Chirlei A Ferreira                            E-mail: Senha: Esqueci minha senha                   XXXII Congresso Mineiro...
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TABELA 1 Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos dos vasos retinianos: artéria oftálm...
TABELA 2 Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos da  artéria oftálmica Chirlei A Ferr...
TABELA 3 Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos da artéria central da retina Chirlei...
TABELA 4 Correlação entre a velocidade do pico sistólico da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 9...
TABELA 5 Correlação entre a velocidade da diastóle final da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 4...
TABELA 6 Correlação entre o índice de resistência da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 0.05715 ...
TABELA 7 Correlação entre o índice de pulsatilidade da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 0.6037...
CORRELAÇÃO DO PESO FETAL AO ULTRA-SOM COM OS ACHADOS DOPPLERFLUXOMÉTRICOS E A GLICOSE CAPILAR CORRELAÇÃO DE PEARSON Chirle...
GRÁFICO 1 Correlação entre glicose capilar e índice de resistência da Artéria Oftálmica no grupo estudado Chirlei A Ferrei...
GRÁFICO 2 Correlação entre Índice de Resistência da Artéria Oftálmica e Peso Fetal ao Ultra-som no grupo estudado Chirlei ...
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Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmica

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Avaliação das mudanças ocorridas na artéria oftálmica durante o processo da intolerância a glicose em gestantes.

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Correlacao entre achados do doppler da arteria oftalmica

  1. 1. Chirlei A Ferreira                         E-mail: Senha: Esqueci minha senha                  XXXII Congresso Mineiro de Ginecologia e Obstetrícia De 16 a 19 de maio de 2007 no Expominas. Clique abaixo para fazer a sua inscrição e saber mais sobre o evento. Saiba mais                  CIM 07 O V Congresso de Imaginologia da Mulher Sogimig / SRMG acontece no período dos dias 28 a 30 de junho, no Expominas. Saiba mais Tego Veja as aulas para o curso preparatório 2006 Saiba mais                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                   
  2. 2. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA Chirlei Aparecida Ferreira ORIENTADOR: Prof. Dr. Antonio Carlos Vieira Cabral Chirlei A Ferreira Faculdade de Medicina – UFMG 2004
  3. 3. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA Tese apresentada ao Programa de Pós-graduação em Ginecologia e Obstetrícia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, como requisito parcial a obtençao do título de Doutor. AREA DE CONCENTRACAO: PERINATOLOGIA Chirlei A Ferreira ORIENTADOR: Prof. Dr. Antônio Carlos Vieira Cabral Belo Horizonte Minas Gerais-Brasil 2004
  4. 4. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA INTRODUÇÃO Chirlei A Ferreira
  5. 5. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA Chirlei A Ferreira
  6. 6. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA Chirlei A Ferreira
  7. 7. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA Chirlei A Ferreira
  8. 8. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA <ul><li>Diversas doenças se associam a alterações visuais: doença hipertensiva em suas diversas formas, diabetes, etc. </li></ul><ul><li>Erickson e colaboradores em 1989 e Lieb em 1991; descreveram a técnica para o estudo dopplerfluxométrico das artérias e veias oftálmicas, central da retina e ciliares </li></ul>Chirlei A Ferreira
  9. 9. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA <ul><li>Artéria Oftálmica </li></ul><ul><ul><li>Pico sistólico máximo detectado: 20 cm/s a 60 cm/s, com média de 30 cm/s </li></ul></ul><ul><ul><li>Incisura dicrótica na fase de desaceleração </li></ul></ul><ul><li>Artéria Central da Retina </li></ul><ul><ul><li>Pico sistólico máximo detectado: 4 cm/s a 18 cm/s, com média de 9 cm/s. </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  10. 10. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA <ul><li>1992 (Hata et al) </li></ul><ul><ul><li>Primeiros trabalhos associando alterações patológicas da doença hipertensiva da gravidez com alterações dopplerfluxométricas, </li></ul></ul><ul><ul><li>Observação de três grupos; não gestantes, gestantes normotensas e gestantes hipertensas, </li></ul></ul><ul><ul><li>Iniciaram-se os estudos envolvendo a técnica e associando-a às diversas doenças. </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  11. 11. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA <ul><li>ARTÉRIAS ORBITAIS: </li></ul><ul><ul><li>Sofrem influências das condições metabólicas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Há interações entre os níveis hormonais, principalmente em relação ao estrogênio (Belfort & Saade, 1995) </li></ul></ul><ul><ul><li>Durante a gestação sofrem diminuição dos níveis de resistência progressivamente com o evoluir da gestação (Mackenzie et al, 1995); </li></ul></ul><ul><ul><li>Refletem o perfil hemodinâmico da vasculatura intracraniana (Ayaz et al 2003) </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  12. 12. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA (Hata et al, 1995) <ul><li>OBSERVAÇÕES ENCONTRADAS NOS VASOS OCULARES: </li></ul>Chirlei A Ferreira DIMINUIÇÃO DA RESISTÊNCIA VASCULAR DA ARTÉRIA OFTALMICA DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GRAVIDEZ AGRAVAMENTO DA DOENÇA HIPERTENSIVA AUMENTO DA RESISTÊNCIA DA ARTÉRIA OFTÁLMICA
  13. 13. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA(Hata et al 1997; Barbosa, 2004) Chirlei A Ferreira ÍNDICE DE PULSATILIDADE NÃO GESTANTES GESTANTES COM HIPERTENSÃO ARTERIAL MÉDIA DA PRESSÃO ARTERIAL VASODILATAÇÃO VASCULAR HIPERPERFUSÃO?HIPEREMIA? RETINIANA
  14. 14. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA(Ohno et al, 1999) Chirlei A Ferreira DOENÇA HIPERTENSIVA ESPECÍFICA DA GRAVIDEZ FOTOFOBIA BAIXO ÍNDICE DE PULSATILIDADE VASODILATAÇÃO OU HIPERPERFUSÃO RETINIANA
  15. 15. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA(Ayaz et al, 2003) Chirlei A Ferreira <ul><li>ARTÉRIAS OFTÁLMICAS </li></ul><ul><li>Indice de Pulsatilidade </li></ul><ul><li>Índice de Resistência </li></ul>VASCULATURA INTRACRANIANA
  16. 16. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA (Hata et al, 2000; Schocket & Grunwald, 1999) Chirlei A Ferreira DIABETES MELLITUS NORMOTENSAS NÃO DIABÉTICAS NORMOTENSAS DIABÉTICAS TIPO I DIMINUIÇÃO DO ÍNDICE DE PULSATILIDADE VASODILATAÇÃO HIPERPERFUSÃO OU HIPERVASCULARIZAÇÃO
  17. 17. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA (Hata et al, 1998) Chirlei A Ferreira GESTANTES NORMOTENSAS COM FETOS PEQUENOS PARA A IDADE GESTACIONAL RESISTÊNCIA AUMENTADA NA CIRCULAÇÃO ORBITAL
  18. 18. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA – DIABETES GESTACIONAL <ul><li>CONCEITO: </li></ul><ul><ul><li>Definido como qualquer grau de intolerância à glicose, com início ou primeiro reconhecimento durante a gestação, tendo esse conceito independência ao uso de insulina no tratamento e ou da persistência do quadro metabólico após o parto. </li></ul></ul><ul><li>PREVALÊNCIA </li></ul><ul><ul><li>Varia entre 1% e 14% das gestações dependendo da população estudada. </li></ul></ul><ul><ul><li>Brasil, Pernambuco, prevalência foi de 5% (Katz et al, 2002) </li></ul></ul><ul><li>DIAGNÓSTICO: </li></ul><ul><ul><li>Não há consenso para critérios diagnósticos do diabetes gestacional, </li></ul></ul><ul><ul><li>O critério mais comumente adotado é o realizado pela Associação Americana de Diabetes em 2001. </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  19. 19. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA – PESO FETAL AO ULTRA-SOM <ul><li>A estimativa precisa do peso fetal excessivo não é conseguida, embora diversas tentativas tenham sido realizadas para aumentar sua precisão através do uso de várias medidas ultra-sonográficas, obtendo-se para feto grandes fidedignidade de 50% (Cunningham et al 2000); </li></ul><ul><li>A frequência de fetos grandes em filhos de mãe diabética tem variado entre 25% e 42% e é amplamente aceito que o aumento dos níveis de glicose e outros substratos resultam em hiperinsulinemia fetal, o qual promove aceleração do crescimento somático. </li></ul><ul><li>Hipóteses a partir de observação de alterações de picos glicêmicos e aumento do peso fetal tentam explicar a presença de fetos grandes em pacientes diabéticas com bom controle glicêmico (Fraser, 2002). </li></ul>Chirlei A Ferreira
  20. 20. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA LITERATURA – PESO FETAL AO ULTRA-SOM <ul><li>A dopplerfluxometria tem sido estudada em pacientes com intolerância a glicose com o objetivo de avaliar o bem estar fetal. Alguns autores têm encontrado anormalidades nos índices de Doppler associado ao crescimento restrito de fetos e reduzido desenvolvimento placentário. </li></ul><ul><li>Diabetes Gestacional se associa com fetos e placentas grandes. Entretanto, alterações patológicas são frequentemente encontradas em pacientes diabéticas. A patogênese dessas anormalidades não estão esclarecidas, porque não se acredita que o aumento da resistência vascular placentária esteja relacionado a fatores estruturais, como aqueles que ocorrem na sua insuficiência. Alterações metabólicas poderiam ser um dos fatores importantes para o aumento da resistência vascular encontradas nas trocas entre os fatores vasoconstrictores e vasodilatadores. </li></ul><ul><li>Fadda em 2001 encontrou em pacientes diabéticas não hipertensas, 34% de aumento da resistência vascular, tendo complicações maiores do aquelas que não apresentaram esse aumento de resistência. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  21. 21. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA OBJETIVOS Chirlei A Ferreira
  22. 22. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA OBJETIVOS <ul><li>Verificar se há alterações detectáveis pela dopplerfluxometria na vasculatura orbital em pacientes gestantes com intolerância a glicose; </li></ul><ul><li>Correlacionar os índices de resistência e pulsatilidade da artéria oftálmica e central da retina na avaliação dopplerfluxométrica com a intolerância a glicose em pacientes gestantes; </li></ul><ul><li>Correlacionar os índices de resistência e pulsatilidade da artéria oftálmica e central da retina com o peso fetal em pacientes com intolerância a glicose. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  23. 23. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES E MÉTODOS Chirlei A Ferreira
  24. 24. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES <ul><li>Estudo transversal, realizado no período de agosto de 2003 à novembro de 2003, dentro da população de gestantes de Caratinga. </li></ul><ul><li>Caratinga é um município situado no leste de Minas Gerais, na região da mata- Vale do Rio Doce, com área territorial de 1251 Km² e distando 330 quilomêtros de Belo Horizonte. Sua população compõe-se de 77789 pessoas residentes, sendo 39450 mulheres (IBGE, 2000). </li></ul><ul><li>O número de nascidos vivos registrados no ano de 2000 foi de 1474, sendo 1108 em hospitais. O número de óbitos fetais, nesse período foi de 42 casos e a taxa de mortalidade infantil de 2,95%(IBGE, 2000) </li></ul>Chirlei A Ferreira
  25. 25. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES <ul><li>Considerando a área de estudo e o nível de população atendida, em sua maioria do meio rural, com pouca disponibilidade de participar da pesquisa, fizemos um rastreamento com divulgação pela mídia onde não havia exclusão de pacientes. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  26. 26. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES Chirlei A Ferreira
  27. 27. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES- PRIMEIRO PASSO <ul><li>Em todo o processo foram dosado glicose capilar em 104 pacientes, </li></ul><ul><li>Faixa etária de 25,20 (+/-5,12) anos, </li></ul><ul><li>Idade Gestacional de 25,54 (+/-13,85) semanas, </li></ul><ul><li>Eram submetidas ao peso corporal, estatura e aferição de pressão arterial além de perguntas direcionadas ao quadro obstétrico atual e passado </li></ul>Chirlei A Ferreira
  28. 28. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES – SEGUNDO PASSO <ul><li>Eram informadas sobre nossa atividade e após consentimento solicitavámos que ingerisse 50 (cinquenta) gramas de glicose pura (Glutol ®) em 200 mililitros de água, no período máximo de cinco minutos e aguardassem sessenta minutos para a realização da coleta de sangue capilar e leitura com glicosímetro da Roche® - Accu-chek II Advantage. </li></ul><ul><li>Obtendo valor acima de 140 mg/ml eram solicitadas a realizar a curva de tolerância a glicose com 100 gramas de glicose pura em nível laboratorial. Das 104 gestantes que fizeram a dosagem capilar 28 pacientes submeteram a curva de tolerância. </li></ul><ul><li>Das 28 pacientes que apresentaram alteração da glicose capilar foram excluídas da análise caso apresentassem os seguintes itens: </li></ul>Chirlei A Ferreira
  29. 29. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA PACIENTES – TERCEIRO PASSO – CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO <ul><li>CRITÉRIOS DE EXCLUSÃO : </li></ul><ul><ul><li>Gestação inferior a 28 semanas, idade gestacional considerada pela informação da data da última menstruação e pelo exame ultra-ultra-sonográfico realizado; </li></ul></ul><ul><ul><li>Gestação múltipla; </li></ul></ul><ul><ul><li>Gestação com intercorrências clínicas no momento da realização da ultra-sonografia, incluindo alterações dos níveis tensionais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Presença de malformações fetais identificadas a ultra-sonografia . </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  30. 30. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DIAGNÓSTICO DE INTOLERÂNCIA A GLICOSE <ul><li>DIAGNÓSTICO DE INTOLERÂNCIA A GLICOSE </li></ul><ul><ul><li>Determinação da Glicose para rastreamento </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ingestão de 50 gramas de glicose pura em 200 mililitros de água, em um tempo de sessenta minutos, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Após esse período puncionava-se o segundo dedo de uma das mãos e posteriormente colocava-se em fita adequada ao sistema Accu—chek II Advantage – utiliza o princípio químico baseado na glicose desidrogenase, (corante de glicose oxido-redutase) que efetua a redução do hexacianoferrato III para Hexacianoferrato II, esse é re-oxidado por um dos eletrodos contendo paládio e o fluxo de elétrons liberado é proporcional à concentração de glicose na amostra </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Determinação da Glicose para curva de tolerância </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Obedecendo aos critérios do Grupo de Dados Nacional de Diabetes(1979) e da Organização Mundial de Saúde. Ingestão de 100 gramas de glicose e dosagem plasmática em jejum, uma, duas e três horas após a ingestão. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os valores considerados para a normalidade foram: jejum: 105 mg/dl; uma hora: 195 mg/dl; duas horas: 165 mg/dl; três horas: 145 mg/dl. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Diagnóstico de diabetes gestacional dois valores acima dos expostos e intolerantes aquelas com curva glicêmica dentro dos valores da normalidade ou com um valor alterado. </li></ul></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  31. 31. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DIAGNÓSTICO DE INTOLERÂNCIA A GLICOSE <ul><li>Com o diagnóstico da curva glicêmica sem alteração e com rastreamento positivo ou apresentando uma alteração dos valores da curva glicêmica com rastreamento positivo eram convidadas a realizar exame ultra-sonográfico onde além da biometria, enfatizávamos a circunferência abdominal e realizávamos o estudo Doppler das artérias umbilicais, cerebrais, oftálmica e central da retina. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  32. 32. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DOPLLERFLUXOMETRIA DOS VASOS OCULARES <ul><li>Utilizado ultra-som SONOACE 9900 (Medison) com recurso tridimensional, com Doppler pulsátil e colorido, sonda setorial para exame obstétrico de 3,5-5,0 MHZ e sonda linear de 7-12 MHz , com filtro de 50 Hz para artéria oftálmica. </li></ul><ul><li>O paciente em decúbito dorsal, com pálpebras fechadas, era aplicada pequena quantidade de gel abaixo de suas sombrancelhas, </li></ul><ul><li>Orientando a sonda linear verticalmente identifica-se a artéria oftálmica nasalmente ao nervo óptico, seleciona um segmento homogêneo, com ângulo de 18-21° conforme técnica á descrita </li></ul><ul><li>A artéria central da retina orienta-se a sonda verticalmente, identifica a artéria oftálmica e a encontra no cone orbitário a dez milímetros do disco óptico. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  33. 33. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DOPPLER DOS VASOS OCULARES <ul><li>Representação esquemática de fluxo fisiológico anterógrado na artéria temporal superficial, artéria oftálmica </li></ul>Chirlei A Ferreira OFTALMICA TEMPORAL SUPERFICIAL Cerri, et al. 1996)
  34. 34. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DOPPLER DAS ARTÉRIAS OCULARES <ul><li>Representação esquemática de fluxo fisiológico anterógrado (cor vermelha) nas artérias oftálmica e central da retina. </li></ul>Chirlei A Ferreira Cerri, et al. 1996 )
  35. 35. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DOPPLER DAS ARTÉRIAS OCULARES Chirlei A Ferreira
  36. 36. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DOPPLER DAS ARTÉRIAS OCULARES Chirlei A Ferreira ARTÉRIA CENTRAL DA RETINA ARTÉRIA OFTÁLMICA
  37. 37. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO – DETERMINAÇÃO DO PESO FETAL <ul><li>Determinado a partir da biometria fetal, no mesmo exame da realização do estudo dopplerfluxométrico. </li></ul><ul><li>Utilizando como parâmetro a circunferência cefálica, fêmur, circunferência abdominal e tendo como referência a proposta de HADLOCK (1984) presente no sistema do equipamento ultra-sonográfico. </li></ul><ul><li>A circunferência abdominal foi enfatizada a partir do estudo de Landon et al, 1989 e Parreti et al, 2001 que faz forte correlação a esse dado aos fetos grandes para a idade gestacional. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  38. 38. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA MÉTODO ESTATÍSTICO <ul><li>Análise realizado pelo software MINITAB – versão 11, S-Plus, </li></ul><ul><li>Utilizado modelo de regresão linear para correlacionar o resultado do peso fetal com os achados dopplerfluxométricos e posteriormente com os níveis glicêmicos; </li></ul><ul><li>Os dados com significância estatística, ou seja, associados foram analisados pela correlação de Pearson, </li></ul><ul><li>Considerou-se o nível de significância estatística de 0.05. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  39. 39. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA RESULTADOS: Chirlei A Ferreira
  40. 40. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA GRUPO DE ESTUDO <ul><li>Das 28 pacientes encaminhadas para a curva de tolerância a glicose somente 24 participaram do estudo, devido aos critérios de exclusão: </li></ul><ul><ul><li>3 casos (2,88%) foram consideradas portadoras de diabetes gestacional; </li></ul></ul><ul><ul><li>1 caso foi identificado anomalia fetal durante o exame ultra-sonográfico . </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  41. 41. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA GRUPO DE ESTUDO - CARACTERÍSTICAS <ul><li>Média de idade do grupo: 26,42 (+/- 5,63) </li></ul><ul><li>Média de índice massa corporal: 27,15 (+/- 3,44) </li></ul><ul><li>História familiar de diabetes em parentes de primeiro grau: 15 (62,5%) </li></ul><ul><li>Primigestas: 12 (50,0%) </li></ul><ul><li>Não houve diferença estatística entre a idade gestacional calculada pela data da última menstruação e a identificada pela ultrassonografia (p=1.00), </li></ul><ul><li>Média do valor da glicose capilar após estímulo de sobrecarga: 173 (+/-32) mg/dl, </li></ul>Chirlei A Ferreira
  42. 42. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA GRUPO DE ESTUDOS CARACTERÍSTICA <ul><li>Em relação aos resultados dopplerfluxométricos da artéria oftálmica a média dos valores encontrados foram: </li></ul><ul><ul><li>Velocidade de pico sistólico: 32,76 (+/-8,90) cm/s </li></ul></ul><ul><ul><li>Velocidade final da diastóle: 10,62 (+/- 4,31) cm/s </li></ul></ul><ul><ul><li>Índice de Resistência: 0,68 (+/- 0,06) </li></ul></ul><ul><ul><li>Índice de Pulsatilidade: 1,45 (+/- 0,60) </li></ul></ul><ul><li>Em relação aos resultados dopplerfluxométricos da artéria central da retina a média dos valores encontrados foram: </li></ul><ul><ul><li>Velocidade de pico sistólico: 15,42 (+/-2,87) cm/s </li></ul></ul><ul><ul><li>Velocidade final da diastóle: 7,33 (+/- 1,98) cm/s </li></ul></ul><ul><ul><li>Ìndice de Resistência: 0,53 (+/- 0,09) </li></ul></ul><ul><ul><li>Índice de Pulsatilidade: 0,84 (+/- 0,19) </li></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  43. 43. CORRELAÇÃO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA <ul><li>CORRELAÇÃO DO PESO FETAL AO ULTRA-SOM COM OS ACHADOS DOPPLERFLUXOMÉTRICOS – ANÁLISE DE SIGNIFICÂNCIA </li></ul><ul><ul><li>TABELA 01 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos dos vasos retinianos: artéria oftálmica e artéria central da retina </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>TABELA 02 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos da artéria oftálmica </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>TABELA 03 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerflu´xométricos da artéria central da retina </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>TABELA 04 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre a velocidade do pico sistólico da artéria oftálmica e a glicose capilar </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>TABELA 05 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre a velocidade da diastóle final da artéria oftálmica e a glicose capilar </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>TABELA 06 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre o índice de resistência da artéria oftálmica e a glicose capilar </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>TABELA 07 </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Correlação entre o índice de pulsatilidade da artéria oftálmica e a glicose capilar </li></ul></ul></ul>Chirlei A Ferreira
  44. 44. TABELA 1 Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos dos vasos retinianos: artéria oftálmica e artéria central da retina Chirlei A Ferreira S=96.37 R-Sq = 99.2% R-Sq (adj) = 98.3% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE -4057.1 435.6 -9.31 0.000 Glicose Capilar -1.4695 0.9298 -1.58 0.142 ICM Materno -8.213 9.660 -0.85 0.413 IGC 22.25 16.10 1.38 0.194 PSV Oftálmica -16.656 5.357 -3.11 0.010 EDV Oftálmica 28.97 11.09 2.61 0.024 IR Oftálmica 1288.4 563.0 2.29 0.043 IP Oftálmica 6.39 77.72 0.08 0.936 PSV ACR 9.57 18.55 0.52 0.616 EDV ACR -3.22 34.64 -0.09 0.928 IR ACR -311.9 444.4 -0.70 0.497 IP ACR 367.2 319.2 1.15 0.274 CA Fetal (cm) 177.77 13.39 13.28 0.000
  45. 45. TABELA 2 Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos da artéria oftálmica Chirlei A Ferreira S = 93.58 R-Sq = 98.9% R-Sq(adj) = 98.3% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE -3265.3 336.2 -9.71 0.000 Glicose Capilar -1.929 1.460 -1.32 0.208 CTOG 1 hora -1.0313 0.6895 -1.50 0.157 PSV Oftálmica -12.532 4.178 -3.00 0.010 EDV Oftálmica 21.16 10.50 2.01 0.064 IR Oftálmica 846.9 477.4 1.77 0.098 IP Oftálmica 40.87 46.57 0.88 0.395 CA Fetal (cm) 191.900 6.515 29.45 0.000
  46. 46. TABELA 3 Correlação entre o peso fetal ao ultra-som e os índices dopplerfluxométricos da artéria central da retina Chirlei A Ferreira S = 121.2 R-Sq = 98.1% R-Sq(adj) = 97.2% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE -3272.1 444.0 -7.37 0.000 Glicose Capilar -0.190 1.474 -013 0.899 CTOG 1 hora -1.3119 0.7876 -1.67 0.118 PSV ACR -1.81 18.91 -0.10 0.925 EDV ACR 10.86 28.82 0.38 0.712 IR ACR 69.0 483.2 0.14 0.889 IP ACR 79.1 290.7 0.27 0.789 CA Fetal (cm) 193.743 7.941 24.40 0.000
  47. 47. TABELA 4 Correlação entre a velocidade do pico sistólico da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 9.038 R-Sq = 19.3% R-Sq(adj) = 0.0% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE 56.53 37.57 1.50 0.150 Idade Materna 0.0637 0.3655 0.17 0.864 ICM Materna -1.1621 0.7144 -1.63 0.121 Glicose Capilar 0.07577 0.07077 1.07 0.298 IGC -0.203 1.249 -0.16 0.873 Peso Fetal ao ultra-som -0.000187 0.005793 -0.03 0.975
  48. 48. TABELA 5 Correlação entre a velocidade da diastóle final da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 4.294 R-Sq = 22.5% R-Sq (adj) = 1.0% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE 34.41 17.85 1.93 0.070 Idade Materna -0.0605 0.1736 -0.35 0.732 ICM Materna -0.2375 0.3394 -0.70 0.493 Glicose Capilar 0.03160 0.03362 0.94 0.36 IGC -0.6899 0.5934 -1.16 0.260 Peso fetal ao ultra-som 0.000665 0.002752 0.24 0.812
  49. 49. TABELA 6 Correlação entre o índice de resistência da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 0.05715 R-Sq = 3805% R-Sq(adj) = 21.4% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE 0.6004 0.2376 2.53 0.021 Idade Materna -0.004328 0.002311 -1.87 0.077 ICM Materna -0.003652 0.004518 -0.81 0.429 Glicose Capilar 0.0010127 0.0004475 2.26 0.036 IGC 0.002598 0.007899 0.33 0.746 Peso fetal ao ultra-som 0.00001524 0.00003663 0.42 0.682
  50. 50. TABELA 7 Correlação entre o índice de pulsatilidade da artéria oftálmica e a glicose capilar Chirlei A Ferreira S = 0.6037 R-Sq = 22.9% R-Sq(adj) = 1.5% VARIÁVEL COEFICIENTE DESVIO-PADRÃO T P CONSTANTE 0.118 2.509 0.05 0.963 Idade Materna -0.03685 0.02441 -1.51 0.148 ICM Materna -0.00549 0.04772 -0.12 0.910 Glicose Capilar 0.004341 0.004727 0.92 0.37 IGC 0.07083 0.08343 0.85 0.407 Peso fetal ao ultra-som -0.0002895 0.0003869 -0.75 0.464
  51. 51. CORRELAÇÃO DO PESO FETAL AO ULTRA-SOM COM OS ACHADOS DOPPLERFLUXOMÉTRICOS E A GLICOSE CAPILAR CORRELAÇÃO DE PEARSON Chirlei A Ferreira ASSOCIAÇÃO CORRELAÇÃO DE PEARSON P Pico Sistólico da art.oftálmica e peso fetal ao ultra-som -0.244 0.013 Velocidade Diastólica Final e Peso Fetal ao ultra-som -0.392 0.036 Índice de Resistência da art.oftálmica e peso fetal ao ultra-som 0.220 0.043 Glicose capilar e índice de resistência da art. Oftálmica 0.362 0.036 Glicose Capilar e Circunferência abdominal fetal ao ultra-som 0.065 NS Glicose Capilar e Peso Fetal ao ultra-som 0.047 NS Glicose plasmática uma hora após a ingestão de 100 gramas de glicose e circunferência abdominal fetal ao ultra-som 0.279 NS Idade Gestacional Calculada pela DUM e Índice de Resistência da art.oftálmica -0.350 NS Peso Fetal ao ultra-som e circunferência abdominal fetal 0.988 0.00
  52. 52. GRÁFICO 1 Correlação entre glicose capilar e índice de resistência da Artéria Oftálmica no grupo estudado Chirlei A Ferreira 0.75 0.65 0.55 290 240 190 140 Índice de Resistência Artéria Oftálmica Glicose capilar R-Sq = 0.131 Y = 49.2052 + 182.746X P = 0.036
  53. 53. GRÁFICO 2 Correlação entre Índice de Resistência da Artéria Oftálmica e Peso Fetal ao Ultra-som no grupo estudado Chirlei A Ferreira 0.75 0.65 0.55 3500 3000 2500 2000 1500 1000 Indice de Resistência Aréria Oftálmica Peso Fe t a l US R-Sq = 0.048 Y = 449.330 + 2498.47X P = 0.043
  54. 54. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA COMENTÁRIOS Chirlei A Ferreira
  55. 55. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA <ul><li>A utilização da dosagem da glicose pelo método capilar nos proporcionou o exame imediato das pacientes. Não é um método novo, é empregado na Alemanha e em Israel onde temos trabalhos mostrando sua alta concordância com os métodos tradicionais. </li></ul><ul><li>Trabalhos anteriores, como por exemplo de Sacks et al, 2003 nos mostra que a glicemia de jejum não é um método para o diagnóstico de diabetes gestacional, porisso, foi por nós não realizado e passamos a avaliar o rastreamento com a sobrecarga de glicose. </li></ul><ul><li>Nossa incidência de rastreamento positivo foi alta – 25,96% - acima do esperado pela literatura, mas ao analisarmos o diagnóstico de pacientes com diabetes gestacional temos os mesmos valores encontrados pelos outros autores – 2,88%. </li></ul><ul><li>Nosso objetivo era quantificar uma alteração hemodinâmica que explicasse o aumento do peso fetal a partir de uma alteração metabólica. </li></ul><ul><li>A forte associação das alterações de fundo de olho poderia levar a uma interpretação errônea de nosso estudo, diante disso, tivemos o cuidado de trabalharmos com pacientes que não apresentavam história prévia de diabetes e sem o diagnóstico atual, assim acreditamos que esse viés não se encontra em nosso trabalho. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  56. 56. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA <ul><li>Considerando a evolução dos índices de resistência das artérias oftálmicas, identificados por Mackenzie et al, em 1995, observamos correlação negativa ao analisarmos os picos sistólicos e diastólicos na população estudada, como proposto por esses autores, mas não em relação ao índice de resistência que apresenta uma correlação positiva de 0.35, o que nos mostra um achado contrário a evolução esperada para as gestações dentro do da normalidade. </li></ul><ul><li>O aumento do índice de resistência nesse grupo estudado apresenta significância estatística entre o peso fetal e uma correlação de 0.22 (fraca), observamos uma associação entre fatores do aumento da resistência e o peso fetal ao ultra-som. </li></ul><ul><li>Dentro do mais significante estatisticamente, observamos uma associação positiva entre os valores da glicose capilar e o índice de resistência da artéria oftálmica, com p=0.036 e uma correlação de Pearson de 0.362 nos mostrando aumento dos níveis de glicose capilar com aumento dos índices de resistência da artéria oftálmica. </li></ul><ul><li>Não encontramos associação vista por Parretti et al, e acreditamos que seja pelo fato de não termos repetido o exame nas mesmas condições do autor. </li></ul><ul><li>Não há significância estatística em relação a arteria central da retina. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  57. 57. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA <ul><li>Por não termos trabalhos similares na literatura com a associação da artéria oftálmica e os níveis glicêmicos encontramos concordância com estudos realizados associando a doença hipertensiva específica da gravidez e os vasos retinianos. </li></ul><ul><li>Estudos em relação a doença hipertensiva mostra diminuição do índice de resistência da artéria oftálmica e que com o agravamento da doença há um aumento progressivo dessa resistência (Hata et al, 1995; Ohno et al, 1999; Ayaz et al, 2003) </li></ul><ul><li>Em nosso estudo encontramos que embora a correlação seja fraca há aumento da resistência da artéria oftálmica com o aumento do peso fetal. </li></ul><ul><li>Há um aumento significativo do aumento do índice de resistência da artéria oftálmica ao analisarmos os níveis glicêmicos (0.362), nos mostrando um dado inverso ao encontrado por Mackenzie et al em 1995 onde foi observado diminuição dos índices de resistência a medida em que há o progredir de uma gestação normal. </li></ul><ul><li>Justificaria a associação comum da intolerância a carboidratos e a doença hipertensiva específica da gravidez considerando sua interação fisiopatológica semelhante aos casos de hipertensão, podendo, inclusive acelerá-la, na medida em que se observa uma hipoperfusão não ocorrendo a hiperperfusão primária da doença hipertensiva. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  58. 58. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA CONCLUSÕES Chirlei A Ferreira
  59. 59. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA <ul><li>Há uma correlação positiva significativa entre o índice de resistência da artéria oftálmica e os níveis glicêmicos, a medida em que há aumento dos níveis glicêmicos observamos um aumento do índice de resistência da artéria oftálmica. </li></ul><ul><li>Existe alterações detectáveis pela dopplerfluxometria na vasculatura orbital, especialmente na artéria oftálmica, em pacientes gestantes com intolerância a glicose, </li></ul><ul><li>Existe correlação positiva significativa fraca entre o índice de resistência da artéria oftálmica e o peso fetal em pacientes com intolerância a carboidratos; </li></ul><ul><li>Há correlação entre os níveis glicêmicos, peso fetal e artéria oftálmica. </li></ul>Chirlei A Ferreira
  60. 60. CORRELACAO ENTRE ACHADOS DO DOPPLER DA ARTÉRIA OFTÁLMICA DE GESTANTES COM INTOLERÂNCIA A GLICOSE E PESO FETAL A ULTRA-SONOGRAFIA Chirlei A Ferreira OBRIGADA!!
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