PATRICK:O relógio na cabeceira da cama me diz que são diz 0:44. Os númerosvermelhos quase não apareciam em ambiente ilumin...
Eu nunca vou esquecer o depois. Eu queria fazer amor com ela com todas aspartes do meu corpo. Ela sabia disso. Eu não tinh...
sessenta. Uma e outra vez. Às vezes eu olho e os dígitos mudam-se emdiferentes combinações bem diante dos meus olhos.Hoje ...
e bato nela bem alto. Eu ainda não tenho idéia do que vou dizer. Espero comansiedade.***ELLEN:Estão batendo na porta de al...
Eu interiormente fico com medo. Eu nunca queria ter dito essas palavras emvoz alta. Eu poderia ter ficado a minha vida int...
A garrafa voa por cima do balcão, fazendo barulho quando ela atinge o chão erola para a outra parede. Nós dois a ignoramos...
O toque de seus dedos pode ser sentido profundamente no meu courocabeludo e choques viajam por todo o caminho até os meus ...
As palavras são expelidas de sua boca, mais e mais rápidas. Ele está olhandopara a distância, censurando a si mesmo, e só ...
Eu passo meus dedos por seus cabelos enquanto ele sorri da minhaprepotência e diz, “mandona”. Suas mãos deslizam em volta ...
meus lábios nos seus. Ele chega até a minha boca, e eu fecho meus olhos. Eucorro os meus lábios sobre a sua boca, exploran...
E Patrick tem a necessidade de ser a pessoa por cima. Com um movimentofluido de seu corpo, ele rola sobre nós, ficando por...
"Nada." Eu digo, com vergonha de ser pega usando algo tão sensual quandoeu iria para a cama sozinha. Ele não parece se imp...
E de repente, tudo parece estar certo no mundo. É muito simples. Eu colocomeus braços em torno dele e o puxo de volta para...
ele finalmente larga meus pulsos. Ele se senta um pouco para deslizar as mãospelo meu lado e do outro lado, e meus quadris...
comparação com o que eu sinto quando ele se levanta e empurra para dentrode mim novamente.Meus olhos rolam por trás de min...
Minha cabeça repousa na curva de seu ombro. Respiro o perfume floralenquanto deixo as imagens da noite passada entrar em m...
Duas horas depois ....Eu estou deitado de costas com Ellen por cima de mim. Seu doce corpo deslizapara trás e para frente ...
Ah, mas ela comete um erro fatal: seus seios perfeitos ficaram bem na minhafrente ... ela suspira com profundo prazer, qua...
Acabamos de passar a noite inteira, literalmente, grudados um no outro, emesmo assim eu não posso esperar para estar dentr...
Era para ele se demorar mais ainda, e acho que ele estava tendo um bom diacom seu cabelo. Nós nem sequer tivemos tempo par...
Hmm ... agora eu gostaria de ser o pássaro, então? Eu acho que sempre meidentifiquei mais como sendo o predador. E, bem, e...
Oh, tem muita verdade nessa declaração. Eu já estava sentindo meu pênis seenrijecer, só de pensar nas tais coisas ruins. S...
***ELLEN:Ele está propositalmente tentando fazer o meu dia muito mais duro do que temque ser. Ok, não diga essa palavra. B...
imediatamente se volta para mim. Se não fossem as câmeras e todas aspessoas em volta, eu tenho certeza que ele estaria dev...
PATRICK:Ok, agora ISTO é perfeito. Ela acha que pode me provocar, passando a mãopelo meu cabelo assim? Não é como se eu es...
Eu sinto as bochechas de sua bundinha momentaneamente se contraírem,quando a minha mão repousa em torno de suas curvas sut...
Mais algumas fotos antes do intervalo, e desta vez, eu tenho que por a mão nobolso e consertar o ‘Pequeno Paddy’. Oh Deus,...
***********************************ELLEN:Meus saltos longos ficam pesados na escada de pedra quando eu marcho atéum outro ...
"Você está arrependida?" Ele pergunta, me puxando para mais perto dele. Elasdiziam, por favor, não diga "sim"."Não." Eu re...
Sinto-o sorrir contra a lateral do meu rosto. Eu pensei que foi muito engraçadomesmo. Tinha sido certamente uma aposta, ma...
Minhas extremidades nuas aparecem na parede de vidro. Se alguém saíssepara o quintal, nos veria. Mas a mão de Patrick já e...
movesse um pouco ... ... mais ... mais rápido ... mas ele mantém um ritmoconstante.Minha confissão só parece excitá-lo mai...
Ah, se eles soubessem. Eu me pergunto como ela explicou seu batom borrado.Ah, e o cabelo na cama. Eu estou tão alto nas nu...
Após a sessão de fotos, nós dois estávamos morrendo de fome (por váriosmotivos, eu rio de mim mesmo), então nós voltamos p...
"O quê?" Ela pergunta com um sorriso travesso quando percebe que eu aestou           olhando           por           muito...
Eu me inclino para trás em minha cadeira e falo: "Eu vou te dizer enquantocaminhamos".Ela sorri para o meu desvio do assun...
senhora."Sua expressão facial permite-me saber que ela pensa que eu estoucompletamente cheio de merda. E eu estou mesmo, e...
"Hmm?" Ela se vira para mim, seu olhar tão abatido quanto eu me sinto."Eu tenho um condomínio." Eu digo, com uma idéia se ...
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  1. 1. PATRICK:O relógio na cabeceira da cama me diz que são diz 0:44. Os númerosvermelhos quase não apareciam em ambiente iluminado, mas como eu estava,aqui, no escuro, eles pareciam maiores. Eu já havia tentado assistir televisão,mas tudo parecia uma merda.Eu tinha pensado em ligar para alguém, mas ninguém na minha lista telefônicainterna soava atraente. Eu poderia ter ligado para T mas Jill atenderia primeiroe teríamos uma conversa estranha, onde muitas palavras não seriam ditas, eeu realmente não estou com vontade de lidar com isso.Eu não estou com fome. Eu não estou cansado. Eu não sou nada. Eu tenhonada desde aquela noite, há um mês atrás, quando meu mundo desabou, porcausa daquelas quatro palavras.Nunca houve uma Meredith.Como ela pôde dizer isso? Todas as vezes ... tudo o que ela dissera. Tudo oque eu tinha dito. As conversas que tivemos. Todas as mentiras .... Bem, nãomentiras. Sim, mentiras! Todas às vezes em que ela me disse que eu tinha deser Derek porque ela só seria Meredith ... e ... e ... nunca houve tal coisa comoMeredith?!Como ela pôde dizer isso? Ela sempre soube disso? Cada palavra ... cadabeijo ... cada ... tudo. Minha mente imediatamente se rebelou contra isto. Éclaro que tinha havido uma Meredith. Tinha que haver uma Meredith. Porquede outra forma ... caso contrário ...Eu passei o último mês sofrendo por causa disto. Pensando em cada palavraque ela havia dito, cada palavra que eu tinha dito, cada palavra que nóstínhamos dito um ao outro. Meus lábios nos dela. O seu olhar quando eu tinhafeito amor com ela com as minhas mãos, na sala de exame. E depois.
  2. 2. Eu nunca vou esquecer o depois. Eu queria fazer amor com ela com todas aspartes do meu corpo. Ela sabia disso. Eu não tinha escondido isto dela. Eu nãotinha escondido de mim mesmo. Eu tinha escondido um monte de coisas pormuito tempo, mas não mais. Mas aquele olhar ... aquele olhar quando ela medisse. A descrença total, quando eu tinha dito a ela que eu a amava.0:51. Os números zombam de mim. Eles estavam zombando de mim porsemanas. Doze, três, sete: Eu via todos eles. Cada número entre um e
  3. 3. sessenta. Uma e outra vez. Às vezes eu olho e os dígitos mudam-se emdiferentes combinações bem diante dos meus olhos.Hoje à noite é diferente. Eles mudavam-se com regularidade inflexível. Eles medizem a quantidade exata de tempo que tenho, até que eu tenho de vê-lanovamente. Temos uma sessão de foto amanhã. Eu não tenho nenhuma idéiado que dizer a ela.Seu quarto de hotel está bem abaixo do meu. Eu tinha perguntado quando eucheguei na entrada da frente do hotel em Hamptons. A mulher da recepçãosabia exatamente quem eu era e tinha ficado feliz em me dizer onde MissPompeo’ estava hospedada. Ela quase piscou para mim. Eu não deveria terperguntado. Não era como se eu estivesse indo procurá-la. Ela não quer falarcomigo. Ela tinha deixado isso bem claro.Eu tenho sido tão estúpido. Eu não posso acreditar que eu não descobri que aamava antes. Bem, a resposta a essa pergunta é fácil: eu não queria saber. Eunão queria ser aquele cara. Eu não queria ser aquela pessoa que rompe umcasamento, que rompe com uma família, para uma aventura barata.Eu não queria ter um caso. Exceto, que foi o que eu fiz. E o pior é que eu fizacreditando que eu não estava fazendo. Convenci-me de que eu era duaspessoas diferentes, racionalizando e transferindo a culpa, de modo que eu nãotinha que enfrentar as conseqüências.Mas as consequências me encontraram de qualquer maneira. Ellen tinhapercebido as consequências antes de mim. Eu ainda não consigo acreditar queela tinha rompido com Chris havia três meses atrás e não me disse nada.Atravessou tudo sabendo o que ela estava fazendo. Ela enfrentou-o na cabeça,diretamente. Não admira que ela havia tentado me parar muitas vezes. Nãoadmira que ela me empurrasse para longe dela. Mas ela tinha ... ela tinhaparado de lutar comigo naquela noite no Emmy. Ela tinha sido a única a sugerir... sugerir que aqueles momentos ilícitos eram breves visitas ao céu.Espontaneamente, eu me lembro das palavras que ela havia dito naquele diano parque, "Mas aí eu vejo você e eu sou a Meredith para o seu Derek, enenhuma das outras coisas importa."De repente, é muito difícil para continuar respirando. O travesseiro atrás daminha cabeça me impede de bater a cabeça na cabeceira da cama, quandomeus pulmões dão espasmos dentro do peito. Eu coloquei minha mão sobremeu coração para tentar retardá-lo, mas nada funcionava. Eu acho que estoutendo um ataque de pânico.Eu me impulsiono para cima, colocando meus pés no chão. Talvez se eu mesentasse na posição vertical ajudasse. Nâo, não está ajudando. Antes que eudesse por mim, os meus pés tinham se calçado, e eu estava caminhando peloquarto do hotel e saindo para o corredor. Eu nunca tinha estado tãodespreparado. Eu ando os poucos metros que me levam a alcançar a sua porta
  4. 4. e bato nela bem alto. Eu ainda não tenho idéia do que vou dizer. Espero comansiedade.***ELLEN:Estão batendo na porta de alguém no corredor. Inferno, que horas são? Porque estariam batendo na porta de alguém nesta hora da noite, fazendo umbarulhão? Não têm nenhuma educação ... espere um minuto, acho que essa éa minha porta.Quem é o doente? Eu tinha me deitado na cama há vinte minutos atrás. Calma,eu estou levantando! Apenas deixe-me calçar meus chinelos e colocar umroupão.Para me sentir melhor, eu tinha colocado uma camisola de seda, sem mangas,com um leve odor de lavanda, que eu havia comprado em uma pequena loja navila ontem. Eu não iria deixar quem estava à porta vê-la. Ela era curta, batia nomeio da coxa, com uma leveza que me transportava. Tinha rendas ao longo dopescoço e nas bordas. Eu tinha pensado que Patrick iria gostar. Não que elefosse vê-la algum dia, mas ainda assim. Eu ficava confortada com pequenascoisas nestes dias.Meus pés andam pelo tapete espesso, a única luz era o brilho baço daluminária da cabeceira da cama. Estou prestes a arrancar a cabeça de alguémpara fora do pescoço, quando eu abro a porta para ver ... uma invenção daminha imaginação.Patrick, em toda sua glória, olhando para mim, vestido de calça jeans e umahiper-desportiva t-shirt. Mas minha imaginação não teria evocado esses loucosolhos, roupas amassadas e cabelos desarrumados. Eles apontam em todas asdireções, mal colocados atrás de suas orelhas. Eu não sei o que dizer. Nósolhamos um para o outro em silêncio.“Eu ... você disse." Ele diz, com evidente desconforto, abrindo e fechando aboca em rápida sucessão; seu peito se enche de ar e deságua em rápidojorros. Eu fico na porta, minha mão encostada no batente, pronta para fechá-lana sua cara. E ainda ... e ainda assim, algo me diz para escutá-lo.É óbvio que ele não anda dormindo bem. Os círculos escuros sob seus olhosevidenciam a sua exaustão. Eu não acho que eu já o vi assim, algum dia. Elenão é o McDreamy. Ele é uma casca do homem que eu conhecia. Não hábrilho, não há brincadeiras, não há alegria, não há confiança. Eu não conheçoeste homem.Mas então algo acontece. Seus olhos, eles se concentram em mim. Ele pegano meu cabelo e no meu rosto e nas minhas roupas (ou na falta delas). Suarespiração fica mais lenta. Seu peito se acalma na sua cadência frenética. Atensão nos olhos diminui alguns graus e ele fica um pouco mais reto, quandoele diz, "Você disse que nunca houve uma Meredith".
  5. 5. Eu interiormente fico com medo. Eu nunca queria ter dito essas palavras emvoz alta. Eu poderia ter ficado a minha vida inteira sem dizer uma alma destesegredinho sujo. Quero dizer, com certeza havia um personagem chamado"Meredith" e ela tinha suas falas e outras coisas. Situações.Mas a forma como eu agi com ele, o jeito que eu me sentia quando estávamosjuntos ... eram todos eu, Ellen. Eu nunca consegui me separar dela. Não comoele tinha sido Derek. Eu havia tentado, eu realmente tinha.E tinha acabado ali, naquele trailer, com ele me contando sobre como Jill otinha deixado, e como ele me amava, e eu tinha ... entrado em pânico. Todoesse tempo eu tinha me mantido reprimida. Todo esse tempo eu tinha negadomeus desejos mais profundos por causa do meu senso de moralidade, e agoraele estava me dizendo que ele estava livre?! Ele estava livre para ficar comigo.Não quis mais esconder: não quis mais esconder meus sentimentos, não quismais esconder meus sentimentos dele, eu não quis mais esconder as coisasdele. Mas Deus ... o rosto dele, naquela hora? Na hora que eu falei que nuncatinha havido uma Meredith?Ele não estava com aquela cara, mas eu nunca esquecerei isso enquanto euviver. A descrença total. A surpresa. Aquele olhar total de traição que haviaesfaqueado o meu coração. Eu poderia ter lidado com a raiva. Eu poderia terlidado com as acusações. Mas com isso eu não podia lidar.Havia uma profunda fenda nos olhos do homem que eu amava. Uma fendaque tinha me feito correr tão rápido quanto eu podia para sair do trailer. Umafenda que tinha me seguido a maior parte do mês, onde eu mal conseguia sairda cama, só o tempo suficiente para colocar pipoca no microondas ou ligar ochuveiro quando meu cheiro incomodava.Para me sentir livre, contei o meu segredo mais escuro, e eu tinha arruinadominha única chance de felicidade. Ele estava aqui, na minha porta,provavelmente, para ser simpático. Ele percebeu que eu estava certa, que eleestava se misturando com Derek. Ele provavelmente já estaria de volta comJill. Nós tínhamos que trabalhar juntos amanhã. Não seria bom estar emdesacordo um com o outro amanhã.Com essa decisão, eu dei um passo para trás e ofereci ", você não vai entrar?"Minha voz soou mais áspera e sem emoção do que eu pretendia. Ele não dizmais nada, embora eu possa dizer que ele queria falar. Ele dá alguns passospara dentro da sala, apenas o suficiente para deixar a porta fechar. O clique éalto no silêncio pesado.Estou surpresa com o fato de eu conseguir formar palavras com ele aqui. Eusei ... eu sei que ele não sente por mim o que eu sinto por ele. Ele nuncasentiu. Ele estava apenas sendo Derek. Eu disse a ele para ser Derek. Eu otinha traído. Eu tenho vivido uma mentira. Eu me viro para pegar uma água domini-bar e ele toca meu ombro.
  6. 6. A garrafa voa por cima do balcão, fazendo barulho quando ela atinge o chão erola para a outra parede. Nós dois a ignoramos. Ele vira o meu corpo com umaleve pressão em meu ombro e diz: "Nunca houve um Derek".Não consigo desviar o olhar. Seus poderosos olhos azuis me trancam dentrodele. Ele acabou de dizer o que eu pensei que ele disse? Ele não me dá achance de perguntar, porque ele fala de novo. "Nunca houve um Derek, Ellen."A sinceridade em seu olhar azul me fascina, ao mesmo tempo que todos ospensamentos do meu cérebro corre. "Mas você disse ...""Eu sei o que eu disse. Eu sei o que você disse, mas isso não significa nada."Isso não significa nada? O que isso significa? Eu estou tão confusa.Sua mão sobe para tirar o cabelo da minha testa. Eu fecho os olhos para sentira inebriante sensação do carinho de seus dedos ao lado do meu rosto. Quandomeus olhos estão fechados, ele continua com "Isso não significa nada, porquenão importa como me sinto sobre essas coisas. Derek sou eu, e eu sou ele. Eletem que estar dentro de mim o tempo todo para que eu seja capaz deinterpretá-lo tão bem. Às vezes eu me convencia de que eu era Derek"."Mas você não é?" Pergunto enquanto sua mão percorre o meu cabelo. Abroos olhos quando ele o coloca para trás de meus ombros. Imploro-lhe com osolhos para que ele não me decepcione. Ele nunca foi Derek? Então onde issome deixa? Eu pensava que eu era a única a esconder meus sentimentos.Minha cabeça cai para olhar o carpete vermelho.Sua mão alcança meu queixo e ele puxa minha cabeça para cima, me fazendoolhar para ele. "Eu estou dizendo que isso não importa." Ele fala, enquantomeus olhos tentam se afastar. Mas ele não vai deixar. Sua mão fica firme. Seusolhos me furam quando ele diz, "Quando eu acordo de manhã, antes mesmoque a consciência chegue, não importa quem eu sou. Eu não sou Derek ouPatrick. Eu sou apenas eu. E você sabe em que eu me encontro pensando?"Sua voz quebra um pouco no final, e eu posso ver como isso tem sido difícilpara ele. Meu coração palpita um pouco no meu peito, mas eu não quero sentiresperança. Já tinha havido muito momentos como este, onde eu me sentia àbeira de felicidade total, só para vê-la voar. Eu balanço a cabeça em negativa,só sendo capaz de me mover microscopicamente em seu punho firme."Eu penso sobre o cheiro de lavanda." Ele sussurra em reverência, e meucoração começa a ficar esperançoso."Eu penso sobre como, mesmo no pior dia de minha vida, sua risada pode metransportar às alturas da alegria."Sua voz suave derrama-se sobre mim como um bálsamo calmante. "Eu pensono que sinto quando corro seus cabelos por entre meus dedos." Seus dedoscopiam suas palavras, quase como se ele traduzisse seus pensamentos emação.
  7. 7. O toque de seus dedos pode ser sentido profundamente no meu courocabeludo e choques viajam por todo o caminho até os meus pés.Involuntariamente, meus dedos fazem carinhos em seu peito."Eu penso como você sempre tira sarro quando eu estou sendo metido eorgulhoso, mas sempre consegue me fazer rir quando você está fazendo isso."Ele diz com um sorriso que ilumina os olhos.Minhas mãos começam a se mover por conta própria, gradativamente, aolongo de sua camisa, em movimentos muito pequenos. Eu posso sentir abatida firme de seu coração sob o tecido felpudo, e todas as minhas angústiase preocupações e as dúvidas voam para longe com a cadência suave de suavoz."Mas se eu não fizesse isso, você iria ficar muito cheio de si." Digo, com meucoração nos olhos e uma fraca tentativa de humor. Ele pisca para mim. Seusolhos brilham como diamantes quando ele, hesitante, diz, "eu penso sobrecomo você sempre foi mais forte."Meu sorriso se desvanece. "Eu não sou forte." Digo. Eu nunca fui forte quandose tratava dele. Eu nunca fui capaz de dizer não. Bem, a longo prazo, não, éisto."A primeira vez que te vi, eu vi a sua força." Ele diz enquanto suas mãospasseavam por minhas costas. Minhas mãos subiam e desciam com suarespiração. "Seus olhos, eles me disseram, ‘não mexa comigo’ e ‘não memachuque’, ao mesmo tempo, e eu fiquei intrigado por eles desde então.""Você viu isso tudo na primeira vez que me viu?" Pergunto um pouco descrentee constrangida.Ele dá um pequeno sorriso que me diz que sim, que ele viu isso. Eu não sei oque pensar disso. Tenho certeza de que estou corando da cabeça aos pés. Eleestá muito sério quando ele diz: "Você tem a força. Você sempre foi a única ame dizer não. Você sempre me fez lembrar de quem eu era, e que eu estariasofrendo se eu ... ""Bem, obviamente eu não fui tão bem-sucedida." Declaro triste. Uma famíliadestroçada. Uma mulher traída. Uma menina com um lar desfeito. Tudo culpaminha.Ele deve ver alguma coisa na minha face, porque ele diz irritado "Não é culpasua.""Então, de quem é a culpa? Do ar? Você está se divorciando. Eu terminei commeu namorado. Eu sou uma adúltera, destruidora de lares, lembra-se?" Eu falocortante. Tudo é tão amargo. Minha boca tem um gosto metálico."Você não é uma destruidora de lares." Ele disse enquanto apertava minhasmãos. "A culpa é minha. Eu já passei por isso antes. Eu sei como é. Eu deveriater colocado um fim nisso. Você sempre estava dizendo não e eu continuei aforçar as coisas. Esqueci a minha família. Eu arruinei meu casamento. Eu ... "
  8. 8. As palavras são expelidas de sua boca, mais e mais rápidas. Ele está olhandopara a distância, censurando a si mesmo, e só há uma maneira que eu possopensar em pará-lo.Meus lábios colidem com o seu. Eu posso dizer que ele ficou surpreso. Seuslábios estão duros e pesados, mas como o Mar Vermelho, ele se abrem.Nossas línguas se reúnem e isto é uma pequena amostra do céu. Um céu queeu provei várias vezes, mas nunca me deixei desfrutar plenamente. Nemmesmo agora. Eu me solto de seus lábios e digo: "Eu não sou forte. Eu nãoconseguia parar ... eu não conseguia parar de ... de me apaixonar por você. "As palavras, elas voam pelo quarto, e eu quero trazê-las de volta. Seus olhosse ampliam com a surpresa e depois as rugas em volta de sua boca serelaxam. Seu sorriso é deslumbrante quando ele se inclina e captura minhaboca com a dele. "Oh Deus, Ellen, eu também te amo." Ele disse antes de mebeijar e de me envolver em seus braços quentes.Eu me aqueci com suas palavras, com seus abraços, e ele me beija outra eoutra vez, dizendo entre eles, "Levei muito tempo para descobrir isso. Eu mesinto como um burro por ter demorado tanto. E pensar que você sabia essetempo todo que me amava."Ok, espere, espere um minuto. Eu me solto dele por um momento para dizer:"Eu não tinha certeza. Eu não tinha certeza até que ... bem, até aquele dia nafloresta."Seus braços ainda estão mais apertados, quando ele pensa sobre o que eudisse e então ele percebe. Ele quase espreme a vida para fora de mim, quandoele diz, "Oh meu Deus, isto foi quando você rompeu com Chris, não é?"Ao meu aceno afirmativo, ele se encolhe e diz: "E isso foi quando eu termineias coisas com você também, não é?"Ao meu segundo aceno, ele me solta. Sinto-me desolada. Ele caminha até acaminha e se senta nela, colocando a cabeça entre as mãos. Eu não sei o quefazer. Ou dizer. Ele parece tão derrotado. O que eu poderia dizer?Ele esfrega o rosto para trás e para frente como se ele estivesse tentandolimpar o passado de sua testa. E então eu sei o que vou fazer. Eu timidamenteando para sua frente de modo que minhas pernas descansam entre as dele. Eutiro suas mãos de seu rosto, de modo que ele tem de olhar para mim.Há algumas lágrimas em meus olhos quando eu digo, "Patrick, isso nãoimporta mais."Posso dizer que ele queria discutir, mas eu não deixei. "Patrick, apenas mebeije." Eu ordenei. Nós já passamos por tanto. Isso é tudo que eu precisoagora. Eu só preciso que ele me beije e me abrace e me diga que tudo vai ficarbem.
  9. 9. Eu passo meus dedos por seus cabelos enquanto ele sorri da minhaprepotência e diz, “mandona”. Suas mãos deslizam em volta do meu roupão,fazem uma pressão leve em meus quadris enquanto puxa-me mais para perto.Eu seguro seus cachos de seda em minhas mãos quando eu me inclino parafrente para encontrar seus lábios com os meus.Eles descansam uns contra os outros, calor contra calor. Parece celesteapenas eles ficarem descansando lá. Eu nunca pensei que chegaria um dia emque apenas a pressão fraca de nossos lábios faria minha alma subir. Eu quaseespero abrir os olhos e ver uma câmera apontada para mim, ou Peter medizendo que meu corpo precisa ser colocado exatamente assim.Se eu abrir meus olhos tudo vai desaparecer. Mas eu os abro mesmo assim. Eo que eu vejo são os mesmos pensamentos brilhando para mim: a felicidadefrágil. A cautela de se levantar e enfrentar o sol, só para ter os raios queimandoa nossa pele novamente.E então minhas pernas estão no ar. Ele me pega, coloca as mãos debaixo domeu traseiro e puxa minhas pernas em volta dele. Nossos braços estãoenrolados uns nos outros; minha cabeça enterrada em cima de seus cachosenquanto seu rosto repousa inequivocamente contra a minha clavícula.Eu não sei quanto tempo ficamos juntos assim. Seus braços me dizendo maisdo que suas palavras, o quanto este momento significava para ele. Cruzam àsminhas costas e me seguram firmemente na cintura. Eu nunca quero que eleme deixe.Eu poderia ficar aqui a vida inteira cheirando o condicionador que ele usa emseu cabelo. Sua barba por fazer ao longo de minha pele. E então, enquantoisso, estamos caindo para trás em minha cama e eu estou olhando para osorriso de menino ... do meu companheiro ... do meu amigo ... do meu amor.Eu sorrio de volta quando eu estendo minha mão esquerda para correr meusdedos por seu cabelo. Parece tão irreal. Eu não posso acreditar que eu estoudeitada aqui com ele. Ele me ama. Ele realmente me ama. Eu posso sentirmeus lábios se abrindo em um enorme sorriso, enquanto eu assisto meusdedos passar pelos cachos de seus cabelos. Ele me ama."O quê?" Ele pergunta com um sorriso em resposta, mas eu balanço a cabeçaem negativa. Eu não posso explicar isso.Em vez disso, eu me endireito ao longo dele, os nossos corpos em repousonum paralelo perfeito. Meu corpo afunda no seu, se amoldando ao deleperfeitamente. Eu posso sentir o endurecimento debaixo de mim, e seu rostomostra o prazer que ele está sentindo, mas é muito mais do que isto. Minhasmãos vão para trás, acariciando seu cabelo, e ele faz o mesmo em mim.É tão bom estar aqui. Não há câmeras, não há outras pessoas ao redor, nósnão estamos fazendo nada de errado. Nós não temos falas para dizer, masisso não importa. Eu olho em seus olhos mais uma vez antes de abaixar os
  10. 10. meus lábios nos seus. Ele chega até a minha boca, e eu fecho meus olhos. Eucorro os meus lábios sobre a sua boca, explorando seus lábios com o nossonovo amor.Eu envolvo meus braços em volta da sua cabeça quando os nossos lábiosdeslizam para trás e para frente. Eu quero me beliscar. Quando sua línguaencontra a minha, é como se fosse a primeira vez de novo. Eu sinto a faísca, ocalor, mais uma vez. E, no entanto, desta vez é diferente. Somos nós dois numquarto de hotel nos Hamptons. É apenas Patrick e eu.
  11. 11. E Patrick tem a necessidade de ser a pessoa por cima. Com um movimentofluido de seu corpo, ele rola sobre nós, ficando por cima de mim. Seu corpo caisobre o meu enquanto seus olhos caem para o pedaço de renda com babadosque fica exposto, quando o meu roupão se abre. "O que é isso?" Ele pergunta,com uma luz interessada em seus olhos, enquanto estende a mão paraempurrar o roupão para fora mais ainda.
  12. 12. "Nada." Eu digo, com vergonha de ser pega usando algo tão sensual quandoeu iria para a cama sozinha. Ele não parece se importar."É ... lavanda." Ele diz que com um pouco de saber na sua voz."Eu sei." Eu falo de volta e ele mergulha para outro beijo. Este é mais pesado emais rápido. Eu sinto um pouco mais de potência, e eu gosto assim. Meusbraços o envolvem ou minha cabeça é empurrada de volta para a cama, eunão sei qual. Nossas bocas se reviram para frente e para trás, uma e outravez ... até que ele começa a rir.Sua risada zumbia nos meus lábios, até eu ter que me afastar e perguntar:"Mas de que você está rindo?"Ele ri um pouco mais, não é capaz de parar completamente, até que ele diz:"Eu continuo esperando por Peter dizer corta."Isso me faz rir porque eu estava pensando exatamente a mesma coisa. Eu nãodeixo-o saber disto . Em vez disso eu digo, tirando sarro dele: "Bem, vocêsabe, qualquer coisa gira a sua volta.""Oh, você vai pagar por dizer isso." Ele promete e mergulha mais dentro dosbeijos. Eu fico em silêncio, porque é exatamente isso que eu queria dequalquer maneira.Eu passeio as minhas mãos pelas suas costas, puxando e sentindo seusmúsculos enquanto ele os flexiona quando se move para cima e para baixo emcima de mim. Seu corpo está prensado ao meu: seu peito em meu peito, seupênis contra a minha vagina tampada com a seda.Minhas mãos sobem sob a camisa, mas ele é rápido e a tira sobre sua cabeça.Eu me regozijo com a visão de seu peito nu, enquanto ele desata o meuroupão. Vou tirá-lo, mas ele me impede."O quê?" Eu pergunto, mas ele apenas balança a cabeça e senta-se. E entãoeu percebo: nós estamos apenas na metade na cama. Eu sento-me, apenaspara vê-lo empurrar o roupão, tirando um braço. Com um puxão, o roupão saide meu outro braço. Seu olhar acaricia a minha pele, seguindo o movimento doroupão.Eu fico vestida com pouco mais do que o laço na parte superior e uma camadade seda no resto do corpo. Minhas mãos vão acariciar os cachos macios deseu peito. Tinha passado muito tempo desde que eu o senti sob meus dedos.Nossos lábios se reúnem novamente, enquanto minhas mãos continuam aandar sobre seu tronco. Ele coloca suas mãos atrás de mim, acariciando paracima e para baixo o material de seda e, em seguida, enterra as mãosprofundamente no meu cabelo. Ele puxa minha cabeça para trás enquantoseus lábios trilham para cima e para baixo o meu pescoço e meu queixo. Tudoo que posso fazer é suspirar de prazer.
  13. 13. E de repente, tudo parece estar certo no mundo. É muito simples. Eu colocomeus braços em torno dele e o puxo de volta para cima de mim."Impaciente, a mocinha, héin?" Ele pergunta com um sorriso. Porém, eu o vejoabrindo o botão da calça. Eu não sou a única impaciente."Você não tem idéia." Eu digo enquanto eu tiro o roupão debaixo de mim e ojogo no chão."Eu tenho que discordar." Ele diz impaciente quando ele puxa sua calça parabaixo e, em seguida acrescenta maldosamente. "Eu me lembro de quesomente alguém realmente conseguiu se divertir da última vez que estivemosjuntos, e não fui eu." Ele está vestindo sua Calvin preta. Eu devia teradivinhado."Bem, isso foi por todas as vezes que você me deixou em suspense." Eurespondi automaticamente.Sua sobrancelha se atira para cima na testa. E, em seguida, seus olhos brilhammaldosamente. "Você ficou em suspense? E quanto a mim? Eu tive blue-balls(Blue Balls é uma gíria para uma congestão temporária de fluidos nos testículos e região dapróstata causada pela prolongada excitação sexual do homem. Pode ser extremamentedoloroso, como uma batida nos testículos, mas por dentro. A causa é a estimulação sexualprolongada do pênis ereto (intencional ou involuntária), pelo contato direto ou indireto, que nãoresulta no orgasmo e na ejaculação.) durante uma semana."Eu olho para os elementos acima mencionados, apertados na cueca boxer equase lambo os lábios. "Oh não, você não vai fazer isto." Ele avisa quando vêmeu olhar e se deita em cima de mim, segurando minhas mãos acima daminha cabeça."O quê?" Eu pergunto, como o gato provavelmente perguntou ao canáriomomentos antes de devorá-lo."Você deixa as pessoas pensando que é toda inocente e coisas assim, mas eusei melhor do que isso." Ele diz enquanto se esfregava contra mim. Soltei umgemido enquanto ele fazia isso de novo e dizia: "Eu soube disto desde oprimeiro dia em Seattle, quando eu te peguei olhando para minha bunda.""Todo mundo estava olhando. Não era como se você a tivesse escondendo ouqualquer coisa." Respondo suspirando, quando ele puxa a si mesmo e devoraa minha boca. Em uma pausa, tive que acrescentar: "Além disso, eu te pegueiolhando meus seios, então eu diria que estamos quites.""Mas eles são tão lindos." Ele diz enquanto se inclina para prestar homenagema eles. A umidade da sua boca envolve meu mamilo. A camada extra de sedaadiciona uma barreira e ainda torna a coisa ainda mais sensual. Meus braçosrelaxam quando eu sinto a umidade da sua língua ardente através do tecido.Eu nem preciso dizer o quanto minha calcinha está molhada, ou o que o seubalanço constante contra mim está fazendo para a minha sanidade mental.E apenas quando eu penso que eu poderia morrer de prazer / dor de tudo isso,
  14. 14. ele finalmente larga meus pulsos. Ele se senta um pouco para deslizar as mãospelo meu lado e do outro lado, e meus quadris. Eu vejo os olhos seguirem ocaminho de suas mãos.Seus cílios longos hoje aparecem por algum motivo. Seu rosto magro parecepequeno, sua nuca um pouco mais velha, mas só serve para lembrar que ele éapenas um homem. Ele pode ser um dos homens mais sexy do mundo, masele sempre será Patrick para mim.Suas mãos deslizam para minhas coxas e empurra a seda até sentir a minhapele super-aquecida. Seus dedos passeiam levemente contra meu quadril,cintura, peito. Quando eu levanto meus braços, o tecido sobe sobre minhacabeça e isso é esquecido. Eu não sei onde foi parar.Estou muito extasiada com o olhar de amor e admiração que se espalha pelorosto de Patrick ao ver meu corpo nu. Um olhar que eu nunca pensei verdirigido para mim, só para mim. Tudo isso de repente parece tão precioso enovo que eu acho que meu coração vai parar. Mas esse olhar ... esse olharpode curar qualquer coisa.E então eu quero ser curada de tudo. Eu quero que sejamos um. Realmente,realmente um. Ele deve ler isto na minha cara, ou ele está pensando a mesmacoisa, porque a cueca Calvin, de repente, desapareceu. Então só há umobstáculo: a minha calcinha. E então aquelas também se foram.Estamos deitados totalmente nus, hesitando no último segundo daprorrogação. Não há volta a partir daqui. Mas já houve volta de alguma coisaentre nós? Não importa quantas vezes eu tentei, a vida sempre teve algum tipode forma de nos empurrar um para o outro. Será que foi porque nós doissecretamente queríamos isso, ou era por causa do acaso e de uma sala cheiade escritores, ou ambos? Eu não acho que nós saberemos a resposta paraessa pergunta.Então ele está se inclinando sobre mim, seu pênis em repouso na minhaabertura. Eu nunca quis nada tanto na minha vida. E então ele está seempurrando para dentro de mim. Não há nada no mundo para descrever essesentimento. O sentimento de ser invadida por ele, a sensação de estar cheiadele, e ainda ao mesmo tempo, descobrir algo novo.Eu prendo minha respiração enquanto ele desliza tão profundo quanto ele podee, em seguida, os nossos lábios se tocam, juntos. As paredes da minha vaginase contraem, fazendo-o sugar o ar. Esse som me fez sentir poderosa.E nos amamos. E toda uma série de outras coisas. Tudo se empalidece em
  15. 15. comparação com o que eu sinto quando ele se levanta e empurra para dentrode mim novamente.Meus olhos rolam por trás de minha cabeça, enquanto minhas pernas seenrolam em volta de suas panturrilhas. Eu o aperto mais. Eu tenho que chegarmais perto. Eu tenho que me afastar. Eu tenho que ... eu tenho que ... Oh meuDeus. Ele empurra para dentro de mim novamente. E mais uma vez. Euenvolvo as minhas pernas apertadas, tentando puxá-lo cada vez mais perto.O que significa quando você já se juntou na forma mais íntima com o amor dasua vida, eu não tenho idéia. Eu só sei que eu quero mais e mais e maisprofundo e o mais importante ... de novo. Eu tenho que lhe dizer. Eu nuncatinha sentido isto. Nunca tinha sido tão selvagem."Oh Deus, Patrick, eu nunca..." Eu tento dizer através dos beijos curtos, emfavor da centelha que se estabeleceu abaixo de nós. Uma piscina de suor seformou na minha testa e entre os nossos corpos, quando o calor derretido entreas minhas pernas dispara na estratosfera.Meu corpo inteiro está em chamas. Eu me sinto como se o inferno tivesse seagarrado em mim. Eu acho que sempre soube que seria assim, se nósficássemos juntos ... mas isso é uma coisa totalmente, totalmente diferente. Écomo um vulcão em erupção."Eu sei, eu sei." Ele concorda, entre suspiros, interrompidos por curtosassobios de prazer."Eu não posso, não posso." Eu grito quando minha cabeça empurra ostravesseiros. E, de repente ... Eu posso ... e ele é ... e bem, eu acho que eumorri um pouco. Um toque final, um encontro final ... eu não sei ... e o vulcãoestá em erupção. Gozo derretido desaba para fora do meu âmago e desce amontanha que é o meu corpo. Ele entra em todos os cantos, cada canto erecanto até os confins da terra.E então ele está me seguindo, trilhando o mesmo caminho que eu, e tenhocerteza que ele toca o meu próprio ser. Ele solta um gemido longo e baixo queenvia arrepios pelas minhas costas e me puxa para ele. Eu não possodescrever esse sentimento. Naquele momento eu não sou mais eu e ele já nãoé ele ... mas de alguma forma coexistimos no mesmo tempo ... no mesmoespaço. O tempo se estende por alguns segundos, quando nossos corposvoltam para a terra. E eu de alguma forma nunca mais serei a mesma.PATRICK:Lavanda. O cheiro fraco filtra-se através do meu nariz. Um corpo quenteencontra-se sob o meu. Ela está deitada de frente, minha perna jogada sobre adela. Meu braço está em volta de sua cintura, eu relutava em dormir, então eufiquei em vigília. O cabelo dela flui livremente sobre o seu travesseiro, naprimeira luz da manhã, destacando as faixas mais leves, com tons de mel,cobre e ouro. Eu gosto disto. Quase uma cortina de sombras mais claras.
  16. 16. Minha cabeça repousa na curva de seu ombro. Respiro o perfume floralenquanto deixo as imagens da noite passada entrar em minha consciência.Eu passava meu dedo por cima de sua sobrancelha, enquadrando-a eseguindo o arco para cima de sua linha fina e depois para baixo novamente.Ela estava deitada de costas com o lençol por cima de nós dois. Eu estavameio que apoiado sobre ela com a cabeça levantada. Era ainda algummomento no meio da noite. Ou podia ser quase de manhã. Eu não tenhonenhuma idéia. Ellen e eu estávamos fora do espaço e do tempo normais. Elari baixinho da minha leitura preguiçosa de sua sobrancelha."O que você está fazendo?" Ela pergunta baixinho. Nós dois estamoscansados. Nós dois ainda estamos ardendo depois de fazer amor pela primeiravez. Meu corpo inteiro está tão relaxado que não me lembro da última vez queele ficou tão relaxado. Eu não tinha nenhuma vontade de ir dormir. Eu estoumuito preso nas formas e nas curvas que compõem o rosto do meu amor."Eu não tinha percebido até agora, o quão altas e arqueadas suassobrancelhas são." Respondo.Sua alegria silenciosa faz brilhar seus olhos. "Você só esteve olhando paraelas, durante, oh, dois anos." Ela gentilmente repreendeu, mas seu riso diz ocontrário. Ela está tão feliz como eu estou."O que posso dizer? Seus olhos me hipnotizam", eu digo quando eusilenciosamente rio de mim mesmo. Aparentemente, fazer amor deixa-meextravagante."Paddy, Paddy." Ela diz virando a cabeça para um lado e para outro, mas emseguida, levanta a mão até tocar levemente meus cílios. Ela sorri, como oduende pequeno que ela é, e explica: "Eu sempre quis fazer isso."Ela enrubesce um pouco, e eu digo divertido, "Você sempre quis tocar meuscílios?O olhar convencido no rosto dela só me faz querer beijá-la. E eu beijo. Euabaixo meus lábios e os pressiono contra os lábios dela. É tudo tão novo. Euainda não consigo superar o fato de que eu posso beijá-la. Que nada está nocaminho. Que toda vez que eu quiser, eu posso apenas me abaixar e ... entãoeu a beijo novamente. Mais e mais. Os beijos tornam-se apaixonados e logoestamos de volta onde estávamos momentos antes desta conversa começar.********************
  17. 17. Duas horas depois ....Eu estou deitado de costas com Ellen por cima de mim. Seu doce corpo deslizapara trás e para frente em um movimento lento que faz com que eu cerre meusdentes. Seu corpo está arqueado, seus olhos estão fechados, quando omovimento dos seus quadris a envia para frente e para trás ao longo do meupênis ... para frente e para trás.Eu tentei segurar seus quadris, mas ela jogou minhas mãos longe. Eu nãotenho mais nada a fazer a não ser fechar meus olhos e atirar a cabeça paratrás no travesseiro, mas eu não posso tirar meus olhos dela. Meus punhosestão fechados do meu lado na cama, e eu tento não tocá-la a cada movimentoque faz.Toda vez que ela desliza para frente, minhas mãos se apertam um pouco mais,e eu tento não tocá-la. Pois ela apostou comigo que eu não conseguiria ficarquieto, enquanto ela estava encaixada em mim, sem por as mãos nela."Você tem que ir mais rápido." Rogo e dou um gemido quando ela desliza parafrente novamente."Mas eu gosto de ir devagar." Ela diz isto quando ela se movimenta de novo eespreita por entre os cílios com um olhar maligno. Um olhar que diz que elasabe exatamente o que está fazendo."Bem, então você tem que deixar eu lhe tocar." Digo novamente. Eu tinhaficado abatido antes, mas devia tentar agora ,não deveria?Ela se inclina para frente, colocando as mãos na cama ao lado da minhacabeça e diz maldosamente, "Não".
  18. 18. Ah, mas ela comete um erro fatal: seus seios perfeitos ficaram bem na minhafrente ... ela suspira com profundo prazer, quando a minha boca se fecha sobreos seus mamilos deliciosos. Eu posso sentir as paredes de sua vagina sefecharem em torno do meu pênis, quando eu chupo e mordisco o conteúdo domeu coração. Existem maneiras de contornar essas coisas chamadas regras."Oh Deus". Ela gemeu, e eu gemi também, em silêncio, enquanto seu núcleose apertou em torno de mim ainda mais. Ela nem mesmo sentiu minhas mãosagarrarem seus quadris ou o fato de que, contrariamente ao que ela disse, elaestava indo realmente mais rápido.Sua respiração começa a sair em pequenos jatos pequenos, quase soprosafiados do ar, com gemidos e ruídos escapando de sua gargantaimediatamente depois. Quero ficar neste momento para sempre. Oh Deus ...isto é tão bom. Mais um aperto particularmente rígido, e eu tenho que mesegurar, esperando por ela, para gozarmos juntos. E então as ondas começamnovamente, e ela está deixando escapar um gemido baixo de satisfação, e euagora posso ....Eu finalmente deixei minha cabeça cair para trás, ficando dentro dela, enquantoela cavalga com seus tremores em cima de mim, sobre mim, ao meu redor.Existe um lugar chamado céu. E eu estou vivendo lá.**********************************Já na manhã seguinte, eu ainda podia sentir o mesmo sentimento maravilhoso.Eu poderia ter previsto, no primeiro dia que nos conhecemos, que acabaríamosaqui? Eu nunca quis que nada disso acontecesse e ainda ... e ainda assim,estou feliz por isso. Eu não posso dizer isto de nenhuma outra maneira. Euestou pesaroso pelas pessoas que se machucaram com isso? Sim. Eu sintomuito por toda a dor e mal-entendidos e loucuras do ano passado? Sim. Maseu não gostaria desse momento de distância, desse desejo de paz total quesinto comigo? Eu gostaria de perder o sol nascendo para aquecer seu belorosto com um brilho celestial? NUNCA.Seus cílios se mexem, quando eu não posso controlar a reação natural de meucorpo com as memórias de nossa madrugada. Ou poderia ser a pele macia desuas nádegas, uma vez que se apertavam contra mim. Meu braçoinvoluntariamente a aperta quando ela se agita, involuntariamente, seesfregando para frente e para trás contra mim."Mmm". Ela geme sonolentamente, quando ela automaticamente se vira emmeus braços e passa as mãos pelo meu peito.Ela é tão linda que eu não resisto e dou um beijo na sua testa. E depois outroem seu rosto. Eu posso dizer que ela não está dormindo. Ou talvez apenasdormindo pela metade. Eu dou um beijo nos seus lábios também. Ela osmantêm fechados, assim eu continuo a beijá-la, demorando um pouco na suasuavidade.
  19. 19. Acabamos de passar a noite inteira, literalmente, grudados um no outro, emesmo assim eu não posso esperar para estar dentro dela novamente.Ela finalmente dá sua risada contagiante, e eu sou recompensado pelos meusesforços, com o brilho de seu olhar verde-azulado. Aqueles olhos imploram-mepara beijá-la novamente. Eu mergulho em seus lábios, mas ela coloca umamão no meu peito. "Se você ficar fazendo isso, vamos chegar atrasados para asessão de fotos.""Então nós vamos chegar atrasados!" Eu felizmente digo a mensagem paraninguém em particular quando eu jogo o cobertor para longe de nós e cubroseu corpo da cabeça aos pés. Ela não parece se importar. Nem um pouco.Algumas coisas valem a pena serem atrasadas.ELLEN:Você sabe qual é o problema de fazer fotos com seu co-estrelasobrenaturalmente bonito, depois de uma noite inteira de sexo e orgasmos?Você fica se imaginando de volta ao quarto de hotel. Ah, e ele sem nenhumaroupa. Tendo relações sexuais com você. Como ... dentro de você."Ela me fez esperar por três horas. Diva!" Ele brinca quando ele se joga para acâmera. Eu tusso quando jogam spray para cabelo em mim, pela enésima vez.Ou talvez para encobrir o meu riso. Ou o meu sorriso. Ele foi o único culpadopelo nosso atraso e agora ele está fingindo que é tudo culpa minha?Ele parece um filhotinho de cachorro hoje, que comeu pílulas de energia oualgo assim. Ou comprimidos do sexo, eu penso, quando eu começo a rirsilenciosamente para mim novamente. Só que eu sei que ele não tomouremédio nenhum, exceto o café, frutas, e um croissant de chocolate.Se não tivesse cerca de um milhão de pessoas ao nosso redor, eu terialambido o chocolate que ficou perdido no seu lábio superior. Tínhamosconcordado em ser discretos por Jill e T, mas ele estava deixando isto muitoDIFÍCIL, deixe-me dizer.
  20. 20. Era para ele se demorar mais ainda, e acho que ele estava tendo um bom diacom seu cabelo. Nós nem sequer tivemos tempo para o café da manhã!Graças a Deus, eles tinham um pequeno banquete no set das fotos, porque euestava morrendo de fome! Eu acho que sexo a noite inteira faz isso com você.Será que ele vai parar de olhar para mim enquanto ele fica lambendo o cremecomo se estivesse lambendo todas as partes do meu corpo? Ooh, agora háuma idéia.Ele está tão bonito com essa camisa cinza-azul de gola alta, que me sintolambendo os lábios. Ou talvez eu só esteja me lembrando da sensação decomo eles atravessaram a superfície de meus seios. Ou o seu gosto: asalinidade misturada com algo essencialmente dele.Ele parecia realmente gostar quando eu passava a língua pelos seus mamilos.E eles dizem que as mulheres que são sensíveis! Eu não escondo meuspensamentos enquanto eu me levanto e vou para a área de sessão de fotos.Tenho certeza que seus olhos seguem a linha dos meus quadris quando eu,oh, tão sutilmente ignoro seu comentário.***PATRICK:Oh, ela não perde por esperar. Ela propositalmente colocou essa camisa ecalças de corte baixo, apertando suas coxas também. Não deixe ela teenganar, ela pode ter o corpo de um duende, mas sua mente é mais tortuosado que um gato tentando fingir que não estava avançando em direção à gaiola.Se eu não fosse um homem maduro, eu poderia ficar chocado com algumascoisas que ela fez comigo na noite passada. Chocado, eu te digo! Bem, comose eu nunca tivesse me chocado com ela algumas vezes, é isso.
  21. 21. Hmm ... agora eu gostaria de ser o pássaro, então? Eu acho que sempre meidentifiquei mais como sendo o predador. E, bem, eu não cantava. Sento-me nobanco artístico, que foi designado para a nossa primeira foto e vejo como osolhos dela deslizam pelo meu torso, antes de ela tentar fingir que ela nãoestava me cobiçando.Eu propositadamente deixei meu ombro encostar nos dela quando as pessoasque nos colocam na posição certa para tirar as fotos saíram de perto de nós.Ela inclina seu ombro no meu, e eu momentaneamente me sinto tranquilonovamente. Assim mesmo. Todas as roupas da companhia são roupas demulheres, isto explica por que em todas as fotos ela fica na minha frente. Bem,exceto por esta foto. Nesta foto estamos costas a costas. Hmm ... por isso nãoposso lhe dizer coisas com os meus olhos. Já sei ... eu vou ter que fazê-la rir.Nossos corpos estão voltados para a frente, nossos cotovelos apoiados umcontra o outro, enquanto a câmera começa a clicar na distância. Em um doscliques eu falo: "Você está quente ... deliciosa ... eu quero fazer coisas sujascom você."
  22. 22. Oh, tem muita verdade nessa declaração. Eu já estava sentindo meu pênis seenrijecer, só de pensar nas tais coisas ruins. Seu riso pode ser ouvido aquilômetros. Oh Deus, espero que nenhuma câmera me pegue agora. Vai serdifícil esconder a felicidade do ‘pequeno Paddy’.
  23. 23. ***ELLEN:Ele está propositalmente tentando fazer o meu dia muito mais duro do que temque ser. Ok, não diga essa palavra. Bem, eu penso, eu não diria isso. Isto éruim. Nenhum pensamento. Tarde demais, a imagem real muito erótica de seupênis duro e esperando por mim enquanto eu me abaixava sobre ele, invade aminha consciência.E isso é quando ele me pega saindo da área de troca de roupas. Com umbraço bem colocado ao longo da parede, seu corpo bloqueia a minhapassagem. Eu poderia simplesmente empurrá-lo para o lado, mas eu tenhouma idéia melhor. Tempo para brincar com ele um pouco antes da próximasessão de fotos."Você está no meu caminho." Digo calmamente.Há algo definitivamente sujo em seus olhos quando ele responde: "Não, eudefinitivamente acho que você é que está no meu caminho." Ele se instala deforma mais confortável de encontro à parede.Seus olhos me desafiam a empurrá-lo para longe. Para tocar seu peito; parame mover mais para perto dele. Meus olhos o desafiam a ficar onde está. Eudou mais um pequeno passo para ele. Não fico tão perto, mas o suficiente paraficar dentro da curva do braço.Um movimento na distância o distrai. Ele vira a cabeça para o outro lado, e euo tenho. Eu passo minha mão em seu cabelo em um movimento fluido, vendocomo seus cabelos com mousse excessiva quase não se mexe. Ele
  24. 24. imediatamente se volta para mim. Se não fossem as câmeras e todas aspessoas em volta, eu tenho certeza que ele estaria devastando-me agora.Lógica e discrição foram vitoriosas, porém, e ele logo se volta para mim,sorrindo o tempo todo. Já posso ouvir as rodas girando dentro do seu cérebro,pensando em como vai me dar o troco.***
  25. 25. PATRICK:Ok, agora ISTO é perfeito. Ela acha que pode me provocar, passando a mãopelo meu cabelo assim? Não é como se eu estivesse tendo uma hora fácil dequalquer maneira, apenas tentando manter minhas mãos longe dela. Quãolonga é esta sessão de fotos estúpidas?A única coisa boa é o cheiro de lavanda e sua bunda apertada de encontro aomeu, você sabe o quê. Eles estão tentando me dar mais tesão do que eu játenho? As pessoas que nos arrumam em nossos lugares têm o mau hábito decolocar a mão direita de Ellen na frente da minha virilha também. Pode alguémdizer "isto não está ajudando?Eu não vou fazer nada de mal, por assim dizer. Bem, nada mau, ninguém maisvai ver. Esta nova roupa de Ellen na minha frente se transformou no arranjoperfeito para algumas coisas. Ela está vestida com uma calça preta apertada euma camisa branca de colarinho, mas é o xale bege que está fazendo a minhavida muito mais fácil. Ela está meio parada na minha em frente, ninguém vainotar se eu, oh, tão suavemente mover minha mão ... sobre ... sobre ... lá. Eunão posso disfarçar o sorriso safado que percorre o meu rosto, quando a minhamão entra em contato com a sua bundinha perfeitamente arredondada.
  26. 26. Eu sinto as bochechas de sua bundinha momentaneamente se contraírem,quando a minha mão repousa em torno de suas curvas sutis. Ela nãoconsegue mover a cabeça porque a câmera está estalando afastada. E bem,acho que ela secretamente está gostando. Então, ela relaxa. Eu não possodizer se ela está mantendo o sorriso, mas ninguém parece notar nada deerrado, então eu movo minha mão um pouco mais para baixo, apertando.Nova troca de roupa, e novo posicionamento em frente a parede de vidro. Eufinjo estar me posicionando corretamente e esfrego meu pênis, novamente, nabundinha dela. Quando parece que ela está viajando, nós dois batemos naparede de vidro. Ou mais precisamente, estou com ela se jogando contra mim.Joga o seu ombro contra o meu, então ela tenta pegar o equilíbrio de volta,empurrando a sua mão em minha virilha. Eu não posso parar de sentir umamistura de prazer e dor que a mão dela invoca. Eu estava achando que tinhasido um acidente até eu pegar o pequeno sorriso escondido ao lado de suaboca. Oh, a belezinha está brincando com o perigo, hein?
  27. 27. Mais algumas fotos antes do intervalo, e desta vez, eu tenho que por a mão nobolso e consertar o ‘Pequeno Paddy’. Oh Deus, quando esta tortura vai passar,para podermos ir embora?“Comporte-se, Patrick! Está todo mundo percebendo nosso jeito”! Diz ela entresussurros, sorrindo e olhando para a câmera. “Não posso fazer nada quanto aisso, enquanto você não afastar essas mãos”. Digo também sussurrando.“Mandona”, concluo.
  28. 28. ***********************************ELLEN:Meus saltos longos ficam pesados na escada de pedra quando eu marcho atéum outro conjunto de escadas. É quase hora do almoço, que eu tenho certezaque vai ser gasto com Patrick, mas apenas por um momento eu desejo umpequeno espaço de privacidade.Há toneladas de pessoas neste lugar, eu tenho sido cutucada e exibida durantehoras, e uns cinco minutos isolada parece ser o céu na terra. Eu preferia estarde volta ao hotel envolvida nos braços de Patrick, mas ainda temos mais ummeio-dia de sessão de fotos.Eu tiro a jaqueta preta e a jogo na cama. Parece incongruente que o quartomoderno, inteiramente branco, com chão branco, seja interrompido por duasparedes de vidro que vão do chão ao teto. Os sapatos de salto alto seguem ajaqueta, e eu fico só com minha calça e camiseta pretas, olhando o lindoquintal pela parede de vidro.Com tudo aquilo acontecendo, eu realmente ainda não tinha conseguido umachance de pensar em tudo com racionalidade. Nunca, em um milhão de anos,eu sonhei que estaria aqui hoje: em um ensaio fotográfico para uma empresade vestuário nacional, com Patrick. Que acabamos de passar uma noite inteira,juntos, fazendo amor. Estou assustada, mas não mais, quando duas mãosquentes me cercam por trás e uma cabeça familiar repousa no meu ombro.Paddy. Eu suspiro em minha felicidade e relaxo em seus braços.
  29. 29. "Você está arrependida?" Ele pergunta, me puxando para mais perto dele. Elasdiziam, por favor, não diga "sim"."Não." Eu respondo suave mas firme e envolvo meus braços em volta dele. Eunão queria perguntar, mas eu tenho dúvidas também. "E você?" Eu perguntoenquanto eu observo minha mão esfregando os pelinhos de seu antebraço. Eledeve ter tirado a camisa. A sensação de sua pele sob a minha é quente ereconfortante. É reconfortante.Ele me aperta em seus braços, seus lábios repousando contra o meu cabeloquando ele diz com a mesma firmeza: "Não."Eu não esperava que ele dissesse "sim", mas meu coração relaxa mesmo.Suas mãos envolvem as minhas, me puxando para seu peito enquanto ele mecheira. Eu sempre pensei que isso era uma coisa de Derek. Acho que não.Acho que nunca houve uma coisa de Derek.Rapaz, vou levar tempo para me acostumar com isso. Algo duro estácrescendo contra minha bunda, e me faz pensar em algumas outras coisas queeu poderia me acostumar bem rápido. E me faz pensar também, na minhapróxima pergunta."Então ... então, quando você soube? Quando foi a primeira vez que você ...soube de alguma coisa?" Eu pergunto quando eu viro minha cabeça para olharpara ele.Ele me dá um sorriso de contentamento. "Você quer dizer, quando eu soubeque te amava, ou quando é que eu realmente admiti isso para mim mesmo?"Ele pergunta, com linhas de diversões proeminentes ao redor dos olhos."Ambos." Eu respondo com uma risadinha."Bem, vamos ver." Ele diz quando ele solta minhas mãos para começar avaguear em torno da minha cintura. Eu não me importo, desde que eleresponda a minha pergunta, então eu deixei o meu corpo descansar contra odele. "Eu sempre soube que eu gostava de você como pessoa. Eu sempreachei você atraente. Foi ... Eu tenho certeza que foi ... "Ele hesita, então eu respondo por ele: "O Self Destruct Button"."O quê?""A cena do quarto? Você tipo que enlouqueceu. ""Eu não." Patrick nega enquanto suas mãos caem sobre meu corpo, passandopor cima do meu estômago em uma linha direta que visa minhas coxas. Eufecho meus olhos e me encosto nele, sabendo o que ele vai fazer a seguir."Você fez isso". Eu ralho com ele, enquanto seus dedos deslizam sobre osossos do meu quadril. "Eu tive que pedir Chris para te entregar os bagels".
  30. 30. Sinto-o sorrir contra a lateral do meu rosto. Eu pensei que foi muito engraçadomesmo. Tinha sido certamente uma aposta, mas tinha valido a pena, agora,não tinha? Suas mãos passeiam em torno de minhas coxas, com os dedoslonge do meu núcleo já aquecido, quando ele diz: "Foi você que colocou a mãona minha coxa na filmagem do episódio."Eu acho que isto merece uma sobrancelha levantada. Não que ele possa vê-la,mas mesmo assim. "Foi você que colocou sua coxa por cima do meu quadril.""E você gostou." Ele disse quando ele pára as mãos na borda da minhasanidade. Deus, eu fiquei literalmente excitada o dia inteiro. Ele não precisasequer que me tocar que fico pulsando por ele. Mas ele me pergunta algo queeu não esperava. "Você realmente teve um sonho onde você estava pintandoas unhas do meu pé?"Eu não posso disfarçar o riso que borbulha dentro de mim quando eurespondo: "Não."Ele não gostou desta resposta. Ou talvez sim, porque sua mão logo se espalhapor todo o meu corpo e me espreme. Tudo o que posso fazer é gemer quandoum calor líquido embebe as minhas calcinhas e viaja para cima até que meusdedos formigam também."Você já sonhou comigo?" Ele pergunta em voz baixa, enquanto suas mãoscontinuam a se esfregar para cima e para baixo em mim. Ele esperaseriamente que eu fale agora?"Talvez." Eu digo com sarcasmo, enquanto minha cabeça cai para trás contraseu peito."Talvez?" Ele pergunta com sarcasmo também, parando momentaneamentecom sua doce tortura, para alcançar o botão solitário da minha calça.Minhas mãos voam para cobrir as suas. "O que você está fazendo?" Eu exijosem entusiasmo. Quero dizer, estamos em uma casa com cerca de um milhãode pessoas zanzando. Em uma sessão de fotos. Com roupas de outraspessoas."O que parece que estou fazendo?" Ele respira no meu ouvido, antes de beijarmeu pescoço. Minha pele se inflama, onde ele passa sua barba por fazer."Pensei que iríamos ser discretos." Tento mais uma vez, mas eu realmente nãotenho nenhum desejo de parar o que ele está fazendo.Minhas mãos já estão soltando as deles, quando ele acrescenta: "E dequalquer maneira, eu tranquei a porta quando eu entrei."Gostaria de rir dele, se eu fosse capaz de rir agora. Minhas mãos estão postasde lado. Minha calça está desabotoada e abaixada quando seu membro durose pressiona contra mim. Eu mal chuto a calça para fora de meus pés, quandosua própria calça está para fora e amassada contra a minha.
  31. 31. Minhas extremidades nuas aparecem na parede de vidro. Se alguém saíssepara o quintal, nos veria. Mas a mão de Patrick já está deslizando para cima epara baixo em minhas dobras e seu pênis está latejando contra as bochechasda minha bunda. Eu fecho meus olhos e meu corpo é pressionado contra ovidro frio."Você já sonhou comigo?" Ele pergunta novamente em voz baixa, áspera. Elepega o seu pênis na mão e começa a passá-lo para cima e para baixo contramim. Para cima e para baixo, até que eu mal posso respirar. Mas não dentro demim. Ele está me provocando. Ele está tentando fazer com que eu lhe conte omeu sonho.Eu não estou pronta para desistir desse pedaço de informação, por isso eurespondo (com muita dificuldade), "Eu tive um sonho que ..."Ele começa a empurrar-se para dentro de mim. Eu suspiro com o movimento,porém quando eu não termino minha resposta, ele puxa-se para foranovamente e insulta, "Você teve um sonho que ...?"O súbito vazio é uma tortura. Eu posso sentir na sua voz como é difícil para elecontinuar fazendo isso. Aposto que ele não poderia levar isso por muito tempo.Eu poderia torturá-lo, tanto quanto ele está me torturando ... mas eu não quero.Eu quero que ele esteja dentro de mim. Eu quero que ele me sinta e mebombeie de novo e de novo e de novo."Eu tive um sonho que ..." Eu começo outra vez, mas depois espero para ver oque ele vai fazer. Ele começa a sair novamente, sugando sua respiração com oesforço, com o que eu falo logo: "Você me lambeu."Ele faz uma pausa momentânea em surpresa, mas, em seguida, ele vem parafrente e me enche ao máximo. Minha bochecha pressiona ainda mais o vidro.Meu suspiro de alívio condensa-se através do vidro. Seus braços me rodeiam eme prendem a ele como se ele nunca quisesse me deixar sair de dentro deles."Quando foi isso? Ele perguntou com um engate em sua voz enquanto elemovia o meu cabelo para o lado e começava a se mover lentamente parafrente e para trás dentro de mim."O ... o quê?" Pergunto quando o atrito me aquece e joga todo o pensamentopara fora da minha cabeça."Quando você sonhou comigo?" Ele pergunta novamente enquanto ele acelera.O balanço de ir e voltar pressiona o resto do meu corpo contra o vidro e suasmãos pressionam as minhas. Eu poderia estar deitada no chão Estou tãoapertada contra a parede de vidro, exceto que a gravidade me puxa para baixo."A noite ... a noite antes de voltarmos ao trabalho." Eu me viro para sentir aliberação em jorros entre cada ato de bombeamento dele em mim. Oh Deus.Será que ele sabe o que faz para mim? A cada bombeamento, é como umabola de fogo em erupção entrasse dentro de mim. Se ele fizesse só ... se ele se
  32. 32. movesse um pouco ... ... mais ... mais rápido ... mas ele mantém um ritmoconstante.Minha confissão só parece excitá-lo mais, embora. Como se minha admissão ofizesse ficar com mais fome. "Você quis transar comigo?""Sim." Eu imediatamente respondo, querendo que ele fosse mais rápido."Não. Quero dizer, você já quis transar comigo, quando você estava com ele?"Ele perguntou.Estou momentaneamente embaraçada com a sua pergunta, mas com seupênis deslizando para dentro e para fora de mim e sua respiração quente nomeu pescoço, já não parece uma coisa tão importante para se esconder mais.Mas eu tenho que saber dele primeiro. "Você fala primeiro." Exijo quando euaperto minhas paredes vaginais em torno de seu pênis."Oh Deus, não faça isso." Ele responde imediatamente quando eu o sintocontorcer-se dentro de mim. Ele acelera, embora. Acho que ele está perdendoo controle. Então eu faço de novo."Sim, caramba, sim. Eu imaginava que era você, quando eu estava transandocom ela. Eu imaginava que era você." Ele diz quando ele se soltacompletamente. Ele bombeia em mim com tanta fúria que eu não estou mesmocerta de que ele ouve o meu sussurro: "Eu também ... eu também."Isto não foi muito antes de nós nos libertarmos de nossos laços físicos etranscendermos para o nirvana. Ele me leva pelo caminho certo, e eu estoudescendo a montanha de prazer. Direto para ele. Onde nos encontramos ecolidimos em outro orgasmo. É só depois, quando ele me pega em seus braçose me beija, que eu sei que ele me ouviu. Eu posso sentir o alívio nos seuslábios. E o amor, oh, e o amor.“Elly, eu amo você!” Ele fala sorrindo.“Também te amo, Paddy!” Respondo nas alturas.***PATRICK:Mais tarde naquele mesmo dia, eu estou sentado atrás dela em um sofá, nósdois limpos e vestidos com roupas novas. Ela em uma túnica cinza com umdecote muito grande e eu em uma T-shirt preta básica e jeans. Eles aindaestão ajustando as fotos, mas as câmeras estão rolando novamente. Eu tenhoque ser um feliz Patrick otimista novamente. Eu não posso ajudar, mas Ellenarrelia um pouco e expressa a minha alegria, dizendo: "Alguém me espancou,eu fui desobediente."
  33. 33. Ah, se eles soubessem. Eu me pergunto como ela explicou seu batom borrado.Ah, e o cabelo na cama. Eu estou tão alto nas nuvens cor de rosa, que eurealmente não me importo. Mas quando eles finalmente me deixam deitado nosofá com ela, agradeço a minha estrela da sorte pelo pequeno interlúdio. Pormuitas razões que eu nunca posso descrever. Eu saí muito relaxado nas fotos,não é?
  34. 34. Após a sessão de fotos, nós dois estávamos morrendo de fome (por váriosmotivos, eu rio de mim mesmo), então nós voltamos para o hotel, colocamosuma roupa mais confortável e saímos para a cidade. Acho que nós ficaríamosnuma boa no hotel, mas o hotel não tinha serviço de quarto e os chips damáquina de venda automática não iriam tirar nossa fome. Também era bom ...só bastava estarmos juntos. No passado, sempre teve uma desculpa de umevento de Greys para nos unir. Talvez a gente tivesse medo de ir para algumlugar sozinho, sem falar dos boatos e rumores que teria gerado. Mas destavez ... desta vez era diferente.Acabamos de fazer um jantar preguiçoso no Nick and Toni’s, em EastHampton, aparentemente um dos melhores restaurantes da cidade de acordocom um dos assistentes de produção. Felizmente era o meio da semana e opessoal que era fã de Greys também era discreto.Tenho certeza de que nos reconheceram, mas eles eram uma clientela chique.Isto é Hamptons. A comida estava maravilhosa, mas eu não acho que eupoderia dizer isso cinco minutos depois.Eu continuei querendo agarrar a mão de Ellen durante todo o jantar, mas entãoeu me lembro que nós estamos tentando ser discretos. Isto não era algo queeu estava fazendo muito bem, aparentemente. Em vez disso, confortava-mecom o brilho dos seus olhos felizes, enquanto ela tomava goles pequenos desua taça de vinho.
  35. 35. "O quê?" Ela pergunta com um sorriso travesso quando percebe que eu aestou olhando por muito tempo."Nada." Digo com uma sacudidela feliz da minha cabeça, mas, em seguida,mudo a resposta: "Isto é estranho, é isso.""O que é estranho?" Ela pergunta enquanto coloca sua taça de vinho na mesa.Sua perna fica encostada na minha debaixo da mesa. Uma longa toalha demesa branca está pendurada quase até o chão, então eu acho que ninguém vêisso.É o nosso único contato Eu preciso disso. Eu senti o dia todo que se eu não meencostasse nela, eu iria acordar e ela tinha ido embora. Que eu estarei de voltano meu quarto de hotel e isso tinha sido apenas um sonho.
  36. 36. Eu me inclino para trás em minha cadeira e falo: "Eu vou te dizer enquantocaminhamos".Ela sorri para o meu desvio do assunto e coloca o seu copo de vinho na mesa."Certo". Ela concorda prontamente e arreda sua cadeira para trás. Meus olhosfazem mediatamente uma varredura apreciativa sobre a parte superior de suacamiseta preta e jeans que ela está vestindo. Eu vejo os olhos dela fazerem omesmo quando eu me levanto. Eu estou casual com jeans e um pullover.Ela se vira e sorri para mim quando nós nos encontramos fora do restaurante.Seus olhos mergulham nos meus lábios. Eu tenho de controlar meu impulso deempurrá-la contra a parede e beijá-la até fazê-la perder os sentidos.Minha força de vontade se mantém quando eu seguro a porta para ela sair.Mas, nem demos dois passos para fora da porta, quando ela insiste: "Então, oque é estranho?"As luzes do centro da cidade antiquada brilham sobre ela quando eu tentocolocar em palavras o que estou sentindo. A ânsia de segurar sua mão, parater algum contato com ela, toma conta de mim novamente, mas eu mantenho-me centrado. De vez em quando nossas mãos se esbarram e nos olhamos eisso é suficiente. Ou o suficiente até chegarmos ao hotel. "Você se lembradaquela noite que você me pediu para beijá-la?""Eu fiz tal coisa?" Arrelia.Ela sempre tem que chutar minha bolas. "Eu estou falando sério." Eu digo comum sorriso quando sua mão esbarra na minha novamente."Você? Falando sério?" Ela arrelia novamente e eu mentalmente conto quantosblocos faltam para chegarmos ao nosso hotel."Eu tenho sido conhecido por ser na ocasião." Eu arrelio de volta, dando umsuspiro falso, "Você disse que queria saber o que era estranho, não é?""Sim, mas o que isso tem a ver comigo pedindo para você me beijar?" Elapergunta de volta com um brilho definitivamente feliz em seus olhos.“Oh, então você admite que fez tal coisa, agora”."Eu fiz tal coisa." Ela fala e ri novamente."Você sabe que você quase me fez sofrer um ataque do coração quando vocême perguntou isso, certo?"Seu sorriso se alarga quando ela responde alegremente: "Bem, não foi istoexatamente que eu planejei. Foi um tipo de experiência. E eu não o ouviexatamente protestar ou qualquer coisa deste tipo. "Eu não ia deixá-la mandar todas as farpas. "Eu não poderia desapontar uma
  37. 37. senhora."Sua expressão facial permite-me saber que ela pensa que eu estoucompletamente cheio de merda. E eu estou mesmo, então eu acrescento,"Você sabe por que eu fiz aquilo."Nós dois nos lembramos daquela noite no trailer, uma semana depois de teracontecido. Como eu a havia beijado. Como eu tinha dito que eu precisavasaber também. Precisava saber se era eu ou Derek sentindo essas coisas.Deus, eu era ingênuo. E delirante.Após alguns instantes de silêncio, ela diz baixinho: "me desculpe"."Por quê?" Pergunto, enquanto eu aperto minha mão com força para mantê-lalonge da mão dela."Por levar você a toda esta droga de pensar que tudo era por causa de Derek."Ela diz isto, com os olhos longe.Ela realmente acredita nisto, não é? "Ellen, você não me fez nada." Com estaspalavras recebo a sua atenção. Ela olha para mim, então eu adiciono: "Eu achoque nós dois precisávamos trabalhar isto.""Funcionou tão bem, não é?" Seu sorriso triste diz tudo. Nós dois passamospor muita coisa.Ela fez então o inesperado. Ela é sempre tão inesperada para mim. Talvez sejaisso que me atrai nela. Ela enrola seu braço em torno do meu e me puxa paraseu lado. Lembro-me de todas as vezes que temos sido amigos antes e depoisde todas as outras coisas.Eu guardo a sensação de seu corpo quente contra o meu. Para quem olha,somos apenas dois amigos passeando ao longo de uma rua à moda antiga. Elaé minha amiga. E muito mais. Ela é o amor da minha vida. O que eu nunca tive.O que eu nunca senti por ninguém, nem mesmo por Jill.Nós dois estamos cientes da ameaça sempre presente dos paparazzi, porém,então ela rapidamente solta meu braço.Isso me faz lembrar de nossa separação. "Você deveria voar de volta paracasa amanhã, não é?" Eu pergunto."Sim". Ela concorda e olha com tristeza para longe de novo. "Você está indotratar das coisas de Encantada em breve?""A partir da próxima semana." Digo automaticamente. É algo que eu tenho quefazer. Eu estava realmente animado sobre isso, e percebi que isto iria meimpedir de voar de volta para Los Angeles com Ellen. Eu sinto como se tivesseacabado de a encontrar. Eu não quero deixá-la longe de meus olhos ainda."Você sabe ..."
  38. 38. "Hmm?" Ela se vira para mim, seu olhar tão abatido quanto eu me sinto."Eu tenho um condomínio." Eu digo, com uma idéia se formando em minhamente."Um condomínio?"Em Nova York".Ela levanta a sobrancelha, com um olhar de questionamento."Por que você não fica comigo?" Eu pergunto quando finalmente chegamos aonosso hotel, e eu abro a porta para ela."Será ..." Ela começa, e eu posso dizer pelo tom de voz que ela estáperguntando sobre Jill."Não até o final do mês."Nós caminhamos para o elevador, e logo que as portas se fecharam eu a puxopara mim e a beijo com toda a vontade reprimida que estava dentro de mim,desde que pisamos para fora desta engenhoca algumas horas atrás.Não ser capaz de tocá-la, não ser capaz de beijá-la tinha sido uma tortura.Minhas mãos vão para seus cabelos, seus braços envolvem-se em volta domeu pescoço, e por alguns momentos estamos perdidos dentro um do outronovamente. Eu ergo minha cabeça à procura, "Então?"Estou satisfeito de ver que ela leva alguns minutos para reunir seuspensamentos. Mas quando ela fala, é para dizer ameaçadoramente, "Com umacondição."O brilho malvado em seus olhos me faz pensar em todos os tipos de coisasdesagradáveis, mas seu pedido é realmente bastante suave. "Você tem queme beijar todos os dias."Eu olho em seus olhos jade espumantes e sei que será uma promessa que euvou ficar feliz em manter. Eu só tenho tempo para me curvar e deixar os meuslábios lhe dizer a minha resposta, antes que as portas do elevador se abramnovamente. Nós relutantemente saímos de dentro dele. Mas, enquanto eu asigo pelo corredor, eu me lembro como esta conversa começou, em primeirolugar. "Eu pensei que você quisesse saber o que era estranho."Ela olha para mim como todas as sereias do mundo devem olhar antes dearrastar os marinheiros para as profundezas obscuras do mar. Tenho certezaque todos vão de boa vontade. "Eu sabia o que significava no momento emque disse. Eu estava apenas brincando com você."Ah, agora eu acho que isto merece outro beijo. E muito mais.

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