Vi encontro cenários e estratégias - wilson

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Vi encontro cenários e estratégias - wilson

  1. 1. Cenários e estratégiasWilson FerreiraPresidente da CPFL Energia
  2. 2. DisclaimerEsta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultadosfuturos de acordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essasdeclarações estão baseadas em certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a suaexperiência e o ambiente econômico e nas condições de mercado e nos eventos futuros esperados, muitosdos quais estão fora do controle da Companhia. Fatores importantes que podem levar a diferençassignificativas entre os resultados reais e as declarações de expectativas sobre eventos ou resultadosfuturos incluem a estratégia de negócios da Companhia, as condições econômicas brasileira einternacional, tecnologia, estratégia financeira, desenvolvimentos da indústria de serviços públicos,condições hidrológicas, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suasoperações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, osresultados reais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nasdeclarações de expectativas sobre eventos ou resultados futuros.As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciaisinvestidores e nenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completudedessas informações ou opiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ouseus representantes terá qualquer responsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer dautilização ou do conteúdo desta apresentação.Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-senas atuais expectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios daCompanhia.Essas declarações podem incluir projeções de crescimento econômico, demanda, fornecimento de energia,além de informações sobre posição competitiva, ambiente regulatório, potenciais oportunidades decrescimento e outros assuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposiçõesnas quais essas declarações se baseiam.
  3. 3. AgendaCenários de Planejamento EstratégicoPlano Estratégico CPFL
  4. 4. AgendaCenários de Planejamento EstratégicoPlano Estratégico CPFL
  5. 5. Cenários de planejamento colocam desafiosestratégicos para o futuro da CPFL Energia1 3 Cenário Cenário Macroeconômico Regulatório Principais cenários avaliados no Plano Estratégico2 2013-2017 4 Cenário Cenário de Mercado Competitivo
  6. 6. Cenários de planejamento colocam desafiosestratégicos para o futuro da CPFL Energia1 3 Cenário Cenário Macroeconômico Regulatório Principais cenários avaliados no Plano Estratégico2 2013-2017 4 Cenário Cenário de Mercado Competitivo
  7. 7. Projetamos um mundo com crescimento baixo nas economias maduras (efeito da crise) e com maior participação dos emergentes1 Economias maduras terão baixo crescimento, devido à crise Mundo: +4,2% a.a. 1 financeira no continente europeu e as incertezas trazidas pela Europa: +1,5% a.a. ameaça de “penhasco fiscal” nos EUA EUA: +2,4% a.a. Emergentes continuam ganhando importância no palco 2 econômico mundial, capitaneados pela China China: +7,5% a.a. Crise da dívida dos PIIGS – Portugal, Irlanda, Itália, Grécia, e Espanha – continuará contaminando as principais economias da região (França e Alemanha), mas não deverão ocorrer eventos econômicos mais críticos 2012: -0,5% 3 2013: -0,3% As medidas de austeridade contribuirão para reduzir a 2014-2017: +1,9% demanda (e o crescimento do PIB) e não serão suficientes para restaurar a confiança no curto prazo.1) Cenário LCA.
  8. 8. Projetamos um Brasil com crescimento econômico sustentável e estabilidade monetária1 1 Crescimento do PIB brasileiro: média de 4,2% a.a. entre 2013 e 2017 2 Inflação levemente acima do centro da meta: IPCA médio de 4,8% a.a. Mercado doméstico segue estimulando o crescimento entre 2013 e 2017 3 (Massa real de renda: +4,3%; Comércio varejista: 5,6%; Desemprego: 5,2%) Evolução da renda per capita: +3,5% a.a. Baixo desemprego e crescimento 4 econômico manterão expansão da classe média e redução da pobreza Ciclo virtuoso de investimentos: infraestrutura, queda do juro real, 5 Copa do Mundo, Olimpíadas e outras medidas de estímulo ao investimento Estabilidade institucional, baixo risco Brasil e nível confortável 6 de reservas manterão o país atrativo ao investimento externo1) Cenário LCA.
  9. 9. Cenários de planejamento colocam desafios estratégicospara o futuro da CPFL Energia1 3 Cenário Cenário Macroeconômico Regulatório Principais cenários avaliados no Plano Estratégico2 2013-2017 4 Cenário Cenário de Mercado Competitivo
  10. 10. Cenário de Mercado | Demanda de energia A carga do Sistema Interligado Nacional - SIN cresce a uma taxa média de 3,8% a.a. no período de 2012 a 2031, com destaque para o crescimento da região Norte (5,3% a.a.) e Nordeste (4,5% a.a.) Cenário CPFL (GW médio)1 Cenário CPFL 2013-2017 2018-2021 PIB médio 4,2% 3,7% Crescimento Médio2 4,2% 3,7% Sudeste / Centro-Oeste Sul Nordeste Norte1) Considera atendimento a ANDE e interligação de Manaus/Macapá ao submercado Norte a partir de julho/2013 (1.284 MW médios);2) Crescimento desconsiderando a interligação Manaus/Macapá: 4,1% ; Fonte: CPFL (OP); EPE; LCA
  11. 11. Cenário de Mercado | Balanço Energético Nacional O Sistema está em equilíbrio até 2016, apesar dos problemas com a construção das termelétricas da Bertin e Multiner… Balanço Oferta x Demanda do Sistema Interligado Nacional GW médio Expansão Existente sem Reserva Carga SIN Expansão Existente com Reserva 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 0,0% 4,8% 7,0% 6,1% 3,8% 3,4% 3,4% 0,1% -3,4% -6,8% -1,0% 3,0% 4,3% 3,3% 1,1% -0,9% -0,7% -3,8% -7,2% -10,5%
  12. 12. Cenário de Mercado | Expansão da oferta serámajoritariamente hidrelétrica, complementada por fontesrenováveis e térmicas à gás natural A expansão da oferta será majoritariamente hidrelétrica complementada pelas UTE’s à Gás Natural e Fontes Renováveis, nucleares desempenham papel importante no 2º quinquênio da década de 20 Expansão da Oferta Planejada Cenário CPFL (GW médio) Renováveis Nuclear Termelétricas Hidrelétricas
  13. 13. Cenários de planejamento colocam desafiosestratégicos para o futuro da CPFL Energia1 3 Cenário Cenário Macroeconômico Regulatório Principais cenários avaliados no Plano Estratégico2 2013-2017 4 Cenário Cenário de Mercado Competitivo
  14. 14. Cenário Regulatório | Pressão por redução das tarifas | MP 579 Renovação das concessões e redução de tarifas • Pacote do Governo para redução de tarifas de energia em 2 frentes: • Renovação das concessões: MP579 • Redução de encargos do setor elétrico • Objetivo: promover a competitividade da indústria nacional, uma vez que foi identificada forte correlação entre a redução do custo de energia e a promoção do desenvolvimento. • Benefícios: geração de empregos, redução da inflação e aumento dos investimentos • Quebra de expectativa do mercado versus quebra de contratos • “(...) a lógica regulatória, e até econômica e do desenvolvimento, é de que os investimentos devem ser feitos com capital dos investidores para serem remunerados quando a energia for disponibilizada para consumo.” (Paulo Pedrosa, Abrace) • Valor previsto nas indenizações aquém das expectativas dos agentes – indícios de que algumas empresas não devem assinar o novo contrato
  15. 15. Cenário Regulatório | Pressão por redução das tarifas | MP 579 As tarifas do segmento de Distribuição sempre foram pressionadas em busca de eficiência e modicidade tarifária, enquanto os segmentos de Geração e Transmissão não sofriam a mesma regulação Tarifa Industrial1 (CPFL Piratininga) - [R$/MWh]2 +5% Impactos na Tarifa R$/MWh % • Encargos e Tributos: (26%) aumento da tarifa em 23,4 1,3 2% Tributos (22%) R$/MWh (120% e 2% (22%) respectivamente) Encargos (8%) setoriais (7%) (15%) 22,1 120% • Distribuição: Distribuição (13%) (9%) -16,1 -41% redução da tarifa em 16,1 (15%) (6%) R$/MWh em função das (8%) -2,2 -10%Transmissão (9%) revisões tarifárias (-41%) • Geração: aumento da tarifa em 7,4 Geração 7,4 6% R$/MWh, em função do (47%) (47%) (47%) realinhamento tarifário (6%) 1º CRTP 2º CRTP 3º CRTP1) Proxy da tarifa industrial representada pela Tarifa Média do Grupo A; 2) Valores reais de outubro de 2011 | Fonte: CPFLEnergia. Valores corrigidos por IPCA.
  16. 16. Valores de O&M propostos pela MP 579 O Valor médio de tarifa de O&M é de R$ 9,80/MWh e considera uma margem de lucro de 10% (R$ 0,90/MWh). Estima-se que o valor da tarifa final (O&M, Encargos e Uso de Rede) seja de R$ 27/MWh. Distribuição dos Valores de O&M dos empreendimentos com potência superior a 100 MW 4.280 4.252 17,4 15,6 13,9 3.162 12,0 12,5 12,6 11,1 11,2 11,8 9,4 10,0 8,9 7,5 8,0 6,6 7,1 6,0 Potência (MW) 1.480 1.551 1.440 O&M (R$/MWh) 1.216 1.048 396 380 375 319 260 180 237 102 158 Corumbá I I. Solt. - T. Irmãos Furnas Jupiá Volta Grande Porto Colômbia Salto Grande Parigot de Souza Itaparica Boa Esperança Jacuí Passo Real Xingó Paulo Afonso Marimbondo Estreito Três MariasFonte: Baseado nos dados da APINE
  17. 17. Ajuste no nível de contratação das distribuidoras 11,4 GW med 8,6 GW med 1,5 GW med Nível de Contratação 10,2 GW med MR MR MR Cotas Angra Angra EE CCEAR CCEAR CCEAR Angra EE EE EE CCEAR EE CCEAR EE Angra CCEAR EE CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN BILATERAL BILATERAL BILATERAL BILATERAL BILATERAL BILATERAL Itaipu Itaipu Itaipu Itaipu Itaipu Itaipu + 1 + + 2 + 3 + 4 + 5 Proinfa Proinfa Proinfa Proinfa Proinfa Proinfa 2012 2013 2013 2013 2013 Antes MP Após MP Após MP Após MP CCEARs Reduzidos Cotas Composição final do Recurso (1) Situação caso não houvesse alocação de cotas (CCEARs encerrados recontratados em A-1 como MR) (2) Montante de Reposição será reduzido das cotas de Angra I e II (REN 505/2012) (3) Parcela do CCEAR EE lastreado por UHEs com concessões prorrogadas será reduzida (4) Cota de EE é alocada ao recurso da Distribuidora e o MR é absorvido. Momentaneamente, é gerado uma sobrecontratação (5) Frustração dos projetos termelétricos absorve uma eventual sobra das cotas A manutenção do nível de contratação não é garantida. Há previsão para tratamento de desequilíbrio na contratação, mas ainda deve ser regulamentadoFonte: Baseado nos dados da APINE
  18. 18. Ajuste no nível de contratação das distribuidoras 11,4 GW med 8,6 GW med 1,5 GW med Nível de Contratação 10,2 GW med MR MR MR Angra Angra Cotas EE CCEAR CCEAR CCEAR Angra EE EE EE CCEAR EE CCEAR EE Angra CCEAR EE CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN CCEAR EN BILATERAL BILATERAL BILATERAL BILATERAL BILATERAL BILATERAL Itaipu Itaipu Itaipu Itaipu Itaipu Itaipu + 1 + + 2 + 3 + 4 + 5 Proinfa Proinfa Proinfa Proinfa Proinfa Proinfa 2012 2013 2013 2013 2013 Antes MP Após MP Após MP Após MP CCEARs Reduzidos Cotas Composição final do Recurso (1) Situação caso não houvesse alocação de cotas (CCEARs encerrados recontratados em A-1 como MR) (2) Montante de Reposição será reduzido das cotas de Angra I e II (REN 505/2012) (3) Parcela do CCEAR EE lastreado por UHEs com concessões prorrogadas será reduzida (4) Cota de EE é alocada ao recurso da Distribuidora e o MR é absorvido. Momentaneamente, é gerado uma sobrecontratação (5) Frustração dos projetos termelétricos absorve uma eventual sobra das cotas A manutenção do nível de contratação não é garantida. Há previsão para tratamento de desequilíbrio na contratação, mas ainda deve ser regulamentadoFonte: Baseado nos dados da APINE
  19. 19. MP 579 | Calendário de vencimento das concessões de ativos controlados pela CPFL Energia 2015 … 2027 2028 2032 2035 2036 2039Distribuição CPFL CPFL UHE Luis UHE UHE Foz do UHE ~3% Paulista Piratininga Eduardo Campos Chapecó Serra daCPFL Santa EBITDA Magalhães Novos Mesa Cruz CPFL RGE UHE BarraCPFL Jaguari Energia Grande CPFL Sul 19 PCHs Paulista (CPFL UHE Castro CPFL Leste Renováveis) Alves PaulistaCPFL Mococa <1% 1 UTE UHE Monte capacidade (Carioba) Claro instalada CPFL UHE 14 de Geração Energia Julho PCH Rio do Peixe (I/II)PCH Macaco Branco A CPFL Energia solicitou junto à Aneel a renovação de suas concessões
  20. 20. MP 579 | Efeitos esperadosSegmento Para o setor Para a CPFL • Tarifa = custo de operação + spread • Concessões de longo prazo • Amortização dos valores não (vcto. a partir de 2032)Geração depreciados calculados pelo Valor Novo • Exposição: impacto quase nulo (<1% daConvencional de Reposição (VNR) capacidade instalada) • Custo de O&M abaixo da faixa apresentada pela MP 579 • Energia renovada (mais barata) será • Ambiente mais competitivo para o destinada exclusivamente ao ACR segmento de comercialização, pressão nas margensComercialização • Restrição da liquidez de energia convencional no horizonte de 2013-15 • Migração A4: de 6 meses para 5 anos • Novas regras e requisitos de qualidade • Impacto limitado, dada a baixa em detalhamento pela ANEEL exposição de ativos com concessões vencendo em 2015Distribuição • Alterações na contratação de energia devido à alocação de cotas • Maiores ativos começam a vencer a partir de 2027 (CPFL Paulista/RGE)
  21. 21. Cenário Regulatório | Outros temas da agenda regulatória Além da pressão por redução das tarifas, qualidade e tecnologia têm sido foco • Medição Eletrônica e Redes Inteligentes • Regulamentação do DER/FER - indicadores de qualidade comercial • DER (Duração Equivalente de Atendimento à Reclamação) - tempo médio para solução das reivindicações • FER (Frequência Equivalente de Atendimento à Reclamação) - frequência de ocorrência de uma reclamação a cada mil unidades consumidoras • Metodologia do 4º Ciclo de Revisão Tarifária Temas que se manterão no radar do setor nos próximos anos
  22. 22. Cenários de planejamento colocam desafiosestratégicos para o futuro da CPFL Energia1 3 Cenário Cenário Macroeconômico Regulatório Principais cenários avaliados no Plano Estratégico2 2013-2017 4 Cenário Cenário de Mercado Competitivo
  23. 23. Com o mercado elétrico brasileiro em crescimento,a competição no setor tem se acirrado O mercado elétrico brasileiro ocupa posição de destaque em nível mundial1 dado o seu crescimento e oportunidades de investimento Grandes players internacionais mantêm elevado interesse em permanecer e 2 aumentar os negócios no Brasil, dada a crise nos EUA e Europa A elevada atratividade do mercado tem aumentado a competição, seja pela 3 aquisição de ativos, como na disputa pelos leilões Grandes empresas nacionais têm mantido sua estratégia de diversificação e 4 poderão se utilizar dos recursos da indenização (MP579) para crescimento Alguns agentes podem interpretar equivocadamente as medidas recentes 5 como aumento do risco institucional no setor
  24. 24. AgendaCenários de Planejamento EstratégicoPlano Estratégico CPFL
  25. 25. Ambição corporativa da CPFL AMBIÇÃO CPFL 2017 Ser líder no setor elétrico nacional, focando na excelência, na maximização de valor para os acionistas e garantindo a sustentabilidade do negócio
  26. 26. Total Shareholder Return | Histórico O resultado da performance das ações e da política de dividendos é um TSR da CPFL acima da média do mercado nos últimos anos Total Shareholder Return1 | 2007 – 20122 | % a.a. Dividendos Valorização das ações 3,3 11,6 0,8% 7,1 4,8 -0,2 2,0% 6,9 17,7% 3,5 0,5 -10,3 10,8% 8,1% 9,0% 5,1% 7,0% 5,1% 4,4% 4,2% -0,1% -3,3% -3,9% -1,6% -9,2% -14,4% -14,6% Para os próximos anos, há perspectiva de redução da TSR média do setor elétrico, em função da estabilização macroeconômica e queda do custo de capitalNota: 1) TSR = TIR acionista – Valores de market cap em Set/2007 e Set/2012; 2) Valores corrigidos pelo IGP-M (Dez/2011) | Fonte: Economatica
  27. 27. Plano Estratégico CPFLDiretrizes Estratégicas | 2013-2017 Inovação em Foco em Crescimento1 Processos Estratégico 2 Desempenho
  28. 28. Plano Estratégico CPFL Transformação | Cultura e Comportamento Projetos foram implantados visando ganhos de eficiência e produtividade Projeto Descrição Objetivos • Instalação de medidores • Aplicação do conceito smart grid inteligentes e chaves/ • Ganhos de produtividade e eficiênciaPrograma Tauron religadores telecomandados Smart Grid • Transformação do perfil das lideranças, com foco em • Despacho inteligente de novas competências equipes, visando otimização da estrutura operacional • Benefício anual da ordem de R$ 106 milhões • Implantação da metodologia • Ganhos de eficiência frente aos desafios regulatórios de Orçamento Base Zero • Melhorias no processo de orçamento e cultura de OBZOrçamento Base Zero custos na organização • Ganho médio anual de R$ 50 milhões em 5 anos CSC • Transferência de atividades • Aumento da produtividade e eficiência operacional corporativas transacionais Centro de • Redução de custos corporativos para o Centro de Serviços Serviços • Sustentação ao crescimento do Grupo a baixo custo Corporativos da CPFL Compartilhados incremental
  29. 29. Plano Estratégico CPFLDiretrizes Estratégicas | 2013-2017 Inovação em Foco em Crescimento1 Processos Estratégico 2 Desempenho
  30. 30. Plano Estratégico CPFLAvenidas de Crescimento Estratégico | DistribuiçãoBenchmarking de eficiência | Metodologia ANEEL Empresas com MAIS de 400 mil clientes | Em % Empresas com MENOS de 400 mil clientes | Em %
  31. 31. Plano Estratégico CPFL Crescimento Estratégico | Distribuição 13,0% 11,3% Remuneração Regulatória 10,0% 7,5% Maior eficiência na Melhoria do cenário macro alocação de capital propicia a queda dos retornos 99% 88% 85% Brasil 67% 60% 56% 50% Consolidação e ganhos de 3 maiores empresas de escala sendo revertidos distribuição detêm 34% do na produtividade mercado Mercado Fragmentado 42 Número relevante de pequenas 31 Sul/Sudeste Oportunidades de 32 pequenas 21 empresas concentradas nas grandes consolidação no setor regiões Sul e Sudeste Norte/Nordeste Centro-Oeste1) Empresas grandes: mercado acima de 1TWh (Fonte: ANEEL 2009)
  32. 32. Plano Estratégico CPFL | Crescimento Estratégico | Geração Crescimento estimado em Geração | Capacidade instalada (MW) Foz Chapecó CAGR 2000-14e = 25% a.a Epasa Enercan Ceran Baldin Criação Semesa Baesa CPFL Renováveis 1.715 1.934 2.094 1.537 1.297 686 803 835 - - - 42 100 257 - 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 Ativos da privatização Brownfield Greenfield CPFL Energia: Geração Convencional + Renováveis Ranking | Geradores no Brasil EBITDA (12M3T12) | R$ bilhões2009 2011 2012 2014 Eletrobras 7,2 CPFL Renováveis EOL Santa Clara Tractebel 3,1 UTE Bio Formosa EOL Atlântica Cesp 2,4 UTE Bio Buriti UTE Bio Ipê e Bio EOL Jantus Pedra Cemig 1,9 UTE Ester AES Tietê 1,5 1.737 MW 2.644 MW 2.948 MW CPFL EDP 1,2 Duke 0,8
  33. 33. Energia Solar | Perspectivas Energia solar fotovoltaica ainda é Energia solar é abundante e possui pouco explorada no mundo baixa variabilidade 5 países → 88% da capacidade 0,01% da irradiação solar = demanda instalada (31 GW ) - Brasil ainda dá mundial de energia – Brasil: irradiação ≈ os primeiros passos dobro dos países desenvolvidos 49,7% 2.400 1.850 1.650 1.250 11,2% 10,0% 10,4% 7,2% Alemanha Espanha Itália Japão EUA Brasil Espanha França Alemanha Brasil CPFL – Usina de Tanquinho • Potência total em operação no Brasil • 1ª Usina Solar do Estado de São Paulo atualmente: 2.578 kW (10 Usinas) • Possibilidade de redesenho da matriz • Somente entre os dias 31/10 e 05/11 energética e desenvolvimento de nova foram solicitados 1,0 GW em projetos indústria • 5.380 painéis fotovoltaicos • Planta FV com conexão em MT (1,05 MWp) e conexão em BT (0,075 MWp)
  34. 34. Plano Estratégico CPFL Crescimento Estratégico | Comercialização de Energia Número de clientes livres no Brasil Cliente Competitivo (nº) Cliente Especial (nº) Maior que 3 MW 0,5 a 3 MW CAGR: 4,1% CAGR: 45,1% 857 514 570 587 456 446 485 455 192 219 Dez/08 Dez/09 Dez/10 Dez/11 Ago/12 Dez/08 Dez/09 Dez/10 Dez/11 Ago/12 Número de comercializadores CPFL Brasil está em posição de vantagem Agentes de Comercialização (nº) para enfrentar desafios CAGR: 29,6% 144 107 • Portfólio diversificado e com grande volume de energia 83 51 62 • Equipe renomada de especialistas de mercado • Governança e solidez financeira 2008 2009 2010 2011 2012 • Cultura de gestão de riscos estruturada em práticaFonte: Aneel e CCEE • Lastro já contratado
  35. 35. Plano Estratégico CPFL | Crescimento Estratégico | Serviços nect serviços Em 2012 as operações de serviços foram consolidadas e as empresas estão prontas para atingir seu potencial de crescimento Destaques de 2012 • Modernização das construções de redes (CCM) • Construção da maior Usina Solar do país (Tanquinho) • Consolidação das operações de call center com o grupo e início das negociações com o mercado • Constituição da CPFL Total Sólido plano de crescimento até 2017
  36. 36. A CPFL em 2017 Liderança privada do setor elétrico brasileiro, com portfólio diversificado em diferentes negócios relacionados a EnergiaGERAÇÃO DISTRIBUIÇÃO • Líder de mercado,• Excelência operacional com de mercado, com até 30% de maior rentabilidade do setor participação no Brasil• Crescimento da capacidade • Excelência operacional, com instalada em UHE e térmicas uso de inovação e novas tecnologias• Líder em fontes renováveis de geração (> 4 GW até 2020) COMERCIALIZAÇÃO SERVIÇOS • Liderança na comercialização de energia renovável no • Forte crescimento de vendas mercado livre • Forte integração com demais • Maximizar rentabilidade, dada negócios e clientes do Grupo as novas condições de mercado
  37. 37. Cenários e estratégiasWilson FerreiraPresidente da CPFL Energia

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