Chamo me fri k e já tenho dono

314 views
288 views

Published on

0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
314
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
4
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Chamo me fri k e já tenho dono

  1. 1. Chamo-me Frik e já tenho Dono de Margarida Fonseca Santos
  2. 2. A história fala-nos de um cachorro que foi posto à venda, com os irmãos, numa loja de animais, de um Centro Comercial. Estavam lá, há uma semana.
  3. 3. Eram de raça Cocker e estavam a ser muito bem vendidos, pois segundo a dona da loja, a ninhada era muito bonita.
  4. 4. Um dia, enquanto o herói da nossa história roía a orelha da irmã, entrou na loja um casal com duas crianças, uma de colo e a outra de oito anos. O cachorro gostou logo do rapaz, que se foi ajoelhar ao pé dele, fazendo-lhe festas.
  5. 5. A irmã do cocker quando viu todas aquelas ternuras, tentou morder os dedos ao rapaz, porque ele nem sequer tinha reparado nela. Entretanto, a nossa personagem principal apercebeu-se pelo sorriso do casal, que tinham tomado uma decisão, em relação a que cachorro comprar.
  6. 6. O cachorro da nossa história, apesar de ter pena da irmã, achou logo que seria ele o escolhido. Ele sabia que ela ia ficar sozinha, então, tranquilizou-a, já que tinha de ficar por ali, mais uns diazinhos, até o seu comprador a vir buscar.
  7. 7. Enquanto os pais faziam contas com a dona da loja, o rapaz continuava a fazer festas ao cachorro com um ar tristonho, pois nem sequer imaginava que os pais lho iam oferecer como prenda de anos.
  8. 8. O rapaz só percebeu que a sua prenda de anos era o cachorro, quando a senhora lho entregou nas mãos e lhe desejou um bom dia de anos. O rapaz pôs-se então aos saltos de contente.
  9. 9. Em casa do rapaz, o cachorro tinha todas as comodidades: a cestinha com um cobertor, para se deitar; as taças onde comia e bebia; a coleira e a trela.
  10. 10. A casa do rapazinho tinha um quintal e um sótão. A família fez uma reunião para decidir o seu nome. Depois de algumas sugestões foi a mãe do rapaz que se lembrou de lhe chamar Frik por ele ter o pêlo do cocuruto da cabeça despenteado. Nesse primeiro dia, deram-lhe arroz de salsichas e o dono levou-o para o quarto, onde dormiu junto à sua cama.
  11. 11. No outro dia, que era fim de semana, a casa estava cheia de convidados, pois os pais do Pedro, assim se chamava o rapaz, organizaram -lhe uma festa de anos. Lá para o final da festa, só ficaram lá em casa os primos do rapaz que eram gémeos.
  12. 12. Então, o Pedro lembrou-se de pedir à mãe um cachorro – quente.. Frik ao ouvir tal pedido, ficou cheio de medo, e, enquanto a mãe lhe explicava que não eram horas de comer cachorros –quentes, Frik foi-se esconder debaixo de uma
  13. 13. Foi o pai do Pedro que o foi descobrir, completamente infeliz (agora, só pensava que o seu dono, afinal só gostava dele porque o queria comer), e levo-o entretanto, para a cozinha, onde lhe continuou a fazer festas e o mostrou à mãe do Pedro.
  14. 14. Nenhum dos dois progenitores percebeu o que se passava com o cachorro, ele tremia, gania e o seu coração quase rebentava, só de pensar que ia ser comido.
  15. 15. Só mesmo quando a mãe do rapaz os chamou para virem comer os saborosos cachorros – quentes e Frik viu as salsichas serem colocadas dentro de pães e serem distribuídas pelos miúdos, é que compreendeu o significado de cachorro – quente e se acalmou, adormecendo nos braços do pai. FIM!

×