<ul><li>Conhecer um escritor de Língua Portuguesa </li></ul>
Mário Dionísio de Assiz Monteiro
Mário Dionísio   <ul><li>Mário Dionísio nascido em Lisboa a  16 de Julho de 1916 e faleceu em Lisboa, 17 de Novembro de 19...
Mário Dionísio <ul><li>Pela sua capacidade criadora e ensaística, a sua bibliografia é diversificada no plano da ficção, d...
<ul><li>Poeta de combate e de intervenção, a sua «arte poética», como observa Alexandre Pinheiro Torres, mesmo logo nos pr...
<ul><li>Frequentou os Liceus Camões e Gil Vicente, em Lisboa, e o Liceu de André Gouveia Exerceu o professorado durante vi...
<ul><li>Meu companheiro morreu às cinco da manhã Foi de noite ao fim da noite às cinco em ponto da manhã Ah antes fosse no...
Mário Dionísio <ul><li>Foi professor do ensino secundário e depois da Revolução dos Cravos da Faculdade de Letras, onde ha...
Mário Dionísio <ul><li>     Poeta, ensaísta, ficcionista, romancista,  artista plástico e crítico de arte , teve um papel ...
Obras   <ul><li>Poemas e Ficção </li></ul><ul><ul><li>Poemas  (1941)  </li></ul></ul><ul><ul><li>O Dia Cinzento  (1944)  <...
Obras sobre pintura   <ul><li>Vincent Van Gogh  (1947)  </li></ul><ul><li>Conflito e Unidade da Arte Contemporânea  (1958)...
Mário Dionísio               &quot;O músico&quot; da autoria de Mário Dionísio  Participou em diversas exposições colectiv...
O vendedor (1949)
<ul><li>Circo </li></ul>
Trabalho Realizado Por: <ul><li>Bibiana Silva Nº 6 </li></ul><ul><li>Carlos Almeida Nº 7 </li></ul>
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MáRio DioníSio

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MáRio DioníSio

  1. 1. <ul><li>Conhecer um escritor de Língua Portuguesa </li></ul>
  2. 2. Mário Dionísio de Assiz Monteiro
  3. 3. Mário Dionísio <ul><li>Mário Dionísio nascido em Lisboa a 16 de Julho de 1916 e faleceu em Lisboa, 17 de Novembro de 1993. </li></ul><ul><li>Foi um escritor e pintor português do século XX. </li></ul><ul><li>Licenciou-se em Filologia Românica em 1940 na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa frequentou os Liceus Camões e Gil Vicente, em Lisboa, e o Liceu de André Gouveia, em Évora </li></ul>
  4. 4. Mário Dionísio <ul><li>Pela sua capacidade criadora e ensaística, a sua bibliografia é diversificada no plano da ficção, do ensaio e da poesia, podendo dizer-se que em todos os domínios a marca inconfundível da sua inteligência, cultura e sensibilidade se evidencia com a afirmação de um espírito literário de reconhecido mérito nos variados campos de expressão, incluindo o da pintura, que cultivou durante largos anos. Mas apenas em Outubro de 1989 realizou a sua primeira exposição individual, em Lisboa e no Porto, que agradou de modo favorável à crítica da especialidade. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>Poeta de combate e de intervenção, a sua «arte poética», como observa Alexandre Pinheiro Torres, mesmo logo nos primeiros poemas que o integraram no «Novo Cancioneiro», baseava-se «em grandes ilusões históricas, num grande optimismo quanto à evolução da sociedade, mas a redenção do homem é o grande assunto poético do neo-realismo», porque «a poesia está na vida/a poesia está em tudo quanto vive/a poesia está na luta dos homens.» </li></ul>
  6. 6. <ul><li>Frequentou os Liceus Camões e Gil Vicente, em Lisboa, e o Liceu de André Gouveia Exerceu o professorado durante vinte anos no Liceu Camões, e depois como professor associado da Faculdade de Letras de Lisboa, até à data da reforma, tendo a sua última lição ocorrido em Março de 1986. Teve um papel importante no neo-realismo português sendo um dos principais promotores e teoriza dores desta corrente. A sua poesia foi-se progressivamente afastando do neo-realismo uma vez que o autor evoluiu com o tempo e as mudanças estéticas, políticas e sociais, muito embora se tenha afirmado sempre como opositor ao fascismo salazarista. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>Meu companheiro morreu às cinco da manhã Foi de noite ao fim da noite às cinco em ponto da manhã Ah antes fosse noite noite apenas noite sem a promessa da manhã Ah antes fosse noite noite noite apenas noite e não houvesse em tudo a promessa da manhã Deitado para sempre às cinco da manhã Agora que sabia olhar os homens com força e ver nas sombras que até aí não via a promessa risonha da manhã Mas quem se vai interessar amigos quem por quem só tem o sonho da manhã? E uma vez de noite ao fim da noite mesmo ao cabo da noite meu companheiro ficou deitado para sempre e com a boca cerrada para sempre e com os olhos fechados para sempre e com as mãos cruzadas para sempre imóvel e calado para sempre E era quase manhã E era quase amanhã </li></ul>
  8. 8. Mário Dionísio <ul><li>Foi professor do ensino secundário e depois da Revolução dos Cravos da Faculdade de Letras, onde havia tirado o curso. Interveio em diversas conferências, debates, além de ter colaborado em publicações periódicas como a Seara Nova, Vértice ou Diário de Lisboa e também foi tradutor. </li></ul><ul><li>Prefaciou diversos autores como Manuel da Fonseca, Carlos de Oliveira, José Cardoso Pires e Alves Redol. Sensibilizado pela pintura, não só pintou como lhe dedicou alguns livros, como por exemplo A Paleta e o Mundo . Enquanto pintor, usou os pseudónimos de Leandro Gil e José Alfredo Chaves. Participou em diversas exposições colectivas, tendo em 1989 realizado a sua primeira exposição dedicada em exclusivo à sua pintura. </li></ul>
  9. 9. Mário Dionísio <ul><li>     Poeta, ensaísta, ficcionista, romancista, artista plástico e crítico de arte , teve um papel importante no neo-realismo português sendo um dos principais promotores e teoriza dores desta corrente. A sua poesia foi-se progressivamente afastando do neo-realismo uma vez que o autor evoluiu com o tempo e as mudanças estéticas, políticas e sociais, muito embora se tenha afirmado sempre como opositor aos fascismo salazarista. </li></ul>
  10. 10. Obras <ul><li>Poemas e Ficção </li></ul><ul><ul><li>Poemas (1941) </li></ul></ul><ul><ul><li>O Dia Cinzento (1944) </li></ul></ul><ul><ul><li>Solicitações e Emboscadas (1945) </li></ul></ul><ul><ul><li>O Riso Dissonante (1950) </li></ul></ul><ul><ul><li>Memória dum Pintor Desconhecido (1965) </li></ul></ul><ul><ul><li>Poesia Incompleta (1966, onde reuniu toda a obra publicada até então) </li></ul></ul><ul><ul><li>Le Feu qui Dort (1967) </li></ul></ul><ul><ul><li>Não Há Morte Nem Princípio (1969) </li></ul></ul><ul><ul><li>Terceira Idade (1982) </li></ul></ul><ul><ul><li>Monólogo a Duas Vozes (1986) </li></ul></ul><ul><ul><li>Autobiografia (1987) </li></ul></ul><ul><ul><li>A Morte É para os Outros (1988) </li></ul></ul>
  11. 11. Obras sobre pintura <ul><li>Vincent Van Gogh (1947) </li></ul><ul><li>Conflito e Unidade da Arte Contemporânea (1958) </li></ul><ul><li>A Paleta e o Mundo (1956, publicada depois em 5 volumes.) </li></ul>
  12. 12. Mário Dionísio              &quot;O músico&quot; da autoria de Mário Dionísio  Participou em diversas exposições colectivas, tendo em 1989 realizado a sua primeira exposição dedicada em exclusivo à sua pintura.
  13. 13. O vendedor (1949)
  14. 14. <ul><li>Circo </li></ul>
  15. 15. Trabalho Realizado Por: <ul><li>Bibiana Silva Nº 6 </li></ul><ul><li>Carlos Almeida Nº 7 </li></ul>

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