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  • CCAGerenciamento de centro de custo
    OPAOrdens internas
    PCGerenciamento do custo do produto
    PCAGerenciamento de centro de lucro
    PAAnálise de resultados
    ABCCusto baseado na atividade
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  • Os dados mestres de centros de custo são divididos em cinco partes. São elas:
    Período de validade:
    Dados básicos:
    As demais partes que compõem a criação do centro de custo referem se a dados como endereço, telefone e quando e por quem este referido centro de custo foi criado.
  • Classes de Custo
    Sempre que ocorre uma despesa em uma companhia, precisamos saber quem é o responsável (centro de custo) e em que foi incorrido o montante (classes de custo). Uma classe de custo (elemento de custo) é a natureza desta despesa.
    Existem 2 tipos de classes de custos: Primárias e Secundárias
    Primárias: Por definição, são as contas de despesas e de receitas existentes no razão. Obrigatoriamente, as classes de custo primário deverão existir no plano de contas da empresa.
    Secundárias: são contas criadas dentro do próprio módulo de controladoria, cuja função básica será a de facilitar os lançamentos realizados a partir do módulo de controladoria, bem como, o de realizar os rateios e alocação de atividades para os respectivos centros de custo.
  • <number>
    Apresentação da metodologia disponível no SAP para alocar custos.
    Definições a seguir.
  • Um centro de lucro é uma unidade organizacional voltada para administração, usada para fins de controlling interno. A divisão da empresa em centros de lucro permite analisar áreas de responsabilidade e delegar responsabilidades para unidades descentralizadas, tratando-as então como “empresas dentro da empresa”. É possível definir centros de lucro de acordo com o produto (linha de produtos, setores de atividade), fatores geográficos (regiões, escritório ou locais de produção) ou função (produção, vendas).
    A hierarquia standard é uma estrutura em árvore que contém todos os centros de lucro de uma área de contabilidade de custos.
  • A Contabilidade de centro de lucro (EC-PCA) permite a determinação de lucros e perdas por centro de lucro através da abordagem de cálculo de custo global por período ou de custo de vendas. Também permite a análise do capital fixo e dos chamados "índices estatísticos" (número de funcionários, área e assim por diante) por centro de lucro. Conseqüentemente, é possível calcular todos os índices normalmente utilizados na contabilidade de custos (retorno sobre o investimento, fluxo de caixa, vendas por funcionário e assim por diante).
  • Os centros de lucro diferem dos centros de custo porque que estes representam simplesmente as unidades em que custos de capacidade ocorrem, enquanto a pessoa encarregada do centro de lucro é responsável pelo saldo de custos e receitas.
  • A estrutura fundamental de análise de resultados é definido pelo segmento de rentabilidade.
    O segmento de rentabilidade, por sua vez, é definido da seguinte forma:
    Características (produtos, clientes, regiões)
    Valores das características (produto x cliente, produto x região)
    Segmentos de rentabilidade (combinação dos valores das características. Exemplo: produto x vendas para o cliente A na região SUL)
    Elementos de custo
  • CO-PA permite o exame da rentabilidade de segmentos de mercado ¾ estruturado de acordo com os produtos, clientes, pedidos, e síntese destas e outras características ¾ como também das unidades organizacionais tais como a empresa ou as áreas comerciais. O objetivo é prover os empreendimentos de vendas, marketing, planejamento e administração com apoio à decisão de um ponto de vista orientado ao mercado.
    A aplicação CO-PA pode ser utilizada por empresas de qualquer ramo da indústria (engenharia mecânica, atacado e varejo, química, indústrias de serviços e outras) e com qualquer tipo de produção (produção repetitiva, produção por ordem de cliente, produção por processo). Os dados podem ser examinados por período, ordem ou projeto.
    A Contabilidade de centro de lucro (EC-PCA) permite examinar lucros e perdas internos para centros de lucro. Isso torna possível a avaliação de diferentes áreas ou unidades dentro da empresa. É possível estruturar centros de lucro de acordo com a região (sucursais, centros), função (produção, vendas) ou produtos (grupos de produtos, setores de atividades). A Contabilidade de centro de lucro é um componente do módulo "Controlling empresarial".
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    You can maintain object links from either the document or the object concerned.
    You can start display applications directly from the object.
    By following a few simple steps, you can link additional objects to the DMS.
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    Business Background
    For maintenance, operational or service reasons, organizational units or persons are often directly assigned to a specific technical object. Those partners could belong either to the organization of the enterprise itself or to an external organization.
    System Features
    The system provides now the facility to define and assign business partners to equipments and functional locations. HR-objects and general system objects like- organizational unit- position- personnel number- system usercan be defined as a Internal Partner objects.External partner objects are defined at the vendor and the customer master record. Within the internal and external partners the system provides partner functions for further differentiation Partners are assigned by entering the partner number at the object master record. Besides these objects, addresses can be defined at equipments and functional locations using the SAP standard address administration.
    Integration with R/3 System/ Components
    As partners to equipments and functional locations only valid objects of the HR-module (personnel records), the SD-module (vendor, customer) or the general system (user master) can be assigned. Retrievel function to select and display those objects from the PM-module are provided. Within the PM-module partner information is transferred from the object master to notifications and workorders.
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    Serviceaufträge werden durch die Problemmeldung des Kunden oder durch zeit-oder zählerstandsabhängige Wartungstermine ausgelöst.
    Der Serviceauftrag ist die Basis für die logistische Planung durch das Servicepersonal beim Kunden oder in der Servicewerkstatt.
    Die erforderlichen Vorgänge werden festgelegt. Eine Ausführung kann dabei durch eingenes Personal oder extern erfolgen. Basis der Kapazitätsplanung sind die entsprechend zugeordneten Planzeiten. Für die externen Leistungen kann eine entsprechende Bestellanforderung automatisch ausgelöst werden.
    Die zugeordneten Materialen werden im Lager reserviert. Auf Basis der Materialreservierung kann Materialentnahme und Bereitstellung erfolgen. Für Fremdmaterialien, die nicht lagerhaltig sind, wird ein Beschaffungsprozeß angestoßen.
    Wichtige Hilfsmittel wie spezielle Werkzeuge oder Zeichnungen können den Vorgängen ebenfalls zugeordnet werden.
    Durch die entsprechenden Rückmeldefunktionen werden die entsprechenden Ist-Daten auftragsbezogen erfaßt.
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    Serviceaufträge werden durch die Problemmeldung des Kunden oder durch zeit-oder zählerstandsabhängige Wartungstermine ausgelöst.
    Der Serviceauftrag ist die Basis für die logistische Planung durch das Servicepersonal beim Kunden oder in der Servicewerkstatt.
    Die erforderlichen Vorgänge werden festgelegt. Eine Ausführung kann dabei durch eingenes Personal oder extern erfolgen. Basis der Kapazitätsplanung sind die entsprechend zugeordneten Planzeiten. Für die externen Leistungen kann eine entsprechende Bestellanforderung automatisch ausgelöst werden.
    Die zugeordneten Materialen werden im Lager reserviert. Auf Basis der Materialreservierung kann Materialentnahme und Bereitstellung erfolgen. Für Fremdmaterialien, die nicht lagerhaltig sind, wird ein Beschaffungsprozeß angestoßen.
    Wichtige Hilfsmittel wie spezielle Werkzeuge oder Zeichnungen können den Vorgängen ebenfalls zugeordnet werden.
    Durch die entsprechenden Rückmeldefunktionen werden die entsprechenden Ist-Daten auftragsbezogen erfaßt.
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  • Transcript

    • 1. VISÃO GERAL SAP SAP - Systems, Applications and Products in Data Processing
    • 2. INTRODUÇÃO O sistema SAP-R/3 é um sistema que integra completamente a aplicação de negócios, ou seja, é oferecer um conjunto integrado compacto de aplicativos empresariais de grande escala. A completa integração de seus módulos assegura que todas as transações de negócios em uma companhia sejam acessíveis para todas as áreas da companhia. Consiste em um sistema básico que controla e coordena os programas de aplicações, que podem ser usadas isoladamente ou combinadas.
    • 3. OBJETIVO Apresentar uma visão disponibilizadas pelo SAP geral das ferramentas Demonstrar as funcionalidades do R/3, para atender ao processo de todos os módulos
    • 4. Módulo FI
    • 5. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 6. Conceito FI: Concentra o processamento de todas as atividades Legais e movimentações Financeiras das empresas.
    • 7. Sub módulos em FI ⇒ GL - Contabilidade Geral ⇒ AP - Contas a Pagar - Fornecedores ⇒ AR - Contas a Receber - Clientes ⇒ TR - Tesouraria ⇒ SL - Ledger Especial (Special Purpose Ledger)
    • 8. GL - Contabilidade Geral Conceito: A contabilidade geral ou razão, permite o registro completo de todas as transações contábeis. É possível a verificação das informações por registro, contas, período, sumários de débitos e créditos, análises de balanços.
    • 9. GL - Contabilidade Geral Atividades pertencentes ao Sub-módulo: ⇒Plano de Contas ⇒Lançamentos contábeis ⇒Análise Contas Contábeis ⇒Fechamento Contábil / Emissão do Balanço ⇒ Livros Fiscais → Livro de Apuração de ICMS (Modelo 9) → Livro de Apuração de IPI (Modelo 8) → Livro Diário ⇒ Arquivos Magnéticos → Convênio ICMS → IN68
    • 10. AP - Contas Pagar - Fornecedores No contas a pagar é realizada a contabilidade de fornecedores, sendo parte integrante de Compras, onde entregas e faturas de fornecedores são registradas. São suportados diversos meios de pagamento, tanto em formulários impressos como eletrônicos. Inclui a administração de dados mestre de bancos, cash balance e a criação e o processamento de pagamentos de entrada e saída. Provê interfaces manuais e eletrônicas para a realização e controle de pagamentos com bancos.
    • 11. AP - Contas Pagar Fornecedores Atividades pertencentes ao Sub-módulo: ⇒Ordens de Pagamentos ⇒ Adiantamentos e Solicitações de adiantamentos a Fornecedores. ⇒ Faturas ⇒ Nota de Crédito ⇒ Transferências Internas ⇒ EDI Bancário
    • 12. Fluxo do Contas a Pagar-Fornecedores Como meu contas a pagar pode ser alimentado Meu Contas a Pagar Fornecedor 1 MM Fornecedor 2 FI Fornecedor 3 Interfaces Fornecedor 3 Fornecedor 2 Fornecedor 1
    • 13. Contas a Receber - Clientes No contas a receber é realizada toda a contabilidade de clientes, sendo parte integrante da Administração de Vendas. Contém ferramentas para supervisionar partidas em aberto, como análise de contas, relatórios de alarme, quadros de vencimento e programa de reclamação de pagamentos.
    • 14. AR - Contas a Receber - Clientes Atividades pertencentes ao Sub-módulo: ⇒Duplicadas ⇒ Adiantamentos e Solicitações de adiantamentos de Clientes ⇒ Nota de Débito ⇒ Transferências Internas ⇒ EDI Bancário
    • 15. Fluxo do Contas a Receber - Clientes Como meu contas a receber pode ser alimentado Cliente 1 SD Cliente 2 FI Cliente 3 Interfaces Meu Contas a Receber Cliente 3 Cliente 2 Cliente 1
    • 16. TR - Tesouraria Na tesouraria é extraída informações sobre o orçamento financeiro da empresa, tendo como principal atividade a conciliação bancária e a posição do caixa a curto prazo.
    • 17. Atividades pertencentes ao Sub-módulo: ⇒ Gerenciamento de Caixa ⇒ Previsão de Tesouraria ⇒ Realizado Diário ⇒ Extrato de Conciliação Bancária Manual ⇒ Extrato de Conciliação Bancária Eletrônica
    • 18. SL - Ledger Especial Conceito: O Special Ledger ou Ledger Especial permite a coleta de informações de outros módulos do SAP, como SD, CO, MM, SD e inclusive o FI, possibilitando lançamentos de ajustes exclusivos dentro do SL. Tem como característica a geração de relatórios para fins “exclusivamente” gerenciais
    • 19. Palavras Chave - Arquivo retorno; - Banco; - Bloqueio de contabilização; - Bloqueio Contas Contábeis; - Compensação de Partidas em Aberto; - Coordenadas bancárias; - Conciliação Bancária; - Contabilidade Geral; - Contas a Pagar; - Contas a Receber; - Contas contábeis; - Dados Mestres de Contas, Fornecedores Clientes; - Encerramento de Período ou Exercício; - Estorno ou anulação de documentos contábeis; - Empresa; - Faturas de Compra e Venda; - Lançamentos contábeis; - Maio de pagamento; - Nota de Crídito; - Período contábil; - Plano de contas; - Programa de pagamento; - Solicitação de Adiantamento / Adiantamento; - SPL.
    • 20. Módulo CO
    • 21. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 22. Visão do Módulo de Controlling FI SD CO MM AA PP Cliente/Servidor PS QA ABAP/4 WF PM HR IS R/3 COEIS CO COOPA CO- CO- CCA ABC COPCA COPA COPC
    • 23. Conceitos de Controlling O Módulo de aplicação CO representa o fluxo de custos e rendimentos da companhia. CO é um instrumento para tomada de decisões organizacionais. A contabilidade de custos é um método de custeio que tem como propósito a determinação, registro e análises de gastos identificados, de cada uma das unidades ou centros de custos considerados. O módulo CO toma seus dados da contabilidade financeira sobre a forma de classes de custo. A contabilidade de custos se divide em contabilidade de classes de custo e contabilidade de centros de custo.
    • 24. Controladoria  Contabilidade de Centros de Custo SD FI Sales & Distribution Financial Accounting CO Controlling MM Materials PP R/3 QM Client/Server PM ABAP/4 WF Production Quality AM HR  Custo de Produção PS  Custo ABC Assets Maintenance Human Resources  Contabilidade de Centros de Lucro Projects Workflow  Análise de Rentabilidade IS Industry Solutions  Orçamentos
    • 25. Fluxo de Informações Contabilidade Externa MM AM Liquidação das variações de produção produção PP FI SD Receitas/ Quantidades Análise de rentabilidade base no custo COPA Custeio de produtos COPC HR Vendas Custo dos produtos vendidos COCCA Gerenciamento de custos indiretos COOPA Rateio por C. custo Liquidação de ordens Lançamentos de FI
    • 26. Resumo do Controle de Custos Controle de Despesas Gerais Custeio de Produto Centros de Custo PA Análise de Rentabilidade Receitas Seg.de Mercado ... PCA Advertising Ordens Internas Métodos  série  massa  processo  por encomenda Custo de Vendas Centros de Lucro Orçamento Financeiro Orçamento Financeiro
    • 27. Controladoria - CO-CCA - Cost Center Accounting . Custos Indiretos e Fixos . Custos nos Centros de Custos . Estruturas e relações entre os Centros de Custos - CO-PC - Product Cost . Apuração e análise dos custos dos produtos - CO-OPA - Internal Orders . Ordens Internas
    • 28. - CO-PCA - Profit Center Accounting . Resultados por Centro de Lucro - CO-ABC - Activity Based Costing . Apuração e análise de custos por atividade - CO-PA - Profitability Analysis . Apuração e análise dos resultados
    • 29. Objetos de Custos . São “compartimentos” utilizados para coletar vários tipos de despesas. Podem ser: - Centros de Custos; - Ordens (Internas, Vendas, Produção); - Ordens Internas Estatísticas; - Atividades (ABC); - Projetos; - Objetos de Resultados; - Centros de Lucros.
    • 30. Estrutura Organizacional Mandante "Client" Plano de Contas Área de Resultados Área de Contabilidade de Custos Área de Contabilidade Área de Contabilidade de Custos de Custos Empresa Empresa Divisão Divisão Divisão Plano de Contas Empresa
    • 31. Definição de Estrutura Organizacional Plano de contas como o próprio nome já diz, é onde se faz uma associação de todas as contas definidas pela área de contabilidade e finanças da empresa. é utilizado somente pelo módulo de Análise de resultados (PA) e representa o maior nível de informações que existe dentro do R/3. Uma ou mais área de contabilidade de custos poderá se associar a Segmentos de rentabilidade, desde que, parametrizável. Segmentos de rentabilidade Área de contabilidade de custos é a unidade organizacional fundamental que define o uso de todas as funcionalidades de controladoria dentro da organização. A área de contabilidade de custos pode ou não incluir uma ou mais empresas, no entanto, obrigatoriamente, no momento de associação entre a área de contabilidade de custos e empresa, deve se levar em consideração que ambas devem estar utilizando o mesmo plano de contas operacional, bem como, o mesmo ano fiscal.
    • 32. Definição de Estrutura Organizacional Empresa é definida como sendo a unidade financeira independente que deve atender às exigências legais, tais como emissão de balanços mensais e o do encerramento anual do Exercício. Divisão é definida como sendo a unidade organizacional a qual poderá, dependendo das necessidades de cada empresa, emitir os balanços. Como exemplo, a divisão pode ser considerada como uma filial, como uma linha de produtos, como região, enfim, dependerá única e exclusivamente da forma pela qual a empresa está acostumada a trabalhar.
    • 33. Controle de Custos Indiretos Dados Mestres de Contabilidade de Custos Tipos de Atividades Centros de Custo SAP R/3 Classes de Custo Índices Estatísticos Ordens Internas
    • 34. Classes de Custo: Sempre que ocorre uma despesa em uma companhia, precisamos saber quem é o responsável (centro de custo) e em que foi incorrido o montante (classes de custo). Centro de Custo: É uma unidade organizacional dentro da empresa onde as despesas ocorrem. Tipos de Atividade: São bases de alocações/transferências diretas de custos e possuem contas contábeis para os tipos de atividade. Exemplos comuns de tipo de atividade incluem mão de obra seja ela de manutenção como de produção.
    • 35. Índices Estatísticos: São utilizados como uma base de alocação que definem como aplicar valores a centros de custos, centros de lucros, ordens internas ou até mesmo para processos. Ordens Internas: São utilizadas para planejar, coletar, monitorar e liquidar os custos de operações específicas dentro da empresa.
    • 36. Classe de Custos Classes de custo primárias FI Usa Contas para Classificar recursos CO Usa classes de custo para classificar recursos Conta do razão Classe de custo SXXXXXXXXX Despesas de viagens SXXXXXXXXX Despesas de viagens Classes de custo secundárias Controlling Classe secundária CXXXXXXXXX
    • 37. Fluxo de Dados em Ordens Internas Contabilidade Financeira Contabilidade externa Entradas Contas do razão Serviços Administração Materiais Ordens Internas Materiais  Controladoria Atividade interna Custo indireto Manutenção  Conserto  Evento (Feira) Contabilidade Interna Centro de custo Ordens ... Vendas Receita
    • 38. Elementos da Estrutura Ordens Internas: - São agrupamentos temporários nos quais as despesas são planejadas, coletadas e informadas. - São ferramentas bastante flexíveis que podem ser utilizadas de diversas maneiras para rastrear custos, e em alguns casos até mesmo receitas. - Podem fornecer maior detalhamento das despesas. - Utilizadas para monitorar custos dentro da contabilidade de custos - Podem ser reais ou estatísticas. Hierarquia de Ordens Internas: - Agrupamentos de Ordens Internas para que em uma análise de estruturas mais complexa possa ser representada.
    • 39. Alocação Alocar é movimentar custos e despesas entre objetos de custos. Metodologia SAP-R/3 1) Transferências 2) Distribuição 3) Rateio 4) Alocação Indireta de Atividade
    • 40. Ciclo Emissor A Segmento 1 Receptor B 1000 50% Receptor C 50% Emissor C Segmento 2 Receptor B 500 50% Receptor D 50% Saldo Inicial 1 2 Segmento1 Segmento 2 Saldo Final Modelo de cálculo/sequência A B C D (1000) - 500 250 500 (500) 250 750 0 250
    • 41. Ciclo de Distribuição Emissor A Segmento 1 Receptor B 1000 50% Receptor C 50% Emissor C Segmento 2 Receptor B 500 50% Receptor D 50% Saldo Inicial 1 2 Segmento1 Segmento 2 Saldo Final Modelo de cálculo/sequência A B C D (1000) - 500 250 500 (500) 250 750 0 250
    • 42. Planejamento • A entrada de dados no planejamento em CO é feita através de telas de entrada de dados (os perfis de planejamento). Existem perfis standard no sistema, mas diferentes perfis podem ser criados para atender às necessidades da empresa. • Planejamento em CCA ocorre em três áreas: 1- planejamento de classes de custo/consumo de atividade 2- planejamento tipos de atividades/ preços de atividades 3- planejamento de índices estatísticos
    • 43. Encerramento de Período • Pode-se encerrar o período em CO quando a a folha de pagamento for lançada no HR, faturas tiverem sido criadas em SD, depreciação lançada no AA (Contabilidade de Ativo Fixo), todas despesas lançadas em FI e atividades internas alocadas em CO. • No final do período tem-se os custos reais e pode-se então executar os procedimentos de fechamento. Fazem parte destas atividades: • Distribuição e/ou transferência de custos primários • Cálculo de provisões • Rateio de custos primários e secundários • Transferência de índices estatísticos do LIS (Logistic Information System) • Lançamento indireto de atividades • Reconciliação com FI • Decomposição e cálculo de tarifas reais • Reavaliação de ordens com tarifas reais • Pré-distribuição de custos fixos
    • 44. Controle de Custo do Produto Dados Mestres do Controle do Custo do Produto Lista de Materiais Centro de Trabalho SAP R/3 Process Template (ABC) Roteiro Cadastro Mestre de Materiais
    • 45. Custo do Produto O controlling de custo de produto inclui: - Planejamento do custo do produto - responsável pelo cálculo do custo planejado dos materiais e objetos da contabilidade de custos - Contabilidade de objetos de custos - responsável por alocar os custos incorridos na empresa nos devidos objetos de custos. Ex. movimentação de materiais para ordem de produção, apontamento de atividade para ordem de produção - Custo real / Ledger de material - responsável pela valorização do estoque O controle do custo do produto fornece informações para a valorização no estoque, para a formação de preço de venda, análises comparativas de entre preço standard e real. Pode também ser transferido para análise de rentabilidade.
    • 46. Indústrias Lista de Material Roteiro Custo Simultâneo Material Atividades Internas Não Esto c. Faturas Processos Repetitivas Por Ordens Fechamento Valorização Custo dos Materiais / Atividades Produto em Processo Refugo Distribuição Custo Real Variações Por Projetos Liquidação Despesas Gerais de Fabricação Por Pedidos
    • 47. Estrutura de Quantidades LISTA DE MAT $ $ Valor da Estrutura ROTEIRO Preços dos Materiais $ $ Preços das Atividades $ Overhead $ $ $ $ CUSTOS Itens M Material $ M Material $ E Ativ. $ E Ativ. $ G Overhead $ Elementos Custo 400000 610000 612000 615000 $ $ $ $ Precificação Componentes Custo materiais $ pessoal $ administrat. $ Valorização Uso Análise de Rentabilidade Controle
    • 48. Orçamento Financeiro Orçamento Integrado SD CAS Pedido PP SOP Plano Demanda Entrega/ Expedição MRP MM da Requisição CO PA CO FI TR Pedido de Compras Manutenção Preventiva Estrutura do ativo Nota Fiscal SIS Controle de Produção Plano de Capacidades Plano Qualidade QM PM Saída Mater. Manutenção Corretiva Produção Inspeção Controle Qualidade Inventário Verificação Nota Fiscal Histórico da Manutenção e Analises Integração com Financeiro e Controladoria
    • 49. Contabilidade de Centro de Lucro Dados Mestre do CO-PA CO-PCA Hierarquia de Centro de Lucro Centro de Lucro
    • 50. Contabilidade de Centros de Lucro - Visão Interna M.Obra Direta M.Obra Direta O objetivo do EC-PCA é medir a lucratividade das áreas de responsabilidade interna da empresa. Faturamento SD produtos/ serviços M PrCtr 1 ECPCA Receita Empresa Empresa PrCtr 4 Energ.Elétrica PrCtr 2 Empresa Receita PrCtr 3 PrCtr 5 M
    • 51. Centro de Lucro Centros de Lucro - Coletam custos e receitas dos centros de custos. Centros de Custo - Coletam custos, e até podem coletar receitas. Centro de Lucro Receitas Marketing Resultado Custos Publicidade Vendas e Expedição Centros de Custo
    • 52. Análise de Rentabilidade Dados Mestres da Análise Rentabilidade (CO-PA) Estruturas Características Campos de Valores Dados Mestres Derivações de Seg. Rentab. Critérios de Valorização
    • 53. Demonstração de Resultados (CO-PA) Contabilidade de Centros de Lucro (EC-PCA)
    • 54. Visão Externa A meta do CO-PA é determinar a rentabilidade de segmentos de mercado: Empresa Mercado Linhas de Resultado: Receita, Custo de Vendas... COPA SD Faturamento SD Segmentos de Mercado: Cliente, Produto, Grupo de Produtos, Canal de Distribuição Demonstração de Resultados CO-PA
    • 55. Conceitos Básicos Características O quê será avaliado Exemplos: Divisões, Estados, Regiões, grupo de cliente, . . . Valores das características Exemplos: Divisão A, . . . Divisão X Região sul, norte, oeste ... Segmento de rentabilidade Consistem na combinação de características de valores Exemplos: Divisão: A Região: Sul Estado: São Paulo Grupo de produtos: Parafusos
    • 56. Custo Baseado em Atividades Processos     Identifica os Processos que mais consomem atividades Detecta as atividades que não agregam valor Fornece custos de produto com maior grau de precisão Permite definir processos e critérios de medição Contabilidade Financeira Alocação Centros de Custo Alocação Processo Alocação Produtos
    • 57. Palavras Chave Custos/Controladoria/Controlling/Contab. Centros de Custo (CO-CCA) Classes de custo Índices estatísticos Atividades Centros de Lucro/Centro de benefício (CO-PCA) Tarifas Custeio de Produção/Custo produto (CO-PC) Custo ABC (CO-ABC) Análise de Rentabilidade/Resultado (CO-PA) Orçamentos Ciclos de distribuição Ciclos de rateio Perfil planejador Planejamento Norma de liquidação Perfil de apropriação Esquema de alocação Esquema de origem Custo suplementar/Overhead Liquidação Controle de disponibilidade Ordem interna Custos planejados/reais/teóricos/fixo/variável Alocação/Apropriação
    • 58. Palavras Chave Desvio/Variação Material em processo/Wip Esquema de cálculo/Costing-sheet Coletor de custos Objeto de custos CPV (Custo produto vendido) Cockpit Material Ledger Receitas Despesas Custos indiretos Objeto de resultado Classificação contábil proposta Segmento de rentabilidade Decomposição Reavaliação
    • 59. Módulo AM
    • 60. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 61. Apresentação FI-AA (AM) - Administração do Imobilizado. Imobilizado é a constituição patrimonial de uma empresa, são os valores referentes aos bens imóveis, tangíveis ou intangíveis que agrega o valor econômico e financeiro de uma empresa. Este modulo é utilizado na administração e supervisão do Ativo Imobilizado.
    • 62. Fluxo de Integração
    • 63. Conceitos / Dados Mestre •Áreas de Avaliação - estrutura que armazena os diversos valores de imobilizados: moedas, valor de aquisição, vida útil, valores de depreciação.
    • 64. Classe de Imobilizado - agrupa imobilizados que se comportam de forma semelhante quanto a dados cadastrados, contabilização e depreciação.
    • 65. Determinação de Contas - É associada a classe de imobilizado, determinando as contas contábeis onde são executados os lançamentos referente ao movimentos do imobilizado
    • 66. • Chaves de Cálculo / Depreciação - para cada classe do imobilizado e para cada área de avaliação é informada a chave de depreciação a ser utilizada. • Número do Imobilizado - é o número de referência para o número da placa física ou não (número do inventário). • Número do Inventário - é o número da placa do Ativo Fixo
    • 67. • Divisão - informa qual a divisão associada ao imobilizado. Em Caso de existir mais de uma divisão na empresa • Centro de Custo - informa o centro responsável pela despesa, o qual receberá os custos relativo ao bem • Fator de Turnos - indica que o bem está operando em mais de um turno, gerando uma depreciação acelerada. • Imobilizado Paralisado - interrompe a depreciação pelo tempo desejado.
    • 68. • Denominação - descrição do ativo imobilizado. • Capitalização - data da primeira aquisição para um bem • Localização - este campo é criado para atender a necessidade da “estrutura do ativo fixo” • Domicílio Fiscal - é a sigla do estado do fornecedor
    • 69. Operações - Aquisição. - Transferência de Imobilizado em Andamento para um Final. - Baixa de Imobilizado. - Depreciação do Ativo Fixo. - Mudança e Encerramento do Exercício Ativo Fixo. - Alterações de Ativo Fixo.
    • 70. Aquisição – Para a aquisição de um imobilizado poderá ser utilizado uma ordem interna própria para esta atividade ou através do um Imobilizado em Andamento (IeA) ou mesmo a compra direta para um IeA. É criado em “CO” uma Ordem Interna de Imobilizado para ser utilizado no pedido de compra. O numero do imobilizado em andamento (IeA) é criado juntamente na criação de uma ordem interna. Quando forem finalizadas todas as compras para a devida ordem, “CO” faz a apropriação dos custos de aquisição na “Ordem interna de imobilizado” para a formação do custo do imobilizado em andamento.
    • 71. Transferência de I E para imobilizado Final – Para fazermos a transferência de I e A (imobilizado em andamento) para imobilizado final, cria-se na Contabilidade (AM) um imobilizado final e incluindo na ordem interna de imobilizado, para transferir o custo final do IeA para o imobilizado final. NOTA: toda aquisição de imobilizado deverá passar por imobilizado em andamento , quando se utiliza o procedimento de ordens internas mesmo que seja para um “Diferido”.
    • 72. Baixa de Imobilizado – Existem dois tipos de baixa: • Baixa com Receita • Baixa sem receita Como não existe integração automática entre AM (Ativo) e SD (Vendas), este último será responsável apenas pela impressão da nota fiscal (se estiver configurado) e atualização dos livros fiscais. O AM fará os lançamentos contábeis da receita (se for o caso) e da baixa do ativo.
    • 73. Depreciação de Ativo Fixo – No modulo AM deverá ser estipulado a rotina de execução para a depreciação mensal. Esta atribuição deverá ter um responsável , geralmente o administrador dos ativos imobilizados. – Cria-se através de um job, a pasta RABUCH, para se processar o batch-input dos valores no modulo FI – NOTA: a execução da depreciação deverá ser sempre em “Background”.
    • 74. Mudança e Encerramento do Exercício Ativo Fixo – A mudança de exercício “libera” o exercício civil em curso para algumas operações no modulo “AM”. O encerramento do exercício é uma necessidade técnica do “AM” para transportar todos os imobilizados para o novo exercício, este encerramento do exercício não possui relação alguma com o encerramento do exercício do ponto de vista da contabilidade.
    • 75. Alterações de Ativos – Para fazermos alterações diversas no ativo fixo, entrar na contabilidade do imobilizado, imobilizado modificar. Nesta opção o sistema permite que você faça alterações na descrição, centro de custo, localização, etc...
    • 76. Palavras Chave Ativo Fixo Imobilizado, Ordem interna de aquisição de ativo Capitalização de Ativo Baixa Transferencia de Ativo Depreciação Contabilização de depreciação RABUCH, Plano de avaliação Chave depreciação Classe de imobilizado Determinação de contas Área de avaliação Chave de calculo Inventario Diferido
    • 77. Módulo MM
    • 78. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 79. Agenda 1 Processo de Suprimentos 2 Dados Mestres 3 Compras 4 Administração de Materiais 5 Cenário Futuro
    • 80. Processo de Suprimentos Pedido de compras Nota Fiscal 1 Determ. de necessidades ? 7 Planej. neces. Revisão da NF MM 6 Recebimento e Adm.de inventário Administração materiais Pedido de compras 5 Monitoramento de pedidos Determinação de fornecedor 2 4 3 Seleção de fornecedores Processamento de pedidos
    • 81. Integração de Suprimentos CO RC empenho MM Requisição de Compra Empenho Compra Pedido de Compra Receber Físico Contabilidade FI TR Custo Preliminar Previsão de Caixa Custo Real Receber Fiscal Contas a Pagar Previsão de caixa Livros Fiscais Administ. Pagamento Posição de Caixa Pagamento Extrato Bancário
    • 82. Estrutura Organizacional Flexível Corporação 001 Companhia 0001 Nível de Avaliação 0001 Organização de Compras Organização de Vendas Planta/Centro Depósito 0002 0002 0003 1000 2000 3000 0001 0001 4000 0002 0002 0003 0003 0004 0005
    • 83. Entidades Organizacionais em Compras Grupo de Compras 1 Grupo de Compras 2 Organ. de Compras 1 Organ. de Compras 2 Organ. de Compras Centro 1 Centro 2 Centro 3 Centro 10
    • 84. Avaliação de Fornecedor Escore total para fornecedor Peso Avaliado Preço Qualidade Entrega Serviço Escores para critérios principais Peso Avaliado Escores para Sub-critérios Nível Nível Histórico Confiabilidade Entregas Instruções Confia“On-Time”de expedição bilidade Inovação Atendimento ao cliente
    • 85. Relatórios de Avaliação Ranking Ranking Fornecedores gerais Fornecedores gerais Geral Geral Preço Qual. Preço Qual. Entr. Serviço Entr. Serviço Fornec. Menezes 90 92 90 93 85 Fornec. Wilson 84 75 92 88 81 Fornec. Silva 78 90 76 74 84 Avaliação por material // grupo de material Avaliação por material grupo de material Avaliação de fornecedores gerais Avaliação de fornecedores gerais Geral Geral Preço Qual. Preço Qual. Entr. Serviço Entr. Serviço Fornec. Wilson 84 75 92 88 81 Fornec. Silva 78 90 76 74 84 Comparando as avaliações Comparando as avaliações Avaliação de fornecedores gerais para o material A para o material A Geral Fornec. Menezes 90 Preço Qual. 92 90 Entr. Serviço 93 85 Geral Geral 88 Preço Qual. Preço Qual. 81 93 Entr. Serviço Entr. Serviço 92 86
    • 86. 1 Processo de Suprimentos 2 Dados Mestres 3 Compras 4 Administração de Materiais 5 Cenário Futuro
    • 87. Cadastro de Fornecedores Dados gerais Número da conta Descrição Endereço Dados de compras Dados contábeis Moeda do ped. compra Condições fornec. . . DM Conta de controle Condições de pagto. Inform. bancárias Código único Cadastramento Central Segmentado em visões Informações em nível de elementos organizacionais Cadastrado para a Empresa Tipos de Fornecedores Fornecedores one-time (esporádicos)
    • 88. Mestre de Materiais Dados Gerais A Centros R Q U Depósitos C O Org. de Vendas •Código Único •Cadastro Central •Segmentado em visões •Informações em nível de elementos organizacionais •Tipo de material A L M I P D R A A D S E C O N T A B I L I D A D E M A Z C U S T O S M E N R P A G E M V E N D A S
    • 89. 1 Processo de Suprimentos 2 Dados Mestres 3 Compras 4 Administração de Materiais 5 Cenário Futuro
    • 90. Processo de Suprimentos Pedido Recebimento Físico Entrada •Estrutura Organizacional • NF de Transferência •Cad. Material e Fornec. • Simples Remessa •Indexação • etc ... •Impostos Recebimento Fiscal • Nota Fiscal • Contabilidade • Livros/Arquivos Fiscais • Contas a Pagar • Bancos • Valorização de Materiais
    • 91. Documentos de Compras Requisição Compras Requisição Cotação Cotação A! ? B! A? Pedido Cotação Contrato Contrato Convite para Concorrência RFQ Pedido Programa Programa de Remessas 4/2/00 6/2/00
    • 92. Procedimento de Liberação Condições de liberação Valor Grupo de material Categoria deter. de contas Centro Estratégia de liberação Número de níveis de liberação Seqüência de níveis de liberação Indicador de liberação Indicador de liberação Liberado para pedido/bloqueado por pedido Liberado para Cotação/bloqueado para Cotação Fixo/não fixo por MRP
    • 93. Determinação de Fornecedor 1 1 Cotização 60% 60% ? 40% 40% Fornecedor 2 2 Lista de Fornecedor Requisição Compra Source list 3 3 4 4 Contrato Item de acordo Fornecedor fixo Requisição Compra Item de acordo Requisição Compra Fornecedor Fixo Registro info Peça Peça condições condições $ $ % %
    • 94. Criação do Pedido de Compras 120 110 100 90 80 70 60 Estoque Planejamento Reposição Manual Requisição Requisição Se necessário: • Determinação de fornecedor • Otimização de quantidade Se necessário: • Liberação • Ajustes Pedido PC ... Fornecedor... Pedido ao Fornecedor
    • 95. 1 Processo de Suprimentos 2 Dados Mestres 3 Compras 4 Administração de Materiais 5 Cenário Futuro
    • 96. Administração de Materiais Fornecimento externo Compras Dados básicos Revisão de Notas Receber material Receber Notas Administração Estoques A ? Saídas material Contabilidade financeira interna e externa Transfer. lógicas Vendas B Material Lotes Fornecedor Cts. contáb. Cliente Localizações . . .
    • 97. Razões para Bloqueio Fatura Quantidade 4 caixas Pedido Preço Preço X Quantidade R$5 Qualidade R$6 Pedido Pedido 10 pçs x 20g/pç = 200g preço = $2,00/g 200g x $2,00/g = $400 250g x $2,00/g = $500 Novembro Data Fatura 1 Seg 2 Ter Fatura 3 Qua 4 Qui 8 Seg 9 Ter 10 QuaEntr. Plan.. 11 Qui (10 pçs x 25g/pç = 250g) 15 Seg 16 Ter 17 Qua 18 Qui 1999
    • 98. Sistemas de Informações EIS SD PP PI LIS Sistema Informações Compras Planejamento Análise Flexível de acordo c/: - Grupo Compras - Fornecedores - Grupo de Materiais - Material Análise ABC Comp. entre Plan / real etc. PS QM PM Administração Estoques MM 50 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 Análise ABC Horiz. de cobertura Valores de estoque Itens de baixo giro Rotativ. de estoques Análise global Lista (ranking) de mat. Classificação dual etc.
    • 99. 1 Processo de Suprimentos 2 Dados Mestres 3 Compras 4 Administração de Materiais
    • 100. Requisição de Compras 120 110 100 90 80 70 60 Estoque Planejamento Reposição Manual • • • • • Premissas Requisição Manual para material de consumo Não existe papel Aprovação será eletrônica por nível hierárquico/valor Requisição de necessidade de reposição ou do planejamento da produção não tem aprovação Liberação para pedido/contrato Requisição Requisição
    • 101. Solicitação de Cotação 120 110 100 90 80 70 60 Estoque Planejamento Reposição Manual Requisição Requisição Premissas • Comparação de cotações • Determinação de fornecedores • Não é obrigatória Cotação SC ... Fornecedor... Desenvolvimento Desenvolvimento
    • 102. Pedido de Compras Cotação SC ... Fornecedor... Requisição Requisição • • • • Premissas Liberação do pedido Impostos Valores e quantidades Classificação contábil Pedido PC ... Fornecedor... Pedido ao Fornecedor
    • 103. Acordo de Fornecimento Cotação Planejamento SC ... Fornecedor... Requisição Requisição Premissas • Liberação do acordo • Acordo por tempo determinado • Acordo por data entrega Acordo PC ... Fornecedor... Acordo ao Fornecedor
    • 104. Recebimento de Materiais Recebimento Físico • Físico / Fiscal x Contábil. Mudanças em relação ao processo atual • Documento de Recebimento • Não há correção Pedido de compras Nota Fiscal Revisão da NF • Avaliação dos Fornecedores • Recebimento de material de terceiros
    • 105. Gestão de Estoques • Implantação do Estoque Contábil Administração Estoques • Política de Resuprimentos • Inventário Físico • Controle de estoque em terceiros • Controle de estoque de terceiros A B • Separação de materiais para produção
    • 106. Palavras Chaves Material Requisição de Compra Fornecedor Solicitação de Cotação Organização de Compras Cotação Grupo de Compras Pedido de Compra Centro Contrato Depósito Programa de Remessas Recbto. Físico ( Entrada de Mercadoria) Estratégia de Liberação Recbto. Fiscal ( Entrada de Fatura ) Transferencia de Estoques Estoque Livros Fiscais de Entrada Inventário
    • 107. Módulo SD
    • 108. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 109. Conceito Realizar toda e qualquer modalidade de venda da Empresa. Nela podemos incluir também outras saídas, tais como Doações, Brindes, Bonificações, etc...
    • 110. Estrutura Organizacional Organização Vendas Canal Distribuição Escritório Vendas Área de Vendas Grupo Vendas Setor Atividade
    • 111. Estrutura Organizacional Organização Vendas Canal Distribuição Setor Atividade Canal Distribuição Setor Atividade Setor Atividade
    • 112. Estrutura Organizacional Área de Vendas Escritório Vendas Grupo Vendedor Escritório Vendas Grupo Vendedor Vendedor Grupo Grupo Grupo Vendedor Vendedor Vendedor
    • 113. Dados Mestres Material Cliente •Endereço •Condições de Pagto •Limite de crédito •Impostos •Tipo de frete •Parceiro de Negócios •Itinerário •Vendedor •Local de expedição •Contabilizações Ordem de Venda •Impostos •Volumes •Check de disponibilidades •Contabilizações Preços •Preço do material •Descontos aplicados •Acréscimos •Impostos
    • 114. Preços Podemos definir por várias formas • Preço do material • Preço por cliente • Preço cliente e material • Descontos fixos ou percentuais • Descontos para o material, cliente e ambos • Seleção de preços mínimos e máximos • Escalas Progressivas • Datas de validades
    • 115. Documentos S i s t I n f o Pré-venda Contrato Contrato Venda Ordem Ordem Remessa Remessa Saída Saída Mercadoria Mercadoria Expedição Transporte Transporte Faturamento Faturamento Faturamento Contas Contas Receber Receber Estoque Estoque Contábil Contábil Financeiro G e r M a t e r i a l P l a n e j a m e n t o
    • 116. Macro Fluxo Verificação de crédito Contabilização da Saída de Mercadorias Contabilizaçã o da Receita e Impostos Verificação do Livro Fiscal SD Saída de Mercadorias Ordem Venda FI Doc. Fatura Nota Fiscal Usuário Usuário Depósito Checa Estoque Controle de Estoque MM Alocação a Centro de Custo ou Ordem CO
    • 117. Contrato É um pré-acordo realizado com o cliente onde podemos determinar condições para realizar mais que um processo de venda utilizando sempre a mesma base.
    • 118. Ordem Tem a mesma finalidade de um pedido de venda realizado pelo cliente e registrado em nossa Empresa. É o início do processo de vendas até chegar na emissão da Nota Fiscal
    • 119. Remessa A remessa é uma cópia da ordem, porém trata apenas do material. É nela que estaremos realizando a movimentação do estoque quando registramos a saída do material. Servirá de base para definirmos nossa logística de entrega.
    • 120. Transporte É o documento onde estaremos definindo os meios de transportes e grupos de remessas que farão a entrega ao destino final.
    • 121. Documento de faturamento O documento de faturamento é o vínculo que o SAP tem com os departamentos financeiro e contábil, pois é neste momento que são realizadas atualizações nas contas contábeis.
    • 122. Nota Fiscal Nota Fiscal é o documento legal que acompanha a mercadoria ao destino. No SAP a Nota Fiscal é criada quando da realização do documento de faturamento, porém é necessário imprimir, para que o sistema possa numerar o formulário.
    • 123. Estorno Refere-se ao cancelamento da operação de vendas, porém neste caso devemos estornar os lançamentos do fim para o começo, ou seja estornar na sequência Doc. Faturamento, saída da mercadoria, remessa e ordem. NOTA: Este processo só pode ocorrer se a Nota Fiscal ainda não foi enviada ao cliente, caso contrário o processo de entrada é DEVOLUÇÃO.
    • 124. Devolução A devolução no SAP ocorre da mesma forma que a saída do material, ou seja a necessidade de criarmos uma ordem, remessa, doc de faturamento. Atenção especial quando for devolução (Nota Fiscal do cliente) não há impressão de Nota Fiscal de entrada
    • 125. Processo Batch O SAP possibilita a criação de remessas, registro de saída de mercadorias e criação de documentos de faturamento em lotes. O processo é o mesmo que o individual, porém com maior rapidez. Premissa: Ter várias ordens criadas
    • 126. Fluxo de documentos
    • 127. Modalidades de Saídas Venda Vendas Diversas Amostras Venda entrega Futura Bonificação Venda de Imobilizado Brindes Exportação Nota de Crédito Consignação Nota de Débito Nota Fiscal Complementar Estornos e Devoluções
    • 128. Melhorias do Processo  Gerenciamento da Área Comercial  Cadastro centralizado de clientes e materiais  Confiabilidade das informações  Processo linear  Integridade das informações geradas  Rastreabilidade do processo
    • 129. Palavras Chave • Abertura de campos na J1B2 • Amostras • Análise de faturamento • Análises de vendas • Área de vendas • Bonificação • Brindes • Canal de distribuição • Carregamento • Condição de pagamento • Condições • Consignação
    • 130. Palavras Chave • Contrato (VA01/2/3) • Controle de crédito (SD, FI) • Criação, modificação CFOP (SD – MM) • Dados mestres de clientes/parceiro de negócio • Devoluções • Direitos fiscais • Doações • Documento de faturamento (VF01/2/3) • Embalagem • Entrada de ordens • Erro determinação de lote • Erro determinação de preço
    • 131. Palavras Chave • Erro determinação impostos • Escritório de vendas • Estorno da saída de mercadoria (VL09) • Estorno de Nota Fiscal de saída (VF11) • Expedição (VL01/2/3) • Exportação • Fatura • Fornecimento (VL01/2/3) • Grupo de vendedores - RTV • Impostos (IPI, ICMS, PIS, COFINS... – SD, MM, FI) • Impressão de Nota Fiscal de saída (J1B3) • Lançamentos fiscais
    • 132. Palavras Chave • Liberação contábil (VF01/2) • LIS (Estruturas S711, S991...) • Lista documentos pendentes para contabilidade (VFX3) • Livro de apuração de ICMS - modelo 9 (SD – MM) • Livro de apuração de IPI - modelo 8 (SD – MM) • Livro fiscal de saída - modelo 2 • Modificar Grupo de contas • Nota de crédito • Nota de débito • Nota Fiscal complementar • Nota Fiscal de saída(J1B1/2/3) • Ordem de venda (VA01/2/3)
    • 133. Palavras Chave • Ordens pendentes • Organização de vendas • Pedidos em carteira • Picking (VL01/02) • Previsões de vendas • Pricing • Programa de remessa (VA31/32/33) • Remessa (VL01/2/3) • Saída mercadoria (VL01/2) • Setor de Atividade • Transporte • Unidade de medida Nota Fiscal
    • 134. Palavras Chave • Venda entrega futura • Venda Imobilizado
    • 135. Módulo PP
    • 136. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 137. Planejamento da Produção INTRODUÇÃO DADOS MESTRES VISÃO GERAL DO PLANEJAMENTO FLUXO DO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO GLOSSÁRIO
    • 138. Custos CO AM Ativo Fixo PS SAP R/3 QM Manutenção PM Recursos Humanos HR Financeiro FI SD MM Suprimentos Produção PP Vendas Projetos Qualidade WF ABAP IS Workflow Soluções Setoriais
    • 139. INTRODUÇÃO DADOS MESTRES VISÃO GERAL DO PLANEJAMENTO FLUXO DO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO GLOSSÁRIO
    • 140. Dados Mestres  Material master (Dados Mestres de Material)  Bill of material (BOM) (Lista Técnica / Receitas)  Work center (Centro de Trabalho / Máquinas)  Routing (Roteiro de Fabricação / Plano de Trabalho) Master data Master data Material Master Record BOM Item 10 20 30 Routing Operation 10 20 30 Work Center
    • 141. Dados Mestres de Material No mestre de materiais mantemos informações importantes dos nossos produtos acabados, semi acabados, matéria prima, materiais de manutenção , etc. Dependendo do tipo de material as visões são definidas, permitindo o preenchimento das informações necessárias para a utilização deste material por todos os módulos do SAP. Por exemplo , para um produto acabado (FERT) necessitamos das visões de vendas. • O R/3 possui visões que agrupam diferentes responsabilidades de cadastramento, permitindo que o cadastro de materiais seja mantido por diferentes áreas. Exemplo visão de compras... • Existe a possibilidade de se monitorar o cadastramento / preenchimento das visões , de maneira que possamos visualizar as visões que estão pendentes de cadastramento. •Para se incluir dados de uma visão deve-se utilizar a transação de inclusão de materiais, sendo que a transação de alteração somente será utilizada para as visões já incluídas. • É possível utilizar os conceitos de material configurável e variante. • Ferramentas podem ser cadastradas como material. • Dados mestres de materiais são muito importantes para o bom funcionamento de todo o sistema, principalmente para planejamento.
    • 142. Bill of Material (Lista Técnica) Motorcycle Pre-assembled frame and forks Gears Seat Power Train Chassis Seat support Motor Gear Exhaust Front Wheel Rear Wheel Frame Handlebar assembly Bearings Brake System •A Bill of Material (BOM) , ou lista técnica, representa a estrutura do produto, demonstrando assim seus conjuntos e componentes •A BOM possui os componentes, com descrição, qtd utilizada e unidade de medida •A Criação da BOM é feita do produto principal com seus componentes diretos (nível 1), até o detalhamento destes, chegando a matéria prima básica. •Existe a possibilidade de utilizar o conceito de master BOM (material configurável). •As informações da BOM são extremamente importantes tendo em vista o seu papel no planejamento de necessidades de componentes, custos, etc.
    • 143. Work Centers (Centro de Trabalho) Work center 1 WC 5 WC 4 WC 2 WC 3 Work center 6 New York Plant Shop Floor WC = Work Center • Um Work Center (Centro de Trabalho) define uma máquina/pessoa ou grupo de máquinas / pessoas. • A um Work Center é possível registrar informações de capacidade, programação da produção e informações de custos. • Uma das possibilidades de se parametrizar back-flush (baixa de componentes automáticas) é no Work Center, esta parametrização tem prioridade sobre as demais (no mestre de materiais por exemplo). • É possível criar hierarquia de centro de trabalho e parametrizar o talk-time da linha, fator extremamente importante no planejamento (Ver.4.6).
    • 144. Routings (Roteiros) Material Routing group Operation 20 Operation 10 Work center Texts Control data Times Material components PRT • Nos roteiros descrevemos as operações a serem executadas na fabricação / montagem de um material. • Nos roteiros definimos os materiais que serão consumidos em cada operação, bem como as ferramentas necessárias para a fabricação (MAP). Esta é uma funcionalidade importante se a questão de ferramenta for um gargalo/restrição. • Os roteiros recebem as regras (fórmulas) dos centros de trabalho e é o roteiro que eu informo os valores padrões de produtividade do material para um centro de trabalho.
    • 145. INTRODUÇÃO DADOS MESTRES VISÃO GERAL DO PLANEJAMENTO FLUXO DO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO GLOSSÁRIO
    • 146. Visão Geral do Planejamento no R/3 Análise de Rentabilidade - Planos de Receita - Planos de Vendas o.k.? Feedback/correções o.k.? CO/PA Região 1 Região 2 Planejam. de Vendas / Operacional - Plano de Vendas - Plano de Produção o.k.? o.k.? SOP Grupo de Produtos Planejamento Mestre - Programação da Demanda - Plano de Produção o.k.? o.k.? MPS Produto 1 Produto 2 Planejamento de Materiais - Necessidades Dependentes - Plano de Produção - Plano de Aquisição- Compras o.k.? o.k.? MRP Montagem 1 Montagem 2 Item 1 Item 2
    • 147. Planejamento de Vendas e Operacional Planejamento Mestre de Produção Planejamento das Nec. de Materiais Planejamento da Capacidade Controle de Chão de Fábrica Medidores de Performance da Produção Sistema de Informação Feedback Check Recursos Planejamento Estratégico
    • 148. Clientes SD Vendas Transporte Faturamento Compradores MM Pedidos Compras Aramazenagem Recebimento Materiais FI PP PS Redes de Projetos Planejamento Produção PM Planejamento de Vendas Gestão de Demanda Plano Mestre Produção MPS Planej. Neces Material MRP Planejamento Capacidade Controle Fábrica Determinação Autom. Custo Sistema Informação ATP Verif. Disponibilidade Manutenção QM Controle de Qualidade CO Financeiro Contabilização Controladoria Custeio HR AM Ativo Fixo Equipamentos Recursos Humano
    • 149. INTRODUÇÃO DADOS MESTRES VISÃO GERAL DO PLANEJAMENTO FLUXO DO PLANEJAMENTO E EXECUÇÃO GLOSSÁRIO
    • 150. Processo de Manufatura SD Previsão SOP Gestão de Demanda MPS MRP Confirmação da Produção Determinação Autom. Custos •Forecasting é a 1a. Atividade no planejamento da manufatura •Dados de vendas são coletados (históricos) •Área de Marketing/Comercial analisa utilizando condições de demanda do mercado (sazonalidade , etc.) •Após análise os dados são transferidos para área de planejamento da produção. •Utilizamos esta funcionalidade quando desejamos planejar com base no histórico (MM)
    • 151. SD Previsão SOP Gestão de Demanda MPS MRP Confirmação da Produção Determinação Autom. Custos Capacidade Máquinas Cadastro de Materiais Dados Mestres Lista Técnica Roteiro de Produção • Planejadores da Produção utilizam as informações do SOP criadas pelo departamento de Marketing/comercial para gerar, normalmente, 12 meses de planejamento de produção (Planejamento Longo Prazo) • As quantidades a produzir são calculadas comparando o histórico (forecast) e previsão com os níveis de estoque nas datas da necessidade de suprimentos dentro de cada mês. • O Planejamento poderá ser feito a nível de material ou grupo de material. • Utilizada em entratégia MTS (Make-to-Stock)
    • 152. SD Previsão SOP Gestão de Demanda MPS MRP Confirmação da Produção Determinação Autom. Custos Capacidade Máquinas Dados Mestres Cadastro de Materiais Centro de Trabalho Lista Técnica Roteiro de Produção • Na gestão de demanda posso planejar estratégicamente minhas semanas, famílias (grupos), etc. • Posso transferir uma Necessidade da gestão de demanda para MPS ou MRP, dependendo do tipo de mrp no mestre de material. • Posso inserir necessidades manualmente na gestão de demanda.
    • 153. SD Previsão SOP Gestão de Demanda MPS MRP Confirmação da Produção Determinação Autom. Custos Capacidade Máquinas Dados Mestres Cadastro de Materiais Centro de Trabalho Lista Técnica Roteiro de Produção • Os planejadores da produção utilizam as necessidades independentes (Geradas no SOP) para gerar o MPS (Plano mestre de produção) • O MPS irá criar propostas de ordens (ordens planejadas) para cada item e gerar necessidades dependentes para o 1o. Nível (componentes da BOM de 1o. Nível) • Os planejadores revisam e atualizam as propostas, checando as capacidades, e prazos sugeridos.
    • 154. Estrutura da Ordem Planejada Planned order A Material Header Quantity Date Capacity requirements Items Material component Material component - -Quantity Quantity - -Date Date Operations Periods Periods t  Ordens Planejadas são criadas durante o planejamento e são propostas tanto para a fabricação quanto para o processo de compras Ordens Planejadas criam necessidades dependentes para os seus componentes  A quantidade sugerida na ordem planejada é considerada no cálculo de necessidades líquidas.  Ordens planejadas podem ser utilizadas no planejamento de capacidade  O R/3 determina se será fabricado ou comprado através do procurement type (tipo de suprimento) no mestre de materiais 
    • 155. PM SD Previsão SOP Gestão de Demanda MM MPS MRP Confirmação da Produção Determinação Autom. Custos Capacidade Máquinas Dados Mestres Cadastro de Materiais Centro de Trabalho Lista Técnica Roteiro de Produção •No MRP, o sistema calcula a necessidade líquida, considerando o estoque disponível, e a programação de produção e compras •Durante o MRP todos os níveis da BOM são planejados •O resultado do MRP é basicamente as necessidades de compras e de produção , scheduladas e geradas para todos os produtos e componentes.
    • 156. MRP Run Independent Requirement (MPS) Planned Order Motorcycle = Dependent Requirements (from MPS run) (MRP) Power Train Motor Gear Chassis Exhaust Front Wheel Rear Wheel Frame Planned Order Brake System Dependent = Requirements (from MRP run) Planned Order or Purchase Requisition
    • 157. MRP List Structure MRP Elements MRP list Requirements Requirements Purchase requisitions Purchase requisitions Planned orders Planned orders Element lines: - Current stock - Supply items - Demand items - Quantity - Date Planning result Material Plant Planning file •A Consulta do resultado do MRP mostra informações de estoque, requerimentos (necessidades), ao longo do tempo, bem como informações ed disponibilidade, data, etc. •Na tela de consulta é possível consultar as ordens planejadas e fazer as conversões necessárias e/ou alterações nos planejamentos. •Existe a possibilidade de se emitir uma lista completa filtrando por planejador,mensagem de exceção, planta, etc. •É possível consultar a situação corrente do planejamento, ou a do último MRP rodado, permitindo uma análise da situação congelada ou on-line, dependendo da necessidade. •A Lista do MRP é gerada durante a execução do Planejamento (MRP), que pode ser individual ou coletivo, sendo que no caso da execução coletiva apenas itens marcados “modificados” são calculados novamente.
    • 158. PM SD Previsão SOP Gestão de Demanda MM MPS MRP FI QM Confirmação da Produção Determinação Autom. Custos Estoques • As ordens de planejadas , de itens fabricados, são convertidas para ordem de fabricação (nos casos de manufatura discreta), e após liberadas (podendo ser automática esta liberação), estão prontas para serem utilizadas no chão-de-fábrica. • Os materiais (componentes), são reservados para atender esta ordem, entretanto esta reserva não bloqueia a quantidade, servindo apenas para visualização do planejador. • Os conjuntos e produtos são fabricados e/ou montados e são colocados no estoque. Nos casos de make-to-order estes conjuntos/produtos são exclusivos para atendimento do cliente, entretanto no caso de make-to-stock podem ser consumidos e/ou vendidos a qualquer cliente, devendo ser controlado manualmente ou através de etiquetas/rótulos. • A Baixa dos componentes poderá ocorrer semi-manual, em transação específica de consumo para ordem, ou poderá ser apontada por back-flush na fase de confirmação da ordem.
    • 159. Confirmação Final para Ordem de Produção manual entry Operation 0010 Operation 0020 Order confirmation Operation 0030 . . . Operation 9999 Production order Production Order       Confirmações são utilizadas para registrar atividades realizadas nas operações As atividades são vinculadas a um centro de custos na operação do roteiro Centros de custos x atividades são valorizados em CO Os tempos gastos em atividades podem ser calculados utilizando fórmulas (Work Center) As confirmações podem ser operação por operação ou coletivas Durante as confirmações, valores planejados são sugeridos
    • 160. Ordens de Produção Ordens de produção definem::  O que será produzido  Em que data será produzido  Qual e quanto da capacidade será utilizada  Qual o custo planejado e real Ordem Produção
    • 161. Etapas do Processo da Ordem de Produção Ordem Planejada MRP Requisição de Compras Ordem de Produção Liberação da Ordem Consumo de Materiais Confirmação Final Entrada Produto no Estoque Determinação de Custos • Regras de verificação de disponibilidade podem ser realizadas automaticamente • A Ordem de produção é gerenciada através de status, a liberação modifica o status permitindo lançamentos nesta ordem. • Uma ordem pode ser liberada estando em opção de criação ou modificação • Você pode liberar operação por operação ou a ordem toda •Existe transação para liberação coletiva de ordens (processamento em massa).
    • 162. Etapas do Processo da Ordem de Produção Ordem Planejada MRP Requisição de Compras Ordem de Produção Liberação da Ordem Consumo de Materiais Confirmação Final Entrada Produto no Estoque Determinação de Custos • Informações de estoque e consumo são atualizados a nível de depósito • Reservas são reduzidas ou concluídas • Custos (valuation) são determinados e atualizam a ordem (custos reais)
    • 163. PM SD Previsão SOP Gestão de Demanda FI MM MPS MRP Capacidade Máquinas QM Confirmação da Produção Estoques CO Determinação Autom. Custos Custos Dados Mestres Cadastro de Materiais Centro de Trabalho Lista Técnica Roteiro de Produção • A liquidação é a ultima atividade a ser executada, sendo que em algumas empresas esta atividade é realizada pela área de controladoria (CO), cabendo a produção apenas a análise dos custos planejados x reais ordem a ordem, evitando que ocorram erros de lançamentos e prejudiquem os resultados. • Na ordem de produção e/ou nos coletores de custos os valores planejados e reais são computados, e são transferidos na liquidação para as contas apropriadas. A liquidação poderá ser manual (individual) ou coletiva e deve ser executada após terem sido efetuados todos os lançamentos de entrada , saída e confirmações para a ordem.
    • 164. Palavras Chave Ordem Planejada, Ordem de Produção, Ordem de Processo - Elementos MRP Explosão da Lista Técnica - Lista componentes necessários para prod uma determinada qte. Produto. Produção Discreta, Repetitiva e Processos - Tipo de prod. que podem ser configurados no sistema Grupo MRP - Código que agrupa materiais, dando-lhes características comuns. Horizonte de Ajuste - Período móvel (sempre contado a partir da data atual) dentro do qual, Ordens Planejadas geradas para atender Previsões são descartadas (“desaparecem”). Horizonte de Planejamento Fixo - Período móvel (sempre contado a partir da data atual) dentro do qual o MRP não mais replaneja, nem gera novos planejamentos. Lead-time - Tempo de ressuprimento do material. Listas Técnicas - Receita do produto ou Receita de Produção. MRP - Material Requirements Planning (Planejamento das Necessidades de Materiais). MPS - Master Planing Schedule (Plano Mestre de Produção). SOP - Sales and Operations Planing ATP - Atend to Promess disponibilidade de material em estoque para atendimento de cliente. Ponto de Pedido, Reposição, Ressuprimento ou Reabastecimento - Nível de estoque, que quando atingido, dispara a reposição do mesmo. Saída Retroativa ou Backflushing - Apontamento automático das quantidades consumidas, em função da Lista Técnica e das quantidades produzidas apontadas. Característica MRP - Código que define como o MRP vai planejar aquele material. Demandas Demandas Dependentes - Necessidades que possuem uma regra de formação. Demandas Independentes - Necessidades que não possuem uma regra de formação.
    • 165. Módulo QM
    • 166. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 167. Módulo de Aplicação: Administração de Qualidade (QM) • O módulo de aplicação QM representa um sistema destinado ao controle de qualidade e à informação, apoiando o planejamento de qualidade, o controle de qualidade e o controle de produção e de suprimento.
    • 168. Dados Básicos - QM Mestre de Materiais Catálogos Regra de Controle Dinâ mico Mé todos de Inspeç ão Característica de Inspeç ão Amostras Plano de Inspeç ão
    • 169. Plano de Controle / Inspeção - QM Plano de Inspeção do Material Operação 01 Operação 02 Operação 03    Característica de inspeção 01 Método de Inspeção Procedimento de amostra Catálogos Especificação
    • 170. SD Clientes Ordens de Vendas Serviços Compradores CO SD QM Gestão de Qualidade MM Pedidos Compras Aramazenagem Recebimento Materiais Plano de Qualidade Amostras Certificados de Qualidade Controle de validade Lote de Controle Centro de Custo PP Confirmação da Ordem PM SD Controle de Calibração de Equipamentos
    • 171. Adm. de Qualidade e a Cadeia Logística Integração Contabilidade Financeira PP MM Suprimentos  Auditorias PM SD Produção Manutenção  Inspeção técnicas entrega  Inspeção Custos durante Produção  Avaliação de não Classificação  Diagramas de Controle conformidades (SPC)  Especificações  Tratamento CO SD  de não conformidade  Vendas  Custo da Qualidade  Inspeção e controle de calibração de equipamentos Serviços Tratamento de não conformidades  Inspeção lotes  Certificados de  Tratamento lotes QM SD Qualidade  Reclamações de Clientes
    • 172. Gestão da Qualidade no Fornecimento OK ! Fornecedor 1 Fornecedor 2 ? Fornecedores  Análise do Fornecedor:  pontos de qualidade  auditorías  reclamaç ão Ordem de Compra  Certificados  Aprovaç ão de Fornecedores (QInfo)  Inspeç ão de Qualidade de Fornecedores Recebimento  Inspeç ão Recebimento  Modificaç õ es Dinâ micas  Inspeç ão de estoque  Defeitos, Não Conformidades  Q-Notificaç õ es
    • 173. Gestão da Qualidade no Planejamento e Controle da Produção Planejamento da Produç ão  Receita Ordem Confirmaç ão Entada no Estoque  Inspeç ão de lotes com características de controle  Processo de amostra  Registro de Resultados  Movimento de estoque  Classificaç ão por Lotes
    • 174. Gestão da Qualidade Vendas e Distribução Ordem de Venda  Informaç ão de Qualidade Entrega  Controle de lotes  Certificados Serviç os  Notificaç õ do es Cliente  Reclamaç õ de es Cliente
    • 175. Controle de Vencimento Entrada material no estoque  Data de produç ão ou vencimento Gestão de armazens Qualidade  Total de duraç ão  Frequência de inspeç ão  Tipo de inspeç ão (09 inspeç ão perió dica)  Pró xima data de inspeç ão do lote
    • 176. Devolução de Clientes Ordem de Venda Entrega  Autoriza o retorno do material para a empresa  Inspeç ão dos lotes Serviç os  Notificaç õ do Cliente es  Pedido de Serviç o  Tipo de inspeç ão 05 Devoluç ão de Clientes
    • 177. Palavras Chave Lote de Controle QM Planos de Controle de Qualidade Decisão de Utilização - DU Decisão de Utilização Automática Características de Controle Certificado de Qualidade Lote com utilização restrita Liberar quantidade em Qualidade Inspeção de Lote Data de Validade Plano de Amostras Regra de Controle Dinâmico Catálogo de Controle Grupo de code / Code de Grupo
    • 178. Módulo PS
    • 179. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 180. Conceito PS Gerencia e controla os processos e suas respectivas fases dos Projetos de Investimento e de Produção “Make to order “ das empresas. É usualmente utilizado para processos complexos que envolvem muitas atividades, longos prazos e grandes valores financeiros.
    • 181. Tipos de Projetos ⇒ Investimentos : Construção e ampliação de fábricas, grandes reformas, etc.. ⇒Produção: Bens de Produção (Reatores de Hidroelétricas , Altos-fornos, caldeiras, grandes máquinas), navios, aviões etc..
    • 182. Módulos Acessórios/Complementares IM - INVEST MANAGEMENT GERENCIAMENTO DE INVESTIMENTO Este módulo controla todos os investimentos que estão sendo efetuados pela Empresa. Quando ativado controla projeto a projeto o valor total autorizado para cada Projeto.
    • 183. Módulos Acessórios/Complementares PM - PLANT MAINTENANCE MANUTENÇÃO Este módulo controla as manutenções efetuadas na Empresa. Quando se trata de grandes reformas é controlado pelo PS.
    • 184. Fluxo de um Projeto Status/ Concepção Macro Planej. Fase WBS Planej. Aprovação Execução Encerramento Detalhado Custos Budget Itens aberto Custos Receitas Contabilidade Liberação Rede Ordem Confirmação Execução Tempo BILL Vendas Orçamento Contrato Faturamento
    • 185. Processo padrão de Projetos Necessidade de Investimento Análise do problema Projeto Disponibilidade Orçamento Plano/ Estimativa PM Programação Execução MM FI Fecha mento Projeto CO História/ Análises
    • 186. Funções de Planejamento Financeiros Materiais Planejamento Serviços Datas Trabalho Receitas Custos
    • 187. Acompanhamento de Execução Financeiros Materiais Realização Serviços Datas Trabalho Receitas Custos
    • 188. Acompanhamento de Realização Financeiros Materiais Planejado x Orçado Serviços Datas Trabalho Receitas Custos
    • 189. Palavras Chave - WBS - Work Breakdown Structure - PEP - Plano de Estrutura de Projeto - Elemento PEP; - Diagrama de Rede; - Network; - Budget; - Orçamento ;
    • 190. Módulo PM
    • 191. Diamante da SAP FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 192. Logística Introdução Manutenção  Estrutura de Manutenção  Ordens de Manutenção  Manutenção Preventiva  Histórico  Custos Projeto
    • 193. Gerenciamento da Manutenção Aumentar disponibilidade de operação das instalações Redução do número de defeitos/quebras de equipamentos Coordenação de recursos humanos para cobrir ordens de manutenção Planejamento no uso de recursos de manutenção Reduzir Custos
    • 194. Gerenciamento da Manutenção Objetos Técnicos Recursos Conjuntos Montagens Planejamento Equipamentos Local da Instalação Serviços de Manutenção Corretiva e Preventiva Planejados Material Máquinas/ Ferramentas Centro de Trabalho/ Capacidades Histórico de Manutenção+ Analises Reports Não Planejados Costs Charts Material Usage Processamento Downtime Tasks Usage history Fechamento
    • 195. Plano de Manutenção Motor Centro de Trab. de Manutenção Estratégia 1 Mes 3 Mes Item 6 Mes Tarefa Equipamento motor ----------------- Equipamento motor Dados Fabricação Classificação Documentos Historico Local da Instalação K01-43237-M -A K01-43230-FC-A Local da Instalação Custeio Ativo Dados de Instalação Dados de PM K01-43232-P-A BOM BOM BOM ------------------------- ------------------------- -------------------------
    • 196. Relação entre Objetos Objetos p/ SAP Documento Material Equipamento Local da Instalação Padrões Documento Estrutura Operativa (WBS) PRT’s ( RECURSOS ) E assim por diante ... outros objetos SAP Podem ser relacionados
    • 197. Parceiros de Negócios e Endereços HR MM Nível Profissional Engenheiros Localização Funcional os reç e End SD Parceiro contato Pa ex rc te eir rn os os Base usuários Operador pa in rc te eir rn o os s BS Fornecedores Clientes Equipamentos
    • 198. Notificações de Serviços Cabeçalho Tipo de notificação reportado pelo sistema afetado Descrição problema Itens Tarefas Atividades Status Tarefa Atividades executadas
    • 199. Ordem de Manutenção Centro Custo Atividades REP R$ 100/h INS R$ 60/h O/H R$ 120/h Centro Trab. Manut. Centro Trab. Teste PM Ordem Equipam. 4711 Operação 010: Centro Trab. 10h Manut. Operação 020: Centro Trab. 3h Testes Ativo Centro Custo Projeto Ordem Material Recebedor
    • 200. Estrutura de uma Ordem Plano de Plano de Manutenção Manutenção Notificação Notificação Ordem Ordem Avaliação de Avaliação de capacidade capacidade Reserva de Reserva de material material operações operações Confirmação Confirmação de de tempo tempo Retirada de Retirada de material material Requisição de Requisição de compra compra Ordem de Ordem de compra compra componentes componentes Recebimento Recebimento de de mercadoras mercadoras
    • 201. Processo padrão de Manutenção SCADA Informe de problema Manutenção preventiva Plano/ Estimativa PM Programação Execução Notificação MM PS Fechamento Notificação Ordem de manutenção Ordem de manutenção Ordem de manutenção Ordem de manutenção CO História/ Análises
    • 202. Manutenção Preventiva Listas de Tarefas – Listas de Tarefas por localização específica Listas de Tarefas por localização funcional – Informações Gerais Listas de Tarefas com alocação de materiais Fatores de execução para as operações da Lista de Tarefa Análises de Custo para as operações da Lista de Tarefa Performance-base para as estratégias de manutenção – Relacionamento de operações em Lista de Tarefa – Manutenção dos relacionamentos usando interface gráfica ou lista de relacionamentos
    • 203. Planos de Manutenção Planos de Manutenção Múltiplos objetos Objeto único ll ciona al. fu n Loc Material Plano de manuten. PM 1 master Item 01 Item 02 Equipamento Plano Manuten. PM 2 Lista objetos Item 01 Item 02 Lista objetos Multiplas contas contabeis Nenhum objeto relacionado PM 3 Item 1 Item 2 Loc al. fun ci o nal Local. A1 Local. B2 Equipamento
    • 204. Planos de Manutenção Baseado contador Baseado tempo Mês P1 x x P2 x x x x x x x Estratégias P1 P2 Litros x x x x Planos de Manutenção PM 1 PM 2 PM 3 PM 4 Equipamento 1 Localiz. funcional 10 Equipamento A Localização funcional 20 0 1 5 7 4 1 5 7 9 Contador 1 Litros Contador 2 Litros ndar Cale ndar Cale
    • 205. Etapas na Aquisição de Serviços Determinação Determinação da necessidade da necessidade Carl Einstein Transfer Date RFQ 9,500 Criação da Criação da especificação especificação do serviço do serviço Pagamento Pagamento Ordem - Departamento usuário - Manutenção - Projeto fatura ? = Solicitação Solicitação de cotação de cotação Recebimento Recebimento Fatura Fatura Aceite do Aceite do serviço serviço Entrada da Entrada da cotação cotação Entrada Entrada do serviço do serviço Monitoramento Monitoramento da ordem da ordem Determinação Determinação da fonte da fonte Processamento Processamento da ordem da ordem Seleção Seleção fornecedor fornecedor
    • 206. Histórico de Manutenção Ordem de Manutenção a a ad ad et et p pll m m co co Entrada direta Histórico Manutenção Histórico Ordem Lista Objetos Equipamento / Local. funcion. Operações Equipamento Interna / Externa Equipamento Material Local. func. Custos por tipo avaliação Notif. complementação Dados Equipamento / Localização funcional
    • 207. Categorias de Custos e PM - Rateios Elementos de custo de uma ordem Exemplo - 400000 matéria prima - 403000 peças reservas - 403100 Lubrificantes - ........... ............. - 415000 Serviços Exter. - 420000 M.O. contratada - ........... ............. - 620000 M.O. interna - ........... ............. - 660000 Taxas/Impostos - ........... ............. Elementos de custos Categorias de custos Exemplo Custo de material Custo de lubrificantes M.O. Externa M. O. Interna Custos diversos Categoria de custos PM Sistema de informações de PM : Proporção com base em: - Material Interno - Material Externo - Mão Obra Interna - Mão Obra Externa - Serviços - Outros Custos PM
    • 208. Projetos Relacionados c/ Manutenção Elementos da Estrutura de Projeto Nível de controle projeto PM Sub- projeto A1 Sub- projeto A 1.1 Sub- projeto B1 Sub- projeto A 1.2 Sub- projeto B 1.1 Sub- projeto B 1.2 PS Sub- projeto B 1.3 Rede de trabalho PS planeja mento geral Ordem detalhada planejam/ process. íc ta in Da PM ordem 1 PM ordem 2 io Dat a fina l PM ordem 3 PM ordem 4 Op 10 Op 10 Op 20 Op 20 Op 30 Op 30 PM
    • 209. Fluxo de um Projeto Status/ Concepção Macro Planej. Fase WBS Planej. Aprovação Execução Encerramento Detalhado Custos Budget Itens aberto Custos Receitas Contabilidade Liberação Rede Ordem Confirmação Execução Tempo BILL Vendas Orçamento Contrato Faturamento
    • 210. Palavras Chave Objetos Técnicos - local de instalação, equipamentos, conjuntos, PRT Contratos de Serviços Centros de Trabalho Parceiros Configuração dos Equipamentos/Localizações específicas Manutenção Corretiva, Preventiva e Corretiva Listas de Tarefas/Planos de Manutenção Notificações Ordens de Trabalho/ Sub-ordens Planejamento de Capacidades Encerramento dos Trabalhos Projetos de Manutenção e Redes de Trabalho Histórico para Análises
    • 211. Módulo HR
    • 212. FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 213. Gerenciamento Organizacional Aqui é controlada a estrutura ou árvore organizacional da empresa, considerando pessoas, posições, cargos e divisões organizacionais da empresa. A estrutura organizacional no HR é de importância vital, pois à partir dela é possível estabelecer autorizações e critérios de visibilidade para que gerentes possam administrar, com as ferramentas apropriadas, custos de pessoas, horários de trabalho, ajustes salariais, desempenho individual, reservas e planejamento e aprovação de viagens entre outros.
    • 214. Estrutura da Unidade Organizacional O O C S K P O - Áreas de negócios ou unidade administrativa C - Cargos genéricos S - Cargo específico K - Centro de custo P - Pessoa
    • 215. Administração de Pessoal Em tempos de descentralização crescente e globalização de mercados, a administração central é permanentemente acessível de dados de pessoal torna-se um benefício fundamental. É possível gerenciar todas as tarefas de administração de pessoal modernas com esse componente de aplicação. O componente Administração de Pessoal facilita atividades administrativas diárias, ao mesmo tempo que apoia o usuário nas atividades de planejamento. Outro benefício é aplicado especialmente nas corporações internacionais, pois a administração de pessoal se enquadra de acordo com a definição específica do pais.
    • 216. Manutenção Administração de Pessoal $ Estrutura Organizacional Pessoa Remuneração ETC Planej. Horário Trabalho Dados Pessoais Endereço Pessoal
    • 217. Gerenciamento de Remunerações A administração de remuneração permite o controle total das despesas e oferece remuneração competitiva, seja para pagamento fixo, mérito ou promoção. Em resumo, é possível usar o componente para : - Criar orçamentos centralizados e descentralizados - Planejar e administrar reajustes de remuneração - Planejar e administrar reajustes dentro do orçamento - Determinar valor de cargo - Definir escalas de remuneração e estruturas salariais - Administrar participações na empresa
    • 218. Treinamento & Eventos Esse componente dispõe de funções que permitem planejar e administrar todos os tipos de eventos, desde sessões de treinamento até convenções com facilidade e eficácia. A administração de treinamento é parte integrante do HR, e tem interfaces com todos os componentes de aplicação relevantes do R/3. A integração com Evolução de RH, permite conversão de propostas de treinamentos em inscrições para empregados com necessidade de qualificação. É possível determinar todos os recursos necessários para o treinamento, atribuindo inclusive os custos dos recursos, disponibilidade, local, tempo previsto, etc.
    • 219. Fluxo de Treinamentos e Eventos Requerimentos Qualificações Habilidade para o trabalho Habilidade para o trabalho Iniciativa Iniciativa Conhecimento SAP Conhecimento SAP Aplicações SAP Internet ?????????????? ANÁLISE E INDICAÇÃO DE TREINAMENTO
    • 220. Administração de Benefícios Essa funcionalidade permite administrar todos os benefícios concedidos aos funcionários bem como determinar eventuais valores a serem transitados em folha de pagamento. A determinação do benefício atribuído ao funcionário pode ser de acordo com os critérios de grupos e subgrupos de empregados. Há ainda a possibilidade de definição dos tipos de benefícios, valores, custos e os níveis de dependentes dos funcionários que podem ser incluídos nos respectivos planos.
    • 221. Categoria dos Planos de Benefícios Empréstimo pessoal Ticket restaurante Seguro saúde Cesta básica Seguro de vida Outros a serem definidos Estas são as categorias de plano de benefícios, a categoria define todos os atributos dos planos. Nos planos são determinados como são configurados na guia de implementação e como os empregados serão atribuídos aos planos.
    • 222. Gerenciamento de Tempos É o sub-módulo do HR onde são controlados os horários de trabalho dos empregados, terceiros e outros. Aqui também são controlados os períodos de férias dos empregados. Abonos de irregularidades tais como ausências (justificadas ou não), horas extras, empregado que trabalha substituindo a outro e plantões são efetuados via Tempos pelo responsável ou pela área de pessoal. Todos os tipos de horas extras, horas adicionais (periculosidade, insalubridade, horas noturnas etc.), são calculados pelo Gerenciamento de Tempos através de regras. Efetua o controle de empregados com entrada de horas (time positivo) e sem entrada de horas (time negativo). Ao final do período essas regras efetuam a transferência das horas trabalhadas para pagamento através da folha.
    • 223. Fluxo de Gerenciamento de Tempos Dados Mestres Horários de trabalho Registro de Tempo Avaliação de Tempo Folha de Pagamento Relatórios Espelho de Ponto
    • 224. Folha de Pagamento É o sub-módulo onde são efetuados os cálculos de pagamento de pessoal (empregados, estagiários, diretores sem vínculo etc.), quer com base em horas trabalhadas (Time Positivo), ou sem entrada de horas (Time Negativo) e deduções (legais e autorizadas pela empresa). Ao final do cálculo o usuário executa a transferência dos valores calculados para as contas contábeis (FI) e gera relatórios legais e de transferência bancária (via magnética, disquete ou relação de pagamentos). Gera relatórios e guias para recolhimento de encargos sociais. Executa, também, o controle de provisões (férias, décimo terceiro, aviso prévio entre outras) e respectivas contabilizações (FI).
    • 225. Fluxo da Folha de Pagamento Manut. Dados Mestres Correção Liberação Fopag da N Proc ã esso o sem erro S i Encerra m Iníc. doo Processam ento Conferir Resultado
    • 226. Processo Leitura dados básicos empregados Leitura resultados da última folha de pagamento Leitura dos dados de tempos Cálculo de remuneração individual Cálculo de pagamento, impostos e deduções Transferência dos valores
    • 227. Recrutamento e Seleção de Pessoal Controla todo instrumental necessário a recrutamento de candidatos, desde anúncios em jornais, agências de emprego, “head-hunters” etc. Armazena em banco específico dados fundamentais (e demais dados, se for o desejado), que são acessíveis através de critérios de seleção (qualificações necessárias para a vaga). A partir da criação de uma vaga na empresa, a funcionalidade de Recrutamento trata de todas as necessidades quando da solicitação de candidatos à vaga. Sendo realizadas avaliações dos candidatos, encaminhamento aos devidos testes de aptidões e modificações de status do candidato na medida de seu desenvolvimento no processo de seleção.
    • 228. Cenário de Recrutamento Recrutador prepara avaliação Recrutador imputa dados e contata gerencia Realiza entrevista Recrutador cria histórico do candidato Gerencia toma decisão
    • 229. Integração de Recrutamento com HR Posições Administração de Pessoal Descrição do Cargo VAGA Carreiras e Sucessões Perfil Requerido Comparação de Perfil
    • 230. Administração Despesas de Viagem É responsável tanto pelo planejamento da viagem como pelo controle das despesas decorrentes da viagem, verificando os limites estabelecidos quando da parametrização da funcionalidade. Dentro do HR é estabelecido quais são os privilégios de viagens possíveis para o empregado à partir do qual são tratados esses limites. Aprovada a viagem (planejamento ou acerto de despesas), todos lançamentos são efetuados contra as contas da contabilidade (módulo FI).
    • 231. Fluxo de Despesas de Viagem
    • 232. Desenvolvimento de Pessoal Todo o planejamento de pessoal (carreiras e sucessões, qualificações, potenciais etc.), é tratado nesta funcionalidade. O planejamento de carreira pode ser feito estruturando estágios necessários e respectiva duração de tempo mínima considerando desde posições ou cargos a ocupar, como também departamentos e setores (lugares dentro da estrutura organizacional), que o empregado deverá ter “passado”. Em qualificações e potenciais, é gerenciado a qualificação do capital humano da empresa. Também são tratadas “aversões”, com relação a cargos, posições, departamentos e setores (lugares dentro da estrutura organizacional) etc.
    • 233. Manager’s Desktop Permite a visualização de informações gerenciais para cada chefe de unidade ou departamento (estrutura organizacional). Os responsáveis pelas unidades podem programar férias de seu pessoal, abonar ausências, aprovar horas extras, consultar pagamento e dados salariais entre outros, recrutar empregados, acessar a base de planejamento de custos, no entanto limitado de acordo com a árvore da estrutura organizacional a que é responsável. Podem ser disponibilizadas visões com consultas (“queries”) que normalmente são formuladas pelo “chefe” de uma determinada unidade e outras consultas para outros “chefes” ou grupos de “chefes” de unidades, ou seja, pode-se customizar as visões de acordo com a necessidade de cada área da estrutura organizacional.
    • 234. Manager’s Desktop
    • 235. Palavras Chaves Dados Mestres de Pessoal Infotipo Time Rptime00 Estrutura Organizacional Posição Cargo Remuneração Administração de Pessoal (PA) Desenvolvimento de Pessoal (PD) Folha de Pagamento Objetos
    • 236. Profile
    • 237. Diamante da SAP FI SD Financial Accounting Sales & Distribution MM PP CO Materials Mgmt. Controlling QM Quality Mgmt. AM R/3 Production Planning PM Fixed Assets Mgmt. Client / Server ABAP/4 PS Project System WF Plant Maintenance HR Human Resources Workflow IS Industry Solutions
    • 238. Conceito de Profile Controla acesso ao R/3. De que forma : - Criando/Excluindo chave de acesso; - Bloqueando/Desbloqueando usuários; - Atribuindo acesso a Transações; - Informações sobre usuários.
    • 239. Conceito de Mandante Hardware SAP R/3 Desenvolvimento Qualidade Produção Treinamento
    • 240. Acesso ao R/3 Mandante/Client Onde toda e qualquer modificação impactará Campo que define o acesso do usuário ao R/3. Dependendo da função, algumas transações não estarão disponíveis. Idioma no qual se estará trabalhando
    • 241. Criação de Chave de Acesso Para criarmos um usuário é necessário que seja feita uma solicitação através de um chamado. Onde no mesmo deve conter seguintes dados cadastrais do usuário : - Nome Completo do funcionário; - Departamento; - Função; - Perfil com o qual o usuário deve ser criado, - Telefone.
    • 242. Exclusão de Chave de Acesso Para excluirmos um usuário no R/3 também é necessário que seja efetuado uma solicitação através de um chamado, onde no chamado deve conter o User ID e o do funcionário (usuário). Um outro motivo para excluirmos um usuário, por exemplo, é por data do último Logon. Se, o usuário não se loga a mais de X dias, o mesmo é eliminado.
    • 243. Bloqueando Usuário Geralmente o próprio usuário bloqueia seu acesso no SAP. Dentro do SAP existem varias parametrizações, entre elas, existe uma que verifica quantas vezes o usuário tenta se logar. Por exemplo : Esta “configurado” no sistema que se o usuário errar sua tenha por mais de três vezes, o mesmo será bloqueado automaticamente.
    • 244. Desbloqueando Usuário O usuário será desbloqueado mediante solicitação formal , efetuada pelo próprio, ou se o mesmo for bloqueado pelo administrador de sistemas o solicitante desse bloqueio deve efetuar abrir um chamado.
    • 245. Atribuindo Acesso a Transações As transações são atribuídas aos usuários mediante chamado. Após solicitação é efetuada uma análise junto ao consultor funcional a respeito de o usuário deve ou não possuir acesso à transação solicitada . Como estão atribuídas as transações ? Por existirem mais de 16.000 transações no SAP, as mesmas estão divididas em Grupos de Atividades ou Responsabilidades, dependendo da versão instalada no cliente.
    • 246. Como estão compostos os Grupos de Atividades ? Grupo de Atividades Transação Objeto Objeto Transação Objeto Objeto Transação Objeto Campos de Autorização Objeto Transação Objeto Objeto
    • 247. Autorizações Grupo de Atividade Transação Objeto Campos de Autorização
    • 248. Os perfis de autorização são criados pelo time funcional do projeto juntamente com os usuários chave implementados pela equipe de Basis.
    • 249. De que forma são criados os perfis ? Os Grupos de Atividades são criados a partir de uma ferramenta do sistema R/3 chamada Profile Generator (PFCG) Como funciona o Profile Generator? O Profile Generator cria Grupos de Atividades, que são compostos por transações selecionadas, contendo todas as autorizações necessárias para a execução destas transações.
    • 250. Profile Generator (PFCG) Menu é onde todas as transações são atribuídos ao Grupo de Atividade Z:TESTE
    • 251. Menu
    • 252. Autorização Authorizations é onde são gerados os perfis (Objetos) Standard das transações atribuídas ao Grupo de Atividade
    • 253. Autorização
    • 254. Usuário
    • 255. Palavras Chave Usuário Bloqueado Reset de Senha Acesso a Transação Acesso ao SAP Acesso a Relatório Exclusão de Usuário (Chave de Acesso) Criação de Usuário (Chave de Acesso) Falta de Autorização Exclusão de Acesso Restrição de Acesso

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