Obras de Arte que fizeram parte da Bienal da Energia 2009.

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A Bienal da Energia da Cemig é um evento que tem como tradição unir a arte às discussões e trabalhos sobre energia. …

A Bienal da Energia da Cemig é um evento que tem como tradição unir a arte às discussões e trabalhos sobre energia.

Para o ano de 2009, o evento reuniu reproduções de trabalhos de 16 artistas mineiros. O critério de escolha dos trabalhos foi a originalidade e principalmente, a juventude presente em cada uma das obras.

As 16 obras foram generosamente cedidos pelos artistas para uso exclusivo da Bienal da Energia em reproduções que não obedecem a critérios técnicos necessários à uma exposição artística.

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  • 1. Angélica Coelho Fragmento de Paisagem Mineira Obra 2003. 1,20x1,40 técnica acrílica sobre tela. Traçar o perfil retroativo da obra de Angélica Coelho, pautada ao longo de 35 anos de prática, nos remete as asas de tantas e quantas aventuras da criatividade e invenção. Com exceção do breve período inicial, em que a artista se enveredou pelos caminhos de uma figuração explícita, tutelada pelas emoçoes de princípio de carreira e cativada pelos encantos da paisagem de Minas, as etapas posteriores foram se afastando, cada vez mais dos modelos estéticos tradicionais. Tendo como referência dominante uma postura lírico-poética, Angélica foi buscando, a nível cada vez mais profundo, a ssencialidade de sua obra. Por isto, permitiu-se certa plurivalência, diversificando a temática que fluidamente, percorreu os trâmites da citada paisagem mineira, dos animais imaginários, das paredes de catedrais. Entregando-se ao delírio continuado de descobertas e edescobertas, a artista propõe cada vez mais, a sua conexão íntima e próxima aos parâmetros mais exigentes da contemporaneidade.
  • 2. André Burian Sem Título Óleo sobre tela – 117 x 147 cm – 2008. Fotógrafo e pintor , nascido em Belo Horizonte em 1966. Participou de inúmeras exposições coletivas como foto 90 no MAM Rio (2007), O Corpo na Arte Contemporânea Brasileira no Instituto Cultural Itaú, São Paulo (2005), Novas Aquisições Gilberto Chateaubriand, MAM Rio (2004), VI Bienal Internacional de Cuenca (representação brasileira), Cuenca, Equador (1998), Antárctica Artes com a Folha, Pinacoteca do Parque, São Paulo (1996). Realizou várias individuais como, Inconsciente na Belizário Galeria de Arte em 2008, Geometrismo Orgânico Super Populoso no Museu da Inconfidência em Ouro Preto (2007), Um Outro Eu , Cemig (2007), Ocupação, Quadrum Galeria de Arte (2005), André Burian Trabalhando com Animais ,Galeria da Cemig, BH(2004), 160 x 140 , Quadrum Galeria de Arte (2002), Grande Galeria, Palácio das Artes, Belo Horizonte (2000) , Museu de Arte Contemporânea de Goiás (1999) e Centro Nacional de Cultura, Lisboa, Portugal. Recebeu vários prêmios, entre eles aquisição no XIV Salão da Funarte (1994), primeiro prêmio da V Bienal de Santos (1995), prêmio aquisição/exposição do 26º Salão Nacional de Belo Horizonte. Sua fotografia é representada internacionalmente pela corbis.
  • 3. Oficina de Agosto com a coordenação de Antonio Carlos Bech (Toti) Yogue (3 yogues meditando) Escultura em madeira reciclada com pintura a base de agua com pó xadrez.(0,70 x 0,50 x 0,70) Por obra do artista plástico Antonio Carlos Bech ( Toti ) , a Oficina de Agosto, nasceu como uma oficina itinerante,e fixou-se no Bichinho vilarejo com 800 habitantes localizado entre Tiradentes e Prados( MG) em 1992. Seguindo a idéia de integração a Oficina interage com a comunidade local na criação e produção artesanal de peças para decoração utilizando material reciclável como madeira, lata, papel, pet e outros. Com grande responsabilidade social a Oficina de Agosto mantém um projeto de capacitação profissional junto a comunidade , o que fez do Bichinho um importante roteiro de artesanato. Muito reconhecida tanto no Brasil como no exterior, a Oficina tornou-se referência em arte e artesanato.
  • 4. Bruno Fleming Diagonal Ilustração colorida digitalmente Bruno Fleming é bacharel em artes plásticas pela Universidade do Estado de Minas Gerais-UEMG com habilitações em desenho e fotografia. Nascido em Ouro Fino - MG, vive e trabalha em Belo Horizonte nos campos de design gráfico e ilustração.
  • 5. Leandro Gabriel Sem Título Ferro, 1.50 x 3,00 m, 2008 Leandro Gabriel nasceu em Belo Horizonte, em 1970, e se graduou em Educação Artística pela Fundação Escola Guignard. Fez pós-graduação em Arte no Centro de Pesquisa de Minas Gerais. Esculpindo primeiro em argila, depois em madeira, e atualmente em ferro, foi premiado no Salão Nacional de Arte de Paraty (RJ) em 2004 e sua obra já faz parte do acervo do Museu Nacional de Arte Contemporânea, de Brasília. Tem também peças em exibição permanente no Parque Estadual do Rola Moça, em Belo Horizonte. O escultor mineiro participou da exposição The Brazilian Artist Exhibition, no The National Arts Club, em Nova York (EUA), realizada em 2006, e de sucessivas exibições, individuais ou coletivas, em importantes espaços brasileiros como o Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo-USP, o Museu de Arte Moderna de Brasília, o Palácio das Artes e o Centro Cultural da Universidade Federal de Minas Gerais, ambos em Belo Horizonte, além do Centro de Arte Universidade do Amazonas, em Manaus (AM) e da Itaú Galeria, em Goiânia (GO), entre muitos outros. O próprio Leandro Gabriel descreve seu trabalho: “fazer arte é descarregar vida ressuscitando materiais antes desprezados pelo desenvolvimento tecnológico”, afirma. De fato, da sucata de ferro, do barro e da madeira ele reinventa as formas da natureza e das construções humanas, elevando-as à categoria de arte.
  • 6. Gustavo Maia Sem TÌtulo AcrÌlica sobre tela. (100 x 150 cm) 2008 Gustavo Maia nasceu em 1978, em Belo Horizonte, onde vive e trabalha. Graduado em Publicidade e Propaganda pelo UNI-BH, habilitado em Desenho e Pintura pela Escola Guignard. Expôs individualmente no Palácio das Artes (2008); participou em diversas exposições coletivas, realizadas na Galeria da Cemig, Galeria da Escola Guignard, Galeria Gesto Gráfico, Atelier Mamacadela e Galeria do Centro Cultural Nansen Araújo – Sesiminas, entre outras.
  • 7. JB Lazzarini Metamorfose Acrílica sobre tela. (150x150 cm) De uma formação autodidata às cadeiras da Escola Guignard, JB Lazzarini construiu um mundo multicolorido em suas obras. Com atuação definida pelo artista plástico Miguel Gontijo como “um verso de cor”, Lazzarini pinta pensamentos com uma coragem e extensão cromática surpreendentes, deixando de lado qualquer medo e (pré)conceito. Abrindo horizontes além das montanhas de Minas, Lazzarini cria quadros de formas simples e cores limpas, fortalecendo harmonia e simetria rapidamente identificáveis, dando personalidade inigualável em seus trabalhos, além de uma técnica apurada desenvolvida ao longo de sua trajetória. A poesia se encontra presente em sua essência, tornando nítidos os limites da cor. “Se Lazzarini vive o compasso respiratório da Arte ou o embate dela, não importa. Os dois lados tem sua serventia”. Nessas palavras se entende bem a atuação do artista. Lazzarini já participou de diversas exposições em BH e outras cidades do Brasil, além do exterior, Itália, França, Áustria e Estados Unidos. Atualmente prepara uma mostra que leva o titulo de “Metamorfose”, onde recria elementos da natureza fundindo formas orgânicas e linhas retas criando um ritmo quase musical. Em breve esta mostra será exposta não somente em BH, mas também no Rio de Janeiro, São Paulo e Miami.
  • 8. João Martins Neto Joyce Encáustica sem madeira. (220 x 120 cm) 2008 Bacharel em artes plásticas, com formação em pintura e escultura, pela Escola Guignard (UEMG), especializado em trabalhos de encáustica sobre madeira, lito-gravura, gravura em metal, serigrafia, esculturas em cerâmicas, esculturas em mármore e desenho. Participou de exposições coletivas, na Fundação de Arte de Ouro Preto – FAOP/Ano 2007, na Escola Guignard (UEMG)/Ano 2007 e no Espaço Ateliê Mamacadela/Ano 2008, entre outras. Viveu em Londres em 2003/2004, onde desenvolveu trabalhos na The Art Academy. ‘Possui uma página na internet onde publica seus trabalhos – www.joaoarte.com. Histórico da obra “Joyce” é um trabalho de 2008, com 220x120 cm. Faz parte de uma série de quadros de grande dimensão em que o artista explora as possibilidades expressivas da técnica encáustica sobre madeira. Consiste em utilizar materiais como a cera de abelha e a cera de carnaúba, misturados com pigmentos em pó e aplicados sobre a madeira. A escolha dos materiais deve-se ao interesse em pesquisar e experimentar materiais orgânicos ou naturais em obras artísticas, o que permite refletir sobre as relações arte/natureza. A manipulação da cera resulta num trabalho em que a textura é um dos principais elementos, tomando temas tanto figurativos (figuras humanas, sobretudo femininas) quanto abstratos (composições geométricas). Por vezes, o resultado é uma mistura de ambos, como na obra apresentada, “Joyce”.
  • 9. Leo Brizola Bárbara Acrílica sobre tela. (160 X 260 cm ) 2006 Vive e trabalha e Belo Horizonte. Realizou diversas exposições nacionais e Internacionais indivuduais e coletivas.
  • 10. Mario Seguso Árvores da Amazônia Vidro. (formato aproximado: 51 x 20 cm) Mario Seguso, nascido na ilha de Murano, Veneza - Itália, em 1929, descende de uma das mais antigas e famosas famílias de mestres vidreiros, estabelecidos desde 1294, em Murano. A Família Seguso encontra-se inscrita no “Livro de Ouro de Murano”, por ordem da Sereníssima República de Veneza, desde sua instituição, juntamente com outras famílias da ilha, igualmente ligadas à arte do vidro. Em 1954, Mario foi convidado para executar peças especiais para a comemoração dos 400 anos da cidade de São Paulo. Encantado pelo Brasil,escolheu Poços de Caldas, em Minas Gerais, para se estabelecer. Fundou a Cristais Cá d’Oro em 1965, executando um trabalho artístico de alto nível, conquistando o reconhecimento em todo território nacional e no exterior. Seguso foi o primeiro artista brasileiro a ter uma peça selecionada pelo The Corning Museum Of Glass de Corning, Nova Iorque para sua exposição New Glass. Freqüentemente ministrar palestras e cursos como recentemente em Seattle na The Pilchuck Glass School. Já expos nos principais museus brasileiros e tem várias de suas obras espalhadas por outros museus e galerias do mundo. Mario Seguso é considerado hoje o maior expoente do vidro artístico brasileiro, sendo responsável pelo reconhecimento à qualidade da produção artístico vidreira nacional.
  • 11. Miguel Gontijo Código de Barras Miguel Gontijo é formado em História e Pós-graduado em Artes e Contemporaneidade. Participou de diversas exposições coletivas e salões oficiais, sendo premiado em muitos deles. Possui obras em várias entidades públicas no Brasil e exterior. Destaque do Ano em Artes Plásticas, em 1977, 1978 e 2000 em colunas especializadas. Possui vários textos e artigos editados em catálogos, revistas, jornais e livros. Em 2004 publicou o livro “Profanas Escrituras” e 2005 o livro foi lançado em Portugal em conjunto com a exposição plástica com o mesmo título Atuou também como professor de História na rede Estadual e particular de ensino.
  • 12. Pedro Miranda Não Fales Mais, Cante Aço Naval Nascido em 29 de junho de 1937, em Belo Vale, MG. Cursei Escola de Arte Dramática – Teatro Universitário, trabalhei como ator em São Paulo durante algum período na Companhia Ruth Escobar. Quanto às artes plásticas, sou autodidata. Fiz algumas exposições no exterior, assim como Bruxelas e Tóquio. Outras realizações no Brasil, peças em Museus importantes como MASP e Museu Zumbi em Brasília, etc. Quanto à peça no momento exposta, dei o nome de “Não Fales Mais, Cante”. É feita em aço naval (SAC 300). Fala de liberdade e sonhos. Gravei em seu vestido sua memória. Este desenho representa o que ela vê, pensa e sente. Essa peça, assim como o que eu penso sobre arte, é uma virtualidade, é a maneira que o ser humano tem de descansar da realidade.
  • 13. Pedro David Estrada - da série Rota: Raiz Fotografia. (125 x 125 cm) 2006 Brasileiro, nascido em Santos Dumont, MG, em 1977, formado em jornalismo em 2001 pela Puc-Minas. Cursou pós graduação em artes plásticas e contemporaneidade na Escola Guignard – UEMG, em 2002. Trabalha como fotógrafo autônomo desde 1997. Publicou juntamente com os fotógrafos, João Castilho e Pedro Motta, em abril de 2008, pela editora Cosac Naify, o livro Paisagem Submersa. Uma interpretação sobre o processo de mudança de comunidades atingidas pelo lago de uma Usina Hidrelétrica no vale do Jequitinhonha. Durante as viagens realizadas para este projeto, começou a desenvolver a série Rota: Raiz, um documentário imaginário sobre a vida no sertão contemporâneo e sua relação com este universo. Participa de coleções de arte privadas e públicas, e já recebeu diversos prêmios dentro e fora do país.
  • 14. Rafael Zavagli Sobre a piscina e o branco Óleo sobre tela. (210 x 140 cm) 2008 Nasceu em Belo Horizonte, MG, em 1981. Graduado em pintura pela Escola de Belas Artes da UFMG, vem participando desde 2003 de várias exposições e mostras de pintura, desenho, gravura, fotografia e realizando intervenções artísticas em espaços públicos. Entre os anos de 2007 e 2008 trabalhou com arte-educação em escolas e ONGs. Além de trabalhar com artes visuais, é músico e pesquisa o choro e outros ritmos brasileiros. Seus trabalhos recentes podem ser vistos no acervo da Galeria Celma Albuquerque. “Sobre A Piscina o Branco” faz parte de uma série de trabalhos que propõe uma reflexão sobre a paisagem, especificamente sobre aquelas paisagens hibridas que se configuram a partir da co-relação entre o espaço arquitetônico habitado pelo homem e elementos naturais que permeiam este ambiente. Fragmentos do céu aprisionados entre prédios; a água das piscinas; arbustos ornamentais em vasos e animais vivendo em exíguos espaços domésticos. A contraposição criada pela coexistência destes elementos é o ponto de partida para o desenvolvimento da poética que envolve estes trabalhos. As pinturas são documentos da existência dessa inusitada paisagem, criando uma possibilidade de discussão sobre a artificialidade desses possíveis espaços construídos.
  • 15. Thales Pereira Simetria Pintura em acrílica sem tela. (160 x 220 cm) 2006. Thales Pereira, nasceu no Rio de Janeiro em 1952. É formado em Comunicação Visual (1971/1974) pela antiga F.U.M.A. - Belo Horizonte. Trabalhou como designer gráfico nos anos 70/80 passando a se dedicar à pintura em meados de 80. Participou de diversas mostras individuais coletivas no Brasil e exterior. É representado desde 2002 pela galeria Thomas Cohn, São Paulo. A presente obra – Simetria, pintura em acrílica sem tela, 160 x 220 cm, 2006 – conclui uma série iniciada em 2001 que aborda os desdobramentos de uma política bélica exagerada e ampliada após os atentados de 11 de setembro. Um outro título possível para esta pintura seria “Inimigo Meu” onde a aproximação nos faria reconhecer um igual. Espelhado.
  • 16. Helder Profeta A Usina Acrilico sobre lona. (220 x 160 cm) 2008 Artista Plástisco e Designer, Bacharel em Artes Plásticas pela UEMG - Escola Guignard, com especialização em Desenho e Escultura. Já participou de várias Exposições Individuais e Coletivas no Brasil e no exterior, destacando o “Projeto Linha Imaginária” em Tactile Bosh - País de Gales, “Uma geração em Trânsito”, no CCBB Rio de Janeiro e “Paisagens Artificiais” individual na Celma Albuquerque Galeria de Arte em Belo Horizonte.
  • 17. A Bienal da Energia da Cemig é um evento que tem como tradição unir a arte às discussões e trabalhos sobre energia. Para o ano de 2009, o evento reúne reproduções de trabalhos de 16 artistas mineiros. O critério de escolha dos trabalhos foi a originalidade e principalmente, a juventude presente em cada uma das obras. As 16 obras foram generosamente cedidos pelos artistas para uso exclusivo da Bienal da Energia em reproduções que não obedecem a critérios técnicos necessários à uma exposição artística.