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Como a arte começou 2014
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Como a arte começou 2014

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MATÉRIA DO 1° BIMESTRE DE ARTES PARA AS ETECS OSASCO II E JANDIRA

MATÉRIA DO 1° BIMESTRE DE ARTES PARA AS ETECS OSASCO II E JANDIRA

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  • 1. Como a arte começou
  • 2. O PALEOLÍTICO  A fabricação do utensílio;  Capacidade de refletir e elaborar possibilidades;  Forma e função;
  • 3. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 4. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 5. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 6. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 7. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 8. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 9. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 10. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 11. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  • 12. O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS  Últimos estágios do período;  Segurança e requinte;  Fim da era glacial;  Utilização de cavernas como abrigos;  Povos nômades.
  • 13. O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS  Últimos estágios do período;  Segurança e requinte;  Fim da era glacial;  Utilização de cavernas como abrigos;  Povos nômades.
  • 14. O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS  Até 1900 a maioria das pessoas acreditava que os homens da caverna, devido as condições em que eles viviam, eram ignorantes e semelhantes a macacos, apenas com instintos de sobrevivência.
  • 15. O PALEOLÍTICO DESCOBRIDOR DAS PINTURAS RUPESTRES  Marcelino Sanz de Sautuola (1831 — 1888) foi farmacêutico, botânico e arqueólogo espanhol. Descobriu a caverna de Altamira, na Cantábria, Espanha, em 1879
  • 16. O PALEOLÍTICO CAVERNA DE ALTAMIRA, ESPANHA  Maria, filha de Sautoula, 1912  Pintura rupestres  Túneis e câmeras da caverna  Reconhecimento como povo pensante e reflexivo  Duvidas sobre a capacidade do homem para gerir a administrar imagens
  • 17. O PALEOLÍTICO CAVERNA DE LASCAUX, FRANÇA  Historiadores e antropólogos;  Comprovação da teoria de Santoula;  Novos questionamentos sobre a origem e incentivo das pinturas.
  • 18. O PALEOLÍTICO PORQUE AS IMAGENS DE ANIMAIS?  Até a decada de 1980 acreditava se que as pinturas serviam no rituais magicos para atrair o alimento, os bisões no caso das cavernas de Altamira e Lascaux. Após analises nessa mesma decada de grupo “primitivos” africanos, cujo modo de vida assemelhava se a vida dos homens da caverna comprovou se que os bisões e outros animais ilustrados nas cavernas na verdade eram guias espirituais, que ajudavam os antigos homens e verem o futuro e encontrar melhores condições para viverem.
  • 19. O PALEOLÍTICO A SIMPLIFICAÇÃO DA FORMA  Com o derretimento da camada de gelo a vida do homem primitivo muda. O clima facilita a criação de novas tecnologias e a imagem antes produzida para os ritos de magia também muda.
  • 20. O PRIMITIVISMO KEITH HARING
  • 21. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
  • 22. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO  Forma e função  Estética
  • 23. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO  A Vênus de Laussel ou "mulher com corno" é uma estatueta de Vénus, pertencente à arte paleolítica. Foi descoberta em 1909 pelo doutor Lalanne, no denominado "Grand Abri", localizado na estação arqueológica de Laussel na localidade de Marquay, na Dordonha francesa.
  • 24. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Willendorf Austria, 1908
  • 25. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
  • 26. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
  • 27. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Kostienki Russia, 1967
  • 28. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Grimaldi França, 1898
  • 29. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Moravany Eslováquia
  • 30. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Dolní Věstonice República Tcheca
  • 31. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Savignano Itália, 1925
  • 32. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Lespugue França, 1922
  • 33. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Hohle Fels Alemanha, 2008
  • 34. O ESTUDO SOBRE A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL
  • 35. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 36. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 37. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 38. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 39. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 40. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 41. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  • 42. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS O artista de 24 anos, Nikolay Lamm - conhecido por trabalhos que questionam a realidade e o futuro, como o curioso “What We May Look Like in 100,000 Years” – questiona as medidas da famosa boneca em seu novo trabalho “What Would Barbie Look Like As an Average Woman?“, demonstrando o quanto o desejo de milhares de menininhas pode estar sendo espelhado em algo exagerado e perigoso. Uma criança influenciada por essa imagem da Barbie idealizada pode ter problemas sérios de aceitação quando atingir a maturidade.
  • 43. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS Lamm também opina dizendo que o seu trabalho foi alvo de muitas críticas por se tratar de um estudo comparativo em um brinquedo: ”As pessoas argumentam que um brinquedo não pode fazer nada de mal. No entanto se nós criticamos as modelos muito magras, devemos, pelo menos, estar abertos à possibilidade de que a Barbie pode influenciar negativamente as meninas também.” (Fonte DailyMail.co.uk e BlueBus).
  • 44. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS Com uma impressora 3D modelo e uma vasta pesquisa de medidas e proporções médias de adolescentes americanas na idade de 19 anos, o artista confeccionou Barbies de “medidas verdadeiras”, conforme podemos ver nas fotos acima. A diferença gritante entre um modelo e outro mostra o quanto a indústria de brinquedos firma um padrão de beleza quase impossível para muitas crianças e pré-adolescentes, desde a aceitação de seus próprios corpos até o modo de falar ou vestir. A Barbie da Mattel parece uma alienígena em comparação a Barbie de proporções reais de uma garota de 19 anos, sendo visível as diferenças entre peso, busto, cintura e altura. Percebam no detalhe mínimo que os pés da boneca de Lamm não foram moldados como os pés clássicos e retorcidos para baixo da Barbie – feitos exclusivamente para o encaixe perfeito de saltos altos na boneca.
  • 45. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS
  • 46. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS O artista vai além e lança a pergunta para a indústria de brinquedos e igualmente as de moda e beleza: “Então, se não há sequer uma pequena chance da Barbie, em sua forma atual, influenciar negativamente as meninas, e se a Barbie no meu modelo parece ser bonita (e de proporções na medida dos padrões reais dos Estados Unidos), o que impede a Mattel de fazer um?”
  • 47. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO X TOY ARTE
  • 48. TOY ARTE
  • 49. TOY ARTE
  • 50. TOY ARTE
  • 51. TOY ARTE
  • 52. TOY ARTE
  • 53. TOY ARTE
  • 54. TOY ARTE
  • 55. TOY ARTE
  • 56. TOY ARTE
  • 57. TOY ARTE
  • 58. TOY ARTE
  • 59. TOY ARTE
  • 60. TOY ARTE
  • 61. TOY ARTE
  • 62. TOY ARTE
  • 63. TOY ARTE
  • 64. TOY ARTE
  • 65. TOY ARTE
  • 66. TOY ARTE
  • 67. TOY ARTE
  • 68. TOY ARTE
  • 69. TOY ARTE
  • 70. TOY ARTE
  • 71. TOY ARTE
  • 72. TOY ARTE
  • 73. TOY ARTE
  • 74. TOY ARTE
  • 75. TOY ARTE
  • 76. TOY ARTE
  • 77. TOY ARTE
  • 78. TOY ARTE
  • 79. TOY ARTE
  • 80. TOY ARTE
  • 81. TOY ARTE
  • 82. TOY ARTE
  • 83. TOY ARTE
  • 84. TOY ARTE
  • 85. TOY ARTE
  • 86. TOY ARTE
  • 87. TOY ARTE
  • 88. TOY ARTE
  • 89. TOY ARTE
  • 90. TOY ARTE
  • 91. TOY ARTE
  • 92. TOY ARTE
  • 93. TOY ARTE
  • 94. TOY ARTE
  • 95. TOY ARTE
  • 96. COMO É FEITO O TOY ART
  • 97. COMO É FEITO O TOY ART
  • 98. COMO É FEITO O TOY ART
  • 99. TOY ARTE PASSO À PASSO
  • 100. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 101. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 102. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 103. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 104. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 105. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 106. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 107. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 108. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 109. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 110. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 111. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 112. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 113. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 114. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 115. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 116. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 117. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 118. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 119. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 120. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 121. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 122. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 123. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 124. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 125. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 126. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 127. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 128. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 129. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 130. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 131. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 132. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 133. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 134. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 135. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 136. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 137. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 138. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 139. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 140. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 141. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 142. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  • 143. NEOLÍTICO
  • 144. NEOLÍTICO  Vive em grupos maiores [clãs e tribos], primeiras aldeias.  Nômade a sedentário  Aperfeiçoa seus utensílios, polindo-os.  Faz jangadas, canoas e barcos e navega pelos mares.  Melhora os trajes com os teares manuais.  Desenvolve a agricultura, a técnica da cerâmica.  Domestica animais para a alimentação e transporte.  Inventa a roda
  • 145. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  • 146. NEOLÍTICO Primeiras construções de pedra: • Enormes blocos • Lajes de pedra • Sobreposição sem argamassa, Função • Templo • Câmaras mortuárias
  • 147. NEOLÍTICO TIPOS DE MONUMENTOS: • DÓLMENS: espécie de corredor que possibilita o acesso a uma tumba. • MENIRES: pedras gigantes cravadas verticalmente no solo em fileira ou isolados. • NURAGUES Construções solidas e uniforme da Idade do Bronze.
  • 148. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Itália
  • 149. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Portugal
  • 150. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Itália Irlanda
  • 151. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Itália Irlanda
  • 152. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália
  • 153. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Espanha Portugal
  • 154. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Espanha Portugal Portugal
  • 155. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália Orkney - Escócia
  • 156. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália Escócia
  • 157. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália Inglaterra - CROMLECH
  • 158. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Espanha
  • 159. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  • 160. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  • 161. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  • 162. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  • 163. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  • 164. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney -
  • 165. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  • 166. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  • 167. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO França
  • 168. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO Africa – Cultura Nok
  • 169. NEOLÍTICO – IDADE DOS METAIS  Aparecimento de metalurgia;  Aparecimento das cidades;  Aparecimento do comércio;  Arado de bois;  Invenção da escrita.  A característica mais importante desse período foi a utilização dos metais  Três etapas: Idade do Cobre, Idade do Bronze Idade do Ferro.
  • 170. Estocolmo - Suecia A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  • 171. Dinamarca A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  • 172. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO Itália
  • 173. NEOLÍTICO - PINTURA  Aparecimento da figura humana.  Pinturas localizadas logo na entrada das grutas e não mais no fundo das cavernas. Perda do caráter mágico.  O desenho rápido e esquemático substitui o naturalismo do paleolítico.  Temas: pastoreio, agricultura e a guerra: cenas da vida cotidiana.
  • 174. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  • 175. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Espanha
  • 176. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  • 177. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Tassili
  • 178. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Tassili
  • 179. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  • 180. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  • 181. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Vale de Camônica
  • 182. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Vale de Camônica
  • 183. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Dinamarc a
  • 184. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Dinamarc a
  • 185. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Dinamarc a
  • 186. NEOLÍTICO E O GRAFITE
  • 187. O GRAFITE A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos. O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas. O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo. Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro considerado como poluição visual e vandalismo. A pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros vão desde tradicionais latas de spray até o látex. FONTE: http://www.brasilescola.com/artes/grafite.htm
  • 188. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO Desde os tempos mais primórdios, o homem conhece a importância do desenho para a evolução e o estudo de nossa espécie. É através das pinturas feitas nas cavernas e nos muros mais antigos que os estudiosos podem definir características da vida de nossos antepassados. Hoje em dia, porém, muitas pessoas definem os desenhos ao ar livre como sujeira. O nome “grafite” tem origem no italiano “graffito”, palavra usada para designar os desenhos de épocas remotas, feitos em paredes. “Graffite”, por sua vez, é o plural de “graffito” e serve para designar os desenhos elaborados ao ar livre em geral. Ao contrário da pichação, o grafite é baseado em desenhos. Todas as letras e figuras utilizadas nas pinturas são pensadas, elaboradas, desenhadas e coloridas cuidadosamente, para que representem aquilo que o artista quer mostrar.
  • 189. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO Arte Grafite, Grafiti, Graffiti, Aerosol Art é uma expressão artística estética que utiliza como meio a lata de spray e se desenvolve no ambiente urbano refletindo a rua. É válido ressaltar que a Arte Grafite Hip Hop difere de Arte Mural, de Aerografia em muros e dos Afrescos. Os temas são outros, as técnicas também. Coube aos brasileiros, uma inovação: a introdução da tinta látex na feitura do Grafite Hip Hop. Americanos e europeus nunca imaginaram utilizar esta tinta em seus trabalhos. Mesmo que de maneira não definitiva e ainda repleta de arestas, a Arte Grafite é dividida em "Grafite Hip Hop" e o "Grafite Acadêmico". No primeiro, os elementos presentes são as letras e as personagens caricatas presentes em um cenário com influências fortes dos quatro elementos da Cultura Hip Hop ( DJ, Breakdance, MC e Graffiti ) e o uso predominante da tinta spray. Na segunda estão as "máscaras" (stencil art) e dos Murais, sendo geralmente, praticadas por pessoas que não possuem vínculos com a Cultura Hip Hop e sim das escolas de Arte e autodidatas e boêmios. Entretanto existem artistas que utilizam o spray como instrumento, mas não pintam temas relacionados à Cultura Hip Hop.
  • 190. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO Textos não são só aqueles formados por palavras e frases, que se encadeiam para ganhar sentido. Os grafites nas ruas, os comerciais da TV e as pinturas em livros e obras de arte são formados por sinais que precisam ser decodificados, lidos, para serem compreendidos. Grafite é aquele bastão fininho que tem dentro do lápis que serve para escrever. Mas graffiti também é escrita. Escrita inscrita nas paredes da cidade. É cor, linguagem, textura, arte, intervenção, protesto, provocação. Ao falar de graffiti, não se pode esquecer sua origem: a rua. Arte transgressora e proibida, contracultura, cultura da periferia. Se, na maioria das vezes, é associado ao movimento hip- hop, não é à toa. O hip-hop como palavra da periferia, o grafite como expressão gráfica desta palavra. Considerado as artes plásticas do hip-hop, o graffiti possui grande potencialidade de comunicação da quebrada. ”O graffiti pode ser encarado como uma mídia (pintura) e o muro como suporte (veículo). É por meio dele, do break, da poesia do MC e da musicalidade do DJ que a periferia pode espraiar sua mensagem”, enfatiza Mateus.
  • 191. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS No mundo do grafite, não existem irmãos mais conhecidos que Os Gêmeos. Otávio e Gustavo Pandolfo são paulistanos, nascidos em 1974 no bairro do Cambuci que é, inclusive, o local onde começaram a fazer seus primeiros trabalhos. A arte da dupla, formada em desenho de comunicação, é muito característica. Os irmãos procuram unir os elementos urbanos, que o grafite representa por si só, com folclore e histórias populares. Tudo isso colorindo grandes painéis pela cidade, que podem ser muros, prédios ou até mesmo trens e carros.
  • 192. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS A carreira de Os Gêmeos começou no fim dos anos 80, mais precisamente em 1987, quando grafitavam no Cambuci. Nessa época, a dupla assumia a identidade do hip hop, o movimento guiou suas obras por um bom tempo, porém, com a aquisição de mais bagagem, os rumos mudaram e o hip hop praticamente deixou de ser presente em suas obras. Mas o fato de não representarem mais o hip hop não significa que a influência do movimento em seus trabalhos tenha acabado. As críticas sociais também fazem parte do escopo de temas retratados pelos irmãos e, esse fator, é traço marcante dessa cultura.
  • 193. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS Intervenção feita em um prédio abandonado em Lisboa
  • 194. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
  • 195. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS Com seus personagens quase sempre de pele amarela, carregando adornos, roupas e acessórios dos mais variados estilos, é fácil reconhecer quando se está diante de um trabalho de d”Os Gêmeos. Esse tipo de traços e a forma como as temáticas são abordadas, mostrando como é complicada a vida de muitas pessoas no dia-a-dia, fizeram de Otávio e Gustavo referências para o grafite brasileiro e os fizeram serem reconhecidos internacionalmente.
  • 196. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS E não só reconhecidos pelo grafite. Em suas exposições pelo mundo agora, é possível encontrar esculturas enormes com a assinatura dos irmãos, e não para por aí. Objetos customizados como instrumentos musicais e carros também fazem parte da gama artística de Os Gêmeos. A arte de Otávio e Gustavo chegou a lugares como Estados Unidos, Chile, Espanha, Portugal e Grécia. E foi em território americano onde a dupla gerou a mais recente polêmica envolvendo seu trabalho
  • 197. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
  • 198. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS Os Gêmeos foram responsáveis pelo grafite de um painel, na cidade de Boston, intitulado “The Giant Of Boston”, que mostra um garoto simples, descalço, com uma camisa envolta da cabeça, deixando apenas os olhos de fora. Alguns cidadãos do município consideram que a figura possa ser associada com um terrorista e, por isso, queriam a retirada da obra do local. Causando polêmicas, colorindo as cidades… Os Gêmeos continuam a fazer sua arte pelo mundo. FONTE: http://www.benitabrasil.com/artes/a-arte-do-grafite-de-os-gemeos/
  • 199. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 200. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 201. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 202. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 203. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 204. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 205. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 206. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  • 207. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS