Augusto de Franco - As Empresas e as Redes Sociais - CICI2011

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As Empresas e as Redes Sociais: atividades para execultivos de empresas
Palestrante: Augusto de Franco - CICI2011

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Augusto de Franco - As Empresas e as Redes Sociais - CICI2011

  1. 1. =As Empresas e as Redes Sociais=
  2. 2. = Como ser uma empresa de sucesso no mundo digital?=
  3. 3. = Não é no mundo digital e sim no mundo social=
  4. 4. = Uma sociedade-em-rede está emergindo=
  5. 5. = Uma nova ciência das redes está nascendo Barabási Strogatz Watts O digital é apenas um aspecto da mudança=
  6. 6. = Mas afinal: o que é rede? Não é um novo tipo de organização, mas um padrão de interação=
  7. 7. = O exemplo habitual: Internet=
  8. 8. = Grafo: representação estática=
  9. 9. = O melhor exemplo Rede neural=
  10. 10. = Redes sociais são pessoas interagindo Segundo um padrão distribuído=
  11. 11. = O que é distribuição? Múltiplos caminhos=
  12. 12. = Topologias de rede: Paul Baran (1964)=
  13. 13. = Descentralização não é distribuição=
  14. 14. = Mídias sociais ≠ Redes sociais Como o nome está dizendo, as redes são sociais, não digitais. São pessoas, não ferramentas.=
  15. 15. = Redes são ambientes de interação Não é o mesmo que participação=
  16. 16. = Um caso de interação Cupinzeiro africano=
  17. 17. = Fenomenologia da interação Clustering=
  18. 18. = Fenomenologia da interação Swarming=
  19. 19. = Espanha 11M 2004 Swarming civil em Madri=
  20. 20. = Egito 11F 2011 Swarming civil na Praça Tahir=
  21. 21. = Fenomenologia da interação Small-World Phenomenon Crunching=
  22. 22. = Fenomenologia da interação Os fenômenos que ocorrem em uma rede não dependem das características intrínsecas de seus nodos=
  23. 23. = Fenomenologia da interação O conteúdo do que flui pelas conexões não determina o comportamento de uma rede=
  24. 24. = O modo-de-interagir depende do grau de distribuição=
  25. 25. = A grande descoberta do óbvio Tudo que é sustentável tem o padrão de rede=
  26. 26. = Tudo que é sustentável... ... tem membranas, não paredes opacas=
  27. 27. = O mundo dos negócios na sociedade-em-rede Negócios Negócios Negócios serão para serão serão em qualquer inovação rede um=
  28. 28. = Negócios para qualquer um...=
  29. 29. = Negócios para qualquer um...=
  30. 30. = Negócios para qualquer um nos Highly Connected Worlds Conhecimento Capital inicial Relações mais menos políticas mais disponível relevante democráticas=
  31. 31. = Negócios serão inovação=
  32. 32. = Inovação é relação Toda inovação surge por polinização mútua, por fertilização cruzada=
  33. 33. = Inovação e empresa Nenhuma empresa sozinha conseguirá se manter na ponta da inovação sem lançar suas “hifas” para importar capital humano (conhecimento) e social (relações) do ambiente em que opera!=
  34. 34. = Um exemplo: o crowdsourcing É óbvio, não? 200 cérebros aprisionados não podem competir com 20 mil cooperando livremente para encontrar uma solução (de gestão, processo ou produto)=
  35. 35. = 40% da inovação vêm de fora da empresa, por um custo 40% menor=
  36. 36. = Investindo US$ 200 milhões em crowdsourcing para descobrir novas tecnologias=
  37. 37. = Nos mundos altamente conectados Unidades administrativo-produtivas fechadas não conseguirão acompanhar o ritmo das inovações=
  38. 38. = Negócios serão em rede=
  39. 39. = Negócios em rede Redes de stakeholders (novas comunidades de negócios separadas do meio por membranas)=
  40. 40. = Não é preciso ser gênio para concluir que as empresas têm um problema=
  41. 41. = As empresas não têm um padrão de rede Uma imagem aterrorizante São piramidais, monárquicas, fechadas e baseadas em comando-e-controle=
  42. 42. = Seria cômico se não fosse trágico=
  43. 43. = E as conseqüências serão trágicas... . ...para as empresas que não aprenderem a conviver em rede=
  44. 44. = As empresas que não aprenderem a conviver em rede: Não conseguirão estimular a inovação no ritmo exigido pelo mercado. Não conseguirão se preparar para a transição dos negócios imposta pelo dealbar de uma sociedade-em-rede.=
  45. 45. = E agora?=
  46. 46. =
  47. 47. = Não, nem tudo está perdido!=
  48. 48. = Iniciar a transição da empresa-pirâmide para a empresa-em-rede Sim, isso é possível!=
  49. 49. = O que fazer? Não adianta tentar mudar a cabeça dos indivíduos=
  50. 50. = Não é falta de informação Redes sociais não são redes de informação, mas de comunicação=
  51. 51. = Só comportamentos mudam comportamentos Tentar usar as redes para obter algum resultado instrumental adianta muito pouco se continuarmos nos organizando hierarquicamente=
  52. 52. = Não adianta ocupar agressivamente as mídias sociais Os esforços que confundem redes sociais com mídias sociais consomem recursos e desperdiçam preciosas oportunidades estratégicas=
  53. 53. = Por onde começar e como fazer? Estas são as grandes perguntas
  54. 54. = A primeira coisa é... articular e animar uma rede social no ecossistema da empresa Mas como fazer isso?
  55. 55. = Não pode ser mais um trabalho Nada de tarefa rotineira ou de atividade monitorada, comandada e controlada
  56. 56. = O melhor caminho é um creative social game . As pessoas aderirão se acharem legal, bacana, divertido... e útil!
  57. 57. = Obrigado http://www.redes.org.br

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