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Sondagem Indústria da Construção | Março 2014 | Divulgação 25/04/2014

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Sondagem Indústria da Construção | Março 2014 | Divulgação 25/04/2014

  1. 1. Os indicadores de março mostram que a situação da indústria da construção se mantém desfavorável. O nível de atividade do mês se reduziu (em comparação ao mês anterior), representando a quarta queda consecutiva. A atividade mantém-se também abaixo do usual e o indicador de evolução do número de empregados mostrou nova retração no quadro em março, em comparação a fevereiro. A menor atividade se reflete diretamente nas questões financeiras. Os indicadores mostram insatisfação dos empresários com a situação financeira e com a margem de lucro no primeiro trimestre, sendo a pior avaliação desses quesitos desde o início da série (dezembro de 2009). A percepção de dificuldade no acesso ao crédito também se intensificou. Um dos motivos que levam a essa situação é a falta de demanda. Esse item cresceu em assinalações entre os principais problemas, alcançando 27,8% dos empresários no trimestre. Já é o terceiro problema mais lembrado da indústria da construção, atrás apenas da elevada carga tributária e a falta de trabalhador qualificado. Com relação às expectativas, os indicadores mostram menor otimismo mês após mês. O indicador de abril da expectativa do nível de atividade (54,0 pontos) caiu pelo terceiro mês consecutivo, e encontra-se 4,7 pontos abaixo do mesmo mês do ano anterior. Construção intensifica insatisfação com a situação financeira Destaques ANÁLISE ECONÔMICA Piora na situação financeira é reflexo do mau momento da construção Pág. 2 CAPACIDADE DE OPERAÇÃO UCO fica estável em março Pág. 3 NÍVEL DE ATIVIDADE Atividade cai pelo quarto mês consecutivo Pág. 4 EMPREGO Número de empregados continua caindo Pág. 5 SITUAÇÃO FINANCEIRA Acesso ao crédito continua difícil Pág. 6 PRINCIPAIS PROBLEMAS Falta de demanda é apontada por um em cada quatro empresários Pág. 7 EXPECTATIVAS Otimismo segue em queda em abril Pág. 8 ANÁLISE SETORIAL Obras de infraestrutura é o setor menos otimista Pág. 10 Nível de atividade em relação ao mês anterior Nível de atividade em relação ao usual 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Queda Aumento47,0 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Abaixo Acima43,5 Ano 5 Número 3 Março de 2014 www.cni.org.brInformativo da Confederação Nacional da Indústria SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO ISSN 2317-7322
  2. 2. 2 Ano 5, n.3, Março de 2014 Sondagem Indústria da Construção Piora na situação financeira é reflexo do mau momento da construção ANÁLISE ECONÔMICA A atividade da indústria da construção iniciou o ano de 2014 carregando o baixo desempenho do ano anterior e evidenciando algumas questões que podem ser entendidas como causa e efeito dessa situação. A falta de demanda e a dificuldade no acesso ao crédito estão ligadas diretamente à causa e o efeito percebe-se com a crescente insatisfação com a situação financeira e a margem de lucro operacional. O segmento mostrou retração na atividade e no número de empregados em todos os meses do ano. O indicador de evolução do nível de atividade em comparação ao mês anterior situou-se abaixo da linha divisória dos 50 pontos de janeiro a março, o que representa queda. O último mês em que se observou crescimento na atividade foi março de 2012. Quando comparada à atividade usual para o mês, o desaquecimento fica mais evidente. O indicador de nível de atividade efetivo em relação ao usual situa-se consistentemente abaixo dos 50 pontos por 23 meses consecutivos. Esse desempenho abaixo do esperado é comum aos três portes de empresa, mas é mais evidente entre as pequenas (indicador de 41,7 pontos em março, contra 43,1 para as médias e 44,4 para as grandes). Entre os setores, o mais desaquecido é Obras de infraestrutura, registrando indicador de 41,6 pontos, contra 42,0 para Serviços especializados e 44,1 para Construção de edifícios. Duas questões podem ser percebidas como indicativos de causa para essa situação. Entre os principais problemas da indústria da construção, o item falta de demanda cresceu em assinalações no primeiro trimestre, representando mais de um quarto dos empresários. Além disso, a percepção de dificuldade no acesso ao crédito se intensificou no trimestre, o que prejudica tanto o investimento de longo prazo das empresas como o financiamento das atividades de dia-a-dia. Como resultado, a percepção da situação financeira mostra deterioração no trimestre. Os empresários estão insatisfeitos com a situação financeira e com a margem de lucro operacional, com a pior avaliação desde o início da série histórica em dezembro de 2009. Não há também perspectiva de melhora no curto prazo. Todos os indicadores de expectativa para os próximos seis meses mostram baixo otimismo em abril, com indicadores substancialmente abaixo da média histórica.
  3. 3. 3 Sondagem Indústria da Construção Ano 5, n.3, Março de 2014 UCO fica estável em março CAPACIDADE DE OPERAÇÃO A Utilização da Capacidade de Operação (UCO) ficou estável no mês de março. O indicador situou-se em 69%, mesmo nível de fevereiro. Em comparação a março do ano passado, contudo, o indicador é 1 p.p. inferior. Esse desempenho não foi comum a todos os portes de empresas. Enquanto as grandes empresas mostraram crescimento na UCO (de 70% em fevereiro para 71% em março), as pequenas mostraram queda (de 65% para 62% no mesmo período). As médias mantiveram a UCO em 70%. Evolução da Utilização da Capacidade de Operação Indicador varia no intervalo de 0% a 100%. 69% 0% 100% Mar 2014 69% 0% 100% Fev 2014 0% 100% Jan 2014 Utilização da capacidade de operação – UCO (%) Mensal 70%
  4. 4. 4 Ano 5, n.3, Março de 2014 Sondagem Indústria da Construção O nível de atividade da indústria da construção voltou a cair em março. O indicador de evolução do nível de atividade em comparação ao mês anterior situou-se em 47,0 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica queda. Nível de atividade efetivo em relação ao usual Mensal Abaixo Acima 44,9 43,9 0 10050 43,5 NÍVEL DE ATIVIDADE Evolução do nível de atividade efetivo em relação ao usual Atividade cai pelo quarto mês consecutivo Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam atividade acima do usual. Evolução do nível de atividade Mensal Queda Aumento 46,3 45,8 0 10050 Mar 2014 Fev 2014 Jan 2014 47,0 O nível de atividade também encontra-se abaixo do usual para o mês. O indicador do nível de atividade efetivo em relação ao usual situou-se em 43,5 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que repre- senta desaquecimento. São 23 meses consecutivos de atividade abaixo do usual. Mar 2014 Fev 2014 Jan 2014
  5. 5. 5 Sondagem Indústria da Construção Ano 5, n.3, Março de 2014 O número de empregados da indústria da construção caiu em março. O indicador de evolução do número de empregados situou-se em 46,6 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que significa redução no quadro. Evolução do número de empregados Mensal Queda Aumento 46,5 45,0 0 10050 46,6 EMPREGO Evolução do número de empregados Número de empregados continua caindo Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam aumento. Mar 2014 Fev 2014 Jan 2014
  6. 6. 6 Ano 5, n.3, Março de 2014 Sondagem Indústria da Construção SITUAÇÃO FINANCEIRA Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam satisfação com o lucro e a situação financeira, facilidade no acesso ao crédito e aumento no preço. Insatisfação com a situação financeira fica mais intensa A margem de lucro operacional foi considerada insatisfatória pelos empresários da construção no primeiro trimestre. O indicador situou-se em 41,6 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que significa insatisfação. Essa foi a pior avaliação da margem de lucro operacional desde o início da série em dezembro de 2009. A situação financeira foi considerada insatisfatória no quarto trimestre. O indicador situou-se em 45,7 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que significa insatisfação. Essa foi também a pior avaliação da situação financeira desde o início da série histórica. O acesso ao crédito no trimestre foi considerado difícil, e essa percepção foi mais disseminada entre os empresários. O indicador situou-se em 40,8 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, o que indica dificuldade no acesso ao crédito. Acesso ao crédito, preço dos insumos e matérias-primas e satisfação com a margem de lucro operacional e com a situação financeira Margem de lucro operacional 1º trimestre de 2014 41,6Ruim 0 100 Boa 50 Acesso ao crédito 1º trimestre de 2014 40,8Difícil 0 100 Fácil 50 Situação financeira 1º trimestre de 2014 45,7Ruim 0 100 Boa 50 Preço dos insumos e matérias-primas 1º trimestre de 2014 62,2Queda 0 100 Aumento 50 O preço dos insumos e matérias-primas cresceu em comparação ao trimestre anterior. O indicador situou-se em 62,2 pontos, acima da linha divisória dos 50 pontos, o que indica aumento nos preços. O resultado do primeiro trimestre mostra alta mais intensa e disseminada que no quarto trimestre de 2013 (60,7 pontos), mas inferior ao observado no mesmo trimestre do ano anterior (62,7 pontos).
  7. 7. 7 Sondagem Indústria da Construção Ano 5, n.3, Março de 2014 PRINCIPAIS PROBLEMAS Falta de demanda é apontada por um em cada quatro empresários O destaque entre os itens que mais cresceram entre os principais problemas no primeiro trimestre foi a falta de demanda. O item foi assinalado por 27,8% dos empresá- rios, alcançando o terceiro principal problema da constru- ção. Esse resultado representa uma alta de 9,4 p.p. em comparação ao quarto trimestre de 2013 e de 5,7 p.p. em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. O principal problema da indústria da construção con- tinua a ser a elevada carga tributária, assinalada por 45,3% dos empresários. Apesar disso, o percentual de assinalações caiu tanto em comparação ao trimestre anterior (48,2%) como em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (50,8%). O segundo item mais assinalado foi a falta de mão de obra qualificada, com 41,5%. Esse percentual mostra uma queda em comparação ao observado no quarto tri- mestre de 2013, com 44,5%. O alto custo da mão de obra, que foi quarto item mais as- sinalado, alcançou 26,9% no trimestre. Esse resultado é ligeiramente superior ao trimestre anterior (25,0%), mas 7,6 p.p. inferior ao primeiro trimestre de 2013. Principais problemas enfrentados pela indústria da construção no 1O trimestre de 2014 (%)
  8. 8. 8 Ano 5, n.3, Março de 2014 Sondagem Indústria da Construção EXPECTATIVAS Os empresários estão menos otimistas com relação à evolução do nível de atividade em abril, com indicador em 54,0 pontos. Apesar de estar acima dos 50 pontos (o que indica expectativa positiva), o indicador é 1,3 ponto inferior a março. A expectativa com relação a novos empreendimentos e serviços também ficou menos otimista. O indicador situa-se em 53,7 pontos em abril, acima da linha divisória dos 50 pontos, mas 1,3 ponto abaixo do mês anterior. Otimismo segue em queda em abril Nível de atividade Mensal Novos empreendimentos e serviços Mensal Queda Aumento 55,0 56,3 0 10050 53,7 Queda Aumento 55,3 56,9 0 10050 Abr 2014 Mar 2014 Fev 2014 54,0 Expectativa de evolução do nível de atividade e de novos empreendimentos e serviços Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam expectativa positiva. Abr 2014 Mar 2014 Fev 2014
  9. 9. 9 Sondagem Indústria da Construção Ano 5, n.3, Março de 2014 O baixo otimismo também é observado na expectativa com relação à compra de insumos e matérias-primas. O indicador situa-se em abril em 54,2 pontos, acima da linha divisória dos 50 pontos, mas abaixo da média histórica do indicador. O indicador de expectativa com relação ao número de empregados mostra menor otimismo no aumento do quadro. O indicador situa-se em 52,7 pontos em abril, acima da linha divisória dos 50 pontos, mas 1,4 ponto abaixo do mês anterior. Compras de insumos e matérias-primas Mensal Evolução do número de empregados Mensal Queda Queda Aumento Aumento 54,1 54,1 55,8 55,6 0 0 100 100 50 50 54,2 52,7 EXPECTATIVAS Expectativa de evolução da compra de insumos e matérias-primas e do número de empregados Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam expectativa positiva. Abr 2014 Mar 2014 Fev 2014 Abr 2014 Mar 2014 Fev 2014
  10. 10. 10 Ano 5, n.3, Março de 2014 Sondagem Indústria da Construção ANÁLISE SETORIAL Obras de infraestrutura é o setor menos otimista A menor atividade afeta os três setores da indústria da construção. Contudo, o setor Construção de edifícios mostra situação menos negativa em março. Os três setores mostraram queda na atividade no mês, mas essa queda foi menos disseminada nas empresas da Construção de edifícios. Em comparação à atividade usual, os setores Obras de infraestrutura e Serviços especializados mostram atividade mais desaquecida, com indicadores de 41,6 e 42,0 respectivamente, contra 44,1 para Construção de edifícios. Um destaque negativo é a dificuldade no acesso ao crédito. Os três setores perceberam dificuldade no primeiro trimestre, mas no setor Serviços especializados essa percepção foi amplamente disseminada: indicador de 36,6 pontos, contra 41,5 para Obras de infraestrutura e 41,6 para Construção de edifícios. Quanto às expectativas com relação aos próximos seis meses, os indicadores de abril mostram uma substancial queda no otimismo do setor Obras de infraestrutura. Nível de atividade efetivo em relação ao usual Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam atividade acima do usual.
  11. 11. 11 Sondagem Indústria da Construção Ano 5, n.3, Março de 2014 RESULTADOS POR PORTE E SETOR 1 Indicador varia no intervalo de 0% a 100%. Série iniciada em janeiro de 2012. 2 Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam aumento. 3 Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam atividade acima do usual. 4 Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam situação mais que satisfatória. 5 Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam fácil acesso ao crédito. 6 Indicador varia no intervalo de 0 a 100. Valores acima de 50 indicam expectativa positiva. SITUAÇÃO FINANCEIRA Margem de lucro operacional4 Preço médio das matérias-primas2 Situação financeira4 Acesso ao crédito5 Trimestral Trimestral Trimestral Trimestral I-13 IV-13 I-14 I-13 IV-13 I-14 I-13 IV-13 I-14 I-13 IV-13 I-14 CONSTRUÇÃO CIVIL 44,7 46,6 41,6 62,7 60,7 62,2 48,4 49,8 45,7 45,7 41,9 40,8 POR PORTE PEQUENA 42,9 48,5 42,9 64,3 62,0 61,1 46,1 50,2 44,5 42,9 39,9 42,1 MÉDIA 45,2 45,7 43,7 65,6 61,1 62,4 50,1 49,0 47,8 43,9 39,8 38,5 GRANDE 45,0 46,4 40,0 60,5 60,0 62,5 48,3 50,2 45,0 47,8 43,9 41,6 POR SETOR CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 46,2 46,6 43,4 63,8 62,2 63,9 51,4 50,5 47,3 44,9 41,7 41,6 OBRAS DE INFRAESTRUTURA 43,2 46,7 42,4 65,1 59,2 61,0 46,0 49,4 45,2 45,2 41,0 41,5 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS 42,1 47,1 41,0 63,3 61,1 59,1 45,3 48,2 44,4 42,8 39,4 36,6 EXPECTATIVAS Nível de atividade6 Novos empreendimentos e serviços6 Compras de insumos e matérias-primas6 Número de empregados6 Mensal Mensal Mensal Mensal abr-13 mar-14 abr-14 abr-13 mar-14 abr-14 abr-13 mar-14 abr-14 abr-13 mar-14 abr-14 CONSTRUÇÃO CIVIL 58,7 55,3 54,0 59,2 55,0 53,7 57,5 54,1 54,2 57,4 54,1 52,7 POR PORTE PEQUENA 56,8 54,8 54,0 58,1 53,7 53,3 56,5 53,6 52,7 56,0 54,6 52,4 MÉDIA 59,7 56,8 55,1 58,7 55,5 55,6 59,5 55,8 55,2 57,7 54,8 53,8 GRANDE 58,8 54,6 53,4 59,8 55,1 52,8 56,7 53,4 54,1 57,7 53,6 52,2 POR SETOR CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 58,0 55,7 54,3 58,2 54,7 54,3 57,6 54,9 54,6 56,4 54,0 52,8 OBRAS DE INFRAESTRUTURA 60,9 57,1 53,0 60,9 55,9 51,3 59,4 55,7 52,3 59,1 56,4 51,7 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS 56,7 54,0 55,9 57,3 54,0 57,1 56,9 52,3 55,4 56,3 53,3 54,8 ATIVIDADE UCO (%)1 Nível de atividade2 Atividade em relação ao usual3 Número de empregados2 Mensal Mensal Mensal Mensal mar-13 fev-14 mar-14 mar-13 fev-14 mar-14 mar-13 fev-14 mar-14 mar-13 fev-14 mar-14 CONSTRUÇÃO CIVIL 70% 69% 69% 48,9 46,3 47,0 45,2 44,9 43,5 48,0 46,5 46,6 POR PORTE PEQUENA 61% 65% 62% 45,7 46,9 45,7 41,6 44,4 41,7 47,8 45,9 46,7 MÉDIA 70% 70% 70% 47,0 46,2 46,4 43,4 43,5 43,1 48,6 45,2 46,9 GRANDE 73% 70% 71% 51,1 46,2 47,8 47,6 45,9 44,4 47,8 47,5 46,4 POR SETOR CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS 68% 67% 66% 47,0 47,1 48,2 43,9 44,6 44,1 46,5 46,8 47,0 OBRAS DE INFRAESTRUTURA 67% 68% 67% 49,6 47,4 44,1 43,6 45,1 41,6 50,8 45,7 46,3 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS 70% 72% 71% 45,8 43,9 45,8 43,4 43,0 42,0 48,2 44,3 46,7
  12. 12. Ano 5, n.3, Março de 2014 Sondagem Indústria da Construção SONDAGEM INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO | Publicação Mensal da Confederação Nacional da Indústria - CNI | www.cni.org.br | Diretoria de Políticas e Estratégia - DIRPE | Gerência Executiva de Política Econômica - PEC | Gerente executivo: Flávio Castelo Branco | Gerência Executiva de Pesquisa e Competitividade - GPC | Gerente executivo: Renato da Fonseca | Análise: Danilo César Cascaldi Garcia e Luis Fernando Melo Mendes (CBIC) | Estatística: Roxana Campos e Aretha Silícia Lopez Soares | Informações técnicas: (61) 3317-9472 - Fax: (61) 3317-9456 | Supervisão Gráfica: Núcleo de Editoração CNI | Assinaturas: Serviço de Atendimento ao Cliente - Fone: (61) 3317-9989 - email: sac@cni.org.br. Autorizada a reprodução desde que citada a fonte. Documento elaborado em 24 de abril de 2014. Perfil da amostra: 488 empresas, sendo 165 pequenas, 210 médias e 113 grandes. Período de coleta: De 1º a 10 de abril de 2014. PRINCIPAIS PROBLEMAS POR PORTE E SETOR PRINCIPAIS PROBLEMAS ENFRENTADOS PELA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO 1O TRIMESTRE DE 2014 (%) CONSTRUÇÃO PEQUENAS MÉDIAS GRANDES IV-13 I-14 IV-13 I-14 IV-13 I-14 IV-13 I-14 % % Posição % % Posição % % Posição % % Posição Elevada carga tributária 48,2 45,3 1 48,2 44,1 1 52,7 50,7 1 40,2 36,9 2 Falta de trabalhador qualificado 44,5 41,5 2 43,2 34,2 2 43,3 42,5 2 48,2 50,5 1 Falta de demanda 18,4 27,8 3 20,1 24,2 3 15,9 29,0 3 20,5 30,6 4 Alto custo da mão de obra 25,0 26,9 4 23,0 23,0 4 22,4 27,1 4 32,1 32,4 3 Competição acirrada de mercado 19,0 20,5 5 15,8 16,8 7 18,9 20,3 5 23,2 26,1 5 Condições climáticas 15,5 19,6 6 14,4 22,4 5 16,4 17,9 7 15,2 18,9 6 Taxas de juros elevadas 20,8 18,0 7 21,6 18,0 6 19,4 18,4 6 22,3 17,1 7 Falta de capital de giro 15,5 16,1 8 17,3 15,5 8 15,9 16,9 8 12,5 15,3 8 Inadimplência dos clientes 18,4 15,7 9 18,7 15,5 8 18,9 15,9 9 17,0 15,3 8 Licenciamento ambiental 11,5 11,9 10 8,6 9,3 11 10,0 13,5 10 17,9 12,6 10 Alto custo da matéria-prima 12,4 10,9 11 14,4 11,8 10 11,9 11,1 11 10,7 9,0 11 Outros 4,4 7,3 12 0,7 7,5 13 4,5 6,8 12 8,9 8,1 12 Falta de financiamento de longo prazo 8,4 6,3 13 10,1 8,1 12 7,5 4,8 13 8,0 6,3 13 Disponibilidade de terrenos 3,8 4,0 14 3,6 4,3 14 3,0 2,9 14 5,4 5,4 14 Falta de matéria-prima 4,4 1,0 15 0,7 0,6 16 6,5 1,4 15 5,4 0,9 15 Falta de equipamentos de apoio 1,5 1,0 15 2,9 1,9 15 0,5 0,5 16 1,8 0,9 15 CONSTRUÇÃO CONSTRUÇÃO DE EDIFÍCIOS OBRAS DE INFRAESTRUTURA SERVIÇOS ESPECALIZADOS IV-13 I-14 IV-13 I-14 IV-13 I-14 IV-13 I-14 % % Posição % % Posição % % Posição % % Posição Elevada carga tributária 48,2 45,3 1 45,0 45,2 1 48,5 39,4 1 55,1 52,1 1 Falta de trabalhador qualificado 44,5 41,5 2 45,0 42,2 2 40,3 37,1 2 49,0 45,3 2 Falta de demanda 18,4 27,8 3 18,2 30,0 3 17,9 25,0 4 19,4 26,5 3 Alto custo da mão de obra 25,0 26,9 4 29,5 28,7 4 22,4 26,5 3 18,4 23,9 5 Competição acirrada de mercado 19,0 20,5 5 20,9 20,0 5 19,4 15,9 6 14,3 26,5 3 Condições climáticas 15,5 19,6 6 10,9 15,7 8 20,9 23,5 5 18,4 23,1 6 Taxas de juros elevadas 20,8 18,0 7 20,5 20,0 5 22,4 14,4 8 19,4 17,9 8 Falta de capital de giro 15,5 16,1 8 11,8 16,5 7 16,4 15,9 6 22,4 15,4 9 Inadimplência dos clientes 18,4 15,7 9 13,6 14,3 9 20,9 12,9 9 25,5 21,4 7 Licenciamento ambiental 11,5 11,9 10 16,8 13,9 10 7,5 10,6 10 5,1 9,4 10 Alto custo da matéria-prima 12,4 10,9 11 15,0 13,9 10 10,4 8,3 12 9,2 7,7 11 Outros 4,4 7,3 12 5,5 8,3 13 2,2 9,8 11 5,1 2,6 13 Falta de financiamento de longo prazo 8,4 6,3 13 8,2 9,1 12 9,7 3,0 13 7,1 4,3 12 Disponibilidade de terrenos 3,8 4,0 14 6,4 7,0 14 0,7 2,3 14 2,0 0,0 15 Falta de matéria-prima 4,4 1,0 15 5,0 1,7 15 5,2 0,8 16 2,0 0,0 15 Falta de equipamentos de apoio 1,5 1,0 15 1,4 0,9 16 1,5 1,5 15 2,0 0,9 14

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