Como a arte começou
O PALEOLÍTICO
 A fabricação do utensílio;
 Capacidade de refletir e elaborar possibilidades;
 Forma e função;
O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
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O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
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O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS
 Últimos estágios do período;
 Segurança e requinte;
 Fim da era glacial;
 Utiliza...
O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS
 Últimos estágios do período;
 Segurança e requinte;
 Fim da era glacial;
 Utiliza...
O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS
 Até 1900 a maioria das
pessoas acreditava que os
homens da caverna, devido
as condiç...
O PALEOLÍTICO
DESCOBRIDOR DAS PINTURAS RUPESTRES
 Marcelino Sanz de
Sautuola (1831 — 1888) foi
farmacêutico, botânico e
a...
O PALEOLÍTICO
CAVERNA DE ALTAMIRA, ESPANHA
 Maria, filha de Sautoula, 1912
 Pintura rupestres
 Túneis e câmeras da cave...
O PALEOLÍTICO
CAVERNA DE LASCAUX, FRANÇA
 Historiadores e antropólogos;
 Comprovação da teoria de Santoula;
 Novos ques...
O PALEOLÍTICO
PORQUE AS IMAGENS DE ANIMAIS?
 Até a decada de 1980 acreditava se que as pinturas
serviam no rituais magico...
O PALEOLÍTICO
A SIMPLIFICAÇÃO DA FORMA
 Com o derretimento da camada de gelo a vida do
homem primitivo muda. O clima faci...
O PRIMITIVISMO
KEITH HARING
A ESCULTURA NO
PALEOLÍTICO
A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
 Forma e função
 Estética
A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
 A Vênus de Laussel ou "mulher com corno" é uma
estatueta de Vénus, pertencente à arte paleolí...
A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
Vênus de Willendorf
Austria, 1908
A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
A ESCULTURA
NO
PALEOLÍTICO
Vênus de Kostienki
Russia, 1967
A ESCULTURA
NO
PALEOLÍTICO
Vênus de Grimaldi
França, 1898
A ESCULTURA
NO
PALEOLÍTICO
Vênus de Moravany
Eslováquia
A ESCULTURA
NO PALEOLÍTICO
Vênus de Dolní
Věstonice
República Tcheca
A ESCULTURA
NO PALEOLÍTICO
Vênus de Savignano
Itália, 1925
A ESCULTURA
NO PALEOLÍTICO
Vênus de Lespugue
França, 1922
A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
Vênus de Hohle Fels
Alemanha, 2008
O ESTUDO SOBRE A DEFORMAÇÃO
PROPOSITAL
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
A DEFORMAÇÃO
PROPOSITAL NOS
SERES HUMANOS
O artista de 24 anos, Nikolay Lamm -
conhecido por trabalhos que
questionam a re...
A DEFORMAÇÃO
PROPOSITAL NOS
SERES HUMANOS
Lamm também opina dizendo que o
seu trabalho foi alvo de muitas
críticas por se ...
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SERES HUMANOS
Com uma impressora 3D modelo e
uma vasta pesquisa de medidas e
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HUMANOS
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O artista vai além e lança a
pergunta para a indústria de
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A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
X
TOY ARTE
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COMO É FEITO O TOY ART
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PASSO À PASSO
TOY ARTE – PASSO À PASSO
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NEOLÍTICO
NEOLÍTICO
 Vive em grupos maiores [clãs e tribos], primeiras aldeias.
 Nômade a sedentário
 Aperfeiçoa seus utensílios,...
A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
NEOLÍTICO
Primeiras construções de pedra:
• Enormes blocos
• Lajes de pedra
• Sobreposição sem argamassa,
Função
• Templo
...
NEOLÍTICO
TIPOS DE MONUMENTOS:
•
DÓLMENS:
espécie de corredor que possibilita o acesso a uma tumba.
•
MENIRES:
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A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
DÓLMEN
Itália
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
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Portugal
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
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A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
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A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
MENIRES
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MENIRES
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Portugal
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
MENIRES
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Orkney - Escócia
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
MENIRES
Itália
Escócia
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MENIRES
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Inglaterra - CROMLECH
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
NURAGUE
Espanha
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Orkney -
Escócia
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Orkney -
Escócia
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
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A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
França
A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
Africa – Cultura Nok
NEOLÍTICO – IDADE DOS METAIS
 Aparecimento de metalurgia;
 Aparecimento das cidades;
 Aparecimento do comércio;
 Arado...
Estocolmo - Suecia
A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
Dinamarca
A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
A ESCULTURA NO
NEOLÍTICO
Itália
NEOLÍTICO - PINTURA
 Aparecimento da figura humana.
 Pinturas localizadas logo na entrada das grutas e não mais
no fundo...
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
PINTURA
Saara
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
PINTURA
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A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
PINTURA
Saara
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
PINTURA
Tassili
A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO
PINTURA
Tassili
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PINTURA
Saara
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NEOLÍTICO
PINTURA
Vale de
Camônica
A ARQUITETURA NO
NEOLÍTICO
PINTURA
Vale de
Camônica
A ARQUITETURA NO
NEOLÍTICO
PINTURA
Dinamarc
a
A ARQUITETURA NO
NEOLÍTICO
PINTURA
Dinamarc
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A ARQUITETURA NO
NEOLÍTICO
PINTURA
Dinamarc
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NEOLÍTICO E O GRAFITE
O GRAFITE
A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular
diz que o ...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO
Desde os tempos mais primórdios, o homem conhece a importância do desenho para a
evo...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO
Arte Grafite, Grafiti, Graffiti, Aerosol Art é uma expressão artística estética que ...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO
Textos não são só aqueles formados por palavras e frases, que se encadeiam para ganh...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
No mundo do grafite, não
existem irmãos mais
conhecidos que Os Gêmeos.
Otávio e G...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
A carreira de Os Gêmeos começou no
fim dos anos 80, mais precisamente
em 1987, qu...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
Intervenção feita em um prédio abandonado em Lisboa
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
Com seus personagens quase sempre
de pele amarela, carregando adornos,
roupas e a...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
E não só reconhecidos pelo
grafite. Em suas exposições
pelo mundo agora, é possív...
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
O GRAFITE
A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
Os Gêmeos foram responsáveis pelo
grafite de um painel, na cidade de
Boston, inti...
O GRAFITE
O GRAFITE E AS PALAVRAS
O GRAFITE
O GRAFITE E AS PALAVRAS
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Como a arte começou 2014
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Como a arte começou 2014

  1. 1. Como a arte começou
  2. 2. O PALEOLÍTICO  A fabricação do utensílio;  Capacidade de refletir e elaborar possibilidades;  Forma e função;
  3. 3. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  4. 4. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  5. 5. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  6. 6. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  7. 7. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  8. 8. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  9. 9. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  10. 10. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  11. 11. O PALEOLÍTICO - AMBIENTE
  12. 12. O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS  Últimos estágios do período;  Segurança e requinte;  Fim da era glacial;  Utilização de cavernas como abrigos;  Povos nômades.
  13. 13. O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS  Últimos estágios do período;  Segurança e requinte;  Fim da era glacial;  Utilização de cavernas como abrigos;  Povos nômades.
  14. 14. O PALEOLÍTICO – A ARTE DAS CAVERNAS  Até 1900 a maioria das pessoas acreditava que os homens da caverna, devido as condições em que eles viviam, eram ignorantes e semelhantes a macacos, apenas com instintos de sobrevivência.
  15. 15. O PALEOLÍTICO DESCOBRIDOR DAS PINTURAS RUPESTRES  Marcelino Sanz de Sautuola (1831 — 1888) foi farmacêutico, botânico e arqueólogo espanhol. Descobriu a caverna de Altamira, na Cantábria, Espanha, em 1879
  16. 16. O PALEOLÍTICO CAVERNA DE ALTAMIRA, ESPANHA  Maria, filha de Sautoula, 1912  Pintura rupestres  Túneis e câmeras da caverna  Reconhecimento como povo pensante e reflexivo  Duvidas sobre a capacidade do homem para gerir a administrar imagens
  17. 17. O PALEOLÍTICO CAVERNA DE LASCAUX, FRANÇA  Historiadores e antropólogos;  Comprovação da teoria de Santoula;  Novos questionamentos sobre a origem e incentivo das pinturas.
  18. 18. O PALEOLÍTICO PORQUE AS IMAGENS DE ANIMAIS?  Até a decada de 1980 acreditava se que as pinturas serviam no rituais magicos para atrair o alimento, os bisões no caso das cavernas de Altamira e Lascaux. Após analises nessa mesma decada de grupo “primitivos” africanos, cujo modo de vida assemelhava se a vida dos homens da caverna comprovou se que os bisões e outros animais ilustrados nas cavernas na verdade eram guias espirituais, que ajudavam os antigos homens e verem o futuro e encontrar melhores condições para viverem.
  19. 19. O PALEOLÍTICO A SIMPLIFICAÇÃO DA FORMA  Com o derretimento da camada de gelo a vida do homem primitivo muda. O clima facilita a criação de novas tecnologias e a imagem antes produzida para os ritos de magia também muda.
  20. 20. O PRIMITIVISMO KEITH HARING
  21. 21. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
  22. 22. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO  Forma e função  Estética
  23. 23. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO  A Vênus de Laussel ou "mulher com corno" é uma estatueta de Vénus, pertencente à arte paleolítica. Foi descoberta em 1909 pelo doutor Lalanne, no denominado "Grand Abri", localizado na estação arqueológica de Laussel na localidade de Marquay, na Dordonha francesa.
  24. 24. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Willendorf Austria, 1908
  25. 25. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
  26. 26. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO
  27. 27. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Kostienki Russia, 1967
  28. 28. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Grimaldi França, 1898
  29. 29. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Moravany Eslováquia
  30. 30. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Dolní Věstonice República Tcheca
  31. 31. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Savignano Itália, 1925
  32. 32. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Lespugue França, 1922
  33. 33. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO Vênus de Hohle Fels Alemanha, 2008
  34. 34. O ESTUDO SOBRE A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL
  35. 35. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  36. 36. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  37. 37. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  38. 38. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  39. 39. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  40. 40. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  41. 41. TESTE COM OS FILHOTES DE GAIVOTA
  42. 42. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS O artista de 24 anos, Nikolay Lamm - conhecido por trabalhos que questionam a realidade e o futuro, como o curioso “What We May Look Like in 100,000 Years” – questiona as medidas da famosa boneca em seu novo trabalho “What Would Barbie Look Like As an Average Woman?“, demonstrando o quanto o desejo de milhares de menininhas pode estar sendo espelhado em algo exagerado e perigoso. Uma criança influenciada por essa imagem da Barbie idealizada pode ter problemas sérios de aceitação quando atingir a maturidade.
  43. 43. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS Lamm também opina dizendo que o seu trabalho foi alvo de muitas críticas por se tratar de um estudo comparativo em um brinquedo: ”As pessoas argumentam que um brinquedo não pode fazer nada de mal. No entanto se nós criticamos as modelos muito magras, devemos, pelo menos, estar abertos à possibilidade de que a Barbie pode influenciar negativamente as meninas também.” (Fonte DailyMail.co.uk e BlueBus).
  44. 44. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS Com uma impressora 3D modelo e uma vasta pesquisa de medidas e proporções médias de adolescentes americanas na idade de 19 anos, o artista confeccionou Barbies de “medidas verdadeiras”, conforme podemos ver nas fotos acima. A diferença gritante entre um modelo e outro mostra o quanto a indústria de brinquedos firma um padrão de beleza quase impossível para muitas crianças e pré-adolescentes, desde a aceitação de seus próprios corpos até o modo de falar ou vestir. A Barbie da Mattel parece uma alienígena em comparação a Barbie de proporções reais de uma garota de 19 anos, sendo visível as diferenças entre peso, busto, cintura e altura. Percebam no detalhe mínimo que os pés da boneca de Lamm não foram moldados como os pés clássicos e retorcidos para baixo da Barbie – feitos exclusivamente para o encaixe perfeito de saltos altos na boneca.
  45. 45. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS
  46. 46. A DEFORMAÇÃO PROPOSITAL NOS SERES HUMANOS O artista vai além e lança a pergunta para a indústria de brinquedos e igualmente as de moda e beleza: “Então, se não há sequer uma pequena chance da Barbie, em sua forma atual, influenciar negativamente as meninas, e se a Barbie no meu modelo parece ser bonita (e de proporções na medida dos padrões reais dos Estados Unidos), o que impede a Mattel de fazer um?”
  47. 47. A ESCULTURA NO PALEOLÍTICO X TOY ARTE
  48. 48. TOY ARTE
  49. 49. TOY ARTE
  50. 50. TOY ARTE
  51. 51. TOY ARTE
  52. 52. TOY ARTE
  53. 53. TOY ARTE
  54. 54. TOY ARTE
  55. 55. TOY ARTE
  56. 56. TOY ARTE
  57. 57. TOY ARTE
  58. 58. TOY ARTE
  59. 59. TOY ARTE
  60. 60. TOY ARTE
  61. 61. TOY ARTE
  62. 62. TOY ARTE
  63. 63. TOY ARTE
  64. 64. TOY ARTE
  65. 65. TOY ARTE
  66. 66. TOY ARTE
  67. 67. TOY ARTE
  68. 68. TOY ARTE
  69. 69. TOY ARTE
  70. 70. TOY ARTE
  71. 71. TOY ARTE
  72. 72. TOY ARTE
  73. 73. TOY ARTE
  74. 74. TOY ARTE
  75. 75. TOY ARTE
  76. 76. TOY ARTE
  77. 77. TOY ARTE
  78. 78. TOY ARTE
  79. 79. TOY ARTE
  80. 80. TOY ARTE
  81. 81. TOY ARTE
  82. 82. TOY ARTE
  83. 83. TOY ARTE
  84. 84. TOY ARTE
  85. 85. TOY ARTE
  86. 86. TOY ARTE
  87. 87. TOY ARTE
  88. 88. TOY ARTE
  89. 89. TOY ARTE
  90. 90. TOY ARTE
  91. 91. TOY ARTE
  92. 92. TOY ARTE
  93. 93. TOY ARTE
  94. 94. TOY ARTE
  95. 95. TOY ARTE
  96. 96. COMO É FEITO O TOY ART
  97. 97. COMO É FEITO O TOY ART
  98. 98. COMO É FEITO O TOY ART
  99. 99. TOY ARTE PASSO À PASSO
  100. 100. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  101. 101. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  102. 102. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  103. 103. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  104. 104. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  105. 105. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  106. 106. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  107. 107. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  108. 108. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  109. 109. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  110. 110. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  111. 111. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  112. 112. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  113. 113. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  114. 114. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  115. 115. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  116. 116. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  117. 117. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  118. 118. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  119. 119. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  120. 120. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  121. 121. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  122. 122. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  123. 123. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  124. 124. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  125. 125. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  126. 126. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  127. 127. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  128. 128. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  129. 129. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  130. 130. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  131. 131. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  132. 132. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  133. 133. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  134. 134. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  135. 135. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  136. 136. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  137. 137. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  138. 138. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  139. 139. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  140. 140. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  141. 141. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  142. 142. TOY ARTE – PASSO À PASSO
  143. 143. NEOLÍTICO
  144. 144. NEOLÍTICO  Vive em grupos maiores [clãs e tribos], primeiras aldeias.  Nômade a sedentário  Aperfeiçoa seus utensílios, polindo-os.  Faz jangadas, canoas e barcos e navega pelos mares.  Melhora os trajes com os teares manuais.  Desenvolve a agricultura, a técnica da cerâmica.  Domestica animais para a alimentação e transporte.  Inventa a roda
  145. 145. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  146. 146. NEOLÍTICO Primeiras construções de pedra: • Enormes blocos • Lajes de pedra • Sobreposição sem argamassa, Função • Templo • Câmaras mortuárias
  147. 147. NEOLÍTICO TIPOS DE MONUMENTOS: • DÓLMENS: espécie de corredor que possibilita o acesso a uma tumba. • MENIRES: pedras gigantes cravadas verticalmente no solo em fileira ou isolados. • NURAGUES Construções solidas e uniforme da Idade do Bronze.
  148. 148. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Itália
  149. 149. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Portugal
  150. 150. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Itália Irlanda
  151. 151. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO DÓLMEN Itália Irlanda
  152. 152. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália
  153. 153. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Espanha Portugal
  154. 154. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Espanha Portugal Portugal
  155. 155. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália Orkney - Escócia
  156. 156. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália Escócia
  157. 157. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO MENIRES Itália Inglaterra - CROMLECH
  158. 158. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Espanha
  159. 159. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  160. 160. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  161. 161. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  162. 162. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  163. 163. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney - Escócia
  164. 164. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO NURAGUE Orkney -
  165. 165. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  166. 166. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  167. 167. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO França
  168. 168. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO Africa – Cultura Nok
  169. 169. NEOLÍTICO – IDADE DOS METAIS  Aparecimento de metalurgia;  Aparecimento das cidades;  Aparecimento do comércio;  Arado de bois;  Invenção da escrita.  A característica mais importante desse período foi a utilização dos metais  Três etapas: Idade do Cobre, Idade do Bronze Idade do Ferro.
  170. 170. Estocolmo - Suecia A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  171. 171. Dinamarca A ESCULTURA NO NEOLÍTICO
  172. 172. A ESCULTURA NO NEOLÍTICO Itália
  173. 173. NEOLÍTICO - PINTURA  Aparecimento da figura humana.  Pinturas localizadas logo na entrada das grutas e não mais no fundo das cavernas. Perda do caráter mágico.  O desenho rápido e esquemático substitui o naturalismo do paleolítico.  Temas: pastoreio, agricultura e a guerra: cenas da vida cotidiana.
  174. 174. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  175. 175. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Espanha
  176. 176. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  177. 177. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Tassili
  178. 178. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Tassili
  179. 179. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  180. 180. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Saara
  181. 181. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Vale de Camônica
  182. 182. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Vale de Camônica
  183. 183. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Dinamarc a
  184. 184. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Dinamarc a
  185. 185. A ARQUITETURA NO NEOLÍTICO PINTURA Dinamarc a
  186. 186. NEOLÍTICO E O GRAFITE
  187. 187. O GRAFITE A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos. O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas. O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo. Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro considerado como poluição visual e vandalismo. A pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros vão desde tradicionais latas de spray até o látex. FONTE: http://www.brasilescola.com/artes/grafite.htm
  188. 188. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO Desde os tempos mais primórdios, o homem conhece a importância do desenho para a evolução e o estudo de nossa espécie. É através das pinturas feitas nas cavernas e nos muros mais antigos que os estudiosos podem definir características da vida de nossos antepassados. Hoje em dia, porém, muitas pessoas definem os desenhos ao ar livre como sujeira. O nome “grafite” tem origem no italiano “graffito”, palavra usada para designar os desenhos de épocas remotas, feitos em paredes. “Graffite”, por sua vez, é o plural de “graffito” e serve para designar os desenhos elaborados ao ar livre em geral. Ao contrário da pichação, o grafite é baseado em desenhos. Todas as letras e figuras utilizadas nas pinturas são pensadas, elaboradas, desenhadas e coloridas cuidadosamente, para que representem aquilo que o artista quer mostrar.
  189. 189. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO Arte Grafite, Grafiti, Graffiti, Aerosol Art é uma expressão artística estética que utiliza como meio a lata de spray e se desenvolve no ambiente urbano refletindo a rua. É válido ressaltar que a Arte Grafite Hip Hop difere de Arte Mural, de Aerografia em muros e dos Afrescos. Os temas são outros, as técnicas também. Coube aos brasileiros, uma inovação: a introdução da tinta látex na feitura do Grafite Hip Hop. Americanos e europeus nunca imaginaram utilizar esta tinta em seus trabalhos. Mesmo que de maneira não definitiva e ainda repleta de arestas, a Arte Grafite é dividida em "Grafite Hip Hop" e o "Grafite Acadêmico". No primeiro, os elementos presentes são as letras e as personagens caricatas presentes em um cenário com influências fortes dos quatro elementos da Cultura Hip Hop ( DJ, Breakdance, MC e Graffiti ) e o uso predominante da tinta spray. Na segunda estão as "máscaras" (stencil art) e dos Murais, sendo geralmente, praticadas por pessoas que não possuem vínculos com a Cultura Hip Hop e sim das escolas de Arte e autodidatas e boêmios. Entretanto existem artistas que utilizam o spray como instrumento, mas não pintam temas relacionados à Cultura Hip Hop.
  190. 190. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE E O TEXTO Textos não são só aqueles formados por palavras e frases, que se encadeiam para ganhar sentido. Os grafites nas ruas, os comerciais da TV e as pinturas em livros e obras de arte são formados por sinais que precisam ser decodificados, lidos, para serem compreendidos. Grafite é aquele bastão fininho que tem dentro do lápis que serve para escrever. Mas graffiti também é escrita. Escrita inscrita nas paredes da cidade. É cor, linguagem, textura, arte, intervenção, protesto, provocação. Ao falar de graffiti, não se pode esquecer sua origem: a rua. Arte transgressora e proibida, contracultura, cultura da periferia. Se, na maioria das vezes, é associado ao movimento hip- hop, não é à toa. O hip-hop como palavra da periferia, o grafite como expressão gráfica desta palavra. Considerado as artes plásticas do hip-hop, o graffiti possui grande potencialidade de comunicação da quebrada. ”O graffiti pode ser encarado como uma mídia (pintura) e o muro como suporte (veículo). É por meio dele, do break, da poesia do MC e da musicalidade do DJ que a periferia pode espraiar sua mensagem”, enfatiza Mateus.
  191. 191. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS No mundo do grafite, não existem irmãos mais conhecidos que Os Gêmeos. Otávio e Gustavo Pandolfo são paulistanos, nascidos em 1974 no bairro do Cambuci que é, inclusive, o local onde começaram a fazer seus primeiros trabalhos. A arte da dupla, formada em desenho de comunicação, é muito característica. Os irmãos procuram unir os elementos urbanos, que o grafite representa por si só, com folclore e histórias populares. Tudo isso colorindo grandes painéis pela cidade, que podem ser muros, prédios ou até mesmo trens e carros.
  192. 192. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS A carreira de Os Gêmeos começou no fim dos anos 80, mais precisamente em 1987, quando grafitavam no Cambuci. Nessa época, a dupla assumia a identidade do hip hop, o movimento guiou suas obras por um bom tempo, porém, com a aquisição de mais bagagem, os rumos mudaram e o hip hop praticamente deixou de ser presente em suas obras. Mas o fato de não representarem mais o hip hop não significa que a influência do movimento em seus trabalhos tenha acabado. As críticas sociais também fazem parte do escopo de temas retratados pelos irmãos e, esse fator, é traço marcante dessa cultura.
  193. 193. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS Intervenção feita em um prédio abandonado em Lisboa
  194. 194. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
  195. 195. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS Com seus personagens quase sempre de pele amarela, carregando adornos, roupas e acessórios dos mais variados estilos, é fácil reconhecer quando se está diante de um trabalho de d”Os Gêmeos. Esse tipo de traços e a forma como as temáticas são abordadas, mostrando como é complicada a vida de muitas pessoas no dia-a-dia, fizeram de Otávio e Gustavo referências para o grafite brasileiro e os fizeram serem reconhecidos internacionalmente.
  196. 196. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS E não só reconhecidos pelo grafite. Em suas exposições pelo mundo agora, é possível encontrar esculturas enormes com a assinatura dos irmãos, e não para por aí. Objetos customizados como instrumentos musicais e carros também fazem parte da gama artística de Os Gêmeos. A arte de Otávio e Gustavo chegou a lugares como Estados Unidos, Chile, Espanha, Portugal e Grécia. E foi em território americano onde a dupla gerou a mais recente polêmica envolvendo seu trabalho
  197. 197. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS
  198. 198. O GRAFITE A ARTE DO GRAFITE DE OS GÊMEOS Os Gêmeos foram responsáveis pelo grafite de um painel, na cidade de Boston, intitulado “The Giant Of Boston”, que mostra um garoto simples, descalço, com uma camisa envolta da cabeça, deixando apenas os olhos de fora. Alguns cidadãos do município consideram que a figura possa ser associada com um terrorista e, por isso, queriam a retirada da obra do local. Causando polêmicas, colorindo as cidades… Os Gêmeos continuam a fazer sua arte pelo mundo. FONTE: http://www.benitabrasil.com/artes/a-arte-do-grafite-de-os-gemeos/
  199. 199. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  200. 200. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  201. 201. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  202. 202. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  203. 203. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  204. 204. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  205. 205. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  206. 206. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
  207. 207. O GRAFITE O GRAFITE E AS PALAVRAS
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