2013 cem - fraudes espíritas e mistificações - parte a -5a aula

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2013 cem - fraudes espíritas e mistificações - parte a -5a aula

  1. 1. FRAUDES ESPÍRITAS E MISTIFICAÇÕES CURSO DE EDUCAÇÃO MEDIÚNICA – 2º ANO - 5ª Aula -
  2. 2. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações?
  3. 3. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que?
  4. 4. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual
  5. 5. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que?
  6. 6. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que? – No caminho do bem
  7. 7. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que? – No caminho do bem – Auxiliar – no que?
  8. 8. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que? – No caminho do bem – Auxiliar – no que? • Não tirando os desafios, mas auxiliando a resolvê-los
  9. 9. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que? – No caminho do bem – Auxiliar – no que? • Não tirando os desafios, mas auxiliando a resolvê-los • Nós somos responsáveis por nós
  10. 10. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que? – No caminho do bem – Auxiliar – no que? • Não tirando os desafios, mas auxiliando a resolvê- los • Nós somos responsáveis por nós • A cada um segundo suas obras
  11. 11. • Qual o objetivo dos Espíritos em suas comunicações? – Ensinar – o que? – O que é útil no mundo espiritual – Orientar – em que? – No caminho do bem – Auxiliar – no que? • Não tirando os desafios, mas auxiliando a resolvê-los • Nós somos responsáveis por nós • A cada um segundo suas obras – Como? Através dos ensinamentos de Jesus
  12. 12. O Consolador Prometido
  13. 13. O Consolador Prometido Por que viria?
  14. 14. O Consolador Prometido Por que viria? Esclarecer o que ficou obscuro e expandir os ensinamentos de Jesus
  15. 15. O Consolador Prometido Por que viria? Esclarecer o que ficou obscuro e expandir os ensinamentos de Jesus O que precisam para esta missão?
  16. 16. O Consolador Prometido Por que viria? Esclarecer o que ficou obscuro e expandir os ensinamentos de Jesus O que precisam para esta missão? Precisam dos MÉDIUNS
  17. 17. O Consolador Prometido Por que viria? Esclarecer o que ficou obscuro e expandir os ensinamentos de Jesus O que precisam para esta missão? Precisam dos MÉDIUNS Como deveria ser este intercâmbio? Como o médium tem que ser? O que deve ter?
  18. 18. O Consolador Prometido Por que viria? Esclarecer o que ficou obscuro e expandir os ensinamentos de Jesus O que precisam para esta missão? Precisam dos MÉDIUNS Como deveria ser este intercâmbio? Como o médium tem que ser? O que deve ter? Moral e conhecimento
  19. 19. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito:
  20. 20. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado)
  21. 21. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium)
  22. 22. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium) • do que a recebe (encarnado)
  23. 23. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium) • do que a recebe (encarnado) Kardec mostrou:
  24. 24. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium) • do que a recebe (encarnado) Kardec mostrou: • as diferentes condições em que estas comunicações poderiam ser realizadas (diferentes mediunidades e médiuns)
  25. 25. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium) • do que a recebe (encarnado) Kardec mostrou: • as diferentes condições em que estas comunicações poderiam ser realizadas (diferentes mediunidades e médiuns) • as interferências dos Espíritos (escala espírita), logo a natureza das comunicações
  26. 26. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium) • do que a recebe (encarnado) Kardec mostrou: • as diferentes condições em que estas comunicações poderiam ser realizadas (diferentes mediunidades e médiuns) • as interferências dos Espíritos (escala espírita), logo a natureza das comunicações • Para ser bem feita é necessário o perfeito entrosamento entre desencarnado e encarnado
  27. 27. Este relacionamento depende da evolução de cada Espírito: • do que envia a mensagem (desencarnado) • do que a transmite (médium) • do que a recebe (encarnado) Kardec mostrou: • as diferentes condições em que estas comunicações poderiam ser realizadas (diferentes mediunidades e médiuns) • as interferências dos Espíritos (escala espírita), logo a natureza das comunicações • Para ser bem feita é necessário o perfeito entrosamento entre desencarnado e encarnado • Para o bom ensinamento, orientação e auxílio: ambos devem ter moral e conhecimento envolvidos em AMOR
  28. 28. Conhecimento intelectual é importante, mas o principal da doutrina:
  29. 29. Conhecimento intelectual é importante, mas o principal da doutrina: – Moral- ligação com os princípios redentores do Cristo
  30. 30. Conhecimento intelectual é importante, mas o principal da doutrina: – Moral- ligação com os princípios redentores do Cristo – Amor- o elo que fará com que tudo isto tenha sucesso
  31. 31. Mistificação e fraudes
  32. 32. Mistificação e fraudes • Com ou sem a presença da espiritualidade
  33. 33. Mistificação e fraudes • Com ou sem a presença da espiritualidade • Os espíritos inferiores gostam de mistificar, mas não gostam de ser mistificados.
  34. 34. Mistificação e fraudes • Com ou sem a presença da espiritualidade • Os espíritos inferiores gostam de mistificar, mas não gostam de ser mistificados. • Gostam de brincadeiras, curiosidades, gostam de se divertir, mas não de serem explorados, ou seja não servem de comparsas nos ganhos materiais.
  35. 35. Mistificação e fraudes • Com ou sem a presença da espiritualidade • Os espíritos inferiores gostam de mistificar, mas não gostam de ser mistificados. • Gostam de brincadeiras, curiosidades, gostam de se divertir, mas não de serem explorados, ou seja não servem de comparsas nos ganhos materiais. • A prestidigitação (mágica) pode ter dia e hora marcados, mas não se pode ter à vontade e na hora que se quiser a presença de Espíritos.
  36. 36. Mistificação e fraudes • Com ou sem a presença da espiritualidade • Os espíritos inferiores gostam de mistificar, mas não gostam de ser mistificados. • Gostam de brincadeiras, curiosidades, gostam de se divertir, mas não de serem explorados, ou seja não servem de comparsas nos ganhos materiais. • A prestidigitação (mágica) pode ter dia e hora marcados, mas não se pode ter à vontade e na hora que se quiser a presença de Espíritos. • Quando estes não atendem podem usar do ilusionismo, mas não da mediunidade.
  37. 37. Mediunidade? Mistificação? Fraude?
  38. 38. MÉDIUNIDADE – capacidade que certas pessoas possuem em servir de intermediário entre os Espíritos e os homens
  39. 39. MÉDIUNIDADE – capacidade que certas pessoas possuem em servir de intermediário entre os Espíritos e os homens MISTIFICAÇÃO - enganar, burlar, ludi-briar, abusar da credulidade dos outros.
  40. 40. MÉDIUNIDADE – capacidade que certas pessoas possuem em servir de intermediário entre os Espíritos e os homens MISTIFICAÇÃO - enganar, burlar, ludi-briar, abusar da credulidade dos outros. FRAUDE - burla, logro, engano. Pressupõe uma atitude pensada previamente com a finalidade de fazer parecer verdadeira uma coisa que é falsa.
  41. 41. Mistificação
  42. 42. Mistificação • o médium é colocado em situações ridícu-las, apresentando comunicações absurdas, mentirosas, vazias em seu con-teúdo.
  43. 43. Mistificação • o médium é colocado em situações ridícu-las, apresentando comunicações absurdas, mentirosas, vazias em seu con-teúdo. • os Espíritos agem e o médium não participa da farsa.
  44. 44. Mistificação • o médium é colocado em situações ridícu-las, apresentando comunicações absurdas, mentirosas, vazias em seu con-teúdo. • os Espíritos agem e o médium não participa da farsa. • as mistificações ocorrem com maior frequência nos fenômenos de natureza inteligente, como a psicofonia e a psicografia.
  45. 45. Mistificação • o médium é colocado em situações ridícu-las, apresentando comunicações absurdas, mentirosas, vazias em seu con-teúdo. • os Espíritos agem e o médium não participa da farsa. • as mistificações ocorrem com maior frequência nos fenômenos de natureza inteligente, como a psicofonia e a psicografia. • nenhum médium está isento de ser mistificado.
  46. 46. Mistificação • o médium é colocado em situações ridícu-las, apresentando comunicações absurdas, mentirosas, vazias em seu con-teúdo. • os Espíritos agem e o médium não participa da farsa. • as mistificações ocorrem com maior frequência nos fenômenos de natureza inteligente, como a psicofonia e a psicografia. • nenhum médium está isento de ser mistificado. • o médium po-de, algumas vezes, deixar passar informa-ções de seu próprio incons-ciente, sem a presença de entidades espiritu-ais, mas, neste caso, é um fenômeno anímico e não uma mistifica-ção.
  47. 47. Mistificações mais comuns:
  48. 48. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos
  49. 49. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos - Anúncios de herança ou outras fontes de riqueza
  50. 50. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos - Anúncios de herança ou outras fontes de riqueza - Predições com épocas determinadas
  51. 51. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos - Anúncios de herança ou outras fontes de riqueza - Predições com épocas determinadas - Indicações relativas a interesses materiais
  52. 52. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos - Anúncios de herança ou outras fontes de riqueza - Predições com épocas determinadas - Indicações relativas a interesses materiais - Teorias ou sistemas científicos ousados
  53. 53. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos - Anúncios de herança ou outras fontes de riqueza - Predições com épocas determinadas - Indicações relativas a interesses materiais - Teorias ou sistemas científicos ousados - Utilização de nomes conhecidos
  54. 54. Mistificações mais comuns: - Revelação de tesouros ocultos - Anúncios de herança ou outras fontes de riqueza - Predições com épocas determinadas - Indicações relativas a interesses materiais - Teorias ou sistemas científicos ousados - Utilização de nomes conhecidos Tudo o que se afasta do objetivo moral das comuni-cações.
  55. 55. Como evitar:
  56. 56. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar
  57. 57. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade
  58. 58. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade – não afastando deste ponto, ja-mais seremos enganados
  59. 59. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade – não afastando deste ponto, ja-mais seremos enganados – não há duas maneiras de compreender a verdadeira moral, senão aquela que pode ser admitida por todo homem de bom senso.
  60. 60. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade – não afastando deste ponto, ja-mais seremos enganados – não há duas maneiras de compreender a verdadeira moral, senão aquela que pode ser admitida por todo homem de bom senso. Atenção!
  61. 61. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade – não afastando deste ponto, ja-mais seremos enganados – não há duas maneiras de compreender a verdadeira moral, senão aquela que pode ser admitida por todo homem de bom senso. Atenção! – Os Espíritos não são adivinhos e nem feiticeiros
  62. 62. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade – não afastando deste ponto, ja-mais seremos enganados – não há duas maneiras de compreender a verdadeira moral, senão aquela que pode ser admitida por todo homem de bom senso. Atenção! – Os Espíritos não são adivinhos e nem feiticeiros – Os Espíritos falam das coisas terrenas quando necessário
  63. 63. Como evitar: – não exigir do Espiri-tismo senão o que ele pode e deve dar – seu objetivo é a me-lhoria moral da humanidade – não afastando deste ponto, ja-mais seremos enganados – não há duas maneiras de compreender a verdadeira moral, senão aquela que pode ser admitida por todo homem de bom senso. Atenção! – Os Espíritos não são adivinhos e nem feiticeiros – Os Espíritos falam das coisas terrenas quando necessário – Devemos acolher com reserva e desconfiança tudo o que se afasta do objetivo essencial do Espiritismo.
  64. 64. Kardec: “Por que Deus permite que pessoas sinceras e que aceitam o Espiri-tismo de boa fé, sejam mistifi-cadas; isto não lhes acarretaria o in-conveniente de lhes abalar a crença?”
  65. 65. Kardec: “Por que Deus permite que pessoas sinceras e que aceitam o Espiri-tismo de boa fé, sejam mistifi-cadas; isto não lhes acarretaria o in-conveniente de lhes abalar a crença?” O Espírito da Verdade: “Se isto lhes abalar a crença, é porque sua fé não é muito só-lida. Quem renuncia ao Espiritismo por um simples apontamento, prova que não o compreende e não o toma em sua parte séria. Deus permite as mis-tificações para provar a perseverança dos verdadeiros adeptos e punir os que fazem do Espiritismo um objeto de diverti-mento.”
  66. 66. Fraudes:
  67. 67. Fraudes: - tem sempre um interesse material
  68. 68. Fraudes: - tem sempre um interesse material - onde não há ganho, o médium não tem interesse em enganar
  69. 69. Fraudes: - tem sempre um interesse material - onde não há ganho, o médium não tem interesse em enganar - falsos médiuns : espertalhões e pessoas pouco escrupulosas que usam a falsa mediunidade para explorarem as pessoas que os procu-ram.
  70. 70. Fraudes: - tem sempre um interesse material - onde não há ganho, o médium não tem interesse em enganar - falsos médiuns : espertalhões e pessoas pouco escrupulosas que usam a falsa mediunidade para explorarem as pessoas que os procu-ram. - usam de prestidigitação, ilusionismo, obtendo lucros ma-teriais e vantagens pessoais.
  71. 71. Fraudes: - tem sempre um interesse material - onde não há ganho, o médium não tem interesse em enganar - falsos médiuns : espertalhões e pessoas pouco escrupulosas que usam a falsa mediunidade para explorarem as pessoas que os procu-ram. - usam de prestidigitação, ilusionismo, obtendo lucros ma-teriais e vantagens pessoais. - médiuns verdadeiros: indivíduos que sem qualidades morais, não medem esforços em “ajudar” a realização dos fenômenos quando os Espíritos não os provocam, quando demoram a agir ou se au-sentam.
  72. 72. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados
  73. 73. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados.
  74. 74. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados. - os fenômenos físicos são os mais facilmente imitados: dirigem-se mais aos olhos do que à inteligência aguçam mais a curiosidade, atraem multidões, logo são mais produtivos.
  75. 75. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados. - os fenômenos físicos são os mais facilmente imitados: dirigem-se mais aos olhos do que à inteligência aguçam mais a curiosidade, atraem multidões, logo são mais produtivos. - pancadas íntimas na própria madeira
  76. 76. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados. - os fenômenos físicos são os mais facilmente imitados: dirigem-se mais aos olhos do que à inteligência aguçam mais a curiosidade, atraem multidões, logo são mais produtivos. - pancadas íntimas na própria madeira - fenômeno de transporte
  77. 77. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados. - os fenômenos físicos são os mais facilmente imitados: dirigem-se mais aos olhos do que à inteligência aguçam mais a curiosidade, atraem multidões, logo são mais produtivos. - pancadas íntimas na própria madeira - fenômeno de transporte - aparições
  78. 78. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados. - os fenômenos físicos são os mais facilmente imitados: dirigem-se mais aos olhos do que à inteligência aguçam mais a curiosidade, atraem multidões, logo são mais produtivos. - pancadas íntimas na própria madeira - fenômeno de transporte - aparições - suspensão de objetos
  79. 79. Fenômenos espíritas que podem ser fraudados - os fenômenos inteligentes são os mais difíceis de serem fraudados. - os fenômenos físicos são os mais facilmente imitados: dirigem-se mais aos olhos do que à inteligência aguçam mais a curiosidade, atraem multidões, logo são mais produtivos. - pancadas íntimas na própria madeira - fenômeno de transporte - aparições - suspensão de objetos Os charlatães podem possuir grandes habilidades, mas não conseguem dar saber ao ignorante ou inteligência a quem não a tem.
  80. 80. Como evitar
  81. 81. Como evitar -moralidade notória dos médiuns
  82. 82. Como evitar -moralidade notória dos médiuns - ausência de todas as causas de interesse material ou de amor próprio estimulando o exercício das faculdades mediúnicas.
  83. 83. Como evitar -moralidade notória dos médiuns - ausência de todas as causas de interesse material ou de amor próprio estimulando o exercício das faculdades mediúnicas. -conhecimento do Espiritismo que explica o mecanismo das comu-nicações e o intercâmbio entre os dois planos
  84. 84. Como evitar -moralidade notória dos médiuns - ausência de todas as causas de interesse material ou de amor próprio estimulando o exercício das faculdades mediúnicas. -conhecimento do Espiritismo que explica o mecanismo das comu-nicações e o intercâmbio entre os dois planos - estudo constante da Doutrina Espírita para todos os que vão par-ticipar de atividades mediúnicas
  85. 85. Melhor controle para evitar -moralidade notória dos médiuns - ausência de todas as causas de interesse material ou de amor próprio estimulando o exercício das faculdades mediúnicas. -conhecimento do Espiritismo que explica o mecanismo das comu-nicações e o intercâmbio entre os dois planos - estudo constante da Doutrina Espírita para todos os que vão par-ticipar de atividades mediúnicas Perfeita lealdade dos assistentes, atestada por sua honorabilidade e por seu desinteresse.
  86. 86. - A mediunidade é uma realidade e não são criaturas inescrupulosas que impedirão sua realidade
  87. 87. - A mediunidade é uma realidade e não são criaturas inescrupulosas que impedirão sua realidade - Os Espíritos não estão à nossa disposição
  88. 88. - A mediunidade é uma realidade e não são criaturas inescrupulosas que impedirão sua realidade - Os Espíritos não estão à nossa disposição - O desinteresse absoluto é o melhor nestes casos
  89. 89. - A mediunidade é uma realidade e não são criaturas inescrupulosas que impedirão sua realidade - Os Espíritos não estão à nossa disposição - O desinteresse absoluto é o melhor nestes casos - O exercício correto da mediunidade requer determinadas normas e disciplinas, seriedade e propósitos elevados para que o fenômeno seja equilibrado e produtivo.
  90. 90. Chico Xavier - exemplo de médium com conhecimento, moral, amor, caridade
  91. 91. • GHOST ?
  92. 92. Sr. Daniel Dunglas Home Mediunidade? Mistificação? Fraude?

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