Comutação de celulas

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Comutação de celulas

  1. 1. Andressa de Jesus SilveiraComutação de Células Colégio São Luis São Leopoldo, 2013
  2. 2. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO................................................................................................ 02 2.1. O QUE É A COMUTAÇÃO DE CÉLULAS............................................... 03 2.2. COMO FUNCIONA A COMUTAÇÃO DE CÉLULAS............................. 03 3. APLICAÇÃO DA COMUTAÇÃO DE CÉLULAS....................................... 05 BIBLIOGRAFIA.............................................................................................. 07 1
  3. 3. 1. INTRODUÇÃO Pode-se dizer que a comutação em si é o processo que interliga dois ou mais pontos entre si. Para maior viabilidade de comunicação entre um grande número de pontos, surge a Rede de Comutação, que nada mais é que um serviço de transferência de informações entre nós ou pontos. Fig. 1: Fases características de uma Rede de Comutação. A comutação é classificada normalmente em Comutação de Pacotes, de Circuitos, de Mensagem ou de Células. Aqui falaremos em especial desse ultimo tipo de comutação, a Comutação de Células. Esta busca resguardar o aspecto de qualidade na execução do serviço de transferência de informações. A comutação de células é semelhante à comutação de mensagens, tecnicamente evoluída em relação à comutação de pacotes, e foi criada em uma época onde a transmissão digital de longa distância apresentava índices altos de erro. 2
  4. 4. 2.1. O QUE É A COMUTAÇÃO DE CÉLULAS A comutação de células é comparada a comutação de mensagens e considerada a evolução técnica assim por se dizer, da comutação de pacotes. Esse tipo de comutação foi criada em um período onde a transmissão digital de longa distância apresentava taxas altas de erro, e com isso, eram requeridos mecanismos de detecção e recuperação de tais erros ao nível da camada de enlace (ponto-a-ponto) e da de rede (fim-a-fim). Em tal situação essa tecnologia foi criada, visando taxas de transmissão mais altas e maior facilidade de se obter uma baixa taxa de erros em tais transmissões. Para tanto, utiliza-se de mecanismos de controle de erros bastante simplificados, os quais deixam a cargo dos protocolos superiores residentes nos sistemas finais, a tarefa de exercer o controle mais extensivo. Esta comutação tem como objetivo operar em quadros de tamanho fixo e atender serviços com quadros de tamanho variável, com altas taxas de transmissão. Tais quadros possuem um tamanho pequeno e são denominados células.2.2. COMO FUNCIONA A COMUTAÇÃO DE CÉLULAS As mensagens quebradas em blocos de informações menores, as quais trafegam pela rede, são as chamadas células. Fig. 2: Esquema de funcionamento da comutação de células. 3
  5. 5. A comutação de células caracteristicamente faz uso da alta confiabilidadedos meios atuais de transmissão, assim como a multiplexação de diversasconexões lógicas sobre uma única física. Devido às células serem de tamanhofixo, o overhead de seu processamento é reduzido. A alocação de bandatransmissão tem por base a demanda, portanto, é feita dinamicamente. Na comutação de células, suporta-se tráfego com taxa transmissão de bitconstante e/ou variável, assim como também suporta serviços de dados (taiscomo texto e imagem estática), voz e vídeo, com qualidade alocada. No caso dosserviços de voz e vídeo, as aplicações são sensíveis a atrasos. Também épossível a integração entre redes e sistemas de comunicação, e por oferecerserviços de forma integrada como comunicação de dados, vídeo e voz, permite-se a redução de números de redes de transmissão. Nessa comutação é permitidaigualmente a transferência de informações de naturezas diferentes de maneiracombinada. Também existe o fácil suporte a multicast, como por exemplo,serviço de televisão a cabo. São implementados mecanismos de controle de congestionamento derede, exceto, em casos necessários, os quadros de prioridade baixa, no entanto,mecanismos de correção de erros não são implementados, assim como os decontrole de fluxo fim-a-fim, com o porém de que existe sim uma espécie decontrole de fluxo fim-a-fim indireto na implementação da canalização virtual. AInfraestrutura requerida de comunicação é pouco suscetível a erros, com taxasaltas de transmissão. 4
  6. 6. 3. APLICAÇÃO DA COMUTAÇÃO DE CÉLULAS A aplicação da Comutação de Células pode ser exemplificada através da tecnologia ATM (Asynchronous Transfer Mode ou Modo de Transferência Assíncrono). O ATM se trata de uma tecnologia de transmissão, multiplexação e chaveamento de células pequenas, o que permite a integração e transporte de dados, voz, imagens e vídeo sobre uma mesma rede. Fig. 3: Exemplo de um comutador genérico. Células em uma rede ATM são transportadas por meio de conexões. Uma conexão fim-a-fim, em redes ATM, é conhecida como Conexão com Canal Virtual (Virtual Channel Connection ou VCC). O conceito de conexão com canal virtual é semelhante ao conceito tradicional de conexão com circuito virtual. Uma VCC é formada pela concatenação de conexões virtuais estabelecidas nos vários enlaces da rede, da origem até o destino, formando um caminho único através do qual as células são encaminhadas. Cada conexão virtual em um enlace é denominada Enlace de Canal Virtual (Virtual Channel Link ou VCL). Para que cada célula possa ser encaminhada até o destino é necessário que o comutador saiba encaminhar as células de cada VCC estabelecida. Os nós chegam a um comutador através de uma VCL e devem ser encaminhados a outro comutador (ou entregues ao destino) através de outra VCL. Em cada comutador, a próxima VCL de um caminho está relacionada a uma de suas portas. Ou seja, 5
  7. 7. existirão em cada enlace da rede diversas VCLs correspondendo a diferentesVCCs. No ATM, cada célula deve identificar para o comutador por qual VCLela foi enviada, por meio de alguma informação contida em seu cabeçalho. OVCI e VPI são os campos responsáveis por esta identificação. Uma célula, aochegar a um comutador ATM, tem seu VCL identificado pelos campos VCI eVPI, o qual é utilizado pelo comutador anterior do caminho estabelecido pelaVCC. De posse desta informação de entrada, o comutador consulta uma tabelaque relaciona cada VCL com o VCL seguinte e a porta de saída a ser utilizadapara a retransmissão da célula. Fig. 4: Estrutura da Comutação de Células ATM. 6
  8. 8. BIBLIOGRAFIAhttp://www.aaosantos.pro.br/redes/aula7.pdfhttp://penta2.ufrgs.br/rc952/trab2/atm33.htmlhttps://docs.google.com/viewer?a=v&q=cache:yuTOfpsyj8oJ:www.lee.eng.uerj.br/~rubi/cursos/rc/Parte1b.pdf+&hl=pt-BR&gl=br&pid=bl&srcid=ADGEEShW-C1AcPpz8P_oMr2qubpV2xABzlad1U3sE-snpOhMFseOsYbn9rPNAf4LaVdSZ9wjD1bXcQJUhEnu3eIfe9COXAtlSmJ3xSBtByxJZgccn0DO88LpXTh9IcS7cHymYHdbiUiE&sig=AHIEtbQFGIDV87ZmEvjas7_qMHtfEGUA0g 7

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