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P.I.G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO
 

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P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO:
Método autodidata de interpretar uma situação importante em que os pais perceberam que os filhos ou filhas, apresentaram uma síndrome muito frequente, (P. I. G.), que terá consequências marcantes em diversas áreas do organismo humano, desde a concepção fetal, até a fase adulta, e na maioria das vezes sem reversão, mas é possível em parte prevenir com um excelente pré – natal.
3ª Edição
Dr.João Santos Caio Jr e Dra Henriqueta Verlangieri Caio

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    P.I.G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO P.I.G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO Document Transcript

    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOP.I.G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DEFETO A ADULTODR. JOÃO SANTOS CAIO JR.DRA.HENRIQUETA V. CAIO1-ÍNDICE2-SINOPSE - P. I. G., PEQUENO PARA IDADEGESTACIONAL DE FETO A FASE ADULTA: 3-OBESIDADE RELEVANTE; HIPOTIREOIDISMO DEHASHIMOTO, TIREOIDITE DE HASHIMOTO, LINFOCITOSECRÔNICA DE CÉLULAS TIREOIDIANAS, MOLÉSTIAAUTOIMUNE MUITO FREQUENTE. 4-HIPOTIREOIDISMO PODE LEVAR À HIPERTENSÃOARTERIAL SISTÊMICA (PRESSÃO ALTA) DEVIDO À FALTAOU DEFICIÊNCIA DOS HORMÔNIOS T4 – LEVOTIROXINA EEM T3 - TRIIODOTIRONINA (HORMÔNIOSTIREOIDIANOS).5-É INDICADO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, HGH(SOMATROPINA), CRIANÇAS PIG-(PEQUENAS PARA IDADEGESTACIONAL), HIPOTIREOIDISMO.6-A DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO (GH)NA INFÂNCIA LEVA AS CRIANÇAS À BAIXA ESTATURA.7- A GESTAÇÃO É UM PERIODO MUITO CRITICO PARA AMULHER, E É NESTA FASE QUE DOENÇAS OU SITUAÇÕES. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO8- QUANTOS ULTRASSONS SÃO NECESSÁRIOS DURANTE AGRAVIDEZ?9- ULTRASSOM NO PRIMEIRO TRIMESTRE:10- DESCARTAR UM ABORTO ESPONTÂNEO:11- DETERMINAR A IDADE GESTACIONAL:12- DETERMINAR SE HÁ MAIS DE UM BEBÊ:13- ULTRASSOM NO SEGUNDO TRIMESTRE:14- ULTRASSOM NO SEGUNDO TRIMESTRE:15- TRANSLUCÊNCIA NUCAL16- DESCARTAR GRAVIDEZ ECTÓPICA OU MOLAR17- DETERMINAR A IDADE GESTACIONAL18- ULTRASSOM MORFOLÓGICO19- ULTRASSOM NO TERCEIRO TRIMESTRE20- E SE O ULTRASSOM MOSTRAR ALGUM PROBLEMA?21- BIBLIOGRAFIA ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOP. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DEFETO A ADULTO:Método autodidata de interpretar uma situação importanteem que os pais perceberam que os filhos ou filhas,apresentaram uma síndrome muito frequente, (P. I. G.),que terá consequências marcantes em diversas áreas doorganismo humano, desde a concepção fetal, até a faseadulta, e na maioria das vezes sem reversão, mas épossível em parte prevenir com um excelente pré – natal.1ª EdiçãoDr.João Santos Caio Jr e Dra Henriqueta Verlangieri Caio ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN SÃO PAULO – BRASIL Editoração Suelene Quidicomo ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO ANTES DE COMEÇARSINOPSE - P. I. G., PEQUENO PARA IDADEGESTACIONAL DE FETO A FASE ADULTA:Em Antropologia e na Arqueologia já há uma história críticasobre a aproximação entre evolução humana e ciênciassociais de pelo menos 60 anos. Se considerarmos umperíodo de tempo evolutivo, sabe-se que ele não é pequenoem nosso planeta. Entretanto se considerarmos apenas os10.000 mil últimos anos de existência da raça humana edescartando os anos precursores, a raça humana temevoluído de forma substancial e importante, quandoconsideramos baixa estatura e a progressão para umaestatura mais atualizada nos últimos anos. O gigante destruidor da civilização Azteca no México, o capitão Hernán Cortés, Líder militar e aventureiro espanhol (1485- 2/12/1547). Hernán Cortés, ou Hernando Cortés, nasce em Medellín. Aos 19 anos, viaja para a ilha de Hispaniola, hoje dividida entre o Haiti e a República Dominicana.Em 1511 participa da conquista de Cuba, onde seria oficialdo Tesouro. Cheio de prestígio é nomeado capitão geral daexpedição espanhola de conquista do México. Parte em1519 com 11 navios e mais de 508 soldados. Desembarcana península de Yucatán, onde funda a cidade de Vera ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOCruz, apossando-se do Reino de Tlaxcala. Pois é, possuíaapenas 1,54 cm de estatura, portanto sem duvida era umP.I.G. (pequeno para a idade gestacional), mas umcarrasco de muitos metros.Bom, este fato é apenas para ilustra que ser P.I.G.necessariamente não é uma doença orgânica.Mas isto de forma alguma significa que a complexidade, emsi, seja premiada pela evolução..Para fins práticos, consideramos P.I.G. fetos a termo quepossuam ao redor de menos de 50 cm de comprimento aonascer, e inferior a 3 kilos de peso.O que temos observado é que crianças infanto juvenilindependente do fato de ter que ser observado os fatoresparentais, possui tendência de evoluir com aumento doíndice de massa corporal, (obesos), o que acarreta em suaexistência o aparecimento de diversas doenças em geralgrave conforme descritas. Portanto o fator de ser P.I.G.pequeno para idade gestacional não se encerra com onascimento fora dos padrões da média dos humanos, masuma coletânea de efeitos colaterais o marcará para o restode sua vida.Diretor Científico do Departamento Van Der Häägen CiênciaAvançada – São Paulo – Brasil. Dra. Henriqueta V. CaioChefe Depto. Medicina Interna CRM 20611 – São PauloBrasil. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOA perfeição dos humanos é uma maravilha acima dequalquer imaginação. A sutileza e o mecanismo, sepensarmos de forma simplista, parece nunca ter ocorridoum up grade onde a eficiência de humanos apresenta umasuperação. Mas este detalhe não é verdadeiro, poisdiariamente nosso organismo apresenta micro mutaçõesque fazem com que toda essa engrenagem complexa seauto - supere de forma espontânea ou mesmo com aevolução científica dos próprios humanos, que, diga-se depassagem, é a única espécie topo da cadeia da vida queconsegue influenciar a natureza, seja para o bem ou para omau.Entretanto essa maravilha da natureza é de uma fragilidadesignificativa, e que pode iniciar – se pelos seus geneschegando até ao meio ambiente em que vive influenciarsua eficiência.A glândula tireoide, órgão vital na distribuição de todos oshormônios importantes da economia orgânica deve seracompanhado par e passo durante a vida concebida, mas aimportância não é menor na fase adulta. O hipotireoidismoé uma moléstia muito comum e frequente e provocadiversos estragos em humanos. O hipotireoidismo pode serum dos fatores responsáveis pelo descolamento da placentafetal, provocando assim um desastre significativo, e emqualquer intensidade pode ser responsável pelo abortoespontâneo. Outras moléstias que comprometem a vidafetal e adulta é a moléstia de Hashimoto, ouhipotireoidismo de Hashimoto ou linfocitose crônica decélulas tireoidianas, moléstia autoimune muito frequente. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOOBESIDADE RELEVANTE; HIPOTIREOIDISMO DEHASHIMOTO, TIREOIDITE DE HASHIMOTO,LINFOCITOSE CRÔNICA DE CÉLULASTIREOIDIANAS, MOLÉSTIA AUTOIMUNE MUITOFREQUENTE.QUE PROVOCA ABORTO ESPONTÂNEO EMGESTANTES, DEVIDO AO COMPROMETIMENTO DAPLACENTA, É UM HIPOTIREOIDISMO GRAVE SE NÃOTRATADO.O hipotireoidismo de Hashimoto, é uma das doenças maiscomuns em tireoide de mulheres, é uma moléstiaautoimune ou de autoagressão nos pacientes, ao serpalpado não é tão evidente como outros tipos dehipotireoidismo relevantes. Não possuem um aumentosignificativo do diâmetro do pescoço como em outroshipotireoidismos relevantes, e os nódulos palpáveis sãoraros. Gradativamente pode ocorrer uma diminuição datireoide por processos autoimunes, e também nãocomprime as estruturas do pescoço como a laringe etc., éfrequentemente de fácil diagnóstico e levar anos para serefetuado, pois existem necessidades de se efetuar osexames específicos para tireoidites autoimunes como, entreos anticorpos antitireoidea deve ser preferida a realizaçãoda pesquisa de anticorpos antitireoperoxidase (anticorposanti-TPO), podendo também ser realizados os anticorposantimicrossomais e antitireoglobulina, embora com menorsensibilidade diagnóstica, e fazer exames para diagnósticosdiferenciais, pois os fatores auto-imunes ficam bem claros.No caso de hipotireoidismo relevante de Hashimoto podeocorrer o aparecimento de gânglios regionais nasproximidades da tireoide devido ao processoinflamatório que ocorre na glândula tireoide ou mesmo para ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOo paciente pode ser uma moléstia silenciosa e pode serassintomática apesar de sua importância nos diversosdesencadeamentos de outras doenças concomitantes. ATireoidite crônica de Hashimoto é uma doença relevante datireoide, recebeu este nome por homenagem ao médicojaponês Y. Hashimoto que descreveu os achadosde glândulas tireoide extremamente inflamadas, duras, noexame necroscópico (após êxito letal). Notou o pesquisadorjaponês que as tireoides estavam invadidas por célulasbrancas da circulação (linfócitos) e com suas unidadesfuncionais células (folículos) destruídas. Tudo isto foipublicado em 1909 em uma revista alemã "Arkiv VonPathologie". A doença não é contraída, como se fosse umagripe, uma dor de garganta.A predisposição para ter a Tireoidite crônica está embutidanos genes que herdamos de nossos antepassados. Écomum se verificar a presença de Tireoidite de Hashimotoem avó, mãe, tia e filha, mostrando o caráter genético damoléstia. Vários genes seriam responsáveis por estadoença, o que caracteriza o que se chama de HerançaPoligênica (diversos genes). Basicamente a Tireoidite deHashimoto incide oito vezes mais em mulheres do que emhomens. Admite-se que sucessivas gravidezes e partostenham papel desencadeante, é uma doença da tireoideque leva ao Hipotireoidismo ou Tireoidite de Hashimoto oulinfocitose crônica de células tireoidianas e é uma doençada tireoide relevante. O excesso de iodo na alimentação, oconsumo de remédios que contenham iodo, o uso repetidode contrastes radiológicos contendo iodo, podem fazereclodir Tireoidite de Hashimoto (portanto, excesso de iodoé fator desencadeante), todos esses motivos a enquadramcomo hipotireoidismo relevante. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOO uso médico de certos fármacos como o Interferon (usadoem hepatites) pode levar a maior agressividade do sistemaimunitário e desencadear Tireoidite de Hashimoto.Portanto, nunca deixe de relatar ao endocrinologista ouclínica. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOHIPOTIREOIDISMO PODE LEVAR À HIPERTENSÃOARTERIAL SISTÊMICA (PRESSÃO ALTA) DEVIDO ÀFALTA OU DEFICIÊNCIA DOS HORMÔNIOS T4 –LEVOTIROXINA E EM T3 - TRIIODOTIRONINA(HORMÔNIOS TIREOIDIANOS).LEVANDO À RESISTÊNCIA VASCULAR PERIFÉRICA,MAS PODE SER REVERTIDA COM A REPOSIÇÃO DOSHORMÔNIOS TIREOIDIANOS, EVITANDO OHIPOTIREOIDISMO RELEVANTE.O hipotireoidismo relevante tem sido reconhecido comouma causa de hipertensão arterial secundária. O tipo maiscomum de hipotireoidismo é o causado por falha primáriada glândula tireoide. Causas básicas de hipotireoidismorelevante primário são autoimunes, tireoidite silenciosa,pós-retirada da tireoide, bócio, doença não autoimune (porex., Riedel), subaguda e subclínica. A tireoidite autoimunelinfocítica crônica (doença de Hashimoto) é a causa maiscomum de disfunção da glândula tireoide. A substituiçãode hormônios da tireoide reduz a pressão arterial e o riscocardiovascular total. Efeitos similares também foramdescritos no hipotireoidismo subclínico. Para exercer suaatividade celular, o T4 – levotiroxina é convertido em T3 –triiodotironina através da ação enzimática da iodotironinadesiodase. Os dois tipos de iodotironina desiodase, (DI) eiodotironina desiodase (DII), são expressos em diferentestecidos. A (DI) foi encontrado na glândula tireoide, fígado,rins e outros tecidos e a (DII) em um número limitado detecidos, tais como o sistema nervoso central, tecidohipofisário anterior, musculoesquelético humano ena gordura marrom em ratos. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOA iodotironina desiodase (DI) é conhecida por diminuir suaatividade no hipotireoidismo e pode desempenhar um papelfundamental na regulação dos níveis circulantes de T3 –triiodotironina , enquanto a iodotironina desiodase (DII)tem sua atividade aumentada no hipotireoidismo e,provavelmente, regula as concentrações intracelulares deT3 – triiodotironina . A triiodotironina representa o agentetireoidiano metabolicamente ativo que possivelmente temum efeito vasodilatador sobre as células do músculo dosvasos. O hipotireoidismo edeficiência de T3 – triiodotironinaestão associados com a vasoconstrição periférica. Aiodotironina desiodase (DII) foi identificada em humanosnas células musculares lisas das artérias coronárias e daartéria aorta. Acredita-se que a iodotironina desiodase (DII)seja responsável pela conversão local de T4 – levotiroxinapara T3 – triiodotironina nestes vasos. O T3 inibe aatividade da iodotironina desiodase (DII). A expressão daiodotironina desiodase (DII) parece estar aumentada nohipotireoidismo relevante e ter uma ação protetora nosvasos humanos.Na função tireoidiana normal, há um equilíbrio entre omecanismo vasoconstritor e vasodilatador. Ohipotireoidismo tem sido associado à maior rigidez arterial.A rigidez arterial é um importante determinante daarteriosclerose e alterações na elasticidade da paredearterial, e pode ocorrer antes ou durante os primeirosestágios da aterosclerose. A pressão arterial sistólica sãoondas refletidas - das artérias periféricas para o coração -aumenta a pressão arterial na aorta e aumenta a pressãoarterial sistólica. A velocidade da onda de pulso é o padrãoouro de rigidez arterial. O aumento da velocidade da ondade pulso é um índice de envelhecimento vascular precoce eestá presente até mesmo nas formas subclínicas dehipotireoidismo. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOEm pacientes idosos hipertensos o aumento da rigidezarterial das artérias centrais, como a aorta, leva a umaumento da pressão arterial sistólica e a uma diminuição dapressão arterial diastólica, levando ao aumento da pressãode pulso e à hipertensão sistólica isolada. Este mecanismoprovavelmente não é responsável pelo aumento da pressãoarterial diastólica no hipotireoidismo, mas pode aumentar apressão arterial sistólica. Por outro lado, a pressão arterialsistólica e diastólica aumentada poderia induzir a alteraçõesna parede arterial, reduzindo a elasticidade e aumentando arigidez da parede arterial.A adequada reposição hormonal dos hormônios tireoidianosconseguiu reduzir a pressão arterial, evitando a causasecundária de hipertensão em pacientes comhipotireoidismo.O aumento da pressão aórtica central e a rigidez da paredearterial também foram revertidos após a terapia dereposição hormonal adequada. Os pacientes comhipotireoidismo geralmente apresentam maior espessura daparede radial e cumprimento do que os indivíduos da ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOmesma idade e sexo saudáveis eutireoideos. A espessurada camada íntimo-média, das artérias carótida comum depacientes com hipotireoidismo foi diminuída após anormalização da função da tireoide com reposição hormonaldurante 1 ano. Esse achado foi associado com níveisreduzidos de LDL colesterol e melhoria narelação colesterol total / HDL colesterol.Em resumo um dos perigos mais frequentes queobservamos em casos de pressão alta ou hipertensãoarterial sistêmica é o temor do desencadeamento de umamoléstia de extrema gravidade gestacional, pavor dosmédicos e pacientes, denominada eclampsia em suasdiversas fases, que poderá levar tanto o feto assim como amãe ao êxito letal. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOEM CRIANÇAS QUE NASCERAM PEQUENAS PARA AIDADE GESTACIONAL, EM CRIANÇAS COM CURTAESTATURA NÃO TENDO ALCANÇADO OGENÉTICAMENTE POSSÍVEL.É INDICADO HORMÔNIO DE CRESCIMENTO, HGH(SOMATROPINA),CRIANÇAS PIG-(PEQUENAS PARAIDADE GESTACIONAL), HIPOTIREOIDISMO.O Hormônio de crescimento, hgh (somatropina) é tambémé indicado para o tratamento de crianças com deficiência dehormônio de crescimento, Síndrome de Prader- Willi,síndrome de Turner, insuficiência renal crônica insuficiênciae em crianças que nasceram. Pequenas para a idadegestacional, em crianças com curta estatura.Esta revisão sistemática avaliou a eficácia clínica e aeficácia do hormônio de crescimento- por DNA -recombinante ou somatotrofina, com resultados altamentepositivos, quando seguido corretamente pelo paciente eorientado por endocrinologista,tanto quanto a dose corretaa ser utilizada, bem como a regularidade de tomada deste ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOsubstancia muito importante, tanto para crianças comopara adultos, logicamente para indicaçõesdiferentes.comentário do hormônio de crescimento para otratamento de atraso no crescimento em crianças. Ohormônio de crescimento – hgh, somatotrofina, oucomplexo 191(191 aminoácidos) tem um resultadoeficiente, entretanto existe a necessidade de utilizá-lo deforma adequada. No momento não existe esta substânciaem forma de liquido via oral, nem em forma de capsulas oucomprimidos orais. Onze estudos de observação relataramaltura final com excelentes resultados e sete basearam-sena Internacional Survey Crescimento .Estes estudos destacam a falta de reposição de longo prazoque é muito importante para um resultado muito promissor,mas revela os bons resultados por comunicação de dadosde altura final e outros importantes resultados qualitativos,tais como qualidade de vida. Dados observacionais, comoos de pig (peso insuficiente para idade gestacional) einfelizmente crescimento não se recupera, só cresce a partirdo inicio do tratamento e isto é uma informaçãoque permanece vital para a terapia e seus resultados emqualquer idade de crescimento. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOA DEFICIÊNCIA DE HORMÔNIO DE CRESCIMENTO(GH) NA INFÂNCIA LEVA AS CRIANÇAS À BAIXAESTATURA.CRIANÇAS QUE PODEM NASCER COM DEFEITOSFÍSICOS DA FACE E DO CRÂNIO, COMO O LÁBIOLEPORINO OU FENDA PALATINA, PODERÃOPROVAVELMENTE, TER A PRODUÇÃO DE HORMÔNIODE CRESCIMENTO (GH) DIMINUÍDA.Como resultado da deficiência de hormônio de crescimento(GH), podemos ter na infância a estatura anormalmentebaixa. O hormônio do crescimento (GH) é produzido naglândula pituitária, que está localizado na base do cérebro.Diferentes hormônios são produzidos no cérebro, ea glândula pituitária produz o hormônio de crescimento(GH), que é muito necessário durante toda a nossa vida,desde a fase intrauterina e ela pode produzir o hormônio decrescimento (GH) de forma insuficiente. O hormônio do crescimento (GH) entra no sangue e estimula o fígado a produzir um hormônio chamado fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1), que desempenha um papel fundamental no crescimento infantil. Estatura anormalmente baixa na infância pode ocorrer se o hormônio de crescimento (GH) não for produzido numa quantidade normal. Na maioria das vezes, nenhuma causa evidente dedeficiência de hormônio de crescimento (GH) é encontrada.A deficiência de hormônio de crescimento (GH) pode estarpresente desde o nascimento (congênita); A deficiência dehormônio de crescimento (GH) pode também se ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOdesenvolver após o nascimento, como resultado de umalesão, condição médica ou tumor cerebral. Crianças comdefeitos físicos da face e do crânio, como o lábio leporinoou fenda palatina , poderão, provavelmente, ter a produçãode hormônio de crescimento (GH) diminuída. A deficiênciade hormônio de crescimento (GH) normalmente não épassada de pai para filho. A deficiência de hormônio decrescimento (GH) também pode ser diagnosticada emadultos, principalmente da somatopausa (época em quediminuem todos os hormônios) em diante, quando todos osnossos hormônios podem sofrer declínio natural, em tornodos 45 a 50 anos de idade em diante.Crianças com deficiência de hormônio de crescimento (GH)tem um ritmo lento de crescimento, geralmente menos de2 cm por ano. O lento crescimento pode não aparecer atéque a criança tenha de 2 a 3 anos de idade. A criançaapresentará uma estatura muito inferior à média daestatura das outras crianças de mesma idade e sexo.Crianças com deficiência de hormônio de crescimento (GH)ainda têm proporções corporais normais, bem comointeligência normal. No entanto, seu rosto parece muitasvezes mais jovem do que de outras crianças de mesmaidade.Elas também podem ter um corpo gordinho, isto porque,geralmente nascem pequenos para a idade gestacional(PIG), porque a deficiência de hormônio de crescimento(GH) pode vir desde a fase intra-útero. Quando as criançasestão mais velhas, a puberdade pode demorar mais, umavez que, existe um sinergismo entre o hormônio decrescimento (GH) e os hormônios sexuais. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOA GESTAÇÃO É UM PERIODO MUITO CRITICO PARAA MULHER, E É NESTA FASE QUE DOENÇAS OUSITUAÇÕES PODEM SER ESTABELECIDAS EMDEFINITIVO. TODAS AS AÇÕES PREVENTIVAS TEMQUE SER TOMADAS ATRAVES PRINCIPALMENTE DOPRÉ NATAL E EXAMES IMPRECINDIVEIS.Durante ultrassom que devem ser executados, com oobjetivo de ser prevenido qualquer tipo de doençacomprometedora, saiba o que é um ultrassom: O ultrassom(também chamado de ultrassonografia ou ecografia) é umexame não invasivo que usa ondas de som para criar umaimagem do bebê, da placenta, do útero e de outros órgãos.Com ele, o médico tem acesso a informações importantessobre o progresso da gravidez e sobre a saúde do bebê. Pais e mães aguardam ansiosos pelo exame para que possam dar a primeira olhadinha em seus filhos, e muitas vezes mostrar "fotos" para o resto da família. Isso sem contar a aguardada descoberta do sexo do bebê. Pormais emocionante que esse momento seja, é fundamentallembrar que o objetivo primordial do ultrassomé checar se o bebê está se desenvolvendo bem.Durante o teste, o ultrassonografista lança ondas de somem alta frequência para dentro do útero, e essas ondasatingem o bebê. O computador traduz os sons de eco que ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOsão recebidos de volta em imagens de vídeo, que revelamentão o formato do bebê, sua posição e seus movimentos.Para facilitar, ele passa um gel sobre a sua barriga e depoisum aparelhinho sobre o gel. Existe também o ultrassomintravaginal, usado no comecinho da gravidez, até 11semanas.As ondas de ultrassom também são usadas no aparelhoque os obstetras utilizam para ouvir os batimentoscardíacos do bebê. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOO ULTRASSOM PREJUDICA O BEBÊ, É EVIDENTE QUENÃO.Estudos realizados ao longo dos últimos 35 anos nãomostraram nenhuma indicação de que a ultrassonografiaseja prejudicial. Há quem diga que o exame incomoda obebê, mas não há pesquisas mais aprofundadas quecomprovem isso. Como o som não é audível ao ouvidohumano, não deve ser detectado pelo bebê.Ultrassons não envolvem radiação, como é o caso de raios-X.Por outro lado, os especialistas recomendam não exagerarnesse tipo de exame, já que ultrassons são uma forma deenergia e pode ser que afetem o bebê, mesmo que aindanão se saiba como. O cuidado deve ser maiorprincipalmente no primeiro trimestre, quando o bebê é maisvulnerável a fatores externos.Para não ficar confuso demais, pense assim: não é precisoter medo de fazer ultrassons, mas não fique fazendo ummonte só por curiosidade de ver o bebê. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOQUANTOS ULTRASSONS SÃO NECESSÁRIOSDURANTE A GRAVIDEZ?O mais comum é fazer uma ultrassonografia por volta de 13semanas (entre 11 e 14 semanas) e uma mais detalhadaperto das 20 semanas de gestação, o chamado ultrassommorfológico. O ideal é fazer mais uma entre a 34ª e a 37ªsemana, porém não há regra sobre o número total. O exame pode ser feito a qualquer momento no comecinho da gravidez, para descartar uma gestação ectópica, e bem perto do nascimento, para avaliar o nível de líquido amniótico, por exemplo. Se por algum motivo só se puder fazer um ultrassom, o obstetra deve optar pelo da 20ª semana.O exame costuma ser feito em laboratórios ou no hospital,mas alguns médicos possuem o aparelho no próprioconsultório, o que permite às mães verem o bebê a cadaconsulta.ULTRASSOM NO PRIMEIRO TRIMESTRE:O obstetra pode pedir um ultrassom nos primeiros trêsmeses de gravidez pelos seguintes motivos: ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTODESCARTAR UM ABORTO ESPONTÂNEO:Se você tiver sangramento vaginal no começo da gravidez,o médico pode pedir um ultrassom para descartar apossibilidade de aborto. A partir de 7 semanas de gravidez,os batimentos cardíacos do bebê já devem estar visíveis(considerando um ciclo menstrual de 28 dias).Quando se vê o coração do bebê batendo, a chance de agravidez prosseguir sem problemas é de mais de 97 porcento. É importante lembrar que é muito difícil determinarexatamente quando a concepção ocorreu, por isso, se vocênão vir o coração do bebê batendo no ultrassom, tente nãose desesperar.O médico deve esperar mais uma semana e pedir uma novaecografia. Pode ser que o bebê tenha sido concebido maistarde do que você imaginava.DESCARTAR GRAVIDEZ ECTÓPICA OU MOLAR: O sangramento vaginal (junto com outros sintomas) também pode ser indicação de uma gravidez ectópica ou molar. No caso de uma gravidez ectópica, quando o embrião começa a se desenvolver fora do útero, o médico tentará localizar o saco gestacional. Numa gravidez molar, emque a placenta é anormal e o bebê não é viável, oultrassonografista visualiza uma figura bem diferente daque deveria ser a do bebê. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTODETERMINAR A IDADE GESTACIONAL: Quando a mulher não sabe a data de sua última menstruação, o médico pode pedir uma ultrassonografia para determinar a quanto tempo ela está grávida, através da medição do bebê. Entre as 7 e as 13 semanas de gestação, a medida craniocaudal (da cabeçaaté o bumbum do bebê) consegue determinar a idadegestacional com bastante precisão.DETERMINAR SE HÁ MAIS DE UM BEBÊ:Se você tiver se submetido a tratamentos de fertilidade ouo médico desconfiar de gêmeos ou múltiplos, ele vai pedirum ultrassom para saber quantos bebês há na sua barriga. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOULTRASSOM NO SEGUNDO TRIMESTRE:No segundo semestre, você deve ser submetida aosseguintes ultrassons:TRANSLUCÊNCIA NUCALPerto das 13 semanas, o médico pode pedir umaultrassonografia para fazer o exame de translucência nucalà medição de uma dobra específica na nuca do bebê e averificação da presença do osso nasal, para detectar sinaisde problemas genéticos como a síndrome de Down. Omomento ideal para a realização do exame é na 12ªsemana.Na maioria dos casos o resultado é tranquilizador, mas, seo médico desconfiar de alguma alteração, pode sugerir arealização de exames genéticos mais invasivos, como abiópsia do vilo corial ou a amniocentese. No ultrassomrealizado nessa fase, ainda não dá para determinar comcerteza o sexo do bebê, mas o ultrassonografista podearriscar um chute, pelo ângulo do apêndice genital, mas achance de acerto não passa de 80 por cento. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOULTRASSOM MORFOLÓGICO: Essa é a ultrassonografia mais detalhada, que pode levar mais de meia hora. Ela é feita por volta das 20 semanas, e nela já dá para ver o sexo do bebê. O ultrassonografista vai verificar o coração do bebê e suas câmaras, a formação do cérebro, os órgãos digestivos e outros sistemas. Também vai medira cabeça do bebê e o fêmur, o osso da coxa, para ver se ocrescimento está dentro da média.No exame também é possível determinar a localização daplacenta. Se ela estiver bloqueando a abertura do colo doútero (placenta prévia), o médico vai pedir novos ultrassonspara ver se ela mudou de lugar. Na grande maioria doscasos ela muda. No caso de ela ainda estar cobrindo o colodo útero no fim da gestação, o bebê terá de nascerobrigatoriamente de cesariana.O exame pode ser feito com Doppler, um sistema quemostra o fluxo de sangue no útero, na placenta e no bebê,com as cores azul e vermelha.Se o médico desconfiar de alguma anormalidade, podepedir a realização específica de um ultrassom em três ouquatro dimensões, que dá uma imagem mais detalhada dobebê e é capaz de detectar problemas como o lábioleporino, por exemplo.Ou o médico pode pedir um ultrassom específico docoração do bebê, a ecocardiografia fetal. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOULTRASSOM NO TERCEIRO TRIMESTRE:No final da gravidez, o obstetra pode pedir um ultrassompara determinar a causa de sangramentos vaginais(problemas na placenta, por exemplo), para acompanhar ocrescimento do bebê, para verificar o nível do líquidoamniótico e para determinar a posição do bebê e daplacenta.E SE O ULTRASSOM MOSTRAR ALGUM PROBLEMA?Não entre em pânico. Muitas vezes um novo exame érealizado algum tempo depois e elimina a desconfiança deque haja alguma coisa errada. São raros os casos em que obebê realmente tem um problema, mas, se isso acontecer,as informações coletadas na ultrassonografia ajudarão osmédicos a oferecer o melhor tratamento possível. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTOProblemas cardíacos, por exemplo, podem ser tratados comremédios enquanto o bebê ainda está no útero. Outrasanormalidades como um bloqueio no sistema urinário,podem ser tratadas com cirurgia ainda dentro da barriga. Esaber com antecedência de eventuais problemas ajuda osmédicos a terem tudo organizado para dar o melhoratendimento ao bebê logo depois que ele nascer, além decolaborar para que você e sua família se preparem paraenfrentar a situação. Mas jamais se esqueça que qualquertipo de ação preventiva possível, até o teste do pezinho,fenilcetonuria, etc., irá evitar uma miríade de problemaspara seu recém nascido, você, alem de evitar aestigmatização de uma joia que você tanto quis. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN
    • P. I. G. – PEQUENO PARA IDADE GESTACIONAL DE FETO A ADULTO PIG REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Prof. Dr. João Santos Caio Jr, Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Dra Henriqueta Verlangieri Caio, Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ENDOCRINOLOGIA MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIABETES ACTIVE MEMBER OF THE NEW YORK ACADEMY OF SCIENCES – USAMEMBRO DA AMERICAN ASSOCIACION FOR THE ADVANCEMENT OF SCIENCE – WASHINGTON – DC – USA ADA – AMERICAN DIABETES ASSOCIATION – USA ASSESSOR CIENTÍFICO EXTERNO NOVARTIS LABORATORIES – BASILÉIA – SUÍÇA MEMBRO DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CLIMATÉRIO MEMBRO MASTER OF SOCIETY FOR ENDOCRINOLOGY – LONDON – UK HARVARD MEDICAL SCHOOL – BOSTON -USA – CONTINUOING EDUCATION COURSE JOSLIN MEDICAL CENTER – BOSTON – USA. JS Parks, EI Felner. Hipopituitarismo. In:, RM Behrman RE, Jenson HB Stanton, BF eds Kliegman Pediatria Nelson. Textbook of. 18 ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier: cap 558. Reiter EO, Rosenfeld RG. Normal e crescimento anormal. In: Melmed, S Polonsky, KS Larsen, PR eds. HM Kronenberg Williams Textbook of Endocrinology. 11 ª ed. Philadelphia, Pa: Saunders Elsevier, cap 23. Cook MS, KC Yuen, BM Biller, SF Kemp, ML Vance, Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos.Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos orientações médicas para a prática clínica para o uso do hormônio do crescimento em adultoscom deficiência de hormônio de crescimento e transição dos pacientes. Neil K. Kaneshiro, MHA, MD, professor clínico assistente da pediatria, universidade da Faculdade de Medicina de Washington. Também revisado por David Zieve, MD, MHA, Diretor Médico, o ADAM, Inc.- Atualization: 2010/07/26.; Amber J. H.; Fiese, B.H;. Is Frequency of Shared Family MealsRelated to the Nutritional Health of Children and Adolescents. Pediatrics published online May 2, 2011; DOI: 10.1542/peds. 2010-1440. Albano, R. D.; Souza, B. S.; Ingestão de energia e nutrientes por adolescentes de uma escola pública, Jornal de Pediatria, Rio de Janeiro, 2001; 77 (6): 512-16.; De BMC Public Health; Nora Wille; Michael Erhart; Christiane Petersen; Ulrike Ravens-Sieberer. ©MMXII - VAN DER HÄÄGEN