Tipos de cabos

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Tipos de cabos

  1. 1. Tipos de cabos<br />Trabalho elaborado por: Bruno Marques nº4 12ºE<br />No âmbito da disciplina de IMEI<br />(Instalação e Manutenção de Equipamentos Informáticos)<br />
  2. 2. Cabo Coaxial Grosso<br />O cabo coaxial grosso, também conhecido como cabo coaxial de banda larga ou 10Base5, é utilizado para transmissão analógica. O cabo coaxial grosso, possui uma blindagem geralmente de cor amarela. Seu diâmetro externo é de aproximadamente 0,4 polegadas ou 9,8 mm. Em redes locais, o cabo é utilizado fazendo uma divisão da banda em dois canais ou caminhos :<br />caminho de transmissão ( Inbound);<br />caminho de recepção (Outbound).<br />As principais características de redes locais com cabo coaxial de banda larga são as seguintes :<br />aplicação em redes locais com integração de serviços de dados, voz e imagens;<br />redes locais de automação de escritórios com integração de serviços.<br />Uma diferença fundamental entre os cabos coaxiais de banda base e banda larga é que sistemas em banda larga necessitam de amplificadores analógicos para amplificar periodicamente o sinal. Esses amplificadores só transmitem o sinal em um sentido; assim, um computador enviando um pacote não será capaz de alcançar os computadores a montante dele, se houver um amplificador entre eles. Para contornar este problema, foram desenvolvidos dois tipos de sistemas em banda larga : com cabo duplo e com cabo único.<br />Sistemas com cabo duplo possuem dois cabos idênticos dispostos em paralelo. Todos os computadores transmitem no cabo 1 e recebem no cabo 2.<br />Sistemas com cabo único é adequado a bandas diferentes de frequência para comunicação, entrando e saindo por um único cabo.<br />
  3. 3. Cabo Coaxial Fino<br />O cabo coaxial fino, também conhecido como cabo coaxial banda base ou 10Base2, é utilizado para transmissão digital e possui impedância característica geralmente de Zo=50 ohms. É o meio mais largamente empregado em redes locais. Em uma rede local com cabo coaxial, em uma topologia barra multiponto, todas as pontas do cabo (barra) devem estar terminadas com uma impedância igual a Zo.<br />As principais características de cabos coaxiais do tipo banda base, de impedância característica de Zo=50 ohms, utilizados em redes locais são :<br />distância máxima : 185 metros;<br />transmissão em banda base, código Manchester, em modo half-duplex;<br />taxas de 10 a 50 Mbps;<br />topologia mais usual : barra;<br />tempo de trânsito : 4 a 8 ns/m.<br />O cabo coaxial fino é mais maleável e, portanto, mais fácil de instalar. Em comparação com o cabo coaxial grosso, na transmissão em banda base, o cabo de 50 ohms sofre menos reflexões devido as capacitâncias introduzidas na ligação das estações ao cabo, além de possuir uma maior imunidade a ruídos electromagnéticos de baixa frequência. Apesar do cabo coaxial banda base ter uma imunidade a ruídos melhor do que o par trançado, a transmissão em banda larga fornece uma imunidade a ruído melhor do que em banda base.<br />
  4. 4. Cabo entrançado sem blindagem (utp)<br />O cabo de par trançado é composto por pares de fios, sendo que cada par é isolado do outro e todos são trançados juntos dentro de uma cobertura externa.<br />Não há uma blindagem física no cabo UTP; ele obtém sua protecção do efeito de cancelamento dos pares de fios trançados.<br />O efeito de cancelamento reduz a diafonia entre os pares de fios e diminui o nível de interferência electromagnética.<br />O cabo UTP e baseia unicamente no efeito de cancelamento para reduzir a absorção e a radiação de energia eléctrica. <br />
  5. 5. Cabo entrançado com blindagem (stp)<br />Os cabos de pares trançados blindados (STP) combinam as técnicas de blindagem e cancelamento para proteger o cabo contra a degradação do sinal.<br />Os cabos STP projectados para redes são de dois tipos:<br />STP de 100 ohms<br />- Utilizado em Redes Ethernet, aumenta a resistência contra interferência electromagnética/interferência de radiofrequência do fio de par trançado.<br />- A blindagem não faz parte do circuito de dados. Portanto, tem que ser aterrada. Se não for aterrada, a blindagem irá se transformar em uma antena e os seus problemas se multiplicarão.<br />STP de150 ohms<br />- Foi lançado pela IBM para as Redes Token-Ring.<br />- Utiliza uma técnica de blindagem redundante. Tanto é blindado, para reduzir a interferência electromagnética e a interferência de radiofrequência, como cada par de fios trançados é separado um do outro por uma blindagem, o que diminui a diafonia. Além disso, cada par é trançado para que os efeitos do cancelamento sejam aproveitados ao máximo.<br />
  6. 6. Categorias dos cabos utp<br />Categoria 1<br />Utilizado em linhas telefónicas<br />Constituído apenas por 2 pares entrelaçados<br />Categoria 2<br />Suporta velocidade de transmissão até 4 Mbps<br />Constituído por 4 pares entrelaçados<br />Categoria 3<br />Suporta velocidades de transmissão até 10 Mbps<br />Constituição idêntica à categoria 2<br />Categoria 4<br />Suporta velocidades de transmissão até 16 Mbps<br />Constituição idêntica à categoria 3<br />Categoria 5<br />Suporta velocidades de transmissão até 100 Mbps, motivo pelo qual se encontra instalado em muitas redes locais<br />Constituído por 4 pares entrelaçados<br />Categoria 5<br />Suporta velocidades de transmissão até 100 Mbps, motivo pelo qual se encontra instalado em muitas redes locais<br />Constituído por 4 pares entrelaçados<br />Categoria 6<br />Pode suportar velocidades de transmissão até 1 Gbps, com largura de banda de 200 MHz.<br />
  7. 7. Fibra óptica<br />Uma fibra óptica é constituída de material dielétrico, em geral, sílica ou plástico, em forma cilíndrica, transparente e flexível, de dimensões microscópicas comparáveis às de um fio de cabelo. Esta forma cilíndrica é composta por um núcleo envolto por uma camada de material também dielétrico, chamada casca. Cada um desses elementos possuem índices de refracção diferentes, fazendo com que a luz percorra o núcleo reflectindo na fronteira com a casca.A fibra óptica utiliza sinais de luz codificados para transmitir os dados, necessitando de um conversor de sinais eléctricos para sinais ópticos, um transmissor, um receptor e um conversor de sinais ópticos para sinais eléctricos.<br />A atenuação das transmissões não depende da frequência utilizada, portanto a taxa de transmissão é muito mais alta. É totalmente imune a interferências electromagnéticas, não precisa de aterramento e mantém os pontos que liga electricamente isolados um do outro.<br />
  8. 8. Vantagens<br />perdas de transmissão baixa e banda passante grande: mais dados podem ser enviados sobre distâncias mais longas, desse modo se diminui o número de fios e se reduz o número de repetidores necessários nesta extensão, reduzindo o custo do sistema e complexidade.<br />pequeno tamanho e peso: vem resolver o problema de espaço e descongestionamento de tubos no subsolo das grandes cidades e em grandes edifícios comerciais. É o meio de transmissão ideal em aviões, navios, satélites, etc.<br />imunidade a interferências: não sofrem interferências electromagnéticas, pois são compostas de material dielétrico, e asseguram imunidade a pulsos electromagnéticos.<br />isolação eléctrica: não há necessidade de se preocupar com aterramento e problemas de interface de equipamento, uma vez que é constituída de vidro ou plástico, que são isolantes eléctricos.<br />segurança do sinal: possui um alto grau de segurança, pois não irradiam significativamente a luz propagada.<br />matéria-prima abundante: é constituída por sílica, material abundante e não muito caro. Sua despesa aumenta no processo requerido para fazer vidros ultrapuros desse material.<br />Desvantagens<br />fragilidade das fibras ópticas sem encapsulamento: deve-se tomar cuidado ao se lidar com as fibras, pois elas quebram com facilidade.<br />dificuldade de conexões das fibras ópticas: por ser de pequeníssima dimensão, exigem procedimentos e dispositivos de alta precisão na realização de conexões e junções.<br />acopladores tipo T com perdas muito grandes: essas perdas dificultam a utilização da fibra óptica em sistemas multiponto.<br />impossibilidade de alimentação remota de repetidores: requer alimentação eléctrica independente para cada repetidor, não sendo possível a alimentação remota através do próprio meio de transmissão.<br />falta de padronização dos componentes ópticos: o contínuo avanço tecnológico e a relativa imaturidade não tem facilitado e estabelecimento de padrões.<br />alto custo de instalação e manutenção.<br />
  9. 9. Construção de cabos de rede (normal e cruzado rj45)<br />Para começar é bom relembrar que existem dois padrões para as cores são eles o 568-A e 568-B esses padrões são normalizados pela EIA/TIA que neste caso actua com cabos com a categoria UTP (par traçado não blindado de 4 pares). É necessário saber o uso adequado dos padrões, se o cabo a ser usado é destinado para conexão entre computadores e outros dispositivos considerados como hosts a serem ligados a hubs ou switches é normalmente utilizado o padrão de cor 568-A nas duas pontas, entretanto pode-se utilizar também o 568-B nas duas extremidades, este tipo de cabo é o mais utilizado. No caso de conexão entre dispositivos do mesmo género como, por exemplo, dois computadores ou dois hubs em cascata são necessários o uso do cabo crossover (invertido) que neste caso é utilizado no mesmo cabo os dois padrões de cores um em cada lado, as sequências de cores padronizadas são as seguintes:<br />Para o 568-A, neste caso seria um exemplo de cabo normal onde às duas pontas possuem o mesmo padrão de cores;<br />
  10. 10. Para o 568-B, ele é mais utilizado no uso de cabos crossover;<br />
  11. 11. Cravar os cabos<br />(1): Lâmina para corte do fio(2): Lâmina para desencapar o fio(3): Fenda para cravar o conector<br />Passo a passo<br />1º) primeiro faça o corte do cabo no tamanho que achar o necessário para onde ele será usado, neste caso utilize a Lâmina de corte;<br />2º) Agora descarne o cabo cerca de 1,5 a 2 cm com a Lâmina específica, só tome cuidado para não cortar de nenhum fio interno do cabo;<br />
  12. 12. 3º) Desenrole todos os cabos e estique eles com uma chave de fenda e depois os coloque na ordem de cores de acordo com o padrão a ser usado;<br />4º) nesta parte estique novamente com a chave de fenda e verifique mais uma vez a ordem correta das cores, com a lâmina de corte deixe os fios internos do cabo com o mesmo tamanho, teste a entrada do cabo com um conector com a face dos pinos voltados para você;<br />
  13. 13. Tipos de transmissão sem fios<br />Infravermelhos<br />Vantagens:Aplicações domesticas;Aplicações com abrangência reduzida -(lan)Velocidade de transmissões de 10 mbps.Desvantagens:Necessidade da não existência de obstáculos;Custos elevados;Taxa de erros elevada;<br />Ondas de rádio<br />Vantagens:São transmitidas por radiodifusão, ou radioamador;Necessidade de antenas e dispositivos de emissão e recepção;Rede do tipo Campus ou Man;Podem passar através da paredes;Desvantagens:Baixa velocidade de transmissão;Necessita de antenas para a sua difusão;            <br />
  14. 14. Ondas de satélite<br />Os satélites estão em orbita geoestacionária em torno do equador a cerca de 30 a 40 km da superfície terrestre;<br />Vantagens:Necessitam de dispositivos de transmissão (uplink, downlink);Abrange áreas alargadas;largura de banda  de 500Mhz;Desvantagem:Custos elevados;                                                               Microondas<br />Vantagens:São ondas de telemóveis;Frequência de 2 a 30 GHz;Desvantagens:Necessitam de um espaço limpo;<br />

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