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Revista do Programa Jóvem aprendiz Rural de Pardinho no ano de 2012.

Revista do Programa Jóvem aprendiz Rural de Pardinho no ano de 2012.
Senar - Sindicato Rural de Pardinho, Chácara Cabeceira do Rio Pardo e Prefeitura Municipal de Pardinho.

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Revista aprendiz2012 Revista aprendiz2012 Document Transcript

  • Sindicato Rural de Pardinho Jovem Aprendiz Rural 2012Apoio: Chácara Cabeceira do Rio PardoPrefeitura Municipal de Pardinho 1
  • ApresentaçãoEsta é uma publicação (on line) do Programa "Jovem Aprendiz Rural" - Pardinho/2012executada pelos aprendizes matriculados no Programa e com a supervisão de seusinstrutores.Elaborada como tarefa incorporada ao conteúdo programático, tal atividade visa, entreoutras preocupações, iniciar o aprendiz na prática de elaboração de publicações - aqui,especialmente, uma revista virtual e um blog - sobre as práticas executadas no decorrerdo curso e também sobre os temas de especial importância.Todas as tarefas aqui executadas foram iniciadas na semana da Tecnologia daInformação.Sendo assim, o leitor encontrará diferentes temas que dizem respeito às boas práticasexistentes atualmente para o emprego na agricultura e pecuária. Todo o material é frutode pesquisas dos aprendizes e de seus instrutores, por meio de acessos a sitesespecializados na temática em questão, esperamos que gostem do que vão ler, já que éfruto de um esforço contínuo da dinâmica existente entre o processo de ensino eaprendizado. Saudações Instrutores. Rogéria Cristina Raniero Silva Wilson Sodré de Souza 2
  • SUMÁRIOControle biológico: mais barato e seguro.O cultivo da cenoura.Cultivo do rabanete.Formação de pastagem sem o uso de máquinas reduz gastos epreserva o solo.Girassol é boa opção para produção de silagem.Heveicultura: setor em expansão abre portas para capacitações nocampo.Mandioquinha-salsa: alternativa para o pequeno agricultor.O cultivo do repolhoOs benefícios da adubação verde.Plantio direto reduz erosão em mais de 90%.Produtor precisa aprender a calcular quanto custa produzir um litrode leite.Técnica visa o uso racional de adubos.Tecnologias impulsionam o cultivo orgânico de hortaliças.Espécie: Tremoço-branco.O que são fungicidas e herbicidas.Quiabo: aprenda cultivar e eliminar a baba.Nutrição Vegetal : Resíduos orgânicos barateiam adubação.A vagem e sua cultura.Bovinos - Manejo racional: planejamento sem perdas.Como cultivar ata.Como plantar: pepino.Os benefícios da alface.Biodecompositor simples e barato garante adubo para a horta e alavoura.Projeto do governo brasileiro usa produção de alimentos comométodo de ensino.Afaste os insetos com citronela.Vagem e sua cultura. 3
  • Controle biológico: mais barato e seguroPortal Dia de Campo - Kamila PitombeiraUso de insetos no controle de pragas é mais econômico e minimiza riscos deresíduos em culturas como hortaliças e frutasQuando o problema na lavoura está relacionado às pragas, existem diversasformas de controle, como o já conhecido uso de produtos químicos ou autilização de técnicas de manejo adequadas. Entre essas técnicas está o controlebiológico que consiste em utilizar insetos predadores para acabar com oproblema de pragas na cultura. Além de mais barata, a técnica diminui riscos deresíduos em lavouras como as de frutas e hortaliças. Segundo Carlos Gava,pesquisador da Embrapa Semiárido, a técnica consiste em reproduzir, na área doprodutor, o que acontece no campo. Ele explica que na ecologia de insetos,existe um grupo que reúne parasitas e predadores de outros insetos.— O que fazemos é buscar os que são mais eficientes e liberá-los no campo doprodutor. Existem três formas de fazer isso. Uma delas é aproveitar os insetosque já existem no campo e usar algumas estratégias para aumentar a populaçãodeles. A outra é buscar em alguma região do país ou do mundo algum inseto queseja interessante e introduzi-lo onde ele não ocorre. A terceira delas é a técnicachamada inseto estéril, que substitui a população de machos nativos por umapopulação introduzida de machos estéreis — conta.Gava afirma que existem alguns insetos caracterizados como predadoresinespecíficos, mas ressalta que é interessante que o produtor utilize insetos játestados, como algumas joaninhas que podem atacar qualquer inseto. Por isso, oagricultor deve buscar pessoas que já tenham um histórico de uso da técnica, nasua região, e que possam fazer uma boa recomendação.Já quando o assunto é como manter esses predadores próximos à cultura, oentrevistado diz que o ideal é que o produtor utilize refúgios, ou seja, deixealgumas áreas com vegetação nativa próximas às áreas de cultivo, onde oinimigo natural poderá permanecer durante as entressafras.— O custo dessa técnica é muito reduzido, pois não há a necessidade do uso dedefensivos. Caso haja essa necessidade, o produtor deve ajustar o tipo deproduto a ser utilizado com técnica de controle biológico, usando então produtosmenos agressivos — orienta.De acordo com o pesquisador, antes de adotar o controle biológico, o produtordeve buscar muita informação sobre o agente de controle que vai usar. Alémdisso, como já dito anteriormente, ele deve saber que, se não houver um refúgionatural para que esse predador se esconda nos períodos em que não há presas,ele vai desaparecer.— Algumas culturas, como hortaliças e frutas, apresentam sérios problemas decarência no final do ciclo. Então, existem nichos para os quais o controlebiológico se torna a única alternativa. Se o produtor utilizar herbicidas no finaldo ciclo dessas culturas, ele terá problemas de resíduos e contaminação doconsumidor — explica Gava.O entrevistado chama a atenção mais uma vez para a informação prévia. Eleconta que, em alguns casos, existem fabricantes que oferecem suporte técnicoao produtor, mas em outros não. 4
  • — Portanto, o produtor sempre deve procurar órgãos de pesquisas, extensões,universidades, algum engenheiro agrônomo ou alguém na área que já tenha umconhecimento prévio sobre a técnica antes de começar a usar — orienta.Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Semiáridoatravés do número (87) 3862-1711.Fonte: http://apiflorabiosistemas.blogspot.com.br/2012/02/controle-biologico-de-pragas-e-doencas.htmlO cultivo da cenouraRuralNews - Da Redação A cenoura é uma planta que produz uma raiz comestível e muito apreciada em todo omundo, consumida pura ou como acompanhamento para os mais diversos pratos namaioria das cozinhas do mundo.Sua raiz é rica em vitamina A e é uma das hortaliças mais plantadas em todo o Brasil.Prefere climas amenos e o seu período de maior produção é de julho a novembro.Existem muitas variedades, algumas desenvolvidas no Brasil, para que a produção possaocorrer durante todo o ano e na maioria das regiões do País.Seu desenvolvimento é melhor em temperaturas que vão de 8 a 22 ºC, apesar deexistirem algumas variedades que se adaptam bem a temperaturas de pouco mais de 25ºC. Prefere solos férteis, ricos em matéria orgânica, bem drenados e com pH por voltade 6.PlantioAs variedades kuronan e brasília são plantadas de janeiro a março. O plantio de invernoé feio de março a junho e o de verão, de setembro a janeiro. O solo deve ser analisado3 ou 4 meses antes do plantio, para que seja feita a sua correção e adubação.O plantio é feito em sulcos com 20 a 30cm de distância e 1 a 2cm de profundidade. Assementes devem ser colocadas em um filete contínuo, aproximadamente 3g de sementepor metro quadrado. Deve-se manter o terreno limpo, sem plantas invasoras por até 3meses após o plantio.Tratos culturaisRegas diárias durante um mês após o plantio e depois, a cada 3 dias. Deve ser feito o 5
  • desbaste quando as plantas estiverem com 10cm de altura, além de eliminar as maisfracas. Depois disso, deve ser feita uma adubação de cobertura, com 50 a 100g desulfato de amônia ou nitrocálcio, ou de 30 a 50g de uréia. Deve-se fazer capinas sempreque necessário, para limpar a plantação.ColheitaA colheita acontece entre 70 e 120 dias, de acordo com a variedade plantada. Emlugares mais frios, o florescimento é mais rápido, prematuro, fazendo com que haja umnúmero maior de raízes defeituosas. Para se ter uma ideia da produtividade, avariedade brasília, normalmente, rende de 35 a 45 toneladas por hectare.Fonte: www.obomverdureiro.com.br/fotos_producao.phpCultivo do rabaneteRuralNews - Da RedaçãoO rabanete (Raphanus sativus L.) é uma planta que produz uma raiz muitosaborosa e bastante consumida, principalmente crua e em saladas. Além disso, éconsiderada uma planta com aplicações medicinais, principalmente notratamento de artritismo ou como diurético e tranquilizante.O rabanete adapta-se melhor a regiões de clima frio ou temperado, o que faz daregião Sul a mais propícia para o seu plantio. As melhores temperaturas para oseu desenvolvimento ficam entre 10 e 20 ºC. No Brasil, praticamente, só sãoplantadas variedades anuais desta planta. Os solos mais indicados são os areno-argilosos, com pH entre 5,5 e 6,8.O plantio pode ser feito em qualquer época do ano, em regiões de clima amenoe recomenda-se o plantio de abril a junho, nas demais regiões do Brasil, onde overão é sempre quente e chuvoso.A colheita começa de 25 a pouco mais de 30 dias depois da semeadura. É feitaatravés do arrancamento completo da planta. A colheita não deve se estenderpor mais de dez dias porque, após este período, as raízes começam a perder asua qualidade e podem até mesmo ficar impróprias para o consumo ecomercialização.Plantio e tratos culturaisO solo deve ser preparado com 20 litros de esterco curtido de curral e 6
  • fertilizantes minerais, quando necessário. A semeadura é feita no localdefinitivo, com o espaçamento de 30cm entre os sulcos que devem ter de 1 a2cm de profundidade.O principal cuidado a ser tomado com a plantação de rabanetes é manterconstante a irrigação, que deve ser diária. Além disso, devem ser retiradas,sempre, as plantas invasoras, através de capinas manuais.Não é uma planta que sofre muito com doenças e pragas, por ser bastanteresistente. Entretanto, devem ser observadas as presenças de grilos e pulgões e,ainda, a mela, que é uma doença causada por fungos. Em todos estes casos,devem, ser tomadas providências para erradicar esses problemas,principalmente através da utilização de defensivos adequados ou de métodosnaturais. Fonte: Horta Aprendiz 2012, primeiros rabanetes.Formação de pastagem sem o uso de máquinas reduzgastos e preserva o soloAgência Minas - Da RedaçãoPesquisa da Emater-MG na Zona da Mata obtem bons resultados sem agredir omeio ambienteA Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Minas Gerais(Emater-MG) está incentivando a formação de pastagem sem o uso de máquinaspesadas, no município de Chácara, na Zona da Mata. No ano passado, foiimplantada uma Unidade Demonstrativa na cidade, e os resultados conquistadosforam satisfatórios, como a redução de custos e uma pastagem de boaqualidade.A unidade tem dois hectares. O preparo do solo e o plantio ocorreram emnovembro de 2011. Em fevereiro de 2012, a pastagem já estava totalmenteformada. O extensionista da Emater–MG, Luiz Antônio Valente, explica que atécnica é simples. Segundo ele, as sementes de braquiária e o adubo sãolançados na área sem a necessidade de revolver o solo. De acordo com Valente,a vegetação do local tem que ser dessecada para não concorrer por água,nutrientes e luminosidade com a pastagem a ser implantada.―A vegetação recém-dessecada proporciona um ambiente altamente favorável àgerminação das sementes. Ela se decompõe e transforma-se em matéria 7
  • orgânica, colaborando na nutrição da cultura implantada. O processo não exigenenhuma prática pós-semeio, e, em função da vegetação anterior, as sementesnão são arrastadas pela chuva‖, diz o extensionista da Emater–MG.De acordo ainda com Luiz Valente, a formação de pastagem sem o uso demáquinas custa em torno de 40% da técnica convencional e evita erosões nosolo. ―Além disso, a produção de massa verde é maior do que no plantioconvencional‖, afirma Valente.A Unidade Demonstrativa foi implantada na propriedade do pecuarista JoséAroldo Martins. No local, foram feitas análises de solo, aplicação de calcáriocomo corretivo e, após sessenta dias, aplicação de herbicida. Cinco dias depoisda dessecagem da vegetação, as sementes de braquiária misturadas com aduboforam lançadas na área. ―Eu nunca tive uma pastagem dessa. Fiz meio que semacreditar, mas hoje estou vendo o resultado que é muito bom‖, disse JoséAroldo Martins.Segundo o extensionista da Emater–MG, a proposta é incentivar cada vez mais autilização da técnica entre os produtores. ―Essa técnica consiste em preservar omeio ambiente, ou seja, fazer um plantio da braquiária sem degradar o solo. Eisso é algo muito positivo para a região‖, diz Luiz Valente.Fonte:http://www.portaldoagronegocio.com.brGirassol é boa opção para produção de silagemPortal Dia de Campo - Kamila PitombeiraPlanta de fácil adaptabilidade no país apresenta maior teor de proteína emenor custo de produçãoO milho costuma ser a principal matéria-prima para a produção de silagem. Noentanto, apesar de sua menor produtividade em toneladas por hectare, o quemuitos produtores não sabem é que o girassol, uma planta de fáciladaptabilidade no Brasil, apresenta maior teor de proteína e menor custo de 8
  • produção, o que pode ser uma excelente opção para o produtor que desejaeconomizar.— Uma das principais características a serem destacadas na cultura do girassol éa proximidade do ciclo com a época de semeadura. Isso favorece a produção desilagem em alguns locais no período em que as culturas normalmente utilizadaspara a produção de silagem não a forneceriam — afirma Ana Cláudia Barneche,pesquisadora da Embrapa Clima Temperado.Outra característica citada por ela, falando diretamente da silagem, é o teormais elevado de proteína que a silagem feita a partir do girassol apresenta emrelação ao milho.— O girassol deve ser utilizado na produção de silagem quando a região enfrentaalgum problema de clima, principalmente no que se refere à falta de água, poiso girassol suporta mais períodos de estiagem em comparação ao milho — diz apesquisadora.Em regiões localizadas mais ao sul do Brasil, seu plantio pode ser feito de formaantecipada, o que anteciparia também a produção da silagem.— A silagem é feita a partir da planta inteira, nos mesmos moldes utilizados paraa produção de silagem a partir de outras culturas, como o próprio milho. Após amaturação fisiológica, a planta é colhida, triturada, colocada no silo e então érealizado o procedimento normal de uma silagem — explica Ana Claúdia.A entrevistada ressalta ainda que quando a silagem é produzida a partir dogirassol, ela apresenta um teor de proteína maior quando comparado ao domilho. Por isso, é necessário fazer uma correção e utilizar um menor teor deconcentrado, o que é uma das vantagens da silagem a partir do girassol, levandoa uma economia com a diminuição do uso do concentrado.— Além disso, o custo de produção do girassol por hectare é menor que o domilho. Portanto, além da vantagem da diminuição da quantidade deconcentrado, há ainda uma diminuição no custo de produção da silagem —conta.Por outro lado, a pesquisadora destaca que o milho produz mais em toneladaspor hectare do que o girassol. No entanto, as outras características do girassol,como seu alto teor de proteína, vão compensando esse problema.Fonte: http://www.portalagropecuario.com.br 9
  • Heveicultura: setor em expansão abre portas paracapacitações no campoCanal do Produtor - Assessoria de Comunicação do SENARO SENAR inicia no próximo dia 23 de julho em Campo Grande (MS) o primeiromódulo da Capacitação Tecnológica em HeveiculturaA heveicultura é a prática de cultivo da hevea spp., espécie conhecida como seringueirae de onde é extraído o látex e produzida a borracha. Esta é a primeira edição do curso,que terá 120 horas e será realizado em três módulos.De acordo com o presidente da Comissão de Silvicultura e Agrossilvicultura da CNA,Ademar Silva Júnior, existe atualmente uma procura muito grande por borracha natural,que os países da Ásia (maiores produtores do mundo) não estão conseguindo atender.―Somente dois países conseguem produzir e fornecer essa demanda: Brasil e África.Como no Brasil há uma base de espécie nativa de seringueira e temos expertise e know-how junto aos produtores, poderemos abraçar essa oportunidade e atender essademanda‖, afirmou.Silva explicou que o estado do Mato Grosso do Sul está desenvolvendo um projeto paraalcançar o plantio de 1 milhão de seringueiras nos próximos 10 anos. ―Essa capacitaçãodo SENAR irá ajudar na formação de mão de obra para o setor, pois precisamos detécnicos para implantar projetos e dar assistência nas propriedades. Primeiro, otreinamento será focado nos profissionais de nível superior, que irão formar técnicos denível médio que tenham aptidão na área, de forma que possamos atender todos ossetores de produção‖, destacou. O presidente disse ainda que o próximo passo daComissão em parceria com o SENAR será qualificar a mão de obra operacional.Essa primeira capacitação irá nivelar e atualizar instrutores do SENAR que já ministramcursos na área de heveicultura. Quem realizará o treinamento será a SociedadeBrasileira de Agrossilvicultura (Sbag) e atenderá técnicos dos estados de Rondônia, Acre,Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná eBahia. Esses estados foram escolhidos pela Comissão de Silvicultura e Agrossilviculturada CNA porque são as regiões do País que pretendem alavancar o setor.O primeiro módulo vai até o dia 27 de julho e serão ministrados conteúdos como NovoCódigo Florestal e recomposição de reserva legal, aspectos botânicos de hevea spp.,implantação de viveiros, mercado da borracha e linhas de crédito para o setor. Osdemais módulos acontecem nos meses de agosto e setembro.Fonte:http://www.ciflorestas.com.br/conteudo.php?id=3463 10
  • Mandioquinha-salsa: alternativa para o pequenoagricultorAgrolink - Da RedaçãoConfira as vantagens do cultivo e do consumo desse produtoOriginária dos Andes, a mandioquinha-salsa é uma hortaliça que se destaca pelarusticidade e alto valor nutricional. É rica em energia (carboidratos e amido),vitaminas do complexo B e vitamina A, além de ser um alimento de fácil digestão.Em termos de mercado, a mandioquinha-salsa pode ser boa alternativa parapequenos agricultores. Este é o tema do Prosa Rural desta semana que tem aparticipação do pesquisador da Embrapa Hortaliças (Brasília/DF), Nuno Madeira,e do produtor rural, Leoberto Fischer.A mandioquinha-salsa recebe diferentes denominações, conforme a regiãobrasileira. Em algumas lugares de Minas Gerais, por exemplo, é chamada debatata-baroa. Já no estado de São Paulo e Sul de Minas é mandioquinha e maispara o sul do país, recebe a denominação de batata-sala.Segundo Nuno Madeira, o mercado para esta hortaliça é amplo nas regiões Sul,Sudeste e Centro Oeste e a cultura é compensatória, uma vez que a produçãomuitas vezes não atende a demanda. A produção pode ainda ser comercializadapara a indústria de processamento, servindo como matéria-prima para sopas,cremes, pré-cozidos, alimentos infantis (“papinhas”), fritas fatiadas ("chips") e"purês".“Comparativamente a outras hortaliças, a gente percebe que o cultivo demandioquinha-salsa é bem mais rústico, demanda muito menos insumos. O custode produção é relativamente baixo e o preço no mercado é bom, por ser ahortaliça ainda pouco encontrada no mercado”, destaca Nuno Madeira.Em 1998,a Embrapa Hortaliças (Brasília-DF) lançou a cultivar Amarela de Senador Amaral,que rapidamente se difundiu em regiões de Minas Gerais, São Paulo e no Sul dopaís, onde é cultivada principalmente por pequenos agricultores. Em 2011, aEmbrapa, em conjunto com os órgãos de extensão rural, criou bancos de mudasde mandioquinha-salsa de alta qualidade em Minas Gerais, Paraná e SantaCatarina. O objetivo é garantir a viabilidade da cultura, que tem apresentadoquedas de produção em virtude da utilização de material de propagação de baixaqualidade.Fonte:http://dicasedeliciasdasheila.blogspot.com.br/2011 11
  • O cultivo do repolhoRuralNews - Da RedaçãoO repolho pode ser cultivado em qualquer clima, inclusive nos de temperaturasmuito altas ou muito baixas, de acordo com a sua variedade. Prefere solos sílico-argilosos, férteis, ricos em matéria orgânica ou adubados com 5kg de esterco oucomposto, por metro quadrado.Embora produza em solo pouco ácido, os melhores são os com pH de 5,5 a 6,8.Quando o solo for mais ácido, deve ser feita a calagem, para corrigi-lo. Podemosusar adubos minerais, de acordo com os resultados do exame do solo. Asemeadura pode ser feita o ano todo, em sementeiras.Germinação: 5 a 14 dias. As mudinhas são repicadas e, depois, replantadasquando tiverem 5 ou 6 folhas, diretamente para o lugar definitivo, comespaçamento de 50 a 80cm entre fileiras simples e de 30 a 40cm entre plantas.Quando plantarmos em fileiras duplas, o espaçamento deve ser de 30cm entre asduas fileiras e de 30cm entre as plantas. Quando o espaçamento é maior, osrepolhos crescem muito.A colheita é feita 90 a 150 dias após a semeadura, quando as cabeças estiverembem firmes porque, se colhidas antes, ainda fofas, murcham com facilidade,perdendo o valor.Depois de cortados, os repolhos duram mais quando são colocados em lugaresfrescos e úmidos.Fonte: http://www.clicknoticia.com.br/ 12
  • Os benefícios da adubação verdeA adubação verde consiste na prática de incorporação ou não da massa vegetalno solo com finalidade de recuperar a fertilidade do solo e conservar a terra. Asplantas mais utilizadas e que se destacam são: aveia preta, aveia branca, nabo eervilhaca, por serem plantas cultivadas no inverno. Entretanto existem adubosverdes próprios para serem implantados no verão, porém, na região oeste doParaná raramente é feita esta prática, pois, dominam o cultivo da soja e milho, osquais garantem a rentabilidade no campo.Os agricultores utilizam estas plantas no período do inverno por motivos de baixovalor agregado do trigo e milho safrinha, viabilizando esse cultivo o solo épreparado para o verão, onde são implantadas as culturas que hoje sãoessenciais para renda do produtor. Os adubos verdes, popularmente ditos,proporcionam reciclagem de alguns nutrientes, conservação do solo por contergrande quantidade de massa verde retendo a água, descompactação natural dosolo, enriquecimento de matéria orgânica, aumento de microorganismosbenéficos no solo e aumento da melhoria de absorção de nutrientes da culturasucessora.Alguns trabalhos apontam para o aumento de até 10% de produtividade dasculturas de verão nas áreas que foram implantadas os adubos verdes no inverno.Um dos fatores que a comunidade científica está pesquisando e obtendo bonsresultados é a relação de aumento da porcentagem da matéria orgânica com ouso de aveia consorciada com nabo, onde a aveia é utilizada para reciclarnutrientes e o nabo para descompactação do solo devido suas raízes seremgrandes e atingirem profundidade de até 1,5 metros.Esta é uma sugestão para os agricultores do município que pode proporcionaraumento da fertilidade do solo e consequentemente diminui a erosão superficial. Tiago Antonio Zanetti, técnico em agropecuária Aprendizes 2012, fazendo Adubação Verde Semeando... 3 meses depois 13
  • Plantio direto reduz erosão em mais de 90%Portal Dia de Campo - Kamila PitombeiraCultura de hortaliças se beneficia com a diminuição do custo de produção, depragas e doençasA técnica de plantio direto já é bastante disseminada no meio rural,principalmente quando o assunto é um sistema sustentável. No entanto, oassunto se torna mais específico quando falamos do plantio em hortaliças, temade palestra realizada no dia 30 de agosto, na Fazenda Rio Grande, em NovaFriburgo (RJ). Segundo Nuno Madeira, pesquisador da Embrapa Hortaliças, atécnica apresenta diversas vantagens. A primeira delas é a redução dosprocessos de erosão em mais de 90%. Outra vantagem seria a economia de água,capinas e adubo.— O plantio direto aumenta a quantidade de matéria orgânica no sistema. Comisso, o custo de produção fica mais baixo. De forma geral, pensamos em umsistema que busca saúde do solo e, consequentemente, da planta que irá sedesenvolver sobre ele. Então, em vez do sistema de preparo do soloconvencional, com aração, gradagem e enxada rotativa, fazemos o preparobiológico utilizando plantas de cobertura, seguido do manejo dessas plantas,seja por roçada ou pela dessecação — afirma o pesquisador.Nesse sistema, o plantio é feito no meio da palha e o único cuidado adicional emrelação ao plantio convencional seria o preparo da palhada que precisa de umperíodo entre 40 e 70 dias para ser feita.— Essa técnica promove um sistema mais saudável, já que contamos com maismatéria orgânica e diversidade de planta. Além disso, a dispersão de doenças epragas é reduzida — conta.De acordo com Madeira, a ocorrência de doenças diminui à medida que diminui oescorrimento de água, o que provoca respingos que batem no solo e propagamesporos de fungos, por exemplo. No caso das pragas, o combate seria feitodevido ao maior número de obstáculos e diversidade. O pesquisador fala tambémsobre dados de pesquisas que mostram uma redução de 10% a 20% do custo deprodução ao utilizar a técnica.— A técnica do plantio direto contribui para a formação de um sistema maissaudável. Esse é um benefício para a agricultura e para a sociedade — concluiele.Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Hortaliçasatravés do número (61) 3385-9000. 14
  • Plantio Direto-Aprendizes 2012, fazendo visita à FCA (Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP)Produtor precisa aprender a calcular quanto custaproduzir um litro de leiteFolha de São Paulo - Marco Aurélio BergamaschiA planilha bem elaborada permite identificar se algum fator compromete oresultadoO pecuarista investe muitos recursos para estruturar a atividade leiteira. Alémdos fatores terra e animais, são necessários máquinas, equipamentos,instalações, insumos e mão de obra.É comum encontrar propriedades que não fazem nenhum controle econômico daprodução.A consequência é a inexistência de dados para orientar a tomada de decisões.Um controle econômico eficiente pressupõe estabelecer um planejamentofinanceiro, considerando contas a pagar, a receber, impostos, taxas, fluxo decaixa, taxa de retorno etc.Como primeiro passo, é imprescindível calcular o custo de produção. Para tanto,é necessário realizar um inventário de todo o capital investido, das despesasrealizadas e da renda obtida pela venda de leite, derivados, animais,subprodutos (dejetos) ou prestação de serviços (mão de obra e/ou máquinas eequipamentos).A atividade leiteira lucrativa é aquela que gera recursos suficientes para:custear a produção, compensar a depreciação de instalações, máquinas eequipamentos, remunerar o capital investido e o trabalho do produtor e aindagerar lucro.Toda aplicação de recursos precisa ser minuciosamente avaliada, principalmenteos investimentos não produtivos, que não geram aumento de renda, tais comoconstruções, ordenhadeiras e outros.A planilha de despesas bem elaborada, dividida em itens (como alimentosconcentrados, medicamentos, fertilizantes e mão de obra), permite identificarse algum fator de produção está comprometendo o resultado.Da mesma forma é avaliado o efeito das construções e do valor dos animaissobre o custo total do leite. 15
  • Tendo em mãos esses controles é possível calcular o impacto de um novoinvestimento. A decisão será tomada em bases reais.A depreciação também deve ser considerada. Máquinas, equipamentos econstruções têm vida útil determinada e conhecida. Ao final, o pecuaristadeverá ter recursos suficientes para repor ou reparar o bem. Caso contrário,haverá o sucateamento da estrutura produtiva.E, por último, mas não menos importante, a remuneração da mão de obrafamiliar. É importante lembrar que ela é responsável pela maior parte do leiteproduzido no Brasil e não somente precisa como também merece ser valorizadaadequadamente.Além da produção do alimento, origina matéria-prima para a agregação de valor,gera empregos, renda e divisas. E somente sabendo exatamente quanto custaproduzir cada litro de leite de qualidade é que o produtor poderá negociarpreços, participar da organização da cadeia produtiva e defender os interesseslegítimos do setor.Fonte: http://blogdoonyx.wordpress.com/2011/09/30/Técnica visa o uso racional de adubosAgrolink - Ellen ColomboPor meio de dados específicos de áreas geograficamente referenciadas, é possívelimplantar o processo de automação agrícola dosando adubos e defensivos.A cada dia novos equipamentos tecnológicos são lançados ao mercado com o objetivo deaumentar a eficiência de trabalho na agricultura, trazendo mais rentabilidade econforto ao campo. A Agricultura de Precisão (AP) é uma delas, a prática agrícola naqual se utiliza tecnologia de informação baseada no princípio da variabilidade do solo. Apartir de dados específicos de áreas geograficamente referenciadas, é possívelimplantar o processo de automação agrícola dosando adubos e defensivos. ―Aagricultura de precisão visa auxiliar técnicos e produtores rurais na busca das melhoresopções quanto ao uso mais eficiente de corretivos e fertilizantes em suas lavouras‖,explica o engenheiro agrônomo Auro Bedretchuk.USO RACIONALA agricultura de precisão possui a finalidade de estabelecer condições ideais às espéciescultivadas na agricultura, sejam químicas, físicas ou biológicas, e se utiliza dageoestatística, que é a analise de dados de amostras georreferenciadas. ―O métodoentende que cada ponto de amostra é único e procura a correlação entre as amostras 16
  • vizinhas‖, comenta. De acordo com Bedretchuk a agricultura de precisão tem porobjetivo a redução dos custos de produção, a diminuição da contaminação da naturezapelos defensivos utilizados e o aumento da produtividade. ―A vantagem é em função darentabilidade, pois o processo visa retornar parte do que planta retira do solo‖, diz.Segundo o engenheiro agrônomo, a planta extrai nutrientes do solo, que voltam para osolo em forma de palhada. ―A agricultura de precisão permite o uso racional do adubo,no qual o produto só irá ser aplicado onde o solo realmente precisa‖, comenta. Paraele, a técnica é sustentável. O custo médio é de R$120 por hectare, ou seja, duas a trêssacas de soja.FERRAMENTASAs ferramentas que possibilitaram o desenvolvimento deste tipo de agricultura foram osmicroprocessadores e os aparelhos de posicionamento global por satélite (GPS), queacoplados a colheitadeiras, semeadoras e outros implementos agrícolas, permitem olevantamento de dados, sua tabulação cumulativa e a aplicação dosada e localizada deinsumos. Outro tipo de ferramenta fundamental para a agricultura de precisãosão os softwares de Sistema de Informação Geográfica (SIG). SegundoBedretchuk, por meio da análise de solos de vários pontos georreferenciados épossível gerar um mapa de fertilidade do solo e aplicar adubos em níveisadequados de macro e micro nutrientes. ―A máquina programa uma taxa variávelcom uma aplicação georrefenciada.‖Publicado em: 09/04/2012 Fonte: www.arvus.com.brTecnologias impulsionam o cultivo orgânico dehortaliçasEmpresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina - Epagri - CinthiaAndruchak FreitasA lavoura em nada lembra uma horta tradicional. Dentro de uma estruturacoberta por plástico e protegida por telas nas laterais, tomates saudáveiscrescem livres de insumos químicos. Eles são produzidos no abrigo de cultivo 17
  • desenvolvido pela Epagri/Estação Experimental de Itajaí - Santa Catarina, queviabilizou a produção de tomate orgânico em solo barriga-verde – proezaimpensável até a década de 90, antes do surgimento dessa tecnologia.―O abrigo funciona como um guarda-chuva‖, explica o engenheiro-agrônomoJosé Angelo Rebelo. A cobertura evita as chuvas em excesso sobre a planta,dificultando o surgimento de doenças, enquanto a tela barra a entrada deinsetos. Sob os beirados do abrigo, calhas coletam a água da chuva e a conduzematé reservatórios que abastecem um sistema de irrigação por gotejamento.Essa e outras tecnologias para a produção orgânica de hortaliças vêm sendoestudadas e disponibilizadas aos agricultores desde 1990 pela EstaçãoExperimental de Itajaí. Elas resultam de estudos em áreas como nutrição dasplantas, irrigação, manejo do solo, controle e prevenção de doenças, produçãode mudas, seleção de cultivares e manejo do ambiente de cultivo.Graças a esse trabalho, pequenos e grandes produtores têm acesso a técnicasque não beneficiam apenas quem trabalha com a produção orgânica.―Disponibilizamos um sistema completo para qualquer agricultor, inclusive domodelo convencional, adotar as técnicas que quiser. O uso adequado dosagrotóxicos já é uma arma importante na defesa das plantas e na redução dosimpactos ambientais‖, diz Rebelo.Um exemplo vem da propriedade da família Tribess, de Blumenau. Por muitosanos, o casal Maria Cristina e Werner produziu hortaliças no sistemaconvencional. ―Era muita mão de obra, a chuva prejudicava as hortaliças e àsvezes não tínhamos o que colher‖, lembra a agricultora.Em busca de uma solução, a família fez cursos para conhecer as tecnologias daEpagri e testou o que aprendeu em uma área pequena. ―Em 1996 construímosum abrigo de 7x3m para tomates que, na primeira safra, deu mais dinheiro doque 250 pés plantados fora dele. Depois disso, nunca mais plantamos em campoaberto‖, conta Werner.Hoje a família cultiva tomate, pepino, feijão, alface, pimentão, berinjela ecebolinha. São colhidas cerca de 3t de tomate por mês e 2t mensais de pepineFonte:http://www.cati.sp.gov.br/new/produtos/publicacoes/cationline/128/col128 18
  • Espécie: Tremoço-brancoVantagens: Adaptada para regiões com invernos não rigorosos (MG, SP). Leguminosarecomendada para adubação verde de inverno,rotação de inverno, sucessão de inverno.Apresenta elevada produção de massa vegetal e permite proteção e recuperação das condiçõesfísicas e biológicas do solo. Leguminosa que pode ser empregada como adubo verde eapresenta elevada produção de massa vegetal. Ótimo para adubação verde e coberturavegetal.Bibliografia: COSTA, M.B.B. da e outros. Adubação Verde no Sul do Brasil. AS-PTA,Assessoria e Serviços a Projetos em Agricultura Alternativa. 1.992. 346p. Aprendizes 2012: fazendo adubação verde com tremoço. 19
  • Meses depois... Espécie - Cultivar - Família Nome Comum Tremoço-branco Cultivar Comum Nome Científico Lupinus albus Família Leguminosa Características da Espécie Massa Verde (t/ha) (*5) 20 a 30 Massa Seca (t/ha)(*5) 2a5 N (kg/ha) (*5) 60 a 90 Altura (m) (*5) 0,8 a 1,2 Hábito de Crescimento Arbustivo ereto Ciclo até o florescimento (dias) (*6) 120 a 150 Peso de 1.000 sementes (g) 300 Semeadura Profundidade (cm) 2a3 Espaçamento (m) 0,50 Em Linha Sementes/metro linear 8 a 10 Densidade (kg/ha) (*2) 50 Sementes / m² 18 a 20 A lanço Densidade (kg/ha) 60 Ideal (*3) Abr a Mai Época Possível (*4) Mar a Jun 20
  • Qualidade da Semente Germinação (%) 75 Padrões mínimos (*7) Pureza (%) 98O que são fungicidas e herbicidasRuralNews - Da RedaçãoEm uma lavoura, de maneira geral, as plantas podem ser atacadas por váriasdoenças e pragas, que podem trazer grandes prejuízos aos agricultores.Dentre esses problemas, os fungos produzem bolores e mofos que atacam assementes e as plantas.Os mofos e bolores podem atacar sementes, após o plantio, folhas, ramos, talos,flores e os frutos das plantas, chegando a "estragar" completamente umaplantação, caso não sejam tomadas as medidas de combate necessárias.Para combater os fungos existem vários métodos e produtos, dentre eles, osfungicidas. Os fungicidas são uma saída simples e prática para o combate aosfungos, porém devem ser administrados com muita cautela e sempre sob asupervisão de técnicos capacitados.Outro grave problema que causa grandes "dores de cabeça" aos agricultores sãoas chamadas ervas daninhas ou plantas invasoras. As invasoras são plantas quecrescem no meio da plantação, são plantas fortes e resistentes que "roubam" osnutrientes da terra que deveriam ser utilizados e consumidos pelas plantascultivadas. Além disso, essas plantas são um abrigo natural para insetos, fungos,bactérias e uma série de organismos nocivos à lavoura.Para combater as plantas invasoras, o método mais rústico e natural é a limpezaou "capina" do terreno, arrancando-se as invasoras, uma a uma ou com o auxíliode máquinas, utilizadas em grandes plantações, principalmente no momento dopreparo do solo. Outra forma muito utilizada de combate a este problema é oherbicida. O herbicida é um produto químico que mata as invasoras através depulverizações regulares, que visam o controle e a erradicação completa dessasplantas.Apesar de ser muito prático e eficiente, por ser um produto químico, o herbicidadeve ser aplicado somente quando necessário e sob a orientação de técnicosespecializados, para que não haja nenhum perigo de contaminação da lavoura.Os herbicidas apresentam, também, a vantagem de reduzir a quantidade demão-de-obra e de fazer com que os tratos culturais sejam feitos de maneira maisrápida e eficiente. Existem vários tipos de herbicidas mas, basicamente eles sedividem em seletivos, que são feitos para controlar apenas alguns tipos deplantas invasoras e os não seletivos, que destroem qualquer tipo de vegetação.Os herbicidas e os fungicidas são defensivos agrícolas e, por esse motivo, devemser manuseados e armazenados com extremo cuidado e responsabilidade, para 21
  • que não aconteçam contaminações da produção e de pessoas.Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/conteudo.php?id=66319Quiabo: aprenda cultivar e eliminar a babaGlobo Rural On-line - João Mathias | Consultora Débora de Faria Albernaz VieiraFonte de vitaminas, a hortaliça pode ser plantada em hortas caseiras eincrementar pratos típicos brasileiros.Embora não seja das hortaliças maispreferidas pela população, os brasileirossabem da importância nutricional doquiabo (Abelmoschus esculentus) entreos alimentos. Fonte de vitaminas,sobretudo de A, C e B1 – além de cálcio,mineral essencial para o fortalecimentodos ossos –, o fruto do quiabeiro é usadoem pratos tradicionais de boa parte dopaís, como frango, carne, caruru,costelinha de porco, refogados e salada. Fonte:(http://www.flaviareis.com/2011/02)Alguns torcem o nariz para a hortaliça por conta, justamente, do componente quedá liga aos temperos e proporciona sabor peculiar às receitas culinárias. Viscosae transparente, a baba característica do quiabo não tem textura e visual queagradem a todos. Nesses casos, é possível eliminá-la secando o quiabo com umpano após mergulho em suco de limão por 15 minutos. Em seguida, é precisocortar as pontas e os cabos, picar os frutos de acordo com a receita e colocá-los 22
  • para cozinhar.De origem africana, o quiabeiro chegou aqui por meio dos escravos queaportaram em terras brasileiras. Como não tolera temperaturas muito baixas porum longo tempo, a planta se deu bem com o predomínio do clima quente local.Arbusto que cresce até 3 metros de altura, de acordo com a variedade, aospoucos ganhou espaço na lavoura nacional. Os melhores meses de produção vãode janeiro a maio. A produtividade brasileira do quiabeiro varia de 20 a 40toneladas por hectare.O quiabo de qualidade e adequado para o consumo deve ter cor verde intensa –sem presença de manchas escuras –, firmeza e comprimento entre 10 e 14centímetros. Se não for colhido nessa fase do desenvolvimento, ele passa doponto, fica fibroso e duro. De formato alongado e estreito, o fruto possui sementesclaras e redondas. Fonte:Depois de colhido, o quiabo pode ser conservado por até uma semana desde quemantido dentro de sacos plásticos e na parte inferior da geladeira. Seu preparo éfácil, pois não precisa ser descascado.MÃOS À OBRAINÍCIO A propagação do quiabeiro é realizada por meio do plantio de sementes.Elas podem ser compradas em envelopes em supermercados, lojas de produtosagropecuários ou por meio de sites de empresas produtoras. Alguns viveiristascomercializam as mudas prontas para o transplante para o local definitivo. Avariedade mais plantada é a santa cruz 47, seguida das cultivares amarelinho,brasileirinho, valença e mauá.AMBIENTE As regiões de clima quente a ameno são as mais adequadas para ocultivo do quiabeiro. A planta não tem bom desenvolvimento em locais de baixatemperatura e sujeitos a geadas. Em regiões quentes e com inverno ameno, épossível plantar o ano todo. Nos Estados do sul do Brasil, o plantio vai bem nosmeses de primavera e verão.PLANTIO Deve ser em local onde o solo é profundo, permeável, rico em matériaorgânica ou com boa fertilidade. Prepare a área de plantio arando o solo de 20 a25 centímetros e, em seguida, realize a gradagem, para eliminar torrões e obterterreno uniforme. A propagação pode ser por semeadura direta ou por mudas. Nocaso de sementes, recomenda-se o plantio com profundidade de 8 a 10centímetros. Para uma germinação mais uniforme, o ideal é quebrar a dormênciadas sementes imergindo-as em água por 24 horas antes do plantio.ESPAÇAMENTO Semeiam-se três sementes por cova espaçada de 30 a 40centímetros. Entre as fileiras, o espaçamento ideal é de 100 a 120 centímetros.Quando as plantas atingirem de 15 a 20 centímetros, deve-se fazer o desbaste, afim de deixá-las mais vigorosas.CUIDADOS Em caso de solo com pH abaixo de 5,5, faça a correção da acidezcom a incorporação de calcário dolomítico. A adubação também é necessáriapara evitar alguma interferência na produtividade do quiabeiro. Apesar de não serpreciso irrigar sempre o cultivo, pois a planta é tolerante à falta de água, a ofertado líquido deve ocorrer durante todo o ciclo da cultura.PRODUÇÃO Colha os frutos do quiabeiro quando atingirem de 10 a 14centímetros de comprimento. Em geral, ocorre no período de 60 a 75 dias após asemeadura, em períodos quentes, ou de 85 a 100 dias, em épocas mais frias. Osquiabos devem estar tenros e não fibrosos, com a ponta fácil para ser quebradacom os dedos. Se estiverem bem maduras, passadas do ponto de colheita, ashortaliças tornam-se fibrosas, duras e com cor amarelada. A colheita pode se 23
  • estender de três a oito meses.RAIO XSOLO: profundo e fértilCLIMA: temperatura quente a amenaÁREA MÍNIMA: pode ser plantado em horta caseiraCOLHEITA: nos meses mais quentes, inicia-se de 60 a 75 dias após a semeadurae, em períodos frios, de 85 a 100 diasCUSTO: cerca de R$ 1 o envelope de 6 gramas ou R$ 29 o pacote de 1 quilo*DÉBORA DE FARIA ALBERNAZ VIEIRA é engenheira agrônoma da Embrapa HortaliçasNutrição Vegetal : Resíduos orgânicos barateiamadubaçãoPortal Dia de Campo - Kamila PitombeiraNutrientes derivados da produção de suínos e aves têm preços que variamentre R$60 e R$90 por toneladaPor ser eficiente e mais barato, o uso de resíduos e fertilizantes orgânicos nosistema soja-milho safrinha tem sido uma opção para diversos agricultores,responsáveis até mesmo por atrair indústrias de carne para suas regiões. Compreços de comercialização que variam entre R$60 e R$90 por tonelada, osresíduos contêm nutrientes importantes, como fósforo e potássio, essenciaispara a boa nutrição das plantas. Segundo Vinicius de Melo Benites, pesquisadorda Embrapa Solos, vários resíduos podem ser utilizados no sistema soja-milhosafrinha, mas devido ao custo, os mais promissores são os originados da produçãode suínos e aves.— Isso porque, no Brasil, existe certa proximidade entre as áreas que produzemmilho e as que produzem suínos e aves. As indústrias de carne se aproximam dasáreas produtoras de grãos por uma questão de logística — afirma o pesquisador.De acordo com ele, é possível pensar na utilização do resíduo in natura ou emprodutos gerados a partir dele. No caso do resíduo in natura, a quantidade a seraplicada depende de análises que devem ser feitas no resíduo e no solo.— Quando falamos em camas de aviário, por exemplo, falamos em uma média de2t a 4t. Os resíduos contêm todos os nutrientes da tabela periódica,principalmente os macronutrientes, mas também micronutrientes. No caso dacama de frango, ela é tem grande importância na parte de fósforo e potássio,nutrientes contidos no resíduo que rapidamente entram no sistema. O fósforo,mesmo existente nessa cama, demora um pouco mais para entrar no sistema —conta Benites.Ele diz que, quando o assunto é dejetos de suínos, o principal componente é opotássio. Portanto, quando o produtor aplica esses dejetos, ele deve consideraro teor de potássio contido para saber qual a quantidade a ser aplicada.— Para aplicar os resíduos adequadamente, a primeira questão é se certificarsobre a sua origem. Tratando-se de um resíduo de boa qualidade, a primeirapreocupação do produtor deve ser a forma de aplicação. No caso da cama defrango, é importante que o produtor tenha o equipamento adequado para a 24
  • aplicação. Já no caso do dejeto líquido de suínos, o produtor deve ficar atentoaos custos de aplicação, que podem exceder o próprio custo do produto —orienta.A terceira preocupação, como explica o pesquisador, está ligada ao solo. Damesma forma que o produtor usa fertilizantes, ele deve também fazer umacompanhamento constante da nutrição das plantas. Ele recomenda umaassociação dos resíduos com alguma fonte mineral. O mais comum é a associaçãodos resíduos orgânicos com uma fonte mineral de fósforo para que eles setornem mais balanceados.— O grande mérito dessa tecnologia é a redução de custos. Considerando o teorde 3% de nitrogênio, 3% de fósforo e 3% de potássio da cama, seu valor gira emtorno de R$150 a R$180 por tonelada, dependendo de cada região. Já a cama, énormalmente comercializada com preços que variam entre R$60 e R$90 portonelada — afirma.Ainda segundo Benites, a aplicação é feita normalmente antes do verão. Paraele, essa é uma questão de logística, pois nessa época, o produtor tem seusequipamentos parados, o que gera ociosidade da mão-de-obra.— No entanto, tecnicamente falando, se o produtor aplicar os resíduos logo apósa colheita da cultura de verão e antes do plantio da cultura da safra seguinte, atecnologia se torna mais interessante. Isso porque a segunda safra é muito mais responsiva a esses resíduos do que a safra de verão — conta ele. Para mais informações, basta entrar em contato com a Embrapa Solos . A vagem e sua cultura Fonte: http://www.produquimica.com.br. RuralNews - Da Redação A vagem (Phaseolus vulgaris L.), também conhecida como feijão-de-vagem, é uma variedade do feijão comum que é cultivada e consumida como hortaliça. É rica em proteínase na sua composição encontramos cálcio, fósforo, ferro e as vitaminas A, B1, B2 e C.É uma planta originária das Américas e que foi levada para a Europa e Ásia após achegada dos colonizadores europeus. No resto do mundo, a sua cultura se espalhourapidamente e muitas variedades novas foram sendo desenvolvidas.evido às condições na sua região de origem, a vagem se desenvolve melhor em climasmais quentes e, desta forma, o seu cultivo na maior parte do território brasileiro ébastante favorecido. Prefere solos bem drenados, areno-argilosos e com pH que fiqueentre 5,6 e 6,8.As temperaturas mais indicadas para o seu cultivo, visando o melhor desenvolvimento equalidade das plantas, ficam entre 20°C e 25°C. Em regiões mais frias ou com invernomais acentuado, a vagem apresenta um desenvolvimento mais retardado. Isso acontecesempre que as temperaturas ficam abaixo dos 15°C. No caso de temperaturasextremamente altas, o prejuízo maior ocorre na polinização.O plantio pode ser feito durante todo o ano, em regiões de clima mais quente, como oencontrado na maior parte do território nacional. Já nas regiões mais frias, cominvernos mais rigorosos, como o que ocorre na região Sul, parte do Sudeste e Centro-Oeste, o plantio deve ser feito de setembro a janeiro, época de temperaturas mais 25
  • amenas e quentes, que favorecem o desenvolvimento da vagem.Antes do plantio, devemos realizar uma análise do solo, para verificarmos a necessidadede calagem ou de adubação. Em solos de fertilidade média, o mais comum éutilizarmos, para a adubação, esterco curtido de curral e suplementação mineral. Oplantio é feito em covas, com espaçamento de 1m entre as linhas e de 50cm entre ascovas, que recebem de 3 a quatro sementes. Quando as plantas estiverem com 3 ouquatro folhas, devemos fazer a raleação, deixando apenas as duas mais fortes esaudáveis.Como a maioria das hortaliças, a cultura da vagem está sujeita a algumas pragas edoenças, que devem ser evitadas e combatidas, para que os prejuízos sejamminimizados. Os principais problemas que podem aparecer são a ferrugem, aantracnose, o mosaico, além de insetos mastigadores e sugadores, que causam grandesdanos à essas plantas.Os tratos culturais são simples, consistindo em irrigação a cada três dias, a não ser emépocas de chuvas constantes, capinas e a rotação de culturas, que é aconselhável complantas de outras famílias, como o tomate, por exemplo.Fonte: http://www.hortisulrs.com/detalhes.php?codigo=160Bovinos - Manejo racional: planejamento sem perdasPortal Dia de Campo - Juliana RoyoIdentificar erros, organizar ações e cuidar do gado, levando em conta o bem-estar, evitam prejuízo Fonte/www.portalagropecuario.com.br/Racionalizar o trabalho de toda a fazenda é oobjetivo da nova forma de conduzir aprodução. O manejo racional buscaentender as particularidades de cadaprodutor, fazer toda a equipe entender asnecessidades do animal e, assim, cortar asperdas que são geradas na produção. Muitosfazendeiros ainda acham bobagem, mas obem-estar animal pode fazer muita 26
  • diferença no ganho do produtor. Se o animal se alimenta bem, descansa e não seestressa, ele ganha peso mais facilmente. Se for tratado sem agressividade, não terámachucados na carcaça.— Manejo racional é a ação com conhecimento, é desenvolver as práticas de manejotendo conhecimento do que você deve fazer e do que pode fazer. O primeiro passo é aconscientização da necessidade porque muita gente acha que esse tipo de manejo édesnecessário. E a conscientização tem que envolver todos, desde o proprietário dafazenda, o gerente e também quem está executando o trabalho, todos têm que estarcomprometidos — caracteriza o especialista no assunto Matheus Paranhos, professor daUnesp Jaboticabal.Para saber que tipo de medidas adotar na fazenda, o produtor deve primeiro fazer umestudo de reconhecimento do manejo, de tudo o que acontece no sistema de produção.Desta forma, é possível organizar todo o sistema e identificar onde estão as maioresdificuldades. Depois deste planejamento, deve ser feito um treinamento com osfuncionários da fazenda, para que eles sigam as novas instruções.— O primeiro benefício é a redução de estresse, dos próprios trabalhadores e tambémdos animais. O planejamento cria um ambiente de trabalho mais tranquilo. Em funçãoda redução de estresse, há uma redução no risco de acidentes de trabalho. Em algumasfazendas o manejo racional reduziu os acidentes de trabalho em 80%. Além de machucaros trabalhadores, os acidentes podem formar machucados nos animais, o que deprecia acarcaça. Eles também podem formar hematomas e isso afeta o preço pago — explicaParanhos.O especialista diz que o principal erro cometidoatualmente, além da falta de organização, é aagressividade usada nos animais. Ainda é muitocomum que os peões utilizem de pauladas paracontrolar os animais ou façam pressãoexcessiva, o que deprecia não só a carcaça, masafeta diretamente o ganho de peso ou produçãode leite porque um animal estressado, semdescanso produz menos.— Muita gente acha que o manejo racional serácomplicado, mas não é. Basta ter boa vontade. Mesmo com baixíssimo investimento,apenas com a leitura do material sobre o manejo racional já é possível mudar a posturade condução da fazenda, racionalizar o manejo, fazer o planejamento e, com isso,evitar perdas no processo produtivo — ensina o professor.Fonte: (www.realh.com.br/confinamento/controle-de-parasitas-na-entrada//)Como cultivar ataFolha do Estado - Da RedaçãoConhecida por vários nomes pelo país, a ata é uma fruta campeã de vendas nesta épocado ano, é renda certa para famílias de pequenos agricultores em Mato Grosso, entre osmesses de março a maio. Neste período pode-se encontrar a fruta em muitas ruas eavenidas da cidade, com preços muito variados, mas nunca tão baratos. O saboradocicado e ao mesmo tempo azedinho da fruta atrai muitos clientes para o consumo daiguaria de época.NOMES DIFERENTES 27
  • Pinha no Sudeste, fruta do conde, entre outros, pra nós mato-grossenses, tambémexistem essas divergências, mas em sua maioria é apenas Ata. Rica em proteínas, afruta é o sucesso da estação.Por ser uma fruta de clima quente, ela é perfeita, não apenas para o cultivo em largaescala. É muito comum encontrar ao menos um pé de Ata nos quintais, das casas mato-grossenses.Michael Luiz Melim é vendedor de um viveiro em Cuiabá, segundo ele, a procura pormudas de ata é constante, ―A maioria das pessoas procura essas mudas para fazer umpomar em casa mesmo, assim, em pouco menos de dois anos, já não irão gastar dinheiropara comprar, já que a ata é uma fruta cara‖, argumenta Michael. O vendedor alerta,que essa é uma fruta que atrai muitos insetos e pragas, portanto é sempre bom procuraras orientações de um agrônomo, para que os frutos possam nascer e crescer comqualidade.A feirante Juceli Conceição, trabalha no mercado do Porto e na avenida Miguel Sutil hátrês anos vendendo ata. Ela afirma que, nesta época, não existe outra fruta que vendamais que a ata. ―Aqui no mercado tem muita concorrência, e os preços são variados,mas lá na avenida Miguel Sutil eu só vendo ela, as pessoas nem questionam o preço,toda hora tem gente comprando‖, comenta a feirante.Daniel Santana também é feirante e vende ata há mais de 12 anos. Ele diz que vendeoutras frutas da região, mas destaca que a ata representa para ele cerca de 80% darenda de sua família. Daniel compra a fruta de cidades próximas de Cuiabá, inclusive deReserva do Cabaçal. Observando a possibilidade de aumentar seu lucro, Daniel buscouinformações junto à Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural(Empaer). Lá obteve todas as orientações necessárias para iniciar o próprio cultivo. ―Fuiem busca de informações, porque em breve quero ter minha renda 100% vinda daprodução de ata na época de safra, e essa renda virá da minha propriedade‖, destacaDaniel.Daniel relata ainda que busca incentivar os outros produtores do assentamentoGamaliel, localizado em Cuiabá onde mora. ―Quero mostrar para meus vizinhos e amigosprodutores que a ata é um excelente negócio e que vale a pena investir‖, finalizaDaniel.Fonte:www.cenourao.com.br/site/produtos_show.php?produto=152&nome_produto=PinhaComo plantar: pepinoGlobo Rural On-line - João Mathias | Consultor José Flávio Lopes* 28
  • Verão é tempo de consumir alimentos leves e refrescantes. Saladas, tortas esanduíches feitos com legumes, grãos e folhosas fazem sucesso nas refeições emdias quentes. Em épocas de temperaturas altas, o pepino (Cucumis sativus) éuma das hortaliças que têm lugar certo nas mesas dos brasileiros. Composto por95% de água, ele se destaca em diferentes receitas culinárias.O cultivo do pepineiro, do qual o pepino é o fruto, é simples e não demandamuitos cuidados. Os tratos culturais incluem irrigações, capinas e desbrotas, comcorte dos brotos que forem aparecendo. Não é indicado pulverizar a planta cominseticidas, pois, como possui flores femininas ou masculinas, o pepineirodepende da polinização cruzada realizada por insetos como as abelhas, quefazem o transporte do pólen.Um pequeno espaço para o plantio – inclusive vasos com cerca de 50 centímetrosde altura e 30 centímetros de diâmetro – é suficiente para o desenvolvimento dahortaliça. A produção de pepino ocorre durante todo o ano em regiões de climasubtropical e alcança bons preços no varejo.Embora seja mais comum seu uso em salada e como picles – vegetais emconserva –, também pode ser feito dele um suco que auxilia no tratamento deinflamações do tubo digestivo e da bexiga, alta pressão e afecções dos dentes eda gengiva. O pepino também tem capacidade para combater enfermidades dagarganta quando combinado com mel, purificar o organismo e eliminar gorduras.O vegetal tem propriedades calmantes e laxantes, é diurético e tônico para ofígado, rins e vesícula. Cabelos e unhas se beneficiam do alto teor de sílica eflúor que a planta apresenta. Também contém ferro, cálcio, fósforo, cloro,enxofre, magnésio, potássio, sais minerais e vitaminas A, C e do complexo B.De vários tamanhos e formato cilíndrico, o pepino tem casca verde-clara ouverde-escura, com estrias esbranquiçadas. A polpa de cor clara envolvesementes achatadas. Pertencente à família das cucurbitáceas, tem origematribuída à Índia, de onde o cultivo teria se espalhado para a China e paíseseuropeus, tendo sido muito apreciado pelos gregos e romanos na Antiguidade.MÃOS À OBRAINÍCIO: O pepino tem variedades para consumo in natura – caipira, aodai ejaponês –, com tamanhos que variam de dez a 30 centímetros de comprimento, epara conserva, que não ultrapassam dez centímetros de comprimento. Os maiscultivados por aqui são os do grupo aodai, enquanto os caipiras se destacam nosplantios realizados especialmente na Região Centro-Oeste. Ambos têm produçãomais comum a céu aberto.AMBIENTE: Clima quente, com temperaturas entre 26 e 28 ºC, é o maisadequado para o plantio do pepineiro. Em regiões mais frias, o cultivo deve serrealizado em locais protegidos, onde seja possível monitorar a variação datemperatura. Dê preferência a solos areno-argilosos, férteis, ricos em matériaorgânica, bem drenados e que não apresentem acidez elevada.PLANTIO: A céu aberto, coloque de três a quatro sementes em cada cova de 1,5a dois centímetros de profundidade, com espaçamento de 1,5 metro, em um doslados do sulco. Deixe uma ou duas plantas por cova ao fazer o desbaste, quandocontarem com duas ou três folhas definitivas. A germinação ocorre cinco diasapós o plantio e leva mais 25 dias para a floração.TUTORAMENTO: O pepineiro pode ser plantado no sistema rasteiro, porém, o 29
  • estaqueamento facilita os tratos culturais e a colheita, inclusive diminui riscosde ataque de doenças, deformação e má coloração. O tutoramento é feito emlinhas duplas, com estacas de bambu ou de madeira com 2,2 a 2,5 metros decomprimento. Devem ficar apoiadas em um arame de 1,2 a 1,8 metro de alturado solo. À medida que a planta for se desenvolvendo, é preciso fazeramarrações.CUIDADOS: O solo deve ser mantido úmido por meio de distribuição de água nossulcos de 30 a 40 centímetros de abertura e 25 a 30 centímetros deprofundidade, ou da irrigação pelo sistema de gotejamento, microaspersão ouaspersão convencional. O raleio feito com uma ferramenta cortante, faca outesoura também é necessário para que a planta torne-se mais vigorosa.Mantenha a cultura limpa para evitar o ataque de plantas daninhas.ADUBAÇÃO: Faça a análise do solo para saber a necessidade de calagem, comuso de calcário dolomítico fino. Para uma boa produção do pepino, o terrenodeve ter pH de 5,8 a 6,8. Por cova, utilize de 80 a 100 gramas de adubo químicocom fórmula 4-14-8 ou 4-16-8 (NPK). Na adubação de cobertura, aplique 15gramas por planta de nitrogênio, sob a forma de nitro-cálcio ou sulfato deamônio, após a formação dos primeiros frutos, e mais duas vezes com intervalosde 20 dias.PRODUÇÃO: Ocorre de 50 a 60 dias após a semeadura e pode durar por mais dedois meses. A colheita deve ser realizada quando o pepino atingir 20 centímetrosde comprimento e coloração externa verde-clara.RAIO XSOLO: areno-argiloso, fértil, rico em matéria orgânica e bem drenadoCLIMA: quente e não tolera geadasÁREA MÍNIMA: pode ser cultivado em vasosCOLHEITA: de 50 a 60 dias após o plantioCUSTO: preço do envelope com dez gramas pode variar de R$ 2 a R$ 5*José Flávio Lopes é engenheiro agrônomo, pesquisador da Embrapa Hortaliças.Fonte:http://www.cnph.embrapa.br/paginas/imprensa/releases/semiarido_show.html 30
  • Os benefícios da alfaceCategoria: Alimentação,Informações,Vivendo SaudávelA Alface é perfeita para emagrecer, mas ao mesmo tempo fica deliciosa em umasalada e para completar têm propriedades e benefícios nutricionais muitograndes. De modo que incorporá-la na dieta é quase uma obrigação.É rica embetacaroteno, pectina, fibra, lactucina e uma grande variedade de vitaminascomo, A, E, C, B1, B2 e B3. Também possui cálcio, magnésio, potássio e sódio.-Como é um vegetal que se come cru, não sofre o processo de cozimento que lhetiraria propriedades.- Contém uma boa quantidade de ferro, o que ajuda a combater a anemia.- Recomenda-se consumi-la também quando se sofre de estados gripe osresfriados, já que fortalece as vias respiratórias.- Tem propriedades analgésicas e acalma dores musculares.- Tem antioxidantes o que contribui a diminuir o envelhecimento celular,melhora os níveis de colesterol e ajuda à circulação.- É ideal para as pessoas diabéticas já que regula os níveis de açúcar no sangue.- Além de ter propriedades digestivas, combate problemas de flatulências, jáque atua como um agente desinflamante muito efetivo em casos de inflamaçãoabdominal.- É de grande ajuda em casos de retenção de líquidos e cálculos renais.A alface é econômica e fácil de combinar para fazer pratos com poucas calorias.De modo que pode incorporá-la a sua dieta para a hora do jantar, quando menoscalorias se devem consumir.Valores nutricionais da alface100 gramas de alface contribuem:Quilocalorias: 10, *Carboidratos: 0,9, *Proteínas: 1,3, *Gorduras totais: 0,2,*Fibra:1,5*Colesterol (mg): 0*Vitaminas: (A, [retinol]: 150 / B1, [tiamina]: 0,06 / B2, [riboflavina]: 0,06 / B3,[niacina]: 0,4 / B6, [piridoxina]: 0,06 / C: 10 / E: 0,4).*Minerais: (Sódio: 10 / Potássio: 224 / Cálcio: 37 / Fósforo: 31 / Magnésio: 11 /Ferro: 1 / Flúor: 0,03). Aprendizes 2012, semeando em bandejas, plantando e colhendo 31
  • Biodecompositor simples e barato garante adubo paraa horta e a lavouraAgrosoft Brasil - Da RedaçãoEm Santa Catarina, um modelo de biodecompositor prático, barato, fácil defazer e que ocupa pouco espaço tem chamado a atenção no campo e até nacidade. Nesse sistema, a compostagem é realizada dentro de uma bombonaplástica tampada. "Todo o processo acontece em ambiente fechado, o queevita o mau cheiro e a propagação de parasitas e insetos", explica LucianaMees, extensionista da Epagri no Escritório Municipal de Ouro Verde.Para construir o equipamento são usados uma bombona plástica de 200 litroscom tampa rosqueável, a metade inferior de outra bombona, uma torneira comflange, um pedaço de cano e pedaços de sombrite. O biodecompositor custacerca de R$ 75,00 se for necessário comprar todos os materiais.A fabricação é simples. Com uma furadeira, são feitos vários furos no fundo dabombona inteira, como se fosse uma peneira. Em seguida, ela é encaixadadentro da outra metade. No fundo da bombona furada são colocados pedaços desombrite. "O chorume, líquido que escorre do material orgânico, passa pelosfuros da bombona inteira e fica armazenado no recipiente de baixo. O sombriteimpede que o material entupa os furos", explica a extensionista.O passo seguinte é instalar uma torneira na parte inferior da meia bombona, queé por onde o chorume será retirado. Perto da tampa da bombona superior,instala-se um pedaço de cano por onde sairão os gases do processo decompostagem. Para evitar a entrada de insetos, é importante fixar um pedaçode tela na ponta do cano.Os materiais orgânicos são colocados no biodecompositor, que deve ser mantidotampado. "O adubo está pronto quando está praticamente sem cheiro, comaparência de húmus. Ele deve ser incorporado à terra dos canteiros", explicaLuciana. Em cerca de 15 dias o chorume não é mais poluente e também pode serusado na fertilização das plantas.Merenda da hortaNa Escola Municipal Benvenutto Tacca, em Ouro Verde, 66 alunos do quarto e doquinto ano participaram da construção de dois biodecompositores durante asaulas de educação ambiental. Hoje eles usam os equipamentos para cuidar dahorta onde são produzidos alimentos como alface, repolho, beterraba, temperose chás para a merenda. "Os alunos veem na prática o que aprendem na sala deaula, se sentem motivados a fazer a sua parte e levam as ideias para casa",conta a extensionista. 32
  • Fonte: http://girasolsam.blogspot.com.br/2012/01/biodecompositor-simples-e-barato.htmlProjeto do governo brasileiro usa produção dealimentos como método de ensinoCanal Rural - Letícia LuvisonCrianças de 70 escolas estão sendo ensinadas a partir do que cultivam empequenas hortasUm projeto do governo brasileiro, em parceria com a Organização das NaçõesUnidas para Agricultura e Alimentação (FAO), está chamando a atenção noexterior. Crianças de 70 escolas públicas de todo o país estão sendo ensinadas apartir do que cultivam em pequenas hortas.Representantes de 16 países estiveram em uma escola do município de Formosa,no interior de Goiás, para conhecer a iniciativa. O que as crianças aprendemserve para o ensino de diversas matérias na sala de aula.— A gente aprende a fazer produção de texto, texto sobre a horta, aprende aorigem dos alimentos, faz mapa, desenha, traduz tudo para o inglês — comenta aestudante da 5ª série Kênia Cristina Vieira, 10 anos.— Em Geografia eles podem trabalhar o solo. Eles trabalham Ciências com odesenvolvimento das plantas e os animais invertebrados que aparecem na horta.Na Matemática, situações problemas relacionadas à quantidade plantada,expectativa de colheita, interpretações de gráficos e tabelas. Aquilo que vocêaprende fazendo, colocando a mão na massa, é mais gratificante, o resultado ébem melhor — explica a coordenadora da horta, Ana Maria Gomes.A ideia de usar alimentos como método de ensino não veio por acaso.— Foi pelo aumento da obesidade, transição da desnutrição para a obesidade,essa americanização da alimentação. A horta traz esse cuidado, pensar de ondevem a comida, de como a gente se alimenta, que tipo de escolha a gente faz —explica o consultor da FAO, Juarez Calil.As aulas são preparadas de acordo com cada região.— A gente pode explorar a seca do sertão, semiárido, a realidade dos municípiosà margem do Rio São Francisco. Cada prefeitura planeja dentro da suaautonomia, do sistema de ensino, a forma como ela vai explorar o projeto 33
  • dentro dessa metodologia que articula as áreas de educação, nutrição e meioambiente — comenta Calil.A novidade aplicada nas escolas brasileiras deve chegar em breve a Moçambique.— É diferente, porque nós trabalhamos mais no âmbito pedagógico e nãoincluímos como componente em várias disciplinas. É uma experiência bastantepositiva, que irei levar para lá e acredito que, com mais tempo, conseguiremosatingir os níveis que estão atingindo aqui no Brasil — comenta o engenheiroagrônomo de Moçambique, Hélder Carlos Vieira Diva.Fonte: (//www.carapicuiba.sp.gov.br/secretaria-projetos.php//)Afaste os insetos com citronelaEpagri - Cinthia Andruchak FreitasO incômodo provocado pelos mosquitos pode ser resolvido de forma simples ecom soluções caseiras, aproveitando as propriedades da citronela. Essa plantaaromática, uma gramínea perene originária do sudoeste da Ásia, já se tornoucomum em Santa Catarina. As folhas fornecem um óleo essencial utilizado nafabricação de repelentes, aromatizadores de ambientes, detergentes, perfumes,sabonetes, cremes e outros cosméticos.A planta repele mosquitos, borrachudos, traças e formigas. O óleo essencial temefeito repelente sobre o Aedes aegypti (transmissor da dengue) e também sobremosquitos como o Anopheles dirus e o Culex quinquefasciatus. Algunspesquisadores afirmam que o óleo de citronela afasta também besouros, baratase fungos.Essa ação se deve a substâncias como o citronelal, o geraniol e o limoneno,presentes no óleo. ―A detecção da citronela é ativada pelas proteínas dos porosdo inseto, conhecidas como canais de receptores transientes de potencial.Quando esses receptores moleculares são ativados, enviam mensagens químicasao cérebro do inseto, resultando em uma reação de aversão‖, explica AntonioAmaury Silva Junior, pesquisador da Epagri/Estação Experimental de Itajaí.Para fazer em casaNão é preciso gastar dinheiro para aproveitar os benefícios dessa planta. 34
  • Soluções simples e ecológicas podem ser adotadas sem sair de casa:- Para afastar mosquitos em ambientes fechados, colha duas ou três folhas,corte-as em pequenos pedaços com uma tesoura e coloque-os em pires. Distribuaos recipientes pelos ambientes da casa para espalhar a essência.- Deixe macerar 200g de folhas secas e rasuradas de citronela em 1L de álcoolcom concentração de 70% durante 10 dias em um frasco tampado e escuro. Acada dois dias, agite a mistura. Após a maceração, passe o líquido por um filtrode papel ou pano limpo e o acondicione em um recipiente hermético. O produto,que tem validade de 2 anos, pode ser usado em pulverizadores domésticos, velasaromáticas, tochas para pescaria, difusores, cremes dermatológicos, sachês epout-porris.- Mantenha uma muda em um vaso dentro de casa e, sempre que quiser, corteum pedaço de uma das folhas para que a essência se espalhe mais.- Para evitar picadas de mosquitos, amasse e esfregue uma folha de citronelanos braços e nas pernas.- Ferva algumas folhas e faça uma espécie de chá para usar na limpeza de pisos.- As folhas podem ser queimadas em incensórios domésticos ou utilizadas emdifusores elétricos.- A espécie é eficiente para evitar a erosão e pode ser plantada em encostas,barrancos, valas de drenagem, margens de rios e lagoas e em áreas ciliares.Onde encontrarParente do capim-limão, a citronela cresce espontaneamente em clareiras, àbeira de rios e em locais úmidos. Em Santa Catarina, é encontrada em váriaspropriedades rurais e pode ser cultivada no litoral, no Vale do Itajaí e noExtremo Oeste. Ela tolera os solos muito argilosos e mal drenados, nãoencharcados, mas não resiste a geadas. A espécie raramente floresce no Estadoe, mesmo assim, as sementes não são férteis, por isso a multiplicação deve serfeita a partir da divisão de touceiras.Para conseguir mudas, informe-se com vizinhos ou converse com um técnico daEpagri. Para ter mais informações sobre a planta, entre em contato com ospesquisadores Airton Rodrigues Salerno, Antonio Amaury Silva Junior e AndreyMartinez Rebelo, da Estação Experimental de Itajaí, pelos e-mailssalerno@epagri.sc.gov.br, amaury@epagri.sc.gov.br e andrey@epagri.sc.gov.br. Horta Aprendizes 2012, Citronela em curva de nível 35
  • Manejo adequado da irrigação favorece aprodutividadeMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) - Da RedaçãoPesquisadores da Embrapa explicam que ganhos variam de 10 a 30% e aredução do uso de água e energia gira em torno de 20 a 30%.A quantidade correta de água e o momento exato da irrigação são pontos-chaveem um manejo adequado. Além de economizar água e energia, o controle podeassegurar um melhor desempenho em termos de produtividade e qualidade dashortaliças.Para que a irrigação seja eficiente e resulte em impactos positivos na lavoura, énecessário considerar fatores como o clima e o solo. Os dois são determinantesquando se trata de escolher o método de manejo de água mais apropriado para airrigação.O pesquisador Waldir Marouelli, da Embrapa Hortaliças (Brasília-DF), unidade daEmpresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministérioda Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), explica a importância domanejo. Segundo Marouelli, alguns métodos de manejo da água de irrigaçãoutilizam informações climáticas, como temperatura, umidade relativa do ar,vento e radiação solar, para calcular a quantidade de água que a plantaconsome.Em outros casos, a metodologia monitora somente a umidade do solo. ―Nestecaso, quem determina se a secagem do solo é mais rápida ou mais lenta é aplanta que, inexoravelmente, está sendo afetada pelos fatores climáticos‖, diz.O pesquisador Marcos Braga, também da Embrapa Hortaliças, esclarece que ademanda hídrica das plantas funciona, basicamente, ―como as pessoas que, emdias mais quentes e secos, consomem mais água e vice-versa‖.Quando o agricultor não reavalia constantemente essas condições durante ocultivo e simplesmente estabelece um critério fixo para a irrigação, deixa deotimizar o uso da água e o ganho com a produção. ―Na horticultura, porexemplo, o produtor que não utiliza nenhum controle da irrigação e passa aadotar alguma técnica para manejo, como avaliar as condições climáticas ouempregar um sensor de umidade do solo, na média geral, obtém um aumento de10 a 30% da produtividade‖, estima Marouelli. Ele acrescenta que, por sua vez, aredução do uso de água e energia gira em torno de 20-30%.O gasto que o produtor tem com água e energia é muito menor diante dosrecursos despendidos com a exigência nutricional e fitossanitária das plantas.Por conta disso, ele acaba por irrigar em excesso, o que favorece a incidência dedoenças e compromete o pleno desenvolvimento das plantas. ―O ponto deequilíbrio é importante porque a irrigação em excesso pode causar a lixiviaçãode nutrientes e, com o prejuízo da parte nutricional, a planta fica mais fraca emais suscetível a doenças‖, explica Braga. 36
  • Fonte: http://agricultura.ruralbr.com.br/noticiaManutenção da qualidade das ordenhadeirasRuralNews - Da RedaçãoPara o produtor de leite, a manutenção da qualidade e da higiene dasordenhadeiras é vital, tanto para evitar a queda da qualidade do leite, quandopara assegurar o volume de produção, mantendo os lucros elevados e evitandopossíveis prejuízos.Desta forma, devemos garantir o perfeito funcionamento das ordenhadeiras pois,do contrário, muitos problemas poderão surgir, como a mamite. Quando as vacasapresentam esse problema, o produtor pode esperar, certamente, aumento nosseus custos e a redução da produção. Haverá gastos com o tratamento(veterinários, medicamentos, etc.), possível morte de animais e o fatalcomprometimento do leite produzido, que não pode ser comercializado. Alémdisso, como já mencionamos, há uma diminuição na produção total, causandomais prejuízos.Para que o criador tenha certeza de estar cumprindo seu papel adequadamentee se prevenindo contra todos esses problemas, deverá seguir certosprocedimentos regulares de manutenção das ordenhadeiras e higiene do local,evitando ou reduzindo drasticamente a incidência de mamite ou outrosproblemas que afetem a produção, os animais ou a lucratividade doempreendimento.As principais medidas de manutenção regular que devem ser adotadas são:- controlar o vácuo produzido pelas bombas, atentando para possíveisflutuações. todas as borrachas das teteiras devem ser vistoriadasconstantemente e substituídas se necessário.- as borrachas devem ser constantemente limpas e desinfetadas.- acompanhamento constante das bombas e válvulas do sistema, garantindo ovácuo contínuo, sem flutuações.- monitorar e examinar o tecido mamário das vacas, antes e após cada ordenha,para verificar possíveis irritações ou anomalias.- devemos, também, ressaltar a grande importância de se adquirir ordenhadeirasde boa qualidade, de empresas idôneas, que disponham de uma assistênciatécnica eficiente, rápida e que não haja problema de reposição de peças.Todas as rotinas realizadas antes, durante e depois da ordenha contribuem paraque se garanta a qualidade e a produtividade. As pessoas que lidem,principalmente com as teteiras, devem tomar todo o cuidado necessário para 37
  • não contaminarem diretamente as tetas ou indiretamente, através das borrachasque ficam em contato direto com a vaca, durante a ordenha. Mãos limpas, umasala de ordenha higienizada e cuidado no manuseio dos equipamentos são vitaispara que haja uma higiene adequada.Fonte: http://www.portaldoagronegocio.com.br/ 38