2012 política de ct&i para o desenvolvimento de santa catarina

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Apresenta a política de desenvolvimento econômicoe social de Santa Catarina fundamentado na disseminação da educação superior e de diretrizes e programas estratégicos de tecnologia e inovação, articulando o setor empresarial, governo e universidades.

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2012 política de ct&i para o desenvolvimento de santa catarina

  1. 1. Faculdade Antonio Meneghetti Política de C,T&I para o Desenvolvimento de Santa CatarinaAntônio Diomário de QueirozDiretor de Ciência, Tecnologia e Inovação
  2. 2. Faculdade Antonio MeneghettiMBA Business Intuition: Identidade EmpresarialMesa Redonda:SC Estado de Oportunidades e NegóciosFlorianópolis, 14 de dezembro de 2012Apoio: Fiesc - Federação da Indústrias de SC
  3. 3. Desenvolvimento é o processo de transição de determinada estrutura econômica e social a outrasestruturas que possibilitem um nívelmais elevado das forças produtivas. Queiroz, Diomário.1971. Une approche structurale du sous developpement et du developpement. Paris.
  4. 4. Os sistemas vivos seguem processos naturais:crescer, reproduzir, regenerar, reciclar, valorizar.
  5. 5. Os sistemas de colonização e de industrialização do Brasil obedecem o fluxo linear deextrair, explorar, vender, usar, descartar.
  6. 6. Da exploração à valorizaçãoEXPLORAÇÃO CONCENTRAÇÃO MISÉRIA DE RENDA MELHORIA DEVALORIZAÇÃO MULTIPLICAÇÃO DA VIDA RIQUEZA PARA TODOS
  7. 7. Ciência, Tecnologia e Inovação Desenvolvimento científico e tecnológico Desenvolvimento econômico sustentável. com distribuição de renda e inclusão social
  8. 8. Educação Inovação Tecnologi a Ciênci a “É imperativo reconhecer que a inovação é elemento essencial para consolidar a funcionalidade do trinômio ”.Brasil. Ministério da Ciência e Tecnologia.LIVRO BRANCO :CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO;Brasília : Ministério Calendula officinalisda Ciência e Tecnologia, 2002.
  9. 9. CiênciaConjunto organizadodos conhecimentosrelativos a umdeterminado objeto. Chaui, 1997
  10. 10. TecnologiaProcesso contínuoatravés do qual ahumanidade molda,modifica e gera a suaqualidade de vida.Bueno, Natalia de LimaCEFET-PR. 1999
  11. 11. A inovação é aconvergência dahistória dediversas pessoaspara encontraruma soluçãode futuro. 2003. Queiroz, Diomário
  12. 12. Inovação e Criatividade Das idéias à realizaçãoInovar éintroduziralgo novo narealidade.A imaginaçãoprepara essaintrodução. Fusão Pitch Generalização Seleção Brief Projetos Realização Lançamento de idéias Enriqueci -mentoMarc Giget Adaptado de Marc Giget
  13. 13. Criatividade Criatividade é uma habilidade humana, a qual permite chegar a soluções novas para problemas, a partir de associação de informações anteriores.Alexandre Hering de Queirozhttp://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
  14. 14. Imaginação, Criatividade e Inovação “A apresentação de novas dúvidas ou possibilidades, e o estudo deantigos problemas baseado em novos pontos de vista, requerem uma imaginação fértil e trazem real progresso para a ciência". Albert Einstein e Leopold Infeld. Evolution of Physics, Simon & Schuster, New York.
  15. 15. Ideias criativasResolvem GeramProblemas InovaçõesCientíficos Método Ciência Tecnologia
  16. 16. Produtos da pesquisa Sistemas inovadoresModelos Protótipos PublicaçõesArtigos Dissertações Livros Teses CD-rom
  17. 17. Importância da Inovação Tecnológica “Inovação é a implementação com êxito de idéias criativas” Marc Adam vice presidente de marketing da 3M
  18. 18. Inovações Científicas e Tecnológicas A emergência e difusão de novas tecnologias vinculadas à informática e microeletrônica, àtelemática, à biotecnologia, aos novos materiais e à química fina estão provocando a globalização e mudanças fundamentais nas organizações, no trabalho e no emprego. Adaptado - Engº Sérgio Roberto Arruda
  19. 19. Criatividade Produtiva Criatividade direcionada para resultadosNeri dos Santos, Dr. Ing
  20. 20. Inovação e empreendedorismo "A inovação é o instrumento específicodos empreendedores, oprocesso pelo qual eles exploram a mudança como uma oportunidade para um negócio diferente ou um serviço diferente". Drucker (1987)
  21. 21. Importância da Inovação Tecnológica Otimização dos projetos de produtos $ $ $ $ $ $ $ ETAPAS DE TRIAGEM E DESENVOLVIMENTO Geração de ideias Produto inovador Custo Novas Prazo EFICIÊNCIA tecnologias Qualidade Qualidade EFICÁCIAAlexandre Hering de Queiroz das Ideiashttp://www.eps.ufsc.br/disserta99/queiroz
  22. 22. Valorização das Potencialidades Regionais pela Pesquisa O grande problema da empresa brasileira é que geralmente ela é simples reprodutora de conhecimentos alienígenas. Jornal de Santa Catarina, 1995
  23. 23. Valorização das Potencialidades Regionais pela Pesquisa No exterior as empresas são concebidas como núcleos de desenvolvimento. Aqui frequentemente só se atêm à função de fabricação, negligenciando-se a pesquisa e a inovação. Jornal de Santa Catarina, 1995
  24. 24. Desenvolvimento tecnológico e inovação Estamos convencidos que qualidade eprodutividade são fundamentais para a abertura do País para os mercados internacionais. Jornal de Santa Catarina, 1995
  25. 25. Desenvolvimento tecnológico e inovação Mas isso não se alcança da noite para o dia, énecessário sustentação científica e tecnológica, e aí está o papel da educação. Jornal de Santa Catarina, 1995
  26. 26. O novo paradigma do desenvolvimento A economia baseada no conhecimento DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Trabalho Capital Produtividade Capital Humano Uso das TIC Inovacão e Ciência Impulso Emprendedor • Nível de formação • Base de Ciência • Investimento • Criatividade • Formação em C&T • Difusão • Uso • Capital de Risco • Formação em Gestão • Relação Ciência-Indústria • Facilidade de • Cultura “inovacão” NegociaçãoAdaptado de Angel Landabaso • Empresa Internacional • Emp. forte crescimentoConselheiro C & T Entorno FavorávelDelegação da Comissão Européia no Brasil
  27. 27. Desafios da inovação: a prática na universidade, empresa e sociedade Prof. Alvaro Toubes PrataSecretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação - MCTI IV CONFERÊNCIA ESTADUAL DE CIÊNCIA, TECNOLOGIA & INOVAÇÃO Universidade do Extremo Sul Catarinense Criciúma, 06 de dezembro de 2012
  28. 28. Diretrizes do Governo Federal1. Expandir e Fortalecer a Democracia;2. Crescimento Econômico;3. Desenvolvimento Sustentável;4. Defender o Meio Ambiente;5. Erradicar a Pobreza e Reduzir as Desigualdades;6. Governo de Todos;7. Educação;8. Prover as Cidades de Infraestrutura Adequada;9. Universalizar a Saúde;10. Garantir a Segurança e Combater o Crime;11. Valorizar a Cultura;12. Defender a Soberania Nacional;13. Transformar o Brasil em Potência Científica, Tecnológica e Inovadora.
  29. 29. Principais Produtos Exportados Brasil (2011)  Minérios de Ferro e seus Concentrados 16,3 %  Soja (Grão e Óleo) 8,6 %  Óleos Brutos de Petróleo 8,4 %  Açúcar (Bruto e Refinado) 5,8 %  Carnes (Frango e Boi) 4,4 %  Café 3,1 % Total: 46,6 % Exportações de Aviões:Fonte: Anuário Estatístico 2012 - MDIC 1,5 %
  30. 30. Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação 2012-2015Programas Prioritários: 1. Tecnologias da Informação e Comunicação; 2. Fármacos e Complexo Industrial da Saúde; 3. Petróleo e Gás; 4. Complexo Industrial da Defesa; 5. Aeroespacial; 6. Nuclear; 7. Fronteiras para a Inovação (Biotecnologia e Nanotecnologia); 8. Economia Verde (Energia Renovável, Biodiversidade, Mudanças Climáticas, Oceanos e Zonas Costeiras); 9. C,T&I para o Desenvolvimento Social (Popularização da C,T&I, Melhoria do Ensino de Ciências,Inclusão Produtiva e Social, Tecnologias Assistivas,Tecnologias para as Cidades Sustentáveis).
  31. 31. Sabemos Gerar Conhecimento:Recursos:PessoasEquipamentos P&D ConhecimentoInstalações… Não Sabemos Gerar Riqueza:Conhecimento Inovação e Riqueza Empreendedorismo
  32. 32. Desafios a Superar Grande parte dos pesquisadores e cientistas estão nas Universidades O Setor Industrial investe pouco em P&D Há pouca interação entre as Universidades e as empresas A cultura científica e inovadora é pouco difundida A atitude empreendedora é incipiente
  33. 33. "A Lei da Inovação passa avigorar em um contexto dedesafios e de esperanças. Comela, avançam a ciência, atecnologia e a inovaçãobrasileiras. E o governocumpre, mais uma vez, o seucompromisso de mudar essePaís, na perspectiva de suasmaiorias excluídas e daconstrução de umdesenvolvimento soberano, Ministro Eduardo Camposcom justiça social". 02/12/2004
  34. 34. Lei da inovação“Inovação: introdução de novidade ou aperfeiçoamento noambiente produtivo ou social, que resulte em novos produtos, processos ou serviços”.Lei 10.973, de 2-dez-2004
  35. 35. As cinco seções da leiEstímulo à construção de ambientes especializados ecooperativos de inovaçãoEstímulo à participação das ict no processo deinovaçãoEstímulo à inovação nas empresasEstímulo ao inventor independenteDos fundos de investimento
  36. 36. Baseada na Lei 10.973, de2.12.2004 - Lei Brasileira deInovaçãoA Lei Catarinense daInovação - Lei no 14.328, de15 de janeiro de 2008 dispõesobre incentivos à pesquisacientífica e tecnológica e àinovação no ambienteprodutivo no Estado deSanta Catarina, visando àcapacitação em ciência,tecnologia e inovação, oequilíbrio regional e odesenvolvimento econômicoe sustentável.
  37. 37. PCCT&I“É a síntese do passado de trabalho competente de muitas pessoas e instituições, e, ao mesmo tempo, o desafio estratégico que une governo, academia e agentes econômicos e sociais, visando à qualidade de vida dos habitantes e ao desenvolvimento de Santa Catarina, com sustentabilidade ambiental e equilíbrio regional.”
  38. 38. Desenvolvimento Regional Sustentável com Base em Educação, Ciência, Tecnologia e Inovação
  39. 39. OBJETIVOP CONHECIMENTOC Princípios DesenvolvimentoC Eixos Sustentável e Qualidade de EstratégicosT Linhas de Ação Vida da População,& Prioridades com Equilíbrio RegionalI
  40. 40. Pressupostos Pythagoras (570 a.C. - 496 a.C.)1: Existe uma forte correlação entre o grau de desenvolvimento de um país e seu esforço em C,T&I, expresso pelos investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D) e pela dimensão de sua comunidade de pesquisa.2: Os países com economias desenvolvidas têm forte atividade de pesquisa, desenvolvimento e inovação nas empresas financiadas por elas próprias e pelo governo.
  41. 41. Pressupostos3: No cenário atual da economia, a competitividade é garantida pela inovação.4: Na economia globalizada, a localização geoespacial é elemento-chave da competitividade e do desenvolvimento socioeconômico regional.5: A pesquisa e a inovação devem contribuir para apreservação e a valorização do meio ambiente. Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.)
  42. 42. Pressupostos6: As três dimensões básicas do desenvolvimento sustentável: melhoria das condições econômicas, ambientais e sociais para todos - equidade intrageracional -, sem desconsiderar as possibilidades para as próximas gerações - equidade intergeracional. Isaac Newton (1642 - 1727 )
  43. 43. Disseminação da educação superiorLeonardo da Vinci(1452 - 1519) Fonte: INEP 2007: http://www.inep.gov.br/superior/censosuperior/
  44. 44. Disseminação da educação superior Matrículas nas Instituições de Educação Galileu Galilei Superior em Santa Catarina 2001-2008. (1564 - 1642) Matrículas/ano Sistema 2001 2005 2006 2007 2008UFSC 17.111 18.651 22.240 25.737 24.157Instituições do Sistema ACAFE 112.722 143.153 142.803 159.572 157.520Instituições de Ensino Superior 11.964 41.598 69.453 79.600 121.500Particular*TOTAL 141.797 196.597 233.845 264.909 303.177Fonte: site da UFSC, da ACAFE e da AMPESC* associadas à AMPESC.
  45. 45. Instrumentos e instituições de pesquisa Rede Catarinense de Ciência e Tecnologia - RCT
  46. 46. Instrumentos e instituições de pesquisa Regionais da EPAGRI e da EMBRAPA
  47. 47. Arranjos ProdutivosSuinoculturaFAPESC:R$ 619.030,00 Continuidade do APL Madeira e MóveisFinep: R$ 804.959,00 FINEP: R$ 500.000,00 FAPESC : R$ 699.357,00Perdigão: R$ Finep: R$ 915.700,00608.000,00 Processos Têxteis FAPESC:R$ 200.000,00 Finep: R$ 249.599,92 Existentes Empresas: R$ 93.600,00 Novos Arranjos TIC FAPESC : R$ 904.500,00 Cerâmica Vermelha Finep: R$ 786.000,00 FAPESC: R$ 746.620,00 Empresas:R$ 400.000,00 Empresas: R$ 192.000,00 Finep: R$ 655.300,80 Malacocultura FAPESC: R$ 485.032,32 Carvão Finep: R$ 479.977,36
  48. 48. Programa estruturante do sistema catarinense de C&T&I Norte Oeste P&D em madeira e móveisDiversidade genética Vale do Itajaí P&Dde espécies vegetais Inovação tecnológica em Fitoterápicos da fruticultura de Inovação Têxtil Grande Florianópolis clima temperado Rede de Pesquisa P&D em na área de software manejo dos solos Sul Serrana P&D em recuperação ambiental pela valorização do carvão
  49. 49. Organização sistêmica dos setores econômicos ABRADI OCESC CÂMARA e-NET SEPIJ FIESC ASSESPRO-SC FUNDAÇÃO CERTISUCESU-SC ACATE BLUSOFT SEBRAE/SCCETIC SEINFLO CDI-SC SIESC SOFTVILLE FECOAGRO SEPROSC
  50. 50. Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia
  51. 51. Eixos estratégicosI. EXPANSÃO E CONSOLIDAÇÃO DO SISTEMA CATARINENSE DE CT&I 1.1. Consolidação do Sistema Catarinense de CT&I 1.2. Formação de Recursos Humanos para CT&I 1.3. Infraestrutura para a Pesquisa Científica e Tecnológica Santos Dumont 1873-1932
  52. 52. Eixos estratégicosII. PESQUISA CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA Burle Max (1909 - 1994) 2.1. Pesquisa Científica e Tecnológica 2.2. Pesquisas em Ciências Agrárias e Meio Ambiente
  53. 53. Eixos estratégicosIII. INOVAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 3.1. Apoio ao avanço tecnológico e às inovações nas empresas e outras organizações públicas e privadas. Ozires Silva (1931) 3.2. Incentivo à Criação e Consolidação de Empresas Intensivas em Tecnologia
  54. 54. Eixos estratégicosIV. DESENVOLVIMENTO SOCIAL E REGIONAL SUSTENTÁVEL 4.1. Capacitação de recursos humanos para CT&I. Celso Furtado 4.2. Priorização de pesquisas (1920 – 2004) 4.3. Interiorização do conhecimento 4.4. Promoção da inclusão digital 4.5. Fomento à disseminação da CT&I 4.6. Programa Comunitário de Tecnologia e Cidadania 4.7. C&T com enfoque em desenvolvimento local e APLs 4.8. Apoio à P&D aplicado à saúde e à segurança alimentar e nutricional 4.9. Pesquisa, desenvolvimento agropecuário e agroindustrial para inserção social 4.10. Fomento a pesquisas para melhoria da habitação e saneamento básico 4.11. Capacitação em CT&I para o Desenvolvimento Social 4.12. Apoio a pesquisas em áreas potenciais em tecnologia e inovação
  55. 55. Inovação e Empreendedorismo em Fpolis CELESC, Incubadora e ELETROSUL e Condomínio Parqtec Alfa Sapiens Parque TELESC Décadas 60 e 70 1986 1993 2002 - 2006 20201960 1984 1991 1995 2007 - 2010 Fundação CERTI Tecnópolis CELTA e FAPESC Empreendimentos no Sapiens
  56. 56. Inovação & SustentabilidadeRealização Apoio
  57. 57. Inovação & SustentabilidadeUm lugar para aplicar conhecimentos científicos e empíricos na geração de algo novo útil para a sociedade.“Ambiente dotado de infraestrutura e sistemas para atrair/formar talentos e empreendimentos capazes de gerar ideias e conhecimentos e transformá-los em novos produtos e serviços para a sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável sócio-econômico-ambiental da região”
  58. 58. Conhecimento Sociedade Sabedoria Ser Humano
  59. 59. Parqtec Alfa e CELTAParqtec Alfa e Celta Parque tecnológico 75 empresas de tecnologia instaladas Mais de 3.000 postos de trabalho Receitas anuais de R$ 400 milhões Incubadora celta 42 empresas incubadas e 65 graduadas Mais de 600 postos de trabalho (2500 graduadas) Receitas anuais de R$ 45 M (R$ 600 M graduadas)
  60. 60. Parques Tecnológicose Incubadoras em SC • Florianópolis: CELTA, GENESIS/FEESC, MIDI Tecnológico/SEBRAE • Blumenau: BLUSOFT, GENE Blumenau 10 Em 2 inc 00 • Joinville: SOFTVILLE, MIDIVILLE,INOVAPARQ ub 2: ad ora s • Criciúma: MIDISUL • Rio do Sul: TECNOPARK • Chapecó: MIDIOESTE •OBS: Existiam outras iniciativas em fase de desenvolvimento.
  61. 61. Parques Tecnológicos e Incubadoras em SC CONTESTEC - Planalto Norte SOFTVILLE ITFETEP MIDIVILLE Incubadora São Bento do Sul Pré Incubadora da Unerj Caçador JARAGUATEC NECTAR IncubadoraPré-Incubadora de São Informática, Biotecnologia BLUSOFTMiguel Agronegócios e Alimentos Ibirama GENE Blumenau G-TEC Incubadora Inc. Unifebe Inc. Univali TECNOVALE - Luzerna Rio do Sul MIDIOESTE ACITA - Itapema do Rio do Peixe UNC CETEC CITEB INTECH Chapecó IAC – Agroindustrial ACIT/INCEVALE Biguaçu IESJ - São José Curitibanos Tijucas SC-Entretenimento de Concórdia Incubadora de Itá Base Tecnológica Unisul Florianópolis Software Incubadora Virtual de Empresas da Uniplac 2010: + 13 aprovadas CP 12/2009 MIDI Lages Carvão 2002: 10 incubadoras MIDISUL Agronegócios - Fapeu2004: 30 incubadoras/pré-incubadoras INOVASUL Software - Senai/CTAI2007: 35 incubadoras/pré-incubadoras Eng. Biomédica CELTA 2009: 44 incubadoras/pré-incubadoras GENESS/FEESC MIDI Tecnológico/SEBRAE
  62. 62. Evolução das Incubadoras 2010 2009 2008 2007 2006 +13 Incubadoras para 2010 pela CP 12/2009 2005ANO 2004 2003 2002 8 novas 2001 5 consolidações 2000 1999 10 11 15 20 25 28 35 36 42 44 QUANTIDADE
  63. 63. Ecossistema Incubadora de Instituto de Empresas Tecnologia Parqtec Alfa Parque TecnológicoInstituto deTecnologia Programa de Empreendedorismo Parque de Inovação Fundos de Seed e Venture
  64. 64. Inovação eEmpreendedorismo em Florianópolis• 550 empresas de tecnologia• 3 Parques Tecnológicos• 6 Incubadoras de Empresas• 15 Universidades• 8 Centros de Tecnologia• 7 Complexos Empresariais para Empresas de Tecnologia• Investimentos diretos do Estado de R$ 50M ao longo de 25 anos• Setor com maior arrecadação de impostos – cerca de R$ 150 milhões anuais• Mudança do perfil econômico e cultural da região
  65. 65. Empreendimentos no Sapiens ParqueCentro de Fármacos Softplan– INPETRO – Cluster – Cluster Life – Energia– 9.500 m2 Cluster TIC– 5.200 m2 Ed4. 9.800 m2 20.000 m2 Ed5. 15.000m2 InovaLAB – Cluster de Energia e Econ.Criativa Acate Reason 20mil m2 3mil m2
  66. 66. Obrigado!Diomário Queirozdiomarioq@terra.com.bradq@sapiensparque.com.brwww.sapiensparque.com.br Oikos Ecobiologia Ambiental Sutentável - Recanto Maestro

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