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Controle de infecção em endoscopia 2010 (2ª parte)
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  • 1. "Serviços de Endoscopia e oControle de Infecção“ (parte 2) (parte 2) Luciene Xavier Santos Luciene Xavier Santos Comissão de Controle de Infecção Hospitalar Comissão de Controle de Infecção Hospitalar
  • 2. 7 passos importantes 4. Desinfecção
  • 3. Processo Manual • Mergulhar o endoscópio após limpo, completamente em solução desinfetante; • Irrigar o interior dos canais com uma seringa até que o ar seja eliminado, para evitar espaços mortos;1 • Retirar da cuba após o tempo de ação do produto; 2
  • 4. Processo Automatizado Acondicionar o endoscópio na cuba do Conectar os “tubing-sets” de acordo com o reprocessador; modelo do aparelho; 1 2
  • 5. Processo Automatizado Conectar os “tubing-sets” de acordo com o modelo do aparelho 1 2
  • 6. Processo Automatizado Conectar os “tubing-sets” de acordo com o modelo do aparelho 1
  • 7. Processo AutomatizadoLigar o equipamento de acordo com as recomendações do fabricante, contemplando os seguintes ciclos: Limpeza com solução detergente; Enxágüe da solução detergente; Desinfecção (tempo pré estabelecido); Enxágüe final.
  • 8. 7 passos importantes 5. Enxague
  • 9. Promover enxágüe abundante interno e externo devido à toxicidade dessassubstâncias desinfetantes;•1 Realizar o enxágüe dos canais com auxílio de seringa/pistola;• Enxaguar externamente em água corrente.
  • 10. 7 passos importantes 6. Secagem
  • 11. Irrigar os canais com álcool a 70% sob pressão (seringa/pistola); Secar os canais com ar comprimido sob pressão; Secar externamente o tubo com compressa.1 2
  • 12. 7 passos importantes 7. Guarda
  • 13. Armazenar em posição vertical. 1 2
  • 14. Os endoscópios devem seracondicionados em posiçãovertical, expostos em armárioventilado de fácil limpeza, emtemperatura ambiente, evitandoumidade, com o cuidado de nãotracionar o cabo do tubo conector,sem coberturas adicionaisimpermeáveis.
  • 15. As válvulas devem ser guardadas separadas dosendoscópios em recipiente fechado e só novamenteinseridas nos orifícios correspondentes do equipamentopara a realização do procedimento endoscópico.A mala do endoscópio deve ser utilizada apenas para otransporte, evitando danos ao equipamento.
  • 16. Reprocessador automático • É um equipamento destinado a realizar a desinfecção de endoscópios flexíveis em um sistema fechado, após a limpeza manual; assim seu ciclo inclui desinfecção e enxágüe e não incluem limpeza. ESGE - ESGENA guideline: Cleaning and disinfection in gastrointestinal endoscopy Update 2008
  • 17. Porque automatizar?
  • 18. Porque automatizar? • Existe uma grande variedade de reprocessadores automatizados no mercado. • Etapas de lavagem e desinfecção e opcionalmente: – Teste de vedação; – Enxágüe com água; – Secagem ESGE - ESGENA guideline: Cleaning and disinfection in gastrointestinal endoscopy guideline: Update 2008
  • 19. Porque automatizar? Segurança do processo: Padronizar várias etapas Diminuir a possibilidade de erros humanos.
  • 20. Porque automatizar? • Proporcionar um ciclo de reprocessamento padronizado e validado em um ambiente fechado; • Documentar automaticamente as etapas do processo (através de uma impressora); • Proporcionar reprodutibilidade do processo, de acordo com o padrão definido pela instituição; • Minimizar o contato dos profissionais envolvidos com agentes químicos • Minimizar a contaminação ambiental com aerossóis das soluções desinfetantes; • Facilitar o trabalho para os profissionais envolvidos, disponibilizando-o para outras tarefas; • Diminuir o risco de dano aos endoscópios. ESGE - ESGENA guideline: Cleaning and disinfection in gastrointestinal endoscopy guideline: Update 2008
  • 21. Características Importantes: • Mecanismos de irrigação dos canais; • Controle do tempo de contato com a solução desinfetante; • Controle de temperatura da água, quando indicado para determinada solução desinfetante; • Controle do número de reutilizações da solução desinfetante; • Adaptadores para reprocessamento de todos os aparelhos compatíveis com o reprocessador; • Sistema de tratamento da água do enxágüe que impede a re- contaminação do endoscópio durante enxágüe; • Ciclo de auto-desinfecção dos componente internos do reprocessador; • Interface com impressora para documentar os dados do ciclo de desinfecção; • Sistema de aviso quando houver falha no processo; prevention and control in flexible APIC guideline for infection endoscopy
  • 22. Atenção"No caso de reutilização das soluçõesdesinfetantes é importante que sejampadronizados testes para mensurar suaconcentração, de acordo com asinstruções do fabricante, a fim de garantirsua eficácia”
  • 23. Vantagens • Importantes passos do reprocessamento estão automatizados e padronizados; • Redução da probabilidade de omissão de um passo essencial; • Todos os componentes internos e externos do endoscópio são submetidos desinfecção e enxágüe uniformes e confiáveis; • Todos os canais (biópsia, sucção, ar, água, água auxiliar, CO2) são adequadamente irrigados; • Redução na exposição dos olhos, pele e trato respiratório do profissional de saúde ao desinfetante; • Redução do vapor químico da solução desinfetante no ambiente. ESGE - ESGENA guideline: Cleaning and disinfection in gastrointestinal endoscopy guideline: Update 2008
  • 24. Desvantagens • Surtos de infecção ou colonização que foram relacionados ao reprocessador automatizado: • Possível falha no sistema de filtração de água do AER em fornecer água de enxágüe livre de bactérias se a manutenção for inadequada; • Possível falha com conectores que não se adaptam adequadamente aos canais, não assegurando o fluxo da solução desinfetante e da água de enxágüe; • Falha na limpeza das válvulas de aspiração para a remoção da materia orgânica antes da desinfecção de alto nível;• A pressão de irrigação necessária para enxaguar o canal estreito não é alcançada pela maioria dos reprocessadores resultando em desinfecção inadequada do canal do cabo elevador utilizado na duodenoscopia e CPRE - este passo deve ser feito manualmente com uma seringa de 2 a 5 mL;• As máquinas, sistema de exaustão de ar (s/n) e tratamento de água, são dispendiosos para aquisição, instalação e manutenção. ESGE - ESGENA guideline: Cleaning and disinfection in gastrointestinal endoscopy guideline: Update 2008
  • 25. • A água utilizada para o enxágüe em reprocessadores automáticos deve ser mantida livre de microorganismos e outras partículas por filtros bacterianos, biocidas ou outros métodos. Se o suprimento local fornecer água dura (maior quantidade de sais de cálcio e magnésio), deve ser submetida a tratamento• Amostras da água de enxágüe final do reprocessador automático devem ser submetidos a testes microbiológicos pelo menos a cada semana. ESGE - ESGENA guideline: Cleaning and disinfection in gastrointestinal endoscopy guideline: Update 2008
  • 26. Principais Problemas • Não imersão completa do endoscópio; • Desenho do endoscópio; • Tempo de exposição insuficiente; • Contaminação do reprocessador automático; • Uso incorreto do reprocessador automático; • desenho do reprocessador automático; • secagem inadequada antes da armazenagem.
  • 27. A manutenção adequada é achave para o reprocessamentoautomático efetivo e seguro
  • 28. Desinfetantes, qual escolher? O ideal: • Nenhum resíduo após o processo • Excelente compatibilidade com o material • Amplo espectro de organismos, incluindo vírus e príons. • Atóxicos (inodoro ou problemas de irritação). • Possa ser descartados sem danos ao meio ambiente. • Monitoramento de concentração mínima eficaz.
  • 29. Fatores que Influenciam na Escolha • Processo de diluição. • Estabilidade da solução. • Número de reutilizações possíveis (teste de eficácia). • Custo direto. • Custos indiretos (medidas de proteção, reprocessador automático....)
  • 30. Glutaraldeído • Vantagens: – Numerosos estudos publicados – Relativamente barato – Excelente compatibilidade com materiais – Não causa danos ao endoscópio – É um dos desinfetantes mais utilizados em endoscopia.
  • 31. Glutaraldeído • Desvantagens: – Vapor causa irritação respiratória – Odor pungente e irritante – Atividade micobactericida lenta – Resistência??? – Fixador de proteína – Dermatite de contato
  • 32. Ortophtalaldeído • Vantagens: – Ação rápida – Pronto uso – Excelente compatibilidade com materiais – Não irritante para mucosa nasal e ocular – Odor fraco
  • 33. Ortophtalaldeído • Desvantagens: – Na presença de proteína, deixa mancha acinzentada – Pequena atividade esporicida – Choque anafilático em pacientes portadores de câncer de bexiga
  • 34. Ortophtalaldeído • Desvantagens: – Na presença de proteína, deixa mancha acinzentada – Pequena atividade esporicida – Choque anafilático em pacientes portadores de câncer de bexiga
  • 35. Ácido Peracético• É um desinfetante mais efetivo• Alternativa ao glutaraldeído?• Causa menos irritação• Mais seguro para o ambiente• Dispensa sistema de ventilação, exaustão• Tem habilidade de remover material endurecido nos canais de biópsia• Corrosivo• É menos estável que o glutaraldeído• Pouco histórico de uso no Brasil
  • 36. Água ácida eletrolisada • Produzida a partir do cloreto de sódio em solução aquosa. Essa solução é submetida a eletrólise dentro um equipamento, produzindo água ácida. • A morte microbiana ocorre por oxidação da membrana celular e desnaturação do ácido nucléico dos microorganismos. • Atividade é reduzida na presença de matéria orgânica e biofilme.
  • 37. Luciene Xavier Santos
  • 38. Luciene Xavier Santos
  • 39. Não existe legislação sobre legislaç AUU. •Legislação sobre AUU. Legislaç •97% dos hospitais (1999-2001) (1999- reutilizam AUU, como angiografia e cateteres cardíacos (Amarante et al., cardí 2008). •Presença de bactérias patogênicas em Presenç bacté alguns AUU reprocessados (cateterLegislação sobre AUU:Legislaç guia), após o reprocessamento (Da apó• Artigo novo aberto e não utilizado em Silva et al., 2006)paciente•Artigo de suporte de vida fundamental e semoutra opção no hospital opç•Artigo é passível de limpeza, e não pode ser passíutilizado em sangue ou tecido (?).
  • 40. O reprocessamento de AUU pode ser realizado em quase todos os países europeus e, principalmente, sem padrões de qualidade (European Commission, 2008a,b; Hailey et al., 2008; European Association for Medical Device Reprocessing; SUPROMED, 2007; Universita degli studi di Trento, 2006). Association Universita 37% (Christensen et al., 1999)) 1999 40% (Ischinger et al., 2002) Proibido! 80% - Madrid (El Mundo, 2005 ) “Outcome of the first public consultation on the reprocessing of medical devices”.•90% reprocessa AUU na Instituição•10% Reprocessadoras Externas (European Commission 2008)
  • 41. Dinamarca, Suécia, Bélgica, Eslováquia e Finlândia exigem elevados padrões de qualidade
  • 42. 25% (Quirk, 2002). Cerca de 70 produtos listados pelo FDA são obrigados a cumprir as mesmas regras que os fabricantes originais(Hailey et al, 2008;. EAMDR; Universita degli Studi di Trento, 2006; Estados Unidos Government Accountability Office,2008; Quirk, 2002; Alfa e Castillo, 2004; AORN declaração de Orientação de 2006).
  • 43. comissão de reuso: estabelecer políticas e garantir a adesão aos procedimentos aprovados Validação: esterilização, limpeza e funcionamento dos AUU monitoramento contínuo para garantir a sua qualidade.POP para cada tipode dispositivo
  • 44. Exceto se atender as Proibido o exigências de um fabricante de artigos médicos.reprocessamento de AUU “Para evitar a contaminação cruzada entre pacientes, AUU deve ser utilizado sempre que possível”
  • 45. 18% das injeções com seringas reutilizadas ouagulhas que não tenham sido esterilizados(OMS, 2007, Schmidt et al., 2004).
  • 46. Aspectos que devem ser considerados: O AUU está intacto e funcional após o reprocessamento? O AUU está limpo? O AUU está estéril? É rentável? Quem assume a responsabilidade se algo der errado?
  • 47. REPROCESSAMENTO DE ACESSÓRIOS DE ENDOSCOPIA HSL - 2010Luciene Xavier Santos
  • 48. Os acessórios utilizados nos serviços de endoscopia têm a mais diversa finalidade: hemostasias, retirada de fragmentos para análise anatomopatológica, dilatações, retirada de corpo estranho, exploração de vias biliares.Estão disponíveis como acessórios permanentes, passíveis de reprocessamento, ou de uso único.
  • 49. Disponíveis como acessórios permanentes,passíveis de reprocessamento, ou de uso único.
  • 50. Análise microscópica balão extrator descascando.
  • 51. Alça de polipectomia grande quantidade de sangue em seu lúmen.
  • 52. Modelo de Pinças
  • 53. Critérios para inclusão do artigo no protocolo de teste: 1. Não constar na lista negativa ou em sua embalagem não conter a descrição de “proibido reprocessar” 2. Ser passível de rastreabilidade para seqüenciar o reprocessamento 3. Ser passível de limpeza seguindo os critérios (Graziano KU, Balsamo AC, Lopes CLBC, Zotelli MFM, Couto AT, Paschoal MLH. Rev Latino-am Enfermagem 2006 janeiro- fevereiro; 14(1):70-6)
  • 54. Critérios segundo GrazianoRev Latino-am Enfermagem 2006 janeiro-fevereiroSer desmontávelSer transparenteA estrutura interna é revestida por uma capaisolante protegendo da entrada de sangue eoutros fluidos orgânicosO artigo é de estrutura sólida, sem estruturasinternas que ofereçam riscos de acúmulos dematéria orgânica
  • 55. Critérios segundo GrazianoRev Latino-am Enfermagem 2006 janeiro-fevereiroA estrutura interna permite a entrada e saída deáguaO AUU permite o uso de artefatos para limpezainternaA limpeza do AUU é similar ao do permanenteO grau de risco de contaminação do artigosegundo Spaulding: além dos critérios paraavaliar a possibilidade da limpeza, o grau do riscopotencial de contaminação de um artigo pesa nadecisão do reuso. Nesse sentido, os acessórios deendoscopia devem ser considerados críticos.
  • 56. Critérios para inclusão do artigo no protocolo de teste: 4. Avaliar o risco de lesão ao paciente e possibilidade de substituição durante o procedimento: Alto risco – Alto risco de lesão ao paciente e dificuldade de substituição durante o procedimento Médio risco - risco pequeno de lesão ao paciente caso o artigo não funcione e pode ser substituído durante o procedimento Baixo risco - pode ser substituído durante o procedimento sem riscos ao paciente.
  • 57. Critérios Reprocessamento de artigos de uso únicoCritérios Reprocessamento de artigos de uso único - Hospital Sírio Libanês – Julho 2005 - Hospital Sírio Libanês – Julho 2005 (Risco de falha mecânica e Custo) (Risco de falha mecânica e Custo) • RISCO – Alto risco – Risco de lesão ao paciente e dificuldade de substituição durante o procedimento (ex. fios-guia e cateteres vasculares, suturas mecânicas (grampeadores), bombas de circulação extracorpórea e implantes); – Médio risco - risco pequeno de lesão ao paciente caso o artigo não funcione e pode ser substituído durante o procedimento (Ex. Cânula vascular, sonda traqueal, lâminas de Shaver); – Baixo risco - pode ser substituído durante o procedimento sem riscos ao paciente (Ex. Aspiradores, gaze, saco plástico, Campo cirúrgico descartável).
  • 58. Critérios Reprocessamento de artigos de uso únicoCritérios Reprocessamento de artigos de uso único - Hospital Sírio Libanês – Julho 2005 - Hospital Sírio Libanês – Julho 2005 (Risco de falha mecânica e Custo) (Risco de falha mecânica e Custo) • CUSTO – Alto custo >R$1000 – Médio custo entre R$100,00 e R$1000,00 – Baixo Custo <R$ 100,00.
  • 59. Critérios Reprocessamento de artigos de uso únicoCritérios Reprocessamento de artigos de uso único - Hospital Sírio Libanês – Julho 2005 - Hospital Sírio Libanês – Julho 2005 (Risco de falha mecânica e Custo) (Risco de falha mecânica e Custo) Custo Risco do Alto Médio Baixo procedimento Alto risco Não reprocessar Não Não reprocessar reprocessar Médio Risco Avaliar cada Avaliar cada Não reprocessar caso caso Baixo risco Fazer protocolo Fazer protocolo Avaliar Custo do reprocessamento
  • 60. Separação das pinças em grupos de similaridade53 artigos diferentes• Baskets• Dilatadores• Papilótomos• Cateteres
  • 61. Grupo de similaridade Cód MaterialBasketR$ 900,00 110553 Basket - Ref. Web-2,5 X 5R$ 900,00 110551 Basket - Ref.Web - 3x6R$ 549,00 110557 Basket/Litotriptor 100 Cm - Ref. 120627R$ 1012,00 Basket/Litotriptor 2,3 Mm 40mm - Ref. 110558 XS99999922660-R$ 1646,00 110559 Basket/Litotriptor 2,3 Mm 50 Mm - Ref. 161225/226R$ 1126,00 110560 Basket/Litotriptor 2,6 Mm 60 Mm - Ref. 122266nR$ 1126,00 110561 Basket/Litotriptor 2,6 Mm 70 Mm - Ref. 122267nR$ 1126,00 110562 Basket/Litotriptor 2,6 Mm 80 Mm - Ref. 122268nR$ 549,00 110563 Basket/Litotriptor 210 Cm - Ref. 120527R$ 1012,00 110556 Basket/Litotriptor Standard 2,3 Mm 40mm - Ref. 22640
  • 62. DilatadoresR$ 2113,10 110515 Balao Acalasia 8 Cm 30 Mm - Ref.Wcab -30R$ 2113,10 110516 Balao Acalasia 8 Cm 35 Mm - Ref.Wcab -35R$ 1056,00 110517 Balao Dilatação - Ref.Ecl-18x5,5R$ 1268,30 110518 Balao Dilataçâo Biliar - Ref.Qbd -10x3R$ 1268,30 110519 Balao Dilatação Biliar - Ref.Qbd- 4x3R$ 1268,30 110520 Balao Dilataçâo Biliar Qbd 6x3R$ 804,10 110522 Balao Dilatação De Esofago 30 Fr - Ref.Qd -10x8R$ 1056,55 110523 Balao Dilataçao Esofago 16 Mm 8 Cm - Ref.Ecl-16x8R$ 2958,00 Balao Dilatador Acalasia 40/120fr 10 Cm - 110526 Ref.3414080R$ 1268,30 110527 Balao Dilatador Biliar 12 Fr - Ref. EZM0430R$ 1268,30 110528 Balao Dilatador Biliar 6 Mm 180 Cm - Ezm0630R$ 768,00 Balao Dilatador Extrator 5 Fr 200 Cm 9 Mm - 110539 Ref.134000R$ 768,00 Balao Extrator Calculo Triplo Lumen 7fr 200cm 14 110543 Mm -R$ 768,00 Bugia Dilatadora 10 Fr/ 7 Fr / 5 Fr 40 Mm - Ref. 110566 X01075R$ 804,10 Cateter Balao P/ Extração De Calculos 15 Mm 200 110640 Cm -R$ 768,00 110567 Bugia Dilatadora Max. 7 Fr Min. 3 Fr 30 Mm - Ref.
  • 63. PapilótomoR$ 136,40 110499 Alca De Polipectomia - Ref.Asm-1-SR$ 136,40 110500 Alca De Polipectomia - Ref.Asj-1-SR$ 136,40 110505 Alca De Polipectomia Oval - Ref.As-1-SR$ 719,95 110572 Canulotomo 20 Mm - Ref.Ct-20R$ 634,15 110969 Papilotomo 25 Mm -Mt-25R$ 719,95 110970 Papilotomo 30 Mm -Mt-30R$ 600,00 110974 Papilotomo C/ Duplo Canal 25 Mm - Ref.Ct-25R$ 1479,50 110975 Papilotomo Com Fio Guia Dash - Ref.21-480R$ 600,00 110976 Papilotomo Duas Vias Mt-20 MinitoneR$ 185,00 110506 Alca De Polipectomia Oval Desc. 2,8 Mm 230 Cm - Ref.R$ 185,00 110507 Alca De Polipectomia Oval Desc. 2,8 Mm 230 Cm - Ref.R$ 490,00 110509 Alca Mucosectomia C/ Garars 2,8 Mm 230 Cm - Gf4579R$ 439,00 110661 Cateter Diabolo Pta.Metalica Gflex 200cm 035" -R$ 282,00 110843 Cateter Pta.Afiliada Gflex 200cm 025" - Ref.844s25R$ 980,00 110973 Papilotomo Agulha 5 Fr 20 Mm - Ref. K11018-NR$ 980,00 110979 Papilotomo Faca - Ref. K11018spR$ 1215,00 110981 Papilotomo Pre Corte 5 Fr 20 Mm - Ref. K1031820R$ 1254,00 110986 Papilotomo Único Lumen Diabolo 5 Fr 20 Mm - Ref.
  • 64. CateteresR$ 230,00 110654 Cateter Colangiografia - Ref.Gt-1-StR$ 297,55 110658 Cateter Colangiografia Ref.Gt-1R$ 230,00 110659 Cateter Colangiografia Ref.Gt-1-LtR$ 230,00 110660 Cateter Colangiografia Simples - Ref.Ercp-1R$ 465,85 110846 Cateter Spray 7 Fr 240 Cm - Ref.Gt-7R$ 365,20 110936 Guia Teflonado - Ref.Thsf-35-480R$ 848,00 110902 Fio Guia - 21525400R$ 779,00 Fio Guia Reflonado 400 Cm - Ref. 110922 21535400R$ 294,00 110925 Fio Guia Teflonado - Ref.21035400
  • 65. Metodologia
  • 66. Metodologia
  • 67. Resultados Baskets Dilatadores Papilótomos Cateteres19 amostras inoculadas em cada grupo01 controle negativo em cada grupo Total: 76 amostras inoculadas – 76 resultados negativos após o reprocessamento
  • 68. CUSTOS ENVOLVIDOSLuciene Xavier Santos
  • 69. Custo do Ensaio
  • 70. Custo dos acessórios R$ 136,40 a R$ 2958,00 14 itens já inativos até out 2010
  • 71. Quantas vezes é possível reprocessarcada artigo, mantendo sua funcionalidade?Luciene Xavier Santos
  • 72. Conclusões • Nos últimos dez anos, poucos casos de transmissão de patógenos durante endoscopia gastrintestinal foram relatados na literatura. • Os casos relatados incluem: • falha na esterilização da pinça de biópsia entre pacientes, • falha nos protocolos de reprocessamento • Inobservância de práticas gerais de controle de infecções (uso inapropriado de frascos/garrafas de múltiplas doses e/ou reutilização de seringas).
  • 73. Conclusões • Problemas organizacionais freqüentes que levam a erro de reprocessamento: • falhas administrativas, • número insuficiente de endoscópios • número insuficiente de profissionais • falhas no processo de desinfecção.
  • 74. Conclusões O risco de transmitir infecções: • exposição do equipamento a microorganismos; • desenho do instrumento; • tempo de exposição insuficiente; • materiais abaixo do padrão; • garrafas de água ou soluções de irrigação contaminadas; • contaminação do reprocessador automático; • uso incorreto do reprocessador automático; • desenho do reprocessador automático; • secagem inadequada antes da armazenagem.
  • 75. Conclusões • colonização do canal de trabalho danificado. • canal de ar e água estreito, não permitindo acesso para escovação. • contaminação de garrafas de água com pseudomonas.
  • 76. Equipe • A equipe designada para o reprocessamento de endoscópios deve receber instruções específicas assegurando os processos de limpeza, desinfecção e armazenamento adequados. • A competência da equipe para a função deve ser testada regularmente. Todos os profissionais que lidam com produtos químicos devem receber informações sobre os riscos químicos associados.
  • 77. Obrigada! luciene.santos@hsl.org.br

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