DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio

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    DiagnóStico E Tratamento Do ClimatéRio - Presentation Transcript

    1. DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO DO CLIMATÉRIO
    2. “ Enquanto os médicos fascinam-se cada vez mais com a tecnologia, cresce nos paciente o desejo de uma abordagem mais holística, levando-os a rejeitar os métodos atuais da medicina.”
      História Ilustrada da Medicina,
      1998
      Chirlei A Ferreira
    3. CLIMATÉRIO
      Chirlei A Ferreira
    4. CONCEITO
      CLIMATÉRIO:
      Fase da vida biológica da mulher que marca a transição entre o período reprodutivo e o não-reprodutivo.
      Chirlei A Ferreira
    5. FISIOLOGIA HORMONAL DO CLIMÁTERIO
      Diminuição da população folicular,
      Diminuição do estrogênio e da inibina
      Aumento do Hormônio Folículo Estimulante – primeira indicação laboratorial,
      Aumento relativo do estroma ovariano.
      Chirlei A Ferreira
    6. FISIOLOGIA HORMONAL DO CLIMÁTERIO
      Chirlei A Ferreira
      PERIMENOPAUSA => CICLOS ANOVULATÓRIOS
      HIPOTÁLAMO
      GNRH
      HIPÓFISE ANTERIOR
      ENDOMÉTRIO
      FSH
      LH
      ESTROGÊNIO
      ACENTUADA DIMINUIÇÃO DA PRODUÇÃOPROGESTERONA
    7. Chirlei A Ferreira
      RÁPIDO DESENVOLVIMENTO FOLICULAR
      ENCURTAMENTO DA 1ª FASE DO CICLO
      • FSH
      • E2 (Insuficiente para induzir o pico do LH)
      ANOVULAÇÃO
      IRREG. MENSTRUAL
      MENOPAUSA
    8. MENOPAUSA
      Chirlei A Ferreira
    9. CONCEITO
      Ooforectomia bilateral
      Falhaovariana
      Hormônio Folículo Estimulante elevado
      Ultimo ciclo menstrual hámais de doze meses,
      Ocorregeralmente entre 45 e 55 anos, com a médiaem torno de 51 anos.
      É a última menstruação da mulher em conseqüência da falência folicular fisiológica ou iatrogênica,
      Se diagnosticado de forma retrospectiva é definido como um ano, doze ciclos, após o último período menstrual (OMS)
      Chirlei A Ferreira
    10. AÇÕES DOESTROGÊNIO
      GERAIS:
      Induz a proliferação celular e o crescimento dos órgãos reprodutores
      ESPECÍFICAS:
      Estimula o desenvolvimento ovariano e os caracteres sexuais secundários,
      Estimula o crescimento dos epitélios e tecido conjuntivo dos órgãos reprodutivos,
      Regula os ciclos reprodutivos
      Induz o depósito de gordura e da vascularização dérmica.
      Goldfien A. The gonadal hormones and inhibitors. In: KatzungBG, ed. Basic and ClinicalPharmacology. 7th ed. Stamford, Conn:Appleton and Lange; 1998:653-683.
      Chirlei A Ferreira
    11. SINTOMATOLOGIAHIPOESTROGENISMO
      Chirlei A Ferreira
      Enfraquecimento e queda do cabelo
      Afinamento da pele
      Ressecamento
      Sintomas vasomotores
      fogachos
      palpitações
      Nervosismo
      Irritabilidade
      Insônia
      Depressão
      Diminuição da libido
      Aumento do risco de Osteoporose, com maior propensão a fraturas
      Problemas cardio-vasculares
      Atrofia das glândulas mamárias
      Distúrbios genitais
      Vaginite atrófica
      Secura vaginal
      Infecções vaginais
      Distúrbios urinários
      Ardor ao urinar
      Urgência urinária
    12. ACOMPANHAMENTO PÓS-MENOPAUSA
      Chirlei A Ferreira
    13. EXAMES DE ROTINA
      • Exame Clínico
      • Avaliação dos sistemas
      • Exames Laboratoriais
      • Glicemia de jejum
      • Colesterol total e frações
      • Triglicérideos
      • TSH ( a cada 3-5 anos)
      • Exames Complementares
      • Colpocitologia oncótica (endocervical)
      • Mamografia anual
      • Ultrassom endovaginal
      • Pesquisa sangue oculto nas fezes
      Chirlei A Ferreira
    14. EXAMES COMPLEMENTARES INDIVIDUALIZADOS
      EXAMES LABORATORIAIS
      Hemograma
      Urina Rotina
      Provas de função renal
      Provas de função hepática
      Frações de colesterol
      Curva de tolerância a glicose
      TESTE DE ESFORÇO
      RAIO-X TORAX
      DENSITOMETRIA ÓSSEA
      Chirlei A Ferreira
    15. SINAIS E SINTOMAS MAIS FREQUENTES
      • FOGACHOS
      • ALTERAÇÕES DO HUMOR
      • ALTERAÇÕES DO TRATO GENITO-URINÁRIO
      • OSTEOPOROSE
      • SISTEMA CARDIOVASCULARES
      Chirlei A Ferreira
    16. FOGACHOS
      Chirlei A Ferreira
      Prevalência das Ondas de Calor
      Menopausa
      Anos antes
      Anos após
      3
      2
      1
      1
      2
      3
      75% das mulheres reclamam de “ondas de calor” por um período de até 2 anos da menopausa,
      É a principal razão de procura de tratamento médico
      25% permanecem sintomáticas por mais de 5 anos
      Kronenberg F. Ann NY Acad Sci. 1990;592:52-86.
    17. FOGACHOS
      Chirlei A Ferreira
      SCHARF et al. ClinTher, 1997; 19:304
    18. ALTERAÇÕES DO HUMOR
      Chirlei A Ferreira
      ONDAS DE CALOR
      MAU HUMOR
      INTERRUPÇÃO DO SONO
      FADIGA
      EFEITOS NEGATIVOS NA SEXUALIDADE
    19. TERAPIA HORMONAL SOBRE A QUALIDADE DE VIDA
      Chirlei A Ferreira
      Pior
      QOL Scores
      *

      Melhor
      IndiceKupperman
      Indice Greene
      QOL = quality of life; *P < .005 compared with placebo; †P < .0005 compared with placebo.
      Derman RJ, et al. Int J Fertil. 1995;40:73-8.
    20. ALTERAÇÕES DO TRATO GENITO-URINÁRIO
      Tanto o trato genital quanto o urinário derivam do seio Urogenital:
      Estas estruturas contêm altas concentrações de Receptores de Estrogênios
      São encontrados em:
      Vagina
      Bexiga
      Uretra
      Musculatura do assoalho pélvico
      Chirlei A Ferreira
    21. ALTERAÇÕES DO TRATO GENITO-URINÁRIO
      Chirlei A Ferreira
      ATROFIA URO-GENITAL
      DISFUNÇÃO URINÁRIA
      DISFUNÇÃO SEXUAL
      Inevitável conseqüência da deficiência Estrogênica:
      • 100% das mulheres serão afetadas
      •  40% das pacientes idosas apresentarão Incontinência Urinária.
      • Alta prevalência de disfunção sexual.
    22. ALTERAÇÕES DO TRATO GENITO-URINÁRIO
      CONSEQUÊNCIAS CLÍNICAS DA ATROFIA URO-GENITAL
      Vulvo-vaginiteatrófica
      Dispareunia
      Infecções genitais
      Distopias genitais
      Distúrbios urinários
      Cistites
      Incontinência de esforço
      Urgência urinária
      Chirlei A Ferreira
    23. ALTERAÇÕES DO TRATO GENITO-URINÁRIO
      Chirlei A Ferreira
      QUANTIDADE DEESTROGÊNIO CIRCULANTE E PREVALÊNCIA PROBLEMAS GENITAIS
      n = 93. Nível de signifâncianãorelatada.
      Sarrel PM. J Womens Health Gend Based Med. 2000;9(suppl 1):S-25–S-32.
      Sarrel PM. Obstet Gynecol. 1990;75(4 suppl):26S–30S.
    24. OSTEOPOROSE
      Chirlei A Ferreira
      ALTERAÇÃO DA
      MICROARQUITETURA
      E REMODELAÇÃO
      ÓSSEA
      PERDA DE MASSA ÓSSEA
      FRAGILIDADE ÓSSEA
      PREVENÇÂO
      FRATURA
      National Institute of Health - Consensus Development Conference Statement. March 27-29, 2000
    25. OSTEOPOROSEREMODELAÇÃO ÓSSEA
      APÓS A MENOPAUSA OCORRE PERDA ÓSSEA DE: (EM UM ANO)
      5% do osso TRABECULAR
      1 a 1,5% da massa óssea TOTAL
      APÓS VINTE ANOS DE PÓS-MENOPAUSA
      50% do osso TRABECULAR
      30% do osso CORTICAL
      NOS PRIMEIROS 15 ANOS APÓS A MENOPAUSA 75% DA PERDA ÓSSEA É DEVIDO A DEFICIÊNCIA ESTROGÊNICA
      Chirlei A Ferreira
    26. OSTEOPOROSEFATORES DE RISCO
      • FATORES MAIORES
      Sexo feminino
      Baixa massa óssea (DMO)
      Fratura prévia
      Raça Asiática ou caucasiana
      Idade avançada
      História materna de fratura do colo de fêmur e/ou osteoporose
      Menopausa precoce
      Uso de corticoterapia
      • FATORES MENORES
      • Amenorréia primária ou secundária
      • Perda de peso após os 25 anos ou baixo índice de massa corporea (< 19 ICM)
      • Tabagismo
      • Sedentarismo
      • Imobilização prolongada
      • Dieta pobre em cálcio
      • Doenças que induzem a perda da massa óssea
      • Tratamento com drogas que induzem perda óssea:
      • Heparina/varfarina
      • Anticonvulsivantes (Fenobarbital/Fenitoína/Carbamezepina)
      • Lítio
      • Metotrexate
      Chirlei A Ferreira
    27. ALGORITMOOSTEOPOROSE
      Chirlei A Ferreira
      MULHER NA PÓS-MENOPAUSA
      COM FATOR DE RISCO PARA FRATURA
      SEM FATOR DE RISCO PARA FRATURA
      MEDIR A DMO
      PREVENÇÃO
      BAIXA
      NORMAL
      TRATAMENTO
      DIAGNÓSTICO
      DIFERENCIAL
      PREVENÇAO
      SECUNDÁRIA
      PRIMÁRIA
      SEGUIMENTO
      TRATAR
      TRATAR
    28. RASTREAMENTOPARA CÂNCER DE CÓLON
      POSSÍVEIS MECANISMOS DE PROTEÇÃO
      Redução do risco de pólipos,
      Alteração da bile estrogênio induzida
      Diminuição de ácidos biliares com aumento da saturação do colesterol
      Efeito supressivo direto no crescimento das células da mucosa
      Efeito benéfico nas secreções mucosas
      • RASTREMENTO
      EXAME DIGITAL
      10% dos cânceres estão ao alcance do exame,
      Mão existe prova conclusiva que o exame reduz a mortalidade
      PESQUISA SANGUE OCULTO NAS FEZES
      Realizado anualmente: trabalhos controversos quanto a redução da morbidade e da mortalidade
      SIGNOIDOSCOPIA
      Reduz o risco de morte em 75%, com um único exame
      Indivíduos submetidos a um ou mais exames em dez anos diminuem o risco de câncer fatal do reto ou cólon distal (realizar a cada 3 anos)
      Chirlei A Ferreira
    29. TERAPIA HORMONAL
      Chirlei A Ferreira
    30. Chirlei A Ferreira
      ESTUDO WHI - GRUPO ESTROGÊNIO ISOLADO
      DESFECHOS CLÍNICOS SELECIONADOS DE ACORDO
      COM AS FAIXAS ETÁRIAS
      DCV
      EEC
      PLACEBO
      HR
      50 - 59 anos 16 casos 29 casos 0.56 ( 0.30 - 1.03 )
      60 -69 anos 87 casos 98 casos 0.92 ( 0.69 - 1.23 )
      70 -79 anos 74 casos 72 casos 1.04 ( 0.75 - 1.44 )
      AVC
      50 - 59 anos 19 casos 19 casos 1.08 ( 0.57 - 2.04 )
      60 -69 anos 79 casos 50 casos 1.65 ( 1.16 - 2.36 )
      70 -79 anos 60 casos 49 casos 1.25 ( 0.85 - 1.82 )
      TROMBOEMBOLISMO VENOSO
      50 - 59 anos 19 casos 19 casos 1.08 ( 0.57 - 2.04 )
      60 -69 anos 79 casos 50 casos 1.65 ( 1.16 - 2.36 )
      70 -79 anos 60 casos 49 casos 1.25 ( 0.85 - 1.82 )
      ESTUDO WHI
    31. WHIPRINCIPAIS RESULTADOS
      Chirlei A Ferreira
      Writing Group for the Women’s Health Initiative Investigators. JAMA. 2002;288:321-333.
    32. WHI RESULTADOSESTROGÊNIOS ISOLADOS
      Chirlei A Ferreira
      Resumo dos PrincipaisAchados do GrupoTratado com EstrogênioIsoladoconformePublicadopeloGrupoRelator do WHI – Após 7 anosaproximadamente
      [WHI – JAMA - Março 2004]
    33. O ESTUDO UM MILHÃO DE MULHERES
      Chirlei A Ferreira
      1.084.110 mulheres (50-64 anos), seguidas entre 1996-2001
      Metade usando TH - Mamografia de 3/3 anos
      Não usuárias -- RR = 1
      Ex usuárias –-- RR = 1.01
      Usuárias atuais
      Estrogênio isolado ------------- RR 1.30
      Estrog. + Progest. -------------- RR 2.00
      Tibolona ------------------------- RR 1.45
      Duração de usoEstrogênio isoladoE +P
      &lt; 1 ano ------------------ RR 0.81 ---------------- RR 1.45
      1 a 4 anos --------------- RR 1.25 ---------------- RR 1.74
      5 a 9 anos --------------- RR 1.32 ---------------- RR 2.17
      10 ou &gt; ------------------ RR 1.37 ---------------- RR 2.31
      ValerieBeral. THE LANCET. Aug 9, 2003
    34. Chirlei A Ferreira
      (EP: 0,047)
      Estudos prospectivos
      1,09
      (EP: 0,046)
      Estudos caso-controle(população como controle)
      1,15
      Estudos caso-controle (pacientes hospitalizadas
      como controle)
      (EP: 0,091)
      1,27
      (EP: 0,031)
      1,14
      Todos os estudos combinados
      0
      0,5
      1,0
      1,5
      Risco relativo
      CollaborativeGroupon Hormonal Factors in BreastCancer. Lancet 350:1484, 1997
      TH CÂNCER DE MAMA
    35. EFEITOS DA TH SOBRE O ENDOMÉTRIO
      Chirlei A Ferreira
      Número de Pacientescom
      Hiperplasia Endometrial
      Con = continuous regimen; cyc = cyclic regimen (CEE daily, MPA last 14 days of each cycle).
      Woodruff JD, et al. Am J Obstet Gynecol. 1994;170:1213-23.
    36. EFEITO DA TH SOBRE AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
      • Aumento Óxido Nítrico
      • Aumento Prostaciclinas / Bloqueadores de Canais de Cálcio
      • Diminuição Endotelinas II
      • Diminuição Tromboxano A2
      • Diminuição da Formação do Colágeno
      • Diminuição do Fibrinogênio
      • Diminuição da Resistência a Insulina
      Chirlei A Ferreira
    37. EFEITO DA TH SOBRE AS DOENÇAS CARDIOVASCULARES
      1993
      WyethAyerst (confiante na proteção cardio-vascular)
      Primeiro ensaio clínico randomizado sobre prevenção secundária da Doença Cardio-coronariana(HERS)
      Publicado em 1998
      1993
      NIH (NationalInstituteofHealth) com o suporte da WyethAverst começou o primeiro ensaio clinico controlado e randomizado sobre prevenção primária da Doença Cardio-vascular (WHI)
      Publicado em 2002
      Chirlei A Ferreira
    38. CONTRA-INDICAÇÕESABSOLUTAS A TH
      Hepatopatias
      Alterações nas enzimas hepáticas
      Tumores hormonio-dependentes
      Antecedentes de tromboembolismo
      DESFAVORÁVEL O USO EM:
      Antecedentes de patologia vascular cerebral
      Diabetes graves com lesões vasculares
      Hiperlipidemias e hipertrigliceridemias
      Chirlei A Ferreira
    39. CONTRA-INDICAÇÕESRELATIVAS A TH
      Miomatose uterina,
      Endometriose,
      Hipertensão grave,
      Edemas de origem renal ou cardíaco
      Pancreatites
      Epilepsias,
      História de enxaquecas persistentes apesar de tratamento.
      Chirlei A Ferreira
    40. ESQUEMASDE TERAPIA HORMONAL
      ESTROGÊNIO PURO
      ESQUEMA SEQUENCIAL
      Uso ininterrupto do estrogênio,
      Indicado somente para as pacientes que não possuem útero.
      Utilização de estrogênio por 28 dias e 12-14 dias de progestágeno,
      Ocorre sangramento de privação em 80-90% das pacientes.
      Chirlei A Ferreira
    41. ESQUEMASDE TERAPIA HORMONAL
      ESQUEMA CONTÍNUO
      Uso ininterrupto de estrogênio em baixa dose associado a progestogênio também em baixa dose
      40-60% de sangramento nos primeiros seis meses de uso e 20% de escape no primeiro ano.
      Chirlei A Ferreira
    42. TERAPIAS ALTERNATIVAS
      Chirlei A Ferreira
    43. TERAPIASALTERNATIVAS
      CÁLCIO
      Deter a perda óssea
      Administrar com alimentos
      Carbonatos, lactato e gluconato de cálcio
      CALCITONINA
      Peptídeo sintetizado e excretado pelas células C da tireóide,
      Impede a reabsorção óssea a nível de osteoclastos,
      Indicada para pacientes com alto nível de reabsorção óssea,
      Administração subcutânea, intra-muscular e intra-nasal
      BIFOSFONATOS
      Inibidores de reabsorção óssea,
      Diminuem a frequência de ativação dos osteoclastos,
      Etidronato e alendronato Sódio – V.O e IM
      VITAMINA D
      Dose recomendada 400 UI/dia,
      Calcitriol e Calcidiol
      Chirlei A Ferreira
    44. TERAPIASALTERNATIVAS
      VERALIPE
      Antagonista dopaminérgico,
      Melhora dos sintomas vasomotores
      Dose: 100 mg/dia por 20 dias por mês, não utilizando nos fins de semana,
      Efeito colateral:aumenta a prolactina levando a galactorréia, sedação e sonolência.
      CLONIDINA
      Dose: 0,1 mg a cada 12 horas,
      Melhora os sintomas vasomotores,
      Agonistasde receptores alfa-adrenérgicos,
      Efeitos colaterais: cefaléia, secura bucal,depressão.
      Chirlei A Ferreira
    45. Chirlei A Ferreira
      Assim o tempo vai transformando, construindo fases, que passamos de forma plana, sem tantas queixas, ou , nos marcamos eternamente por cada fase fisiológica dessa existência!
      Muito Obrigada!
      Chirlei/2009
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