Ludicidade - PARTE 2

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Ludicidade - PARTE 2

  1. 1. LUDICIDADE BRINCAR E APRENDER - 2 UNIDADE 4 2º ANO ORIENTADORA: CAMILA RIBEIRO
  2. 2. LITERATURA O texto literário é um texto para emocionar, divertir e dar prazer. Não significa reduzir a leitura literária a um mero desencadeador temático de algum conteúdo escolar e sim aproveitar a densidade e riqueza do acervo literário para agregar conhecimentos e novos olhares sobre o que está sendo estudado.
  3. 3. LITERATURA Alguns escritores, quando escrevem suas autobiografias, nos revelam o quanto o livro pode ser brinquedo na mão e na imaginação de crianças João Ubaldo Ribeiro http://www.releituras.com/joaoubaldo_memoria.asp Fico pensando nisso e me pergunto: não estou imaginando coisas, tudo isso poderia ter realmente acontecido? Acho que sim, também joguei bola, tomei banho nu no rio, subi em árvores e acreditei em Papai Noel. Os livros eram uma brincadeira como outra qualquer, embora certamente a melhor de todas. Quando tenho saudades da infância, as saudades são daquele universo que nunca volta, dos meus olhos de criança vendo tanto que entonteciam, dos cheiros dos livros velhos, da navegação infinita pela palavra, de meu pai, de meus avós, do velho casarão mágico de Aracaju.
  4. 4. LITERATURA Alguns escritores, quando escrevem suas autobiografias, nos revelam o quanto o livro pode ser brinquedo na mão e na imaginação de crianças Rubem Alves (Concerto de Leitura, em Entre a Ciência e a Sapiência) Aprendi a ler. Mas isso não bastava. Faltava-me o domínio da técnica que faz da leitura algo suave como o voo de um urubu ou deslizante como um patim no gelo. Foi D. Iva – não sei se ela ainda vive – quem me ensinou que ler pode ser delicioso como voar ou como patinar. Ela lia para nós. Não era para aprender nada. Não havia provas sobre os livros lidos. Ela lia para que tivéssemos o prazer dos livros. Era pura alegria. Poliana, Heidi, Viagem ao céu, O saci. Ninguém faltava, ninguém piscava. A voz de D. Iva nos introduziu num mundo encantado. O tempo passava rápido demais. Era com tristeza que víamos a professora fechar o livro.
  5. 5. LITERATURA – HISTÓRIA REPETITIVAO GRANDE RABANETE (Tatiana Belinky) http://www.youtube.com/watch?v=5VEbQoUOqP8
  6. 6. LITERATURA O GRANDE RABANETE (Tatiana Belinsky) COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA: A história, de enredo simples, tem como atrativo principal a forma: é narrada como um conto cumulativo — forma que encanta e diverte a garotada, além de representar um excelente treino de memória. As frases — simples —, são bastante adequadas aos que se iniciam na leitura, o que não quer dizer que sejam pobres; servem-se de recursos originais, como a repetição: ―o rabanete cresceu-cresceu e ficou grande- grande‖. Além do aspecto linguístico, é possível explorar, por meio da narrativa, o lado humano: a questão da solidariedade, da cooperação, da divisão de bens e até da autoestima exacerbada, aspecto representado pelo ratinho, no bem-humorado e imprevisto final. http://diariodeumadiretora.blogspot.com.br/2012/12/projeto-trilhas-o- grande-rabanete.html
  7. 7. LITERATURAO GRANDE RABANETE (Tatiana Belinsky) Possibilidades de Exploração  Exploração da letra R, elaboração de jogos com os personagens do livro, que podem ser usados como memória, dominó, bingo, caça-palavras, forca, dramatização, colagem das figuras dos personagens na sequência que aparecem na história.  Exploração de atividades de classificação, sequenciação, seriação (o que é pessoa, animal/vegetal/ ordenação por tamanho de rabanetes confeccionados em EVA...)  Confecção de cartões com os numerais até 7, correspondentes ao número de personagens da história, explorando ordem crescente e decrescente, colar em papel colorido e expor no mural.  Explorar a presença dos números nas situações cotidianas: Hora para acordar, Hora para tomar banho, Hora para tomar café, Hora de sair para escola, Hora de chegada na escola, número de alunos na sala de aula, número de meninos e meninas, número de telefone residencial, número da residência, número do calçado, número da roupa que veste, etc.
  8. 8. LITERATURAO GRANDE RABANETE (Tatiana Belinsky) Possibilidades de Exploração Exploração dos personagens da família que aparecem na história (netinha, vovó, vovô), composição da família do aluno. Degustação do rabanete (paladar - picante). Informações sobre o rabanete (cor do rabanete por dentro e por fora. alimento saudável, benefícios para a saúde, para o desenvolvimento dos músculos da mastigação, expectorante natural e estimulante da digestão). A vida em espaço rural (plantações). Diferentes tipos de alimentos, conservação dos alimentos, origem dos alimentos (vegetal e animal). e outras coisas que as próprias crianças podem sugerir...
  9. 9. LITERATURA OUTRAS HISTÓRIAS TIPO CUMULATIVO A casa sonolenta A velha a fiar A casa de Pedro
  10. 10. LITERATURA – HISTÓRIA CUMULATIVA COMENTÁRIOS SOBRE A OBRA: • Essa obra tem um aspecto lúdico, tendo a linguagem como princípio. Sua ilustração nos faz adentrar no mundo da imaginação, nos transportando para a história. Na história a contribuição da ilustração se dá pela tonalidade e pelo anúncio do personagem que vai se juntar aos dorminhocos da casa. Quando os personagens vão acordando, o cenário vai clareando. • Outra contribuição da ilustração se dá no momento em que o texto verbal aponta que determinado personagem se deita, a ilustração se antecipa qual será o próximo personagem que irá desempenhar a mesma ação. A ilustração inicia com o espaço amplo, onde mostra o ambiente fora da casa, depois a sua fachada, para focar no quarto e na cama. No primeiro par de páginas, a história verbal indica o espaço da narrativa como um quarto, porém é a ilustração que o caracteriza. A CASA SONOLENTA http://diariodeumadiretora.blogspot.com.br/2012/12/projeto-trilhas-casa-sonolenta.html
  11. 11. A CASA SONOLENTA ― BARALHO NARRATIVOA CASA SONOLENTA POSSIBILIDADES DE EXPLORAÇÃO
  12. 12. A CASA SONOLENTA ― BARALHO NARRATIVO
  13. 13. LITERATURA DOBRADURA DE CASA
  14. 14. LITERATURA POSSIBILIDADES DE EXPLORAÇÃO: Encoraje seus alunos a criarem novos personagens para continuar a história... serão histórias sem fim! Os contos que as caixas contam Este é mais um recurso ao qual o professor poderá recorrer para contar histórias. As caixas podem ser grandes ou pequenas, quadradas ou redondas; os personagens poderão ser colocados dentro da caixa e, conforme o professor narra a história, ele são retirados da caixa, trazendo encantamento, suspense e diversão para os ouvintes. Para produzi-las, é preciso buscar papéis coloridos, colar retalhos de tecidos, plásticos, espelhos, sementes, material reciclável; desta forma o professor poderá montar um cenário dentro da caixa, o palco das ações de uma história, poderá também montar uma caixa surpresa, com objetos interessantes, feitos para serem manuseados pelos alunos enquanto a história é contada. A CASA SONOLENTA
  15. 15. LITERATURA – HISTÓRIAS RIMADAS POSSIBILIDADES DE EXPLORAÇÃO DE HISTÓRIAS RIMADAS Conhecer o livro, observar as ilustrações, fazer a leitura do livro, comentar a história, destacar o que chamou a atenção, dando destaque à sonoridade das palavras. Ordenar as ilustrações da história seguindo a narrativa. Escrever no quadro ou papel bobina algum trecho da história, fazendo a leitura apontada, identificando palavras, destacando as rimas. Fazer uma lista das palavras rimadas que aparecem no livro/ produzir outras palavras que rimem , no coletivo ou em pequenos grupos. Entregar uma folha com a história escrita em linhas, mas com o nome dos personagens em branco, para que tenham que preencher com o desenho e/ ou escrita correspondente.
  16. 16. LITERATURA – HISTÓRIAS RIMADAS Escrever tiras com as linhas da história pedindo para que ordenem em grupo na sequência em que aparecem. Explorar o sistema de escrita alfabética realizando jogos com as palavras que foram trabalhadas. Articular com conteúdos de história, geografia, ciências matemática... (esta história se passa no tempo presente, no passado, em que lugar, as semelhanças e diferenças em relação ao nosso tempo/espaço...). Apresentar o autor.
  17. 17. LITERATURA Releitura do poema com o nome dos integrantes do grupo A casa e o seu dono - Elias José Essa casa é de caco. Quem mora nela é o macaco. Essa casa tão bonita. Quem mora nela é a cabrita. Essa casa é de telha . Quem mora nela é a abelha. Essa casa é de lata. Quem mora nela é a barata. Essa casa é elegante. Quem mora nela é o elefante. E descobri de repente. Que não falei em casa de gente. A casa e o seu dono – Integrantes do grupo: Essa casa é de espaguete. Quem mora nela é a Elizabeth. Essa casa é de tangerina. Quem mora nela é a Nina. Essa casa é de biz. Quem mora nela é a Liz. Essa casa é de geleia. Quem mora nela é a Doroteia. Essa casa é de banana. Quem mora nela é a Luciana.
  18. 18. LITERATURA Descreva sua casa por meio de uma releitura da conhecida cantiga A Casa, de autoria de Vinicius de Moraes. Era uma casa muito engraçada Não tinha teto, não tinha nada Ninguém podia entrar nela, não Porque na casa não tinha chão Ninguém podia dormir na rede Porque na casa não tinha parede Ninguém podia fazer pipi Porque penico não tinha ali Mas era feita com muito esmero Na rua dos bobos, número zero
  19. 19. LITERATURA Estava a velha no seu lugar, veio a mosca lhe incomodar. A mosca na velha e a velha a fiar. Estava a mosca no seu lugar, veio a aranha lhe fazer mal. A aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava a aranha no seu lugar, veio o rato lhe fazer mal. O rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o rato no seu lugar, veio o gato lhe fazer mal. O gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o gato no seu lugar, veio o cachorro lhe fazer mal. O cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o cachorro no seu lugar, veio o pau lhe fazer mal. O pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o pau no seu lugar, veio o fogo lhe fazer mal. O fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o fogo no seu lugar, veio a água lhe fazer mal. A água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava a água no seu lugar, veio o boi lhe fazer mal. O boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o boi no seu lugar, veio o homem lhe fazer mal. O homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava o homem no seu lugar, veio a mulher lhe incomodar. A mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava a mulher no seu lugar, veio a morte lhe levar. A morte na mulher, a mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha a fiar. Estava a morte no seu lugar. veio a vida lhe incomodar. A vida na morte, a morte na mulher, a mulher no homem, o homem no boi, o boi na água, a água no fogo, o fogo no pau, o pau no cachorro, o cachorro no gato, o gato no rato, o rato na aranha, a aranha na mosca, a mosca na velha e a velha fiar. http://www.vagalume.com.br/palavra-cantada/a-velha-a-fiar.html A VELHA A FIAR
  20. 20. LITERATURA – HISTÓRIAS RIMADAS A VELHA A FIAR http://www.youtube.com/watch?v=SyzoqdvfS24 http://www.youtube.com/watch?v=BZzNBNoae-Y
  21. 21. LITERATURA A CASA QUE PEDRO FEZ http://www.google.com.br/search?q=a+casa+que+pedro+fez&tbm=isch&tbo=u&source=univ&sa=X&ei=h2Z 0UdOED9Kx0QHe4ICIBg&ved=0CC4QsAQ&biw=1034&bih=875
  22. 22. LITERATURA A CASA QUE PEDRO FEZ Esta é a casa que Pedro fez Este é o trigo Que está plantado no quintal da casa que Pedro fez Este é o rato Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez. Este é o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez. Este é o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez. Esta é a vaca de chifre torto, Que atacou o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez. Esta é a moça mal vestida,. Que ordenhou a vaca de chifre torto, Que atacou o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez . Este é o moço todo rasgado, Noivo da moça toda mal vestida, Que ordenhou a vaca de chifre torto, Que atacou o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez. Este é o padre de barba feita, Que casou o moço todo rasgado, Com aquela moça toda mal vestida, Que ordenhava a vaca de chifre torto, Que atacou o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo, Que está na casa que Pedro fez. Este é o galo que cantou de manhã, Para acordar o padre de barba feita, Que casou o moço todo rasgado, Com a moça toda mal vestida, Que ordenhava a vaca de chifre torto, Que atacou o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez. Este é o fazendeiro que colheu o milho, Para dar ao galo que cantou de manhã, Para acordar o padre de barba feita, Que casou o moço todo rasgado, Com a moça toda mal vestida, Que ordenhava a vaca de chifre torto, Que atacou o cão, Que espantou o gato, Que matou o rato, Que comeu o trigo Que está na casa que Pedro fez .
  23. 23. TEATRO (convenções ortográficas) O Palhaço Cocoricó e as letras “S” e “C” Personagens: Palhaço Cocoricó Letra C Letra S Letra E Letra I O Palhaço vem vestido com as roupas típicas de palhaço de circo. Pode ser interpretado pela professora, por outro adulto ou por uma das crianças. As letras serão interpretadas por crianças. Para sua caracterização as crianças poderão usar camiseta branca com o desenho colorido da respectiva letra feito com fita adesiva ou em cartolina. 1ª Cena: O Palhaço entra fazendo cocoricó e batendo com as mãos no quadril, como se fossem asas. Dá várias voltas no palco. Palhaço Cocoricó (PC): Olá criançada, eu sou o Palhaço Cocoricó. Trabalho no circo. Gosto de dar cambalhotas e contar histórias engraçadas. Como aquela da mulher que foi à farmácia e pediu: ―O Sr. tem aí remédio para lombriga?‖ e o moço da farmácia respondeu: ―Depende, qual a idade das lombrigas?‖
  24. 24. TEATRO (regras ortográficas) Ah, Ah, Ah, ele pensava que as lombrigas é que estavam doentes. Quem é que gostou de minha historinha? Quem gostou pode aplaudir. (o PC bate palmas e depois faz uma reverência, agradecendo). (Enquanto ele conversa com as crianças as letras entram e começam a conversar. A letra C e a letra S simulam uma discussão e disputam o E e o I, puxando-os cada qual para o seu lado). O palhaço PC volta-se para elas e pergunta: Palhaço Cocoricó (PC): Quem são vocês? Por que vocês estão brigando? Eu sou o Palhaço Cocoricó, muito prazer! Coisa feia ficar brigando! (As letras continuam a encenar uma briga. O Palhaço volta a insistir) Palhaço Cocoricó (PC): Ei vocês aí, vamos parar de brigar. Digam lá, o que aconteceu que deixou vocês tão zangados? As letras C e S dão um passo à frente e dizem: Letra C: Eu sou a letra C. Letra S: Eu sou a letra S. A letra C é muito metida, ela quer aparecer em todas as palavras.
  25. 25. TEATRO (regras ortográficas) Letra C: Você que é metida letra S. Comigo podemos escrever muitas palavras. Vem aqui meu amiguinho I (abraça a letra I). Junto com o I podemos escrever circo, cineminha, bicicleta, cidade, e muitas outras palavras. Junto com o E (abraça a letra E) escrevemos Cebolinha, aquele menino que troca letras, vocês sabem: ‖vou blincar com a Mônica. Depois vou coler pla pegar o Cascão‖. Letra S: Silêncio! Deixe de contar vantagem, Letra C. Com minha amiguinha E (abraça a letra E) escrevemos semana, e também sete e setenta e setecentos... Com minha amiguinha I (abraça a letra I) posso escrever sinuca e até a sinusite da minha vó. Palhaço Cocoricó (PC): Mas vocês não precisam brigar, tem palavras para todos. Com CI (traz as duas para frente) podemos escrever oncinha (imita uma onça) com SI (traz as duas letras para frente) podemos escrever ursinho (imita um urso, abrindo os braços). A letra C nos ajuda a escrever Saci. O Saci Pererê de uma perna só (pula com uma perna só). E com SI podemos escrever sino (faz som de sino: blém, blém, blém e canta ―Bate o sino pequenino sino de Belém... 1 ‖). Letra C: Mas é comigo que podemos cantar ―Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar...‖ Letra S: Mas comigo se escreve seleção brasileira. (Pega um microfone improvisado e começa a narrar um jogo: Ronaldinho Gaúcho recebeu a bola de Roberto Carlos, tabelou com Rivaldo. Ronaldinho está na área, vai chutar, e é GOOOL do Brasil).
  26. 26. TEATRO (regras ortográficas) Palhaço Cocoricó (PC): Com as letras C e S seguidas de I e de E podemos escrever muitas palavras, não é crianças? (Volta-se para as letras) Para vocês não brigarem mais, vamos escrever no quadro palavras com S e C seguidos de E e I. (Vai ao quadro e o divide em quatro colunas: SE, SI, CE e CI) Agora, crianças, vocês vão ditar para o Palhaço Cocoricó, as palavras para completarmos esses quadros. As crianças começam a sugerir palavras, o palhaço as repete e as escreve na coluna certa. A cada palavra as letras envolvidas se movimentam. Por exemplo, na palavra agradecer, o C abraça o E, e fazem uns passinhos de dança, e assim sucessivamente. Quando o quadro estiver completo, o Palhaço se despede. Palhaço Cocoricó (PC): (Para as crianças) Parabéns crianças, com tantas palavras aqui, o S e o C não precisam brigar mais. (Para as letras) Venham fazer as pazes. As letras C e S se adiantam e cantam: Pirulito que bate-bate, pirulito que já bateu, quem gosta de mim é ela, quem gosta dela sou eu. Palhaço Cocoricó (PC): Então, antes de ir embora, vamos cantar todos juntos: Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar... Enquanto todos cantam, o PC rege o coro como um maestro e as quatro letras brincam de roda. - FIM -
  27. 27. TEATRO (regras ortográficas) REFERÊNCIAS Bortoni-Ricardo, Stella Maris. Praler – Programa de apoio à leitura e escrita, MEC/Fundescola, unidade 15 http://www.mec.gov.br > IDEB: Saiba como melhorar > PRALER)
  28. 28. MATERIAIS QUE FAZEM PARTE DE PROGRAMAS DE DISTRIBUIÇÃO DE RECURSOS DIDÁTICOS DO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO • Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) • Programa Nacional do Livro Didático – Obras Complementares (PNLD Obras Complementares) • Programa Nacional da Biblioteca da Escola (PNBE) • Programa Nacional da Biblioteca da Escola – Especial (PNBE Especial) • Programa Nacional do Livro Didático – Dicionários • Jogos de Alfabetização • PNBE do Professor • Coleção Explorando o Ensino
  29. 29. ACERVOS COMPLEMENTARES - MEC "Colegas, no link abaixo vocês terão acesso ao material do MEC que apresenta as obras complementares para cada área de conhecimento. Além disso na introdução discute os demais recursos já disponibilizados pelo MEC para as escolas. Penso ser uma boa leitura uma vez que no material que estamos produzindo precisamos incorporar estes elementos" - Professor Emerson. Acervos Complementares: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=15166&Itemid =1130
  30. 30. SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA OS ENCONTROS EM GRUPO – ANO 1 2º momento (4 horas) 1. Ler texto para deleite: A rainha da bateria, de Martinho da Vila, ilustrado por Marcelo de Salete Souza, Editora Lazuli (Obras 2013)Ler a seção “Iniciando a conversa”. 2. Ler o relato da professora Constância, relacionar com o quadro de direitos de aprendizagem (metade do grupo compara com os quadros de direitos de aprendizagem - Língua Portuguesa e a outra metade com os quadros de direitos de aprendizagem - Matemática). 3. Socializar as atividades realizadas com uso de jogos 4. Ler o texto 2 (Que brincadeira é essa? E a alfabetização?); discutir sobre os diferentes modos de agrupamento dos estudantes. 5. Retomar o quadro de acompanhamento dos alunos e pensar em estratégias de agrupamento das crianças, com base nas necessidades identificadas.
  31. 31. SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA OS ENCONTROS EM GRUPO – ANO 2 1º momento (4 horas) 1 – Ler texto para deleite: A princesa está chegando de Yu Yeong-So. Editora Callis, 2009. 2 – Relembrar brincadeiras da infância; escolher uma brincadeira para vivenciar; avaliar coletivamente a participação de todos na atividade. 3 - Ler a seção “Iniciando a conversa”. 4 – Discutir a partir da seguinte questão: Por que é importante brincar na sala de aula? 5 – Realizar a leitura compartilhada do texto 1 (O lúdico na sala de aula; discutir em grande grupo). 6 – Realizar um levantamento de brincadeiras que podem fazer parte do trabalho de sala de aula; construir objetivos didáticos para cada uma delas. 7 - Planejar uma aula utilizando brincadeiras. Tarefas (para casa e escola): - Desenvolver a aula planejada no item 7. - Ler o quadro dos direitos de aprendizagem em Matemática e selecionar alguns jogos que possam contemplar esses direitos. - Ler um dos textos da seção Sugestões de leitura; elaborar uma questão a ser discutida (escolher coletivamente a obra a ser lida).
  32. 32. SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA OS ENCONTROS EM GRUPO – ANO 2 2º momento (4 horas) 1. Ler texto para deleite Com a pulga atrás da orelha, de Christiane Gribel. 2. Socializar as aulas desenvolvidas com base no planejamento realizado no encontro anterior. 3. Resgatar diferentes brincadeiras presentes na nossa memória, envolvendo a oralidade (como trava-línguas, parlendas, cantigas de roda, poemas); socializar as brincadeiras pesquisadas, apresentando-as ao grande grupo. 4. Ler de forma compartilhada o texto 2 (O brincar e o jogar no ensino relativo ao componente curricular Língua Portuguesa e os recursos disponíveis para o trabalho lúdico na sala de aula), analisando de forma coletiva os relatos e as fotos da sala de aula da professora Priscila. 5. Jogar e analisar jogos destinados ao ensino do Sistema de Escrita Alfabética; identificar os direitos de aprendizagem do componente curricular Língua Portuguesa envolvidos em cada um; socializar as reflexões. 6. Assistir ao programa “Jogos e Brincadeiras”, do Programa Pró- Letramento.
  33. 33. SUGESTÕES DE ATIVIDADES PARA OS ENCONTROS EM GRUPO – ANO 2 3º momento (4 horas) 1. Ler texto para deleite: O Jogo do contrário. Autora: Jandira Masur. 2. Ler o texto 3 (O ensino de História(s) e da Matemática: em ritmo dos jogos e das brincadeiras), em grupos. Metade da turma deve ler a parte de História e a outra, a parte de Matemática; elaborar um esquema do texto para apresentar as questões principais para o grande grupo. 3. Planejar, em pequenos grupos, jogos e brincadeiras que possam favorecer um trabalho integrado, de forma lúdica, entre as diferentes áreas do conhecimento; relacionar a atividade aos direitos de aprendizagem em cada área do conhecimento; socializar as reflexões. 4. Discutir com base nas questões de leitura dos textos da seção Aprendendo mais. Tarefas (para casa e escola): ― A partir da leitura do manual didático dos jogos distribuídos pelo MEC (http://www.ufpe.br/ceel/ceel-material-apoio.html), construir outros jogos. ― Utilizar os jogos em sala de aula para socializar no encontro seguinte. ― Realizar a avaliação das crianças e preencher o quadro de acompanhamento para discussão no próximo encontro.
  34. 34. LITERATURA
  35. 35. LITERATURA
  36. 36. APRESENTAÇÃO DA TAREFA DE CASA
  37. 37. BOAS FÉRIAS

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