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Programação XVII SAH FURB
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Programação XVII SAH FURB

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  • 1. XVII – Semana de História FURB História do Tempo Presente: Uma reflexão conceitual R$10 Programação Completa 05/10 – Segunda-feira 18:30h – Auditório Galpão da Arquitetura • Abertura • Palestra: Memória e História do Tempo Presente - algumas questões. Profa Dra. Cristiani Bereta da Silva - UDESC Resumo: O Tempo Presente inaugura uma série de questões para o campo da pesquisa histórica, não propriamente restritas e condicionadas a produção de trabalhos relacionados a um período muito próximo ou ao instante, mas, principalmente, por participar de um paradigma buscado na ruptura com o tempo único e linear, pluralizando assim os modos de racionalidade que organizam a sociedade contemporânea. Nesta perspectiva convidarei os presentes a pensar algumas das implicações e também possibilidades teóricas e metodologicas de uma História do Tempo Presente imbricadas com as tensões inerentes da relação entre História e Memória. • Comunicação: Organização Urbana em Blumenau nas Primeiras Décadas do Século XX. (Elton Cardoso, curso de História FURB) Resumo: A pesquisa destina-se compreender o processo de urbanização da cidade de Blumenau a partir das primeiras décadas do século XX, onde teremos um grande investimento sobre a normatização das posturas e higienização do espaço e dos indivíduos. Para isso utilizaremos a pesquisa histórica através da a análise dos Códigos de Posturas de 1905 e 1923, dos relatórios do executivo municipal, da atas da câmara municipal, das notícias e artigos dos jornais e outros documentos ligados a esfera pública no período para verificar esta construção do espaço urbano e seus conflitos e implicações na vida cotidiana da cidade. Trata-se de uma pesquisa em andamento, por isso, ainda em fase de discussão metodológica e da pesquisa documental.
  • 2. • Comunicação: Lembrar e ser lembrado: Um olhar sobre as cartas e roteiros guardados pelo radialista Aldo Silva (1955-67). (Willian Tadeu Melcher Jankovski Leite - UDESC) Resumo: Aldo Silva foi um profissional do rádio com notável atuação na região de Florianópolis entre as décadas de 1940 e 1970. Seu acervo de cartas e roteiros passou por trajetória peculiar, desvendada a partir da Prática Curricular em Patrimônio Cultural, realizada na Casa da Memória, instituição responsável pela salvaguarda dessa documentação. A partir da análise dessas fontes, percebe-se recursos para emulação de intimidade na relação entre radialista e ouvintes, o que sugere reflexões sobre a os papéis do rádio na sociedade. • Comunicação: Apresentação do Projeto: “Patrimônio em movimento: história, memória e cidade”. (Prof Ricardo Machado – FURB, mestrando Darlan Jevaer Schmitt - UDESC) Resumo: O projeto busca sensibilizar a relação dos sujeitos com a memória e a política de patrimônio na cidade, bem como, discutir as relações entre memória e cotidiano nos processos de construção dos espaços urbanos. Para isso, será realizado um processo de formação teórica e técnica visando qualificar a discussão e sensibilizar a observação. Serão realizadas cinco caminhadas com roteiros previamente estabelecidos, objetivando discutir o patrimônio cultural e fazer registros fotográficos, posteriormente apresentados em uma exposição. 06/10 – Terça-feira 14h – Sala R-129 • Oficina- Cartografia: a apropriação e o reconhecimento do espaço. (Profa Aurélia Maria Santos) Ementa: Orientação e reconhecimento do espaço. Pontos de referêncas. Orientação no espaço. Construção de mapas e apropriação do território. Construção, leitura e interpretação de mapas. Tecnologias na produção cartográfica. 18:30h – Auditório Galpão da Arquitetura • Comunicação: Revista “Blumenau em Cadernos”: perspectivas de estudo. (Darlan Jevaer Schmitt - Mestrando em História – PPGH/UDESC) Resumo: A comunicação busca apresentar os resultados alcançados até o momento na pesquisa sobre a Revista Blumenau em Cadernos. Neste material impresso, foi construída uma narrativa histórica não só para a cidade de Blumenau
  • 3. como para a região do Vale do Itajaí dando destaque a determinados personagens, lugares, fatos escolhidos para fundamentar e prestigiar, em alguns casos, determinados acontecimentos da Região. Ainda na fase inicial, a pesquisa, procura ressaltar a importância deste impresso para a escrita da História Regional. • Palestra: Gênero e Ditadura no Cone Sul: questões para uma história presente. Profa Dra. Cristina Scheibe Wolff - UFSC Resumo: Através de exemplos da pesquisa empreendida pelo Laboratório de Estudos de Gênero e História da UFSC, intitulada Gênero, feminismos e ditaduras no Cone Sul, procuro problematizar a questão da história do presente. Toda a história é uma história do presente, na medida em que, como aponta Marc Bloch, ela é elaborada com as indagações que o presente proporciona. Por outro lado, no caso das ditaduras, dos movimentos de resistência, da repressão, o passado se faz presente através da memória social e dos movimentos que buscam justiça. Ao pesquisar sobre as relações de gênero nas organizações de esquerda e sobre o surgimento e a influência do feminismo naquele período de ditaduras, nos deparamos com algumas das questões que se impoem para a história do presente: como escolher as fontes, como lidar com a vinculação entre a história que estamos pesquisando e escrevendo e os desdobramentos políticos desta questão, entre outras. • Comunicação: A escrita de si e do outro: Região e estereótipos na obra de Alexander Lenard (1910-1972). (Keuly Dariana Badel - FURB) Resumo: Este trabalho busca discutir através da vida e obra de Alexander Lenard (1910-1972) a construção do conceito de região, através da demarcação de territórios, e da atribuição a estes de significado cultural tramado através dos símbolos e das formas de linguagem. Compreende-se a sua obra de como uma produtora de uma demarcação territorial, criando estereótipos e dando identidade. Além do que, ao inventar a região Lenard inventa a si mesmo, ao produzir sua (auto) biografia. Para entendermos os estereótipos criados por Lenard, acreditou- se que as perguntas “como” “por que” são cruciais. Propôs-se então a descida a vida de Lenard e a análise das relações que este estabeleceu em Dona Emma (SC), bem como sua produção artística, reconhecendo esta como um gesto eminentemente político. Para atingir os objetivos propostos, optou-se pela análise bibliográfica/ documental e pela História Oral. As fontes bibliográficas se referem ao livro intitulado Die Kuf Auf Dem Bast (1963) e as biografias produzidas sobre Alexander Lenard. No gesto da escrita de si, Lenard também descreveu o outro, criando uma região e estereótipos: o colono catarinense os “espécimes quase fossilizados rusticus agricola; o brasileiro malandro que gosta de deixar a vida passar. Acreditava que o Brasil caminhava rumo à igualdade racial e apontava os dialetos como parte dessa transição. Nas entrevistas realizadas, pôde-se perceber
  • 4. Lenard como “o homem das perguntas” que observava as pessoas, que ouvia as histórias, mas que tinha relações restritas em Dona Emma (SC), sendo visto pelas pessoas com certa desconfiança. Por fim, ressalta-se que este trabalho ainda está em processo de construção, e que novos elementos deverão surgir até a conclusão desta pesquisa. • Comunicação: A Sagrada Família Integralista: Discursos e Saberes sobre a Família nas Obras de Plínio Salgado (1932-1938). (Vanucci Bernard Deucher – FURB) Resumo: A presente pesquisa pretende realizar uma investigação histórica do conceito de família nas obras de Plínio Salgado no período em que esteve à frente do movimento político cultural Ação Integralista Brasileira na década de 1930. O Integralismo entende a família como uma instituição política, social e cultural responsável em proteger os indivíduos contra a desorganização, a prostituição e a ruína, ou seja, compreende que o homem vale pelo seu trabalho, e sacrifício em favor da Família, da Pátria e da sociedade. Por isso investiga-se nas obras de Plínio Salgado quais foram os caminhos percorridos, as incoerências que levaram a formalização de um saber em torno do conceito de família. Não se trata de analisar as origens deste conceito tomado como algo natural, mas sim de desnaturalizar de forma que se possa analisá-lo criticamente em sua formalização, colocá-lo em questão enquanto conceito produzido através de formas discursivas suscetíveis às relações de poder. 07/10 – Quarta-feira 14h – Sala R-129 • Oficina- Fotografia. (Prof Guilherme Becker) 18:30h – Auditório do Bloco J • Comunicação: História e literatura: Dom Casmurro e as traições de Capitu. (Martin Kreuz – FURB) Resumo: Com a constatação de uma alteração da leitura da traição de Capitu no romance machadiano ao longo do século XX, procura-se investigar os motivos inerentes a essa mudança. Para isso, realizou-se revisão teórico-bibliográfica, a partir do que se pôde constatar que as grandes transformações sociais do século foram responsáveis por essas formas diversas, e até contraditórias, de ler a obra em questão.
  • 5. Palestra: Modernidade, modernismo e moderno: algumas sugestões para o debate. Prof Dr. Adriano Luiz Duarte – UFSC Resumo: Modernidade é pensada aqui como a experiência histórica que promete aventura, poder, alegria, crescimento e constante transformação de si mesmo e do mundo. Mas que, exatamente por isso, porque a modernidade é uma promessa de movimento e mudança, ameaça destruir tudo o que temos, tudo o que somos e tudo o que conhecemos. A modernidade exprimiria, portanto, esse paradoxo de uma unidade na fragmentação, envolvendo a todos num redemoinho perpétuo de desintegração e renovação, de luta e contradição, de ambigüidade e angústia. Portanto, ser moderno é fazer parte desse universo e conviver com essas promessas de libertação e perigo. Assim, o objetivo desta apresentação é refletir sobre os paradoxos da modernidade e como eles implicaram uma dialética entre modernismo e modernização, bem como refletir sobre as peculiaridade desses paradoxos na sociedade brasileira dos anos 20. • Comunicação: Infância em construção: concepções acerca do labor infanto-juvenil no jornal Diário Catarinense (1986-1987). (Anelise Rodrigues Machado de Araújo – UDESC) Resumo: A construção da noção de infância, atrelada à norma familiar burguesa, visa interditar as práticas laborais e sexuais das crianças. Este trabalho objetiva detectar quais percepções se pode tecer sobre o trabalho infanto-juvenil e a construção discursiva da infância, a partir da análise das páginas do jornal Diário Catarinense, periódico de ampla veiculação no Estado desde 1986. Desta forma, compreende-se que a difusão da noção de infância se opera inclusive através do discurso midiático. • Comunicação: Canto, Bebo e Choro: canções e representações das prostitutas através das letras de músicas. (Adriano Francisco Denardi – Mestrado UDESC) Resumo: Esta comunicação objetiva problematizar as representações e estereótipos que aparecem nas letras de músicas que são ouvidas nos estabelecimentos que favorecem a prostituição, a partir de um estudo em Joinville/ SC. A categoria gênero de análise histórica permite balizar as interpretações sobre como os autores e intérpretes destas letras e músicas onde se percebe que as representações sobre as mulheres profissionais do sexo vertem para desqualificá- las e a violência é banalizada, e como são construídas na cultura e reproduzidas pelas mídias, formando subjetividades e exacerbando masculinidades. Para tanto utilizamos a poética de canções do estilo sertanejo, jornais locais e analises
  • 6. historiográficas produzidas por autores joinvilenses, além é claro de discussões teóricas acerca das relações gênero/poder e prostituição. 08/10 – Quinta-feira 14h – Sala R-129 • Oficina- LITERATURA AFRO-DESCENDENTE: Identidades Ficcionais na África, Estados Unidos e Brasil. (Prof Dr. José Endoença Martins) Resumo: Na oficina, a literatura de matriz africana – Literatura Afro-Descendente – será problematizada a partir de três conceitos, três metáforas, três identidades, três continentes e um grande número de personagens. Em romances escritos na África, América e Brasil, os personagens negros Nwoye, Okonkwo, Akunna, Absalom Kumalo, John Kumalo, Stephen Kumalo, Pecola Breedlove, Milman Dead, Jadine Childs, Skeeter, Ismael, Emanuel e Bertilia serão examinados em suas relações de contato e de afastamento dos conceitos Negrice, Negritude e Negritice, das metáforas Ariel, Caliban e Exu e das identidades assimilacionistas, nacionalistas e catalistas que estes atores, de modo particular, e o afro- descendente, de modo geral, podem assumir em momentos especiais das suas vidas. 18:30h – Auditório Galpão da Arquitetura • Comunicação: De Colônia Japonesa à Associação Cultural e Esportiva Nova Aurora. (Renato Muchiuti Aranha – UFSC) Resumo: Este trabalho visa perceber os motivos que levaram a formação de uma Colônia nipônica na cidade de Nova Aurora/PR, iniciada no ano de 1966, e sua transformação em uma associação aberta a pessoas de outras origens étnicas no ano de 1991. Anteriormente, para ingressar na associação, necessitava-se ser ou ter origem japonesa ou ser casado com um nipônico, sendo atualmente necessária somente a aprovação de todos os membros participantes, independente de etnia. Esta alteração na composição do grupo alterou os signos e códigos em comum entre os participantes, e conseqüentemente para a inclusão de novos associados, sendo agora uma história de ascensão social, através do trabalho, o definidor de identidade do grupo, não mais a origem étnica. Esta pesquisa é embasada pela história oral, através de relatos de participantes, tendo Alessandro Portelli como teórico, e de fontes documentais, sendo estas as atas das reuniões da associação e seu estatuto. Utilizo também os conceitos de associativismo proposto por Archon Fung e de identidade apresentado por Barth. • Palestra: Tempo e Duração: memória e história.
  • 7. Prof Dr. Celso Kraemer - FURB Resumo: A História pode ser vista simplesmente a partir da superfície das coisas na qual se desenrola nossa vida no transcurso do tempo. A memória pode ser signada como o conjunto dos registros humanos sobre algum tipo de material. Mas a história também pode ser pensada a partir do mundo a-histórico, sem suporte material para ser consultado e manipulado pelos historiadores. Nessa outra perspectiva, mais próxima do pensamento bergsoniano, nem o homem, nem o historiador estão no controle, seja na produção da história presente, seja naquilo que nos retorna do passado enquanto ativação do presente e efetivação do futuro. A memória, então, não se reduz às lembranças individuais e coletivas, mas a uma dinâmica a-temporal que se inscreve no mundo, produzindo a sensação de tempo, mas sendo em si mesmo apenas duração, virtualidades incontroláveis e incontornáveis ao homem, cognoscíveis apenas na medida em que se inscrevem no presente. Bergson nos ajuda a refletir a relação história e presente? • Comunicação: História e cultura dos povos indígenas – diversidade, democracia e desenvolvimento: considerações a respeito da proposta pedagógica do município de Blumenau. (Martin Kreuz – FURB) Resumo: Com a lei 11.645, surge a necessidade de subsidiar as temáticas inseridas nos currículos. A partir de revisão bibliográfica e análise de conteúdo da Proposta Pedagógica de Blumenau, empreende-se uma pesquisa qualitativa com vistas a apreender conteúdos referentes à cultura e história dos povos indígenas. A pesquisa mostrou que esses documentos educacionais, apesar de pouco se referirem à temática, possibilitam a inserção desta pelos educadores. • Comunicação: Resistência e Territorialidade: A Construção de Clubes e Associações de Afrodescendentes no Sul de Santa Catarina nos pós-Abolição. (Júlio César da Rosa – Mestrado UDESC) Resumo: Pesquisa realizada para investigar os motivos que levaram a população de origem africana de Santa Catarina a construir seus espaços de sociabilidade e lazer no pós-Abolição. Tem-se por objetivo apreender aspectos das experiências de afrodescendentes, em espaços de sociabilidade, na região sul de Santa Catarina, bem como o cotidiano dessas populações. Serão utilizadas pesquisas realizadas sobre esses espaços, entrevistas orais, bibliografia geral sobre questões étnicorraciais. 09/10 – Sexta-feira 14h – Sala R-129
  • 8. • Oficina- Estêncil e Intervenção Urbana. (Artista Daiana Schvartz) 18:30h – Auditório Galpão da Arquitetura • Comunicação: A construção do “outro” no Bairro Alvorada (Marechal Cândido Rondon 1970-2008). (Senaide Wolfart – UFSC) Resumo: Este trabalho tem como foco central analisar a constituição do Bairro Alvorada, localizado na cidade de Marechal Cândido Rondon - PR, aqui problematizamos os estranhamentos vividos por seus moradores a partir da década de 1970, que foram discriminados por pertencerem ao bairro Alvorada, designado pelos antigos moradores, por “Planeta dos macacos”, desta forma buscamos perceber se o referido estigma ainda está presente e de que forma ele é lembrado nos dais atuais. As autoridades políticas, na década de 1980, buscavam construir uma significação da identidade local, excluindo o “outro”, que não se enquadravam nos costumes dos estabelecidos. Em função da construção da empresa cerealista Coopagril e pelo preço dos terrenos serem baixos, os trabalhadores ali chegados se estabeleceram nos seus arredores, constituindo o bairro Alvorada. Pelo fato de comportar sujeitos negros, por haverem brigas entre os operários da Coopagril em suas horas de folga e por terem vindo de outras regiões do país o bairro era chamado de “Planeta dos macacos”. Para esta pesquisa utilizei fotografias, relatos de antigos e novos moradores do bairro, bem como jornais da cidade de Marechal Cândido Rondon. • Palestra: "Epistemologia da história do tempo presente". Profa Dra. Helenice Rodrigues da Silva – UFPR A partir das 22h: SUBMARINO AQUARELO: Contracultura em Movimento Festa do Curso de História FURB KGB Bar & Cia. Show com Torta Flamejante

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