A Cabeça Bem Feita
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A Cabeça Bem Feita

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Resumo do 1º capítulo do livro "A Cabeça Bem-Feita" de Edgar Morin, "Os Desafios", para a aula de Introdução ao Pensamento Teológico

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A Cabeça Bem Feita A Cabeça Bem Feita Presentation Transcript

  • “ A CABEÇA BEM-FEITA” Capitulo 1: Os Desafios Edgar Morin “ A CABEÇA BEM-FEITA” Edgar Morin
  • Hiperespecialização
    • É a especialização que separa a parte do todo, não percebendo o contexto.
    • Ela provem da separação dos saberes em disciplinas artificialmente delimitadas.
  • Fragmentação dos Saberes
    • Não condiz com a realidade em que vivemos.
    • Impede a percepção: - Do complexo; - Das interações entre as partes e entre a parte e o meio; - Da multidimensionalidade dos problemas; - Dos problemas essenciais.
  • O desafio da globalidade
    • A hiperespecialização fragmenta os problemas globais, essenciais e particulares, esquecendo que eles pertencem a um contexto planetário.
  • O desafio da complexidade
    • A separação das disciplinas impossibilita o entendimento do complexo.
    • O complexo é o conjunto de coisas que tem qualquer ligação entre si.
    • Assim, o todo e as partes são dependentes e interativas.
  • O desafio da expansão descontrolada do saber.
    • A informação se multiplica e se expande de tal forma que foge ao controle humano.
    • Não conseguimos absorver todas as informações – até mesmo um especialista não tem conhecimento de tudo da sua área.
    • Não conseguimos colocar todo o nosso conhecimento em prática.
  • Approach reducionista
    • Outra consequência da fragmentação.
    • Torna a inteligência incapaz de perceber o contexto ao tentar regular a totalidade dos problemas.
    • É insuficiente na hora de tratar os problemas mais graves e multidimensionais da humanidade.
    • Atrofia as possibilidades de compreensão e REFLEXÃO .
  • Ensino
    • O ensino, ao invés de tentar mudar a questão da fragmentação do conhecimento, se adequou a esse sistema.
    • A escola deveria encorajar o jovem a desenvolver sua aptidão natural, movida pela curiosidade, de ver o global, ao invés de reprimi – la, como acontece atualmente.
  • O desafio cultural
    • A separação da cultura científica da cultura humanística.
    • A cultura humanística é vista como um conhecimento ornamental pela cultura cientifica.
    • A cultura cientifica é vista como uma grande quantidade de saberes restritos a uma parcela da população pela cultura humanística.
    • A cultura cientifica se fragmenta em áreas, diferentemente da realidade.
  • O desafio sociológico
    • O conhecimento é criado a partir de nossas interpretações das informações obtidas.
    • O conhecimento deve ser repensado, para não ficar estagnado, afinal, o conhecimento é HISTÓRICO .
    • O pensamento é o bem mais importante para o indivíduo, a sociedade e a nação, pois ele é um instrumento de OPRESSÃO e de LIBERTAÇÃO .
  • O desafio cívico
    • A falta de análise do global e do complexo dificulta o senso de responsabilidade e de solidariedade;
    • Os cidadãos se esquecem que fazem parte do mundo e o tratam como “OUTRO” .
  • O desafio cívico
    • O cidadão perde acesso ao conhecimento o qual virou uma propriedade dos especialistas e técnicos.
    • “ (...) a perda do saber, muito mal compensada pela vulgarização da mídia, levanta o problema histórico, agora capital, da necessidade de uma democratização cognitiva”.
  • O desafio dos desafios
    • O desafio da reforma;
    • A reforma do pensamento permitiria uma inteligência capaz de resolver os desafios anteriormente citados;
    REFORMA DO ENSINO REFORMA DO PENSAMENTO