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  • 1. 1<br />Governo EletrônicoGestão pública apoiada por tecnologia/sistemas de informação<br />André Luiz F. de Castro<br />José Gleydson O. Pereira<br />Bruno Pinto A. Mascarenhas<br />1<br />Governançaeletrônica<br />
  • 2. 2<br />Tópicos abordados:<br />O que é Governo Eletrônico<br />Tipos de Governo Eletrônico<br />Objetivos<br />Desafios<br />Diretrizes do Governo Eletrônico no Brasil<br />Fatores de Sucesso<br />CONIP<br />Problemas<br />Exemplos<br />Dados<br />2<br />
  • 3. 3<br />Tópicos abordados:<br />11. Governo Eletrônico no Brasil<br />12. Modelo de referência de Governo Eletrônico<br />13. Considerações finais<br />
  • 4. 4<br />1. O que é Governo Eletrônico?<br />Definições:<br />Adoção das TICs pelas organizações da Administração Pública, como diferentes vias através das quais se conectam e interagem com outras organizações e pessoas, especialmente mediante suas páginas web, mas também através de correio eletrônico e outras ferramentas como o telefone móvel, os PDAs, a vídeo conferência, intranets privadas, extranets, TV a cabo, ondas de radio, o satélite (CRIADO e RAMILO, 2001) <br />“The utilization of the Internet and the world-wide-web for delivering government information and services to the citizens.’ (United Nations, 2006;AOEMA, 2005)”<br />4<br />
  • 5. 5<br />1. O que é Governo Eletrônico?<br /><ul><li>Governo eletrônico não é formado apenas por “sites do governo na internet”
  • 6. A ONU classifica de acordos com índices: “Serviços Online” , “Infraestrutura de telecomunicação” e “Capital Humano”
  • 7. Capital Humano:</li></ul>Índice de educação(taxa analfabetismo e taxa de matrículas nas escolas)<br /><ul><li>Serviços Online: </li></ul>Serviços devem ter consistência entre todos os países<br /><ul><li>Infraestrutura de Telecomunicação: </li></ul>Computadores/1000 pessoas<br />Usuários de Internet/1000 pessoas<br />Linhas de Telefone/1000 pessoas<br />TV’s/1000 pessoas<br />5<br />
  • 8. 6<br />6<br />
  • 9. 7<br />5/20/2011<br />Footer Text<br />7<br />
  • 10. 8<br />8<br />Fonte : www2.unpan.org/egovkb/documents/2010/E_Gov_2010_Complete.pdf<br />
  • 11. 9<br />2. Tipos de Governo Eletrônico<br />Os tipos de Governo Eletrônico são classificados quanto à comunicação:<br />Government-to-Citizen: Comunicação se dá entre o governo e o cidadão( prestação de serviços)<br />Government-to-Government: Comunicação entre diferentes esferas do governo.<br />Government-to-Business: Comunicação entre governo e empresas.<br />Goverment-to-Employee: Comunicação entre governo e funcionários<br />9<br />
  • 12. 10<br />3. Objetivos do Governo Eletrônico<br />Criar um melhor ambiente de negócios(reduzindo redundâncias e burocracia)<br />Aumentar Transparência e facilitar a comunicação<br />Melhorar a produtividade e eficiência de agências governamentais<br />Facilitar a vida dos cidadãos com acesso a informações e serviços do governo à qualquer instante<br />10<br />
  • 13. 11<br />3. Objetivos do Governo Eletrônico<br />Principais temas que as TICs aplicadas aos organismos de governo deveria focalizar <br />
  • 14. 12<br />4. Desafios<br />Com o aumento da complexidade dos sistemas de governo eletrônico diminui a privacidade dos que o utilizam<br />Há um risco de ocorrer grandes investimentos sem retorno esperado<br />Dificuldade de acesso de determinados grupos como pessoas com necessidades especiais, pessoas de baixa renda e idosos<br />Falsa impressão de transparência, visto que os dados são controlados pelo governo<br />Risco de invasão e vazamento de dados<br />12<br />
  • 15. 13<br />4. Desafios<br />Equilíbrio: Redução de Gastos e Participação Social<br />Necessidade de inclusão social e digital<br />Dificuldade de colocar em prática a cultura organizacional necessária<br />Falta de interesse dos funcionários em aprender coisas novas, visto que muitas vezes estes não receberão prêmios ou progressão por tais conhecimentos<br />Contratação sem entrevista dificulta seleção de pessoas aptas a passar o conhecimento<br />13<br />
  • 16. 14<br />5. Diretrizes do Governo Eletrônico no Brasil<br />A prioridade do Governo Eletrônico é a promoção da cidadania<br />A inclusão Digital é indissociável do Governo Eletrônico<br />O Software Livre é um recurso estratégico para a implementação do Governo Eletrônico<br />O Governo Eletrônico deve racionalizar o uso de recursos<br />Integração das ações do Governo Eletrônico com outros níveis de governo e outros poderes<br />14<br />
  • 17. 15<br />6. Fatores de Sucesso<br />http://www.korea.go.kr/html/img/about_03_img02.gif<br />15<br />
  • 18. 16<br />6. Fatores de Sucesso<br /><ul><li>O Site de e-government Coreano lista alguns fatores que levaram ao sucesso do seu sistema de governo eletrônico:</li></ul>Forte Liderança Governamental<br /><ul><li>Liderança do Presidente
  • 19. Planos para 20 anos
  • 20. Programa de mudanças nacional
  • 21. Diferentes Projetos se alinham e tem sua performance avaliada</li></ul>Serviços orientados ao cliente(seja ele empresa ou cidadão)<br /><ul><li>Serviços devem estar relacionado com a vida cotidiana das empresas e das pessoas</li></ul>16<br />
  • 22. 17<br />6. Fatores de Sucesso<br />Gestão Baseada em Performance:<br />Objetivos claros, planos a curto e longo prazo com custos prazos e orçamentos definidos<br />Índice nacional para avaliar quantitativamente e qualitativamente<br />Suporte de Tecnologia:<br />Participação de empresas que já tenham experiência em integração de sistemas<br />17<br />
  • 23. 18<br />7. CONIP<br /><ul><li>Busca tornar públicas as boas iniciativas governamentais que visem fortalecer a democracia, desenvolver a cidadania e melhorar a qualidade dos serviços públicos.
  • 24. Categorias:
  • 25. Administração pública eficiente e eficaz: aplicações internas;
  • 26. Administração pública eficiente e eficaz: aplicações voltadas para o cidadão;
  • 27. Inovação tecnológica;
  • 28. Participação e transparência;
  • 29. Construindo uma sociedade mais justa;
  • 30. E-gov para o desenvolvimento e geração de empregos. </li></ul>18<br />
  • 31. 19<br />7. CONIP<br />Estatísticas(2009):<br />Administração pública eficiente e eficaz: aplicações internas (60 – 45,45%); <br />Administração pública eficiente e eficaz: aplicações voltadas para o cidadão (32 – 24,24%); <br />Inovação tecnológica (20 – 15,15%); <br />Participação e transparência (8 – 6,06%); <br />Construindo uma sociedade mais justa (9 – 6,82%); <br />E-gov para o desenvolvimento e geração de empregos (3 – 2,27%). <br />19<br />
  • 32. 20<br />8. Problemas<br />Usabilidade: <br />Ações complicadas.<br />Apenas 23% dos sites contavam com recursos para pessoas especiais (2007).<br />98% das páginas do governo não são acessíveis (E-mag 2010)<br />Foco dos serviços disponíveis na Internet pelo governo Brasileiro.<br />Exclusão digital.<br />20<br />
  • 33. 21<br />8. Problemas<br />24,6 milhões de pessoas com deficiências no Brasil, 14,5% da população.<br /> Destes apenas 3,2 milhões freqüentavam creche ou escola até o Censo de 2000.<br />Em 53% falta habilidade com o computador/internet<br />Fonte: Pesquisa TIC Domicílios 2009 –CGI.br<br />Pessoas que nunca acessaram a internet, mas usaram um computador<br />
  • 34. 22<br />8. Problemas<br />22<br />
  • 35. 23<br />9. Exemplos<br />Site do PAC<br />Orçamento participativo (Belo Horizonte)<br />Fix my street<br />Processo eleitoral no Brasil<br />Bahrein, Canadá<br />23<br />
  • 36. 24<br />10. Dados<br /><ul><li>Austrália:
  • 37. Melhoranaentrega do serviço- 80 % dos usuário do e-govjulgamque a melhoranaentrega do serviçotrouxe um benefício social significativooumoderado;
  • 38. Redução dos custospara as pessoas- 45 % dos queresponderam a pesquisadisseramqueeconomizaramdinheirousandoosserviços do e-gov. 10 % das pessoas e 23 % dos intermediáriosdisseramqueeconomizarammaisque 25 dólaresportransação;
  • 39. Benefíciossociais- 86 % dos usuáriosachamqueosbenefíciosemgeral dos serviçosforamsignificantes (36%) oumoderados (50%).</li></ul>24<br />
  • 40. 25<br />10. Dados<br />Pessoas acessando serviços do e-gov:<br />80% – Uma melhora significativa na facilidade de encontrar informações;<br />75% – Melhora na qualidade do serviço;<br />75% – Estão mais preparadas para tomar melhores decisões;<br />68% – Consideram que o acesso a informações públicas melhorou;<br />52% – Melhoria nas oportunidades de trabalho e negócios.<br />25<br />
  • 41. 26<br />11. No Brasil<br />http://igov.com.br/tigov/?p=38<br />
  • 42. 27<br />11. No Brasil<br />Opera com baixa eficiência interna<br />Altos custos econômicos <br />Baixa competitividade de nossa economia<br />Impactos sobre a renda e o nível de qualidade de vida dos cidadãos.<br />Multiplicidade e precariedade de soluções tecnológicas para os mesmos problemas<br />
  • 43. 28<br />11. No Brasil<br />Deficiências:<br /> - Ausência de alinhamento estratégico das ações de TIC aos programa do governo<br /> - Ausência de uma estrutura formal do governo <br /> - Ausência de um modelo estruturado que defina os serviços que serão oferecidos ao cidadão<br />
  • 44. 29<br />11. No Brasil<br />Importância das TIC no governo do Brasil:<br />-Grande participação que o setor público tem no produto nacional, que chega a mais de 40%. Racionalização de uso desses recursos e de agilização de processos tem enormes impactos.<br /> - Atraso relativo que os organismos públicos no Brasil apresentam no uso da TI em relação a outros países ou à iniciativa privada.<br />- Adotar modelos operacionais e organizacionais mais ágeis – o que sempre demanda novas tecnologias – ganhamos em melhores serviços aos cidadãos, menores custos governamentais, maior poder de competição para as empresas privadas no mercado internacional.<br />
  • 45. 30<br />11. No Brasil<br />Exemplos de iniciativas do governo eletrônico no Brasil:<br />Serviços fazendários:<br />Portal de Gestão do Dinheiro Público, no Paraná: prestação de contas<br />Compras e licitações:<br />CidadeCompras, da Confederação Nacional de Municípios. <br />Sistema Gestor de Compras (SGC) do governo do Mato Grosso do Sul.<br />Vendas do governo:<br />Tesouro Direto, da Secretaria do Tesouro Nacional em parceria com a Companhia Brasileira de Distribuição e Custódia. <br />
  • 46. 31<br />11. No Brasil<br />Informatização de escolas:<br />Communis: integrar a comunicação entre a Secretaria de Educação e as escolas da rede estadual de ensino. <br />Universidade Corporativa da Previdência Social, para educação on-line de servidores do INSS. <br />Saúde:<br />Monitoramento de epidemias por meio de georreferenciamento. Hospital Virtual Brasileiro da Unicamp.<br />Segurança pública:<br />Mapeamento do crime usando GIS em Belo Horizonte e Recife.<br />
  • 47. 32<br />11. No Brasil<br />Tribunais de Justiça:<br />Vídeo-audiência. Identificação on-line de criminosos em Rondônia. <br />Integração de agentes financeiros:<br />SPB2 – Sistema de Pagamentos Brasileiro ampliado para instituições não bancárias. <br />Legislativo:<br />Sileg – Sistema de Informações Legislativas da Câmara dos Deputados.<br />
  • 48. 33<br />11. No Brasil<br />Informações públicas<br />Portal Interestadual de Informações Fiscais<br />Agência Embrapa de Informação<br />e-Democracia:<br />Orçamento participativo via web em Porto Alegre (RS), Ipatinga (MG). <br />Chats com personalidades públicas no Mato Grosso e Paraná.<br />
  • 49. 34<br />12. Modelo de referência<br />O modelo considera as relações contidas em diferentes contextos, considerando o objetivo fundamental do estado em prover serviços ao cidadão.<br />Foco no cidadão (Contexto externo).<br />Foco na gestão da administração pública (Contexto interno).<br />
  • 50. 35<br />12. Modelo de referência<br />O modelo proposto por Barbosa et al (2004) “considera a tecnologia de informação como indutor e catalisador do processo de transformação do estado e tem como filosofia os princípios do governo centrado no cidadão, na qualidade e produtividade nos serviços públicos”.<br />Explora as quatro categorias de ralacionamento:<br />- G2B (Governo-Empresas)<br /> - G2C (Governo-Cidadão)<br /> - G2E (Governo-Servidor público)<br /> - G2G (Governo-Governo)<br />
  • 51. 36<br />12. Modelo de referência<br />Infra-estrutura da Tecnológica permite:<br />- Disseminação de padrões de excelência <br /> - Serviços de classe-mundial<br /> - Fluxo de informações e transações de serviços de forma homogênea, consistente e integrada.<br />Entrega de informações e de serviços:<br /> - Portais Governamentais<br /> - Serviços Web<br />
  • 52. 37<br />12. Modelo de referência<br />Uso de canais onde haja a interação do cidadão com o funcionário público:<br />a) Lojas de Atendimento: espaço físico com objetivo de prestar serviços de qualidade.<br />b) Call Center: permite ao cidadão contatar um serviço público através de um único número telefônico.<br />c) Ouvidoria: mediação de conflitos entre o cidadão e os agentes governamentais.<br />
  • 53. 38<br />12. Modelo de referência<br />Modelo de referência proposto por Barbosa et al (2004) de Governo Eletrônico.<br />http://www6.ufrgs.br/norie/tic2007/artigos/A1111.pdf<br />
  • 54. 39<br />13. Considerações finais<br />Estamos vivendo um período de profundas transformações na forma dos organismos públicos operarem, com conseqüências de alto impacto sobre o atendimento à sociedade, redução de custos operacionais, maior agilidade nos processos administrativos, entre outras grandes mudanças.<br />Novas tecnologias e sistemas poderão transformar profundamente as ações governamentais, possibilitando a realização de papéis muito mais estratégicos. <br />
  • 55. 40<br />13. Considerações finais<br />Ainda tem muito o que se projetar e com ações proativas realizadas agora, certamente poderemos ter dentro de poucos anos a “máquina pública” completamente reconfigurada, muito mais capaz de atender às demandas da sociedade, com menores custos operacionais e muito maior efetividade.<br />
  • 56. 41<br />Referências<br /><ul><li>http://www2.unpan.org/egovkb/
  • 57. http://www2.unpan.org/egovkb/documents/2010/E_Gov_2010_Complete.pdf
  • 58. http://en.wikibooks.org/wiki/E-government/
  • 59. http://www.agimo.gov.au/archive/__data/assets/file/0012/16032/benefits.pdf
  • 60. http://www.governoeletronico.gov.br/o-gov.br/principios
  • 61. http://www.microsoft.com/brasil/setorpublico/temas/egov.mspx
  • 62. http://www.ip.pbh.gov.br/ANO11_N1_PDF/
  • 63. United Nations E-Government Survey 2010
  • 64. http://www.cgi.br/publicacoes/revista/edicao02/txt.htm
  • 65. http://www.fixmystreet.com/
  • 66. http://www.korea.go.kr/new_eng/service/viewContent.do?enContId=00001264605141679000_151</li></ul>41<br />
  • 67. 42<br />Referências<br />http://www.slideshare.net/garotadpi/apresentao-geralemag<br />http://igov.com.br/tigov/?p=38<br />http://www.gestaodinheiropublico.pr.gov.br/Gestao/<br />https://cidadecompras.cnm.org.br/site.php/pagina/regulamento<br />http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto/<br />http://www.hospvirt.org.br/<br />http://www.bcb.gov.br/?SPBREFART<br />http://www.encat.org/<br />http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/<br />http://www2.portoalegre.rs.gov.br/op/<br />http://www.buscalegis.ufsc.br/arquivos/T00228.pdf<br />http://www6.ufrgs.br/norie/tic2007/artigos/A1111.pdf<br />

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