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Apresentação ri cpfl energia_apimec rio_abr13
 

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    Apresentação ri cpfl energia_apimec rio_abr13 Apresentação ri cpfl energia_apimec rio_abr13 Presentation Transcript

    • March, 2013Abril, 2013Reunião APIMEC – RJ
    • 2Esta apresentação pode incluir declarações que representem expectativas sobre eventos ou resultados futuros deacordo com a regulamentação de valores mobiliários brasileira e internacional. Essas declarações estão baseadasem certas suposições e análises feitas pela Companhia de acordo com a sua experiência e o ambiente econômico,as condições de mercado e os eventos futuros esperados, muitos dos quais estão fora do controle da Companhia.Fatores importantes que podem levar a diferenças significativas entre os resultados reais e as declarações deexpectativas sobre eventos ou resultados futuros incluem a estratégia de negócios da Companhia, as condiçõeseconômicas brasileira e internacional, tecnologia, estratégia financeira, desenvolvimentos da indústria de serviçospúblicos, condições hidrológicas, condições do mercado financeiro, incerteza a respeito dos resultados de suasoperações futuras, planos, objetivos, expectativas e intenções, entre outros. Em razão desses fatores, os resultadosreais da Companhia podem diferir significativamente daqueles indicados ou implícitos nas declarações deexpectativas sobre eventos ou resultados futuros.As informações e opiniões aqui contidas não devem ser entendidas como recomendação a potenciais investidores enenhuma decisão de investimento deve se basear na veracidade, atualidade ou completude dessas informações ouopiniões. Nenhum dos assessores da Companhia ou partes a eles relacionadas ou seus representantes terá qualquerresponsabilidade por quaisquer perdas que possam decorrer da utilização ou do conteúdo desta apresentação.Este material inclui declarações sobre eventos futuros sujeitas a riscos e incertezas, as quais baseiam-se nas atuaisexpectativas e projeções sobre eventos futuros e tendências que podem afetar os negócios da Companhia.Essas declarações podem incluir projeções de crescimento econômico, demanda, fornecimento de energia, além deinformações sobre posição competitiva, ambiente regulatório, potenciais oportunidades de crescimento e outrosassuntos. Inúmeros fatores podem afetar adversamente as estimativas e suposições nas quais essas declarações sebaseiam.
    • AgendaO setor elétrico brasileiroFinancialsA CPFL Energia e os seus segmentos de negócio• Cenário atual• Perspectivas3
    • Principais preocupações• Prejuízos com a MP 579 / renovação das concessões• Risco de racionamento• Dúvidas sobre a liquidez das distribuidoras (pressão sobre capital de giro)• Mudanças na sazonalização da energia assegurada dos geradores• “Ações das elétricas voltam a despencar naBovespa depois da MP579”Canal Energia, 12/09/2012• “Geração fica menos atraente após MP”Valor, 25/10/2012• “PLD ultrapassa R$ 550/MWh e retrata situação críticados reservatórios” Canal Energia, 07/01/2013• “Governo já vê risco de racionamento e desconto na contade luz pode cair” Estado de S. Paulo, 08/01/2013• “Uso de térmicas afeta caixa de empresas do setor”Valor, 15/02/2013• “Impacto de despesas adicionais de distribuidoras passa de R$ 1,5bilhão em janeiro” Canal Energia, 21/02/2013• “Agentes temem quebra de contrato com possível re-sazonalizaçãode janeiro” Canal Energia, 19/03/2013O setor elétrico na mídia recente
    • O setor elétrico brasileiroRenovação das concessões(MP 579)Risco de racionamentoDecreto 7.945/2013Sazonalização da energia asseguradaJan/13
    • O setor elétrico brasileiroRenovação das concessões(MP 579)Risco de racionamentoDecreto 7.945/2013Sazonalização da energia asseguradaJan/13
    • CPFL PaulistaCPFL Santa CruzCPFL Leste PaulistaCPFL JaguariCPFL Sul PaulistaCPFL MococaCPFLPiratininga 55%15%5%26%1) Ajustado por ativos e passivos regulatórios e não-recorrentes; não considera eliminações; 2) 24MW de capacidade instalada, <1% da capacidadeinstalada total da CPFL Energia de 2.961MW; 3) As demais concessões, tanto de geração quanto de distribuição, vencem a partir de 2027.69%30%1%PCHs renovadas2GeraçãoconvencionalCPFLRenováveis< 3% do EBITDA da CPFL Energia foi alcançada pela Lei 12.783 (antiga MP579)3Novas tarifas das concessões renovadas não impactaram a parcela B (remuneração) dasdistribuidorasConsolidado14.625MP 579 | Impacto nulo para a CPFL EnergiaBreakdown do EBITDA ajustado¹ - 2012R$ milhões | %Comercialização e Serviços287 | 6%Geração1.672 | 36%Distribuição2.678 | 58%RGE7
    • Oportunidades• Custo de O&M abaixo dafaixa apresentada para arenovação das concessõesvincendas (MP 579):oportunidades de participaçãodos leilões dos ativos que nãotiveram suas concessõesrenovadas• Ambiente mais competitivopara a comercialização:oportunidades de consolidaçãopara a CPFL BrasilEfeito positivo para o cenário macroeconômicoEstimativa LCA Consultores (em %)MP 579 | Benefícios e oportunidades8
    • O setor elétrico brasileiroRenovação das concessões(MP 579)Risco de racionamentoDecreto 7.945/2013Sazonalização da energia asseguradaJan/13
    • 3,68,1 9,113,117,68,513,0 14,018,424,92001 2004 2008 2012 2017 (e)BiomassaCarvãoNuclearÓleo, Diesel e GásCondições Energéticas do Sistema | Risco de racionamento em 2013 estáafastadoNível dos reservatórios no SIN | % volume útilCapacidade Instalada de Térmicas no SIN | GW1) Considera todas termelétricas acionadas até final de abril. ENA do SIN projetada: 68% MLT (jan), 89% MLT (fev), 77% MLT (mar) e 91% MLT(abr). Nos cálculos de fev-abr foi considerada uma redução de 1,0 GW na capacidade térmica devido à falha de algumas usinas. 2) PMO de março.Visão Janeiro Visão Fevereiro Visão Março Visão Abril9,0%4,3%0,0% 0,0%Risco de Racionamento de Energia em 20131PSR• “Bandeiras tarifárias” (aprovado para 2014)• Leilões regionais de energia (em discussão)• Contratação de térmicas pelo critério dequantidades para despacho na base (emdiscussão)Medidas aprovadas e em discussão102020406080100dez jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez2001 2002 2008 20092012 2013 2013 (ONS)/12
    • Hoje Pós-AP Modelo ajustadoESS deve ser rateado entre todos osagentes do setor• Métricas utilizadas para o rateio aindapendentes de definição• Geradoras e Comercializadorasnegativamente afetadasEfeito estimado da alteração da CAR sobre oPLD SE/CO 2 (R$/MWh) | 2013• Incorporação de mecanismo de aversão ao risconos modelos computacionais• Fase de transição (abril a julho):50% ESS atual vai para o PLD por metodologiaespecífica (R$ 140,68/MWh na 3ª semana Abr-13)• CAR (Curva de Aversão ao Risco) passará a ter5 anos (em audiência pública)• Redução do custo do ESS 20131:R$ 900 milhões (de R$ 6 bi para R$ 5,1 bi)1) Estimativa PSR; 2) Projeção CPFL Energia – Médias dos PLDs modelo Newave, deck ONS de abril de 2013250300350400450500Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov DezCAR 5 anos CAR 2 anosTransição para o novo PLDPLD está sendo alterado para refletir o risco hidrológicoe aumentar a segurança do sistema elétricoNova metodologia do PLD | Resolução CNPE no 3Pontos de Definição:11
    • O setor elétrico brasileiroRenovação das concessões(MP 579)Risco de racionamentoDecreto 7.945/2013Sazonalização da energia asseguradaJan/13
    • Decreto 7.945/2013 | Medidas para aumento da liquidez dasdistribuidoras em 2013 e mudança no limite de sobrecontratação1) Gastos com CCEARs disponibilidade não cobertos pela tarifa vigente no período; 2) A CPFL Paulista, que passou pela RTP em 08/04/2013 (antes da finalização da audiência pública),recebeu R$ 374 milhões via aporte de CDE referentes à CVA de Energia e de ESS de 2012 e CCEARs disponibilidade em jan/13; 3) RTP da RGE: jun/13 e RTA da CPFL Piratininga: out/13234Mudança estruturalAltera o limite de repasse da sobrecontratação de energia de 3% para 5%Menor risco para o segmento de distribuiçãoEstímulo à contratação de novos empreendimentosMedidas para 2013 | Repasse da CDE e déficit de CCEARs por disponibilidade (R$ milhões)13
    • O setor elétrico brasileiroRenovação das concessões(MP 579)Risco de racionamentoDecreto 7.945/2013Sazonalização da energia asseguradaJan/13
    • Garantia física x Energia gerada | GW médios1Não houve quebra de contratoRisco relativo à exposição nos meses seguintes era elevado para geradoras 100% contratadasAinda não há ganhadores ou perdedores em 2013 (incerteza quanto ao PLD)Sazonalização da energia assegurada51 5255 565048 48 48 4946 464346 45464243 45 44 44 45 46 4647 48 48 476150494845 45 45 4647 47 46 46dez/11jan/12fev/12mar/12abr/12mai/12jun/12jul/12ago/12set/12out/12nov/12dez/12jan/13fev/13mar/13abr/13mai/13jun/13jul/13ago/13set/13out/13nov/13dez/13Em 26/mar, a Aneel decidiu pela manutenção da sazonalização informada pelos agentes paraliquidação e cobrança dos valores relativos a janeiro1) Fev/13 a Dez/13 – considera perdas de 3%15GSF
    • 16Liderança entre as empresas privadas do Setor Elétrico, com um portfoliode negócios relacionados a energia diversificado1616CPFL Energia | Plano Estratégico de Longo PrazoCOMERCIALIZAÇÃO• Liderança em comercializaçãono mercado de clientes livres• Maximização darentabilidade, dadas as novascondições de mercadoGERAÇÃO• Excelência operacional coma maior rentabilidade do setor• Crescimento em capacidadeinstalada em projetoshidráulicos e térmicos• Líder em fontes renováveis(> 4 GW em 2020)DISTRIBUIÇÃO• Líder de mercado, dobrandoo market share no Brasil nospróximos anos• Excelência operacional,utilizando inovação e novastecnologiasSERVIÇOS• Maior empresa de serviços dosetor elétrico• Crescimento forte de vendas
    • 171717CPFL Energia | Plano Estratégico de Longo PrazoCOMERCIALIZAÇÃO• Liderança em comercializaçãono mercado de clientes livres• Maximização darentabilidade, dadas as novascondições de mercadoGERAÇÃO• Excelência operacional coma maior rentabilidade do setor• Crescimento em capacidadeinstalada em projetoshidráulicos e térmicos• Líder em fontes renováveis(> 4 GW em 2020)SERVIÇOS• Maior empresa de serviços dosetor elétrico• Crescimento forte de vendasDISTRIBUIÇÃO• Líder de mercado, dobrandoo market share no Brasil nospróximos anos• Excelência operacional,utilizando inovação e novastecnologiasLiderança entre as empresas privadas do Setor Elétrico, com um portfoliode negócios relacionados a energia diversificado
    • 20082009201020112012628829 8091.0371.167Geração Renovaveis• Concessões de Longo Prazo• Maior portfolio de energia renovávelda América Latina• Fontes Renováveis: > 93%IFRS1.1791.672CAGR = 27,7%2º2º Market share: 2,3%2004 2008 2012 2016 (e)8541.7042.9613.32725%Segmento de Geração Convencional e RenováveisCAGR = 12%EBITDA (2012) | R$ bilhões¹41,8%EDPDukeAES TieteCPFLCespCemigTractebelEletrobras1) Eletrobrás considera EBITDA ajustado, expurgando efeitos da lei 12.783/201318
    • 201620131.153582CPFL Renováveis | Portfólio atual (Março/13)19Capacidade InstaladaTotal: 5.535 MWSPP19%Em operação(Mar-13)Em construção 2016 EmdesenvolvimentoPortfolio total100%com PPA´s• 2 UTE´s (biomassa): Coopcana e Alvorada• 13 parques eólicos: Macacos I, Campodos Ventos II e Atlântica328 MW• 9 parques eólicos:Campo dos Ventos e São BeneditoBiomassa7%PCH17%Eólico76%1.7353.8005.535Capacidade Instalada | MWProjetos em construção – Start-up254 MWFim de 2016:Éolica: 1.038 MWBiomassa: 370 MWPCH: 327 MWSolar: 1 MWp
    • GERAÇÃO• Excelência operacional com amaior rentabilidade do setor• Crescimento em capacidadeinstalada em projetoshidráulicos e térmicos• Líder em fontes renováveis(> 4 GW em 2020)202020CPFL Energia | Plano Estratégico de Longo PrazoCOMERCIALIZAÇÃO• Liderança em comercializaçãono mercado de clientes livres• Maximização darentabilidade, dadas as novascondições de mercadoDISTRIBUIÇÃO• Líder de mercado, dobrandoo market share no Brasil nospróximos anos• Excelência operacional,utilizando inovação e novastecnologiasSERVIÇOS• Maior empresa de serviços dosetor elétrico• Crescimento forte de vendasLiderança entre as empresas privadas do Setor Elétrico, com um portfoliode negócios relacionados a energia diversificado
    • 26%44%16%14%20082009201020112012Segmento de Distribuição• 7,2 milhões de clientes• 569 municípios• Elevado potencial de consumo percapitaIFRS recorrenteCAGR = 8,8%1º1º Market share: 13%2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012IndustrialComercialResidencialOutros1) Desconsidera vendas na CCEE. Números de 2010 ajustados devido à Resolução CAT 97. Números de 2012 com ajustes de calendário defaturamento de clientes livres e permissionárias da RGE. 2) Fonte: EPECAGR = 5,7%13,9%21
    • 1) Fonte: Fundação Seade (2011); 2) Fonte: European Mortgage Federation National Experts, European Central Bank, National Central Banks,Eurostat, Bureau of Economic Analysis, Federal Reserve; 3) Fonte: IBGE/LCA. 4) Dados contábeis.Crédito imobiliário em relação ao PIB2Em %Massa de renda3 e consumo residencial4na CPFL | Cresc. anual em %HolandaEstados UnidosUnião EuropéiaCoréia do SulChinaMéxicoBrasilRússiaArgentina106,276,151,725,015,07,04,82,62,0Taxas anuais de crescimento populacional(em %) e movimento migratório (por mil habit.)2000-20101Região Metropolitanade CampinasCresc. Pop.: 1,84%Migração: 9,21 Região Metropolitanada Baixada SantistaCresc. Pop.: 1,21%Migração: 3,21Região Metropolitanade São PauloCresc. Pop.: 0,98%Migração: -1,62Estado de SPCresc. Pop.: 1,1%Migração: 1,23Classe residencial | Migrações, massa de renda emascensão e boas perspectivas para o crédito habitacional2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012Massa de renda Consumo residencial22
    • 80100120140160180jan/07jun/07nov/07abr/08set/08fev/09jul/09dez/09mai/10out/10mar/11ago/11jan/12jun/12nov/1270no total1) Fonte: IBGE; 2) Volume de consultas mensais realizadas pelos estabelecimentos comerciais à base de dados da Serasa. Fonte: Serasa Experian eLCA; 3) Fonte: Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce); 4) Fonte: IBGE. 5) Com ajuste de faturamento de livres da RGE.Classe comercial | Vendas no comércio e inauguração denovos estabelecimentosVolume de vendas no comércio varejista1Brasil (jan/2007 = 100) | com ajuste sazonalIndicador de atividade do comércio2consultas mensais (2000 = 100) | com ajuste sazonalInauguração de shoppings no Brasil2013-20143Comércio varejista4 e consumo comercial5 naCPFL | Crescimento anual em %11na área deconcessão120140160180200220240jan/07mai/07set/07jan/08mai/08set/08jan/09mai/09set/09jan/10mai/10set/10jan/11mai/11set/11jan/12mai/12set/122007-201259%2006 2007 2008 2009 2010 2011 20122007-201275%23
    • 1) Fonte: IBGE. 2) Com ajuste de faturamento de livres da RGE. 3) Francisco Eduardo Pires de Souza (2013). “É possível reverter o processo dedesindustrialização no Brasil?”, UFRJ. 4) Insumos provenientes da agropecuária e da extrativa mineral. 5) Produtos da construção civil e serviços. 6) Estimadoatravés do índice de preços de produtos intermediários importados e convertidos em reais pela taxa de câmbio R$/dólar. 7) Ponderado pela participação doscomponentes na Matriz Insumo Produto de 2005 e TRU das Contas Nacionais. 8) Fonte: BNDES.Classe industrial | Deficiências estruturais, medidas de estímulo àcompetitividade e projeção de queda dos custos de produção258 233 -9,6221 180 -18,8245 253 2,9261 289 10,4123 156 26,5226 230 2,171 89 25,4317 258 -18,6Índices de custo unitário nominal naIndústria de Transformação3| 2001=100Produção industrial1 e consumo industrial2na CPFL | Crescimento anual em %BNDES: Consultas e desembolsos mensais8Em R$ milhõesMedidas de estímulo24
    • 25 1) Valores constantes.+10,1%-4,0%+3,8%-6,6%-23,7%-15,7%3132397776553º Ciclo de Revisão Tarifária | BRR e EBITDA regulatório
    • SERVIÇOS• Maior empresa de serviços dosetor elétrico• Crescimento forte de vendasGERAÇÃO• Excelência operacional com amaior rentabilidade do setor• Crescimento em capacidadeinstalada em projetoshidráulicos e térmicos• Líder em fontes renováveis(> 4 GW em 2020)262626CPFL Energia | Plano Estratégico de Longo PrazoDISTRIBUIÇÃO• Líder de mercado, dobrandoo market share no Brasil nospróximos anos• Excelência operacional,utilizando inovação e novastecnologiasCOMERCIALIZAÇÃO• Liderança em comercializaçãono mercado de clientes livres• Maximização darentabilidade, dadas as novascondições de mercadoLiderança entre as empresas privadas do Setor Elétrico, com um portfoliode negócios relacionados a energia diversificado
    • 272727Segmento de comercialização• 231 clientes livres• Atuação em todo o território nacional, com 4escritórios regionais• Sinergia com a CPFL Renováveis1º1º Market share: 10%2008 2009 2010 2011 2012305 298 290252 25980 74129 1412312008 2009 2010 2011 2012CAGR = 30,4%17952Dentro da área deconcessãoFora da áreade concessão1) Inclui Serviços em 2008 e 2009.2,4%Corrente: 10,3 GWmPotencial : +6,4 GWmMercado livreno Brasil
    • 2828• Modernização das construções de redes (CCM)• Construção da maior Usina Solar do país (Tanquinho)• Integração de serviços de arrecadação• Consolidação das operações de Call Center do Grupoe início das negociações com o mercadoCarteira de Projetos• Aeroporto de Viracopos – construção de subestação, LT e usina back-up• Indústrias Morlan – construção de subestação• CCM Automatizado – início das operações na CPFL Santa Cruz• SAMM – construção de 53 km de anel ótico na cidade de Campinas• CET Santos – substituição das lâmpadas semafóricas por módulos de Ledem toda a cidade de Santos• Gás Brasiliana – Call Center fora do Grupo CPFL• CPFL Renováveis/Atlantic – construção de duas LTs no RN2010 2011 201211182434,1%Portfolio diversificadoEBITDA - ServiçosSegmento de Serviços2010 2011 2012114134 1436,8%Receita Líquida - Serviços
    • • Crescimento de 5,6% nas vendas na área de concessão• Entrada em operação da usina solar de Tanquinho emNovembro/12 e da PCH Salto Góes em Dezembro/12• Distribuição de dividendos no valor de R$ 1.096milhões em 2012. Dividend yield de 4,6%• Investimentos de R$ 537 milhões no 4T12e de R$ 2.468 milhões em 2012• Capex estimado de R$ 2.325 milhões em2013, totalizando R$ 8.709 milhões entre2013 e 2017• Aquisição, em conjunto com a Equatorial , dos ativos doGrupo Rede, sujeito a determinadas condiçõessuspensivas• Revisão tarifária extraordinária (efeitos da MP579) nãoimpactou a remuneração das distribuidoras do Grupo• Aumento de 30,1% na liquidez das ações em 2012, atingindo R$ 42,7milhões no volume médio diário de negociação• Prêmio Guia Exame Sustentabilidade 2012 e Prêmio ÉPOCA/A.T. Kearney “AsEmpresas mais Inovadoras do Brasil em 2012”• Participação no ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial da BM&FBovespa pelo 8ºano consecutivo• Ingresso no Dow Jones Sustainability Index Emerging MarketsDestaques 4T1229
    • 2011 Residencial Comercial Industrial Outros 201254.590942575 172422 56.682Vendas de energia e TUSD em 2012Vendas na área de concessão (GWh)1Vendas totais de energia (GWh)22011 201252.85157.1282011 201254.590 56.682+2,8%TUSDCativo(Distribuição)CPFL Renováveis3Comercialização+ Geraçãoconvencional4Cativo+6,9%+6,8%+0,7%+5,4%Crescimento na área de concessão (%)Comparativo por região (fonte: EPE)Vendas na área de concessãoClasse de consumo | GWh+386%+3,8%1) Ajustes de calendário e migração de clientes livres. 2) Exclui CCEE e vendas a partes relacionadas. 3) Considera 100% da CPFL Renováveis (critério de consolidação IFRS). 4)Considera 100% da Ceran (critério de consolidação IFRS), vendas da Semesa e Foz do Chapecó (contrato CCEAR). Considera ajuste de provisionamento de 2 GWh em 2012.30
    • CPFL Energia | Dados consolidados31Margem EBITDA3EBITDA (R$ milhões)²Lucro Líquido (R$ milhões)Receita Líquida (R$ milhões)132,9% 34,5%2011 20121) Exclui receita de construção; 2) 2011 e 2012 exclui Entidade de Previdência Privada (Instrução CVM 527/12); 3) Ajustado por Ativos ePassivos Regulatórios e Itens Não Recorrentes31+22,7%+16,9%+7,4%ajustado2 ajustado2ajustado22009 2010 2011 2012 2011 201210.742 10.980 11.63413.70411.47613.4192009 2010 2011 2012 2011 20123.453 3.350 3.852 3.898 3.7704.6252009 2010 2011 2012 2011 20121.689 1.560 1.6241.2571.560 1.676+17,8%CAGR = 8,5% CAGR = 4,1% +1,2%-22,6%
    • 1) Média do período. 2) Exclui fundo de pensão.32Iniciativas de redução de custos | resultados de 2012ouPessoal:MSO:PMSO 2012 (real)PMSO | R$ Milhões1.406 (113) (125) 1.644451 2.096 (100) (618 )1.379+27,4%-1,9%Âmbito Corporativocentralização da gestão, reduçãode 10% (em km rodados) no Grupoestudo de nível ótimo de corte,plano de ação diferenciado para cada segmento declientesimplantação da Contapor email, mudanças de layout/tipo de papel,alinhamento dos valores cobrados pelos bancos paratodas as DistribuidorasÂmbito OperacionalIniciativas de Valor• Melhora na gestão de comprade passagens aéreas:• Consumo de Papel:• Uso de Licença de Software:32
    • 33Endividamento e AlavancagemCaixa 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019+3.3881.8952.238 2.131 2.392 2.218 2.3154.451Cobertura do caixa: 1,8xamortizações de curto-prazo(12M)Prazo médio: 4,6 anosCurto-prazo1 (12M): 12,2% do total2010 2011 1T12 2T12 3T12 4T127,610,0 10,111,8 12,7 12,6Alavancagem1 | R$ bilhõesDívida Líquida ajustada1/EBITDA ajustado33.151 3.665 3.782 4.264 4.315 4.377EBITDA ajustado2R$ milhões3,63x:Considerandocontabilizaçãopelo critério IFRS2,42 2,73 2,67 2,76 2,94 2,89CDIPrefixado(PSI)IGPTJLPComposição da dívida bruta5Cronograma de amortização pro forma3 da dívida4 | R$ milhões1)Em consonância com metodologia de cálculo dos covenants financeiros. 2) EBITDA recorrente últimos 12 meses. 3) Considerando debêntures de R$ 910 milhões,desembolsadas em fev/13. 4) Desconsidera encargos de dívidas (CP=R$ 238 milhões; LP=R$ 62 milhões),hedge (efeito líquido positivo de R$ 487 milhões) e Marcação aMercado (R$ 95 milhões). 5) Dívida financeira (+) entidade de previdência privada (-) hedge.
    • Volume médio diário naBM&FBovespa + NYSE| R$ milhõesDesempenho das ações na BM&FBovespa12 meses1Desempenho das ADRs na NYSE12 meses1-26,6%10,3%-12,1%-18,6% -21,3%IEE IBOVCPFE3-12,6%1T12 1T1315,3 20,020,3 18,4+8,3%35,538,42.5123.935+56,7%Bovespa NYSE Volume médio diáriona BM&FBovespaCPLDow JonesBr20Dow JonesIndex8o ano consecutivoComposição de 2013:• 37 companhias• 16 setoresBM&FBovespa | ISECPFL ingressou na 1acarteira do Índice DowJones SustainabilityEmerging MarketsDJSI Emerging Markets34Desempenho das ações1) Considera o período de 12 meses terminados em Mar-13 Fonte: Economática