Contextos de                                     Aprendizagem11 de Outubro, 2012COIED 2012 – Conferência Online deInformát...
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2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMNos séculos XIX e XX, a educação massificou-se,     inspirando-se nos modelos organizacionais ...
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2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMConciliar CONTEÚDOS e CONTEXTOS                contextos                            conteúdos
2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM       Conciliar CONTEÚDOS e CONTEXTOS    Os conteúdos e os contextos          geram-se mutuam...
2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMMODELO DO EVENTO            •  evento de aprendizagem – situação emDE APRENDIZAGEM            ...
2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM  A ação do professor (se houver professor) é vistasimultaneamente como conteúdo e como contex...
1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM   3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO       4. CASOS ILUSTRATIVOS             ...
3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃOUma agenda de investigação em   Contextos de Aprendizagem      FILOSOFIAS DOS CONTEXTOS:         ...
3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃOUma agenda de investigação em   Contextos de Aprendizagem          SOCIOLOGIAS DOS CONTEXTOS:    ...
3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO                           Uma agenda de investigação em                              Contextos d...
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4. CASOS ILUSTRATIVOS           CASO 1. COMO ORGANIZAR E GERIR GRUPOS                      DE TRABALHO EM B-LEARNING?encon...
4. CASOS ILUSTRATIVOS     CASO 1. COMO ORGANIZAR E GERIR GRUPOS                DE TRABALHO EM B-LEARNING?        O sucesso...
4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 1. COMO ORGANIZAR E GERIR GRUPOS           DE TRABALHO EM B-LEARNING?              Regista propr...
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4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 2. EMPOWERMENT DOS ALUNOS ATRAVÉS              DE AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA   Abordagem de investi...
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4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 3. ENSINO SUPERIOR EM CONTEXTOS SOCIAIS MEDIADOS          PELAS TECNOLOGIAS: DOS LMS PARA O FACE...
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1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM   3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO       4. CASOS ILUSTRATIVOS             ...
5. CONCLUSÕESDESIGN DOS CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM      é cada vez mais a linha de força central             da investigaçã...
FIM                                      Contextos de                                     AprendizagemAs transparências se...
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  1. 1. Contextos de Aprendizagem11 de Outubro, 2012COIED 2012 – Conferência Online deInformática Educacional
  2. 2. Dois caminhos divergiam num bosque, e eu, eu escolhi o menos percorrido,e isso fez toda a diferença Robert Frost (1920) The Road Not Taken
  3. 3. contextos conteúdos
  4. 4. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO 4. CASOS ILUSTRATIVOS 5. CONCLUSÕES
  5. 5. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO 4. CASOS ILUSTRATIVOS 5. CONCLUSÕES
  6. 6. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS Há quinze anos, a maioria dos entusiastas da aprendizagem on-line assegurava que o futuro estava nos conteúdosCriaram-se numerosos projectos de investigação, publicaram-se milhares de artigos científicos, produziram-se centenas de modelos, discutiram-se dezenas de normas, geraram-se terabites de conteúdos O que resultou, de válido, para os nossos dias?
  7. 7. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS Pela mesma altura, divergi desse caminho e defendi que o futuroestá nos contextos de aprendizagem Ensinar é criar contextos onde se possa aprenderAprender é explorar contextos onde onde se possam construir saberes,práticas, culturas e relacionamentos
  8. 8. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS A função central da educação é o design de contextos onde a aprendizagem possa acontecer A função central da aprendizagem é, hoje, o design de contextos onde se possa aprender Quando construímos contextos temos de pensar nos conteúdos, mas os conteúdossó têm valor se usados em contexto
  9. 9. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS Em 2005 desafiámos colegas de outros países ecompilámos as reflexões que partilhávamos na altura
  10. 10. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS Curiosamente, hoje fala-se menos de conteúdos Também não se fala de contextos...... mas as soluções mais promissoras e disruptivas são baseadas em contextos e não em conteúdos
  11. 11. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS os PLEs são contextos os MOOCs são contextosa lógica do ‘user-generated content’ (UGC) baseia-se na concepção de contextos que a tornem possível as redes sociais são contextosas estratégias pedagógicas são contextos
  12. 12. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS O que nós defendemos é que em vez de estudarmos separadamente cada uma das manifestações da realidade dos contextos de aprendizagem: estratégias e práticas pedagógicas em geral, explorações pedagógicas das redes sociais e da inteligência colectiva, PLE, MOOC, UGCo façamos segundo uma abordagem unificada:DESIGN DE CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM
  13. 13. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO 4. CASOS ILUSTRATIVOS 5. CONCLUSÕES
  14. 14. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM Até ao século XVIII, a aprendizagem eram predominantemente contextual Antes da massificação das escolas, aprendia-se e ensinava-se no contexto do dia-a-dia Os próprios profissionais se formavam em tirocíniomestre/aprendiz, no contexto do trabalho profissional Eram processos de aprendizagem ecológicos porque integrados no ambiente social envolvente
  15. 15. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMNos séculos XIX e XX, a educação massificou-se, inspirando-se nos modelos organizacionais mecanicistas da Sociedade Industrial O conhecimento deixou de ser construído pelospróprios aprendentes, em contextos apropriados. Passou a ser “matéria” destinada a ser“transferida” para as cabeças vazias dos aprendentes
  16. 16. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM A “matéria” passou, então, a dividir-se por disciplinas distintas, sem aplicação visível, e a ser “transmitida”, de forma massificada,pela palavra do professor e os textos dos livros Os contextos desapareceram, gradualmente, da educaçãoA aprendizagem transformou-se num processo desintegrado e, como tal, não ecológico
  17. 17. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMParte da atual crise da aprendizagem deve-se ao choque entre esta visão mecanicista da educação e uma civilização cada vez mais relacional e de contextos O grande desafio da educação é hoje o de:
  18. 18. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMConciliar CONTEÚDOS e CONTEXTOS contextos conteúdos
  19. 19. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM Conciliar CONTEÚDOS e CONTEXTOS Os conteúdos e os contextos geram-se mutuamenteNenhum evento de aprendizagem contextos tem sentido se não articular conteúdos e contextos conteúdos TIC na educação significa conteúdos e contextos, e articulação coerente entre eles
  20. 20. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEMMODELO DO EVENTO •  evento de aprendizagem – situação emDE APRENDIZAGEM que um indivíduo aprende (ex.: curso, aula teórica, trabalho laboratorial, discussão de um caso). •  conteúdo – informação estruturada e codificada (ex.: texto, material aprendente multimedia, palavra do professor). •  contexto – conjunto de conteúdo circunstâncias relevantes para a contexto construção do conhecimento (ex.:evento de ambiente da sala de aula, atividadeaprendizagem laboratorial, discussão de um caso).
  21. 21. 2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM A ação do professor (se houver professor) é vistasimultaneamente como conteúdo e como contexto.A infraestrutura tecnológica é vista como contexto. Um conteúdo, entendido como informação codificada, pode ser transferido e partilhado. O aprendente empenha-se em atividades que envolvem o conteúdo e o contexto. As atividades são construídas como encadeamentos de eventos de aprendizagem
  22. 22. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO 4. CASOS ILUSTRATIVOS 5. CONCLUSÕES
  23. 23. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃOUma agenda de investigação em Contextos de Aprendizagem FILOSOFIAS DOS CONTEXTOS: •  Pragmatismo filosófico Peirce, James, Dewey, Rorty, Mead, Joas, etc. •  Teorias dos Sistemas Sociais Adaptativos Complexos Morin, Stacey, etc.
  24. 24. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃOUma agenda de investigação em Contextos de Aprendizagem SOCIOLOGIAS DOS CONTEXTOS: •  Teoria do ator-rede (ANT) Latour, Callon, Law, etc. •  Teoria da actividade Vygotsky, Leont’ev, Engeström, etc. •  Teorias da criatividade e do acasoSternberg, Amabile, Csikszentmihalyi, etc. (são psicólogos, mas interessa a sua contribuição para o estudo da criatividade social)
  25. 25. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO Uma agenda de investigação em Contextos de Aprendizagem PEDAGOGIAS DOS CONTEXTOS: •  Teorias da democracia em educação – John Dewey, etc. •  Teorias da emancipação (empowerment) – Paulo Freire, etc. •  Teorias da aprendizagem transformativa – Jack Mezirow, etc. •  Teorias da andragogia e aprendizagem autónoma – Knowles, etc. •  Teorias da “empowerment evaluation” – Fetterman, etc. •  Teorias da aprendizagem social – Vygotsky, etc.•  Teorias da aprendizagem experiencial e informal – Carl Rogers, etc. •  Teorias das comunidades de prática – Lave, Wenger, etc.
  26. 26. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO Uma agenda de investigação em Contextos de Aprendizagem PRÁTICAS E TÉCNICAS PEDAGÓGICAS CONTEXTUAIS: •  estudos de casos •  aprendizagem-ação•  construção de cenários •  aprendizagem situada •  projectos •  aprendizagem reflexiva •  simulações •  aprendizagem pelo erro •  debates •  aprendizagem acidental •  diálogos dirigidos •  project-based learning •  diálogos socráticos •  flipped learning •  storytelling
  27. 27. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO Uma agenda de investigação em Contextos de AprendizagemAMBIENTES DE APRENDIZAGEM CONTEXTUAIS •  PLE •  PLN •  PKM •  MOOC
  28. 28. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃOUma agenda de investigação em Contextos de Aprendizagem MÉTODOS DE INVESTIGAÇÃO •  estudos de casos •  action-research •  design-based research •  grounded theory •  investigação etnográfica •  etnometodologia •  métodos mistos qualitativos
  29. 29. 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO Uma agenda de investigação em Contextos de Aprendizagem ESTRATÉGIAS E TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO CONTEXTUAL co-avaliação portfólios projectos colaborativos diagnósticos de competênciaconstrução de instrum. de avaliação contratos de aprendizagem avaliação colaborativa de portfólios instrumentos de avaliação amigo de avaliação (rubricas, etc.) equipa de avaliação amiga workshops dramatizações mercados
  30. 30. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO 4. CASOS ILUSTRATIVOS 5. CONCLUSÕES
  31. 31. 4. CASOS ILUSTRATIVOS CASO 1. COMO ORGANIZAR E GERIR GRUPOS DE TRABALHO EM B-LEARNING?encontro em trabalho avaliação constit. colaborat. pelos melhoria espaço grupos (grupos) pares publicação aberto materais debates virtuaisEncontro em Espaço Aberto reflexão individual(Open Space Technology) b-OST (blended OST) evento final propósito mobilizadorsistema social adaptativo complexoabordagem de investigação: design-based researchconsultar, por exemplo: http://fie-conference.org/fie2010/papers/1097.pdf
  32. 32. 4. CASOS ILUSTRATIVOS CASO 1. COMO ORGANIZAR E GERIR GRUPOS DE TRABALHO EM B-LEARNING? O sucesso do Encontro em Espaço Aberto (EEA) não é explicável à luz das teorias sociais tradicionais (determinísticas)É explicável pelas teorias dos sistemas adaptativos sociais complexos, como acontece com os fenómenos de “inteligência colectiva” Faz sentido em contextos sistémicos de abertura, elevado número de interações, localidade de interações, diversidade de pertenças, não- linearidades, evolução temporal, sensibilidade às condições iniciais, regras de interação simples
  33. 33. 4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 1. COMO ORGANIZAR E GERIR GRUPOS DE TRABALHO EM B-LEARNING? Regista propriedades de auto- organização e emergência (criatividade colectiva) e de equilíbrio na “fronteira do caos” EEA foi testado com sucesso em grupos de 10 a 2000 participantes, sem problemas de escalabilidade (nas nossas experiências virtuais: 19 a 151 alunos)
  34. 34. 4. CASOS ILUSTRATIVOS CASO 2. EMPOWERMENT DOS ALUNOS ATRAVÉS DE AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA estratégias colectivas: estratégias pessoais: gestão participativa do curso portfólios projectos colaborativos diagnósticos de competência construção colaborativa de contratos de aprendizagem instrumentos de avaliação instrumentos de avaliaçãoavaliação colaborativa de portfólios (estrelas, rubricas) amigo de avaliação equipa de avaliação amiga
  35. 35. 4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 2. EMPOWERMENT DOS ALUNOS ATRAVÉS DE AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA Abordagem de investigação: action-research consultar, por exemplo: http://bit.ly/IYFBVW Também neste caso se manifestaram condições de abertura, multiplicidade de interações, localidade de interações, diversidade de pertenças, não- linearidades, evolução temporal, sensibilidade às condições iniciais, regras de interação simples
  36. 36. 4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 2. EMPOWERMENT DOS ALUNOS ATRAVÉS DE AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA Outro sistema social adaptativo complexo susceptível de ser concebido e gerido à luz das teorias da complexidade Alguns conceitos centrais: emancipação, co-gestão, co-avaliação, co-organização, co-transformação, inclusão, emoção
  37. 37. 4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 3. ENSINO SUPERIOR EM CONTEXTOS SOCIAIS MEDIADOS PELAS TECNOLOGIAS: DOS LMS PARA O FACEBOOK Moodle Dolphin Facebook + blog Conceitos orientadores: Propostas filosóficas de Dewey sobre democracia e comunidade Propostas de Freire sobre literacia, emancipação e autonomia (individual e colectiva) Reconhecimento da natureza não linear e complexa do contexto explorado
  38. 38. 4. CASOS ILUSTRATIVOSCASO 3. ENSINO SUPERIOR EM CONTEXTOS SOCIAIS MEDIADOS PELAS TECNOLOGIAS: DOS LMS PARA O FACEBOOK Avaliação pelos pares, co-construção dos instrumentos de avaliação Trabalhos de índole profissional, portfólios e rúbricas Abordagem de investigação: action-research consultar, por exemplo: http://bit.ly/Jw3qSw Alguns conceitos centrais: emancipação, co-gestão, co-avaliação, co-organização, co-transformação, democracia, cidadania, política
  39. 39. 1. CONTEXTOS vs CONTEÚDOS2. CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM 3. AGENDA DE INVESTIGAÇÃO 4. CASOS ILUSTRATIVOS 5. CONCLUSÕES
  40. 40. 5. CONCLUSÕESDESIGN DOS CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM é cada vez mais a linha de força central da investigação e da prática em educação e aprendizagem no século XXI
  41. 41. FIM Contextos de AprendizagemAs transparências serão colocadas em:http://www.slideshare.net/adfigueiredoPT11 de Outubro, 2012COIED 2012 – Conferência Online deInformática Educacional
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