XIV CBE - Palestra Magna - Luiz Pinguelli - 23 outubro 2012
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  • Estudos e simulações computacionais apara a análise de tensões no entorno de poços não convencionais: poços de longo alcance, horizontais, multilaterais, etc. As condições locais do problema, i.e. temperatura, pressão, nível de tensões na rocha “in situ” e a geometria do poço, colocam desafios consideráveis ao projeto que tem como objetivo final assegurar a sua estabilidade nas fases de perfuração e de produção.
  • Estudos e simulações computacionais apara a análise de tensões no entorno de poços não convencionais: poços de longo alcance, horizontais, multilaterais, etc. As condições locais do problema, i.e. temperatura, pressão, nível de tensões na rocha “in situ” e a geometria do poço, colocam desafios consideráveis ao projeto que tem como objetivo final assegurar a sua estabilidade nas fases de perfuração e de produção.
  • Estudo da estabilidade de poços não-convencionais com a consideração do fenômeno do colapso de poros, típico de rochas carbonáticas submetidas a altas tensões de confinamento.

 XIV CBE - Palestra Magna - Luiz Pinguelli - 23 outubro 2012 XIV CBE - Palestra Magna - Luiz Pinguelli - 23 outubro 2012 Presentation Transcript

  • Congresso Brasileiro de Energia Rio de Janeiro, Outubro de 2012 Rio de Janeiro, outubro de 2012 Sociedade, Energia e Meio-Ambiente Sociedade, Energia e Meio- Luiz Pinguelli Rosa Diretor da COPPE – UFRJ Ambiente COPPE-UFRJSecretário do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas Membro da Academia Brasileira de Ciência Ex membro dos Conselhos da SBPC e da SBF Forum Award da American Physical Society
  • Planejamento EnergéticoChoques do petróleo de 1973 e 1979  Estados Nacionais adotaram políticas energéticas  entre elas o desenvolvimento de fontes alternativas  solar, eólica, biogás. Programa do Álcool no Brasil  em meados dos anos 1980 > 90% das vendas de carros novos no país eram a álcool.Queda do preço do petróleo na segunda metade da década de 1980  estas políticas foram abandonadas no mundo. Virada de 1989 para 1990  falta de álcool no Brasil  vendas de carros novos a álcool no cairam para < 5% nos anos 1990.Anos 1990  desregulamentação da energia  privatizações em vários países. Ano 2001  racionamento de energia elétrica no Brasil  2003  suspensão das privatizações no setor elétrico 2004  criação da EPE para planejamento energético. 2003  carros flex no Brasil  cresce o consumo de álcool.
  • Poítica EnergéticaEscalada do preço do barril de petróleo de US$ 10 em 1999 para> US$ 100 em 2007 Brasil  autosuficiência pela PetrobrásMáximo da produção mundial de petróleo daqui a poucas décadas. Brasil  descobertas no Sub-salCrescimento da demanda de petróleo e gás natural no mundo China + IndiaGeopolítica do petróleo  grandes reservas = Oriente Médio + Rússia. Invasão do Iraque pelos EUAQuestão Ambiental  Mudança Climática  Fontes alternativas Brasil  maior problema é o desmatamento e não a energia
  • Questões Atuais de Poítica EnergéticaEliminação da Pobreza  Nova classe Média?Meio Ambiente  Mudança Climática  Código FlorestalHidrelétricas?Shale Gas na América do NortePetróleo e Gás do Pré Sal no BrasilEtanol x Gasolina  Importação de Etanol de Milho dos EUARenovação das Concessões de Hidrelétricas AmortizadasAcidente Nuclear de FukushimaDefasagem Tecnológica da Industria Brasileira
  • CombustíveisPetróleo– autosuficiência- necessidade de plano de longo prazoGás natural - affair com a Bolívia já equacionado - problema na geração elétricaBiocombustíveisCarvão
  • Pré-SalDe 30 a 80 bb - presente reservas de 14 bb
  • A Questão dos Royalties Estruturação dos Sistemas Fiscais Petrolíferos Regimes Fiscais do Petróleo Sistemas Contratuais Sistemas de ConcessãoContrato Partilha de Produção Contrato de serviço Contrato de serviço com risco Contrato de serviço puro Fonte: Johnston (1994). 7
  • TECNOLOGIAS PRÉ-SAL
  • TECNOLOGIAS PRÉ-SALSIMULAÇÃO COMPUTACIONAL • Engenharia de Reservatório • Geomecânica de Poços
  • TECNOLOGIAS PRÉ-SAL POÇOS • Sensores de Pressão, Temperatura e Vazão • Confiabilidade das Operações • Gestão Integrada da Produção • Simulação do colapso de tubos de revestimento de poços (casing)7500 MPa
  • TECNOLOGIAS PRÉ-SAL SONDAS, NAVIOS E PLATAFORMAS / FPSOs• Capacitação no projeto e organização da cadeia de fornecedores• Simulação dos processos construtivos• Tecnologia avançada de produção: Megablocos com redução do tempode construção (Controle Dimensional dos Processos de Fabricação)
  • Laboratório de Ensaios Não Destrutivos, Corrosão e Soldagem LNDC - COPPE
  • Lab. Tecnologia Submarina. Integridade de Dutos e Risers. Confiabilidade de Equipamentos Submarinos. Recifes Artificiais para Descomissionamento
  • LMT/COPPEBanco de Testes para Ensaios de Óleos Combustíveis Pesados - BUNKER
  • Meio Ambiente e Energia Sustentável
  • O que é sustentável? Resultado da dialética na década de 1970 entre- Crescimento Zero  Modelo MIT para o Clube de Roma (de países desenvolvidos)- Modelo Bariloche  Outro crescimento é possível para satisfazer necessidades dos povosSíntese na década de 1980: Relatório Bruntland  Conceito de desenvolvimento sustentável
  • A hidreletricidade é sustentável?Impacto ambiental e social da construção e dos reservatórios (-)É renovável  Energia solar (evapora água) + gravitacional (+)Emite gases de efeito estufa principalmente em regiões tropicais (-)Emite muito menos que termelétrica a combustíveis fósseis (+)Há algumas exceções (Balbina, Samuel) (-)Usinas a fio d´água minimizam reservatórios (+)O fator de capacidade de Belo Monte é baixo (-)
  • Sol. (fusão nuclear). (1).BALANÇO DE ENERGIA DA TERRA. ondas eletromagnéticas de alta freqüência. (2) = luz. ( Baixa Entropia.). PROCESSOS fotossíntese NATURAIS . Tempo Geológico. Aquecimento. Evaporação. Biomassa. Combustíveis Atmosfera. . FósseisMovimento. Movimento. Combustíveis da Lua. Lua. da Terra. Terra. Condensação Nucleares (3). Chuva (3).. Fissão e ( ? ) Fusão Marés. Ondas. Eólica. Hidráulica. Nuclear (1). do mar (3) Foto Coletor (2) Força animal. Voltaica. Solar Combustão.. (2) Geotérmica. (1)PROCESSOSTECNOLÖGICOS Máquina ENERGIA. ENERGIA. MECÂNICA. Perdas TÉRMICA. TÉRMICA. Gradiente de Termo . Temperatura do Mar. par Gerador. Perdas` Aquecedor Hidrogênio (2) Motor e Perdas Substâncias. Químicas Pilha. ENERGIA. Pilha a Elétrica. ELÉTRICA. ELÉTRICA. Combustível. (2). Efeito estufa. ondas eletromagnéticas de baixa freqüência.Legenda. Processos eletrônicos = calor. ( Alta Entropia)(1) Força Nuclear. ` ondas eletromagnéticas Atmosfera.(2) Força Eletromagnética.* hertzianas(3) Força Gravitacional. ondas eletromagnéticas de baixa freqüência = calor. ( Alta Entropia)
  • PETRÓLEO Óleo Combustível Gás Natural Gasolina Diesel Querosene Carvão NuclearResidencial Serviços Transportes Industrial Geração Agrícola Elétrica Álcool Bagaço Lenha e Carvão Hidráulica Biodiesel Eólica Solar Resíduos Vegetal Usadas em Fontes Escala Alternativas Fontes Renováveis
  • Energia no Mundo e Mudanças Climáticas
  • Fontes Primárias de Energia da Revolução Industrial ao Século XXI Anos 2000:Petróleo 35% + Carvão 20% + Gás natural 20% = 75% Grandes emissores de CO2Biomassa 9% + Hidrelétrica 8% + Nuclear 8% = 25%
  • Mudança do Clima 4˚ Relatório do IPCC de 2007 Redução da incerteza Atenção a eventos extremos Observação do degelo de geleiras perenes Grande impacto na sociedade e nos governos Nobel da Paz de 2007
  • Historical Contributions to GlobalAquecimento Global Temperature Resultados do IPCCCrescimento de emissões de gases do efeito estufa foi de 70% entre 1970 e 2004Dentre estas as emissões de CO2 cresceram de 80% e representavam 77% das emissõesantropogênicas em 2004O maior crescimento das emissões entre 1970 e 2004 foi do setor de energia (145%),seguido dos setores de transportes (120%), indústria (65%) e deusos da terra e desmatamento (40%) Modelling and assessment of contributions to climate change Fonte ; IPCC Report 2007
  • Energia per Capita ( E / Pop = E / PIB x PIB / Pop ) Anos 1980, 85, 90, 2000 e 20054,00 Brazil 2005 China3,50 India1980 2005 Indones3,00 300 M BTU / head Mexico Energy/GDP (M Btu / 100 US$) 1980 South2,50 Africa 200 M BTU / head 1980 Canada2,00 100 M BTU / head France 2005 German 19801,50 1980 Japan 2005 1980 2005 Norway1,00 1980 1980 2005 2005 Netherla s Unit ed0,50 50 M BTU / head 1980 States Unit ed Kingdom0,00 Spain 0,00 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45, 00 World GDP/Pop (1000 US$ / Head)
  • Situação nos Países em Desenvolvimento As classes de renda mais alta nos países em desenvolvimento têm alto consumo de energia per capita enquanto a maioria da população é pobre e tem consumo de energia muito baixo. Assim há forte desigualdade no consumo de energia e na emissão de gases do efeito estufa per capita dentro de cada país, seguindo a desigualdade na distribuição de renda.
  • O enfrentamento da mudança climática junto com o combate à pobreza, devendo-se cunhar a expressão justiça climática associada a inclusão social e adaptação de populações vulneráveis. Novo modelo de produção e consumo, mais solidário (a crise mundial derrubou o mito do mercado desregulado). Uso de geração hidroelétrica dentro das restrições ambientais e minimização das termoelétricas como complementação às hidrelétricas, incluindo estudos de captura e sequestro de Carbono (CCS). Prioridade às fontes alternativas (biocombustíveis, eólica, solar, oceânica) e à eficiência energética. Fonte; Fórum Brasileiro de Mudanças ClimáticasF
  • Principais desafiosimediatosReduzir o desmatamento ,maior parte da emissão degases do efeito estufa do BrasilReverter tendência atual deexpansão de usinas termelétricasa óleo e carvão e investir emfontes renováveisReduzir desperdício no consumoDesestimular o uso crescente de carros pesados em moda nas classes de renda alta e melhorar e ampliar o transporte coletivoReduzir crescimento desnecessário de emissões de gases sem sacrificar o desenvolvimento do país e a redução da pobrezaAtuar na Convenção da ONU sobre Mudança do Clima para redução das emissões dos países ricos e para o desenvolvimento limpo no mundo Fonte: Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas
  • Cenário Internacional e no BrasilAn additional $10.5 trillion of investment is needed in total in the 450 Scenario, withmeasures to boost energy efficiency accounting for most of the abatement through to 2030 Abatement of world energy-related CO2 emissions in the 450 Scenario 42 Gt Reference Scenario World abatement by technology, 2030 40 38 OECD+ 36 Efficiency - 57% 34 13.8 Gt 32 3.8 Gt OME Renewables & biofuels - 30 23% 28 OC Nuclear - 10% 450 Scenario CCS - 10% 26 2007 2010 2015 2020 2025 2030 CCS está entre as prioridades, segundo a IEA Fonte: WEO World Energy Outlook 2009 - IEA
  • Internacional BrasilTotal: 49 bilhões de toneladas de CO2eq, 2004 Perfil da Emissões no mundo Perfil da Emissões no Brasil GHG Emissions (CO2e) 2005 Data * Energy Industrial Processes Agriculture/ Livestock LULUCF Waste * Second National GHG Inventory of Brazil 2010
  • Hydropower and Climate Change:Measurement of Greenhouse Gas Emission of Reservoirs Model for Comparison of Hydropower with Thermal Power
  • Emissions from Reservoirs (IVIG) - COPPEFunnel Bubble Collector Coupled to a Gas Collecting Bottle
  • COPPE / UFRJGroup of Collecting Funnels Placed in a Shallow Region
  • According to the above hypothesis: Hydroelectric GHG Emission –Among the 10 reservoirs studied, Measurements by COPPE / IVIGthe result including downstream emissionsindicates that 7 of them, (97% of totalinstalled capacity),have GHG emissions per MWhlower than those from natural gas powerplants, some of them morethan 100 times lower.The hydro-power plants with emissions perMWh higher than those of natural gasfuelled power plants have very low powerdensity (less than 0.4 W/m2) and theytotalize only 3% of total installed capacity(Balbina has less than 0.1 W/m2).Tucurui 8370 MW 2875 km2 2.91 W / m2B. Monte 11000 MW 400 km2 27.50 W / m2
  • Energia Hidrelétrica no Mundo
  • Percentual das fontes na geração elétrica no mundoem1973 e 2006 (IEA, 2008)
  • Geração hidrelétrica no Mundo 3500 Hydropower generation (TWh) by region from 1965 3000 to 2007Hydropower (TWh) 2500 (source BP - 2008) 2000 TWh in 2007 857 1500 Asia Pacific Africa 98 1000 Middle East 22 500 Europe & Eurasia 833 0 South & Central America 676 71 83 98 07 65 68 74 77 80 86 89 92 95 01 04 North America 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 19 20 20 20 646
  • Variação das chuvas devido à mudança climática escala de cores dá faixas de percentual estimado para operíodo 2090-2099, relativo a 1980-1999.
  • Geração elétrica em GW e TWh/ano (2005) e mudança estimada (TWh/ano) devido à mudança do clima (2050)Region Change by 2050 Power prod. capacity (2005) (TWh/yr) GW TWh/yrAfrica 22 90 0.0Asia 246 996 2.7Europe 177 517 -0.8North America 161 655 0.3South America 119 661 0.3Oceania 13 40 0.0TOTAL 737 2931 2.5
  • Geração Hidrelétrica Anual no Mundo
  • Energy Payback of Low estimate High estimaterenewable options 3 6 Solar Photovoltaic 3 5 Biomass Plantations 18 34 Windpower Hydropower Run-of-river 170 267 205 280 Hydropower with reservoirEnergy Payback of Low estimate High estimate thermal options 14 16 Nuclear 2,5 5 Natural Gas Combined Cycle 2,5 5,1 Coal: conventional plant 1,6 Coal: CO2 Capture / Storage 3,30 4 8 12 16
  • Energia Elétrica no Brasil
  • A hidreletricidade é necessária para o desenvolvimento do país?O Brasil consome muita eletricidade enão precisa expandir geração elétrica?Pode expandir geração usando outras fontes de energia?Hidreletricidade não é usada nos países ricos?Mudança climática inviabilizará hidreletricidade?
  • Energia Elétrica per Capita em Alguns Países em Desenvolvimento kWh / habCoreia do Sul – 8000 (valores aproximados)Grécia – 6000África do Sul - 5000Chile – 4000Venezuela – 4000Argentina – 3000China – 2500Iran - 2500Uruguai- 2500BRASIL – 2200
  • Modelo Elétrico Hidráulica Nuclear Térmica Eólica R$ 68/ Geração Geração Geração Geração MWhPerdas Trasmissão Trasmissão Trasmissão Trasmissão Distribuição Subestação Subestação Subestação
  • Tarifas e Tarifa(95) corrigida pela inflação Exclusive impostos.250 Média200 200 Industrial 180150 160 140100 + 68% 120 100 50 80 + 78% 60 0 40 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 20 350300 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 300250200 Comercial 250 Residencial 200150 150 + 62%100 100 + 30% 50 50 0 0 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 Fonte: ANEEL e IBGE
  • Seminário COPPE – UFRJ sobre política energética do setor elétrico.Uma reflexão sobre a integração dosmodelos de operação, planejamento e comercialização no setor elétrico brasileiro.
  • Comparação da Geração Elétrica Hidro Térmica Nuclear AlternativasInvestimento /kW Alto Menor Muito alto Alto em geralCusto Combustível - Muito alto Baixo VariaCusto da energia Baixo Alto Muito alto Alto em geralTempo de construção Grande Menor Grande PequenoTempo de vida Grande Pequeno Médio VariaImpacto ambiental Reservat. Atmosf. Radiativ. PequenoEfeito estufa Pequeno Grande Nenhum Nenhum
  • Comparação entre os Grandes Projetos Belo Monte Madeira Angra IIIInvestimento/kW Alto Alto Muito AltoCusto de energia Baixo Baixo AltoLinha Transmissão Longa Longa MenorEfeito Estufa Pequeno Pequeno NenhumOposição Muito Grande Grande Menorambiental
  • Electric Exclusion12 millions of persons didnot have electricity in 2003. 88% of them are in ruralareas 59% are in the North In the North there is not electric grid  isolated system using dieses oil with subsides  alternatve sources of energy
  • Energia Hidrelétrica no Brasil e Comparações
  • Renewable and Fossil Energy %100,00% 90,00%80,00%70,00%60,00%50,00% Re40,00% Fo30,00%20,00%10,00% 0,00% Brazil World OECD
  • Table 1 – Top ten countries with largest water resources Thousands Km3/year M3/year/inhabitant*Brazil 8.2 48.3Russia 4.5 30.9Canada 2.9 94.3Indonesia 2.8 13.3China 2.8 2.2USA 2.0 7.4Peru 1.9 74.5India 1.9 1.8Congo 1.3 25.1Venezuela 1.2 51.0Source: D’Áraujo 2008; FAO 2003; *per capita data is for 2001 Countries with higher hydro capacity 2005 data Installed Capacity (MW) China 100.000 USA 77.354 Canada 71.978 Brazil 71.060
  • Percentage of economic hydropower potential that is currently utilizedselected countries Norway 80 Japan 60 Canada USA 40 Brazil Russia 20 India 0 China Source: WEC 2007; BEN 2007 for Brazil estimate
  • countries with the highest percentage of hydropower in their electricity generation (%) Norw ay 100 Brazil 80 Venezuela Canada 60 Sw eden 40 Russia China 20 India 0 Japan USA Source: IEA, 2006
  • Countries with large number of big dams USA 7000 India Japan 6000 Spain Canada 5000 S Corea Turkey 4000 Brazil 3000 France S. Africa 2000 Mexico Italy 1000 UK Australia 0 Norway Germany Source: WCD 2000, excluding China, which has over 22,000 dams
  • A Polêmica de Belo Monte
  • Preço da energia Belo Monte 68 R$/ MWh, Termelétricas novas 140 R$ / MWhInvestimento previsto - 20 bilhões de reais, Consórcio fala agora em 26 bilhões, problema a ser resolvido pois deve ser obrigado a manter o preço 68 R$/ MWhArea inundada 516 km² bem menor que Itaipu com 1300 km². Belo Monte terá 21 W/m². A usina de Balbina tem 0,1 W / m² e Tucurui 2,9 W/ m2,Problema : a redução da água na Volta Grande do Xingu, o que preocupa moradores ribeirinhos. A solução é garantir uma vazão mínima.
  • A potência máxima de Belo Monte é 11 GW e a média é 4,6 GW. A relação desses dois valores dá o fator de capacidade de 42%, bem menor que os de Jirau e Santo Antonio.Em geral, as hidrelétricas brasileiras têm fator de capacidade pouco acima de 50%.Esse fator nas hidrelétricas é em média 21% na Espanha, 32% na Suiça, 35% na França 35% no Japão 36% na China 46% nos EUA.Belo Monte não pode ser vista isoladamente, pois esta no sistema interligado, quando ela gerar com 11 GW vai economizar água em
  • Fontes Alternativas de Energia
  • Fontes Alternativas de Energia Socioeconômicos: Renda e emprego O incentivo à participação de fonte alternativas na matriz energética brasileira pode se constituir em solução sob vários aspectosEstratégicos: AmbientaisRedução da Redução de Impactosvulnerabilidade 64
  • Fontes Alternativas Racionalização e Eficiência energética Alternativas aos Motores a Explosão Combustíveis Alternativos Alternativas para Geração Elétrica
  • Eólica
  • Complementaridade das Fontes Alternativas com a Geração Hidrelétrica Sazonalidades da DAS FONTES SAZONALIDADES Oferta2,01,8 Período da safra da biomassa: abr a out1,61,41,21,00,80,60,4 HIDROELÉTRICA UTE BIOMASSA EÓLICA0,20,0 jan fev mar abr mai jun jul ago set out nov dez
  • Características da Oferta – 2010 e 2015 (MW) e (%) Crescimento 2010 2015 2010-2015Hidráulic 85.690 79,3% 97.968 71,0% 12.278 14%aNuclear 2.007 1,9% 2.007 1,5%  0,0%Gas/GNL 9.308 8,6% 12.257 8,9% 2.949 32%Carvão 1.415 1,3% 3.205 2,3% 1.790 127%Biomassa 4.577 4,2% 7.271 5,3% 2.694 59%Óleo 4.211 3,9% 10.011 7,3% 5.800 138%Eólica 826 0,8% 5.194 3,8% 4.368 529%Total 100% 100% 28% 108.034 137.913 29.879
  • Biocombustíveis
  • GHG missions in sugar cane ethanol production and avoided CO2Balance of CO2 capture by sugar cane: D = C’+ E + F + G (3)Net avoided CO2 by sugar cane ethanol = H + H’ – A – B - C (4) A B C C’ D E F G H X sugar Distillery ethanol Cars equipments Plantation cane ars & buildings indirect fertilizers bagasse X H’ energy etc trash Electric Grid Industry bio mass generation fossil fuels
  • SUGARCANE ETHANOL: GHG REDUCTIONS (SEVERAL METHODOLOGIES, COMPARED TO GASOLINE) SUGARCANE ETHANOL -20% 0% Brasil - s/ iLUC 20% EU RED - s/ iLUC 40% 40% RFS - c/ iLUC % n o a g s ) ( i l 60% 70% 61% CARB - c/ iLUC 80% 71% m E à p o d a e õ c v s r t i iLUC: indirect land use change EU 90% UNEP 100% RED: European Renewable Energy Directive RFS: Renewable Fuels Standard 140% CARB: California Air Resources Board Sugarcane ethanol is an advanced biofuel (first generation biofuel with a second generation performance).Fonte: Isaias Macedo e Joaquim Seabra (2008); RFS; CARB and European Directive
  • The Energy Potential of Sugar Cane1 Metric Ton of Sugar Cane Considering Heat Values Mcal/t of cane 92 litters of ethanol (best value) 478 280 kg of bagasse with 50% of humidity 596 280 kg of trash with 50% of humidity 596 Source: Braunbeck, Macedo and Cortez in [Silveira, 2005]
  • Brazilian consumption: ethanol vs gasoline Problem : Brazil imports now ethanol from USA2.400 (corn ethanol)2.0001.6001.200 800 400 0
  • Pesquisas em biocombustíveis de segunda geraçãoBiodiesel• Centro Brasil China de Energia, Mudanças Climáticas e Tecnologias Inovadoras COPPE – Universidade de Tshingua – Pequim Cooperação com MPX Cooperação com o Instituto de Química da UFRJ para desenvolvimento de produção de álcool por hidrólise ácida
  • Cooperation COPPE - Tsinghua University
  • Second Generation Ethanol Labat the Instituto Virtual (IVIG) of COPPEInstituto de Química da UFRJ (prof Elba Bon) FINEP and Japan
  • Outras alternativas renováveis
  • Energia Solar + Integração de Fontes Renováveis aos Sistemas de Energia Elétrica – Smart GridExemplo de Microrrede Pilha a Solar combustível Eólico Micro-turbina = = ~ Combined Heat Gerador Diesel & Power (CHP) Bateria Ondas = = ~
  • APROVEITAMENTO ENERGÉTICO DE RESÍDUOSConverter lixo em energia elétrica comgeração de emprego e redução da poluiçãoa preço competitivo. No Brasil, potencialenergético do lixo é maior que o das usinasdo Complexo do Rio Madeira.
  • Electric Energy from Waste atFederal University of Rio de Janeiro 30 t/day
  • LIXÃO L E TA IM EN R BI C AM81
  • In 2009 COPPE launches a hydrogenpowered bus designed to havean autonomy of 300 kmIt will use a nationally manufacturedhydrogen fuel cell and electricityfrom kinetic energy regeneration in breaking and from thegrid accumulated in batteries. The Project stands out because of its innovativeengineering and low cost, nearly 50% less than the priceof the European version.
  • Alternative Energy Sources Magnetic Levitation Powered TrainLow velocity urban transportDesigned in COPPE by using magnetic levitationVery low electric energy consumptionWorking in small scalePrototype
  • Wave Power PlantCOPPE has developed a Project for the implantation of the first ocean wave powerplant in South America. A pilot plant of 500 kW, will be implanted in Ceará, in theNortheast Region of Brazil Includes a hyperbaric chamber ( developed in COPPE to simulate high pressuremarine environments in offshore oil production)  water pressure equivalent to500 meter high waterfall, like that of a hydroelectric power plant Initial studies show that the Brazilian coast has the potential for supplying 15% ofthe total of the electricity consumed in the countryRenewable and nonpolluting energy,which avoids CO2 emissions. Laboratory of Ocean enginnering at COPPE
  • Usina de ondas do mar
  • COPPE at the Campus of Federal University of Riode Janeiro for master’s and doctor’s degrees12 graduate programs Chemical Engineering Civil Engineering 320 full-time professors Electrical Engineering 3,000 students Mechanical Engineering 350 researchers and technical/ Metallurgical and Materials Engineering administrative staff Systems Engineering and Computer Science Nuclear Engineering Biomedical Engineering Ocean Engineering Production Engineering Transportation Engineering Energy Planning and Environment COPPE Technolgy Center of UFRJ Academic Excellence 5 programs - maximum level (7) 4 programs - level 6 3 programs - level 5
  • Parque Tecnológico90
  • Parque Tecnológico Polo Verde da Ilha do Fundão • GE Global Research Center91
  • Incubadora de Empresas da COPPE
  •  Para que as tecnologias desenvolvidas em seus laboratórios venham a ser utilizadas mais amplamente pela sociedade, a COPPE criou o projeto IDEA, em parceria com o SEBRAE.  O projeto visa formar um grupo especializado em formatar empreendimentos de base tecnológica.  Fomentar cultura empreendedora.  Apoiar, na fase piloto, 7 empreendimentos da COPPE.  Repassar metodologias para 3 outras universidades
  • Created by the Brazilian Governmentand UNDP the Center Rio + at COPPE(World Center for Sustainable Development)Linked to it COPPE and UNEP created the Global Institute for Green Technology
  • O VALOR DA P&D (2010) Custo de uma tonelada de circuitos integrados.............. US$ 848.871,43 Custo de uma tonelada de minério de ferro..................... US$ 39,58 Custo de uma tonelada de soja.......................................... US$ 487,36 Fonte: Alice Web, MDIC, Brasil, 2010. Consulta em 10/02/2011. Ton/US$ FOB. Circuitos importados. Minério de Ferro e Grãos de Soja exportados.95
  • Déficits Comerciais Concentrados em Cinco Setores Críticos Na indústria de alta e média-alta intensidade tecnológica, cinco setores respondem por 80% do déficit comercial. Déficit Comerciais Setoriais - Indústria de alta e média-alta intensidade tecnológica SETORES 2002 2005 2008 2010 Farmacêutico 1,89 2,28 4,64 6,38 Equipamentos de rádio, TV e comunicação 1,45 3,88 9,79 11,39 Instrumentos médicos de ótica e precisão 1,62 2,41 5,51 5,65 Produtos químicos,excl. farmacêuticos 4,49 6,17 20,11 16,12 Máquinas e equipamentos mecânicos n. e. 2,51 0,35 8,16 12,7396 Fonte: SCEX / MDIC
  • EFEITOS DA DIFERENÇA DE P&D Para importar uma tonelada de circuitos impressos, o Brasil precisa exportar... 21.445 toneladas de minério de ferro ou 1.742 toneladas de soja97
  • COMÉRCIO EXTERNO BRASIL X CHINA – 2010 Custo por tonelada importada da China = US$ 3.050,00 Custo por tonelada exportada para a China = US$ 163,73 Fonte: Alice Web, MDIC, Brasil, 2010. Consulta em 10/02/2011. US$ FOB98
  • O Brasil tem excesso de advogados e falta de engenheiros• Auguste de Saint Hilaire, viajou pelo Brasil, entre 1816 e 1822, e cunhou a expressão que se tornou um ditado popular: “Ou o Brasil acaba com as saúvas ou as saúvas acabam com o Brasil”. Essas formigas que proliferavam, matando as plantas, também aparecem na frase que Mario de Andrade colocou na boca de seu herói sem nenhum caráter, Macunaíma: “Pouca saúde e muita saúva, os males do Brasil são”.• Entre os tormentos do funcionário público e nacionalista Policarpo Quaresma, Lima Barreto incluiu as saúvas. Seu outro tormento era a hipocrisia dos políticos que o faziam pagar multas não por irregularidades mas por ele não transigir com a corrupção. Lima Barreto foi proverbial: “aquela rede de leis, de posturas, de códigos...se transformava em instrumento de suplício para torturar os inimigos, oprimir as populações, crestar-lhes a iniciativa...”• Foram criadas fundações para execução de projetos e apoio à pesquisa nas universidades. O governo fez a Lei das Fundações e a Lei de Inovação Tecnológica, com o objetivo de agilizar ações que a burocracia impede com disposições jurídicas que emperram a gestão pública anulando qualquer efeito positivo destas leis.