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Procedimentos que Regem o Relacionamento CTBE-Indústria

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Apresentação de Laercio de Sequeira realizada no "Workshop sobre Procedimentos que Regem o Relacionamento do CTBE com a Indústria"

Data: 1 de junho de 2010
Local: CTBE, Campinas, Brasil
Website do evento: http://www.bioetanol.org.br/workshop6

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Procedimentos que Regem o Relacionamento CTBE-Indústria

  1. 1. PROCEDIMENTOS QUE REGEM ORELACIONAMENTO CTBE-INDÚSTRIALaercio de Sequeira – Secretário Técnico do Energia e Biocombustíveis - FINEP
  2. 2. A FINEPQuesito 1- Visão geral sobre o documento O escopo de atuação previsto para o CTBE é bastanteamplo e ambicioso abrangendo praticamente toda a gamade processos relacionados com a cadeia produtiva do setorsucro-alcooleiro, desde a pesquisa básica até o apoio àcriação de novas empresas. Para dar conta de talabrangência, foi criada uma estrutura física,principalmente, e de recursos humanos cujo custo deveráser bastante significativo o que traz como conseqüência apreocupação e a necessidade de recursos consideráveispara manter a instituição.
  3. 3. Este documento procura detalhar as diferentes formasde relacionamento que o CTBE poderá manter com osegmento privado de forma a alavancar recursosatravés de serviços prestados. Resta saber se, defato, a ocupação do Laboratório se dará com aintensidade prevista e, caso isso não ocorra, quefontes serão utilizadas para assegurar a continuidadede seus trabalhos ao longo do tempo e, desta forma,viabilizar a sua gestão.Ademais, há algumas premissas que merecem maisreflexão como, por exemplo, a explicitação de como oCTBE “oferecerá co-investimentos e apoio à criaçãode novas empresas e busca de recursos junto àsagências de fomento governamentais”. Não se esperaque esta seja uma atribuição que deveria fazer partedo escopo de trabalho do CTBE pois contar comrecursos governamentais para atender a demanda dosetor industrial não será uma tarefa simples eadequada.
  4. 4. Quesito 2 – Perguntas específicasAinda que as perguntas específicas estejamclaramente direcionadas para o segmentoindustrial e, mais diretamente, para a industriasucro-alcooleira, entendo que devam serdetalhadas e respondidas.a) item II.3: a governança proposta no processo deinteração CTBE/indústria está adequada?Em princípio, parece estar adequada. No entanto,reafirma-se que o papel requerido do co-investidorremete ao que já foi citado anteriormente no que dizrespeito às fontes indispensáveis para garantir que estaintenção do CTBE seja concretizada.
  5. 5. b) item II.4: o tópico sobre sigilo contempla osinteresses da indústria?Apenas chama-se a atenção para a questão de custos queenvolvem o depósito e a manutenção de patentes, seja noBrasil e, mais ainda, no exterior. Mas há que se considerar,também, a repartição dos benefícios advindos e seulicenciamento à outrem, dentre outros possíveis aspectos.c) item II.5: algo a comentar sobre a partilha debenefícios?Novamente, creio ser bastante perigoso contar comrecursos públicos, seja para o CTBE quanto para a empresaindustrial, para garantir a partilha de benefícios.d)item II.6: algo a comentar sobre a partilha da PI?Nada a comentar. As observações já foram feitasanteriormente.
  6. 6. e) II.7: as formas de cooperação que o CTBE ofereceatendem as demandas de sua empresa?Nada a comentarf) Você trabalharia numa instituição como o CTBE?g) Os procedimentos sugeridos proporcionam à suainstituição confiança e tranqüilidade?Novamente, a participação financeira do CBTE deve serclaramente exposta. As empresas não poderão ficar a mercêde possíveis e quase sempre duvidosos recursos (nãoprevistos no orçamento do CTBE) a serem alavancados nasagências governamentais para realizar seus programas deP,D&I. h) Há pontos importantes à sua instituição que nãoforam incluídos? Quais?Sem comentários.i) Há alguma observação que vc gostaria de fazer?Comentários já feitos em itens anteriores
  7. 7. OBRIGADO Laercio de SequeiraSecretário Técnico de Energia e biocombustíveis - FINEP laercio@finep.gov.br (21) 2555-0454
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