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Seminário    Introdução às Relações PúblicasTrabalho de Avaliação 1º Semestre/2011      JOSÉ ANDERSON SANTOS CRUZ
ANÁLISE            DA      OPINIÃO PÚBLICA:Pesquisa, Análise, Coordenação de      Dados,Planejamento ,      Gestão de Cris...
DIFERENCIAÇÕES O profissional de Relações Públicas, bem como as organizações devem entender que a principal diferença entr...
OPINIÃO PÚBLICA E OS CONFLITOS e CRISES
CONCEITOS – PROFISSIONAL - HABILIDADES            Relações Públicas                Marketing   Opinião Pública e sua Hi...
OPINIÃO PÚBLICA
HISTÓRIA DA OPINIÃO PÚBLICA Sabendo que desde a República romana, o ponto de vista era avaliado já como forma de opinião p...
A Opinião Pública surge a partir dos valores    internos e externos, crenças e culturas e    subculturas dos diversos públ...
A frase “The public be damned”   (O público que se dane) dita         por William HenryVanderbil, marcou o início de uma r...
Em 11 de dezembro de 1967, a lei no 5.377 é publicada e o Brasilconquistou seu marco histórico. Os dirigentes da ABRP trab...
PESQUISA       DEOPINIÃO PÚBLICA
PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Ênfase na Gestão da Informação,organização e análise de informações,  hoje fundamentais no pro...
Segundo Habermas (1997)  A força positiva ou negativa construídas  pela mídia tem um papel importante na  sociedade contem...
Segundo J. B. Pinto (1990), para uma   boa PESQUISA, após a identificação dos   tipos de públicos, deve sondar opiniões,  ...
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INFORMAÇÃO, AVALIAÇÃO, APLICAÇÃO                                   AÇÕES                                   PREVENÇÃO      ...
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CRISES ORGANIZACIONAIS           EA    OPINIÃO PÚBLICA
CRISES ORGANIZACIONAIS Segundo Neves (2009), as crises organizacionais são compostas por situações inesperadas que não hou...
Neves (2009), continua relatando que as crises possui um grande impacto e    esse é de forma instantânea. O fato de que 90...
GESTÃO DE CRISES      EO PLANEJAMENTO
Fortes (2003) diz que a função básica de planejamentocom a finalidade de alterar um cenário, pertence aRelações Públicas. ...
GESTÃO DE CRISES - PLANEJAMENTO   O planejamento das Relações Públicas está baseado a   partir dos resultados obtidos na p...
RELAÇÕES PÚBLICAS        E GESTÃO DE CRISES
GERENCIAMENTO DE CRISES Cautela e planejamento durante todos os  estágios. É necessário considerar que uma crise pode  a...
O QUE FAZER ANTES DA CRISE? ELA PODE VIR A TONA A QUALQUER HORA. É preciso saber como está a empresa em  relação ao seu ...
 Toda organização deve fazer uma simulação de crise periodicamente, para que caso isso venha realmente a acontecer, todos...
O QUE FAZER DURANTE A CRISE? Equipe com líderes. Analisar o histórico. Crises anteriores servirão  eternamente de experi...
 Manter a calma e agir com consciência. É necessário dizer a verdade sem demonstrar  abatimento. Definir a crise e sua ...
 Ficar atento as negociações. Pensar sempre  no que será melhor e mais viável neste  momento para que a empresa volte a  ...
O QUE FAZER APÓS A CRISE? Uma documentação de tudo que ocorreu. Fazer uma nova pesquisa, avaliar de quanto foi  o prejuí...
CASES
Case - Palloci         IMAGEM        ELEITORES       GOVERNO         PALOCCI
A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO                  GERENCIAMENTO DE CRISE                         Case - ...
A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE DE RELAÇÕES  PÚBLICAS NO GERENCIAMENTO DE CRISE               Case - Tam Vôo 402A importância d...
CONSIDERAÇÕES FINAISO profissional de Relações Públicas deve possuir oconhecimento sobre a Opinião Pública, seusurgimento,...
CONSIDERAÇÕES FINAIS A importância da pesquisa, avaliação e mensuração dos resultados. Colabora na gestão e no planejament...
CONSIDERAÇÕES FINAIS Simular periodicamente situações de crises, prever, monitorar as opiniões públicas, avaliar causas, m...
CONSIDERAÇÕES FINAISPlanejamento é uma tarefa que exige do profissional habilidade, sendo que devemapear todos os públicos...
CONSIDERAÇÕES FINAIS Nem mesmo as maiores empresas ou organizações, como Mc Donald s, Microsoft, Starbucks, General Motors...
ReferênciasAPRESENTAÇÃO. Disponível em: http://www.rp-bahia.com.br/apresentacao-opiniao-publica.pdf. Acesso em: 01 jun. 20...
AgradecimentosAos meus colegas integrantes da equipe.Aos meus colegas de Relações Públicas do 1º  Semestre/2011Ao Profº Ma...
Boas férias e atépróximo encontro.
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As Relações Públicas e a Opinião Pública e Crises Organizacionais

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A atuação das Relações Públicas na Opinião Pública. Pesquisas, análises, mensuração, estratégias, rompendo barreiras e evitando ou minimizando crises e conflitos das organizações devido a Opinião Pública. A Atuação do profissional de Relações Públicas.

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  1. 1. Seminário Introdução às Relações PúblicasTrabalho de Avaliação 1º Semestre/2011 JOSÉ ANDERSON SANTOS CRUZ
  2. 2. ANÁLISE DA OPINIÃO PÚBLICA:Pesquisa, Análise, Coordenação de Dados,Planejamento , Gestão de Crises e as Relações Públicas
  3. 3. DIFERENCIAÇÕES O profissional de Relações Públicas, bem como as organizações devem entender que a principal diferença entre CRISES E CONFLITOS , pode ser notada pela gravidade e intensidade dos fatos, porém ambas são formas de protesto que visa mostrar as divergências de interesses que afetam a imagem organizacional. CRISE são acontecimentos aleatórios, eventos ou uma série de eventos extraordinários que afeta a integridade ou reputação de um produto, organização, pessoa, comunidade, saúde. CONFLITO é um elemento natural na existência humana e nas organizações. Uma interação complexa de indivíduos e percepções, comportamentos e resultados. Godoi e Ribeiro. I Congresso ABRAPCORP. 2007. Disponível em: http://www.vertent.net/abrapcorp/www/trabalhos/gt4/gt4_godoi.pdf . Acesso em 14 Jun.2011
  4. 4. OPINIÃO PÚBLICA E OS CONFLITOS e CRISES
  5. 5. CONCEITOS – PROFISSIONAL - HABILIDADES  Relações Públicas  Marketing  Opinião Pública e sua História  Mix da Comunicação Flexibilidade, Sensibilidade, Proativo, Agilidade, Relacionamento, Globalizado, Informado, Pesquisador, Comunicador, Liderança, Arte de Planejar e Agir.
  6. 6. OPINIÃO PÚBLICA
  7. 7. HISTÓRIA DA OPINIÃO PÚBLICA Sabendo que desde a República romana, o ponto de vista era avaliado já como forma de opinião pública, sua formação eleitoral, procurando definir mecanismos que tornassem firmes, empregando a linguagem, e surgindo o controle, e passando a existir a Opinião Pública. Ela se faz importante, e que não ficou na Idade Média ou no Mundo Antigo, passou acompanhar cada civilização, passando por vários séculos até a atualidade.
  8. 8. A Opinião Pública surge a partir dos valores internos e externos, crenças e culturas e subculturas dos diversos públicos. A suaformalização e identificação acontece quando é iniciado o processo de propagação, dando a positividade e ou negatividade aos fatosocorridos, sendo falsas ou verdadeiras, verifica- se a relevância de olhar como é essa opinião,como surgiu, como trabalhar para que não haja um descrédito da imagem pessoal ou organizacional. Anderson Cruz (2011)
  9. 9. A frase “The public be damned” (O público que se dane) dita por William HenryVanderbil, marcou o início de uma reação da opinião pública contra os industriais americanos, originando as primeiras ações de Relações Públicas.
  10. 10. Em 11 de dezembro de 1967, a lei no 5.377 é publicada e o Brasilconquistou seu marco histórico. Os dirigentes da ABRP trabalharamexaustivamente e aceleradamente. Surge então, mais um resultado, em26 de setembro de 1968, com a publicação do Decreto no 63.283, queregulamentou a Lei no 5.377/67, como também a proposta de criação dosConselhos Federais e Regionais de Relações Públicas. O primeiro país no mundo a reconhecer oficialmente as Relações Públicas como profissão foi o Brasil. http://www.abrpsp.org.br/abrpsp.php?p=52
  11. 11. PESQUISA DEOPINIÃO PÚBLICA
  12. 12. PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Ênfase na Gestão da Informação,organização e análise de informações, hoje fundamentais no processo de desenvolvimento de ações de Relações Públicas, Marketing e Comunicação Governamental.
  13. 13. Segundo Habermas (1997) A força positiva ou negativa construídas pela mídia tem um papel importante na sociedade contemporânea. No entanto, nem só de imagens se forma a opinião pública, ela se constrói com base na racionalidade do melhor argumento.
  14. 14. Segundo J. B. Pinto (1990), para uma boa PESQUISA, após a identificação dos tipos de públicos, deve sondar opiniões, atitudes e reações de seus públicos frente às suas políticas e atos, cumprindo um importante papel na fase do diagnóstico da situação, a pesquisa em Relações Públicas possibilita conhecer, entre outros, o que determinado público pensa e faz.http://comunicacaosocialmb.blogspot.com/2011/03/relacoes-publicas.html
  15. 15. ANÁLISE DAS PESQUISAS DA OPINIÃO PÚBLICA A opinião Pública é mensurável, tornando-se um ponto paradoxal, e que no aspecto político ela é contável e que estabiliza através de votações, decisões em coletividade pela opinião.Analisar os resultados das pesquisas, confrontando com outros resultados, variando entre duas a três ou mais pesquisas de empresas idôneas do mercado de pesquisas.
  16. 16. INFORMAÇÃO, AVALIAÇÃO, APLICAÇÃO AÇÕES PREVENÇÃO CONTENÇÃO DURANTE PLANEJAMENTO PÓS ESTRATÉGIAS PESQUISA E ANÁLISE DA OPINIÃO PÚBLICA
  17. 17. RELAÇÕES PÚBLICAS E PESQUISA RP oferece um processo sistemático que utiliza uma variedade de técnicas e disciplinas que visam assegurar 1. Que o público-alvo fique consciente do assunto. 2. Como o Público, no fim das contas, contempla o assunto.
  18. 18. CRISES ORGANIZACIONAIS EA OPINIÃO PÚBLICA
  19. 19. CRISES ORGANIZACIONAIS Segundo Neves (2009), as crises organizacionais são compostas por situações inesperadas que não houve um controle. As crises estão atreladas por produtos e serviços com problemas, falta o erro de comunicação interna e externa, conflitos entre empregados, greves, insatisfação e panes. A OP possui sua visão e conceitos a partir deste fato e a organização deve avaliar corrigir e minimizar. As crises organizacionais podem ser grandes oportunidades de crescimento e avaliar a organização, trabalhar a imagem e fortalecer positivamente a OP. NEVES, Roberto de Castro. Comunicação empresarial integrada. 3ª Ed. Rio de Janeiro. Ed. Mauad. 2009.
  20. 20. Neves (2009), continua relatando que as crises possui um grande impacto e esse é de forma instantânea. O fato de que 90% das crises podem ser previstas. Quando a crise se instala, a organização necessita de um posicionamento imediato e verdadeiro perante os públicos, e seguir oito dicas básicas:1. A empresa deve continuar trabalhando normalmente;2. A liderança deve ter visibilidade, demonstrar que a organização tem comando;3. Respeitar as expectativas e os sentimentos dos públicos;4. Dizer sempre a verdade;5. Ser coerente no posicionamento;6. Poupar energia;7. Ter cuidado e paciência com possíveis especialistas que surgirão para dar sua opinião;8. Vislumbrar sempre o pior cenário possível. (NEVES, 2002, p. 195-198)NEVES, Roberto de Castro. "Crises Empresarias com a Opinião Pública”. Rio de Janeiro. Editora: Mauad, 2002.NEVES, Roberto de Castro. Comunicação empresarial integrada. 3ª Ed. Rio de Janeiro. Ed. Mauad. 2009
  21. 21. GESTÃO DE CRISES EO PLANEJAMENTO
  22. 22. Fortes (2003) diz que a função básica de planejamentocom a finalidade de alterar um cenário, pertence aRelações Públicas. Transformar situações adversasem circunstâncias favoráveis permite a organizaçãomelhorar sua imagem perante os diversos públicos. Agestão de crise pressupondo os conhecimentos eestratégias das RP promovem uma analise globalacerca a situações de crise, colaborando para que asorganizações conheçam os públicos na qual deve geriras crises e desenvolver ações de comunicação direta.
  23. 23. GESTÃO DE CRISES - PLANEJAMENTO O planejamento das Relações Públicas está baseado a partir dos resultados obtidos na pesquisa de opinião pública ou um acontecimento inesperado ou previamente antecipado e previsto. Ter uma imagem favorável, e pode gozar de uma boa reputação perante os públicos e reconhecer esta necessidade é necessário que se estabeleça um reconhecimento da relevância que a opinião pública representa. O planejamento é uma ferramenta que colabora na administração das possíveis crises, sabendo que é possível antecipar alguns eventos de conflitos e que necessita de um planejamento prévio par gerir tais crises. A comunicação de crises é dividido em duas fases, sendo a preparação e a reação.
  24. 24. RELAÇÕES PÚBLICAS E GESTÃO DE CRISES
  25. 25. GERENCIAMENTO DE CRISES Cautela e planejamento durante todos os estágios. É necessário considerar que uma crise pode acontecer a qualquer hora, por isso, uma organização precisa estar preparada para esta situação, em inúmeros aspectos.
  26. 26. O QUE FAZER ANTES DA CRISE? ELA PODE VIR A TONA A QUALQUER HORA. É preciso saber como está a empresa em relação ao seu público, como ela está sendo vista, qual é a imagem que estão tendo a seu respeito. Avaliar como estão as coisas no interior da empresa. Toda empresa necessita ter um “time” interno preparado para esta situação.
  27. 27.  Toda organização deve fazer uma simulação de crise periodicamente, para que caso isso venha realmente a acontecer, todos saibam como agir. Planos emergenciais são indispensáveis em toda empresa qualificada.
  28. 28. O QUE FAZER DURANTE A CRISE? Equipe com líderes. Analisar o histórico. Crises anteriores servirão eternamente de experiência. Analisar todos os públicos. Ter um porta-voz, alguém preparado, que saiba realmente o que está falando. Muitas empresas afundaram por não saberem se comunicar com seus públicos.
  29. 29.  Manter a calma e agir com consciência. É necessário dizer a verdade sem demonstrar abatimento. Definir a crise e sua proporção e se posicionar de forma coerente. É melhor se posicionar de forma adequada, do que se esconder e deixar surgir os boatos.
  30. 30.  Ficar atento as negociações. Pensar sempre no que será melhor e mais viável neste momento para que a empresa volte a emergir. Estar ciente de que esta não é uma boa hora para se negar a ajuda de terceiros.
  31. 31. O QUE FAZER APÓS A CRISE? Uma documentação de tudo que ocorreu. Fazer uma nova pesquisa, avaliar de quanto foi o prejuízo. Reconhecer quem tirou a empresa do “fundo do poço”. Cumprir tudo o que prometeu. Trabalhar na recuperação da imagem da empresa. Ficar alerta e cada vez mais preparada para uma próxima crise que possa vir a acontecer.
  32. 32. CASES
  33. 33. Case - Palloci IMAGEM ELEITORES GOVERNO PALOCCI
  34. 34. A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO GERENCIAMENTO DE CRISE Case - Tam Vôo 402 A pesquisa , colabora para o planejamento, e entender os tópicos a serem abordados e foram observado no caso da Tam. Prepare uma análise da situação Defina objetivos de programa Desenvolva uma estratégia para alcançar objetivos Enumere táticas a serem empregadas para implementar estratégias Estabeleça um prazo para alcançar objetivos Prepare um orçamento realista para financiar o programa
  35. 35. A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO GERENCIAMENTO DE CRISE Case - Tam Vôo 402A importância da atividade de Relações Públicas nogerenciamento de crises e análise da OpiniãoPública e da atuação do profissional de Marketingnas ações da Tam após o acidente do vôo 402.A participação ativa da Diretoria junto aos familiares,as articulações para minimizar os conflitos e ascrise.Após ações, as bolsas subiram 22%.
  36. 36. CONSIDERAÇÕES FINAISO profissional de Relações Públicas deve possuir oconhecimento sobre a Opinião Pública, seusurgimento, avaliar, conceituar, analisar e manterum plano sempre guardado para a prevenção oupara rever os conflitos.Entender o papel das Relações Públicas, mix decomunicação, opinião pública, a partir doconhecimento e seu significado, é possível geriruma equipe de comunicação para avaliar aspesquisas e seus resultados de opinião pública,enfatizando o planejamento estratégico para agestão das crises.
  37. 37. CONSIDERAÇÕES FINAIS A importância da pesquisa, avaliação e mensuração dos resultados. Colabora na gestão e no planejamento das crises organizacionais.
  38. 38. CONSIDERAÇÕES FINAIS Simular periodicamente situações de crises, prever, monitorar as opiniões públicas, avaliar causas, manter o equilíbrio e aceitar colaborações de terceiros. Após a crise, mensurar possíveis pontos negativos, prejuízos, documentar, manter alerta, refazer a pesquisa para analisar a opinião pública.
  39. 39. CONSIDERAÇÕES FINAISPlanejamento é uma tarefa que exige do profissional habilidade, sendo que devemapear todos os públicos da organização, buscar alternativas de rever o processo, principalmente quando a crise gera desconforto e uma negatividade para a imagem da organização.
  40. 40. CONSIDERAÇÕES FINAIS Nem mesmo as maiores empresas ou organizações, como Mc Donald s, Microsoft, Starbucks, General Motors etc., aparecem nas primeiras páginas dos noticiários para cada público que publicam. Empresas menos conhecidas precisam ser realistas. Fogos de artifícios geralmente chamam muito a atenção, mas seus efeitos, passageiros, logo são esquecidos; já uma vela, ao queimar, emite luz por muito mais tempo. Por mais belos que sejam os fogos, escolha sempre a vela.
  41. 41. ReferênciasAPRESENTAÇÃO. Disponível em: http://www.rp-bahia.com.br/apresentacao-opiniao-publica.pdf. Acesso em: 01 jun. 2011.BOBBIO, Norberto; MATTEUCCI, Nicolo; PASQUINO, Gianfranco. Dicionário de Política, 2ª ed. Brasília: Editora Universidade de Brasília,1986.CHAMUSCA,Marcello. CARVALHAL,Márcia. Pesquisa de opinião pública na construção de uma imagem pública favorável. 2004.Disponível em: http://www.rp-bahia.com.br/biblioteca/academicos/paper/artigos/opiniao_publica.pdf. Acesso em 22 mai. 2011DIMBLEBY, Richard. BURTON, Graeme. Teorias da comunicação. São Paulo. Ed. Summus. 1990. EMILY SECCO BIANQUINI, Emily Secco. PEREIRA, Fernanda Modesto. FIGUEIREDO, Heliane Vieira. Relações públicas nogerenciamento de crise: estratégias que fazem a diferença. Disponível em: http://www.portal-rp.com.br/projetosacademicos/conceituais02/0109.pdf. Acesso em: 23 abr. 2011.FORTES, Waldyr Gutierrez. Relações públicas processos, funções, tecnologia e estratégias. 3ª Ed. São Paulo. Ed. Summus. 2003.HAMAM, Roosevelt. O Evento Integrando no Mix da Comunicação.. In: KUNSH, Margarida Maria Krohling. Obtendo Resultados comRelações Públicas. 2ª Ed. São Paulo. Cengage Learning. 2006.JUNIOR, Waldomiro Carvas. Relações Públicas no Gerenciamento de Crises. In: KUNSH, Margarida Maria Krohling. ObtendoResultados com Relações Públicas. 2ª Ed. São Paulo. Cengage Learning. 2006.KUNSH, Margarida Krohlin. Planejamento de relações públicas na comunicação integrada. São Paulo. 4ª Ed. Summus Editorial. 2003.MACEDO, Borges de. A opinião pública na História e a História na opinião pública. Disponível em:http://www.ieei.pt/files/Borges_de_Macedo_A_opiniao_publica_na_Historia_e_a_Historia_na_opiniao_publica.pdf. Acesso em: 29 mar. 2011MARCONI, Joe. Relações públicas o guia completo. São Paulo. Ed. Cengage Learning. 2009NEVES, Roberto de Castro. "Crises Empresarias com a Opinião Pública”. Rio de Janeiro. Editora: Mauad, 2002.NEVES, Roberto de Castro. Comunicação empresarial integrada. 3ª Ed. Rio de Janeiro. Ed. Mauad. 2009.Que é opinião pública. Disponível em: http://www.portal-rp.com.br/bibliotecavirtual/opiniaopublica/0110.htm. Acesso em 22 abr. 2011.Publicação original: CHILDS, Harwood L. Que é opinião pública. In: _____. Relações públicas, propaganda e opinião pública. 2. ed. Riode Janeiro: FGV, 1967. p. 44-61.SUSSKIND,Lawrence. FIELD,Patrick. Em crise com a opinião pública. São Paulo. . Ed. Futura. 1997 VERBIST, Renata. O planejamento da comunicação auxiliando no gerenciamento de crises organizacionais. Disponível em:http://portal3.com.br/hotsites/pensandorp/wp-content/uploads/2010/O-planejamento-da-comunicacao-auxiliando-no-gerenciamento-de-crises-organizacionais-2009-2.pdf. Acesso em 01 Jun. 2011.VIEIRA, Roberto Fonseca. A relação entre a empresa privada e o interesse público: princípio da utilidade e da abertura empresarial.Disponívelem:http://www.sel.eesc.usp.br/informatica/graduacao/material/etica/private/a_relacao_entre_a_empresa_privada_e_o_interesse_publico_principio_da_utilidade_e_da_abertura_empresarial.pdf. Acesso em: 02 jun.2011
  42. 42. AgradecimentosAos meus colegas integrantes da equipe.Aos meus colegas de Relações Públicas do 1º Semestre/2011Ao Profº Marcelo Silva pela dedicação, incentivo e pela paciência.A Internet, aos Autores, aos Profissionais DE RP.
  43. 43. Boas férias e atépróximo encontro.
  44. 44. O Papel das Relações Públicas
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