Economia 11.12 trabalho

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Trabalho de economia André Barroso

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  • 1. ECONOMIA 11.º IG A População A esperança de vida, taxa de fecundidade, estrutura etária, crescimento, saldo migratório, taxa de atividade, outros. André Barroso n.º2 11.º IG 2011/2012Economia – A População Página 1 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 2. ÍndiceA População (Capa) ...................................................................................................................... 1Introdução ..................................................................................................................................... 4A esperança média de vida ............................................................................................................ 5 Esperança de média vida em Portugal continua a aumentar ..................................................... 5A taxa de Fecundidade .................................................................................................................. 7A estrutura etária ........................................................................................................................... 8O Crescimento ............................................................................................................................. 10 Portugal precisa crescer........................................................................................................... 10O Saldo Migratório ..................................................................................................................... 11Taxa de Atividade ....................................................................................................................... 13Conclusão .................................................................................................................................... 15 Referencia a dificuldades/ facilidades ..................................................................................... 15Bibliografia ................................................................................................................................. 16 Websites: ................................................................................................................................. 16 Imagens ................................................................................................................................... 16Anexo (Mapa Portugal) ............................................................................................................... 17Economia – A População Página 2 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 3. Economia – A População Página 3 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 4. IntroduçãoA população é o número total de humanos vivos no planeta Terra, ou numa região a um dadomomento.Portugal tem uma população aproximadamente: 10.676.910 habitantes (estudo entre 2000 e2009, o que implica numa densidade demográfica de 125 hab/km2, muito maior do que orestante da Península Ibérica.A composição étnica de Portugal é uma combinação rica de vários povos: celtas, árabes,romanos, lusitanos, visigodos e celtiberos.A distribuição da População em Portugal apresenta importantes diferenças entre o sul e o norte eentre o interior e o litoral. O norte e o litoral têm densidades populacionais notavelmentemaiores ao resto do país:- Regiões como Lisboa e o Porto superam os 600 hab/km2;- Enquanto em Bragança, Portalegre, Évora e Beja, apenas superam os 3 hab/km2.(Fonte: censo 2011)Então e como será A esperança de vida? A taxa de Fecundidade? A estrutura etária? O Crescimento? O Saldo Migratório? E A Taxa de atividade?Para explicar os temas será dada uma notícia e depois o devido comentário/definição de cadasubtema.Economia – A População Página 4 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 5. A esperança média de vida Esperança de média vida em Portugal continua a aumentar A esperança média de vida à nascença foi de quase 76 anos para os homens e 82 para as mulheres no triénio 2007/2009Por: tvi24 / PB | 28- 5- 2010 13: 6 Fig. 1 IdosoA esperança de vida em Portugal aumentou no triénio 2007/2009, tanto à nascença como aos 65anos, mantendo-se mais elevada nas mulheres, de acordo com dados do Instituto Nacional deEstatística (INE).Os valores definitivos da esperança média de vida à nascença foram em 2007/2009 de 75,80anos para os homens, de 81,80 para as mulheres e de 78,88 para ambos os sexos, segundoTábuas de Mortalidade.No triénio anterior (entre 2006 e 2008) eram de 75,49 para o sexo masculino, de 81,74 para osexo feminino e de 78,70 para ambos.Também a esperança de vida aos 65 anos aumentou entre 2007 e 2009, sendo de 18,19 anospara os dois sexos e de 16,36 e de 19,67 para homens e mulheres, respetivamente.As mulheres que entre 2007 e 2009 tinham 65 anos podem, assim, contar alcançar os 84 anos.Já os homens podem esperar atingir os 81 anos.Vemos pela notícia que a esperança média de vida em Portugal aumentou, mas devemos ter emconsideração outros fatores, como mortes causadas por automóveis, várias doenças repentinas,poluição, etc.Agora vou mostrar um gráfico relativo á esperança média de vida de Portugal Continental.Economia – A População Página 5 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 6. Fig. 2 – Gráfico de esperança média de vidaVerificamos pelo gráfico que a esperança média de vida aumentou mais em Portugal do que emtoda a Europa, quero salientar que Portugal é o 41º pais mais desenvolvido da Europa, o que fazcom que tenhamos mais equipamentos médicos, e medicamentos para combater as doenças epor conseguinte temos maior esperança de vida, mas deveremos ter cuidado com a saúde e coma alimentação. Não devemos exagerar em comida fast-food, e ir mais vezes aos médicos.E o que é a Esperança média de vida?É o número de anos que uma pessoa tem probabilidade de viver. Quanto maior for odesenvolvimento do país maiores serão as probabilidades de viver mais anos.Mas toda a esperança média de vida engloba-se em outros fatores como a taxa de fecundidade,vamos entender o que é e para que serve.Economia – A População Página 6 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 7. A taxa de FecundidadeA taxa de Fecundidade dá-nos o número médio de crianças que nasceriam por mulher se todasas mulheres vivessem até o fim da idade fértil e dessem à luz crianças de acordo com a taxa defecundidade média para cada idade. A taxa de fecundidade total é uma medida mais direta donível de fertilidade do que a taxa bruta de natalidade, uma vez que refere-se a nascimentos pormulher. Este indicador mostra o potencial das mudanças demográficas no país. Uma média dedois filhos por mulher é considerada a taxa de substituição de uma população, levando a umarelativa estabilidade em termos de números totais. Taxas acima de dois filhos indicampopulações a crescer em tamanho e cuja idade média está em declínio. Taxas mais altas tambémpodem indicar dificuldades para as famílias, em algumas situações, para alimentar e educar osseus filhos. Taxas inferiores a dois filhos indicam uma diminuição no tamanho da população e amédia de idade mais elevada. As Taxas de fertilidade globais estão globalmente a diminuir, é oque vamos verificar abaixo.E para descobrirmos o porquê vou mostrar um gráficoFig. 3 Taxa de fecundidade em Portugal.Vemos que em Portugal a taxa de fecundidade, tem vindo cada vez mais a diminuir, isso deve-se ao fator da situação económica, e assim cada vez é mais difícil nascerem crianças emPortugal. Por falta de dinheiro as famílias tendem a não ter mais filhos, e a trabalhar cada vezmais. O nosso pais encontra-se numa situação difícil, quem quer arriscar a ter filhos é bomporque a população fica mais nova, mas ao contrário gasta-se muito mais dinheiro, comalimentação, roupa, etc.Economia – A População Página 7 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 8. A estrutura etária A estrutura etária determina o quantitativo da população ativa, sendo influenciada pelocomportamento dos indicadores demográficos.Para caracterizar a estrutura etária é habitual considerar três grandes grupos etários, agoravamos descobrir quais são: Fig.4 – Grupos EtáriosVemos pela figura que existe 3 grupos etários, Idosos, pessoas com 65 anos ou mais, Adultos,pessoas dos 15 aos 64 anos, e Jovens com menos de 15 anos.Agora vamos ver de que forma o comportamento dos indicadores demográficos influenciam aestrutura etária: Fig.5 – comportamento dos indicadores demográficosEconomia – A População Página 8 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 9. Vemos pelos gráficos que Portugal tem a mais baixa taxa de natalidade e como resultado menospopulação jovem.De um modo geral, podemos afirmar que:- Quanto maior a taxa de natalidade, maior será a percentagem de população jovem;- Quanto maior for a esperança média de vida, maior será a percentagem de população idosa.O conhecimento das características da estrutura etária é fundamental para o processo deplaneamento nacional, regional e local, pois permite prever as necessidades de emprego,habitação, equipamentos de educação, de saúde, de apoio a idosos, permite saber-se se apopulação poderá aumentar ou diminuir a partir da sua tendência para o envelhecimento oujuventude. Assim, por exemplo, quanto maior for a Taxa Natalidade, maior será a percentagemde população jovem, o que leva a um crescimento da população, a estrutura etária de umapopulação pode ser representada graficamente através de uma pirâmide etária (ou de idades)…Que é um gráfico de barras que representa a repartição da população por idades e sexos: Fig.6 – repartição da população por idades e sexosAqui temos um gráfico por idades, e pelos dois sexos onde nos diz a percentagem de maior taxade população, as barras, normalmente, correspondem a classes etárias quinquenais – intervalode idades correspondente a 5 anos (0-4, 10-14, 35-39, etc.) …Economia – A População Página 9 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 10. O Crescimento Portugal precisa crescerPortugal precisa de pessoas que tragam talento, criem valor e alarguem o mercado. Para um paísmais enérgico e justo. (…) A dívida portuguesa terá engordado pelo menos 2 milhões de euros -é esta a proporção de crescimento da nossa dívida a cada hora que passa. (…)Ver noticia completa em: isabe.ionline.pt/conteudo/2052-portugal-precisa-crescer Fig.7 – Crescimento de PortugalÉ verdade, que Portugal precisa de crescer, pois sem crescimento não conseguimos com quePortugal tenha maior economia e estilo de vida. Por outro lado, vemos pelo gráfico que Portugaltem mais ou menos conseguido acompanhar a U.E., com altos e baixos diferentes, ás vezes atéultrapassa a U.E. lembrando que o estilo de vida em Portugal é muito bom, mas poderiamelhorar se todos fizesse-mos um esforço!Não esquecendo que crescimento pode ser definido como sendo o aumento sustentado de umaunidade económica durante um ou vários períodos longos.Economia – A População Página 10 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 11. O Saldo MigratórioPodemos dizer que o saldo migratório é a diferença entre o número de entradas e saídas pormigração, internacional ou interna, para um determinado país ou região, num dado período detempo. O saldo migratório pode ser calculado pela diferença entre o acréscimo populacional e osaldo natural. PORTUGAL - Saldo migratório é cada vez menor.O Instituto Nacional de Estatística (INE) estima que o saldo migratório atingiu em Portugal, em2008, o valor de 9.361 pessoas, correspondente a 29.718 entradas no país e 20.357 saídas. Estesaldo migratório é cada vez mais pequeno, já que Portugal é cada vez menos atraente para osimigrantes e a emigração é uma opção crescente para os portugueses que não encontramtrabalho no país. O INE alerta também que o envelhecimento populacional está a acentuar-se.(…)Assim, diz o INE, manteve-se "a tendência de um duplo envelhecimento da população residenteem Portugal, para o que tem contribuído a descida da natalidade a par com o aumento dalongevidade nos últimos anos."Ver mais em: www.esquerda.net/content/saldo-migrat%C3%B3rio-%C3%A9-cada-vez-menor-em-portugal Fig.8 – Saldo migratórioEconomia – A População Página 11 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 12. Penso que tanto os jovens, como os adultos deviam ficar em Portugal mesmo que a situação dopaís esteja uma lástima, devemo-nos contentar com o que Portugal tem para oferecer, e tentarfazer crescer o país, qual é a diferença de imigrar, ficar fora de Portugal se o país vai ficar namesma?Um dia quando voltarmos a Portugal a situação poderá estar pior, nós que saímos de Portugalsomos culpados pela situação do país, desde às pessoas que trabalharam pouco, ou que nãoquiseram estudar, até as pessoas que imigram e já não voltam. O bom de Portugal é que temosmuitos sítios bonitos como o Algarve e temos maiores emigrantes e turistas.Economia – A População Página 12 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 13. Taxa de AtividadeA taxa de atividade em Portugal, apesar de algumas oscilações, tem tido nos últimos três anosuma evolução, de um modo geral, positiva.O período compreendido entre o quarto trimestre de 2000 e o primeiro trimestre de 2001 foiaquele em que se registou maior subida nesta taxa (0.5 pontos percentuais). A maior quebraverificou-se nos dois períodos seguintes – primeiro e segundo trimestre de 2001 (descida de 0.3pontos percentuais). Fig.9 – Taxa de AtividadePodemos ver que a taxa de atividade em Portugal tem oscilações mas encontra-se a subir.O total de população ativa tem vindo a aumentar nos três últimos anos, sendo que, no final doquarto trimestre de 2002, a população ativa era, aproximadamente, 5400 mil indivíduos,representando 51.8% da população total.De referir também que no último trimestre de 2002 a população ativa decresceu 0,3%.Economia – A População Página 13 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 14. Fig.10 – População ativaÉ ainda de salientar que o peso da população empregada por conta de outrem é elevado,representando nos trimestres em análise, cerca de 73% do total de população empregada. Oúltimo trimestre considerado corresponde àquele em que a percentagem de população por contade outrem é maior – 73.5%. Fig.11 – Trabalhadores por conta de outremPor fim podemos dizer que a taxa de Atividade permite definir o peso da população ativa sobreo total da população.Economia – A População Página 14 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 15. ConclusãoCom este trabalho fiquei a saber várias definições, entre as quais:A Esperança média de vida - Número de anos que uma pessoa tem probabilidade de viverA Taxa de fecundidade - estimativa do número médio de filhos que uma mulher teria até o fimde seu período reprodutivo.A estrutura etária - distribuição por idade que, tradicionalmente, divide-se em três partes.O Crescimento - aumento sustentado de uma unidade económica durante um ou vários períodoslongos.O Saldo migratório - é a diferença entre o número de entradas e saídas por migração,internacional ou interna, para um determinado país ou região, num dado período de tempo.A Taxa de Atividade - permite definir o peso da população ativa sobre o total da população.Também retiro a conclusão que pode existir população ativa ou inativa em Portugal e emsituações de crise económica, as empresas vêem-se obrigadas a reduzir a sua produção e umadas primeiras medidas que tomam é reduzirem o número de trabalhadores para baixarem oscustos de produção, pois assim produzem mais, e gastam menos.Referencia a dificuldades/ facilidadesNeste trabalho foi fácil pesquisar as definições, pois havia também no livro, mas os gráficos nãoencontrei os que queria, ou seja, gráficos de 2012, pode eventualmente haver um ou dois, masos melhores, são de anos anteriores. E também foi difícil encontrar noticias e temas na internetque facilitassem um pouco.Economia – A População Página 15 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 16. BibliografiaWebsites:www.pt.wikipedia.org/wiki/Economiawww.jornaldenegocios.ptwww.infopedia.pt/$esperanca-de-vidawww.pt.wikipedia.org/wiki/Taxa_de_fecundidadewww.pordata.ptwww.pt.wikipedia.org/wiki/Pirâmide_etáriawww.prof2000.ptwww.alea-estp.ine.ptwww.marktest.comwww.dn.ptwww.indexmundi.comwww.sol.sapo.ptwww.infopedia.ptwww.esds1.ptwww.economico.sapo.ptwww.saudepublica.web.ptwww.apdr.ptwww.igeo.ptwww.esquerda.netwww.bportugal.ptwww.estatistica.gov-madeira.ptwww.gep.msss.gov.ptwww.alea.ptImagenshttps://www.google.pt/imghp?hl=pt-PT&tab=wiEconomia – A População Página 16 de 17André Barroso 11.º IG N.º2
  • 17. Anexo (Mapa Portugal)Economia – A População Página 17 de 17André Barroso 11.º IG N.º2