Mídias Sociais e Empresas: como uni-las?
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Alguns temas que postamos no nosso blog são, normalmente, os que mais geram dúvidas naqueles que têm interesse em estar nas redes sociais, mas ainda têm dúvidas e receios. Para facilitar, fizemos ...

Alguns temas que postamos no nosso blog são, normalmente, os que mais geram dúvidas naqueles que têm interesse em estar nas redes sociais, mas ainda têm dúvidas e receios. Para facilitar, fizemos um guia rápido e disponibilizamos o download gratuito para que possam conhecer e compreender melhor sobre redes sociais, postura diante de seus clientes online, nichos de mercados, entre outros.

Autora:
Denise Paciornick
Fonte: http://paciornickcomunicacao.com.br/wp/?p=224

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Mídias Sociais e Empresas: como uni-las? Mídias Sociais e Empresas: como uni-las? Document Transcript

  • Denise Paciornick Mídias sociais e empresas: como uni-las? Curitiba 2014
  • 1. Entendendo as Redes Sociais De todas as empresas que você conhece, alguma delas não está no mundo web? Dificilmente sua resposta será não. Hoje, é raro encontrarmos uma loja, uma marca ou um empresa que não possua site, blog ou um perfil nas redes sociais. As mais utilizadas são Facebook, Twitter, Instagram, Foursquare, Pinterest e Linked-In, o que não significa que sejam as únicas. Estas ferramentas estão cada dia mais populares, oferecem diferentes informações para seus públicos e tornaram-se um fenômeno no mundo online. Por esta razão, não passam despercebidas, seja qual for o tamanho da empresa, todas querem estar na era digital. A grande verdade é que as redes sociais passaram a ser um meio de pesquisa de consumo eficientes, permitindo que as instituições encontrem novas oportunidades de investimentos, além de terem a possibilidade de se aproximar de seu público- alvo. Uma pesquisa, realizada em 2009, pela Altimeter Group, para a revista Businees Week, mostrou que empresas que investem nas mídias sociais, possuem bons resultados e receitas finais, e que eles são cada vez mais satisfatórios. Ainda de acordo com o estudo, aquelas que investiram, cresceram 18% em apenas um ano, contra uma queda de 6% em relação às que não possuem mídias sociais. Sendo assim, independente de você ter uma pequena, média ou grande empresa, é preciso estar atento à relevância e eficácia das redes sociais. Elas são capazes de agilizar processos de negócios, mas é preciso usá-las de forma adequada, caso contrário podem trazer problemas. Fora isso, estas ferramentas podem aumentar o trabalho de colaboração e melhorar os meios para conhecimento coletivo da empresa. A expansão do mercado, um relacionamento melhor com clientes e fornecedores, a redução de custos e as campanhas de marketing são grandes exemplos dos benefícios que as redes sociais podem trazer para aqueles que aderirem a elas. Entretanto, muitos empresários ainda sentem dificuldades em enxergar a web como um espaço de geração potencial de oportunidades, pois espera-se um retorno financeiro rápido. O maior problema é que muitas empresas criam seus perfis, porém, raramente atualizam as páginas com informações relevantes ao público de interesse. Não é incomum ver algumas delas agindo como se estivessem em um perfil particular. Os clientes que visitam as fan pages, por exemplo, não estão interessados na vida pessoal dos donos das empresas e, muito menos em suas opiniões, e sim em encontrar informações e conteúdos relevantes em relação aos serviços oferecidos. Sendo assim, é praticamente inevitável que se contrate uma empresa especializada para realizar o gerenciamento destes conteúdos. A partir deste ponto, profissionais qualificados irão traçar um planejamento, com ações de qualidade e com objetividade para, então, gerar
  • uma boa imagem, conquistar novos admiradores e, consequentemente, possíveis clientes. 1.1. Redes Sociais na prática Muitas empresas estão cientes que as redes sociais são necessárias e, não à toa, diariamente, diversos novos perfis corporativos são criados, entretanto, nem todas sabem a importância delas e, menos ainda, como elas funcionam, de fato. Não é incomum empresários ouvirem que precisam estar nas redes sociais, porém, mais do que isso, é preciso utilizar estas ferramentas de uma maneira que a presença de sua empresa seja relevante no mundo web, para que ela gere comunicação com seus clientes e admiradores, e, desta forma, seja possível criar novos negócios. Por esta razão, é indispensável que haja planejamento estratégico, com base nos objetivos que se deseja alcançar. Não basta apenas ser divertido, postar piadas engraçadas, frases de impacto ou memes, é preciso saber o que se espera, quais as expectativas e pretensões de seu perfil. Conquistar “likes”, por exemplo, no Facebook, é legal, mas não é o suficiente, o que gera atenção, notoriedade e fideliza é o conteúdo apresentado. 2. Conteúdo Atraente Gerar conteúdo nas redes sociais, definitivamente, não é uma tarefa tão simples quanto parece. Um bom exemplo é o Twitter: estão disponíveis apenas 140 caracteres, como produzir algo atraente em poucas palavras? Em relação às outras redes sociais, o número de caracteres não é limitado, porém, sabemos que as pessoas não costumam ler textos enormes nas telas de seus computadores. Ou seja, nos dois casos, ter ou não ter limite de palavras, é preciso falar pouco e, mesmo assim, informar os leitores de tudo que for necessário. Sendo assim, é preciso criar, de forma estratégica, uma conversa com seu público. Após descobrir a receita do que atrai seus clientes e seguidores, o objetivo é tornar-se uma referência na sua área. Sempre que a sua empresa trouxer temas interessantes, pesquisas, explicações, sugestões e novidades em relação a tudo que faz parte da essência da sua marca, é possível criar uma liderança. É preciso entender que, no início, o que importa é a qualidade da sua audiência, ou seja, não é preciso ter diversos seguidores ou curtidas, é preciso ter pessoas que voltem, fielmente, em busca de seu conteúdo e, consequentemente, irão indicar sua página para quem tenha interesse no seu ramo de atividade. Outro ponto muito importante e também muito esquecido, é a análise da concorrência. Estar por dentro do que empresas do mesmo setor que o seu estão fazendo é um ótimo medidor para saber se está no caminho correto. A criação de conteúdo próprio agrega valor, portanto, nada de copiar e colar
  • textos de outros blogs, sites e redes sociais, nem quando elas forem de outro país. Pesquisar o interesse de seu público também é uma boa estratégia. Ter as respostas para as perguntas de seus clientes é a chave para conquistá-los e fidelizar novos seguidores. Conhecer o seu público-alvo é indispensável. Em algumas situações, pode ser que inicialmente, você não venda seu produto, no primeiro instante. Mas, se você tiver respostas sobre as dúvidas mais comuns, dentro da sua área, com certeza você será uma fonte de pesquisa e, no momento oportuno, estas pessoas irão comprar seus produtos/serviços. Quanto melhor for o marketing, maior será a diferença entre você e seu concorrente. Se o seu conteúdo for mais atraente, quem ganha é a sua empresa. Mas lembre-se, nada de sair por ai falando de assuntos diversos, é preciso ser específico. Ser atraente é ser específico e, para isso, é preciso dedicação, estar disponível para escrever sobre determinado assunto e, obviamente, responder às dúvidas que ainda poderão surgir. Sendo assim, defina exatamente o que a sua empresa quer. É preciso saber onde se quer chegar, para então poder medir seu progresso. Traçar os objetivos e trabalhar para atingi-los é a melhor opção. Outro ponto que é preciso ter em mente é que, mesmo com um monitor à sua frente, você ainda assim está lidando com pessoas, ou seja, provavelmente não será possível agradar todas elas. Tentar impressionar não é uma tarefa fácil e, nem deve ser seu objetivo. Em muitos casos, ler um texto simples e humanizado, é bem melhor do que um, cheio de termos bonitos, palavras difíceis e enormes. Usar termos específicos da sua área também não é uma boa estratégia, é preciso lembrar que seu conteúdo será lido por diferentes tipos de pessoas. Há quem goste muito do sarcasmo e do humor. Eles são sempre bem-vindos, atraem leitores e conquistam o público. Porém, é preciso ter cuidado e usar este truque com moderação. É necessário saber o momento de utilizar estes recursos, a forma que eles serão aplicados e jamais deixar que eles ultrapassem os limites. Não se pode ser chato e nem tão descontraído assim, mas vale lembrar que as páginas mais divertidas, possuem bem mais seguidores, do que as chatas! 3. O que postar? Toda empresa que cria seu perfil nas redes sociais, tem como objetivo chamar a atenção. Entretanto, em alguns casos, o grande erro está em buscar quantidade, ao invés de qualidade. As postagens que rendem interação com o público são as que trazem mais resultados, porém, nem sempre é possível se prender apenas à esta opção, até porque seus clientes têm interesse em saber mais sobre sua área de atuação, por exemplo, e, puxar esta troca de ideias e sugestões pode não trazer tantos seguidores ou likes, inicialmente, mas,
  • sempre que alguém se interessar por seu conteúdo, provavelmente essa pessoa se tornará uma frequentadora assídua de sua página. Quanto melhor e mais enriquecedora forem as informações apresentadas, maior será o número de compartilhamento. Outro erro que muitas empresas cometem é o de achar que as redes sociais são um canal de vendas, quando na verdade elas têm como função estreitar a relação entre marca e público-alvo, ou seja, elas não convertem seguidores em consumidores, elas apenas aproximam o relacionamento. Sendo assim, publicar o que a sua empresa vende não é caminho correto, você precisa mostrar os valores da marca, falar do mercado, tirar dúvidas e se tornar uma referência. Em alguns casos, vale o apelo emocional. Mas lembre-se ficar apenas enaltecendo seu nome, não é o que atrai, falar de outros assuntos que não estejam diretamente ligados à sua empresa podem trazer bons resultados a longo prazo. Vale a pena testar. É preciso sentir seu público-alvo, compreender o que querem, o que buscam, quais as dúvidas, etc. Portanto, nem sempre as coisas darão certo de primeira, mas com o tempo, tudo se encaixa. O que não pode acontecer, de forma alguma, é misturar assuntos pessoais, que não dizem respeito aos seus produtos e serviços, esse é um erro grave e pode trazer consequência sérias para o nome da sua empresa. Ter classe também é fundamental. Não fale mal de seus concorrentes e nem se compare a eles. Os resultados dessas atitudes podem ser vexatórios e ir parar na justiça. É importante estar sempre atento ao que falam da sua empresa. Prepare-se para as críticas, seja educado ao responder, observe o que seus clientes falam e pensam sobre a sua empresa e, jamais deixe-os sem respostas. Caso não haja estrutura nem condições para contratar uma pessoa que fique responsável por seus perfis, é melhor deixar a opção de lado. É preciso manter suas páginas sempre atualizadas, mostrar ao público que o trabalho realizado é sério e feito por profissionais, igualmente aos produtos/serviços offline. Tenha em mente que as redes sociais são a extensão de sua marca para o meio online, jamais separe uma da outra. 3.1. Horários Existem diversas teorias em relação aos horários de postagem nas redes sociais. Porém, melhor do que seguir as pesquisas gerais, é conhecer e fazer a sua própria pesquisa, a partir do seu público-alvo. Não se prenda a horários fixos, procure interagir com seus seguidores, entender sobre seu segmento, afinal, cada caso é um caso. Uma forma simples de saber quando seu público está online e quando você deve postar, é fazer concursos e sorteios. Além de tudo, você irá conquistar
  • novos seguidores e irá aumentar o relacionamento com seus fãs, sem contar que as possibilidades de aumento de vendas, crescem. 4. O que não fazer? Como citado anteriormente, existem algumas atitudes que podem manchar seu nome nas redes sociais. Misturar pessoal com profissional não é uma boa opção em nenhum lugar. Portanto, jamais fale de futebol, religião e política. Assuntos considerados polêmicos podem, até mesmo, gerar demissões. Não utilize fotos pessoais, de familiares e de situações que não estejam ligadas à sua empresa ou área de atuação. Também não é indicado ficar falando o tempo todo dos produtos que sua empresa oferece. Você pode fazer isso, mas que não seja seu principal tema. Fale, mas também mostre outros temas e assuntos, que tenham relação com a sua marca, mas não tente vender o tempo todo. Em hipótese alguma, jamais discuta com um seguidor publicamente. Esse tipo de atitude pode desencadear uma série de comentários indesejados e que irão depreciar a sua empresa, sem contar que não levarão a lugar algum. Caso aconteça uma situação de insatisfação, converse de forma privada com o cliente e tente resolver o problema da melhor forma possível. Quando acontecer de receber um comentário negativo, não pense em apagá- lo, salvo em casos em que contenham termos ofensivos. As críticas devem ser sempre bem-vindas, são um meio de buscar melhorias. Os erros de português também trazem uma imagem ruim para sua empresa. Usar termos abreviados (vícios da internet) não é uma boa opção. Quando um post está bem escrito, ele passa uma sensação de credibilidade maior aos seus seguidores. Em relação ao Facebook, jamais escolha ter um perfil de sua empresa, como os perfis pessoais, opte sempre pelas fan pages. Não se esqueça que no meio online, tudo é muito rápido, ou seja, não faça textos enormes, procure ser sucinto, passar todas as informações de forma direta, sem muita enrolação. 5. Linguagem Apesar de ser um canal de comunicação, as redes sociais são totalmente diferentes de outros meios, como SAC, telemarketing e, até mesmo o próprio contato por telefone. A maneira de informar e conversar é diferenciada, porque é a partir destas ferramentas que sua empresa pode se comunicar de uma forma mais aproximada de seus clientes. Nada disso, porém, diminui a importância dos outros recursos de contato, mas nas redes sociais é possível conhecer melhor cada um de seus seguidores e,
  • dessa forma conversar com eles de um jeito agradável. Cativar e conquistar prestígio, muitas vezes, se dá por um bom atendimento. Mas, antes de definir a sua linguagem, suas estratégias e planejamentos, é preciso saber quem é o seu público-alvo, quem você quer atingir. Primeiramente, defina o tipo de grupo com quem sua empresa quer se comunicar, conheça seus desejos, dúvidas, vontades e, a partir desse ponto, trace suas ações. 5.1. Nicho de Mercado Trata-se de um segmento onde as necessidades particulares são pouco exploradas. A partir do momento que uma empresa se dedica a este nicho, ela representa um diferencial e uma vantagem competitiva diante de seus concorrentes. De acordo com Phillip Kotler (1998, p. 225), “a segmentação de marca representa um esforço para o aumento de precisão de alvo de uma empresa”, entretanto, um segmento de mercado é composto por um grande número de compradores e o nicho refere-se a um grupo mais reduzido, com necessidades específicas e que ainda não foram atendidas. Sendo assim, quando sua empresa se dedica a um nicho, ela pode conhecer melhor seus clientes e, consequentemente, irá oferecer um atendimento com mais qualidade, porque será possível conhecer e entender as verdadeiras necessidades daquele grupo. Depois de conhecer seu público-alvo e o nicho para o qual se quer trabalhar, o próximo passo é buscar as redes sociais. Mas, diferente do que possa parecer, não existe uma regra a ser seguida, algumas empresas têm a sorte de conquistar mais clientes e aumentar suas vendas em pouco tempo, mas estes casos são exceções. Para se ter sucesso, seja qual for a ferramenta que sua empresa escolher, primeiramente, você deve entender sobre relacionamento, lembrar que irá conversar com pessoas, não com máquinas. Suas atitudes devem ir muito além de frases de impacto, promoções e sorteios. Dessa maneira, após definir todas estas questões, você deve então traçar seus planos de marketing e de ações, e eles serão baseados no comportamento e na necessidade de seus clientes. Conhecendo estes dois quesitos, finalmente sua empresa saberá qual a melhor linguagem para conversar com o público- alvo e, a partir de então, terá condições de construir um relacionamento, poderá trocar informações, ideias e sugestões. Seguindo este rumo, certamente seus resultados serão satisfatórios. 5.2. Persona Sabemos que o contato espontâneo com os clientes, a partir das redes sociais, não é nada fácil e, para quem conhece um pouco deste meio, sabe que a humanização é a alma do negócio. Criar afinidades, comunicar-se com diferentes pessoas e manter um diálogo com seus clientes é uma tarefa árdua.
  • Por essa razão, algumas marcas optam pela criação de uma Persona, para facilitar o relacionamento. Ela irá ser composta a partir dos mesmos valores e ideais de seus seguidores e ajudará os consumidores de diferentes formas. Um exemplo recente deste método, e que vem sendo citado pelos mais diferentes especialistas da área, é a Lú da loja Magazine Luiza, que interage com o público de uma maneira direta e emocional. Lembre-se que a Persona deve ser criada a partir daquilo que seu público-alvo precisa e procura, portanto, antes de desenvolver uma personagem, lembre-se de algumas perguntas básicas que você utilizou para definir seu público. 6. Como estar no mundo online sem gastar muito? Muitas empresas não dispõe de uma verba muito grande para injetar na área de comunicação, e isso é totalmente compreensível, principalmente se você começou o seu negócio há pouco tempo. Mas isso não significa que é impossível estar presente nos meios online. Algumas técnicas e estratégias podem ser aplicadas dentro do seu orçamento e ainda assim trazer bons resultados. Um bom exemplo são os sites gratuitos. É possível fazer uma página da sua empresa e utilizar as ferramentas oferecidas sem muito investimento. Mas, mesmo assim, vale lembrar que é sempre mais recomendável deixar isso para quem entende do assunto, procurar um web designer é a melhor solução. Já no que diz respeito ao conteúdo, aos acessos e outras informações de tráfego, os resultados podem ser muito positivos quando se pensa em marketing digital. A grande questão é: como fazer tudo isso dar certo? Algumas dicas podem ajudar a melhorar o desempenho da sua empresa na internet. Para aumentar os acessos à sua página, uma boa sugestão são as vendas online. Não se assuste! Sabemos que para vender, é preciso ter uma boa publicidade, mas as campanhas de baixo custo podem (e devem) ser suas aliadas. Lembre-se, antes de sair vendendo por aí, é preciso ganhar a confiança de seus usuários e saber o que eles querem e esperam. Aumentar as visitas no seu site também é uma questão importante e, para fazer isso, o trabalho de otimização de sites, conhecido como SEO, que são as palavras-chaves, devem ser bem trabalhadas e, dessa forma, os mecanismos de busca irão deixar sua página melhor posicionada na hora do usuário pesquisar e, consequentemente, você terá mais acessos, o que resultará em aumento nas vendas. Outra dica muito importante é gerar conteúdo de uma determinada área. Quanto mais interessante, maior será o público. Dessa maneira, você irá criar um marketing direto. O aumento da visibilidade, também trará aumento nas vendas. No capítulo sobre Conteúdo Atraente, falamos sobre a importância de tornar-se referência em determinada área. Sempre que sua empresa for capaz
  • de resolver as dúvidas de seus clientes, o resultado será satisfatório para você, o que irá gerar um bom posicionamento online. Gerar interesse em seus seguidores é primordial. Sempre que possível, motive, apoie e tenha algo atraente para oferecer. Apesar de uma alternativa barata, o marketing de conteúdo não exclui a necessidade de se esforçar para conquistar um bom posicionamento na web. Se a sua empresa trabalhar corretamente com os benefícios desse recurso, o retorno poderá ser visto em prazo médio. É preciso demonstrar que sua marca tem o now-how em determinado setor, para isso a utilização de um blog, com conteúdo explicativo é uma excelente arma. Dessa maneira, é possível fidelizar leitores que, possivelmente, irão falar da sua empresa, além de ser um diferencial diante de seus concorrentes. Vale lembrar que copiar o que outras marcas estão fazendo nem sempre é a melhor saída. Para isso, criar uma estratégia, que tenha como base o perfil de seu público-alvo é indispensável. Quanto mais personalizado for o seu conteúdo, maiores são as chances de conquistar e cativar seus clientes. 6.1. Onde, como e o que comunicar? São inúmeras as possibilidades de se expressar na internet. Engana-se quem acredita que, quanto maior o número de redes sociais que se estiver presente, melhor será o resultado. Cada uma destas ferramentas tem uma linguagem própria e um público diferenciado, portanto, ter muitas páginas para cuidar é um trabalho pesado, que necessita de criatividade, estilo e conteúdos diversos. Em alguns casos, seus clientes potenciais não estarão em canais menos usados, como por exemplo o Tumblr, optar por um blog, Facebook e Twitter pode gerar um resultado mais satisfatório por serem os meios mais populares. A função do blog é informar e, a partir das redes sociais, você pode divulgar seu conteúdo, para que o maior número de pessoas vejam e compartilhem seus textos. Divulgue sempre no Facebook, Twitter, Google+ e Linkedin aquilo que estiver em seu blog, pois desta maneira seus leitores e público-alvo terão acesso rápido e fácil ao seu conteúdo. Não espere que seus clientes cheguem sozinhos ao seu blog ou a outras redes, menos conhecidas. Divulgar é sempre uma boa opção. Você pode fazer isso por email, avisando seus clientes e por meio das mídias impressas, mas, antes de fazer isso, certifique-se da qualidade do conteúdo apresentado. É importante que seus textos sejam originais, mesmo que baseado em pesquisas já existentes ou utilizadas em outras ocasiões. Quando sentir que falta informação, não tenha medo de postar conteúdos de outros sites, indicando o link, isso não irá tirar de você o status de especialista, ao contrário, seu nome será mais valorizado, por compartilhar bons textos. É possível tentar
  • parcerias também, o que manterá o bom nível de qualidade. Jamais, de forma alguma copie informações, além de não trazer bons resultados, pode ser enquadrado como plágio. 7. Curadoria Todos os dias são gerados novos e diversos conteúdos na internet. A tendência, obviamente, é que os números sigam crescendo. É claro que entre as notícias importantes, também nos deparamos com aquilo que não nos traz nenhum tipo de conhecimento, mas, até encontrarmos exatamente o que procuramos, levamos horas e horas pesquisando. Porém, até esse problema já tem solução: a curadoria, que nada mais é do que uma criação, por ordem de urgência e importância, dos conteúdos online. O curador encontra, filtra e organiza as informações que serão compartilhadas. Entretanto, não é possível executar este trabalho de forma ética e correta, se não seguir um padrão. Maria Popova, que fundou o site Brainpickings.org, desenvolveu um código de conduta para curadores em toda web. De acordo com o material, qualquer um que compartilhar um conteúdo online, deve dar os devidos créditos para a fonte, usando, por exemplo, a palavra “via”, para os casos em que o conteúdo não sofreu nenhuma alteração. Normalmente aplica- se esta palavra quando compartilha-se uma imagem ou utiliza-se uma citação de outra pessoa, sem acrescentar outras palavras. Outro termo muito usado é o “hat tip”, que é um link indireto de descoberta, ou seja, quando o conteúdo em questão foi usado para inspirar um novo. Ao contrário do que possa parecer, o código de ética é apenas para servir de base às pessoas, para que não corram riscos, e não uma lista de regras. A intenção maior é dar o devido crédito ao autor, e desta forma haverá respeito entre autores e curadores de conteúdo, sempre prezando o compartilhamento de conhecimento. O principal objetivo da curadoria é visibilidade e credibilidade, e na área de marketing, ela funciona constantemente com a coleta de informações, com o auxilo às marcas para que sigam dominando determinado assunto, ajudando no networking nos ramos de cada mercado, coletando e compartilhando informações relevantes. A grande verdade, é que desenvolver um conteúdo totalmente original dá muito trabalho e, apesar de todos os recursos existentes, a curadoria torna-se sensata, pois a mistura de conteúdo novo com aqueles econtrados em outros meios de comunicação, aumenta a qualidade e é exatamente isso que todo cliente busca e espera. Sendo assim, a curadoria torna-se uma necessidade para moldar o excesso de informação e assim, desenvolver um conteúdo forte e que irá gerar compartilhamento.
  • 7.1. Posicionamento de conteúdo Algumas empresas visam tanto o maior número de likes e seguidores, que acabam deixando de lado a linha editorial que querem seguir e, como consequência, os resultados não são os esperados. É preciso compreender, em primeiro lugar, que as interações da marca com o público, de maneira geral, é que geram a imagem que sua empresa terá, diante de seu público-alvo. Manter e ter um foco no conteúdo das redes sociais, blog e site, portanto, é determinante. Estar sempre falando do tema escolhido, faz com que aumente as chances de ser reconhecido e lembrado por seus clientes. Por outro lado, muito do que vemos são empresas postando conteúdos que não condizem com a sua marca, como piadas, fotos que não dizem nada, com a legenda “bom dia” e tantos outros erros cometidos. É preciso manter o foco. Só assim a sua empresa irá garantir um posicionamento a partir do conteúdo. Algumas marcas baseiam-se em números, que podem trazer uma falsa sensação de que as coisas estão indo bem. O número de comentários e/ou curtidas de um post, são capazes de mensurar a velocidade, porém, lembre-se, não ajudam na avaliação dos benefícios que trouxeram. Por isso, eles não devem ser seu único guia de produção de conteúdo. Sendo assim, é importante que sua empresa mantenha o foco no conteúdo que se propôs a seguir. Isso porque, quando acontece de desviar a atenção, muitas pessoas podem ficar descontentes, o que não traz benefícios. Pode ser que com uma piada, a sua página ganhe diversos likes e compartilhamentos, mas isso pode ser um divisor de águas para sua audiência. Existe uma grande chance de uma pessoa, que realmente se interessa por sua marca, deixar de acompanhar suas páginas. A ideia que você precisa ter em mente é a seguinte: você não quer seguidores que achem sua empresa engraçada, e sim pessoas que se interessam pelos produtos e serviços oferecidos. Para que isso aconteça, é preciso que sua marca seja autoridade em determinado assunto, para então elas criarem confiança. Só assim seu público online se tornará comprador. Um conteúdo educativo sobre a sua área de atuação provavelmente será o interesse comum de todos aqueles que curtiram sua página, que seguem o seu Twitter ou que acompanham o seu blog, afinal, é isso que seu público espera receber em troca, e é o que agrada a comunidade que compõe sua marca, contribuindo, assim, para melhorar o seu posicionamento.
  • 8. Por que ter uma Fan Page? De acordo com uma pesquisa, realizada pela empresa norte-americana ExactTarget, no Reino Unido, Brasil, Austrália, França e Alemanha, o povo brasileiro é o que mais interage com páginas de empresas nas redes sociais. O nosso país ficou com 77% do número de usuários que curtem ao menos uma marca no Facebook, enquanto os outros avaliados ficaram entre 39 e 55%. No Brasil, 26% dos internautas seguem uma empresa, nos outros países os números ficaram entre 4 e 7%. Por outro lado, no quesito email, os números se invertem. A primeira atividade do dia de, aproximadamente, 70% das pessoas é abrir o email. Aqui são 46%. A segunda atividade executada é acessar o Facebook. As fan pages, usadas pelas empresas no Facebook, servem para oferecer informações aos seguidores que desejam se concectar a elas. A partir delas, é possível interagir e se comunicar com seu público e, entre as principais vantagens, podemos destacar o retorno que a marca pode ter diante de um novo produto. Em nosso país, a maioria das pessoas interage com uma fan page de marcas ou empresas, pelos descontos e promoções, brindes ou prêmios, para receber atualizações sobre produtos e serviços e para receber notícias sobre lançamentos. Por esta razão, ter uma página no Facebook é algo váldio. A partir dela, é possível se aproximar de seus clientes, saber a opinião deles em relação aos seus produtos e serviços em tempo real; é possível saber e compreender o que seus consumidores precisam e conhecer as pessoas que interagem com a sua empresa; aumento da comunicação. Mas, é preciso usar este canal com cautela. Você precisa se destacar no meio de uma série de páginas, sites, blogs, etc, e, é exatamente neste ponto em que o marketing digital torna-se necessário. Entretanto, é preciso ser usado de forma inteligente, por um profissional da área. Para ter bons resultados é preciso ser diferente de seus concorrentes, mostrando o que você tem e faz de melhor, sempre enaltecendo suas qualidades e as vantagens para o cliente. Montar uma estratégia, como já falamos anteriormente, é extremamente necessário, além disso, seguir as ações traçadas por você também é imprescindível. Jamais esqueça que sua empresa precisa ter o foco no cliente e não naquilo que vende. Buscar esclarecer as dúvidas, responder as críticas e sugestões é um excelente método.
  • 9. Referências ALVES, André Banchi. Quanto vale conversar com seu público-alvo?. 2013. Disponível em: <http://www.adnews.com.br/artigos/quanto-vale-conversar-com- seu-publico-alvo> Acesso em: 29 de out. 2013. ATARY, Kellvyn. Como destacar sua empresa na internet. Cariri. 2013. Disponível em: <http://cleverit.com.br/blog/marketing-digital/destacar-empresa- internet/> Acesso em: 31 de out. 2013. BRANSON, Richard. Twittando, postando... e fazendo sucesso. Uol Notícias. 2013. Disponível em: <http://noticias.uol.com.br/blogs-e-colunas/coluna/richard- branson/2013/08/09/tuitando-postando-e-fazendo-sucesso.htm> Acesso em: 29 de out. De 2013. CAPALBO, Livio. Melhores horários para postar nas redes sociais. Wishpond. 2013. Disponível em: <http://blog.wishpond.com.br/post/50331611037/melhores-horarios-para- postar-nas-redes-sociais> Acesso em: 28 de out. 2013. COMO falar com seu público-alvo? Projetual Comunicação. 2013. Disponível em: <http://projetual.com.br/como-falar-com-o-seu-publico-alvo/> Acesso em: 29 de out. 2013. COMO produzir conteúdo interessante na web. Boo-box – Anúncio em Mídias Sociais. 2011. Disponível em: <http://blog.boo-box.com/br/2011/como-produzir- conteudo-interessante-na-web-e-fazer-seus-posts-mais-relevantes-para-sua- audiencia/> Acesso em: 24 de out. 2013. ERROS que sua empresa deve evitar nas redes sociais. LC Designer. 2013. Disponível em: <http://www.lcdesigner.com.br/site/index.php/artigos/20-erros- que-sua-empresa-deve-evitar-nas-redes-sociais> Acesso em: 29 de out. 2013. FARNSWORTH, Steve. A diferença entre meios de comunicação social e negócios sociais. 2013. Disponível em: <http://www.iinterativa.com.br/diferenca- entre-meios-de-comunicacao-social-negocios-sociais/> Acesso em: 31 out. 2013. GASTALDELLO, Victória. Negócios digitais: Truques para criar conteúdos atraentes. 7CO SOCIAL. 2012. Disponível em: <http://www.7cosocial.com/blog/bid/250179/Neg%C3%B3cios-Digitais- Truques-para-criar-conte%C3%BAdo-atraente> Acesso em: 24 de out. 2013. KOTLER, Philip. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. 5. ed. São Paulo: Atlas, 1998. SALVADOR, Maurício. 20 coisas que você não deve fazer em redes sociais. Commerce School. São Paulo. 2013. Disponível em:
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