências de qualidade no mercado e oferecer qualidade de vida aos funcionários (MOLLER, 1996).
  • 37. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • De acordo com a satisfação salarial, a maioria dos trabalhadores se consideravam insatisfeitos (41,94%);
    • Stumm et al (2009) mostra que a maioria dos profissionais de enfermagem (73,3%) relatavam não estar satisfeitos com a remuneração salarial;
    • A recompensa monetária age como motivadora de maior eficiência e produtividade, gerando satisfação no trabalho e melhoria da qualidade de vida do trabalhador (Lino, 2004).
  • 38. RESULTADOS E DISCUSSÃO
    • Quando questionados sobre satisfação profissional, 21 funcionários (67,74%) mostraram-se satisfeitos;
    • Em estudo de Schmidt (2004), 87,4% dos trabalhadores sentiram-se satisfeitos com o tipo de atividade que realizam em seu trabalho;
    • A satisfação profissional indica a qualidade de vida no trabalho, influenciando a qualidade da assistência prestada aos pacientes (SCHMIDT e DANTAS, 2006).
  • 39. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    • As atividades exercidas pelos profissionais estudados interferem na qualidade de vida;
    • Realizam muitas tarefas que exigem de esforço físico e grande carga horária de trabalho;
    • Resultam em insatisfação, queixas álgicas, e desconforto físico e emocional;
    • Interferência nas atividades sociais normais.
  • 40. CONSIDERAÇÕES FINAIS
    • Adequação nas condições de trabalho e cuidados pessoais
    • Redução do impacto produzido pelas atividades laborais
    • Melhora no desempenho e satisfação profissional
    • Promoção de bem estar geral e melhor qualidade de vida
  • 41. SUGESTÕES
    • Sugerimos a realização de novos estudos enfatizando mudanças possíveis nas condições de trabalho oferecidas aos funcionários, com posterior análise da intensidade dos impactos laborais.
  • 42. REFERÊNCIAS
    • ALEXANDRE, N. M. C. Ergonomia e as atividades ocupacionais da equipe de enfermagem. Revista Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo , São Paulo, v.32, n.1, p.84-90, abr. 1998.
    • ARAÚJO, D. S. M. S. de; ARAÚJO, C. G. S. de. Aptidão física, saúde e qualidade de vida relacionada à saúde em adultos. Revista Brasileira de Medicina do Esporte, Rio de Janeiro, v.6, n.5, set./out. 2000.
    • ASSUNÇÃO, A. A.; ROCHA L. E. Agora... até namorar fica difícil: uma história de lesões por esforços repetitivos. In: BUSCHINELLI, T. et al . Isto é trabalho de gente? Vida, doença e trabalho no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1994, p. 461-493.
    • AUGUSTO, V. G. et al . Um olhar sobre as LER/DORT no contexto clínico do fisioterapeuta. Rev. Brasileira Fisioterapia, São Carlos, v. 12, n.1, p.49-55, 2008.
    • AZEVEDO, V. A. Z.; KITAMURA, S. Qualidade de Vida e fadiga Institucional. In: AGUINALDO, G. et al . Stress, Trabalho e Qualidade de Vida. Campinas: IPES Editorial, 2006, p. 137-150.
    • BARBOZA, J. I. R. A. et al . Avaliação do padrão do sono dos profissionais de enfermagem dos plantões noturnos em unidades de terapia intensiva. Einsten , v.6, n.3, p.296-301, 2008.
    • BARBOZA, D. B.; SOLER, Z. A. Afastamento do trabalho na enfermagem: ocorrências com trabalhadores de um hospital de ensino. Revista Latino Americana de Enfermagem. V.11, n. 2, pág.177-183, 2003.
    • BAÚ, L. M. S. Intervenção ergonômica e fisioterápica como fator de redução de queixas músculo-esqueléticas em bancários. 2005. Trabalho de conclusão de curso. (Mestrado profissionalizante em engenharia) - Escola de engenharia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005.
  • 43. REFERÊNCIAS
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    • CECAGNO, D. et al. Qualidade de vida e o trabalho sob a ótica do enfermeiro. Cogitare Enfermagem , Curitiba, v. 7, n. 2, p.54-59, 2002.
    • ______. Satisfação de uma equipe de enfermagem quanto a profissão e emprego num hospital do sul do estado do Rio Grande do Sul. Cogitare Enfermagem. Curitiba, v.8, n.1, p.34-38, janeiro/junho 2003.
    • CHIAVENATO, I. Gerenciando Pessoas. 3.ª edição. São Paulo: Makron Books, 1997.
    • ______. Felicidade é sinônimo de Produtividade . Revista Decidir, São Paulo: junho, 1996.
    • CODO, W.; ALMEIDA, M. C. de. LER – Lesões por Esforços Repetitivos . 4ª edição, 1998.
    • COSTA, C. C. da. Aspectos ergonômicos na organização do trabalho da equipe de enfermagem de uma UTI adulto. 2005. Trabalho de conclusão de curso. (Mestrado profissionalizante em engenharia) - Escola de engenharia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2005.
    • DEL CURA, M. L. A. Satisfação profissional do enfermeiro. 1994. Dissertação (Mestrado em enfermagem) - Escola de enfermagem de Ribeirão Preto. Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto, 1994.
    • DELGADO, L. M; OLIVEIRA, B. R. G. Perfil epidemiológico do adoecimento dos profissionais de um hospital universitário. Nursing. São Paulo, v. 87, n. 8, p.365 – 370, agosto 2005.
  • 44. REFERÊNCIAS
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    • DINIZ, R. L.; KMITA, S. F.; GUIMARÃES, L. B. M. Levantamento de problemas ergonômicos na enfermagem de um hospital em Porto Alegre. In: XI CONGRESSO BRASILEIRO DE ERGONOMIA, 2001, Gramado. Anais... Porto Alegre: ABERGO/LOPP/PPGEP/UFRGS, 2001. p.1-8.
    • DUTRA, A. R. A. Introdução à ergonomia . Apostila. Unioeste. PR, 2000.
    • ESTRIN-BEHAR, Madaleine. Ergonomie Hospitalière: théorie et pratique. Paris: Editions Estem, 1996.
    • FREITAS, M. E. A. et al. A qualidade de vida no trabalho: perspectivas além da ginástica laboral no HC/UFMG. In: 8˚ ENCONTRO DE EXTENSÃO DA UFMG, 2005, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: SIEXBRASIL, 2005.
    • FERRAREZZI, M. V. G.; FERREIRA, V.; CARVALHO, A. M. Percepção do estresse entre enfermeiros que atuam em terapia intensiva. Acta Paulista de Enfermagem , v.19, n.3, p.310-315, 2006. Disponível em: < www.scielo.br/pdf/ape/v19n3/a09v19n3.pdf >. Acessado em: 22 de outubro de 2009.
    • FONSECA, A. G. Lesão por Esforços Repetitivos. Revista Brasileira de Medicina , v.55, n.6, junho de 1998. Disponível em: < www.conesul.com.br/~lfonseca/ler.htm >. Acesso em: 19 de junho de 2008.
    • FONSECA, N. da R. Distúrbios músculo-esqueléticos em trabalhadores de enfermagem. 2009. Dissertação. (Mestrado em saúde, ambiente e trabalho) - Faculdade de medicina da Bahia. Universidade Federal da Bahia. Salvador, 2009.
  • 45. REFERÊNCIAS
    • GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa . 3. ed. São Paulo: Atlas, 1991.
    • GOMES, G. C.; FILHO, W. D. L; ERDMANN, A. L. O sofrimento psíquico em trabalhadores de UTI interferindo no seu modo de viver a enfermagem. Revista Enfermagem UERJ. Rio de Janeiro, v.14, n.1, 2006. Disponível em: < http://www.portalbvsenf.eerp.usp.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0104-35522006000100015&lng=es&nrm=iso >. Acesso em: 04 de agosto de 2008.
    • GUERRER, F. J. L.; BIANCHI, E. R. F. Caracterização do estresse nos enfermeiros de unidades de terapia intensiva. Revista Escola de Enfermagem USP. São Paulo, v.42, n.2, p.355-362, 2008.
    • GUIMARÃES, R. M. et al . Fatores ergonômicos de risco e de proteção contra acidentes de trabalho: um estudo de caso-controle. Revista Brasileira de Epidemiologia , São Paulo, v.8, n.3, 2005. Disponível em: < http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-790X2005000300010&script=sci_arttext >. Acesso em: 12 de outubro de 2008.
    • HADDAD, M. C. L. Qualidade de vida dos profissionais de enfermagem. Revista Espaço para a Saúde . Londrina, v.1, n.2, p.75-88, jun. 2000.
    • IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. São Paulo: Edgard Blücher, 1998.
    • INOUE, K. C.; MATSUDA, L. M. Dimensionamento da equipe de enfermagem da UTI-adulto de um hospital ensino. Revista eletrônica de enfermagem. v.11, n.1, p.55-63, 2009.
    • KOTLER, P. Administração de marketing . 5ª edição. São Paulo: Atlas, 1998.
    • LEITÃO, I. M. T. A. DE; FERNANDES, A. L.; RAMOS, I. C. Saúde Ocupacional: Analisando os riscos relacionados à equipe de enfermagem numa unidade de terapia intensiva. Ciência, Cuidado e Saúde, v.7, n.4, p.476-484, out./dez. 2008.
  • 46. REFERÊNCIAS
    • LEMOS, J. C.; CASTRO, J. A. R.; BARNEWITZ, L. C. Análise ergonômica das posturas assumidas pelas enfermeiras do hospital universitário de Santa Maria em tarefas realizadas frente aos leitos . Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção. Universidade Federal de Santa Maria, [ca. 1999].
    • LENTZ, R. A. et al . O profissional de enfermagem e a qualidade de vida: uma abordagem fundamentada nas dimensões propostas por Flanagan. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.8, n.4, 2000.
    • LÉO, J. A.; COURY H. G. Em que os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) se diferenciam das Lesões por Esforços Repetitivos (LER). Fisioterapia em Movimento. São Paulo, v.X, n.2, p.92-101, mar. 1998.
    • LIMA, J. J. H.; ESTHER, A. B. Transições, prazer e dor no trabalho de enfermagem. Revista de Administração de Empresas, v.41, n.3, p.20-30, jul./set. 2001.
    • LINO, M. M. Qualidade de vida e satisfação profissional de enfermeiras de unidades de terapia intensiva. Tese. (Doutorado) - Departamento de enfermagem médico-cirurgica da Escola de Enfermagem, Universidade de São Paulo, 2004.
    • MAIA, S. da C. Análise ergonômica do trabalho do enfermeiro na unidade de terapia intensiva: proposta para a minimização do estresse e melhoria da qualidade de vida no trabalho. 1999. 173f. Dissertação (Mestrado em engenharia de produção) - Programa de pós-graduação em engenharia de produção. Universidade Federal de Santa Catarina , Florianópolis, 1999.
    • MAGALHÃES, A. M. M.; JUCHEM, B. C. Primary Nursing: Adaptando um novo modelo de trabalho no serviço de enfermagem cirúrgica do Hospital de Clínicas de Porto Alegre. Revista Gaúcha Enfermagem, Porto Alegre, v.21, n.2, p.5-18, jul. 2000.
  • 47. REFERÊNCIAS
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    • MARZIALE, M. H. P.; CARVALHO, E. C. de. Condições ergonômicas do trabalho da equipe de enfermagem em unidade de internação de cardiologia. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.6, n.1, p.99-117, janeiro 1998.
    • MARZIALE, M. H. P.; ROBAZZI, M. L. C. C. O trabalho de enfermagem e a ergonomia. Revista Latino Americana de Enfermagem, Ribeirão Preto, v.8, n.6, p.124-127, dezembro 2000.
    • MAURO, M. Y. C.; CUPELLO, A. J. O. Trabalho de enfermagem hospitalar: uma visão ergonômica. Anais... Gramado: ABERGO, 2001.
    • MENDES, L. F.; CASAROTTO R. A. Tratamento fisioterápico em Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho: um estudo de caso. Revista Fisioterapia. São Paulo, v.5, n.2, p.127-132, jul./dez. 1998.
    • MIRANDA, É. J. P.; STANCATO, K. Riscos à Saúde de Equipe de Enfermagem em Unidade de Terapia Intensiva: Proposta de Abordagem Integral da Saúde. Revista Brasileira de Terapia Intensiva, v. 20, n.1, Jan./Mar. 2008.
    • MIYAMOTO, S. T. et al . Fisioterapia preventiva atuando na ergonomia e no stress no trabalho. Revista Fisioterapia e Pesquisa , v.6, n.1, p.83-91, 1999.
    • MOLLER, C. O lado humano da qualidade. 10 ed. São Paulo: Pioneira, 1996.
    • MOSER, A. D.; KERBIG, R. O conceito de saúde e seus desdobramentos nas várias formas de atenção à saúde do trabalhador. Fisioterapia em Movimento , Curitiba, v.19, n.4, p.89-97, out./dez. 2006.
  • 48. REFERÊNCIAS
    • MOSER, A. D.; KERBIG, R. O conceito de saúde e seus desdobramentos nas várias formas de atenção à saúde do trabalhador. Fisioterapia em Movimento , Curitiba, v.19, n.4, p.89-97, out./dez. 2006.
    • NASCIMENTO, N. M.; MORAES, R. A. S. Fisioterapia no Trabalho: Saúde x Trabalho. Rio de Janeiro: Taba Cultural, 2000.
    • NIGHTINGALE, F. Notas sobre enfermagem : o que é e o que não é. São Paulo: Cortez, 1989.
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    • OLER, F. G. et al . Qualidade de vida da equipe de enfermagem do centro cirúrgico. Arquivos de Ciências da Saúde, v.12, n.2, p.102-110, abr./jun. 2005.
    • OLIVEIRA, C. dos S. Metodologia cientifica, planejamento e técnicas de pesquisa: uma visão holística do conhecimento humano . São Paulo: LTr, 2000 .
    • OLIVEIRA, Regina Márcia Rangel de. A abordagem das lesões por esforços repetitivos/distúrbios osteomoleculares relacionados ao trabalho - LER/DORT no Centro de Referência em Saúde do Trabalhador do Espírito Santo - CRST/ES . Tese. (Mestrado) - Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública, 2001.
    • OLIVEIRA, A. F. M. A arte do cuidar do cuidador . 2005. Tese (Conclusão do curso de enfermagem) - Centro Universitário Campos de Andrade, Curitiba, 2005.
    • PASCHOA, S.; ZANEI, S. S. V.; WHITAKER, I. Y. Qualidade de vida dos trabalhadores de enfermagem de unidades de terapia intensiva. Acta Paulista de Enfermagem , São Paulo, v.20, n.3, p.305-310, 2007.
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