[Palestra] Ademir Maciel Pereira: Suplementação proteica na seca

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  • CURVA DE CRESCIMENTO SAZONAL NAS PASTAGENS O efeito das variações climáticas sobre a qualidade das pastagens, pode ser quantificado em termos de proteína bruta (PB) e digestibilidade in vitro da matéria orgânica (DIVMO). Embora o grau deste efeito possa variar de ano para ano, as tendências são repetitivas.
  • This slide shows the relationship between body fat content and condition score. Condition score 1 cows have very low fat content – less than 5%. As cows approach 20% body fat at calving, reproductive performance is improved.
  • This slide shows the relationship between body fat content and condition score. Condition score 1 cows have very low fat content – less than 5%. As cows approach 20% body fat at calving, reproductive performance is improved.
  • [Palestra] Ademir Maciel Pereira: Suplementação proteica na seca

    1. 1. SUPLEMENTAÇÃO PROTEICA NA SECA Ademir Maciel Pereira, M.Sc. Gerente de Mercado - Ruminantes Email: ademir.pereira@mcassab.com.br Tel: (11) 8709.5384
    2. 2. O pasto é a base da produção bovina
    3. 3. O crescimento sazonal eas alterações na qualidade das pastagens são as principais causas de variação no desempenho dos animais a pasto.
    4. 4. A suplementação proteica de animais em pastejo é uma ferramenta que permite corrigir dietas desbalanceadas, melhorando o ganho de peso vivo e a conversão alimentar, e, por consequência, diminuindo os ciclos produtivos da pecuária de corte (Peruchena, 1999).
    5. 5. Suplementos proteicos criam muito valor...Tradicionalmente os bovinos criados a pasto demoravam cinco anos para chegar aopeso de mercado. Com a suplementação proteica durante os períodos de seca, ogado pode chegar a esse peso na metade do tempo ou menos. Tempo de 18-20 28-30 38-40 60- 62 Mercado meses meses meses mesesPeso normal Uso de Curva de ganho dede mercado proteinados evita peso usando 550 kg a perda de peso somente na seca. suplementos Confinamento minerais Kg (peso vivo) acelera ganho de peso mas nem sempre é viável Curva tradicional de em custos ganho de peso somente com sal comum (NaCl) Chuva Seca Seca Seca Seca Seca
    6. 6. Proteína BrutaDigestibilidade da FDN
    7. 7. Gráfico 1 - Variação sazonal no teor de PB e DIVMO daBrachiaria decumbens em sistema de pastejo contínuo:
    8. 8. Fonte: Moore, J.E., 1994.
    9. 9. EXIGÊNCIAS DE NDT PARA MANUTENÇÃO DO PESO VIVO 70 60 50 40 30 20 10 0 o ut o iro ez bro o ço o Fe iro et to o A o il br brN ubr br ai nh lh s re ar ne em em em M Ju go A Ju ve M Ja ov OSD NDT (%) - Panicum NDT (%) - Cynodon
    10. 10. EXIGÊNCIAS DE PROTEÍNA PARA MANUTENÇÃO DO PESO 14 12 10 8 6 4 2 0 o ut o iro ez bro o ço Fe iro et to o o A o il br brN ubr br ai nh lh s re ar ne em em em M Ju go A Ju ve M Ja ov OSD PB (%) - Panicum PB (%) - Cynodon
    11. 11. RELAÇÃO ENTRE NDT : PROTEÍNA NA FORRAGEM AO LONGO DO ANO 12,0 10,0 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Ju o ril ço Ag ho iro ve ro o o O bro Fe iro te o ze ro ai nh br Se ost Ab No ub De mb ar re l ne M Ju m m ve M ut Ja NDT/PB - Panicum NDT/PB - Cynodon
    12. 12. RELAÇÃO ENTRE NDT : PROTEÍNA NA FORRAGEM AO LONGO DO ANO 12,0 10,0 E ne r g ia 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Ju o ril ço Ag ho iro ve ro o o O bro Fe iro te o ze ro ai nh br Se ost Ab No ub De mb ar re l ne M Ju m m ve M ut Ja NDT/PB - Panicum NDT/PB - Cynodon
    13. 13. RELAÇÃO ENTRE NDT : PROTEÍNA NA FORRAGEM AO LONGO DO ANO 12,0 10,0 E ne r E ne rg g ia ia 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Ju o ril ço Ag ho iro ve ro o o O bro Fe iro te o ze ro ai nh br Se ost Ab No ub De mb ar re l ne M Ju m m ve M ut Ja NDT/PB - Panicum NDT/PB - Cynodon
    14. 14. RELAÇÃO ENTRE NDT : PROTEÍNA NA FORRAGEM AO LONGO DO ANO 12,0 P 10,0 E ne r B E ne rg g ia ia 8,0 6,0 4,0 2,0 0,0 Ju o ril ço Ag ho iro ve ro o o O bro Fe iro te o ze ro ai nh br Se ost Ab No ub De mb ar re l ne M Ju m m ve M ut Ja NDT/PB - Panicum NDT/PB - Cynodon
    15. 15. Divisão dos Nutrientes:
    16. 16. Divisão dos Nutrientes:(Acabamento)
    17. 17. Estratégias para Suplementação:LEI DO MÍNIMO: O nutriente mais limitante na dieta é o que regulará o desempenho do animal.
    18. 18. Quando Suplementar?Se o objetivo da suplementação é fechar as lacunas deixadas pela curva sazonal de crescimento das pastagens, a estação do ano mais adequada para o seu uso seria a época das secas (e suplementar com PB).Nas águas, suplementar com energia, pois a pastagem verde já tem bons níveis de proteína.
    19. 19. Quando Suplementar?Dar prioridade à estação seca quando os teores de PB das pastagem estão abaixo de 7,8% (na MS) e a relação NDT:PB maior do que 7.O principal objetivo da suplementação é o de atender à demanda das bactérias ruminais por nitrogênio.
    20. 20. COMO SUPLEMENTAR:• Ingestão de pelo menos 1 g de Suplemento por Kg de Peso Vivo do animal. * - Pelo menos 300 g de PB/UA/DIA (NRC, 2000)• Quando suplementar com proteína? proteína - Relação NDT : PB da pastagem for > 7 • Suplementos protéicos ↑ ingestão de forragem, a digestibilidade e o desempenho.
    21. 21. Exemplo ilustrativo do efeito da suplementação proteica sobre forragens de baixa qualidade:Ingestão de forragem sem suplementação 7,20 Kg de MSAumento na ingestão da forragem com proteína suplementar (+ 15%)Ingestão total de forragem com suplementação 8,28 Kg de MSConcentração de NDT da forragem 40 %Aumento na digestibilidade com proteína suplementar (+ 15%)Concentração de NDT da forragem com suplementação 46 %Ingestão de NDT sem suplementação 2,88 Kg/diaIngestão de NDT com suplementação adicional 3,81 Kg/diaAumento no ingestão de NDT (32%) 0,93 Kg/dia
    22. 22. FAZENDO AS CONTAS:

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