PPP dos resíduos sólidos da RMBH

359 views
262 views

Published on

PPP dos resíduos sólidos da RMBH

Published in: News & Politics
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
359
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
4
Actions
Shares
0
Downloads
4
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

PPP dos resíduos sólidos da RMBH

  1. 1. Minas hojeemdia.com.br BeloHorizonte,terça-feira,26.11.2013 HOJEEMDIA 23 LUIZ COSTA – 11/5/2010 MPE dá ‘voto de confiança’ à PPP pelo fim dos lixões > Não será cobrado dos 44 municípios da RMBH e Colar Metropolitano prazo federal para erradicar o problema BrunoMoreno bmoreno@hojeemdia.com.br O Ministério Público Estadual (MPE) dará uma colher de chá aos municípios da Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH) e do Colar Metropolitano que não conseguirem cumprir a meta de acabar com os lixões até agosto de 2014, como determina, em todo o país, a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Federal 12.305/2010). Ontem, em acordo assinado com a Secretaria de Estado de Gestão Metropolitana (Segem), o MPE se comprometeu a acompanhar a Parceria Público-Privada (PPP) dos resíduos sólidos que vai atender 44 municípios da região. BH não fará parte da PPP, pois tem contrato com a empresa Queiroz Galvão para aterrar seus resíduos sólidos em Sabará até 2039. Na prática, essa parceria é um reconhecimento do MPE de que o prazo não será alcançado e, ao mesmo tempo, um voto de confiança na PPP de resíduos sólidos, que atualmente está em processo de licitação. Amanhã, serão entregues os envelopes das empresas interessadas e, se não houver recursos ou impugnações, o processo deve ser concluído até fevereiro do ano que vem. Como a empresa vencedora tem até um ano para dar a correta destinação aos resíduos sólidos, a meta da Política Nacional só deve ser alcançada no primeiro trimestre de 2015. Ou seja, com pelo menos seis meses de atraso. Atualmente, dos 44 municípios que farão parte da PPP, dez, ou 22%, ainda têm lixões, segundo levantamento da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), reali- Para o secretário de Estado de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, metade dos municípios do Brasil não cumprirão o prazo (agosto de 2014) do Plano Nacional para acabar com os lixões zado no ano passado. Como não atenderão a meta da legislação federal, os municípios estão sujeitos a multas e ao fechamento destas áreas. PIONEIRISMO O MPE foi procurado para informar quantos municípios na RMBH e no Colar Metropolitano estão em situação irregular quanto à destinação dos resíduos sólidos. Mas não informou quais são os municípios que estão sofrendo ações para regularizarem sua situação. O secretário de Estado de Gestão Metropolitana, Alexandre Silveira, afirmou que a participação do MPE dá transparência ao processo licitatório. “Vamos ser a primeira região metropolitana do Brasil a ter 100% dos resíduos sólidos tratados de forma adequada”, afirmou. Ao mesmo tempo, Silveira aproveitou para criticar a Política Nacional de Resíduos Sólidos. “Concordo com o conteúdo da lei, mas ela foi imposta. O Ministério das Cidades deveria ter ajudado os municípios brasileiros a solucionar esse problema”, argumentou. TERCEIRIZADO – Como tem contrato para levar o resíduo sólido até 2039 para o aterro de Sabará, Belo Horizonte não faz parte da PPP SAIBAMAIS > 30%das 853cidades mineirasestão irregulares Dos853 municípios deMinas, 257(30%) despejamosresíduos sólidos emlixões,282 (33%)em aterroscontrolados, 279(32,7%) emmunicípios comdisposição regularizada comaterrossanitários e/ou Usinas de triagemecompostagem (UTC) e35(4%) jogamem outrosEstadosou estãoem processosde regularização,de acordocom levantamentofeito pelaSecretariaEstadual deMeioAmbiente eDesenvolvimento Sustentável(Semad). Em2001, onúmero delixõesem Minasera de 823.Aprevisão daSemadéa dequeaté agostodo anoquevem320 municípios façam adisposição deresíduos sólidos deforma regularizada,ouseja,pelo menos ematerros sanitários. FOCA LISBOA/UFMG/DIVULGAÇÃO Centro de pesquisas vai unir especialistas do Brasil e China CONHECIMENTO – O prédio da reitoria da UFMG abriga outros quatro centros de estudos internacionais ALÉMDISSO > Divulgandoomandarim pelomundo Namesmasemana emqueacontece o eventoinaugural do CentrodeEstudos Chineses,será lançado oficialmenteo InstitutoConfúciodaUFMG, fruto da cooperaçãoentrea universidade eo braçodaentidade governamental da Chinaque promovea divulgaçãoda línguaeda culturachinesas noexterior. Ainstituição parceiranaChina éa HuazhongUniversityofScience andTechnology(Hust). Acriação do InstitutoConfúciodaUFMG tambémé apoiadapelo Hamban,órgãodo governo quecuidadeassuntosdeeducação e culturaequeaportará recursos financeiros. Espaço da UFMG, que será lançado na quinta-feira, promove o intercâmbio entre os dois países AlessandraMendes amfranca@hojeemdia.com.br Os 17 mil quilômetros que separam Brasil e China não são mais justificativa para a falta de interação entre pesquisadores dos dois países. Estudos de diversas áreas da UFMG estão sendo mapeados para viabilizar parcerias com instituições do outro lado do mundo. Um intercâmbio de conhecimento realizado por meio do Centro de Estudos Chineses, que será lançado na quinta-feira. O objetivo é concentrar todos os esforços em um só local, otimizando a troca de experiências. “Uma pesquisa que está em curso na área de engenharia pode ser complementada pela área de linguística. Isso possibilita um diálogo com instituições internacionais que também trabalham neste sentido, dentro e fora do país”, explica o coordenador do Centro, Fábio Alves. Pela dificuldade da língua (o idioma oficial é o mandarim) e pelo desconhecimento dos pesquisadores com relação à China, ainda há muito poucos projetos envolvendo o país oriental. Uma questão que pode ser contornada com a ajuda da nova unidade na UFMG. “Os intercâmbios acadêmicos vêm para impulsionar essas propostas. O Centro de Estudos Chineses poderá apoiar ações de prospecção, incluindo a ida de nossos pesquisadores à China e a vinda de especialistas chineses à UFMG, para parcerias formais”, afirma Alves. O movimento é consagrado em universidades europeias e americanas há mais de uma década. REITORIA A UFMG conta com outros quatro centros de estudos internacionais focados na África, Europa, Índia e América Latina. Todos funcionam no prédio da reitoria, mas aguardam a mudança para o Centro de Internacionalização da universidade, previsto para ser inaugurado no ano que vem. Localizado no campus Pampulha, em Belo Horizonte, o edifício de seis mil metros quadrados oferecerá ambiente para gabinetes de professores visitantes, biblioteca virtual compartilhada e espaços de convivência Terá ainda equipamentos multimídias para teleconferências e miniauditórios.

×