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Ela E A Bola

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Transcript

  • 1. Ela e a bola! Bruna Ávila (305) Bibiana Fagundes (305) Marcos Gigghi (302) Marcelo Takeda (302) Marcelo Ramalho (302)  Luísa Mota (302)
  • 2.
    •  
    • Hoje a inserção das mulheres no esporte é tida como mais natural tanto nas arquibancadas como também nas coberturas, comentários e na prática. Vide Fátima Bernardes, Renata Fan, Milena Ceribelli. As jogadoras da seleção brasileira que deixam a arquibanca de queixo caído quando entram em campo. Sem falar na árbitra Sílvia Regina e na bandeirinha Ana Paula Oliveira que fizeram história .  
    •  
  • 3.
    • O futebol não é “apenas” um esporte. É sinônimo de raça, amor e loucura para um país inteiro. Mais importante que as eleições, as contas a pagar ou a morte da sogra, o futebol é o único esporte capaz de unir todas as classes da sociedade. Do presidente ao porteiro da empresa, todo mundo tem sua própria “análise” da rodada do fim de semana.
    • Há quem proteste contra a apatia do povo diante dos problemas sociais em contrapartida ao amor pelo futebol. Mas o futebol está “no sangue”. E o equilíbrio é a chave de tudo. Torcer faz bem. Futebol é alegria. E as mulheres fazem parte disso dentro e fora de campo.
  • 4.
    •  
    • Tem até muita mulher que entende mais de futebol que alguns cuecas por aí. Estes, aliás, estão cada vez mais acostumados com a presença feminina nos estádios. Vibramos juntos, cantamos juntos, quebramos tabus. É claro que a presença masculina é muito maior. O que afasta a mulherada do estádio é a violência, assim como a falta de educação de uma minoria machista que freqüenta os jogos.
  • 5.
    • Proibidas na Antiguidade de participar dos Jogos Olímpicos como atletas e como espectadoras, o caminho percorrido pelas mulheres foi longo. Desde o princípio, as mulheres tiveram que se esforçar para ter um pé no mundo do esporte. Isso pode ser visto, por exemplo, através da ainda dominante presença masculina no esporte e da menor exposição das mulheres. A participação maior ou menor da mulher em atividades esportivas, seja como praticante ou expectadora, variou de cultura para cultura, de época para época.
  • 6.
    • Os últimos tempos deixaram-me a pensar. Será que o futebol ainda se joga dentro das 4 linhas com 11 jogadores para cada lado, que lutam por uma bola, com o objectivo de marcar golos? E o árbitro é um mero fiscal que deve interferir o menos possível no jogo? Começo a ter dúvidas sobre este conceito tradicional de futebol. É óbvio que os tempos mudam, e o futebol também tem que evoluir. Mas será que a evolução está correcta? Vejamos:
  • 7.
    • - Atualmente, os jogadores estão mais preocupados com o objectivo central do jogo, que é marcar golos, do que proporcionar um bom espectáculo. O importante é marcar golos, independentemente da forma como o fazem. Desde que a bola entre, está tudo bem, especialmente se o árbitro validar esse golo;
    •  
    • - A bola deixou de ser redonda, na maioria das vezes. Isto é: em vez de se olhar para a bola e disputá-la, olha-se para a canela do adversário e para qual o melhor modo de a atingir. Com sorte o árbitro não vê;
  • 8.
    • - Os árbitros por sua vez, interferem cada vez mais no jogo e no seu resultado. Cortam jogadas, marcam faltas de forma muito subjectiva (as cores da camisola ajudam a explicar), interferem em lances limpos, trocam os pés pelas mãos, tomam decisões precipitadas, etc, etc.;
    • - Mas os jogadores não ajudam a tarefa do árbitro: tentam a todo custo esconder as faltas dos árbitros e nunca admitem que erraram; ameaçam os árbitros verbal e fisicamente como se de um jogo de boxe se tratasse; perderam o respeito pelos árbitros e não o escondem; e nunca são castigados pelos seus treinadores e clubes, que apadrinham este teatro;
  • 9.
    • - Mas actualmente, outros elementos entraram em campo: os dirigentes dos clubes e das entidades reguladoras do futebol em Portugal. Afinal parece que são estes que decidem quantos golos uma equipa marca ou quantos pontos pode ganhar. Parece que o telefone passou também a ser considerado campo de futebol. E os árbitros são as linhas de comunicação.
  • 10.
    • O futebol em Portugal está assim, ou ainda pior. Os jogos mais parecem combates de Wrestling, onde tudo vale e a única regra parece ser a de sair imune. Dentro das 4 linhas a coisa não vai bem, mas fora também não está melhor, porque em Portugal temos que consideram o futebol numa perspectiva maniqueísta: de um lado o futebol de campo, do outro o futebol dos bastidores. E todos saiem impunes, como se tudo estivesse bem.
    • Quem fica a perder são os adeptos. Aqueles que gostam do futebol enquanto espectáculo. Aqueles que decidem ir aos estádios e apoiar a sua equipa. Aqueles que torcem, que gritam, que vibram. Mas quem se importa com os adeptos?
  • 11. Muito Obrigado!