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Metrologia turma 40599(1)
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Metrologia turma 40599(1)

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  • 1. MATERIA: METROLOGIA
  • 2. PROGRAMA DO CURSO DE METROLOGIA Primeira Parte Programa do curso: 1. Metrologia - Definição 2. Finalidade do Controle 3. Medição 4. Método, Instrumento e Operador 5. Experiência em Laboratório de Metrologia 6. Normas Globais de Medição 7. Normas e Especificações 8. Recomendações 9. Grandezas e Unidades 10. Régua Graduada (Escalas métrica e inglêsa) 11. Paquímetro (Nônio, tipos de medições, unidades) 12. Micrômetros (Tipos de medições, unidades) 13. Medição Angular (Goniômetro)
  • 3. PROGRAMA DO CURSO DE METROLOGIA Segunda Parte Programa do curso: 14. Relógio Comparador(milímetro) 15. Transformação de Medidas
  • 4. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Metrologia: A metrologia aplica-se a todas as grandezas determinadas e, em particular, às dimensões lineares e angulares das peças mecânicas. Nenhum processo de usinagem permite que se obtenha rigorosamente uma dimensão prefixada. Por essa razão, é necessário conhecer a grandeza do erro tolerável, antes de se escolherem os meios de fabricação e controle convenientes.
  • 5. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Metrologias: CIENTÍFICA (Instrumentos Laboratoriais, Metodologia Científica); que utiliza instrumentos laboratoriais, pesquisas e metodologias científicas, que têm por base padrões de medição nacionais e internacionais, para o alcance de altos níveis de qualidade metrológica. INDUSTRIAL (Controle de Processos Produtivos); cujos sistemas de medição controlam processos produtivos industriais e são responsáveis pela garantia da qualidade dos produtos acabados. LEGAL (SSMA) que, controla e fiscaliza todos aqueles instrumentos e medidas que estão relacionadas com o consumidor. DEFINIÇÃO: METRO?LOGIA? é a ciência das medições, abrangendo todos os teóricos e práticos que asseguram a precisão exigida no processo produtivo
  • 6. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Finalidade do Controle: O controle não tem por fim somente reter ou rejeitar os produtos fabricados fora das normas; destina-se, antes, a orientar a fabricação, evitando erros. Representa, por conseguinte, um fator importante na redução das despesas gerais e no acréscimo da produtividade. Um controle eficaz deve ser total, isto é, deve ser exercido em todos os estágios de transformação da matéria, integrando-se nas operações depois de cada fase de usinagem.
  • 7. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 20087 Conceitos Básicos Medição: O conceito de medir traz, em si, uma idéia de comparação. Como só se podem comparar “coisas” da mesma espécie, cabe apresentar para a medição a seguinte definição, que, como as demais, está sujeita a contestações: “Medir é comparar uma dada grandeza com outra da mesma espécie, tomada como unidade”.
  • 8. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Contestação... A medição da temperatura segue um outro padão. Esta não é comparada com um padrão, pois temperatura é um “estado”.
  • 9. METROLOGIA/SENAI 2008 Conceitos Básicos Contestação... Quando se diz que um determinado comprimento tem dois metros, pode-se afirmar que ele é a metade de outro de quatro metros; entretanto, não se pode afirmar que a temperatura de quarenta graus centígrados é duas vezes maior que uma de vinte graus, e nem a metade de outra de oitenta. Portanto, para se medir um comprimento, deve-se primeiramente escolher outro que sirva como unidade e verificar quantas vezes a unidade cabe dentro do comprimento por medir. Uma superfície só pode ser medida com unidade de superfície; um volume, com unidade volume; uma velocidade, com unidade de velocidade; uma pressão, com unidade de pressão, etc.
  • 10. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Unidade Precisa-se atenção para se comparar grandezas de mesma UNIDADE! Entende-se por unidade um determinado valor em função do qual outros valores são enunciados. Usando-se a unidade METRO, pode-se dizer, por exemplo, qual é o comprimento de um corredor. A unidade é fixada por definição e independe do prevalecimento de condições físicas como temperatura, grau higroscópico (umidade), pressão, etc.
  • 11. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Padrão O padrão é a materialização da unidade; é influenciada por condições físicas, podendo-se mesmo dizer que é a materialização da unidade, somente sob condições específicas. O metro-padrão, por exemplo, tem o comprimento de um metro, somente quando está a uma determinada temperatura, a uma determinada pressão e suportado, também, de um modo definido. É óbvio que a mudança de qualquer uma dessas condições alterará o comprimento original.
  • 12. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Na tomada de quaisquer medidas, devem ser considerados três elementos fundamentais: o método, o instrumento e o operador. Método a)Medição Direta Consiste em avaliar a grandeza por medir, por comparação direta com instrumentos, aparelhos e máquinas de medir. Esse método é, por exemplo, empregado na confecção de peças protótipos, isto é, peças originais utilizadas como referência, ou, ainda, quando o número de peças por executar for relativamente pequeno.
  • 13. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008- Principais métodos de medição direta:a) Método DeslocamentoMétodo pelo qual uma grandeza é indicada numa escalaconvencionalmente graduada baseando-se para isso em propriedadesfísicas adequadas de um elemento ou de outra grandeza. Como exemplo,temos a medição de temperatura por termômetro de vidro, conformefigura ao lado. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008
  • 14. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008b) Método de compensação ou de zeroMétodo de medição no qual se reduz a zero a diferença entre o valor dagrandeza a medir e um valor conhecido na mesma grandeza.Exemplo:Balança analítica, conforme figura 2.
  • 15. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos
  • 16. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos b) Medição Indireta por Comparação Método pelo qual o valor de uma grandeza é obtido através de cálculos sobre valores resultantes de medição direta de outras grandezas, que tenham relação funcional com a grandeza a medir. Como exemplo pode ser citado a medição de área e volume. Medir por comparação é determinar a grandeza de uma peça com relação a outra, de padrão ou dimensão aproximada; daí a expressão: medição indireta. Os aparelhos utilizados são chamados indicadores ou comparadores-amplificadores, os quais, para facilitarem a leitura, amplificam as diferenças constatadas, por meio de processos mecânicos ou físicos (amplificação mecânica, ótica, pneumática, etc.).
  • 17. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Instrumentos de Medição A exatidão relativas das medidas depende, evidentemente, da qualidade dos instrumentos de medição empregados. Assim, a tomada de um comprimento com um metro defeituoso dará resultado duvidoso, sujeito a contestações. Portanto, para a tomada de uma medida, é indispensável que o instrumento esteja aferido e que a sua aproximação permita avaliar a grandeza em causa, com a precisão exigida.
  • 18. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Operador O operador é, talvez dos três, o elemento mais importante. É ele a parte inteligente na apreciação das medidas. De sua habilidade depende, em grande parte, a precisão conseguida. Um bom operador, servindo-se de instrumentos relativamente débeis, consegue melhores resultados do que um operador inábil com excelentes instrumentos. Deve, pois, o operador, conhecer perfeitamente os instrumentos que utiliza, ter iniciativa para adaptar às circunstâncias o método mais aconselhável e possuir conhecimentos suficientes para interpretar os resultados encontrados.
  • 19. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Erros de Medição Fatores externos podem provocar erros, alterando diretamente o comportamento do sistema de medição ou agindo diretamente sobre a grandeza a medir. O fator mais crítico, é a variação da temperatura ambiente. Essa variação provoca, por exemplo, dilatação das escalas dos instrumentos de medição de cumprimento, do mesmo modo que age sobre a grandeza a medir, isto é, sobre o comprimento de uma peça que será medida.
  • 20. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Conceitos Básicos Curvas de Erro Fatores externos podem provocar erros, alterando diretamente o comportamento do sistema de medição ou agindo diretamente sobre a grandeza a medir. O fator mais crítico, é a variação da temperatura ambiente. Essa variação provoca, por exemplo, dilatação das escalas dos instrumentos de medição de cumprimento, do mesmo modo que age sobre a grandeza a medir, isto é, sobre o comprimento de uma peça que será medida.
  • 21. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Laboratório de Metrologia Nos casos de medição de peças muito precisas, torna- se necessário uma climatização do local; esse local deve satisfazer às seguintes exigências: 1 - temperatura constante (??); 2 - grau higrométrico correto (??); 3 - ausência de vibrações e oscilações (???); 4 - espaço suficiente; 5 - boa iluminação e limpeza.
  • 22. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Laboratório de Metrologia Normas Gerais de Medição: Medição é uma operação simples, porém só poderá ser bem efetuada por aqueles que se preparam para tal fim. O aprendizado de medição deverá ser acompanhado por um treinamento, quando o aluno será orientado segundo as normas gerais de medição.
  • 23. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Laboratório de Metrologia Normas gerais de medição: 1 - Tranqüilidade. 2 - Limpeza. 3 - Cuidado. 4 - Paciência. 5 - Senso de responsabilidade. 6 - Sensibilidade. 7 - Finalidade da posição medida. 8 - Instrumento adequado. 9 - Domínio sobre o instrumento.
  • 24. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Laboratório de Metrologia Normas gerais de medição: Evite: 1 - choques, queda, arranhões, oxidação e sujeita; 2 - misturar instrumentos; 3 - cargas excessivas no uso, medir provocando atrito entre a peça e o instrumento; 4 - medir peças cuja temperatura, quer pela usinagem quer por exposição a uma fonte de calor, esteja fora da temperatura de referência; 5 - medir peças sem importância com instrumentos caros.
  • 25. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Laboratório de Metrologia Cuidados: 1 - USE proteção de madeira, borracha ou feltro, para apoiar os instrumentos. 2 - DEIXE a peça adquirir a temperatura ambiente, antes de tocá-la com o instrumento de medição.
  • 26. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Unidades Dimensionais Lineares Unidades Dimensionais Lineares: Sistema Métrico Decimal Sistemas Inglês e Americano (inch)
  • 27. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Instrumentos Lineares Para conseguir uma boa medição, é necessário conhecer o instrumento de medida mais adequado. Em primeiro lugar, vamos estudar os instrumentos de medidas lineares: Régua graduada Compasso Metro, trena Paquímetro Micrômetro externo e interno Relógio comparador e apalpador
  • 28. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 Instrumentos Angulares Estudaremos, depois, os instrumentos de medidas angulares: Goniômetro
  • 29. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 RÉGUA GRADUADA O mais elementar instrumento de medição utilizado nas oficinas é a régua graduada (escala). É usada para medidas lineares, quando não há exigência de grande precisão. Para que seja completa e tenha caráter universal, deverá ter graduações do sistema métrico e do sistema inglês.
  • 30. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 RÉGUA GRADUADA
  • 31. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 RÉGUA GRADUADA
  • 32. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 RÉGUA GRADUADA – TIPOS E USOS As réguas graduadas são de muitos tipos e se prestam a diversos usos: Régua de encosto interno: serve para medição com face interna de referência.
  • 33. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 RÉGUA GRADUADA – TIPOS E USOS Régua sem encosto: Neste caso, devemos subtrair do resultado o valor do ponto de referência
  • 34. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 COMPASSO – TIPOS E USOS São instrumentos de aço carbono, constituídos de duas pernas, que se abrem ou se fecham através de uma articulação. As pernas podem ser retas, terminadas em pontas afiladas e endurecidas (fig.1), ou uma perna reta e outra curva (fig. 2).
  • 35. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 COMPASSO – TIPOS E USOS
  • 36. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 COMPASSO – TIPOS E USOS O compasso de pernas retas e denominado compasso de pontas. O de perna curva é denominado compasso de Centrar. EMPREGO: Compasso de Pontas: Usa-se para traçar circunferências e arcos, e para transportar medidas lineares. Compasso de Centrar: Usa-se para determinar centro ou traçar paralelas.
  • 37. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 COMPASSO – TIPOS E USOS TAMANHOS: Os mais comuns são: 100, 150, 200 e 250mm (4", 6", 8” e 10", aproximadamente). CONDIÇÕES DE USO O sistema de articulação deve estar bem ajustado. As pontas devem estar bem afiladas.
  • 38. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 COMPASSO – TIPOS E USOS CONSERVAÇÃO:  Proteja os compassos contra golpes e quedas;  Mantenha-os isolados de outras ferramentas;  Limpe-os e lubrifique-os, após o uso;  Proteja suas pontas com madeira ou cortiça.
  • 39. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 SISTEMA INGÊS ORDINÁRIO Graduações da Escala - Sistema Inglês Ordinário Representação da Polegada. ( “ ) polegada - 1” = uma polegada (IN) polegada - 1 IN = uma polegada (INCH) palavra inglesa que significa polegada As graduações da escala são feitas dividindo-se a polegada em 2, 4, 8 e 16 partes iguais, existindo em alguns casos escalas com 32 Divisões.
  • 40. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 SISTEMA INGÊS ORDINÁRIO Graduações da Escala - Sistema Inglês Ordinário
  • 41. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 SISTEMA INGÊS ORDINÁRIO Graduações da Escala - Sistema Inglês Ordinário
  • 42. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO Graduações da Escala - Sistema Inglês Ordinário
  • 43. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO
  • 44. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO
  • 45. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 EXERCÍCIOS
  • 46. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 METRO ARTICULADO O metro articulado é um instrumento de medição linear, fabricado de madeira, alumínio ou fibra.
  • 47. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 METRO ARTICULADO No comércio o metro articulado é encontrado nas versões de 1 m e 2 m. A leitura das escalas de um metro articulado é bastante simples: faz-se coincidir o zero da escala, isto é, o topo do instrumento, com uma das extremidades do comprimento a medir. O traço da escala que coincidir com a outra extremidade indicará a medida.
  • 48. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 METRO ARTICULADO No comércio o metro articulado é encontrado nas versões de 1 m e 2 m. O comprimento da rosca, segundo a ilustração, mede 2 cm, ou seja, 0,02 m. O diâmetro do parafuso, segundo a ilustração, é de ½”.
  • 49. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 TRENA Trata-se de um instrumento de medição constituído por uma fita de aço, fibra ou tecido, graduada em uma ou em ambas as faces, no sistema métrico e/ou no sistema inglês, ao longo de seu comprimento, com traços transversais. Em geral, a fita está acoplada a um estojo ou suporte dotado de um mecanismo que permite recolher a fita de modo manual ou automático. Tal mecanismo, por sua vez, pode ou não ser dotado de trava.
  • 50. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 TRENA A fita das trenas de bolso são de aço fosfatizado ou esmaltado e apresentam largura de 12,7 mm e comprimento entre 2 m e 5 m. Quanto à geometria, as fitas das trenas podem ser planas ou curvas. As de geometria plana permitem medir perímetros de cilindros, por exemplo.
  • 51. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO O paquímetro é um instrumento usado para medir dimensões lineares: internas, externas e de profundidade. Consiste em uma régua graduada, com encosto fixo, na qual desliza uma garra móvel. Abaixo, mostramos um paquímetro de uso geral; daí, seu nome: paquímetro universal. PAQUÍMETRO É um instrumento finamente acabado, com as superfícies planas e polidas. O cursor é ajustado à régua, de modo que permita a sua livre movimentação com um mínimo de folga. Geralmente é construído de aço inoxidável, e suas graduações referem-se a 20ºC. A escala é graduada em milímetro e polegadas, podendo a polegada ser fracionária ou milesimal. O cursor é provido de uma escala, chamada nônio ou vernier, que se desloca em frente às escalas da régua e indica o valor da dimensão tomada.
  • 52. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO
  • 53. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO O cursor ajusta-se à régua de modo a permitir sua livre movimentação, com um mínimo de folga. Ele é dotado de uma escala auxiliar, chamada de nônio ou vernier. Essa escala permite que se alcance uma maior precisão nas medidas. O paquímetro universal é usado, especialmente, quando a quantidade de peças que se quer medir é pequena e a precisão não é inferior a 0,02 mm, 1/128” ou .001.
  • 54. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO
  • 55. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO
  • 56. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Paquímetro universal: é utilizado em medições externas, internas e de profundidade. Entre todos os outros, é o tipo mais usado.
  • 57. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Paquímetro universal com relógio indicador: utilizado quando se necessita executar um grande número de medições.
  • 58. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Paquímetro de profundidade: serve para medir profundidade de furos não vazados, rasgos, rebaixos, etc..
  • 59. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Paquímetro de bicos alongados: medição de partes internas.
  • 60. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Paquímetro duplo: serve para medir dentes de engrenagens.
  • 61. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Paquímetro eletrônico digital 150mm/ 6”
  • 62. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Tipos e Usos Legibilidade Display de 10 mm de altura com números nítidos, de fácil leitura. A escala é graduada em centímetros e polegadas inteiras, identificados por setas. Funcionamento com dois botões de controle: Para conversão milímetro / polegada. Para zerar em qualquer posição. Exatidão e longa vida: De aço inoxidável e temperados, para uma vida longa, sem oxidação. Vareta retangular de profundidade para medições mais precisas. Parafuso de trava para a corrediça. Desligamento automático após 5 minutos sem uso. Bateria de 1,5 Volts N° SR44W com vida útil aproximada de um ano.
  • 63. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Cálculos
  • 64. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura no Sistema Inglês Leitura de polegada milesimal: No paquímetro em que se adota o sistema inglês, cada polegada da escala fixa divide-se em 40 partes iguais. Cada divisão corresponde a: Como o nônio tem 25 divisões, a resolução desse paquímetro é:
  • 65. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura no Sistema Inglês O procedimento para leitura é o mesmo que para a escala em milímetro. Contam-se as unidades .025" que estão à esquerda do zero (0) do nônio e, a seguir, somam-se os milésimos de polegada indicados pelo ponto em que um dos traços do nônio coincide com o traço da escala fixa.
  • 66. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura no Sistema Inglês Outro Exemplo:
  • 67. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 20087 PAQUÍMETRO – Leitura no Sistema Inglês
  • 68. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA Leitura de polegada fracionária: No sistema inglês, a escala fixa do paquímetro é graduada em polegada e frações de polegada. Esses valores fracionários da polegada são complementados com o uso do nônio. Para utilizar o nônio, precisamos saber calcular sua resolução:
  • 69. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 70. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 71. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 72. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 73. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 74. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 75. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 76. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 77. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 78. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 79. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA
  • 80. METROLOGIA INDUSTRIAL / SENAI 2008 PAQUÍMETRO – Leitura em POLEGADA FRACIONÁRIA