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4                TEMAPROGRAMA IGREJA VIVA: BARREIRAS NACOMUNICAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA EMSERRINHA ATRAVÉS DO RÁDIO.
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6de rádio e seus ouvintes através da linguagem utilizada, bem como, a organização de umprograma, temas abordados, além das...
7O Programa Igreja Viva mesmo se analisado sem a utilização de critérios técnicos maisexigentes, deixa transparecer a nece...
8chegada de uma FM na cidade, no momento de explosão do fenômeno FM’s. Neste período, oDr. Plínio Carneiro já estava como ...
9Em 1º de março de 2008, Plínio passa a emissora para os irmãos empresários do ramo frigoríficoe proprietários do parque d...
10partidárias, o que as tornam, em alguns casos, tendenciosas, embora se auto-definam comoimparciais. Gisela Ortriwano, ci...
11Não podemos esquecer que os programas segmentados também são muito ouvidos, pois atingema um público específico e abocan...
12Mudança de EmissoraAté o ano 2008 o programa Igreja Viva, produzido pela Pastoral da Comunicação, PASCOM, daDiocese de S...
13A cada dia da semana é debatida uma temática diferente: Na segunda-feira, a equipe discutetemas da atualidade, terça-fei...
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19     Ouvintes3. O que você mais gosta no                                               4. O que você menos gosta noProgr...
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21  Não - ouvintes3. Por qual motivo você prefere   4. O que lhe motivaria a ouvir ooutra opção, e não o Programa     Prog...
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24ouvintes acham as equipes boas e seis por cento gostam da diversidade, sendo que a cada diatemos uma equipe totalmente d...
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26Como acontece no programa Igreja Viva, o programa piloto também trouxe em seu conteúdo umatemática para reflexão, levand...
27      Voz e Luz                  Jorge Trevisol                 Jorge Trevisol    Doce Abandono                Padre Zez...
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31     *LOC. 3:      Boa noite Cival, boa noite a você que                   nos acompanha em casa, no trabalho, no       ...
32  BG FADE OUT          MÚSICA INSTRUMENTAL     LOC. 2:                REFLEXÃO                      00’:50 “     JORGEBG...
33      *BG                   SINAL DA HORA                  00’:02 “                  Dezoito horas e... minutos, estamos...
34                                                        00’:02 “SINAL DA HORA   LOC.1:       ÀS 18... h É hora dos infor...
35                   Você ouviu Nilton Freitas “Terra                   Prometida”. E olha só o alerta que ele            ...
36                      Chegamos ao final do nosso programa,                      obrigado pela sua sintonia, estaremos de...
37                            EDIÇÃO DO PROGRAMA PILOTOPara que a produção do programa sugerido (Programa Piloto) ficasse ...
38para a captação das vozes, usamos também uma mesa de som Behringer xenyx 2222FX, paramisturar os sons de voz, músicas, e...
39esterofonia, sistema de reprodução do áudio que utiliza dois canais de som monaurais distintos e,por isso o som é emitid...
40resultados provocados pelas mudanças a partir das contribuições trazidas pela pesquisa, e assim,o Programa Igreja Viva s...
41FEBVRE, Lucien. Artigo. 2004, p. 01.FILHO, André Barbosa; PIOVESAN, Ângelo Pedro; BENETTON, Rosana (orgs.). Rádio:sinton...
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43               ANEXOSUniversidade do Estado da BahiaDepartamento de Educação-Campus XIVCurso de Comunicação Social/Rádio...
44QUESTIONÁRIO PARA OUVINTES1.QUANTOS DIAS VOCÊ OUVE O PROGRAMA IGREJA VIVA?2. QUAL O SEU DIA PREFERIDO? POR QUÊ?3. O QUE ...
45QUESTIONÁRIO PARA NÃO OUVINTES1. QUE PROGRAMA VOCÊ OUVE OU ASSISTE NO HORÁRIO DAS 18:00H?2. VOCÊ JÁ OUVIU ALGUMA VEZ O P...
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Programa igreja viva barreiras na comunicação da igreja católica em serrinha através do rádio

  1. 1. 1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA Anna Luísa Souza dos Santos Jorge Gonçalves Oliveira Lucivaldo dos Anjos OliveiraPROGRAMA IGREJA VIVA: BARREIRAS NACOMUNICAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA EM SERRINHA ATRAVÉS DO RÁDIO. Conceição do Coité 2010
  2. 2. 2 Anna Luísa Souza dos Santos Jorge Gonçalves de Oliveira Lucivaldo dos Anjos OliveiraPROGRAMA IGREJA VIVA: BARREIRAS NACOMUNICAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA EM SERRINHA ATRAVÉS DO RÁDIO. Trabalho de conclusão apresentado ao curso de Comunicação Social – Habilitação em Rádio e TV, da Universidade do Estado da Bahia, como requisito parcial de obtenção do grau de bacharel em Comunicação, sob a orientação do Professor Jorge Soares. Conceição do Coité 2010
  3. 3. 3 Anna Luísa Souza dos Santos Jorge Gonçalves de Oliveira Lucivaldo dos Anjos OliveiraPROGRAMA IGREJA VIVA: BARREIRAS NA COMUNICAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA EM SERRINHA ATRAVÉS DO RÁDIO. Trabalho de conclusão apresentado ao curso de Comunicação Social – Rádio e TV, da Universidade do Estado da Bahia, sob a orientação do Professor Jorge Soares. Data:____________________________________ Resultado:________________________________ BANCA EXAMINADORA Professor (orientador):_______________________ Assinatura:________________________________ Professor:_________________________________ Assinatura:________________________________ Professor:_________________________________ Assinatura:________________________________
  4. 4. 4 TEMAPROGRAMA IGREJA VIVA: BARREIRAS NACOMUNICAÇÃO DA IGREJA CATÓLICA EMSERRINHA ATRAVÉS DO RÁDIO.
  5. 5. 5 APRESENTAÇÃO DO TEMAA Pastoral da comunicação ou simplesmente PASCOM, é a ação organizada da Igreja Católicaque busca atender a sua necessidade de se comunicar interna e externamente, promovendo deforma articulada uma inter-relação entre as diversas pastorais que desenvolvem trabalhos eatividades nas Paróquias e Dioceses. Na diocese de Serrinha a PASCOM está presente em váriasParóquias onde busca contribuir para melhorar a forma com que estas comunidades secomunicam, ela atua de diversas formas, tendo o rádio como seu maior veículo de comunicação,embora, segundo a jornalista e mestra em ciências da comunicação Helena Corazza “para algunsfalar em religião no rádio pode ser não só desconfortável, quanto arcaico e até desnecessário”.(CORAZZA, 2004, p.257). Porém, a mesma autora, discutindo o lugar dos meios decomunicação na sociedade afirma: Um olhar analítico sobre o percurso histórico e as diferentes práticas existentes poderá mostrar as tendências atuais e os desafios que levam as instituições religiosas a contribuir para a educação e a cultura, a ética e a cidadania, além dos valores humanitários pelos quais as instituições históricas primam. (FILHO, PIOVESAN BENETON, orgs. 2004, p.258)O tema abordado, “Programa Igreja Viva: barreiras na comunicação da Igreja Católica emSerrinha através do rádio” surgiu a partir de uma constatação confirmada pelo autor Cyro César(2009, p. 150). Segundo ele, em grande parte da programação religiosa não existe o devidocuidado quanto à sua estética e ao seu formato. Cyro César observa também que muitas vezesquem fala ao microfone não segue os padrões da linguagem radiofônica, o que de certa formainfluencia negativamente sobre a audiência, idéia compartilhada pelo professor Antonio CarlosXavier (2005, p.21). Este é contundente ao afirmar que a interação existente entre o comunicador
  6. 6. 6de rádio e seus ouvintes através da linguagem utilizada, bem como, a organização de umprograma, temas abordados, além das estratégias utilizadas pelo locutor servem para cativar oouvinte, tornando-o um público fiel.Por que barreiras?Analisando a estrutura, linguagem e estética do Programa Igreja Viva, a partir, das importantescontribuições teóricas trazidas por escritores e pesquisadores do tema, percebemos que noreferido programa, existem deficiências que representam verdadeiras barreiras e estas interferemdiretamente nas mensagens envolvendo emissor e receptor. O excesso de anunciantes, os cortesbruscos, a pouca utilização de Bg’s, a falta de dinâmica na linguagem, além da nítida falta deprodução, revelada em pautas e músicas improvisadas, representam a quebra de uma seqüênciaharmoniosa na produção radiofônica, gerando as barreiras comunicacionais. Para Balsebre “Amensagem é um agrupamento acabado, ordenado de elementos [...] Reunidos segundo certasleis”. (Balsebre, 1994, p.250). Quando esse agrupamento não está ordenado e essa seqüência deelementos é quebrada, fugindo ao que determina certas leis intrínsecas ao processo, surgembarreiras, semânticas, técnicas e estéticas no conjunto comunicativo.Também são pertinentes as considerações de W. Weaver (1997, p. 25-37) e Francis Vanoye(1996, p.159-176). Para o primeiro existem três níveis de problemas em comunicação quecausam interferências (barreiras), entre o emissor e o receptor: técnico, semântico e de influência.Para Vanoye, os problemas e as técnicas de produção oral e escrita devem ser tratados,principalmente a linguagem oral, já que um programa radiofônico tem a sua mensagem quase queem sua totalidade transmitida através da voz do locutor. Na veiculação de um programaradiofônico o ruído pode estar na voz do locutor ou na sua maneira de transmitir a mensagem.
  7. 7. 7O Programa Igreja Viva mesmo se analisado sem a utilização de critérios técnicos maisexigentes, deixa transparecer a necessidade de uma linguagem radiofônica mais autêntica, ondepalavra, música, efeitos sonoros, ruídos e silêncio, tornem- se um “repertório de possibilidadespara produzir enunciados significantes e a mensagem” (Balsebre, 1994, p.250). A ausência ou máutilização destes elementos provocam as barreiras existentes entre o Programa Igreja Viva e acomunidade. A partir dessas considerações percebemos que essa ferramenta precisava ser melhorexplorada para se obter uma resposta mais satisfatória. O RÁDIO NO CONTEXTO LOCALHistóricoO rádio em Serrinha surgiu em 20 de julho de 1969, sendo a Rádio Difusora AM 1330 (hojeContinental), a pioneira da região. E assim como Roquette Pinto teve a ousadia de colocar aRádio Sociedade do Rio de Janeiro no ar no início do século XX, José Barradas Neto, PlínioCarneiro da Silva, Luiz Viana Neto, seu maior acionista no momento da fundação, dentre outrossócios, fizeram o mesmo ao darem o pontapé inicial na comunicação na região sisaleira da Bahia.Desde aquela época até os dias atuais, se tornou um veículo de comunicação muito ouvido pelaspopulações rurais e urbanas do município de Serrinha e cidades circunvizinhas. Na década de 80surgiram, simultaneamente, as rádios Regional AM e Morena FM, ambas do Grupo Lomes deradiodifusão, de propriedade do Dr. Antonio Lomes do Nascimento, o que culminou com a quedada audiência da então rádio Difusora de Serrinha S/A, com uma forma de gestão ultrapassada,equipamentos obsoletos, locutores com baixos níveis de escolaridade e forma de comunicar quejá não agradavam ao público ouvinte que aderiu às novidades: uma nova AM no município e a
  8. 8. 8chegada de uma FM na cidade, no momento de explosão do fenômeno FM’s. Neste período, oDr. Plínio Carneiro já estava como conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios, mas quemcomandava os destinos da Difusora era o seu irmão Rubem Carneiro. Foi neste período quehouve a decadência e a emissora ficou em último lugar na preferência popular, pois apesar docarinho que o povo tinha pelo prefixo 1330 kHz já não existia o atrativo, seja na partecomunicacional ou musical. As duas emissoras do Grupo Lomes fisgaram a maior parte daaudiência, porém, Plínio Carneiro não aceitou a derrota e em 19 de setembro de 2003 reassumiuos destinou da emissora, dotando de equipamentos de última geração, mudou o local dosestúdios, trazendo para o centro da cidade, e contratou novos locutores que tinham identificaçãocom o público, em sua maioria que estavam nas emissoras de Lomes, contratou-se novosfuncionários e houve uma total reformulação na grade de programação.Isso foi o suficiente para a Difusora melhorar a sua audiência e, após uma pesquisa de opiniãojunto à população, a rádio passou a ter como nome fantasia, Rádio Continental, além de umagrande campanha publicitária para resgatar o prestígio e a audiência da emissora, objetivoalcançado. Em 23 de abril de 2004, a emissora foi definitivamente inaugurada.Estas mudanças resultaram em um aumento significativo dos anunciantes e da audiência,deixando a também AM, Regional, para trás e vencendo a todo-poderosa Morena FM também,um fato inusitado, já que as FM’s detinham a maior parte do número de ouvintes na cidade e naregião do sisal. Vale salientar que a Morena tinha uma programação meramente musical e,recentemente, incluiu um programa jornalístico na grade de programação ao meio-dia, umaquebra de paradigmas.
  9. 9. 9Em 1º de março de 2008, Plínio passa a emissora para os irmãos empresários do ramo frigoríficoe proprietários do parque de vaquejada Maria do Carmo, Divaldo José Matos (Vardinho Serra) eseu irmão Carlos José Matos (Carlinhos). Neste período houve uma pequena queda na audiênciae no número de anunciantes da emissora, devido à impopularidade dos empresários e oenvolvimento com um determinado grupo político da cidade. No primeiro semestre de 2009 aRádio Continental AM volta ao comando do Dr. Plínio Carneiro e retoma o caminho docrescimento, inclusive com a contratação de novos funcionários e profissionais da comunicação,alguns com larga experiência.Durante este tempo, sempre aconteceu uma disputa pela preferência popular entre as três rádios,cada uma buscando conquistar o ouvinte de alguma forma, porém as duas emissoras do GrupoLomes pouco se preocupam em reformular a grade de programação e procurar satisfazer ao gostodo público, visam tão-somente lucrar com os anunciantes, enquanto a Continental está semprepromovendo eventos na cidade, buscando está próximo da população, como acontece nas datascomemorativas, a exemplo do dia das mães, das crianças, natal e na data de aniversário ondepromove shows na Praça Luiz Nogueira, em Serrinha.Perfis das EmissorasAs três emissoras existentes no município de Serrinha tem perfis populares, porém a RádioContinental revolucionou a maneira de se relacionar com o ouvinte. A participação popular é umfator marcante na sua programação, através de cartas, e-mails, MSN e principalmente portelefone, onde o ouvinte tem participação direta nas programações, buscando essa interação queilustra bem o perfil da emissora. As rádios em Serrinha são todas de propriedades de políticoslocais, que utilizam a sua grande audiência para propagarem as suas ideologias político-
  10. 10. 10partidárias, o que as tornam, em alguns casos, tendenciosas, embora se auto-definam comoimparciais. Gisela Ortriwano, citando Isabel Vieira afirma que por ser o veículo de informaçãomais eficaz, o rádio acaba se tornando um instrumento para propagar a ideologia do proprietárioque o transforma em verdadeira arma para mobilizar, induzir, escravizar ou até libertar, fato que écorriqueiro na maior parte das emissoras do país.Só após a revolução que a Continental provocou abrindo espaço para os ouvintes e pessoas delinhas ideológicas diferentes se expressarem é que as concorrentes se viram obrigadas a tambémcolocarem o público, até então passivo, para ser um sujeito ativo no processo comunicacional domunicípio, porém com certas restrições, sancionando em muitos casos.As programações mais ouvidasAs programações das emissoras mais ouvidas hoje pela população serrinhense são os jornais pelamanhã, e das 13h00minh às 14h30minh, nas AMs e ao meio dia na FM, pois são neles que opovo exerce o papel de cidadão, utilizando os canais para reivindicarem melhorias tanto para acidade quanto para a zona rural, com suas participações ao vivo nos estúdios ou por telefone,tendo uma relação de interação com os apresentadores dos programas jornalísticos. São ouvidospor todas as camadas sociais da população, independente de faixa etária e credos religiosos.A programação musical da Morena FM também é muito ouvida, principalmente na zona urbana,pois o público rural tem mais afinidade pela comunicação do rádio AM. Os programas esportivossão outros que despontam como uns dos mais escutados por todos os públicos, em todas as faixasetárias e camadas sociais.
  11. 11. 11Não podemos esquecer que os programas segmentados também são muito ouvidos, pois atingema um público específico e abocanham uma gama significativa da audiência, sem contar que,devido à identificação do público com uma determinada emissora, ele permanece sintonizadoindependente da programação, principalmente, se tiver afinidade com os seus respectivosapresentadores.Outrora, a preferência era por programas musicais e de variedades, no entanto, a cultura foialterando-se com o jornalismo local, que pauta a maior parte do programa em assuntosdomésticos e, claro, conta com o suporte das convergências midiáticas que contribuem para aagilidade da informação, que chega às redações, de todas as partes do mundo em tempo real.Programas religiosos nas grades de programaçãoAntes a programação religiosa restringia-se apenas ao programa da Igreja Católica, Hora da AveMaria, apresentado sempre e por tradição às 18:00h, pela então Rádio Difusora, mas com opassar do tempo houve uma reformulação, com aumento do tempo de duração dos programas,exploração de outros horários, transmissões de missas aos sábados, à noite, domingos pela manhãe, esporadicamente, à noite e, também, em outros dias e horários a depender dos eventosrelacionados às datas comemorativas do calendário católico. Valendo ressaltar ainda que, com ocrescimento do protestantismo, houve a inclusão de programas destas religiões nas grades deprogramações das duas emissoras AM’s: Continental e Regional e, conseqüentemente, umaumento considerável destas programações, com predominância para a rádio Continental queinclui programas de diversas denominações todos os dias da semana.A emissora chega a veicular até seis programas do gênero por dia em sua grade, incluindocatólicos e evangélicos. No entanto, a Morena FM não veicula nenhuma programação religiosa.
  12. 12. 12Mudança de EmissoraAté o ano 2008 o programa Igreja Viva, produzido pela Pastoral da Comunicação, PASCOM, daDiocese de Serrinha, era apresentado na Rádio Regional AM 790 kHz, porém por divergências einterferências políticas do presidente do Grupo Lomes, Sr. Antonio Lomes do Nascimento, porquerer que a Igreja seguisse a linha político-ideológica, houve a quebra de contrato e, porconseguinte, a troca de emissora.Hoje a Diocese de Serrinha ganhou um espaço maior na atual rádio, Continental AM e o aumentoda audiência no âmbito local, porém, perdeu em seu raio de abrangência, pois a Regional operacom 3 kilowatts de potência em seus transmissores, enquanto a Continental só tem 1,6 kilowatts,mas com a perspectiva de, no futuro, chegar aos 3,5. PROGRAMA IGREJA VIVAO programa Igreja Viva, é produzido e apresentado pela Pastoral da Comunicação, PASCOM, daDiocese de Serrinha, de segunda-feira a sexta-feira, das 18:00 às 19:00, pela Rádio ContinentalAM 1330 de Serrinha. A cada dia é conduzido por uma equipe diferente, sempre com uma médiade três componentes por programa. A equipe se reverza na locução dos quadros, tendo cadamembro uma atribuição, com destaque para o âncora, que é aquele que coordena toda a equipe deapresentação e distribui as tarefas dentro do programa.
  13. 13. 13A cada dia da semana é debatida uma temática diferente: Na segunda-feira, a equipe discutetemas da atualidade, terça-feira é debatida a questão social do país, quarta-feira é o dia que osapresentadores trabalham mais a leitura bíblica, com uma discussão mais âmpla, na quinta-feira aequipe aborda temas relacionados às comunidades e, por fim, na sexta-feira são trabalhadastemáticas voltadas para a formação e debatidos temas relevantes que interessam à sociedade, coma participação de convidados que são entrevistados pelos condutores do programa.Porém ao analisar este programa, percebe-se que existem alguns problemas estruturais que,inclusive, foram levantados como hipóteses para estas barreiras na comunicação entre aPASCOM e o público ouvinte, que interferem no aumento da audiência como falta de dinamismoe produção musical, problemas na produção do programa e na linguagem utilizada, além de maluso das vinhetas, efeitos, bgs com cortes bruscos, inclusive nas músicas e falas, sem fades, quesignifica aumentar ou diminuir o som gradualmente. Detectou-se também, muitos comerciaislogo na abertura do programa e demora para apresentação e saudação inicial das equipes.A falta de uma preparação prévia acaba interferindo na produção, com a ausência de textoselaborados, especificamente, para o rádio e as autoras Del Bianco e Moreira, tomam por baseGrissemann(apud Pürer) para afirmar que na produção de textos para o rádio o interessante não éapenas conhecer de regras da gramatica ou de sintaxe, mas faz-se necessário ter habilidade parapreparar os textos para serem lidos e ouvidos, pois não é o ideal exigir muito do ouvinte. (DELBIANCO e MOREIRA, 1999, p. 17). Devemos levar em conta também que: “a linguagemradiofônica é o conjunto de formas sonoras e não sonoras representadas pelos sistemasexpressivos da palavra, da música, dos efeitos sonoros e do silêncio”. (BALSEBRE, 2005,p.329).
  14. 14. 14A produção musical é uma das partes importantes no corpo do programa e pelas observaçõesparece não ser dada a atenção necessária, pois são dados cortes bruscos, sem o uso do fade notempo certo e Balsebre afirma que, “o uso da música junto com a palavra traz uma harmoniapeculiar”. A música que às vezes não é bem usada nas programações tem um grande poder decomunicação e ele ainda é taxativo em dizer: “a música é imagem no rádio”. (BALSEBRE, 2005,p.332-333). Já os cortes bruscos observados são um problema técnico pelo fato do programa serao vivo, porém Mcleish destaca que, “é errado fazer fade de modo arbitrário num númeromusical”, coisa que o operador não deve fazer. O autor ainda afirma: “o bom operador, portanto,desenvolverá um ‘ouvido’ para os pontos de fade”. (2001, p. 131).No programa Igreja Viva são usadas vinhetas promocionais com o intuito de identificar oprograma nos momentos de passagens para o bloco comercial e retornando do intervalo, além defazer as chamadas para divulgar os aniversariantes do dia, vinhetas dos informativos paroquiais,momento da leitura do evangelho e promocionais da própria emissora (Continental). Vigil defineque as vinhetas promocionais (promos), ”são utilizadas ao longo da programação para identificara emissora ou divulgar seus programas” [...] “o que se procura nessas mensagens é vender aimagem da emissora e os seus diferentes espaços”. (VIGIL, 2003). No programa Igreja Viva,analisamos que este instrumento não é bem explorado, poderia ser melhor usado pela produçãodo programa. Os background(BG), fundos musicais, são pouco usados no programa, e issoaumenta os ruídos interno do estúdio, porém, segundo Ferraretto, o Bg é a música de apoio que écolocada em volume inferior à fala do locutor. (FERRARETTO, 2001). Talvez ainda por falta deexperiência de alguns apresentadores do programa, a comunicação em alguns momentos perde adinâmica e, conseqüentemente, o atrativo.
  15. 15. 15 JUSTIFICATIVAO Programa Igreja Viva possui um baixo índice de audiência, segundo pesquisa realizada com aspessoas que fazem parte do público alvo, apenas trinta e um por cento se declararam ouvintes doprograma. A partir daí veio à inquietação de investigar qual o motivo dessa baixa receptividadejunto ao seu público. A escolha do tema foi justamente uma proposta de identificar as barreiras nacomunicação da Igreja junto aos seus ouvintes.Comprovamos através das pesquisas realizadas com esse público alvo, que havia falhas naprodução do Programa, o que resultava em um produto que não atendia aos anseios de parte dapopulação e que acabava buscando alternativas no mesmo horário. Também detectamos que alinguagem utilizada precisava ser mais simplificada a fim de se tornar acessível e objetiva, paraque dessa forma pudesse estabelecer uma relação mais próxima com o ouvinte. No programaexistia a necessidade de um maior dinamismo, além de uma produção musical e linguagemradiofônica que o tornasse mais atraente.Para que esses problemas fossem sanados foi elaborado um programa piloto, demonstrando aspossibilidades de melhorias a fim de que sejam sanadas as barreiras comunicacionais e que dessaforma a Pastoral proporcione ao seu público ouvinte um programa com uma linguagem simples eacessível já que o rádio tem na oralidade uma das suas características mais relevantes, além deuma melhor utilização dos recursos técnicos e efeitos sonoros. Com isso, acreditamos que aPASCOM conquistará uma maior aceitabilidade junto ao seu público e outros segmentos dasociedade.
  16. 16. 16 ETAPAS DE DESENVOLVIMENTO DO TRABALHOPesquisaUma pesquisa se dá a partir do momento em que surgem dúvidas sobre coisas da realidade. Tem-se a necessidade de investigação entre o conhecimento e as coisas conhecidas. SegundoAbbagnano: O problema suscitado diretamente pela noção da Realidade é o da existência das coisas ou do ‘mundo exterior’. Esse problema nasceu com Descartes, ou seja, como o princípio cartesiano de que o objeto do conhecimento humano é somente a idéia. Desse ponto de vista, torna-se imediatamente duvidosa a existência da realidade a que a idéia parece aludir, mas sem provas, assim como uma pintura não tem prova a Realidade da coisa representada. (Abbagnano, 1999: 831)Para o historiador Lucien Febvre, ”sem pergunta não há pesquisa”. (FEBVRE, 2004, p. 01).Portanto, onde há uma dúvida, por menor que seja, há o que pesquisar investigar. A afirmação deFebvre, dá-nos um gancho para pesquisar a respeito de uma dúvida real. A partir da pesquisatemos bases para obter respostas ou hipóteses dessas respostas. O autor José Luis Braga, diz que,“fazer uma pesquisa solicita uma diversidade de reflexões e gestos, mais ou menos complexos, epor isso antes de ir a campo fazemos um cuidadoso planejamento de pesquisa”. Ainda segundoBraga, “uma pesquisa se caracteriza como um trabalho de investigação para confirmar ouinfirmar uma hipótese”.Como trabalho de investigação a pesquisa se divide em várias etapas e cada uma delas dá aopesquisador fontes para continuar sua busca pela verdade. A pesquisa de campo nos dá apossibilidade de buscar respostas no local onde ocorre o fenômeno e assim investigar mais afundo. Outra forma de pesquisa que nos dá base para o desenvolvimento da investigação é a
  17. 17. 17pesquisa bibliográfica, feita com material publicado. Classificar a pesquisa é muito útil para oestabelecimento de seu marco teórico possibilitando uma aproximação conceitual, assim afirmaCarlos Gil (2002, p.43).a) Elaboração dos questionáriosNessa etapa foram elaborados dois questionários que nos deram a possibilidade de identificarcom maior clareza as fragilidades que se fazem presentes no processo comunicacionaldesenvolvido pela PASCOM, através do programa Igreja Viva. Tratou-se de um questionáriocom o objetivo de identificar a audiência do programa e outro com linguagem simples, visandolevantar dados concretos a cerca da impressão dos ouvintes em relação ao programa.(questionários em anexo).b) Aplicação dos questionáriosOs questionários foram aplicados no município de Serrinha, em comunidades da zona rural eurbana, totalizando 100 questionários, sendo 50 direcionados para o público ouvinte e 50 para opúblico não ouvinte, com uma variada faixa etária de idades, diferentes níveis de escolaridade econdições sociais, pertencentes ao mesmo segmento religioso católico, que é o público alvoprioritário do programa. Segundo definição trazida pelo pesquisador Antonio Carlos Gil, tratou-se de uma pesquisa explicativa, pois: Essas pesquisas tem como preocupação central identificar os fatores que determinam ou que contribuem para a ocorrência dos fenômenos. Esse é o tipo de pesquisa que mais
  18. 18. 18 aprofunda o conhecimento da realidade, porque explica a razão, o porquê das coisas. (GIL, 2002, p.42.)A pesquisa foi feita por amostragem, de forma qualitativa. Segundo conceito do mesmo autortratou-se também de uma pesquisa de levantamento, de acordo com a sua afirmação, “caracteriza-se pela interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer”. (GIL, 2002, p.50)O objetivo da pesquisa foi identificar a impressão do público ouvinte acerca do programa IgrejaViva, nos seus aspectos positivos e negativos e a partir desses dados, produzir um programapiloto onde aquilo que não agrada o ouvinte fosse modificado visando eliminar as barreirasexistentes entre ele e os ouvintes e assim torná-lo mais atraente gerando uma maior aceitaçãojunto a comunidade católica e demais segmentos da sociedade. Resultados Ouvintes 1. Durante a semana, quantos dias 2. Qual o seu dia preferido? Porquê? você ouve o Programa Igreja Viva. 6ª feira 10% Todos 4 dias 5ª feira 24% 10% 10% 1 dia 5 dias 11% 28% 3ª feira 14% 2 dias 4ª feira 24% 24% 2ª feira 3 dias 18% 27%
  19. 19. 19 Ouvintes3. O que você mais gosta no 4. O que você menos gosta noPrograma Igreja Viva? Programa Igreja Viva? Outros 18% Diversos 12% Leitura biblíca 29% Falta de objetividade 10%Entrosamento 10% Não soube responder Avisos 51% 12% Informativos 13% Temas Comerciais 16% 15% Músicas 14% Ouvintes 6 . O que você acha das equipes que apresentam o 5. Em sua opinião o que é Programa ? necessário para que o Programa tenha uma maior Audiência. Divers idade 6% Interatividade 7% Não s oube Participação do responder padre 10% 9% Outros Ótimas Manter horário 36% 10% Boas 11% 50% Não opinou 12% Regulares 24% Divulgação 25%
  20. 20. 20Não - ouvintes 1. Que programa você 2. Você já ouviu o ouve ou assiste no Programa Igreja viva? Horário das 18 H? Outra rádio/Ofício 3%Canção Nova 9% Novelas TV 41% NÃO19% 47% SIM 53% Outras atividades 28% Não - ouvintes A) Você sabe da B) Por que deixou de ouvir? existência do programa? Problema rádio 9% Não respondeuNÃ O 14%32% Horário 58% S IM Desmotivação 19% 68%
  21. 21. 21 Não - ouvintes3. Por qual motivo você prefere 4. O que lhe motivaria a ouvir ooutra opção, e não o Programa Programa Igreja Viva?Igreja Viva da Paróquia daCatedral? Divulgação 11% Outros Não respondeu 12% Tempo 17% Conteúdo 27% 44% Não tem afinidade 16% Não Preferem Tv respondeu 26% 19% Outros 28%
  22. 22. 22 Criatividade 4% Animação 7% Dinamismo Não opinou 11% 35% Equipes 11% Horário Cont 16% 16% ANALISE DOS DADOS COLETADOSOs questionários foram pensados a partir do momento que se detectou a necessidade de sabermais sobre o programa a ser pesquisado (Igreja Viva), e de saber quais mudanças seriampertinentes fazer na estrutura de produção do produto que é veiculado pela rádio continental sob aresponsabilidade da Igreja Católica através da Pastoral da Comunicação (PASCOM). A primeirapesquisa foi de caráter quantitativo, exploratório que segundo o autor Antonio Carlos Gil, umquestionário exploratório nos dá maior familiaridade com o problema, assim esse questionáriomostrava o nosso interesse em explicitar quantos dos participantes da Igreja eram ouvintes doPrograma Igreja Viva. Os questionários foram aplicados nas capelas das comunidades durante oscultos ou celebrações, por seus animadores. Com esse primeiro resultado pudemos detectar que oprograma não atingia cinqüenta por cento do público alvo e que precisávamos descobrir o queestava acontecendo para que não houvesse esse alcance.
  23. 23. 23Partimos assim para outros dois questionários qualitativos. Um foi aplicado aos ouvintes doprograma precisávamos saber o que os atraía a ouvir o programa ou o que poderia melhorar, e ooutro aos não ouvintes, destes queríamos saber o que os afastava da audiência do programa e oque os varia ouvi-lo. O primeiro, feito aos ouvintes nos dá maior pertinência para que possamosrealizar melhorias em alguns trechos do programa, os ouvintes nos mostram que faltam algumascoisas que para eles faria com que o programa ficasse muito mais interessante e dinâmico.Tomando por base as respostas obtidas através dos questionários pudemos dinamizar a produçãodo programa que era desalinhada. O programa começava com anúncios de patrocinadores o quedesagradava à maioria do público.O questionário feito aos ouvintes tinha como primeira pergunta quantos dias o programa IgrejaViva era acompanhado pelo ouvinte, e a resposta obtida por vinte e oito por cento dosentrevistados era de audiência todos os dias, vinte e sete por cento deles ouvia o programa trêsdias, vinte e quatro por cento dois dias, onze por cento um dia da semana e dez por cento ouvia oprograma durante quatro dias. Assim pudemos detectar que havia uma audiência significativa,mas, que estava dividida durante a semana, também por conta do dia que cada pessoa teriapreferência em ouvir o programa, tendo na pergunta seguinte a resposta onde o dia preferido devinte e quatro por cento dos ouvintes é a quarta feira onde acontecem leituras bíblicas e reflexõesinteressantes ao público. Todas as mudanças foram pertinentes satisfazendo o pedido dosouvintes e dando ênfase a suas reclamações. Para que aumentasse a audiência do programa vintepor cento dos ouvintes nos indicaram que a divulgação era importante para tornar a programaçãoconhecida pelos católicos, manter o horário também é de grande importância tendo em vista quegrande parte dos ouvintes trabalha durante o dia ou estuda a noite. Quando foi perguntado o queeles achavam das equipes a resposta foi bastante satisfatória, pois cinqüenta por cento dos
  24. 24. 24ouvintes acham as equipes boas e seis por cento gostam da diversidade, sendo que a cada diatemos uma equipe totalmente diferente no jeito de apresentar o programa.Aos não ouvintes a primeira pergunta é que programa ele ouve ou assiste no horário das dezoitohoras e disparado a resposta mais freqüente foi a novela, em seguida vem a prática de outrasatividades e a TV com dezenove por cento dessa audiência o que deixa a programação doprograma em desvantagem. Cinqüenta e três por cento dos entrevistados já ouviram falar doprograma Igreja Viva, mas por causa do horário ou por desmotivação da programação deixa deouvir dando preferência a outros meios de comunicação como é o caso dos que preferem aTV(vinte e seis por cento).Todas as informações obtidas com a pesquisa foram utilizadas para que o Programa Igreja Vivativesse sua programação ajustada aos anseios do seu público ouvinte que estava se afastando porvários motivos que ficaram muito claros com os resultados. Esses resultados nos levaram apequenas modificações, mais bastante significativas, no roteiro do programa, como é o caso dobloco de patrocinadores que era exibido no inicio do programa e foi trans ferido para a metadedeste dando ao ouvinte a oportunidade de se interar primeiro dos acontecimentos da programaçãodo dia. À leitura Bíblica, que é de suma importância aos religiosos e ouvintes foi dada maiordinâmica, mais musicas foram acrescentadas intercalando vozes ou dando ênfase a quadros comoé o caso dos aniversariantes do dia, a reflexão sobre o tema social ou como Bg de fundo,enquanto o locutor fala para que não fique um vazio e dê a impressão de sobriedade do quadroque esta sendo apresentado. Cada momento tem uma música que trará essa especificidade e o Bgde fundo continua o mesmo todas as vezes que o locutor dá o seu recado ao ouvinte.
  25. 25. 25 PROGRAMA PILOTOO programa piloto foi produzido e gravado sem que fossem realizadas mudanças estruturais, opadrão do roteiro no qual está montada a seqüência dos quadros foi mantida com o intuito de nãopromover modificações bruscas e desfigurar o programa, a intenção do programa piloto foimelhorar o que já existe, como por exemplo, retirando os patrocinadores da abertura doprograma, para não causar monotonia ao ouvinte, a locução inicial foi mais dinâmica e objetiva,havendo logo no inicio uma interação entre os apresentadores, o quadro Momento da palavra,onde é feita uma leitura bíblica, foi dinamizado, com a leitura sendo dialogada com as vozes doslocutores; na seqüência, foi feita uma reflexão contextualizando a leitura com a realidade atual.Em seguida, foi apresentado o quadro aniversariantes do dia, citando as pessoas que naquela datacompletava idade nova, no final foi tocada a música “Espera em Deus” da cantora Adriana emhomenagem aos aniversariantes. Logo após, foi apresentado o quadro informativos comunitáriostrazendo os avisos das comunidades de forma simples e objetiva, pois segundo Del Bianco eMoreira (1999, p. 17) “O ouvinte só é capaz de receber frações de construções complexas” Noproduto, a duração do programa foi reduzida para trinta minutos, havendo assim, a necessidadede sintetizar os quadros, isso, no entanto, não representou prejuízo para as sugestões trazidas noprograma piloto.Foram feitas observações quanto ao estilo verbal da linguagem para que a locução radiofônica setornasse mais atraente, pois segundo Del Bianco e Moreira (1999, p. 25) “O locutor é, em grandeparte, o responsável para que o ouvinte tenha vontade de ouvir com atenção e interesse”. Aindasobre o aspecto da linguagem, a dinâmica, entonação e articulação foram bem exploradas no usoda voz.
  26. 26. 26Como acontece no programa Igreja Viva, o programa piloto também trouxe em seu conteúdo umatemática para reflexão, levando em conta a afirmação de Xavier (2006, p. 52), segundo ele: “Ostemas apresentam-se embutidos e distribuídos de forma bastante peculiar no desenrolar do eventoradiofônico”. No produto, o tema proposto foi o meio ambiente, devido à pertinência eatualidade da problemática, além de fomentar a “evidente e estreita relação entre tema, e osdiversos papéis sociais assumidos pelo comunicador” (Xavier (2006, p. 51). Na abordagem dotema foi usada a música, de Nilton Freitas; Terra prometida, logo após, foram dadas dicaspráticas de como cada pessoa pode contribuir para a preservação do meio ambiente. No final, foiexibido o poema de Zé Vicente” Mãe de todos nós”. A produção musical foi feita de forma bastante criteriosa, pois segundo Balsebre “O efeitosonoro tem quatro funções: ambiental, expressiva, narrativa e ornamental (2005, p. 334). Por fim,o silêncio permeia toda a produção do programa piloto. Como afirma Balsebre”Linguisticamente, a palavra não tem significado se não puder ser expressada em seqüências desilêncio/ som/ silêncio”. (2005, p. 334) Essa harmonia entre palavra, música, efeitos sonoros esilêncio buscou dá ao programa Igreja Viva um novo ritmo na busca de uma linguagemradiofônica que transmita a sua mensagem de forma mais bela e eficiente. MÚSICAS UTILIZADASMÚSICA CANTOR COMPOSITOR Nas horas de Deus amém Zé Vicente Zé Vicente
  27. 27. 27 Voz e Luz Jorge Trevisol Jorge Trevisol Doce Abandono Padre Zezinho Padre Zezinho Espera em Deus Adriana Ítalo Villar Pai Nosso Instrumental Ave Maria Instrumental Padre Zezinho ROTEIRO PROGRAMA IGREJA VIVA – RÁDIO CONTINENTAL 1330 AM A voz da Igreja pelas ondas do Rádio - 16.12.2009 - quarta-feira QUADROS DESCRIÇÃO TEMPO* VINHETA DE Música – Nas horas de Deus Amém – 00’:51”ABERTURA Zé Vicente
  28. 28. 28 00’:08”*VINHETA DO A Paróquia da Catedral apresenta oPROGRAMA PROGRAMA IGREJA VIVA, produção e apresentação PASTORAL DA COMUNICAÇÃO.*SINAL DA HORA 00’: 02” Em Serrinha são dezoito horas e..., muito boa noite amigo e amiga ouvinte, estamos iniciando mais uma edição do Programa Igreja Viva para hoje dia *LOC.1: dezesseis de dezembro ano dois mil e nove, convidamos você a rezar conosco 00’: 23” LUCIVALDO a oração do Anjo. 02’: 4” *BG Oração do Anjo *BG Ave Maria
  29. 29. 29 O ANJO DO SENHOR ANUNCIOU A MARIA E ELA CONCEBEU DO ESPÍRITO SANTO 00’: 50”*ORAÇÃO DO ANJO AVE MARIA SANTA MARIA EIS AQUI ASERVA DO SENHOR FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A VOSSA PALAVRA AVE MARIA SANTA MARIA E O VERBO SE FEZ CARNE E HABITOU ENTRE NÓS AVE MARIA SANTA MARIA ROGAI POR NÓS SANTA MÃE DE DEUS PARA QUE SEJAMOS DIGNOS DAS PROMESSAS DE CRISTO AMÉM. *MÚSICA Voz e Luz (Jorge Trevisol) 01’: 18” *BG SINAL DA HORA 00’: 02”
  30. 30. 30 . *LOC.1: São dezoito horas e... 00’: 02 “LUCIVALDO Estamos apresentando o Programa Igreja Viva a voz da Igreja pelas ondas *VINHETA DE do Rádio PASSAGEM 00’: 12 “* BG PERMANENTE NAS HORAS DE DEUS AMÉM - (ZÉ VICENTE) Este programa tem uma produção e apresentação da Past. Da Comum. Paróquia da Catedral, Diocese de Serrinha. Compondo a nossa equipe, LOC.1: estão os comunicadores Jorge Gonçalves e Anna Luisa, na operação do LUCIVALDO áudio Paulo Enselmo. Boa noite Jorge, o 00’:18 “ que temos hoje no programa? Boa noite Cival, boa noite ouvinte, daqui a pouco no programa teremos a *LOC. 2: leitura bíblica, os aniversariantes do dia, 00’:16 “ você acompanhará também os avisos JORGE comunitários e hoje no tema para reflexão falaremos sobre o Meio Ambiente. *LOC. 1: E para participar é muito fácil não é 00’:04 “ mesmo Anna, boa noite. LUCIVALDO
  31. 31. 31 *LOC. 3: Boa noite Cival, boa noite a você que nos acompanha em casa, no trabalho, no 00’:18 “ ANNA LUÍSA carro, é muito fácil, basta discar o 3261- 4134, ou mandar sua mensagem para o email programaigrejaviva@hotmail.com, aguardamos a sua participação. Contamos com a sua companhia até as dezoito horas e trinta minutos,você da *LOC.1: zona rural e da cidade. Abraçando também a você que nos acompanha pelo 00’:20 “ LUCIVALDO site www.continentalam.com.br. Agora é momento de reflexão, é hora de ouvirmos a palavra de Deus. *VINHETA DO MOMENTO DA PALAVRA DE DEUS 00’:28 “ EVANGELHO LOC.1: O evangelho desta, quarta-feira está em Lc7: 19-23, pegue a sua Bíblia e 00’:07 “ LUCIVALDO acompanhe conosco a leitura do dia. *BG MÚSICA DOCE ABANDONO 01’: 30” INSTRUMENTAL *LOC. 3, 2,1: ANNA LUÍSA, LEITURA DO EVANGELHO (BGJORGE, LUCIVALDO FADE IN)
  32. 32. 32 BG FADE OUT MÚSICA INSTRUMENTAL LOC. 2: REFLEXÃO 00’:50 “ JORGEBG INSTRUMENTAL (FADE IN) MOMENTO DE REFLEXÃO MÚSICA PAI NOSSO 02 ‘: 17” LOC.1: Faremos agora um breve intervalo não saia daí fique conosco. 00’:05 “ LUCIVALDO 00’:58”PATROCINADORES *VINH. DE Voltamos a apresentar o Programa PASSAGEM Igreja Viva, uma produção da PASTORAL DA COMUNCAÇÃO. 00’:09 “
  33. 33. 33 *BG SINAL DA HORA 00’:02 “ Dezoito horas e... minutos, estamos de volta na apresentação do Programa LOC.1: Igreja Viva,e hoje tem gente completando idade nova, vamos então 00’:12 “ LUCIVALDO aos Aniversariantes do dia. 01 ‘: 19 “ VINHETA DOSANIVERSARIANTES MÚSICA DOSANIVERSARIANTES (FADE IN- FADE OUT- FADE IN) LOC.3: Nome dos aniversariantes ANNA LUÍSA 04’: 19” MÚSICA ADRIANA – ESPERA EM DEUS LOC.1: Parabéns, portanto, a você que hoje 00’:01 ‘ completa idade nova, muita saúde, LUCIVALDO muita, paz e muitos anos de vida.
  34. 34. 34 00’:02 “SINAL DA HORA LOC.1: ÀS 18... h É hora dos informativos 00’:05 “ comunitários, com Jorge Gonçalves. LUCIVALDO *VINHETA – 00’:11”INFORMATIVOS * LOC.2: 00’:41 “ I NFORMATIVOS. JORGE Você acompanha mais informativos no BG ENTRE OS programa de amanhã, até lá.INFORMATIVOS *LOC.1: Obrigado Jorge; depois de ficar bem 00’:10 “ informado, você acompanha agora o LUCIVALDO quadro REFLEXÃO e hoje falaremos sobre a Preservação do Meio Ambiente. 01 ‘: 20 “ MÚSICA TERRA PROMETIDA – ( NILTOM FREITAS); CD BELO SERTÃO
  35. 35. 35 Você ouviu Nilton Freitas “Terra Prometida”. E olha só o alerta que ele faz: Falta água prá beber e molhar a plantação. Tudo isso, por causa da LOC.1: destruição da natureza, provocada por 00’:42 “ todos nós seres humanos e é por isto que LUCIVALDO o nosso tema de reflexão é a preservação do meio ambiente. E é por isto que vários países estão em Copenhague, na Dinamarca, desde o último dia 07 e vão até esta sexta-feira, dia 18, discutindo o que fazer para reduzir a poluição no planeta. LOC. 2 E 3: TEMA – O MEIO AMBIENTE 01 ‘: 19 “ JORGE / Dicas de economia e preservação do meio ambiente. ANNA LUÍSA É isso aí, você também pode fazer a diferença nesta luta por um mundo LOC.1: melhor para se viver. Dezoito horas e..., 00’:13 “ esta na linha conosco o Padre João LUCIVALDO Carlos. Ele vai falar sobre nosso tema de hoje. Boa noite Padre! Boa noite Cival Anjos e toda equipe também uma noite muito especial para os ouvintes acompanhando o programa. Você falou agora, há pouco, sobre a questão do aquecimento global, é 01’: 00” importante que todos entrem nessa lutaPARTICIPAÇÃO POR pela preservação do planeta e nos temosTELEFONE que dar o bom exemplo. Com estas pequenas dicas, se todo mundo seguir,PADRE JOÃO nós sim poderemos mudar o mundo.CARLOS Fazer nossa parte e contribuir para um mundo melhor para as nossas futuras gerações, afinal a natureza é uma criação de Deus e nós somos parte dela. Portanto, como cristãos e cristãs, sejamos conscientes e façamos a nossa parte. Obrigado e boa noite.
  36. 36. 36 Chegamos ao final do nosso programa, obrigado pela sua sintonia, estaremos de LOC.1: volta quarta–feira. Desde já contando 00’: 08 “ com a sua audiência BOA LUCIVALDO NOITE! 00’: 42 “ POEMA “MÃE DE TODOS NÓS” – ZÉ VICENTE VINHETA DE Estamos apresentando o Programa PASSAGEM Igreja Viva, a voz da Igreja nas ondas do 00’: 12 “ Rádio. 00’: 02 “ SINAL DA HORA LOC.1: 00’: 16 “ LUCIVALDO PARTICIPAÇÃO DO OUVINTE: LOC.2: POEMA DE CECÍLIO LINO DOS 01 ‘: 26” JORGE SANTOS “HÁ TEMPO PRÁ ESCOLHER” E assim chegamos ao final do Programa LOC.1: Igreja Viva, obrigado pela sua sintonia, 00’: 27 “ LUCIVALDO estaremos de volta quarta-feira. Desde já contamos com a sua audiência, fiqueENCERRAMENTO DO agora com a música do Padre Zezinho PROGRAMA “Oração pela Família”, e boa noite.
  37. 37. 37 EDIÇÃO DO PROGRAMA PILOTOPara que a produção do programa sugerido (Programa Piloto) ficasse de acordo com o queesperávamos e o que aprendemos na academia buscamos usar estúdios e equipamentos de boaqualidade técnica para obtermos um resultado satisfatório. Primeiro fizemos a edição no próprioestúdio da rádio Continental, onde o programa atual é veiculado, inclusive, fizemos a edição doáudio no programa Sound Forge, software editor de áudio digital galardoado que inclui umpoderoso conjunto de processos, ferramentas e efeitos para a gravação e manipulação de áudio,no qual podemos executar manipulações, aplicando-lhes efeitos e filtros, usamos microfoneBehringer XM 1800 e mesa de som Behringer de 8 canais, e gastamos cerca de 12 a 15 horas,entre coleta de músicas, vinhetas da rádio e do programa Igreja Viva que foram usadas naprodução do Programa Piloto, discussão do material a ser usado e a sua devida ordem no roteirodo programa para ter agilidade no momento da edição, porém a gravação ficou com ruídosprovocados por defeito na placa de áudio do computador e no cabo e plugue que conecta omicrofone à mesa de som, que a conduz à placa de áudio. Como estes ruídos, certamente,afetariam a comunicação estabelecida entre emissor, Pastoral da Comunicação, e receptor,público ouvinte, Weaver (1997, p. 31) diz que, “Se for introduzido o ruído, a mensagem recebidapassa a conter determinadas distorções, determinados erros, determinado material estranho, queprovocam maior incerteza”, e afetaria o processo de decodificação da mensagem pelo receptor,buscamos refazer todo o processo de edição e usamos o laboratório de rádio da Uneb –Universidade do Estado da Bahia, em duas tardes, com média de nove horas, tempo reduzido emrelação à primeira gravação, pois já tínhamos todos os dados coletados e roteiro pronto. Para estanova produção usamos um microfone sem fio SKP UHF-255, um microfone Behringer B-2 PRO,
  38. 38. 38para a captação das vozes, usamos também uma mesa de som Behringer xenyx 2222FX, paramisturar os sons de voz, músicas, efeitos, vinhetas. Além destes equipamentos já citados, fizemosuso ainda, de um computador com processador Quad Core 2.6 GHZ e como software de edição,trabalhamos com o Audacity version 1.3.5 beta released / Pc / Mac / Universal / Linux / Free,um software livre que contribuiu muito para fazermos os cortes e os Fades nos pontos exatos.Este programa também tem outra vantagem em relação ao sound forge, trabalha com mais deuma faixa de gravação ao mesmo tempo (multipistas), e este recurso facilitou muito o nossotrabalho da edição do áudio, pois, segundo Francisco Leal, (2009, p. 4). “O recurso à gravaçãoem multipista possibilita a sobreposição de vários elementos para uma composição sonora maiscomplexa”. Além dos fades que ficaram mais suaves, diferentes do programa existente, que seobservou cortes bruscos.Tivemos a necessidade de usar alguns efeitos, como por exemplo, a colocação de reverb paradarmos mais brilho nas vozes. Para este processo usamos o Gverb. No momento da participaçãodo Padre Antonio Carlos, para simularmos que ele estava participando por telefone, usamos oLow Pass Filter, para remover os graves da voz e ficar com o aspecto do som de telefone. Para aconclusão de todo o processo, foi usado o efeito amplificar para nivelar toda a altura do áudio enão permitir que vozes, músicas e efeitos ficassem um mais alto que o outro, prejudicando aestética de um programa que serve como modelo para o já existente.Vale ressaltar que muitos dos ruídos encontrados no programa atual, são frutos da qualidade dosom AM, pois, como afirma Ferraretto, “...os receptores AM sofrem interferência de fenômenosnaturais, como raios, ou artificiais, como as provocadas por motores”.(2001, p. 67) e este som égravado, transmitido ou reproduzido em mono, de monofonia, que é realizado por um só canal,como diz este mesmo autor. (2001, p.69). No entanto, programa foi produzido em estéreo, de
  39. 39. 39esterofonia, sistema de reprodução do áudio que utiliza dois canais de som monaurais distintos e,por isso o som é emitido com mais qualidade, som transmitido pelas FMs, pois não sofre asmesmas interferências que o rádio AM sofre. (FERRARETTO, 2001, p. 67). RETORNO À COMUNDADEApós o processo envolvendo pesquisa, elaboração do roteiro, gravação e edição do ProgramaPiloto com as modificações sugeridas, tendo por base o programa antigo, chegou então omomento de dar um retorno social a comunidade. No dia 31 de janeiro de 2010, das 08h às 12h,foi realizado um encontro na sede do Centro Educacional Escola Casa do Menor em Serrinha.Nele estiveram presentes os membros da Pastoral da Comunicação que apresentam o ProgramaIgreja Viva e nós pesquisadores. Na oportunidade, a partir das contribuições teóricas, em meio aum processo de avaliação e discussão acerca da produção e apresentação do programa, foramapresentados os resultados da pesquisa revelando as impressões do público ouvinte acerca doprograma, bem como, as considerações daqueles que não ouvem o programa. Também foramexibidos trechos do programa piloto com as sugestões de mudanças e melhoramentos sugeridos.Tratou-se de um momento bastante proveitoso, pois até então, nunca havia sido feita nenhumapesquisa dessa natureza no contexto local, os resultados obtidos na pesquisa serviram de basesconcretas que as equipes passaram a levar em conta na produção e apresentação do programa. Apartir desse encontro, foi solicitado pela coordenação e membros da Pastoral da Comunicação(PASCOM), que outros momentos fossem realizados, a fim de que neles, sejam discutidos os
  40. 40. 40resultados provocados pelas mudanças a partir das contribuições trazidas pela pesquisa, e assim,o Programa Igreja Viva se torne a cada dia mais atraente, dinâmico e comunicativo. CRONOGRAMAATIVIDADES Set Out Nov Dez Jan MarElaboração e aplicação do questionário XAnálise dos dados xElaboração do roteiro XDesenvolvimento do programa e escrita x Xdo memorial e entregaDefesa do TCC XREFERÊNCIASBELSEBRE, Armand. A linguagem radiofônica. In: MEDITSCH, Eduardo (org). Teorias doRádio. Florianópolis: Insular, 2005.CÉSAR, Cyro. Como falar no rádio: pratica de locução AM e FM / Cyro César. – São Paulo:Summus, 2009.DEL BIANCO, Nélia R. MOREIRA, Sônia Virgínia. Rádio no Brasil: Tendências ePerspectivas. Rio de Janeiro: Eduerj; Brasília: UNB, 1999.FERRARETTO, Luiz Artur. Rádio: o veículo, a história e a técnica. Porto Alegre, RS: SagraLuzzatto, 2001.
  41. 41. 41FEBVRE, Lucien. Artigo. 2004, p. 01.FILHO, André Barbosa; PIOVESAN, Ângelo Pedro; BENETTON, Rosana (orgs.). Rádio:sintonia do futuro. – São Paulo: Paulinas, 2004. – (Coleção comunicação-estudos).GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa – 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.GOLIN, Cida. GUARANHA KREISNER, Graça Maria. O Rádio é a Cidade: O Anúncio daMorte ao Meio-Dia. In: Verso e Reverso; Revista da Comunicação: Universidade do Vale doRio dos Sinos-UNISINOS RS, nº36.LEAL, Francisco. Sonoplastia & Desenho do Som. 2006. Disponível em: WWW.francisco-leal.com. Acesso em: 20 de maio de 2009.MCLEISH, Robert. O trabalho do Produtor. In: Produção de Rádio: Um guia abrangente daprodução Radiofônica. São Paulo: Summus, 2001.ORTRIWANO, Gisela S. A informação no rádio. Os grupos de poder e a determinação dosconteúdos. São Paulo: Summus, 1985.SEPAC – Serviço à Pastoral da Comunicação. Rádio: a arte de falar e ouvir: (laboratório) /SEPAC – Serviço à Pastoral da Comunicação. – São Paulo: Paulinas, 2003 – (Pastoral daComunicação: Teoria e prática. Série manual).VANOYE, Francis. A expressão e comunicação oral. In: Usos da linguagem: problemas etécnicas na produção oral e escrita. São Paulo: Martins Fontes, 1996. Capitulo III, p.159 – 176.VIGIL, José Ignacio López. Manual Urgente para Radialistas Apaixonados. Paulinas, SãoPaulo-SP, 2003.WEAVER, W. A Teoria matemática da comunicação. In: COHN, Gabriel (org.) Comunicação eIndústria Cultural. 5ª edição. São Paulo. T.A. Queiroz, 1997. p. 25-37.XAVIER, Antonio Carlos dos Santos. A linguagem do rádio. 1. Ed. Catanduva, SP, EditoraRespel, 2006.
  42. 42. 42
  43. 43. 43 ANEXOSUniversidade do Estado da BahiaDepartamento de Educação-Campus XIVCurso de Comunicação Social/Rádio e TVDiscente: Jorge SoaresDocentes: Anna Luísa S. dos Santos Jorge Gonçalves Lucivaldo Anjos
  44. 44. 44QUESTIONÁRIO PARA OUVINTES1.QUANTOS DIAS VOCÊ OUVE O PROGRAMA IGREJA VIVA?2. QUAL O SEU DIA PREFERIDO? POR QUÊ?3. O QUE VOCÊ MAIS GOSTA E MENOS GOSTA NO PROGRAMA IGREJA VIVA?4. NA SUA OPINIÃO O QUE É NECESSÁRIO PARA QUE O PROGRAMA TENHA UMAMAIOR AUDIÊNCIA?5. O QUE VOCÊ ACHA DAS EQUIPES QUE APRESENTAM O PROGRAMA?Universidade do Estado da BahiaDepartamento de Educação-Campus XIVCurso de Comunicação Social/Rádio e TVDiscente: Jorge SoaresDocentes: Anna Luísa S. dos Santos Jorge Gonçalves Lucivaldo Anjos
  45. 45. 45QUESTIONÁRIO PARA NÃO OUVINTES1. QUE PROGRAMA VOCÊ OUVE OU ASSISTE NO HORÁRIO DAS 18:00H?2. VOCÊ JÁ OUVIU ALGUMA VEZ O PROGRAMA IGREJA VIVA?A) VOCÊ JÁ OUVIU FALAR?B) POR QUE DEIXOU DE OUVIR?3. POR QUAL MOTIVO VOCÊ PREFERE OUTRA OPÇÃO NO HORÁRIO E NÃO OPROGRAMA IGREJA VIVA DA PARÓQUIA DA CATEDRAL?4. O QUE LHE ATRAIRIA A OUVIR O PROGRAMA?

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