Your SlideShare is downloading. ×
0
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
 2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

2- Ensino Médio- As muitas linguagens da arte contemporânea

12,372

Published on

Ensino Médio.

Ensino Médio.

Published in: Education
1 Comment
7 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
12,372
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
266
Comments
1
Likes
7
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Ensino MédioAS MUITAS LINGUAGENSDA ARTE CONTEMPORÂNEA Por Elisa B. Herrera Peres Professora de Artes Visuais 1
  • 2. Além da Op Art e da Pop Art, na segunda metade doséculo XX desenvolveram-se inúmeras tendênciasartísticas. Por isso, em vez de descrever as característicasde cada tendência, destacamos o trabalho de algunsartistas: os norte-americanos: Edward Hopper (1882-1967) David Smith (1906-1965) George Segal (1924-2000) Donald Judd (1928-1994) Bill Viola (1951) Jean-Michel Basquiat (1960-1988) 2
  • 3. Os alemães: Josef Beuys (1921-1986) e Frank Auerbach (1931); O búlgaro: Javacheff Christo (1935); O colombiano: Fernando Botero (1932); O indiano: Anish Kapor (1954); O inglês: Tony Cragg (1949) E a francesa: Louise Bourgeois (1911) 3
  • 4.  Performance  Instalação Land Art ou Arte ambiental INTERFERÊNCIAS 4
  • 5. Artistas: Joseph Beuys Spencer Tunik Christo e Jean-Claude 5
  • 6. PERFORMANCE ou Arte efêmeraLINGUAGEM ARTÍSTCA MODERNAA art performance ou performance artística é uma modalidade demanifestação artística interdisciplinar que - assim como o happening - podecombinar teatro, música, poesia ou vídeo. É característica da segunda metadedo século XX, mas suas origens estão ligadas aos movimentosde vanguarda (dadaísmo, futurismo, Bauhaus, etc.) do início do século passado.Difere do happening por ser mais cuidadosamente elaborada e não envolvernecessariamente a participação dos espectadores. Em geral, segue um "roteiro"previamente definido, podendo ser reproduzida em outros momentos ou locais. Érealizada para uma plateia quase sempre restrita ou mesmo ausente e, assim,depende de registros - através de fotografias, vídeos e/ou memoriais descritivos -para se tornar conhecida do público. 6
  • 7. A performance foi introduzida durante a década de 1960,pelo grupo Fluxus e, muito especialmente, através das obrasde Joseph Beuys. Numa de suas performances, Beuys passouhoras sozinho na Galeria Schmela, em Düsseldorf, com orosto coberto de mel e folhas de ouro, carregando nos braçosuma lebre morta, a quem comentava detalhes sobre as obrasexpostas.Em alguns casos, as performances ligadas à body art setornaram sensoriais ou até masoquistas. ChrisBurden rastejou sobre um piso coberto com cacos de vidro,levou tiros e foi crucificado sobre um automóvel. 7
  • 8. Joseph BeuysFoi um artista alemão que produziu em vários meios etécnicas, incluindo escultura, performance, vídeo e instalação.Ele é considerado um dos mais influentes artistas europeus dasegunda metade do século XX.Frases: "Toda a gente é um artista.""Libertar as pessoas é o objetivo da arte, portanto a arte para mim é a ciência da liberdade." "Tornai os segredos produtivos." 8
  • 9. • A Matilha (1969) - instalação com uma Kombi Volkswagen e 24 trenós de madeira contendo feltro, lanternas e gordura;• Como Explicar Desenhos a uma Lebre Morta (1965) - o artista vaga pela galeria com o rosto recoberto de mel e ouro, carregando no colo uma lebre morta com quem ele fala;• Terno de Feltro (1970) - um terno de feltro em um cabide de arame;• Canto Gorduroso (1973) - gordura de porco no canto de um espaço. A gordura derrete e se torna rançosa com o tempo;• Eu Amo a América e a América me Ama (EUA, 1974) - performance em que o artista ficou envolvido em feltro em uma sala com um coiote durante cinco dias;• Bomba de Mel no Local de Trabalho (Documenta de Kassel, 1977) - instalação / performance em que alunos da Universidade Livre Internacional de Criatividade e Pesquisa Interdisciplinar tomam parte;• 7.000 Carvalhos (1979) - Sete mil pedras foram espalhadas em Kassel durante uma documenta: para cada pedra retirada, Beuys determinou que seria plantado em seu lugar um carvalho, na esperança de que a ideia se espalharia para mais cidades. 9
  • 10. Dizem que a constante utilização dosmatérias como feltro e gorduraocorreu após sua quase morte naqueda de um avião atingido pelosbombardeios dos tanques antiaéreos russos, quando muito ferido,foi resgatado por tártaros nômadesque trataram suas feridas comgordura e a utilização de feltro.Daique surgiu o profundo respeito pelanatureza e pelas atividades cósmicaspor parte de Beuys. 10
  • 11. PerformanceComo Explicar Desenhos a uma Lebre Morta (1965) - Joseph Beuyscom mel e folhas de ouro no rosto e o coelho morto no colo com quem ele conversa
  • 12. 12Terno de feltro, 1970
  • 13. “The pack (a matilha), 1969″. Em A Matilha, Beuys apresenta uma instalação comuma Kombi e 24 trenós de madeira contendo feltro, gordura e lanternas. 13
  • 14. “Cadeira com gordura, 1963″. 14
  • 15. Fotografia de: “Coiote/Joseph Beuys:“I like America and America likes Me”, 1974″. 15
  • 16. “A MORTE DE MARAT” de Vik Muniz,Imagem do documentário “Lixo extraordinário” (“Waste land”) ganhou doisprêmios no Festival de Cinema de Berlim (a Berlinale): um de audiência e outroda organização de defesa dos direitos humanos Anistia Internacional (AI). 16
  • 17. Spencer TunickÉ um fotógrafo que nasceu nos Estados Unidos, Middeltown,em 1967 conhecido pelas suas polémicas fotografias ondeutiliza grandes aglomerações de pessoas em corpo nu. Porexemplo, em 2005 foi detido pela polícia de Nova Iorquequando fotografava uma modelo nua frente uma árvore denatal no Rockfeller Center.O fotógrafo americano Spencer Tunick é a única pessoa vestidanas suas sessões de fotos. Ele recruta, ao redor do mundo,milhares de voluntários para ficarem nus nos mais diferentescenários, do calor australiano às geleiras suíças. 17
  • 18. Spencer TunikPERFORMANCELINGUAGEM ARTÍSTCA MODERNA 18
  • 19. Spencer TunikNuma parceria entre Tunik e o Greenpeace, voluntáriosposam na geleira de Aletsch, Suíça, para chamar a atençãosobre o aquecimento global. 19
  • 20. Spencer TunikQuatrocentas e cinquenta mulheres são dispostas ao redor doterminal de informações do Grand Central Terminal de NovaYork, a maior estação de trens do mundo. 20
  • 21. Spencer TunikMilhares de pessoas posam emSidney, Austrália. 21
  • 22. INSTALAÇÃO LINGUAGEM ARTÍSTICA MODERNAinstalação (krafts) é uma manifestaçãoartística onde a obra é composta deelementos organizados em um ambiente. Adisposição de elementos no espaço tem aintenção de criar uma relação com oespectador. 22
  • 23. D E F I N I Ç Ã O DE INSTALAÇÃOÉ uma obra de arte que só "existe" na hora daexposição, é montada na hora, e após isto édesmontada, sendo que de lembrança da mesmasó ficam fotos e recordações...Uma das possibilidades da instalação é provocarsensações: frio, calor, odores, som ou coisas quesimplesmente chamem a atenção do público aoredor. 23
  • 24. INSTALAÇÃOO pavilhãoprincipal é Na Bienal de São Paulodedicado àsmelhoresobras, e aentradaprincipal é daartistabrasileira LygiaPape,constituída defios de ouropresos dochão ao teto,formando umainstalação emque oespectadoranda no meio,fazendo partedela. 24
  • 25. Instalação em exposição escolar 25
  • 26. “Somewhere Over the Rainbow “ Márcio Lima©Associação Cultural Video-Brasil 26
  • 27. “Estrutura Volátil”- O artista paranaense Geraldo Zamproni apresentou sua primeiraexposição individual na capital federal com a instalação “Estrutura Volátil”. A mostrafoi aberta dia 9 de fevereiro, na Marquise do Complexo Cultural da Funarte, emBrasília. O projeto foi contemplado com o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea 272011, para ocupação do espaço.
  • 28. Turquia -Visitante observa instalação chamada Public Page 48,49,51, doartista chinês Wang Du, que integra a Feira Internacional de ArteContemporânea em Istambul. Mais de 350 artistas de todo omundo expõem no evento. 28
  • 29. Palácio de Versailles- 2009 –Exposição de Arte contemporânea. 29
  • 30. Joana Vasconcelos (Paris,1971) é uma artistaplástica portuguesa.Vive e trabalha em Lisboano circuito internacionalda arte contemporânea.As participações na Bienalde Veneza, em 2005,2007 e 2012 A obra Sr. Vinho de Joana Vasconcelos 30
  • 31. Espaço Frans Krajcberg, em Curitiba.É um pintor, escultor, gravador e fotógrafo, artista plástico nascido na Polôniaem 1921 e naturalizado brasileiro. 31
  • 32. Trabalhos de FransKrajcberg namostra Natura, emSão Paulo. 32
  • 33. Cildo Meireles é umdos artistas maisimportantes da artecontemporânea. 33
  • 34. Land Art (Arte ambiental)A Land Art, também conhecida como Earth Art ou Earthwork é o tipode arte em que o terreno natural, em vez de prover o ambiente parauma obra de arte, é ele próprio trabalhado de modo a integrar-se àobra.A Land Art surgiu em finais da década de 1960, em parte comoconsequência de uma insatisfação crescente em face da deliberadamonotonia cultural pelas formas simples do minimalismo, em partecomo expressão de um desencanto relativo asofisticada tecnologia da cultura industrial, bem como ao aumentodo interesse às questões ligadas à ecologia. 34
  • 35. O conceito estabeleceu-se numa exposição organizada naDwan Gallery, Nova York, em 1968, e na exposição EarthArt, promovida pela Universidade de Cornell, em 1969.É um tipo de arte que, por suas características, não épossível expor em museus ou galerias (a não ser por meiode fotografias). Devido às muitas dificuldades de colocar-se em prática os esquemas de land art, suas obras muitasvezes não vão além do estágio de projeto. Assim, aafinidade com a arte conceitual é mais do que apenasaparente. 35
  • 36. Capital fluminense ganhamuseu a céu aberto cominauguração do projeto OutrasIdeias para o Rio(07 de setembro de 2012)No projeto, o olhar estrangeiro sobrea cidade está expresso em obrascomo a enorme cabeça flutuante doespanhol Jaume Plensa, instalada naságuas da Enseada de Botafogo. Nestasemana, antes mesmo da aberturada mostra, a obra, de 12 metros dealtura. 36
  • 37. Obra de Arte no centro do Rio de Janeiro.9/set/2012 – turistas visitam labirinto de vidro feito pelo artistaamericano Robert Morris na praça da Cinelândia. Morris é consideradoum dos criadores do Minimalismo e de Land Art. 37
  • 38. Robert Smithson, “Broken Circle” 38
  • 39. Espiral", realizada por Robert Smithson em1970, no Great Salt Lake, construída com terrae pedra sobre a água, numa extensão superiora quatrocentos metros, posteriormentedestruída pela própria água. 39
  • 40. Shiro Hayami (b 1927) - "Land Art“-painted stones on a beach (pedraspintadas na praia). 40
  • 41. 41“O Campo de Luz” Walter De Maria, 1977
  • 42. A Arte Ambiental, pela sua enorme dimensão, éexposta ao ar livre, aproveitando o ambienteexterno das ruas e da natureza. O artista Walter deMaria realiza em 1977 a obra “O Campo de Luz”,que consiste em 100 pára-raios colocados nodeserto de Quemados no Novo México, nosEstados Unidos. A obra acontece nos dias detempestade. Os espectadores têm que assinar umtermo de responsabilidade, isentando o artista deculpa, caso sejam eletrocutados. 42
  • 43. INTERFERÊNCIAS LINGUAGEM ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEAChristo Vladimirov Javacheff e Jeanne -Claude Denat deGuillebon são um casal que se dedica à arte de “embrulhar”grandes monumentos e cenários pelo mundo. Muitos consideramesse trabalho uma forma de arte ecológica ou até mesmo umprotesto, porém, eles afirmam que o fazem somente pelo seuapelo estético. Chisto afirma que é um artista com coragem poisalém dos desenhos preparatórios nada sobra de sua obra de arte.“É preciso muito mais coragem para criar peças que irãodesaparecer do que para criar peças que ficam” diz Christo. Paraconhecer mais sobre o trabalho do casal acesse o site oficial deChristo e Jeanne-Claude. 43
  • 44. Christo e Jean-Claude 44
  • 45. INTERFERÊNCIASLINGUAGEM ARTÍSTICA CONTEMPORÂNEA Árvores embrulhadas na Suíça 45
  • 46. 46
  • 47. Palácio do Reichstag em Berlin, Alemanha 47
  • 48. 48
  • 49. Pont Neuf, Paris 49
  • 50. Interferências: Pont Neuf, Paris, 1985 –trabalho de interferência de Christo e Jean-Claude 50
  • 51. 51
  • 52. Central Park de Nova York 52
  • 53. Parte sul do Central Park com os "portões" de ChristoAs criações da dupla sempre foram cercadas de polêmica. 53
  • 54. 54
  • 55. Olhando de frente o Vallley Curtain, Rifle, Colorado, 1970-72 55
  • 56. Fernando Botero (1932)Nascido em Medellín,Colômbia.Nas obras satíricas deFernando Botero,políticos, militares ereligiosos, músicos e arealeza, são retratadoscom figuras rotundas esem movimento,assumindo acaracterística de vidahumana estática. Denatureza humorística àprimeira vista, aspinturas de Botero sãogeralmente umcomentário social comtoques políticos. 56
  • 57. 1956.Durante sua estadia no México, nasceseu interesse pela Arte Pré-colombianae o trabalho dos artistas do Surrealismomexicano, que o atriam e acreditava queera ai onde estava a escencia da artelatinoamerica. Foi no México ondepintou Naturaleza muerta conmandolina”, descobre a possibilidade deaumentar o volume. Um dia esgotado detanto trabalho fez uma pequena marcano centro da mandolina que estavadesenhando, subitamente viu que essepequeño ponto tinha por onde sai o somdo instrumento, tinha dado o volume e asolidez que acabaria dando a proporção“boteriana” que seria o ponto central doestilo que leva seu nome “estiloboteriano”, é a volumetria do seu estilo.“Foi como atravesar uma porta paraentrar em outro quarto”. 57
  • 58. Anish Kapoor - "Ascension" Anish Kapoor diz que quer fazer objetos e instalações que pareçam importados"de outro mundo". Esta é mais ou menos a sensação que se tem ao olhar paracima, na cúpula circular do CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) do Rio, e versubir, em espiral, um fio de fumaça rumo ao céu estrelado (veja fotos no álbumao lado) visível por conta do teto de vidro, também formando um círculo nocentro do prédio.Batizada de "Ascension", a instalação dá nome à exposição do artista plásticoindiano-britânico, um dos mais importantes escultores contemporâneos domundo. Esta é a primeira mostra em uma galeria que ele faz no Brasil - antes,participou duas vezes da Bienal Internacional de São Paulo (em 1983 e em 1996)Conhecido por obras de grande porte apresentadas tanto em importantesmuseus e galerias - como a londrina Tate Modern e o nova-iorquino MOMA -quanto em espaços públicos, o artista traz para o Brasil instalações, esculturas e oúnico vídeo de sua carreira, que exploram, por meio de diferentes formas emateriais, as relações e sensações espaciais, o resultado da interação doindivíduo com seu trabalho, com o objetivo, segundo o artista, de abordar o "omedo da inconsciência, do vazio", e a descrição do "vácuo".Entre os trabalhos da exposição há três obras inéditas, entre elas a instalação"Ascension".. 58
  • 59. Anish Kapor no CCBB Rio de Janeiro 59
  • 60. Anish Kapor (1954) 60
  • 61. 61
  • 62. GravuraGravura é uma imagem representandoalgo, como pintura, desenho, relevos, etc.O material pode variar e classifica-se agravura de acordo com o material de que éfeita. 62
  • 63. Gravura em metal de Paula Almozara, 1989 63
  • 64. Gravura em metal de aluno de Gravura da Escola de Belas Artes da UFMG (EBA). 64
  • 65. Xilogravuraé a técnica de gravura na qual se utiliza madeiracomo matriz e possibilita a reprodução daimagem gravada sobre papel ou outro suporteadequado. È um processo muito parecido comum carimbo.É uma técnica em que se entalhar na madeira,com ajuda de instrumento cortante, a figura ouforma (matriz) que se pretende imprimir. Emseguida usa-se um rolo de borracha embebecidaem tinta, tocando só as partes elevadas doentalhe. O final do processo é a impressão emalto relevo em papel ou pano especial, que ficaimpregnado com a tinta, revelando a figura. Entreas suas variações do suporte pode-se gravar emlinóleo (linoleogravura) ou qualquer outrasuperfície plana.A xilogravura popular é uma permanência dotraço medieval da cultura portuguesatransplantada para o Brasil e que se desenvolveuna literatura de cordel. xilogravura- Escher 65
  • 66. No ano de 2011, no Centro Cultural Banco do Brasil, no centro deSão Paulo, esteve aberta a exposição denominada “O MundoMágico de Escher”, que contava com diversas obras do artistaholandês que fez história graças aos seus trabalhos confusos e quepregam peças em nossa visão. Tudo isso utilizando apenas deperspectiva e pontos de vista diferentes. 66
  • 67. 67
  • 68. Uma prensa usada na litografia Litografia- (Do grego -lithos pedra e -graféin grafia, escrita) é um tipo de gravura. Essa técnica de gravura envolve a criação de marcas (ou desenhos) sobre uma matriz (pedra calcária) com um lápis gorduroso. A base dessa técnica é o princípio da repulsão entre água e óleo. Ao contrário das outras técnicas da gravura, a Litografia é planográfica, ou seja, o desenho é feito através do acúmulo de gordura sobre a superfície da matriz, e não através de fendas e sulcos na matriz, como na xilogravura e na gravura em metal. Seu primeiro nome foi poli autografia significando a produção de múltiplas cópias de manuscritos e desenhos originais. Prensa usada na litografia 68
  • 69. Uma pedra litográfica na prensa Pedra litográfica na prensa 69
  • 70. Serigrafia ou silk-screen é um processo de impressão no qual a tinta é vazada –pela pressão de um rodo ou puxador – através de uma tela preparada. A tela(Matriz serigráfica), normalmente de poliéster ou nylon, é esticada em umbastidor (quadro) de madeira, alumínio ou aço. É utilizada na impressão emvariados tipos de materiais (papel, plástico, borracha, madeira, vidro, tecido,etc.). Pode ser feita de forma mecânica (por pessoas) ou automática (por máquinas). 70
  • 71. 71
  • 72. Fim

×