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Indicadores Industriais | outubro 2011
 

Indicadores Industriais | outubro 2011

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Edição: Outubro 2011

Edição: Outubro 2011
Periodicidade: Mensal
Código: PEC09

Veja na edição de outubro: Faturamento se descola da atividade industrial.

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    Indicadores Industriais | outubro 2011 Indicadores Industriais | outubro 2011 Document Transcript

    • INDICADORES INDUSTRIAISInformativo da Confederação Nacional da Indústria ISSN 1983-621X Ano 22 Número 10 Outubro de 2011 www.cni.org.brFaturamento se descola da UCI - dessazonalizadaatividade industrial Outubro/2011 100Os Indicadores Industriais de outubro mostram um quadro que vem serepetindo desde o fim do segundo trimestre desse ano. O faturamentoreal mantém uma trajetória de crescimento e se descola das demais 90variáveis de atividade industrial. Em outubro, o indicador dessazonalizadode faturamento aumentou 1,4% frente ao mês anterior. Já as horastrabalhadas e a utilização da capacidade instalada recuaram 0,5% e 0,3 81,4 80 81,7ponto percentual, respectivamente. Mês anteriorO mercado de trabalho voltou a mostrar números favoráveis quanto aoemprego. A variável dessazonalizada, que tinha registrado queda emsetembro, passou a crescer 0,2% em outubro, frente ao mês anterior. Já 70a massa salarial não acompanhou esse desempenho. A forte retração dosrendimentos médios reais – maior queda para meses de outubro desde2006 – resultou na diminuição da massa salarial no mesmo período. 0Indicadores Industriais Brasil - outubro/2011 Variação percentual Out11/ Set11 Jan-Out11/ Indústria de Transformação Out11/ Set11 Out11/ Out10 Dessaz. Jan-Out10 Faturamento real1 -1,0 1,4 6,1 5,4 Horas trabalhadas -0,5 -0,5 -1,1 1,4 Emprego 0,3 0,2 1,3 2,6 Massa salarial real 2 -1,1 - 2,5 5,2 Rendimento médio real2 -1,4 - 1,1 2,6 Percentual médio Out11 Set11 Out10 Utilização da capacidade instalada 83,2 82,9 84,2 Utilização da capacidade instalada - Dessazonalizada 81,4 81,7 82,4 1 Deflator: IPA/OG-FGV 2 Deflator: INPC-IBGE Página 2 Página 3 Página 4 Faturamento real Emprego Análise setorial Horas trabalhadas na produção Massa salarial real Utilização da capacidade instalada Rendimento médio real
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Faturamento real Faturamento real Dessazonalizado Índice base: média 2006=100 130Cinco meses seguidos de crescimento 125• O faturamento real dessazonalizado expandiu 1,4% 120 em outubro, frente ao mês anterior. 115• O indicador segue em expansão a despeito da 110 queda da atividade industrial. 105• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, 100 o faturamento aumentou 6,1%. 95 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11 out/11 Deflator: IPA/OG-FGVHoras trabalhadas na produção Horas trabalhadas na produção DessazonalizadoQueda continua presente Índice base: média 2006=100 115• Após ajuste sazonal, as horas trabalhadas na produção mantiveram a trajetória de queda em outubro (-0,5%), 110 em relação ao mês anterior.• O cenário de moderação da atividade industrial em 105 2011 é claro: o indicador dessazonalizado de horas trabalhadas de outubro é, praticamente, o mesmo do 100 registrado em dezembro de 2010.• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o 95 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11 out/11 índice ampliou a queda para 1,1% em outubro.Utilização da capacidade instalada Utilização da capacidade instaladaMenor nível desde janeiro de 2010 Dessazonalizado Percentual médio 85• A indústria operou, em média, com 81,4% da capacidade instalada em outubro (indicador dessazonalizado), atingindo o menor patamar desde 83 janeiro de 2010. 81• A UCI recuou em seis dos 10 primeiros meses de 2011. Em outubro, a retração foi de 0,3 ponto percentual (p.p.) frente ao mês anterior. 79• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, a 77 UCI recuou 1,0 p.p. – a sétima queda seguida nessa out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11 out/11 comparação. 2
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Emprego Emprego Dessazonalizado Índice base: média 2006=100 116Indicador volta a crescer 113• O emprego dessazonalizado cresceu 0,2% em outubro, frente ao mês anterior 110• Esse movimento, entretanto, não se sobrepôs à queda de 0,3% em setembro, na mesma base de 107 comparação. 104• Comparativamente ao mês do ano anterior, o indicador aumentou 1,3% em outubro. 101 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11 out/11Massa salarial real Massa salarial realQueda é puxada pela perda do rendimento Índice base: média 2006=100 145• A massa salarial real (sem ajuste sazonal) caiu 1,1% em outubro, frente ao mês anterior. 135• Mesmo com a expansão do emprego, a queda desse indicador foi resultado da forte contração dos 125 rendimentos médios reais. 2011 115• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, a massa salarial reduziu o ritmo de crescimento de 2010 8,1% em setembro para 2,5% em outubro. 105 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Deflator: INPC-IBGERendimento médio real Rendimento médio realMaior queda para meses de outubro 125 Índice base: média 2006=100• Os rendimentos médios reais recuaram 1,4% em outubro, em relação ao mês anterior (índice sem ajuste sazonal). 115• Essa foi a maior queda para meses de outubro desde o 2011 início da série, em 2006. 105• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, os 2010 rendimentos médios reais desaceleraram o crescimento de 7,0% em setembro para 1,1% em outubro. 95 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez Deflator: INPC-IBGE 3
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Análise setorialDescompasso entre faturamento e atividadeindustrial se dissemina setorialmenteA atividade dos setores industriais segue em desaceleração Horas trabalhadas na produçãona comparação com o mesmo mês do ano anterior. O Variação frente ao mesmo mês do ano anterior (%)faturamento, no entanto, continua apresentando umcomportamento distinto dos demais indicadores. Amaioria dos setores aponta melhora nessa variável em um Outros equipamentos de transporte 12,6cenário de queda das horas trabalhadas e da utilização dacapacidade instalada. Borracha e plástico 10,0Se em setembro o faturamento recuou em nove setores Mat. eletrônico e comunic. 6,5industriais, em outubro a queda ocorreu em apenas quatro Minerais não metálicos 3,3– Têxteis (-7,9%), Vestuário (-4,1%), Móveis e indústriasdiversas (-3,7%) e Minerais não metálicos (-3,3%). Dos Veículos automotores 3,019 setores considerados, 11 registraram melhora nofaturamento. Em especial, seis mudaram a redução do Metalurgia básica 1,0faturamento em setembro para alta em outubro. Têxteis 1,0As horas trabalhadas na produção recuaram em 12setores industriais – dois a mais do que em setembro. Do -0,2 Químicatotal, 11 setores também registraram piora do indicador– seja queda mais intensa, seja menor crescimento. Os -0,6 Produtos de metalsetores Papel e celulose, Refino e álcool e Máquinas eequipamentos passaram a mostrar retração do indicador -0,6 Máquinas e equipamentosem outubro, ante expansão em setembro. -0,8 Móveis e diversasO número de setores que apresenta aumento na ociosidade -2,3 Refino e álcooldo parque industrial frente ao mesmo mês do ano anteriorse manteve igual (10) entre setembro e outubro. Os setores -2,5 Papel e celulosecom maiores reduções na UCI foram Couros e calçados(-4,7 p.p.), Máquinas e materiais elétricos (-4,0 p.p.) e -2,6 Couros e calçadosMadeira (-3,8 p.p.). -3,3 Alimentos e bebidasO mercado de trabalho ainda mostra sinais positivos para amaioria dos setores considerados. Setores como Veículos -4,1 Edição e impressãoautomotores (7,3%), Máquinas e materiais elétricos(5,6%) e Outros equipamentos de transporte (5,6%) se -4,4 Máquinas e mat. elétricosdestacaram nesse sentido. Dos seis setores com queda -17,1 Vestuáriodo emprego, Madeira (-8,5%), Vestuário (-7,6%) e Refino eálcool (-5,1%) registraram as maiores reduções. -21,6 Madeira 4
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Produtos de metal Outros equipamentos de transporteCrescimento do faturamento não se Desempenho na contramão dareflete na atividade indústriaO setor Produtos de metal é um exemplo claro O setor Outros equipamentos de transportedo descolamento entre o faturamento e as mantém forte tendência de expansão da atividadevariáveis de atividade industrial. Esse setor industrial. O fato de o processo produtivo desseregistrou aumento do faturamento real de setor ser diferente do resto da indústria (de maior27,1% em outubro, frente ao mesmo mês do tempo de produção) explica a manutenção de umano anterior, só perdendo para o setor Outros ritmo de crescimento diferenciado.equipamentos de transporte. O faturamento real aumentou 27,5% em outubroAs horas trabalhadas, assim como o emprego, frente ao mesmo mês do ano anterior – a maior altaapontam um cenário muito distinto do entre os setores. Desde julho de 2010 que essefaturamento. As horas trabalhadas recuaram indicador cresce nessa base de comparação.0,6% entre outubro de 2010 e de 2011 e o As horas trabalhadas registram a maior taxaemprego caiu 2,2% no mesmo período. de expansão entre os 19 setores consideradosOs dois indicadores, que vinham mostrando (12,6%). O emprego também avançou no setor. Emcrescimento de dois dígitos ao longo de 2010, outubro a alta foi de 5,3% – a terceira maior entrepassaram a perder ritmo até mostrar queda. A os setores.redução de outubro foi a segunda seguida para A maior atividade industrial não se mostra naas horas trabalhadas e a quarta para o emprego. utilização da capacidade instalada do setor.Em meio à redução das horas trabalhadas e do Esse indicador registrou queda de 2,6 pontosemprego, a utilização da capacidade instalada percentuais entre outubro de 2010 e de 2011. Essaaumentou de 0,3 ponto percentual frente ao foi a maior retração do indicador desde outubromesmo mês do ano anterior. A continuação de 2005. O recuo da UCI em um cenário de alta dodesse quadro pode indicar falta de investimento emprego e das horas trabalhadas sinaliza ampliaçãono setor. do parque industrial.Indicadores de atividade do setor Indicadores de atividade do setorProdutos de metal Outros equipamentos de transporteVariação (%) frente ao mesmo mês do ano anterior Variação (%) frente ao mesmo mês do ano anterior 27,1 27,5 24,3 12,3 12,6 8,5 4,6 5,3 0,3 -0,5 -0,6 -0,9 -0,2 -1,9 -2,2 -2,6 Faturamento Horas trabalhadas Emprego UCI* Faturamento Horas trabalhadas Emprego UCI* real real setembro outubro setembro outubro* Em pontos percentuais * Em pontos percentuais 5
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Indústria de Transformação - Brasil - série históricaDados originaisFaturamento real* Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 100,3 100,8 109,4 110,2 111,4 114,7 121,0 114,2 121,5 122,1 106,7 101,6 2009 88,0 89,1 108,3 98,7 102,9 106,7 109,0 110,5 115,3 117,5 113,9 115,6 2010 95,3 99,4 123,7 110,8 116,5 117,1 118,8 123,1 126,4 122,8 125,2 122,1 2011 103,7 113,1 125,1 112,9 123,9 123,8 120,8 130,9 131,6 130,3 * Deflator: IPA/OG - FGVHoras trabalhadas na produção Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 100,8 102,3 106,1 109,3 110,2 111,7 114,7 113,8 115,7 117,1 109,3 93,7 2009 93,4 93,8 99,5 97,7 100,0 100,6 103,6 102,3 103,7 106,4 104,6 98,5 2010 96,5 98,6 109,7 105,8 109,6 109,0 111,9 113,4 111,2 111,5 111,4 101,9 2011 100,4 105,0 109,4 106,8 112,6 110,1 111,6 115,3 110,8 110,3Utilização da Capacidade Instalada Percentual médio ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 81,5 81,8 82,6 82,6 83,1 83,1 83,8 83,7 84,4 84,5 82,3 77,7 2009 76,2 76,5 78,4 78,8 80,0 79,7 80,5 81,2 81,8 82,8 82,5 80,1 2010 78,8 78,9 81,9 82,6 83,5 82,9 83,2 83,6 83,4 84,2 84,0 80,6 2011 80,6 81,5 82,3 82,0 83,2 82,6 82,4 83,5 82,9 83,2Emprego Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 105,3 105,5 106,1 107,2 107,7 108,2 108,9 109,2 110,4 110,4 109,3 106,5 2009 105,1 104,0 103,3 103,2 103,3 103,2 103,2 104,4 105,2 105,9 106,3 105,5 2010 105,8 106,8 108,1 108,9 109,6 110,2 110,8 111,9 112,6 112,6 112,5 111,0 2011 110,7 111,3 111,5 112,1 112,7 112,8 113,1 113,6 113,8 114,1Massa salarial real** Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 107,3 105,5 108,5 105,9 106,9 106,1 108,5 106,0 109,8 109,1 115,1 132,9 2009 108,7 105,7 105,5 103,3 103,6 103,0 106,4 102,9 105,7 107,3 115,0 132,4 2010 110,2 108,6 110,6 109,5 111,7 111,0 114,9 112,0 113,0 117,9 122,7 134,9 2011 116,5 115,2 118,3 114,9 116,8 116,1 120,4 116,8 122,2 120,8 ** Deflator: INPC-IBGERendimento médio real** Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 101,9 100,0 102,3 98,8 99,3 98,1 99,6 97,1 99,5 98,8 105,3 124,8 2009 103,4 101,6 102,1 100,1 100,3 99,8 103,1 98,6 100,5 101,3 108,2 125,5 2010 104,2 101,7 102,3 100,6 101,9 100,7 103,7 100,1 100,4 104,7 109,1 121,5 2011 105,2 103,5 106,1 102,5 103,6 102,9 106,5 102,8 107,4 105,9 ** Deflator: INPC-IBGE 6
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Indústria de Transformação - Brasil - série históricaDados dessazonalizadosFaturamento real* Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 99,6 96,9 96,5 101,4 101,5 97,5 99,6 100,6 100,9 101,3 103,1 100,4 2007 102,7 101,1 103,5 102,8 105,5 107,5 103,8 106,4 106,3 106,9 110,4 109,8 2008 113,3 114,8 109,6 113,8 110,5 114,2 116,3 111,0 110,8 109,4 103,0 102,5 2009 101,7 99,8 106,1 101,9 104,4 106,3 104,8 107,4 107,5 110,1 110,0 116,5 2010 112,6 113,9 118,5 114,5 115,6 114,1 116,8 117,0 117,9 117,6 121,0 120,4 2011 119,6 126,5 119,7 121,5 120,0 120,3 121,1 121,5 122,8 124,6 * Deflator: IPA/OG - FGVHoras trabalhadas na produção Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 99,0 98,4 99,1 99,6 100,8 99,1 100,1 100,8 100,4 100,3 101,7 101,1 2007 101,0 100,1 101,5 101,3 104,5 104,8 103,6 104,5 104,9 105,9 106,1 107,1 2008 107,1 108,7 107,3 110,1 107,7 110,8 110,2 110,4 111,7 110,5 107,8 100,2 2009 100,8 99,3 99,5 98,5 98,7 99,7 99,1 98,9 100,9 102,1 103,1 105,0 2010 105,1 105,3 108,5 106,6 107,1 106,9 108,6 108,8 108,4 108,4 109,9 107,3 2011 107,8 110,6 108,3 110,0 108,9 108,1 109,4 109,4 108,0 107,4Utilização da Capacidade Instalada Percentual médio ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 81,0 81,1 80,8 79,0 80,8 80,7 80,1 80,7 80,8 80,4 81,1 81,8 2007 82,4 82,3 82,6 81,8 82,5 82,1 82,0 82,5 81,9 82,7 83,2 83,3 2008 83,9 83,8 83,0 83,0 82,4 82,9 83,4 82,4 83,2 82,7 81,0 79,6 2009 78,6 78,5 78,8 79,2 79,3 79,5 80,1 79,9 80,6 81,0 81,2 82,0 2010 81,2 80,9 82,3 83,0 82,8 82,7 82,8 82,3 82,2 82,4 82,7 82,5 2011 83,0 83,5 82,7 82,4 82,5 82,4 82,0 82,2 81,7 81,4Emprego Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 98,5 98,8 98,9 99,9 100,0 100,1 100,3 100,3 100,3 100,5 100,8 101,4 2007 101,4 101,6 102,5 103,1 103,6 103,8 104,0 104,2 104,5 104,9 105,2 105,7 2008 106,5 106,7 107,1 107,5 107,6 108,1 108,7 108,5 109,2 109,1 108,4 107,3 2009 106,3 105,2 104,3 103,5 103,2 103,1 103,0 103,7 104,0 104,6 105,4 106,3 2010 107,0 108,0 109,1 109,2 109,5 110,1 110,6 111,2 111,4 111,3 111,6 111,8 2011 112,0 112,5 112,5 112,4 112,6 112,7 112,9 112,9 112,6 112,8 Nos resultados dessazonalizados a partir de janeiro de 2011, os modelos e os coeficientes utilizados foram atualizados. Nessa revisão foram considerados os dados disponíveis de janeiro de 2006 a dezembro de 2010. Os parâmetros utilizados na dessazonalização estão disponíveis em www.cni.org.br/indicadoresindustriais 7
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 10, outubro de 2011Indicadores Industriais Brasil - outubro/2011 HORAS UTILIZAÇÃO DA FATURAMENTO MASSA RENDIMENTO TRABALHADAS CAPACIDADE EMPREGO REAL SALARIAL REAL MÉDIO REAL NA PRODUÇÃO INSTALADA (variação em %) (variação em %) (variação em %) (variação em %) (variação em %) (variação em p.p.) Out11/ Jan-Out11/ Out11/ Jan-Out11/ Out11/ Jan-Out11/ Out11/ Jan-Out11/ Out11/ Jan-Out11/ Out11/ Jan-Out11/ Out10 Jan-Out10 Out10 Jan-Out10 Out10 Jan-Out10 Out10 Jan-Out10 Out10 Jan-Out10 Out10 Jan-Out10INDÚSTRIA DE 6,1 5,4 -1,1 1,4 -1,0 0,1 1,3 2,6 2,5 5,2 1,1 2,6TRANSFORMAÇÃOPOR SETOR Alimentos e bebidas 0,9 -0,5 -3,3 -0,3 -3,2 0,1 2,1 1,9 5,0 5,5 2,9 3,6 Têxteis -7,9 -9,4 1,0 1,2 -2,9 -2,8 0,7 0,3 -0,8 -1,9 -1,4 -2,2 Vestuário -4,1 3,5 -17,1 -3,5 2,9 0,8 -7,6 -0,3 -3,6 2,1 4,3 2,4 Couros e calçados 12,3 20,4 -2,6 -1,3 -4,7 -3,5 -3,3 -0,1 1,0 -0,5 4,5 -0,3 Madeira 4,4 -2,6 -21,6 -7,2 -3,8 0,3 -8,5 -5,6 8,4 5,8 18,5 12,2 Papel e celulose 16,5 3,3 -2,5 0,9 0,7 -1,9 0,0 2,6 -0,5 3,8 -0,5 1,1 Edição e impressão 2,0 3,1 -4,1 0,6 -3,1 1,4 -2,3 0,2 -8,2 0,9 -6,1 0,6 Refino e álcool 17,7 2,0 -2,3 0,7 1,8 2,3 -5,1 0,7 9,6 4,9 15,5 4,2 Química 6,5 6,5 -0,2 -3,0 2,5 3,2 3,5 1,8 7,3 6,1 3,7 4,3 Borracha e plástico 1,9 3,1 10,0 8,1 -0,6 -1,1 1,6 3,3 -2,7 0,3 -4,2 -2,9 Minerais não metálicos -3,3 2,1 3,3 5,6 -1,5 -0,4 4,7 5,3 10,2 8,4 5,3 2,9 Metalurgia básica 5,2 1,3 1,0 4,7 2,5 1,6 1,9 5,9 -0,7 0,3 -2,6 -5,4 Produtos de metal 27,1 14,9 -0,6 2,0 0,3 0,0 -2,2 0,3 -1,0 7,2 1,2 6,8 Máquinas e 5,4 5,9 -0,6 3,4 -1,4 -0,2 4,0 5,8 10,8 8,8 6,5 2,7 equipamentos Máq. e materiais elétricos 4,8 7,0 -4,4 -3,2 -4,0 1,1 5,6 5,2 11,3 10,9 5,4 5,4 Material eletr. e de 16,0 22,9 6,5 2,3 1,2 5,0 4,6 4,3 14,8 9,3 9,7 4,9 comunicação Veículos automotores 0,1 5,7 3,0 5,2 1,4 0,2 7,3 7,3 -6,0 7,2 -12,3 -0,1 Outros equip. de 27,5 34,2 12,6 10,9 -2,6 0,4 5,3 7,2 -3,7 8,1 -8,6 0,9 transporte Móveis e diversas -3,7 0,9 -0,8 0,6 0,7 2,2 0,9 1,2 -2,8 2,1 -3,6 0,9 Informações sobre a metodologia estão disponíveis no endereço: www.cni.org.br/indicadoresindustriaisINDICADORES INDUSTRIAIS | Publicação Mensal da Confederação Nacional da Indústria - CNI | Unidade de Política Econômica - PEC | Gerente-executivo:Flávio Castelo Branco | Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento - PAD | Gerente-executivo: Renato da Fonseca | Equipe técnica: Marcelo de Ávila,Maria Angélica Moreira e Edson Velloso | Informações técnicas: (61) 3317-9468 Fax: (61) 3317-9456 indicadores.industriais@cni.org.br | Supervisão Gráfica:DIRCOM | Impressão e acabamento: Reprografia Sistema Indústria | Normalização Bibliográfica: ASCORP/GEDIN | Assinaturas: Serviço de Atendimento aoCliente Fone: (61) 3317-9989 sac@cni.org.br | SBN Quadra 01 Bloco C Ed. Roberto Simonsen Brasília, DF CEP: 70040-903 www.cni.org.brAutorizada a reprodução desde que citada a fonte. Documento elaborado em 2 de dezembro de 2011