Psico. Do Desenvolvimento   IntroduçãO
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Psico. Do Desenvolvimento IntroduçãO

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Trata-se de uma aula sobre Os princípios da Psicologia do Desenvolvimento. Seu obejto de estudo, metodologia, autores, etc

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  • 1. Introdução à Psicologia do Desenvolvimento
    • Apontamentos do texto -
    • O Ciclo Vital - Cap. 1 – Determinando o Estágio: Conceitos e Métodos Básicos –
    • Helen Bee – Artes Médicas , POA, 1997
    Profa.Dra. Silvia Marina Anaruma Licença Creative Commons
  • 2. 1. Explicando as mudanças ao longo do ciclo de vida Desenvolvimento Mudança Continuidade Partilhadas Peculiares Universais Determinada cultura Grupo indivíduo
  • 3. QUAL A ORIGEM DAS MUDANÇAS?
    • Natureza x Criação
    Biológicos Ambiente
  • 4. Explicando as mudanças...
    • 1. Mudanças partilhadas – referentes à idade, comum a todas as espécies
    • 2. Mudanças comuns a um subgrupo – determinada geração
    • 3. Mudanças individuais – eventos singulares, não partilhados
  • 5. Mudanças partilhadas, referentes à idade (Maturação) Relógio Biológico Relógio social Relógio Biológico + Relógio social Timing do nascimento Mudanças biologicamente influenciadas Experiências partilhadas Mudanças internas partilhadas Efeitos culturais e de grupo
  • 6. Eventos singulares não- partilhados Experiências individuais moldam a vida de crianças e adultos As mesmas experiências podem afetar diferentemente as pessoas Experiência mudam o curso da pessoa
  • 7. EVENTOS NA HORA CERTA X EVENTOS FORA DE HORA Período sensível Períodos Críticos Timing da experiência Eventos singulares
  • 8. Pergunta
    • Quais as consequências de um time diferente?
    • Quais as consequências de uma gravidez precoce, com 12 anos, por exemplo?
    • O que significa ter filhos aos 50 anos?
    • Qual a consequência de fazer uma faculdade aos 50 anos?
    • O que aconteceria se eu........hoje?
  • 9. Explicando a continuidade ...
    • Explicações biológicas de consistência
    • Fontes biológicas de continuidade
  • 10. Explicações biológicas de consistência
    • “ Todos os membros de uma determinada espécie partilha códigos genéticos básicos que moldam os padrões de desenvolvimento normal – Maturação “
    • Herança – individual e coletiva
    • Ex: fenótipo, peso, inteligência, aspectos do temperamento, psicopatologias
  • 11. Como avaliar o que é herdado?
    • Duas técnicas:
    • Estudo de gêmeos idênticos e fraternos
    • Estudo de filhos adotivos
  • 12. O comportamento sempre será um produto conjunto do padrão genético e do ambiente e uma pessoa
  • 13. Ainda assim, fica claro que nascemos com certos padrões de resposta que moldam nossa reação ao mundo
  • 14. Pergunta
    • Que padrões de comportamento vem me acompanhando ao longo da vida?
  • 15. Fontes ambientais de continuidade Tendemos a escolher ambientes que combinem com nossas características Esporte individual x esporte coletivo Profissão Diversão
  • 16. Nossos padrões habituais desencadeiam reações dos outros que apresentam a possibilidade de perpetuá-los
  • 17. A tendência pode ser rompida, se o ambiente não mais os apoiar
  • 18. Natureza x Criação – Controvérsias
    • Modelos internos de experiência
    • A perspectiva ecológica
    • Abordagens Interacionistas
  • 19. Modelos internos de experiência
    • “ O efeito de alguma experiência repousa na interpretação que o indivíduo faz dela, no significado que o indivíduo confere à experiência e não em quaisquer propriedades objetivas da mesma “
    A mesma experiência parece ter efeitos variados sobre diferentes adultos
  • 20. A perspectiva ecológica
    • A influência de vários ambientes e pessoas além da família imediata
  • 21. Escola Amigos Vizinhos Profissão dos pais País - cidade - bairro Papéis sociais Etnia
  • 22. Pergunta
    • Volte para a sua infância e avalie o quanto sua vida foi afetada pela condição da sua família, vizinhos, profissão dos seus pais, situação do país...
  • 23. Abordagens Interacionistas
    • Visão do desenvolvimento em que há a interação entre os fatores inatos e o ambiente
    • Modelo da Vulnerabilidade e Resistência
  • 24. Vulnerabilidade Fatores de proteção Ambiente Não se dá a soma, mas a interação As vulnerabilidades são cumulativas
  • 25. Pergunta
    • Na equação: vulnerabilidade x fatores de proteção x ambiente, quando pode haver um resultado negativo?
    • Levante seus fatores de proteção e suas vulnerabilidades e comente como eles interagiram ( interagem) com o ambiente
  • 26. V P P A = V P A =
  • 27. Qual a natureza da mudança desenvolvimental?
    • Mudança qualitativa x mudança quantitativa
    Presença de estágios Reorganização, fases, rupturas, comportamentos típicos... Evolucionistas
  • 28. Quadro dos antigos tópicos do desenvolvimento
  • 29. Questões éticas na Pesquisa sobre o desenvolvimento
    • Toda pesquisa sobre seres humanos envolve certos riscos e desperta algumas questões de ordem ética
    • Comitê de ética em pesquisa: garante a integridade dos sujeitos de pesquisa
  • 30. Métodos de Pesquisa
    • 1. Tamanho da amostra
    • 2. Tipo de Pesquisa:
    • Naturalista
    • Experimental
    • 3. Instrumentos e Técnicas:
    • Questionários
    • Entrevistas
    • Testes
    • Observações
  • 31. Pergunta Dê exemplos de possíveis riscos que os sujeitos correm nas pesquisas sobre desenvolvimento. Como fazer um experimento que envolva o efeito do uso de drogas como a maconha sobre o desenvolvimento?
  • 32. Três principais tipos de pesquisa
    • Projeto por seção cruzada ou transversal : vários grupos, de idades diferentes são testados separadamente e feita uma comparação entre eles
    • Não permite verificar a consistência do comportamento ao longo do tempo
    • Não revela muito sobre a sequência do desenvolvimento
  • 33. Longitudinais: Mesmos sujeitos acompanhados ao longo do tempo Garante a consistência ou inconsistência e as sequências de mudança Problemas quanto ao desgaste seletivo e o abandono do projeto Não resolvem o problema do cohort ou subgrupo
  • 34. Seqüenciais:
    • Envolvem o estudo de mais de um subgrupo ( cohort )
    Longitudinal: compara as colunas Cruzada: compara as linhas Sequenciais: envolve a combinação de ambos
  • 35. Estudos experimentais Causa Efeito Variável independente Variável dependente
  • 36. A presença do animal melhora o estado geral de pacientes?
    •  
    • Relato de experiência: terapia assistida por animais (TAA) - mais um recurso na comunicação entre paciente e enfermeiro. Cíntia Hissae Kawakami; Cyntia Kaori Nakano
    • An. 8. Simp. Bras. Comun. Enferm. May. 2002
    • RESUMO
    • Esse trabalho é um relato de experiência após conhecermos os benefícios conseguidos por meio da Terapia Assistida por Animais (TAA) em quatro instituições de saúde da cidade de São Paulo. As visitas foram feitas no 2o semestre de 2001 em uma casa especializada em educação especial para crianças com diversas síndromes; uma que abriga idosos abandonados ou sem família; uma que oferece apoio para crianças com câncer e outra que abriga e dá assistência à crianças aidéticas. Percebemos, observando a visita de animais aos pacientes, que estes se tornaram mais alegres, mais dispostos, conversando mais entre si e com os voluntários; e que a TAA pode ser usada também como um recurso de aproximação entre o enfermeiro e o paciente.
  • 37.
    • Como garantir que não há outra variável de interferência na pesquisa?
    • O método de aprendizagem altera a compreensão do conteúdo?
    • O período do curso melhora o desempenho do aluno?
    • O professor interfere na disciplina da classe?
  • 38. O creme funciona para minhas espinhas? Como saber qual é o fator causal?
  • 39.
    • Grupo controle x Grupo experimental
    Grupo experimental Grupo controle Recebe o tratamento Variável independente
  • 40. Pergunta
    • Pense num problema que possa ser investigado através do método experimental com grupo controle e grupo experimental
  • 41. Como analisar os dados?
    • Comparando grupos etários calculando o escore médio de alguma medida
    • Utilizando o método de correlação – permite verificar a relação entre duas variáveis
    • A amplitude da relação é determinada pelo coeficiente de relação
  • 42. O coeficiente de relação oscila ...
    • entre -1.00 e +1.00.
    • Zero - ausência de correlação ou independência da variância nas variáveis consideradas
    • Neste caso, ela pode ser positiva (+1.00) ou negativa/inversa (-1.00) conforme as oscilações dos resultados nas duas variáveis ocorram no mesmo sentido (por exemplo, a relação entre a motivação e a aprendizagem), ou em sentido inverso (por exemplo, a relação entre o número de faltas às aulas e o rendimento escolar).
    • Não garante afirmar a causa e o efeito entre os fenômenos
    • Ex. Consumo de picolé a afogamentos
    • Tomar café e ataque cardíaco
    • Número de tatuagens e acidentes de carro
  • 43. Pergunta
    • Qual a relação entre nível de escolaridade e uso de álcool?
    • De forma simulada determine o coeficiente de correlação entre estas duas variáveis
  • 44. Bibliografia