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Mata Atlântica - Biomas

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Trabalho sobre biomas do 1° ano - CSC …

Trabalho sobre biomas do 1° ano - CSC
Beatriz, Bianca, Maria Eduarda e Matheus
Professora: Aline

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Transcript

  • 1. Mata Atlântica Beatriz, Bianca, Maria Eduarda e Matheus.
  • 2. <ul><li>A Mata Atlântica está localizada no litoral brasileiro, do Rio Grande do Norte ao norte do Rio grande do Sul. </li></ul><ul><li>As florestas atlânticas são ecossistemas que apresentam árvores com folhas largas e perenes, abriga árvores que atingem de vinte a trinta metros de altura. </li></ul>
  • 3. <ul><li>Rica biodiversidade, com presença de diversas espécies animais e vegetais; </li></ul><ul><li>Fauna rica com presença de diversas espécies de mamíferos, anfíbios, aves, insetos, peixes e répteis. </li></ul>
  • 4. Fauna <ul><li>Dentro da riquíssima fauna existente na Mata Atlântica, algumas espécies possuem ampla distribuição, podendo ser encontradas em outras regiões .   O que mais impressiona, no entanto, é a enorme quantidade de espécies endêmicas, ou seja, que não podem ser encontradas em nenhum outro lugar do Planeta. São os casos das 73 espécies de mamíferos, entre elas 21 espécies e subespécies de primatas. No total, a Mata Atlântica abriga quase mil espécies de aves, 370 espécies de anfíbios, 200 de répteis, 270 de mamíferos e cerca de 350 espécies de peixes.   O mico-leão-dourado, por exemplo, vive apenas em uma área específica da Mata Atlântica, situada no estado do Rio de Janeiro; o macaco-prego-de-peito-amarelo é restrito ao sul do estado da Bahia; o mutum-do-nordeste só parece em Alagoas. Mas há também espécies que aparecem em toda a área coberta pela Mata Atlântica, como a onça pintada e a suçuarana. No entanto, toda essa biodiversidade está em risco. São muitas espécies que estão ameaçadas. </li></ul>
  • 5. mico-leão-dourado macaco-prego-de-peito-amarelo mutum-do-nordeste onça pintada suçuarana
  • 6. Flora <ul><li>A flora da Mata Atlântica conta com mais de 20 mil espécies de plantas. Destas, 8 mil são endêmicas. Há grande diversidade de bromélias e orquídeas. A Mata Atlântica no sul da Bahia é destacada pela grande diversidade da sua flora. </li></ul>Orquídea Bromélia
  • 7. <ul><li>  Seu solo é pobre e a topografia é bastante acidentada. No interior da mata, devido a densidade da vegetação, a luz é reduzida. </li></ul>Pau-Brasil Jacarandá
  • 8. Encontramos também: Briófitas Cipós
  • 9. Hidrografia <ul><li>É importante destacar a existência de sete das nove maiores bacias hidrográficas nesse bioma. Nele estão os mananciais que abastecem de água 70% da população brasileira.  Os rios e lagos que compõem essas bacias estão em grande parte ameaçados pelo desmatamento das matas ciliares ou de galeria (estreitas faixas de árvores que margeiam os rios) e consequente assoreamento dos mananciais, pela poluição da água e pela construção de represas sem os devidos cuidados no meio ambiente. </li></ul>
  • 10. Pluviosidade <ul><li>A pluviosidade da Mata Atlântica é muito alta chega a aproximadamente á 2.200 mm por ano. </li></ul><ul><li>Na Mata Atlântica chove muito pois o clima na Serra do Mar (é uma cadeia montanhosa do relevo brasileiro que se estende por aproximadamente 1500 km ao longo do litoral do sul e sudeste) sofre a ação de fatores mais localizados, que neutralizam os efeitos da descida do ar seco nestas latitudes. O primeiro e mais importantes dele é a proximidade do oceano atlântico. </li></ul><ul><li>As correntes Atlânticas que banham nossa costa são em sua maioria provenientes do equador e consequentemente quentes. Por causa delas o ar na costa brasileira é úmido mesmo a 30° de latitude sul. </li></ul>
  • 11. Clima <ul><li>O clima do Brasil na região da Mata Atlântica está inserido na faixa de transição entre o clima tropical e subtropical. A proximidade do oceano, a dinâmica atmosférica regional, e os traços de relevo contribuem para tornar o clima local predominantemente quente e úmido, caracterizado por temperaturas altas, nebulosidade no alto das montanhas e umidade elevada. De um modo geral, o período mais frio e seco vai de abril a   setembro (inverno) e o mais quente e chuvoso de outubro a março (verão). </li></ul>
  • 12. Relevo O Relevo da Mata Atlântica se apresenta ondulado, bastante montanhoso (serra do Mar e serra da Mantiqueira). Serra do Mar Serra da Mantiqueira
  • 13. Habitantes <ul><li>As variações dos ecossistemas da Mata Atlântica em diferentes regiões do país ajudaram a estimular o aparecimento de inúmeros grupos culturais, que acabaram por construir uma grande sociodiversidade entre os atuais 110 milhões de habitantes do bioma. Praieiros, jangadeiros, caipiras, sitiantes, pescadores artesanais, caiçaras, açorianos, ribeirinhos, quilombolas e índios são os personagens mais conhecidos desses grupos que têm uma ligação íntima com o meio ambiente em seus modos de vida e culturas. Confira abaixo algumas informações sobre os principais grupos. </li></ul>
  • 14. Quilombolas <ul><li>Comunidades rurais negras descendentes dos quilombos formados originalmente por escravos fugidios, alforriados e ex-escravos do período da abolição, são conhecidas também pelo nome de mocambos, terras de pretos, comunidades negras isoladas ou remanescentes de quilombos. No Brasil existem cerca de 500 comunidades, sendo 375 apenas na Mata Atlântica. Dentro desses grupos, cada família possui um sítio demarcado, onde normalmente existem as terras de uso, as áreas que são mantidas como capuavas - descanso do solo para lavoura - e áreas onde a vegetação é mantida e são realizadas algumas atividades de extrativismo. Desde a época de formação dos quilombos, as atividades econômicas e a ocupação não-quilombola promovidas por fazendeiros, madeireiros, mineradoras e garimpeiros foram avançando sobre as terras das comunidades remanescentes. Esta situação motivou o movimento negro a propor em 1988 o direito à propriedade da terra para os quilombos, o que ficou assegurado pelo artigo 68 da Constituição do Brasil. A organização política dos quilombolas passou a ser um instrumento fundamental para a defesa de seus direitos. Uma das formas encontradas foi a criação de associações de quilombos, que atuam no processo de seu reconhecimento coletivo como descendentes de escravos e perpetuam sua ocupação do espaço segundo as especificidades dos ambientes que habitam. </li></ul>
  • 15. Índios <ul><li>Os mais antigos ocupantes da Mata Atlântica já chegaram à casa dos milhões de habitantes antes da colonização do Brasil. Atualmente somam 370 mil pessoas em todo o país, distribuídos em pouco mais de 200 povos, sendo aproximadamente 70 em terras indígenas dentro da Mata Atlântica - espalhados por inúmeras aldeias. Os grupos indígenas mais numerosos no bioma são os Guarani, presentes no Espírito Santo, no Mato Grosso do Sul, no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo; e os Kaingang, no Paraná, em Santa Catarina, São Paulo e no Rio Grande do Sul. Mas existem muitos outros grupos habitando a Mata Atlântica, como os Krenak, os Pataxó, os Terena e os Xocleng. Falando diferentes línguas e com costumes diversos, os povos indígenas conseguiram, de um modo geral, reverter a curva descendente da população que se desenhava até a década de 70 e passaram a reivindicar uma série de direitos coletivos, como a demarcação de suas terras e a participação sobre decisões políticas que afetam sua realidade. </li></ul>
  • 16. Caiçara <ul><li>Ocupando áreas da faixa litorânea que vai do Rio de Janeiro ao Paraná, os caiçaras constituem um dos primeiros grupos culturais que surgiram do processo de miscigenação no Brasil, originados de índios que fugiram dos conquistadores europeus e portugueses excluídos do processo oficial de ocupação. Essa união resultou em povoados isolados, desvinculados cultural e economicamente da estrutura colonial. A mistura de técnicas e conhecimentos europeus e indígenas se tornou o vetor de ocupação do espaço e de utilização dos recursos naturais em atividades como a agricultura de coivara, o extrativismo vegetal, a caça, a coleta e a pesca. Tudo num processo considerado de baixo impacto, graças a fatores que vão do reduzido contingente populacional, ao modo de exploração, uso e conhecimento da natureza. Mas a chegada da indústria, da agricultura, do turismo e da urbanização às regiões de ocupação caiçara, e até a criação de unidades de conservação que restringiram o uso e a ocupação do espaço acarretaram em um acentuado processo de empobrecimento e perda de identidade desse grupo, cujos integrantes passaram a trabalhar como empregados das novas atividades econômicas. Como resposta, os caiçaras engendraram nos últimos anos, com o apoio de organizações não-governamentais, um processo de organização, luta por direitos e implementação de modelos de desenvolvimento sustentável e de recuperação de sua identidade. </li></ul>
  • 17. Devastação <ul><li>A Mata Atlântica encontra-se, infelizmente, em processo de extinção. Isto ocorre desde a chegada dos portugueses ao Brasil (1500), quando iniciou-se a extração do pau-brasil, importante árvore da Mata Atlântica. Atualmente, a especulação imobiliária, o corte ilegal de árvores e a poluição ambiental são os principais fatores responsáveis pela extinção desta mata. </li></ul><ul><li>Quando os primeiros colonizadores chegaram ao Brasil, a Mata Atlântica cobria uma área superior a 1,29 milhão km 2 , cerca de 15% do país, e estendia-se ao longo da costa brasileira, em áreas de 17 Estados. Hoje, estima-se que reste menos de 8% de sua área original, em situação crítica e ritmo acelerado de devastação. Considerada um dos mais importantes e ameaçados conjuntos de ecossistemas do mundo possui atualmente uma grande densidade populacional cerca de 100 milhões de brasileiros nela vivem, em mais de três mil municípios entre o estado do Ceará e o estado Rio Grande do Sul. </li></ul>
  • 18. Fim. ‘’ Meio Ambiente é onde se vive, preservá-lo é obrigação de todos!’’

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