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Comuniação cientifica
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Comuniação cientifica

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Desenvolvimento da Comunicação Científica e sua importância

Desenvolvimento da Comunicação Científica e sua importância

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  • www.bireme.com.br ou www.scielo.br (Índices)
  • São praticadas principalmente em universidades. Podem haver normas adicionais, dependendo da comunidade.
  • Transcript

    • 1. PRODUÇÃO, PROCESSAMENTO, DIFUSÃO E APROPRIAÇÃO DA INFORMAÇÃO CIENTÍFICA Camila Oliveira Cruz Rio Grande, 2011. Universidade Federal do Rio Grande Instituto de Ciências Humanas e da Informação Seleção para professor temporário
    • 2. Ciência: “um corpo coerente e sistemático de conhecimentos sobre qualquer tema, formal ou empírico, natural ou cultural, obtido por qualquer método.” (MEADOWS, 1999, p.40) Comunicação: Ato ou efeito de emitir, transmitir e receber mensagens por meio de métodos e/ou processos convencionados, quer através da linguagem falada ou escrita, quer de outros sinais, signos ou símbolos, quer de aparelhamento técnico especializado, sonoro e/ou visual. Comunicação científica: “processo específico de produção, consumo e transferência de informação no campo científico.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p. 97)
    • 3. Comunicação Científica
    • 4. Importância: <ul><li>A comunicação científica, além de permitir a avaliação pelos pares, evita a duplicidade de pesquisas, garantindo a construção do conhecimento científico. Tornando-se tão vital quanto a própria pesquisa ela permite o controle de qualidade e garante, também, a originalidade das descobertas. </li></ul>
    • 5. Canais de comunicação científica <ul><li>Ocorre geralmente de forma escrita, em meios possíveis de difusão e preservação para um público amplo: livros, periódicos (impressos e eletrônicos), anais de eventos, relatórios... </li></ul>Ocorre geralmente através de meios efêmeros, difíceis de serem preservados e é difundida para um público limitado: correspondência pessoal (cartas e e-mails), telefonemas, redes de relacionamento, comunicação oral em eventos... Formal Informal
    • 6. <ul><li>As formas principais de se comunicar as pesquisas são a fala e a escrita; </li></ul><ul><li>Preservaram seus debates em manuscritos copiados diversas vezes; </li></ul><ul><li>Suas idéias influenciaram a cultura árabe e depois a cultura ocidental; </li></ul>Surgimento da Comunicação Científica: Grécia
    • 7. Surgimento da Comunicação Científica: as sociedades e academias <ul><li>Começaram nos séculos XVII e XVIII com o intuito de fiscalizar a atuação profissional de seus membros. Promoveram reuniões para que os pesquisadores divulgassem e discutissem suas pesquisas. Davam prioridade à coleta e análise de informações. </li></ul><ul><li>Academias = eram mantidas com o apoio financeiro do Estado e seus membros eram remunerados. </li></ul><ul><li>Sociedades = organizações autônomas, </li></ul><ul><li>mantidas por sócios pagantes. </li></ul>
    • 8. A revista científica <ul><li>Journal des Savans – Paris – 5 Jan. 1665 </li></ul><ul><li>Philosophical Transactions – Londres – Mar. 1665 </li></ul><ul><li>“ catalogar e resumir os livros publicados na Europa, publicar necrológios de personalidades eminentes, descrever os progressos científicos e técnicos, registrar as principais decisões jurídicas e em geral cobrir todos os tópicos de interesse dos </li></ul><ul><li>homens letrados” (MEADOWS, 1999, p.6) </li></ul><ul><li>Com o tempo, passou a significar uma publicação séria, </li></ul><ul><li>que continha idéias originais. </li></ul>
    • 9. Razões do surgimento do periódico científico <ul><li>Expectativa de lucro por parte dos editores </li></ul><ul><li>Crença de que para fazer um descobrimento eram necessários debates coletivos </li></ul><ul><li>Necessidade de comunicação </li></ul><ul><li>Necessidade de padronização da comunicação </li></ul>
    • 10. Busca e recuperação da informação <ul><li>Índices </li></ul><ul><li>Palavras-chave </li></ul><ul><li>Títulos </li></ul><ul><li>Resumos </li></ul><ul><li>Texto integral </li></ul>
    • 11. Difusão: <ul><li>Catálogos – “lista minuciosa dos itens que compõem um acervo ou uma coleção elaborada de acordo com normas apropriadas de modo a facilitar a busca.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p.71) </li></ul><ul><li>Bibliografias – “pesquisa de textos impressos ou multigrafados para indicá-los, descrevê-los e classificá-los com a finalidade de estabelecer instrumentos (de busca) e organizar serviços apropriados a facilitar o trabalho intelectual.” (CUNHA; CAVALCANTI, 2008, p.46) </li></ul><ul><li>Periódicos - </li></ul><ul><li>Livros - </li></ul><ul><li>Bases de dados – os artigos científicos são indexados </li></ul><ul><li>para que outros pesquisadores possam encontrá-los. Podem ser </li></ul><ul><li>pagos ou gratuitos e a maioria funciona através da internet. </li></ul>
    • 12.
    • 13.
    • 14.
    • 15.
    • 16. Livro X Periódico <ul><li>Livro: </li></ul><ul><li>Publicações de pesquisas concluídas. </li></ul><ul><li>Conteúdo mas detalhado. </li></ul><ul><li>Necessita de maior tempo para produção e distribuição </li></ul><ul><li>Periódico: </li></ul><ul><li>As pesquisas publicadas podem estar em andamento ou estarem concluídas </li></ul><ul><li>Conteúdo objetivo e resumido </li></ul><ul><li>Podem ser especializados ou não </li></ul>
    • 17. Impresso X eletrônico <ul><li>Impressos: </li></ul><ul><li>Meios tradicionais; </li></ul><ul><li>Facilidade de leitura quando os textos são longos; </li></ul><ul><li>Divulgação restrita; </li></ul><ul><li>Alto custo de publicação e distribuição; </li></ul><ul><li>Vantagens em termos de preservação </li></ul><ul><li>Elet rônicos: </li></ul><ul><li>Dificuldade de ler textos longos; </li></ul><ul><li>Flexibilidade; </li></ul><ul><li>Inter-relação entre os textos (hipertexto); </li></ul><ul><li>Participação de um número maior de avaliadores </li></ul><ul><li>Reprodução de imagens com exatidão; </li></ul><ul><li>Facilidade para acrescentar novas informações; </li></ul><ul><li>Facilidade de acesso </li></ul><ul><li>Menor custo de publicação </li></ul><ul><li>Acesso remoto; </li></ul><ul><li>Possibilidade de publicar dados brutos junto com a análise desses dados </li></ul>
    • 18. Comunidade Científica <ul><li>Cada área temática é formada por pequenos grupos de pessoas que dominam suas áreas preferidas. Essas pessoas estão visíveis tanto para pesquisadores da mesma especialidade, quanto para pesquisadores de fora. Cada comunidade de pesquisadores tem suas regras e se comunica de acordo com critérios pré-estabelecidos </li></ul><ul><li>pelo grupo. </li></ul>
    • 19. Robert Merton e as normas básicas de conduta para a comunidade científica <ul><li>Universalismo – avaliação com base em critérios preestabelecidos e impessoais </li></ul><ul><li>Sentido de comunidade – o conhecimento científico deve ser propriedade comum </li></ul><ul><li>Despreendimento - preocupação com o progresso do saber, afastamento emocional </li></ul><ul><li>Ceticismo organizado – análise crítica, busca de </li></ul><ul><li>possíveis erros </li></ul><ul><li>O entendimento das normas da comunidade científica (e de como </li></ul><ul><li>E quando podem ser violadas) em geral se aprende pelo exemplo </li></ul><ul><li>e não pela discussão. (MEADOWS, 1999, p.95) </li></ul>
    • 20. Referências: <ul><li>APOLINÁRIO, Fábio. Metodologia da Ciência : filosofia e prática da pesquisa. São Paulo: Pioneira Thompson Learnig, 2006. </li></ul><ul><li>CUNHA, Murilo Bastos da; CAVALCANTI, Cordélia Robalinho de Oliveira. Dicionário de Biblioteconomia e Arquivologia . Briquet de Lemos/Livros, 2008. </li></ul><ul><li>HOLANDA, Aurélio Buarque de. O Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa . 4.ed. Curitiba: Positivo, 2008. 1 CD ROM </li></ul><ul><li>MEADOWS, Arthur Jack. A comunicação científica . Brasília: Briquet de Lemos/Livros, 1999. </li></ul>

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