Slides CQC

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    1. 1. <ul><li>FRANCINE </li></ul>PATRÍCIA UMC A.J.E Trupe V
    2. 2. JORNALISMO HÍBRIDO: O JORNALISMO HUMORISTA DO CQC.
    3. 3. O trabalho tem como tema o jornalismo híbrido do programa de TV Custe o que custar (CQC), que é um tipo de jornalismo-humorista.
    4. 4. CQC C uste o Q ue C ustar <ul><li>Programa de TV da BAND </li></ul><ul><li>Faz um resumo semanal de notícias </li></ul>
    5. 5. Um novo tipo de telejornalismo? Análise da linguagem e do gênero
    6. 6. Televisão Assis Chateaubriand Anos 60: Amplia transmissão Disputa pelas verbas publicitárias Briga pela audiência Anos 70 Censura Anos 80 Criatividade ressurge
    7. 7. O que é jornalismo? “ É realmente inviável exigir dos jornalistas que deixem em casa todos os condicionamentos [...] ao fazer o seu relato, as emoções e as impressões puramente pessoais que o fato neles provocou.” (ROSSI, 1995)
    8. 8. “ Vamos a fundo em nosso riso com o jornalismo humorístico colocado em prática [...] Quem sabe aqueles que decidem mudam a opinião e abrem uma brecha para algo mais novo, diferente?” (MARANGONI, 2002)
    9. 9. “ Dê uma de louco ” Capítulo do livro Televisão: Fácil de ver, difícil de fazer do experiente professor universitário Nivaldo Marangoni
    10. 10. Romperam com o estilo vigente: Revista O Cruzeiro Jornal da Tarde Jornal francês Le Monde Paulo Francis O Pasquim Malagueta O Reverbero Ernesto Varella
    11. 11. Jaguar [...] dizia para Ziraldo que não ia torrar um tostão naquele negócio, que considerava mais uma “porralouquice” de sua vida de jornalista. [...] Quatro meses depois, a redação fazia uma festa para comemorar os 100 mil exemplares [...] (CHINEM, 1995)  
    12. 12. “ O Pasquim era feito olhando-se para Jaguar, um humorista “ O Pasquim era feito olhando-se para Jaguar, um humorista puro por excelência [...] Jaguar sempre dizia que ele tinha mentalidade de 15 anos de idade”. (CHINEM, 1995)
    13. 13. CQC Formato original da Argentina, desde 1995. (Antes do Pânico) Logotipo mosca “ [..] porque a mosca ela está sempre se metendo aonde não é chamada, então é por isso que esse é o logotipo do CQC”. (RAFINHA BASTOS, 2008)
    14. 14. Logotipo do programa
    15. 15. Proteste já <ul><li>Quadro do CQC de denúncias Repórter: Rafinha Bastos </li></ul>
    16. 16. Rafinha Bastos Jornalista, ator e humorista (Comédia em pé) Âncora e repórter do CQC
    17. 17. O gênero jornalístico televisivo do CQC <ul><li>Aronchi escreve sobre gêneros na obra Gêneros e formatos na televisão brasileira. </li></ul><ul><li>Gêneros, formatos e variações </li></ul><ul><li>CQC: Entretenimento e jornalismo </li></ul><ul><li>Melo pesquisa sobre os tipos de jornalismo na obra A opinião no jornalismo brasileiro </li></ul><ul><li>O jornalismo diversional </li></ul>
    18. 18. Indústria Cultural e o CQC <ul><li>Segundo Adorno, a Indústria cultural imbeciliza e aliena as pessoas </li></ul><ul><li>Coelho ilustra isso na obra O que é Indústria Cultural. </li></ul>
    19. 19. <ul><li>Entendemos que o CQC não deixa de ser um produto midiático que imprime um comportamento jovem, atraindo um público alvo específico para a publicidade em TV aberta. </li></ul><ul><li>Mas não se torna alienante a ponto de deseducar e manipular. </li></ul><ul><li>Vários quadros tem um viés político e social. </li></ul>
    20. 20. Grupo A.J.E Trupe V A.J.E- “Alea jacta est” ( A “jaca” está lançada) Trupe V – “Veni, vidi, vici” (Vim, vi e venci)

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