Antibiotic Therapy Uses Of Stx Plus Tmp Portuguese

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    Antibiotic Therapy Uses Of Stx Plus Tmp Portuguese - Presentation Transcript

    1. Antibioticoterapia Princípios G erais da Terapêutica com STX/TMP Claudio Pericles, MD, MBA, MSc This presentation has been used in a CME activity sponsored by a Pharm. Industry, with special focus on a specific antibiotic. Biblio references are included and its consultation is highly recommended. This presentation may contain restricted, privileged and/ or confidential information. It may reflect the opinion of its author. Unauthorized disclosure, use or copying is prohibited.
    2.  
    3. Testes de Sensibilidade a Antimicrobianos
      • A avaliação da sensibilidade aos antimicrobianos representa uma das tarefas mais importantes do laboratório de microbiologia.
      • O constante aparecimento de novos mecanismos bacterianos de resistência e novos antimicrobianos tornam os testes cada vez mais complexos
      • É necessária a atualização constante dos protocolos e a freqüente implementação de novos testes e metodologias.
      • Microbiologistas, patologistas clínicos e médicos assistentes são obrigados à atualização constante
    4. TESTE DE SENSIBILIDADE AOS ANTIMICROBIANOS
      • METODOLOGIAS
      • Avaliação QUALITATIVA
          • DISCO DIFUSÃO EM ÁGAR
      • Avaliação QUANTITATIVA
          • DILUIÇÃO EM CALDO
            • Macrodiluição
            • Microdiluição
          • DILUIÇÃO EM AGAR
          • AUTOMATIZADOS
          • E-TEST
    5. MICRODILUIÇÃO
    6. DILUIÇÃO EM ÁGAR Ágar com 6  g/mL de Vancomicina Enterococcus spp. S   4  g/mL I  8-16  g/mL R   32  g/mL
    7.  
    8. Princípios da Terapia ATB
      • Indicação clínica?
      • Obtenção prévia de culturas?
      • Etiologia da infecção ?
      • Qual o melhor ATB, no caso específico?
      • Indicação de combinação sinérgica?
      • Fatores especiais do hospedeiro (sítio da infecção, nefro ou hepatopatia, imunossupressão)?
      • Via de administração?
      • Dose?
      • Culturas de acompanhamento?
      • Duração da terapia vs desenvolvimento de resistência?
    9. Microrganismo Antimicrobiano Paciente Teste de sensibilidade Imunidade Farmacologia
    10. Tempo Concentração Atividade in vitro (CIM) Quais os fatores preditivos da Eficácia Bacteriológica? (Erradicação Bacteriana)
    11. Pergunta 0
      • Qual destes NÃO representa fatores preditivos da eficácia antibacteriana?
      • Concentração Inibitória Mínima e Atividade in vitro .
      • Atividade in vitro e Dissolução
      • Concentração Inibitória Mínima e Tempo/ Intervalo entre doses.
    12. COMBINAÇÕES DE ANTIBIÓTICOS
      • Efeito:
        • Aditivo (indiferente)
        • Sinergismo
        • Antagonismo
      CE 50 de A CE 50 de B Droga A isolada Droga B sola Antagonismo Potencialização Soma
    13. Antibiotico concentração Tempo ‘ Tempo - dependente’ dose dose Farmacocinética-Farmacodinâmica Tempo e Concentração sobre CIM CIM Antibiotico concentração CIM Tempo ‘ concentração-dependente’ dose dose
    14. CIM 1 Antibiotico concentração Tempo Tempo de ATB acima da CIM contra S. pneumoniæ resistente CIM 2
    15. 0.1 1 10 0 12 hr 24 Concentração sérica (  g/ml) CIM 1 CIM 2 Se a CIM aumenta o T>CIM diminui Amoxicilina 45/mg/kg T > CIM varia conforme a CIM
    16.  
    17. Mecanismos de Ação dos ATBs
      • Inibição da Síntese da Parede Celular
      • Glicopeptídeos (vancomicina, teicoplanina)
      •  -lactâmicos (penicilinas, cefaloporinas)
      • Inibição da Síntese Proteica (via ribossomos)
      • Aminoglicosídeos (amicacina, gentamicina)
      • Macrolídeos, Lincosamidas, Tetraciclinas
      • Inibição da Síntese de Ácido Nucleico
      • Quinolonas, Rifampina, Metronidazol
      • Inibição do Transporte de Aminoácidos
      • Daptomicina
      • Inibição do Metabolismo Bacteriano
      • Sulfonamidas, Trimetoprim
    18. Bactericidas ou Bacteriostáticos?
      • Beta lactâmicos CIDA
      • Aminoglicosídeos CIDA
      • Quinolonas CIDA
      • Tetraciclinas STÁTICO
      • Azitromicina, Clindamicina Depende
      • Metronidazol CIDA
    19. Pergunta 1
      • Qual destas afirmações sobre ATBs NÃO e’ verdadeira?
      • Aminoglicosídeos atuam sobre síntese (ribossomal) de ácidos nucleicos.
      • BACTRIM (STX/ TMP) tem 2 componentes que atuam sobre o metabolismo bacteriano.
      • QUINOLONAS atuam sobre síntese de ácidos nucleicos.
    20.  
    21. SULFONAMIDAS
      • Estrutura similar ao ácido para-aminobenzóico
      PABA + Pteridina + Ac. glutámico SULFONAMIDAS Di-hidrofolato Ácido fólico sintetasa TRIMETROPRIMA Dihidrofolato reductasa Tetra-hidrofolato Purinas e pirimidinas Ac. nucleicos
    22. Trimetoprim/Sulfametoxazol
      • Elevada biodisponibilidade oral
      • Cada um dos componentes inibe (sinergicamente) etapas sequenciais da síntese do ácido fólico
      • Útil em infecções por MRSA, isoladamente ou combinado à Rifampina ou Vanco
        • Infecção urinária, Respiratória, Celulite subcutânea
        • Uso VO, após ciclo de Vanco IV em MRSA grave
      • Agente de escolha em infecções por:
        • Stenotrophomonas maltophilia
        • Pneumocystis
    23. TMP/ STX: MECANISMO DE AÇÃO
      • Associação bacteriostática
      • Interferem na síntese de ácido fólico / incorporação de PABA ao di-hidrofolato
      • 1a opção no tratamento empírico de cistites/ inf. urinárias baixas não complicadas
      • 2a opção no tratamento da pielonefrite/ inf. urinária alta não complicada
      • Possibilidade de tratamento curto de inf urinária baixa (3 dias)
      Trimetoprim/ Sulfametoxazol em ITU
    24. Otite Media
      • 2a opção no tratamento empírico de otite m’edia aguda
      • 1a opção no tratamento da otite m’edia por H. influenzae
      • Opcao no tratamento de pacientes com alergia a beta-lactamicos
      Trimetoprim/ Sulfametoxazol em ORL
    25. P. carinii
    26. P. carinii
      • 1ª opcao no tratamento e profilaxia de infeccoes por P. carinii (HIV, transplantados de medula ossea e imunossuprimidos)
      Trimetoprim/ Sulfametoxazol em HIV
    27. STX/TMP: MECANISMOS DE RESISTÊNCIA
      • Superprodução de PABA ( N gonorrheae, S aureus )
      • Mudança estrutural na di-hidrofolato sintetase, gerando menor afinidade pela sulfonamida ( E coli )
      • Plasmídeos que codificam a produção de enzimas resistentes à droga
      • Diminuição da permeabilidade da célula bacteriana à sulfonamida
    28. CLASSIFICAÇÃO Ação curta ou intermediária Ação prolongada Ação limitada ao trato gastrointestinal Uso tópico Sulfisoxazol Sulfametoxazol Sulfadiazina Sulfametizol Sulfadoxina Sulfaguanidina Sulfasuxidina Sulfatilidina Sulfassalazina Sulfadiazina prata Sulfacetamida sódica
    29. ATIVIDADE ANTIMICROBIANA/ INDICAÇÕES
      • Plasmodium
      • Toxoplasma
      • Actinomices
      • Nocardia
      • Problema de resistência de uropatógenos e enteropatógenos
    30. FARMACOCINÉTICA
      • Administração principalmente por via oral
      • EV : sulfadiazina, sulfissoxazol, sulfametoxazol
      • Tópica : sulfacetamida, sulfadiazina (oftálmica); sulfadiazina de prata (pele)
      • Absorção:
        • Ação curta e intermediária : absorção rápida e quase completa no trato gastrointestinal
        • Ação prolongada : rápida absorção e lenta excreção
    31. FARMACOCINÉTICA
      • Distribuição :
        • Ampla: LCR, líquido peritoneal, sinovial, pleural.
        • Menor concentração na bile, leite, saliva, lágrimas, próstata
        • Atravessam placenta
      • Metabolismo
        • Hepático: acetilação e glicuronidação
      • Excreção : filtração glomerular, reabsorção e secreção tubular. Alcalinização aumenta a excreção urinária.
    32. EEVENTOS ADVERSOS Gastrointestinales Náuseas, vômitos, diarréia Hepático Icterícia, hepatonecrose Hematológicos Anemia hemolítica aguda Anemia aplástica, agranulocitose, trombocitopenia, leucopenia Renal Cristalúria e depósitos tubulares de cristais de sulfonamida Necrose tubular, nefrite intersticial Recém nascido Kernícterus Reações de hipersensibilidad e Eritema nodoso, eritema multiforme, rash, vasculite Outros Febre, depressão
    33. TMP/STX: INTERAÇÕES Por deslocamento da albumina, pode potencializar: Warfarina, metotrexate, clorpropamida, tolbutamida, tiazidas, fenitoína, drogas uricosúricas Podem ser deslocadas por (potencialização da toxicidade de STX/TMP): Indometacina, fenilbutazona, salicilatos, probenecid,a sulfinpirazona
    34. TMP/STX: Atividade antimicrobiana
      • Mecanismos de resistência
        • Câmbios na permeabilidade celular
        • Superprodução ou alterações da DHF-redutase
      Susceptibilidad a la TMP-SMX Geralmente susceptíveis (>90%) S pyogenes, S saprophyticus, L monocytogenes, B pertussis, Y enterocolitica, Aeromonas sp, Burkholderia pseudomallei, B cepacia, S maltophilia Susceptibilidade variável S pneumoniae, S aureus , estafilococo coagulasa negativo, Enterococcus sp, E coli, Enterobacter sp, Klebsiella sp, Salmonella sp, Shigella sp, Campylobacter sp, H influenzae, M catarrhalis Resistência comum M tuberculosis, P aeruginosa, T pallidum , Mycoplasma sp
    35. TMP/STX: FARMACOCINÉTICA
      • Metabolismo e excreção:
        • 60-80% da dose são excretados na urina inalterados
        • O restante é excretado na urina como oxi ou hidroximetabólitos inativos
        • Discreta excreção biliar
      • Vida media : 9-12 hs. Aumenta na insuficiência renal
    36. Pergunta 2
      • Qual destas afirmações sobre BACTRIM (TMP/STX) NÃO e’ verdadeira?
      • BACTRIM tem eliminação essencialmente renal - urinária.
      • BACTRIM alcan ç a altos n í veis de concentra çã o na prostata.
      • BACTRIM sofre metabolismo hepático.
    37. % Alvarez et al, Emerging Infect Dis . 2006;12:2000
    38. Uso Racional de ATBs
      • Para MRSA :
      • Suspeita de MRSA, sem sepse:
      • Bactrim ou Clindamicina
      • Suspeita de MRSA, com sepse ou comprometimento pulmonar :
      • Linezolida
      • Suspeita de MRSA nosocomial:
      • Vancomicina
    39. H. influenzae
    40. Pergunta 3
      • Qual destas afirmações sobre BACTRIM (TMP/STX) NÃO e’ verdadeira?
      • BACTRIM tem utilidade nas infecções por P. carinnii.
      • BACTRIM tem utilidade nas infecções por MRSA .
      • Os mecanismos bactericidas dos componentes de BACTRIM (STX e TMP) são complementares/ aditivos.
    41.  
    42. ANTIMICROBIANOS: Classificação Alteração das membranas celulares Polimixina Colistina Análogos estruturais do ácido paraaminobenzóico Sulfonamidas Inhibição da di-hidro-folato redutase Trimetroprima Inhibição da DNA girase Quinolonas Diversos metronidazol
    43. Penicilinas Penicilinas naturais Penicilinas resistentes a penicilinase Penicilinas de “amplo espectro” Penicilinas “anti-pseudomonas” Penicilina G Penicilina V Meticilina Nafcilina Isoxazolil penicilinas: Oxacilina Cloxacilina Flucloxacilina Dicloxacilina Ampicilina Amoxicilina Bacampicilina Ciclacilina Hetacilina Pivampicilina Carbenicilina Ticarcilina Ureidopenicilinas: Azlocilina Mezlocilina Piperacilina
    44. Aminoglicosídeos: 1. Neomicina 2. Kanamicina 3. Gentamicina 4. Amicacina 5. Tobramicina 6. Netilmicina 7. Espectinomicina
    45. Aminoglicosídeos:
      • Dose terapêutica muito próxima à dose tóxica
      • Alta toxicidade
      • Aplicação parenteral
      • Penetra mal SNC, secreções brônquicas, abscessos
      Desvantagens Vantagens
      • Baixo custo
      • Baixa resistência bacteriana
      • Baixo risco de reações alérgicas
      • Baixa incidência de diarréia por C.difficile
      • Sinergia com vários antibióticos
    46. Pergunta 4
      • Qual destas afirmações sobre Aminoglicosídeos NÃO e’ verdadeira?
      • Tem como desvantagem o rápido desenvolvimento de resistência bacteriana por diversos microrganismos.
      • Tem como vantagem a sinergia com v á rios outros ATBs.
      • Tem como desvantagem a elevada toxicidade, muito próxima da dose terapêutica habitual.
    47. Fluoroquinolonas
      • Ácido Nalidíxico
      • SEGUNDA GERAÇÃO
      • Norfloxacina
      • Pefloxacina
      • Ofloxacina
      • Ciprofloxacina
      PRIMEIRA GERAÇÃO
      • Levofloxacina
      • Gatifloxacina
      • QUARTA GERAÇÃO
      • Trovafloxacina
      TERCEIRA GERAÇÃO
      • Destruição de cartilagem de conjugação em modelos animais, em doses próximas às terapêuticas
      • Contraindicadas em < 18 anos de idade
      • Pefloxacina tem causado artropatia em crs e adultos
      • Cipro é mais usada em pediatria, mesmo assim,com limitada experiência reportada
      • O uso de fluoroquinolonas em Pediatria deve ser em situações “her óicas ”. Ex : Exacerbação de fibrose cística
      Fluoroquinolonas: Precauções
    48. Quinolonas Mecanismos de resistência Alteração do alvo Enterobactérias, P. aeruginosa, Staph Efluxo Enterobactérias, P. aeruginosa, Staph Redução na permeabilidade Enterobactérias, P. aeruginosa, Staph ICr Pseudomonas aeruginosa 13% S. aureus 40% S. coag. neg 64%
    49. Antibioticos con maior pressão seletiva sobre a flora intestinal do paciente
      • Quinolonas:
      • Antibiotico con a maior resistência comunitária e hospitalar para E.coli.
      • Apresenta um aumento dramático de resistência frente a P.aeruginosa
    50. QUINOLONAS
      • DROGAS:
        • Ácido nalidíxico, ác. oxilínico, cinoxacina, ác. pipemídico
        • Norfloxacina, ciprofloxacina, ofloxacina, pefloxacina, fleroxacina, enoxacina, levofloxacina (L-ofloxacina), temafloxacina*, sparfloxacina, trovafloxacina*, grepafloxacina, moxifloxacina.
      • MECANISMO DE ACCIÓN:
        • Inhibicao da DNA girase
      • RESISTENCIA
        • Mutacoes que afetam a subunidade gyrA y gyrB da topoisomerase
        • Alteracao da expresao de proteínas de membrana externa (OmpF)
        • Sistemas de efluxo dependentes de energia ( S. aureus ).
    51. QUINOLONAS Espectro antimicrobiano Norfl Enox Cipro Oflox Lome Peflo Levof Sparfl Trova Gatifl Moxi S. pneumoniae 0    0 0 + + + + + S. aureus (MS)  + + + + + + + + + + E. faecalis 0 0 * * 0 + + + + + H. influenzae + + + + + + + + + + + M. catarrhalis + + + + + + + + + + N. gonorrhoeae + + + + + + + + + + + N. meningitidis + + + + + + + + E. coli + + + + + + + + + + + Salmonella sp + + + + + + + + + + Shigella sp + + + + + + + + + + Klebsiella sp + + + + + + + + + + + Enterobacter sp + + + + + + + + + + + P. aeruginosa + + +   + 0    B. fragilis 0 0 0 0 0 0 0 0 + + + Mycoplasma sp + + 0 + + + + + Chlamydia sp 0 0 + + + + + + + + L. pneumophila + + + + + + + +
    52. FARMACOCINÉTICA * Alatrofloxacina: prodroga da trovafloxacina para uso EV V. adm Dose (mg) Cmax (mg/l) Bd (%) Vd (L/kg) Vida media (h) Eliminação renal (%) Cipro VO, EV 500 1.5-3.0 60-80 2.5-5 3-5 30-50 Ofloxa VO, EV 400 3.5-5.5 85-85 1.2 5-7 70-85 Levofloxa VO, EV 200 2 >90 1.5 4-6 85-90 Norfloxa VO 400 1.5-2.0 40 1.5 4-5 25-40 Pefloxa VO, EV 400 4.0 >90 1.5-2.0 10 30-60 Sparfloxa VO 200 0.7 80-90 4.5 15-20 40 Fleroxa VO, EV 400 5.5 >90 1.0-1.5 9-13 60 Trovafloxa* VO,EV 100 1.5 90 1.5 10 10
    53. QUINOLONAS: EVENTOS ADVERSOS Gastrointestinais Dor abdominal Náuseas Diarréia Hepatotoxicidade (trovafloxacina) Dermatológicos Rash, prurido, urticária Fototoxicidade (maior com lomefloxacina, esparfloxacina, fleroxacina) Sistema nervoso central Tremor (trovafloxacina), dist. sono(ofloxacina), ansiedade, convulsões (lomefloxacina) Reações psicóticas (ofloxacina) Ósteo-articular Artropatia Tendinities Outras Cristalúria e nefritie intersticial Reações anafilactoides (1:100.000) Vasculite
    54. Quinolonas: Interações Diminuem a absorção das quinolonas Antiácidos com magnésio e aluminio (até 80%) Sucralfato Preparados con sulfato ferroso Metabolismo Inibição do citocromo P450 Diminui o metabolismo da teofilina, cafeína, warfarina, cimetidina
    55. Resistência da E. coli en Inf. urinária
    56. Resistência Associada às Quinolonas Neuhauser MM et al. JAMA. 2003;289:885–888. 0 5 10 15 20 25 30 35 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 0 50,000 100,000 150,000 200,000 250,000 Cepas resistentes à ciprofloxacina, % Fluoroquinolona, kg P aeruginosa Gram-negativos Fluoroquinolona
      • Antimicrobianos Antissépticos Urinários:
      • 1. Nitrofurantoína
      • 3. Fosfomicina
      • 4. “Cranberry Juice”
      • Fenazopiridina: NÃO É ANTISSÉPTICO
        • É analgésico local
    57. MECANISMOS GERAIS DE RESISTENCIA Inhibição enzimática Produção de ß-lactamase Enzimas modificadoras da resistência de aminoglicosídeos Cloranfenicol acetiltransferase Eritromicina estearase Alteração na membrana bacteriana Permeabilidade da membrana externa Permeabilidade da membrana interna Promoção do efluxo de ATB Alterações ribossomais Alteração de precursores da parede celular Alteração de enzimas ß-lactámicos Sulfonamidas/trimetroprima Quinolonas Bypass da inhibição pelo ATB
    58. Pergunta 5
      • Qual destas afirmações sobre QUINOLONAS NÃO é verdadeira?
      • São muito ativas contra E.coli , um dos principais agentes causadores de ITU de repetição.
      • Sofrem com o rápido desenvolvimento de resistência a P. aeruginosa
      • Tem uso restrito em crianças, por conta de efeito deletério sobre o sistema osteo-articular
    59. Dúvidas? [email_address]
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