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O Tecnólogo em Construção de Edifícios e seu Reconhecimento Profissional
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O Tecnólogo em Construção de Edifícios e seu Reconhecimento Profissional

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Palestra ministrada pelo Tcg.º em Construção Civil Jorge Guaracy Ribeiro - Presidente da Associação Nacional dos Tecnólogos. Durante a 1ª Semana da Construção Civil

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  • 1. ANTASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TECNÓLOGOS1ª SEMANA DA CONSTRUÇÃO CIVIL O Tecnólogo em Construção de Edifícios e seu reconhecimento profissional JOÃO PESSOA , 13 DE JUNHO DE 2012 Tecg Civil JORGE GUARACY RIBEIRO
  • 2. “Alguém tem competência profissionalquando constitui, articula e mobilizavalores, conhecimentos e habilidades para aresolução de problemas não só rotineiros,mas também inusitados em seu campo deatuação profissional.Assim, age eficazmente diante doinesperado e do inabitual, superando aexperiência acumulada transformada emhábito; liberando o profissional para acriatividade e a atuação transformadora”(CES/CEB Resolução 16/99)
  • 3. OS TECNÓLOGOS DA ENGENHARIAREPRESENTAM UM SEGMENTO PROFISSIONAL DE EXTREMA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO SÓCIO-ECONÔMICO E TECNOLÓGICO DO NOSSO PAÍS;DECORRENTE DAS CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS DA SUA FORMAÇÃO PROFISSIONAL, EM CONSONÂNCIA COM O MODO DE PRODUÇÃO ESTABELECIDO NO SÉCULO 21
  • 4. A FORMAÇÃO ACADÊMICA INICIADA NO ANO DE 1969 PELO INSTITUTO TECNOLÓGICO EDUCACIONAL DO ESTADO DE SÃO PAULO, ATUAL CEETEPS - CENTRO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PAULA SOUZA COM CURSOS NAS ÁREAS DE CIVIL E MECÂNICA.ATUALMENTE EXISTE UMA LARGA OFERTA DE CURSOS POR INSTITUIÇÕES PÚBLICAS (CEFET – SENAI – CEETEPS) E INSTITUIÇÕES PRIVADAS, DISTRIBUIDAS PELO TERRITÓRIO NACIONAL
  • 5. A FORMAÇÃO ACADÊMICAA GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA, SE CARACTERIZA : FORMAÇÃO ESPECIALIZADA, ESTUDOS ESPECÍFICOS E PROFUNDOSFOCADOS E DIRECIONADOS À ÁREA DE ATUAÇÃOCOM CONHECIMENTOS GENERALIZADOS DO TODOPERMITINDO CARREIRA PROFISSIONAL NO SETOR PRODUTIVO OU ACADÊMICO E O AVANÇO NA SUA FORMAÇÃO, COM O MESTRADO E O DOUTORADO
  • 6. O PROFISSIONAL TECNÓLOGO PROFISSIONAIS COM O DOMÍNIO OPERACIONAL DEUM DETERMINADO FAZER, COMPREENSÃO GLOBAL DO PROCESSO PRODUTIVO, APREENSÃO DO SABER TECNOLÓGICO, VALORIZAÇÃO DA CULTURA DO TRABALHO, MOBILIZAÇÃO DOS VALORES NECESSÁRIOS ÀTOMADA DE DECISÕES.
  • 7. O PROFISSIONAL TECNÓLOGO CAPACITADO A DESENVOLVER DE FORMA PLENA EINOVADORA, ATIVIDADES EM UM DETERMINADO SETORDA ENGENHARIA FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA A APLICAÇÃO,DESENVOLVIMENTO, PESQUISA E INOVAÇÃOTECNOLÓGICA, AGREGADA A UMA ALTACAPACIDADE EMPREENDEDORA.
  • 8. ATUAÇÃO PROFISSIONAL DO TECNÓLOGOA FORMAÇÃO DO TECNOLOGO É VOLTADA PARA A REALIDADE DO MUNDO DO TRABALHO, FORMANDO PROFISSIONAIS EM CONDIÇÕES DE RESPONDER MAIS RAPIDAMENTE ÀS SUAS EXIGÊNCIAS. A GRADUAÇÃO PROFISSIONAL FOCADA DO ENSINO TECNOLÓGICO, POSSIBILITA A FORMAÇÃO DE PROFISSIONAIS ALTAMENTE QUALIFICADOS EM MENOR ESPAÇO DE TEMPO. A CARACTERÍSTICA DOS CURSOS DE TECNOLOGIA, PERMITE A RÁPIDA FORMAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS ALTAMENTE QUALIFICADOS, EM SINTONIA COM OS SETORES PRODUTIVOS, NECESSÁRIOS PARA ALAVANCAR E DAR SUSTENTAÇÃO AOS DESAFIOS DE DESENVOLVIMENTO DO PAÍS, NO CONTEXTO DE UM MUNDO GLOBALIZADO E DE ALTA COMPETITIVIDADE
  • 9. O EXERCÍCIO PROFISSIONAL CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASILTÍTULO II, CAPÍTULO I: DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Artigo 5º - Inciso XIII“ é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer.”
  • 10. O EXERCÍCIO PROFISSIONAL “ o exercício das profissões que possamtrazer riscos à Integridade física de pessoas, de patrimônio material e/ou ambiental, ou ainda para a sociedade em geral;devem ser controlados e fiscalizados pelos Conselhos Profissionais “
  • 11. SISTEMA CONFEA - CREA CONFEA CONSELHO FEDERAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA CRIADO EM DE 11 DE DEZEMBRO DE 1933 (DECRETO Nº 23.569) O CONFEA É UMA INSTITUIÇÃO AUTÁRQUICA, REGIDO PELA LEI 5.194 DE 1966, SENDO O MAIOR CONSELHO MULTIPROFISSIONAL DO MUNDO. REGULAMENTA E FISCALIZA A ATIVIDADE LABORAL DE MAIS DE 900 MILPROFISSIONAIS REGISTRADOS: ENGENHEIROS, ARQUITETOS, AGRONOMOS GEÓGRAFOS, GEÓLOGOS, METEOROLOGISTAS, TECNÓLOGOS DESSAS MODALIDADES, TÉCNICOS INDUSTRIAIS E AGRÍCOLAS E SUAS ESPECIALIZAÇÕES. CREACONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA, ARQUITETURA E AGRONOMIA27 CONSELHOS REGIONAIS CORRESPONDENTES A CADA UNIDADE DA FEDERAÇÃO
  • 12. ESTRUTURA DO SISTEMA CONFEA-CREA CONFEA – CONSELHO FEDERAL REGULAMENTA O EXERCÍCIO DAS PROFISSÕESORGÃOS DELIBERATIVOS – ADMINISTRATIVOS E CONSULTIVOS PRESIDÊNCIA - PLENÁRIO DO CONSELHO - CONSELHO DIRETOR COMISSÕES PERMANENTES - COLÉGIO DE PRESIDENTESCOLÉGIO DE ENTIDADES NACIONAIS – COORDENAÇÃO NACIONAL DAS CÂMARAS ESPECIALIZADAS C R E A – CONSELHO REGIONAL FISCALIZAM O EXERCÍCIO DAS PROFISSÕES PRESIDÊNCIA – DIRETORIA - PLENÁRIO DO CONSELHO CÂMARAS ESPECIALIZADAS
  • 13. ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS RESOLUÇÕES 218/73 E 313/ DO CONFEA DEFINE ATRIBUIÇÕES RELATIVAS AS ATIVIDADES DE 1 A 18 PARA OS PROFISSIONAIS COM FORMAÇÃO DE BACHARÉIS (DENOMINADOS PLENOS), PARA OS PROFISSIONAIS COM GRADUAÇÃO TECNOLÓGICA E FORMAÇÃO DE NIVEL MÉDIO, INDEPENDENTEMENTE DE QUALQUER ANÁLISE REFERENTE À FORMAÇÃO DESSES PROFISSIONAIS RESOLUÇÃO 1010/05 DO CONFEANO ÂMBITO DA RESOLUÇÃO 1.010/05, AS ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAIS SERÃO CONCEDIDAS EM TODAS AS 18 ATIVIDADES, A TODOS OSPROFISSIONAIS REGISTRADOS NO SISTEMA CONFEA/CREA, SEMPREEM FUNÇÃO DA ANÁLISE ESPECÍFICA REFERENTE À SUA FORMAÇÃO E SUAS COMPETÊNCIAS.
  • 14. O TECNÓLOGO NO SISTEMALUTA PELA INCLUSÃO ATRAVÉS DA ORGANIZAÇÃODA CATEGORIA E A PARTICIPAÇÃO NOS FÓRUNS E INSTÂNCIAS DELIBERATIVAS DO SISTEMA TRABALHA PELA RUPTURA DE PARADIGMAS ESTABELECIDOS E A CONQUISTA DO RESPEITO E RECONHECIMENTO PELAS OUTRAS PROFISSÕES INTEGRANTES DO SISTEMA LUTA PELO DIREITO INALIENÁVEL DE EXERCER A PROFISSÃO COM DIGNIDADE E ORGULHO.
  • 15. P A R A D I G M A“ Graduação Tecnológica é um curso superior decurta duração que visa formar profissionaispara atender campos específicos do mercado detrabalho.Os cursos de graduação Tecnológica podem seruma opção para uma inserção mais rápida nomercado de trabalho, possibilitandoposteriormente, fazer um curso de graduaçãoplena, com aproveitamento dos créditoscorrespondentes as disciplinas já cursadas.”
  • 16. C O N D I Ç Ã O R E A L COM O ADVENTO DA LEI DE DIRETRIZES E BASES DAEDUCAÇÃO NACIONAL, LEI 9394/96, A EDUCAÇÃO ESCOLARBRASILEIRA NÃO APRESENTA MAIS GRADUAÇÃO CURTA, LONGASOU PLENA, CUJA TERMINOLOGIA NÃO DEVE MAIS SER EMPREGADA.O ENSINO SUPERIOR POSSUI APENAS GRADUAÇÕES, A SABER, EMTRÊS FORMAS EQUIVALENTES: LICENCIATURA, BACHARELADO EGRADUAÇÃO TECNOLÓGICA. AS GRADUAÇÕES TECNOLÓGICAS, OU CURSOSSUPERIORES DE TECNOLOGIA CONFEREM O MESMO GRAU QUE ASDEMAIS FORMAS, CUJOS DIPLOMAS TÊM VALIDADE NACIONAL DENÍVEL SUPERIOR. ESTES CURSOS ESTÃO SUJEITOS AOS MESMOSPROCESSOS DE AVALIAÇÃO E REGULAÇÃO DA EDUCAÇÃOSUPERIOR, INCLUSIVE AO SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DAEDUCAÇÃO SUPERIOR – SINAES.
  • 17. P A R A D I G M A “Se o Engenheiro tem uma formação mais longa (em torno de 5 anos) então ele tem um grau de conhecimento ecompetência mais elevado que o Tecnólogo, cujo tempo de formação é mais curto (em torno de 3 anos), deste modo, o Tecnólogo deve sempre atuar na condição de subordinação ao Engenheiro”
  • 18. C O N D I Ç Ã O R E A LO FATOR DETERMINANTE DO NÍVEL DE CONHECIMENTO E DECOMPETÊNCIA ADQUIRIDOS NA GRADUAÇÃO, NÃO É O TEMPODE DURAÇÃO DO CURSO, MAS SIM O GRAU DE ABRANGÊNCIA EO FOCO DADO PELO PROJETO PEDAGÓGICO NA FORMAÇÃO DOPROFISSIONAL.O QUE CARACTERIZA O CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIANÃO É SUA DURAÇÃO, MAS SEU PERFIL PROFISSIONAL DEGRADUAÇÃO.
  • 19. IMPORTÂNCIA DA ORGANIZAÇÃO SISTEMA SOCIAL ESTRUTURADO ATRAVÉS DAS INSTITUIÇÕES E DA SOCIEDADE CIVIL ORGANIZADA POR MEIO DAS ENTIDADES REPRESENTIVAS PARTICIPAÇÃO NO SISTEMA CONFEA/CREA INTERLOCUÇÃO JUNTO AOS ÓRGÃOS DE GOVERNOVALORIZAÇÃO DA PROFISSÃO JUNTO AO MERCADO DE TRABALHO
  • 20. A O R G A N I Z A Ç Ã O INÍCIO DA DÉCADA DE 80 SURGIMENTO DAS PRIMEIRAS ENTIDADES REPRESENTATIVAS DOS TECNÓLOGOS NO PAÍSDECORRENTES DAS RESTRIÇÕES AO EXERCÍCIO PROFISSIONAL COMPATÍVEL COM A FORMAÇÃO ANO DE 2004 FUNDAÇÃO DA ANT ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TECNÓLOGOS I ENCONTRO NACIONAL DOS TECNÓLOGOS DA ENGENHARIA REALIZADO NO AUDITÓRIO DO CREASP PROMOVIDO PELO SINTESP
  • 21. ORGANIZAÇÃO NOS ESTADOS DA FEDERAÇÃO SINTAC- SINDICATO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DO ACRE ASTEAP - ASSOCIAÇÃO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DO AMAPÁ SINDITECNO - SINDICATO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DA BAHIA SINDICATO DOS TECNÓLOGOS DO CEARÁATECNÓLOGOS - ASSOC. DOS TECNÓLOGOS DA ENGENHARIA, ARQUITETURA, AGRONOMIA NO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO ATGO – ASSOCIAÇÃO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DE GOIÁSSINTAEMS - SINDICATO DOS TECNÓLOGOS DA ÁREA DA ENGENHARIA DO MATO GROSSO DO SUL SINTEPAR - SINDICATO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DO PARANÁ ASSOCIAÇÃO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DO PIAUÍ APROTEC - ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS TECNOLOGOS – RIO GRANDE DO NORTE ACT - ASSOCIAÇÃO CATARINENSE DOS TECNÓLOGOS SINTESP - SINDICATO DOS TECNÓLOGOS DO ESTADO DE SÃO PAULO
  • 22. E N T R A V E S AO E X E R C Í C I O P R O F I S S I O N A L P L E N O FALTA DE REGULAMENTAÇÃO DA PROFISSÃO DOS TECNÓLOGOS VINCULADOS AO SISTEMA CONFEA/CREA PL 4731 / 1994 ARQUIVADO NO SENADO FEDERAL PL 2245/2007 EM TRAMITAÇÃO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS CARÊNCIA DE REPRESENTAÇÃO NAS INSTÂNCIAS DE DECISÃO DOS CONSELHOS REGIONAIS (CREA) E FEDERAL (CONFEA) FALTA DE ENTIDADES REPRESENTATIVAS REGISTRADAS NO CONSELHO ESTABELECIMENTO DE SISTEMÁTICA DE ATRIBUIÇÕES PROFISSIONAISCOMPATÍVEIS COM AS COMPETÊNCIAS ADQUIRIDAS PELO GRADUADO NO PROCESSO DE FORMAÇÃO RESOLUÇÃO CONFEA 1010 / 2005 AUSÊNCIA DAS MÚLTIPLAS MODALIDADES DA PROFISSÃO NA CBO CLASSIFICAÇÃO BRASILEIRA DE OCUPAÇÕES EM FASE DE ENCAMINHAMENTO PELO MINISTÉRIO DO TRABALHO
  • 23. ATUAÇÃO PROFISSIONAL DOS TECNÓLOGOS OS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA SÃO VOLTADOS PARA A REALIDADE DO MUNDO DO TRABALHO FORMAM PROFISSIONAIS ALTAMENTE QUALIFICADOS EM MENOR ESPAÇO DE TEMPO,DE FORMA A RESPONDER MAIS RÁPIDAMENTE AS EXIGÊNCIAS DO SETOR PRODUTIVO, ALAVANCANDO E DANDO SUSTENTAÇÃO AOS DESAFIOS DE DESENVOLVIMENTO QUE SE APRESENTAM AO PAÍS.
  • 24. A N T ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS TECNÓLOGOS FUNDADA EM 15 DE JULHO DE 2004 NOSSA MISSÃO TRABALHAR PELO FORTALECIMENTO DA PROFISSÃOPARA A CONQUISTA DE UM EXERCÍCIO PROFISSIONAL PLENO, COMPATÍVEL COM A FORMAÇÃO ACADÊMICA E PELO COMPROMISSO DA CATEGORIA COM O DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO DA NAÇÃO. www.ant.org.br ant@tecnologo.org.br