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Indicadores industriais - abril 2011

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Pesquisa elaborada pela Confederação Nacional da Indústria....

Pesquisa elaborada pela Confederação Nacional da Indústria.

Inflação reduz massa salarial de trabalhadores em abril de 2011.

Divulga os índices que permitem acompanhar o desempenho e a evolução da atividade industrial brasileira.

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    Indicadores industriais - abril 2011 Indicadores industriais - abril 2011 Document Transcript

    • INDICADORES INDUSTRIAISInformativo da Confederação Nacional da Indústria ISSN 1983-621X Ano 22 Número 4 abril de 2011 www.cni.org.brIndicadores ainda mostram UCI - dessazonalizadaefeitos do calendário Abril/2011 100Os indicadores de atividade industrial mostraram sinaisdiferenciados em abril, após queda em março, evidenciandoainda efeitos do calendário atípico. Os indicadores 90dessazonalizados na comparação com o mês anterior registraramcrescimento tanto para o faturamento real (4,3%) quanto para 82,0as horas trabalhadas (1,5%). O indicador dessazonalizado de 82,4 80utilização da capacidade instalada da indústria, por sua vez, caiu Mês anteriorpelo segundo mês consecutivo, atingindo 82,0%.O emprego dessazonalizado manteve-se estável pelo segundo 70mês seguido, com recuo de apenas 0,1% frente ao mêsanterior. Tanto a massa salarial quanto o rendimento médio realregistraram fortes quedas em abril, considerando os indicadoressem ajustes sazonais. 0Indicadores Industriais Brasil - abril/2011 Variação percentual Abr11/Mar11 Jan-Abr11/ Indústria de Transformação Abr11/Mar11 Abr11/Abr10 dessazonalizado Jan-Abr10 Faturamento real1 -6,9 4,3 4,9 6,5 Horas trabalhadas -2,7 1,5 0,7 2,6 Emprego 0,4 -0,1 2,8 3,7 Massa salarial real 2 -3,5 - 4,3 5,8 Rendimento médio real2 -4,0 - 1,5 2,0 Percentual médio Abr11 Mar11 Abr10 Utilização da Capacidade Instalada 81,6 82,0 82,6 Utilização da Capacidade Instalada - Dessazonalizada 82,0 82,4 83,0 1 Deflator: IPA/OG-FGV 2 Deflator: INPC-IBGE Página 2 Página 3 Página 4 Faturamento real Emprego Análise setorial Horas trabalhadas na produção Massa salarial real Utilização da capacidade instalada Rendimento médio real
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Faturamento real Faturamento real DessazonalizadoIndicador volta a crescer em abril 130 Índice base: média 2006=100 125• O faturamento real dessazonalizado cresceu 4,3% em abril, frente ao mês anterior; 120 115• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o indicador expandiu-se 4,9%; 110 105• Na média dos quatro primeiros meses do ano, o faturamento aumentou 6,5%, frente ao mesmo período 100 do ano anterior; 95 abr/08 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11 Deflator: IPA/OG-FGVHoras trabalhadas na produção Horas trabalhadas na produção DessazonalizadoAlta de abril não recupera perda de março 115 Índice base: média 2006=100• Após recuo de 2,2% em março, o indicador dessazonalizado de horas trabalhadas cresceu 1,5% em 110 abril, na comparação com o mês anterior; 105• Entre os meses de abril de 2010 e de 2011, o indicador expandiu-se apenas 0,7%; 100• Na média de janeiro a abril de 2011, as horas trabalhadas aumentaram 2,6% frente ao mesmo período do ano 95 anterior; abr/08 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11Utilização da Capacidade Instalada Utilização da capacidade instaladaAumenta a ociosidade da indústria Dessazonalizado Percentual médio 85• A indústria operou, em média, com 82,0% da capacidade instalada, no indicador dessazonalizado – queda de 0,4 83 ponto percentual frente a março;• Com o segundo recuo seguido, a UCI atingiu o menor 81 patamar desde fevereiro de 2010; 79• Em relação ao mesmo mês do ano anterior, a UCI caiu 1,0 ponto percentual – a primeira queda desde outubro de 2009, nessa base de comparação; 77 abr/08 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11 2
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Emprego Emprego DessazonalizadoRelativa estabilidade nos dois últimos meses Índice base: média 2006=100 113• Após ajuste sazonal, o emprego ficou estável (-0,1%) em 110 abril, em relação a março; 107• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o emprego mostrou alta de 2,8% em abril; 104• Na média dos quatro primeiros meses do ano, o emprego cresceu 3,7% frente ao mesmo período do 101 ano anterior; abr/08 out/08 abr/09 out/09 abr/10 out/10 abr/11Massa salarial real Massa salarial real Índice base: média 2006=100 145Maior queda mensal para meses de abril 135• A massa salarial real diminuiu em 3,5% em abril, frente a março (indicador sem ajuste sazonal); 125 2011• Essa foi a maior queda para meses de abril desde 2006, 115 início da série histórica; 105 2010• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, a massa salarial desacelerou a expansão de 7,1% em 95 jan fev mar abr mai jun jul ag set out nov dez março para 4,3% em abril; Deflator: INPC-IBGERendimento médio real Rendimento médio realIndicador recua 4,0% em abril 135 Índice base: média 2006=100• O rendimento médio real do trabalhador caiu 4,0% em abril, frente ao mês anterior (indicador sem ajuste 125 sazonal); 115• Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o indicador cresceu apenas 1,5% em abril; 2011 105 2010• Na média de janeiro a abril de 2011, a expansão foi de 95 2,0% em relação ao mesmo período do ano anterior; jan fev mar abr mai jun jul ag set out nov dez Deflator: INPC-IBGE 3
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Análise setorialAtividade industrial segue heterogênea entre os setoresOs indicadores de atividade industrial mostram que Utilização da capacidade instalada dosos setores da indústria de transformação evoluem de setores industriaismaneira bastante diferenciada. Metade da indústria teve Variação frente ao mesmo mês do ano anterior (em pontos percentuais)desempenho positivo, enquanto a outra metade registroudificuldade para crescer. Mat. eletrônico e comunic. 5,6Em abril, dos 19 setores considerados, nove apresentamqueda do faturamento real quando comparados a abril Edição e impressão 2,5de 2010. Algumas alterações na composição setorial sãobastante significativas na passagem de março para abril. Máq., apar. e mat. elétricos 2,3 Móveis e diversas 1,7O faturamento do setor Madeira, que recuou 1,5% emmarço, intensificou a queda para 22,0% em abril frente Produtos químicos 1,7aos mesmos meses do ano anterior. Situação semelhanteocorreu com o setor Máquinas, aparelhos e materiais Metalurgia básica 1,3elétricos (de -1,2% em março para -10,9% em abril). Naoutra ponta, o setor de Refino e álcool passou de um Outros equip. de transporte 0,7aumento do faturamento de 1,9%, em março, para umaalta de 50,9% em abril. Refino e álcool 0,4A situação na indústria de transformação também é Madeira 0bastante dividida em termos de uso da capacidadeinstalada. Os setores Material eletrônico e de Vestuário 0comunicação, com aumento de 5,6 pontos percentuais -0,9 Produtos de metal(p.p.) da UCI, Edição e impressão (+2,5 p.p.) e Máquinas,aparelhos e materiais elétricos (+2,3 p.p.) se destacam -1 Máquinas e equipamentosna comparação com abril de 2010. -1,6 Borracha e plásticoOutros nove setores mostraram maior ociosidade doparque industrial. Desses, os destaques ficaram por -1,7 Papel e celuloseconta de Couros e calçados (-4,0 p.p.), Têxteis (-3,5 p.p.) e -2,1 Alimentos e bebidasVeículos automotores (-3,2 p.p.). -2,5 Minerais não-metálicosA situação diferenciada também se reflete no mercado detrabalho da indústria, embora a maioria dos segmentos -3,2 Veículos automotoresindustriais mostre alta no emprego na comparaçãocom abril de 2010. Metade dos setores reduziu o ritmo -3,5 Têxteisde aumento do emprego nessa base de comparação.Os destaques da desaceleração do emprego foram os -4 Couros e calçadossetores Couros e calçados e Edição e impressão. 4
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Veículos automotores MadeiraMaior atividade e maturação dos Extrema dificuldade deinvestimentos competitividadeO setor de Veículos automotores se destacou no O setor Madeira vem mostrando ao longo dos anosmês de abril por passar a mostrar crescimento muita dificuldade para crescer. O faturamento real dessedo faturamento (0,8%) e do número de horas segmento recuou 22,0% em abril, na comparação comtrabalhadas (4,6%) entre abril de 2010 e de 2011. o mesmo mês do ano anterior, evidenciando a perda deEm março, os dois indicadores registraram queda competitividade do setor.de 2,7% e 2,6%, respectivamente, na mesma As horas trabalhadas nos últimos anos vêm recuandobase de comparação. de forma quase que ininterrupta na comparação comQuanto ao emprego, observou-se leve o mesmo mês do ano anterior. Nos últimos 76 mesesdesaceleração do crescimento, que passou – ou seja, desde 2005 –, as horas trabalhadas nãode 8,2% em março para 7,9% em abril, frente registraram queda em apenas quatro meses.aos mesmos meses do ano anterior. A massa A utilização da capacidade instalada do setor, que jásalarial real dos trabalhadores do setor cresceu vinha se reduzindo antes da crise, não mostra sinais de5,6% em abril – na mesma base de comparação recuperação. Nos últimos 10 meses, em nove deles a–, o que está acima da média da indústria de utilização da capacidade instalada caiu na comparaçãotransformação (4,3%). com o mesmo mês do ano anterior, o que mostra que oNos últimos dois meses o uso da capacidade setor trabalha com muita ociosidade.instalada é menor do que o registrado no mesmo Nessa situação, a redução do emprego é umamês do ano anterior. Em abril, a UCI desse conseqüência. Há 74 meses que o emprego registrasegmento ficou 3,2 pontos percentuais inferior ao queda na comparação com o mesmo mês do anoregistrado em abril de 2010. Esse comportamento anterior. Em abril esse indicador recuou 8,4% frente ado setor sugere a maturação de investimentos abril de 2010.realizados anteriormente.Utilização da capacidade instalada do setor Utilização da capacidade instalada do setorVeículos automotores MadeiraDados sem ajuste sazonal Dados sem ajuste sazonal95 8590 8085 7580 7075 6570 60 abr/08 ago/08 dez/08 abr/09 ago/09 dez/09 abr/10 ago/10 dez/10 abr/11 abr/08 ago/08 dez/08 abr/09 ago/09 dez/09 abr/10 ago/10 dez/10 abr/11 5
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Indústria de Transformação - Brasil - série históricaDados originaisFaturamento real* Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 100,3 100,8 109,4 110,2 111,4 114,6 121,0 114,2 121,4 122,1 106,7 101,5 2009 88,1 89,1 108,3 98,7 102,9 106,7 109,0 110,5 115,3 117,5 113,8 115,6 2010 95,3 99,4 123,6 110,9 116,5 117,1 118,8 123,1 126,4 122,8 125,3 122,1 2011 102,9 112,9 124,9 116,3 * Deflator: IPA/OG - FGVHoras trabalhadas na produção Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 100,8 102,3 106,0 109,2 110,1 111,6 114,6 113,7 115,6 117,0 109,2 93,6 2009 93,3 93,7 99,5 97,7 99,9 100,6 103,5 102,2 103,6 106,4 104,6 98,4 2010 96,5 98,5 109,6 105,7 109,5 109,0 111,8 113,3 111,2 111,4 111,3 101,9 2011 100,4 105,0 109,3 106,4Utilização da Capacidade Instalada Percentual médio ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 81,5 81,8 82,6 82,6 83,1 83,1 83,8 83,7 84,4 84,5 82,3 77,7 2009 76,2 76,5 78,4 78,8 80,0 79,7 80,5 81,2 81,8 82,8 82,5 80,1 2010 78,8 78,9 81,9 82,6 83,5 82,9 83,2 83,6 83,4 84,2 84,0 80,6 2011 80,6 81,4 82,0 81,6Emprego Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 105,3 105,4 106,1 107,1 107,7 108,2 108,8 109,2 110,4 110,4 109,3 106,4 2009 105,1 104,0 103,2 103,1 103,3 103,2 103,2 104,4 105,1 105,8 106,2 105,4 2010 105,7 106,7 108,1 108,8 109,5 110,1 110,7 111,9 112,5 112,5 112,4 111,0 2011 110,7 111,2 111,4 111,9Massa salarial real** Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 107,3 105,5 108,5 105,9 106,8 106,1 108,5 106,0 109,8 109,0 115,1 132,9 2009 108,7 105,7 105,5 103,3 103,5 103,0 106,4 102,9 105,6 107,3 114,9 132,4 2010 110,2 108,6 110,5 109,5 111,7 111,0 114,9 111,9 113,0 117,9 122,6 134,9 2011 116,5 115,1 118,4 114,2 ** Deflator: INPC-IBGERendimento médio real** Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2008 101,9 100,1 102,3 98,9 99,2 98,1 99,7 97,1 99,5 98,7 105,3 124,9 2009 103,4 101,6 102,2 100,2 100,2 99,8 103,1 98,6 100,5 101,4 108,2 125,6 2010 104,3 101,8 102,2 100,6 102,0 100,8 103,8 100,0 100,4 104,8 109,1 121,5 2011 105,2 103,5 106,3 102,1 ** Deflator: INPC-IBGE 6
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Indústria de Transformação - Brasil - série históricaDados dessazonalizadosFaturamento real* Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 100,0 97,2 97,0 101,2 101,2 97,2 99,3 100,4 100,9 101,3 103,2 100,5 2007 103,0 101,4 103,8 102,7 105,2 107,2 103,5 106,3 106,3 106,9 110,5 110,0 2008 113,7 115,1 110,0 113,6 110,1 113,8 116,0 110,8 110,8 109,4 103,1 102,5 2009 102,1 100,2 106,5 101,8 104,0 106,0 104,5 107,2 107,6 110,1 109,9 116,7 2010 113,0 114,2 118,9 114,3 115,2 113,8 116,5 116,8 117,9 117,6 121,1 120,6 2011 119,3 126,9 120,1 125,3 * Deflator: IPA/OG - FGVHoras trabalhadas na produção Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 98,9 98,4 99,1 99,9 100,8 98,8 100,3 100,8 100,2 100,2 101,6 101,1 2007 100,9 100,2 101,6 101,4 104,4 104,7 103,6 104,4 104,7 105,7 105,9 107,2 2008 107,0 108,8 107,4 110,2 107,6 110,5 110,1 110,4 111,3 110,2 107,6 100,1 2009 100,8 99,3 99,7 98,7 98,6 99,5 99,0 98,9 100,5 102,0 103,0 104,9 2010 105,2 105,3 108,5 106,7 107,0 106,6 108,5 108,7 108,1 108,3 109,7 107,2 2011 107,9 110,6 108,2 109,8Utilização da Capacidade Instalada Percentual médio ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 80,9 81,1 80,8 79,0 80,9 80,8 80,1 80,8 80,7 80,3 81,0 81,7 2007 82,2 82,2 82,6 81,8 82,6 82,1 82,0 82,5 81,8 82,6 83,1 83,2 2008 83,8 83,8 83,0 83,0 82,5 83,0 83,4 82,5 83,1 82,6 80,9 79,5 2009 78,6 78,5 78,8 79,2 79,4 79,6 80,1 80,0 80,5 80,9 81,1 81,9 2010 81,2 80,9 82,3 83,0 82,9 82,8 82,8 82,4 82,1 82,3 82,6 82,4 2011 82,9 83,4 82,4 82,0Emprego Índice base fixa: média 2006=100 ano/mês jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez 2006 98,5 98,8 98,9 100,0 100,1 100,2 100,3 100,2 100,2 100,5 100,8 101,4 2007 101,4 101,6 102,4 103,2 103,7 103,9 104,0 104,1 104,4 104,8 105,2 105,7 2008 106,5 106,6 107,1 107,5 107,7 108,2 108,6 108,4 109,1 109,1 108,4 107,2 2009 106,3 105,2 104,2 103,5 103,3 103,2 103,0 103,6 103,8 104,5 105,3 106,2 2010 106,9 107,9 109,1 109,2 109,5 110,1 110,5 111,1 111,2 111,2 111,5 111,8 2011 111,9 112,4 112,4 112,3 Nos resultados dessazonalizados a partir de janeiro de 2011, os modelos e os coeficientes utilizados foram atualizados. Nessa revisão foram considerados os dados disponíveis de janeiro de 2006 a dezembro de 2010. Os parâmetros utilizados na dessazonalização estão disponíveis em www.cni.org.br/indicadoresindustriais 7
    • IndIcadores IndustrIaIs Ano 22, n. 4, abril de 2011Indicadores Industriais Brasil - abril/2011 Horas utilização da Faturamento massa rendimento trabalHadas CapaCidade emprego real salarial real mÉdio real na produção instalada (variação em %) (variação em %) (variação em %) (variação em %) (variação em %) (variação em p.p.) Abr11/ Jan-Abr11/ Abr11/ Jan-Abr11/ Abr11/ Jan-Abr11/ Abr11/ Jan-Abr11/ Abr11/ Jan-Abr11/ Abr11/ Jan-Abr11/ Abr10 Jan-Abr10 Abr10 Jan-Abr10 Abr10 Jan-Abr10 Abr10 Jan-Abr10 Abr10 Jan-Abr10 Abr10 Jan-Abr10 indÚstria de 4,9 6,5 0,7 2,6 -1,0 0,9 2,8 3,7 4,3 5,8 1,5 2,0 transFormação por setor Alimentos e bebidas -2,8 -0,8 -0,3 0,3 -2,1 2,6 1,8 2,0 3,9 4,7 2,1 2,7 Têxteis -16,6 -8,7 2,5 3,2 -3,5 -2,0 1,1 1,5 -3,1 -0,8 -4,1 -2,3 Vestuário -1,8 4,6 -7,3 -1,8 0,0 0,0 0,8 1,8 2,8 1,0 1,9 -0,8 Couros e calçados 17,5 25,5 -5,3 -0,5 -4,0 -3,1 0,1 2,0 -2,7 -0,6 -2,8 -2,5 Madeira -22,0 -6,7 -12,0 -6,5 0,0 -1,3 -8,4 -5,5 5,5 6,2 15,1 12,4 Papel e celulose 0,2 -1,9 2,1 1,7 -1,7 -2,0 3,9 3,8 2,5 6,6 -1,4 2,8 Edição e impressão -1,1 9,8 1,4 3,0 2,5 5,0 0,5 3,1 4,4 4,8 3,8 1,6 Refino e álcool 50,9 17,8 -2,6 -0,8 0,4 5,1 -1,6 0,6 0,1 2,0 1,8 1,4 Química 1,1 7,5 -6,4 -5,0 1,7 3,2 0,6 1,0 -3,2 4,8 -3,7 3,7 Borracha e plástico -0,4 4,3 7,8 9,2 -1,6 -0,8 4,4 5,2 5,2 2,9 0,7 -2,2 Minerais não-metálicos -0,9 2,6 7,0 8,0 -2,5 -1,0 5,5 5,5 9,0 9,8 3,4 4,0 Metalurgia básica 7,0 1,3 5,4 6,4 1,3 1,8 7,5 8,3 -0,2 0,0 -7,2 -7,7 Produtos de metal 5,8 12,5 0,4 4,6 -0,9 0,5 -0,2 1,6 14,9 10,7 15,2 8,9 Máquinas e 3,7 4,7 2,1 5,6 -1,0 0,4 6,5 7,9 7,5 8,6 1,0 0,6 equipamentos Máq. e materiais elétricos -10,9 2,4 -2,8 -2,2 2,3 2,8 7,8 6,7 -0,8 9,4 -7,9 2,6 Material eletr. e de -1,7 17,8 -2,1 1,1 5,6 8,0 1,6 1,9 26,0 11,0 24,1 8,8 comunicação Veículos automotores 0,8 6,7 4,6 6,7 -3,2 -0,5 7,9 8,5 5,6 7,0 -2,1 -1,4 Outros equip. de 36,6 45,6 11,8 15,0 0,7 1,0 8,7 9,4 17,1 16,3 7,7 6,3 transporte Móveis e diversas 5,8 -6,0 2,5 3,1 1,7 1,5 1,8 3,6 3,1 5,9 1,3 2,1 Informações sobre a metodologia estão disponíveis no endereço: www.cni.org.br/indicadoresindustriaisINDICADORES INDUSTRIAIS | Publicação Mensal da Confederação Nacional da Indústria - CNI | Unidade de Política Econômica - PEC | Gerente-executivo: Flávio CasteloBranco | Unidade de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento - PAD | Gerente-executivo: Renato da Fonseca | Análise: Marcelo de Ávila | Estatística: Maria AngélicaMoreira e Edson Velloso | Informações técnicas: (61) 3317-9468 Fax: (61) 3317-9456 indicadores.industriais@cni.org.br | Supervisão Gráfica: Núcleo deEditoração CNI | Impressão e acabamento: Reprografia Sistema Indústria | Normalização Bibliográfica: Área Compartilhada de Informação e Documentação- ACIND | Assinaturas: Serviço de Atendimento ao Cliente Fone: (61) 3317-9989 sac@cni.org.br | SBN Quadra 01 Bloco C Ed. Roberto SimonsenBrasília, DF CEP: 70040-903 www.cni.org.br | Autorizada a reprodução desde que citada a fonte. Documento elaborado em 6 de junho de 2011