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Realização de trabalhos em altura
 

Realização de trabalhos em altura

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    Realização de trabalhos em altura Realização de trabalhos em altura Document Transcript

    • 06/05/2012Realização de Trabalhos em Altura ENGº ANTONIO FERNANDO NAVARRO TRABALHO EM ALTURA - DEFINIÇÃOTrabalho em altura é considerado como todoaquele onde há diferenças de nível superiores adois metros e quando exista o risco de queda.A NR-35, de 27/03/2012 trata especificamenteda proteção do trabalhador na realização deserviços onde haja desníveis mínimos de doismetros e exista, tecnicamente, a possibilidade daqueda do trabalhador. 1
    • 06/05/2012TRABALHO EM ALTURA – Responsabilidades do Empregadora) garantir a implementação das medidas de proteçãoestabelecidas nesta Norma;b) assegurar a realização da Análise de Risco - AR e, quandoaplicável, a emissão da Permissão de Trabalho - PT;c) desenvolver procedimento operacional para as atividadesrotineiras de trabalho em altura;d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições nolocal do trabalho em altura, pelo estudo, planejamento eimplementação das ações e das medidas complementares desegurança aplicáveis;e) adotar as providências necessárias para acompanhar ocumprimento das medidas de proteção estabelecidas nestaNorma pelas empresas contratadas;f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre osriscos e as medidas de controle;TRABALHO EM ALTURA – Responsabilidades do Empregadorg) garantir que qualquer trabalho em altura só se iniciedepois de adotadas as medidas de proteção definidasnesta Norma;h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quandoverificar situação ou condição de risco não prevista, cujaeliminação ou neutralização imediata não seja possível;i) estabelecer uma sistemática de autorização dostrabalhadores para trabalho em altura;j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizadosob supervisão, cuja forma será definida pela análise deriscos de acordo com as peculiaridades da atividade;k) assegurar a organização e o arquivamento dadocumentação prevista nesta Norma. 2
    • 06/05/2012TRABALHO EM ALTURA – Responsabilidades do Empregadoa) cumprir as disposições legais e regulamentares sobretrabalho em altura, inclusive os procedimentosexpedidos pelo empregador;b) colaborar com o empregador na implementação dasdisposições contidas nesta Norma;c) interromper suas atividades exercendo o direito derecusa, sempre que constatarem evidências de riscosgraves e iminentes para sua segurança e saúde ou a deoutras pessoas, comunicando imediatamente o fato a seusuperior hierárquico, que diligenciará as medidas cabíveis;d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoasque possam ser afetadas por suas ações ou omissões notrabalho. TRABALHO EM ALTURA – Capacitação do Empregado35.3.1 O empregador deve promover programapara capacitação dos trabalhadores à realizaçãode trabalho em altura.35.3.2 Considera-se trabalhador capacitado paratrabalho em altura aquele que foi submetido eaprovado em treinamento, teórico e prático, comcarga horária mínima de oito horas conforme coseguinte conteúdo mínimo: 3
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Capacitação do Empregadoa) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho emaltura;b) Análise de Risco e condições impeditivas;c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em alturae medidas de prevenção e controle;d) Equipamentos de Proteção Individual paratrabalho em altura: seleção, inspeção, conservaçãoe limitação de uso;e) Acidentes típicos em trabalhos em altura;f) Condutas em situações de emergência, incluindonoções de técnicas de resgate e de primeirossocorros.TRABALHO EM ALTURA – Conteúdo mínimo dos programas de capacitação do Empregadoa) mudança nos procedimentos, condições ouoperações de trabalho;b) evento que indique a necessidade de novotreinamento;c) retorno de afastamento ao trabalho porperíodo superior a noventa dias;d) mudança de empresa. 4
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Planejamento e organização das atividades35.4.1 Todo trabalho em altura deve serplanejado, organizado e executado portrabalhador capacitado e autorizado.35.4.1.1 Considera-se trabalhador autorizadopara trabalho em altura aquele capacitado, cujoestado de saúde foi avaliado, tendo sidoconsiderado apto para executar essa atividade eque possua anuência formal da empresa. TRABALHO EM ALTURA – Planejamento e organização das atividades35.4.2 No planejamento do trabalho devem seradotadas, de acordo com a seguinte hierarquia:a) medidas para evitar o trabalho em altura,sempre que existir meio alternativo de execução;b) medidas que eliminem o risco de queda dostrabalhadores, na impossibilidade de execuçãodo trabalho de outra forma;c) medidas que minimizem as consequências daqueda, quando o risco de queda não puder sereliminado. 5
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Planejamento e organização das atividades35.4.3 Todo trabalho em altura deve serrealizado sob supervisão, cuja forma serádefinida pela análise de risco de acordo com aspeculiaridades da atividade.35.4.4 A execução do serviço deve considerar asinfluências externas que possam alterar ascondições do local de trabalho já previstas naanálise de risco.35.4.5 Todo trabalho em altura deve serprecedido de Análise de Risco.TRABALHO EM ALTURA – Análise de Riscosa) o local em que os serviços serão executados eseu entorno;b) o isolamento e a sinalização no entorno da áreade trabalho;c) o estabelecimento dos sistemas e pontos deancoragem;d) as condições meteorológicas adversas;e) a seleção, inspeção, forma de utilização elimitação de uso dos sistemas de proteção coletiva eindividual, atendendo às normas técnicas vigentes,às orientações dos fabricantes e aos princípios daredução do impacto e dos fatores de queda; 6
    • 06/05/2012TRABALHO EM ALTURA – Análise de Riscosf) o risco de queda de materiais e ferramentas;g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscosespecíficos;h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúdecontidos nas demais normas regulamentadoras;i) os riscos adicionais;j) as condições impeditivas;k) as situações de emergência e o planejamento doresgate e primeiros socorros, de forma a reduzir otempo da suspensão inerte do trabalhador;l) a necessidade de sistema de comunicação;m) a forma de supervisão. TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineirasa) as diretrizes e requisitos da tarefa;b) as orientações administrativas;c) o detalhamento da tarefa;d) as medidas de controle dos riscoscaracterísticas à rotina;e) as condições impeditivas;f) os sistemas de proteção coletiva e individualnecessários;g) as competências e responsabilidades. 7
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineiras35.4.7 As atividades de trabalho em altura não rotineirasdevem ser previamente autorizadas mediantePermissão de Trabalho.35.4.7.1 Para as atividades não rotineiras as medidas decontrole devem ser evidenciadas na Análise deRisco e na Permissão de Trabalho.35.4.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida,aprovada pelo responsável pela autorização dapermissão, disponibilizada no local de execução daatividade e, ao final, encerrada e arquivada de forma apermitir sua rastreabilidade. TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineiras35.4.8.1 A Permissão de Trabalho deve conter:a) os requisitos mínimos a serem atendidos para aexecução dos trabalhos;b) as disposições e medidas estabelecidas naAnálise de Risco;c) a relação de todos os envolvidos e suasautorizações.35.4.8.2 A Permissão de Trabalho deve ter validadelimitada à duração da atividade, restrita ao turno detrabalho, podendo ser revalidada pelo responsávelpela aprovação nas situações em que não ocorrammudanças nas condições estabelecidas ou naequipe de trabalho. 8
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineiras35.5.1 Os Equipamentos de Proteção Individual - EPI,acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificadose selecionados considerando-se a sua eficiência, o conforto, acarga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança,em caso de eventual queda.35.5.1.1 Na seleção dos EPI devem ser considerados, alémdos riscos a que o trabalhador está exposto, os riscosadicionais.35.5.2 Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadasinspeções dos EPI, acessórios e sistemas de ancoragem,destinados à proteção de queda de altura, recusando-se osque apresentem defeitos ou deformações.35.5.2.1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuadainspeção rotineira de todos os EPI, acessórios esistemas de ancoragem. TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineiras35.5.2.3 Os EPI, acessórios e sistemas de ancoragem queapresentarem defeitos, degradação, deformaçõesou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados edescartados, exceto quando sua restauração forprevista em normas técnicas nacionais ou, na suaausência, normas internacionais.35.5.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedistae dotado de dispositivo para conexão em sistema deancoragem.35.5.3.1 O sistema de ancoragem deve ser estabelecidopela Análise de Risco.35.5.3.2 O trabalhador deve permanecer conectado aosistema de ancoragem durante todo o período deexposição ao risco de queda. 9
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineiras35.5.3.3 O talabarte e o dispositivo trava-quedasdevem estar fixados acima do nível da cintura dotrabalhador, ajustados de modo a restringir aaltura de queda e assegurar que, em caso deocorrência, minimize as chances do trabalhadorcolidir com estrutura inferior.35.5.3.4 É obrigatório o uso de absorvedor deenergia nas seguintes situações:a) fator de queda for maior que 1;b) comprimento do talabarte for maior que 0,9m. TRABALHO EM ALTURA – Procedimentos para atividades rotineiras35.5.4 Quanto ao ponto de ancoragem, devemser tomadas as seguintes providências:a) ser selecionado por profissional legalmentehabilitado;b) ter resistência para suportar a carga máximaaplicável;c) ser inspecionado quanto à integridade antesda sua utilização. 10
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – Emergência e Salvamento35.6.1 O empregador deve disponibilizar equipe pararespostas em caso de emergências para trabalho em altura.35.6.1.1 A equipe pode ser própria, externa ou composta pelospróprios trabalhadores que executam o trabalho em altura, emfunção das características das atividades.35.6.2 O empregador deve assegurar que a equipe possua osrecursos necessários para as respostas a emergências.35.6.3 As ações de respostas às emergências que envolvam otrabalho em altura devem constar do plano de emergência daempresa.35.6.4 As pessoas responsáveis pela execução das medidasde salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate,prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mentalcompatível com a atividade a desempenhar. TRABALHO EM ALTURA – GlossárioAbsorvedor de energia dispositivo destinado a reduzir o energia:impacto transmitido ao corpo do trabalhador e sistema desegurança durante a contenção da queda.Análise de Risco - AR: avaliação dos riscos potenciais, suascausas, consequências e medidas de controle.Atividades rotineiras atividades habituais, independente da rotineiras:freqüência, que fazem parte do processo de trabalho daempresa.Cinto de segurança tipo paraquedista Equipamento de paraquedista:Proteção Individual utilizado para trabalhos em altura ondehaja risco de queda, constituído de sustentação na parteinferior do peitoral, acima dos ombros e envolto nas coxas.Condições impeditivas situações que impedem a realização ou impeditivas:continuidade do serviço que possam colocar em risco a saúdeou a integridade física do trabalhador. 11
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – GlossárioFator de queda razão entre a distância que o trabalhador queda:percorreria na queda e o comprimento do equipamento que irádetê-lo.Influências Externas variáveis que devem ser consideradas na Externas:definição e seleção das medidas de proteção, para segurançadas pessoas, cujo controle não é possível implementar deforma antecipada.Permissão de Trabalho - PT: documento escrito contendoconjunto de medidas de controle visando o desenvolvimentode trabalho seguro, além de medidas de emergência e resgate.Ponto de ancoragem ponto destinado a suportar carga de ancoragem:pessoas para a conexão de dispositivos de segurança, taiscomo cordas, cabos de aço, trava-queda e talabartes.Profissional legalmente habilitado trabalhador previamente habilitado:qualificado e com registro no competente conselho de classe. TRABALHO EM ALTURA – GlossárioRiscos adicionais todos os demais grupos ou fatores de adicionais:risco, além dos existentes no trabalho em altura,específicos de cada ambiente ou atividade que, direta ouindiretamente, possam afetar a segurança e a saúde notrabalho.Sistemas de ancoragem componentes definitivos ou ancoragem:temporários, dimensionados para suportar impactos dequeda, aos quais o trabalhador possa conectar seuEquipamento de Proteção Individual, diretamente ouatravés de outro dispositivo, de modo a que permaneçaconectado em caso de perda de equilíbrio, desfalecimentoou quedaSuspensão inerte situação em que um trabalhador inerte:permanece suspenso pelo sistema de segurança, até omomento do socorro. 12
    • 06/05/2012 TRABALHO EM ALTURA – GlossárioTalabarte:Talabarte dispositivo de conexão de um sistema desegurança, regulável ou não, para sustentar, posicionare/ou limitar a movimentação do trabalhador.Trabalhador qualificado trabalhador que comprove qualificado:conclusão de curso específico para sua atividade eminstituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino.Trava-queda:Trava-queda dispositivo de segurança para proteção dousuário contra quedas em operações com movimentaçãovertical ou horizontal, quando conectado com cinturão desegurança para proteção contraquedas. TRABALHO EM ALTURA – Pontos de AtençãoNormalmente os acidentes ocorrem devido afalhas ou desvios dos procedimentos, e, emalgumas condições, de procedimentos malexecutados, ou únicos da empresa, sem se levarem consideração as características de cada umdos locais.Para tal, torna-se necessário avaliar os seguintesaspectos: 13
    • 06/05/2012TRABALHO EM ALTURA – Pontos de AtençãoResistência dos pontos de ancoragem;Capacidade de carga das linhas de vida;Resistência dos materiais que compõem oscintos de segurança do tipo pára-quedista;Existência de ressaltos nas superfícies quepossam causar danos nos cabos;Capacitação dos trabalhadores;Qualidade dos materiais empregados naproteção dos trabalhadores.TRABALHO EM ALTURA – Pontos de Atenção – não deve ser permitidoTrabalhadores sem estarem com seus cintosde segurança atracados a linhas de vida;Excesso de trabalhadores presos a umamesma linha de vida;Emprego de dispositivos que não passaram porinspeções prévias;Empregos de dispositivos com validadevencida;Empregos de dispositivos sem CA;Uso de cordas de sisal para a suspensão dostrabalhadores. 14