Imagem corporal- Body Image

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Trata-se da introdução dos principais aspectos da imagem corporal - contexto histórico e social, desenvolvimento, estrutura da imagem corporal. Imagem corporal e adolescência. Distúrbios.

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Imagem corporal- Body Image

  1. 1. A IMAGEM CORPORAL SILVIA MARINA ANARUMA Depto de Educação – Instituto de Biociências
  2. 2. •O CONTEXTO
  3. 3. O PASSADO
  4. 4. O PRESENT E
  5. 5. O IDEAL
  6. 6. HOJE
  7. 7. A ERA DO CULTO AO CORPO
  8. 8. FÓRMULA DA JUVENTUDE PLÁSTICA BUTOX CLAREAMENTO A LASER HORMONIOS.... QUALIDADE DE VIDA ALIMENTAÇÃO BALANCEADA 8 HORAS DE SONO ATIVIDADE FÍSICA x FAST-FOOD COMPUTADOR TELEVISÃO ACESSO
  9. 9. ? COMO SE ENQUADRAR
  10. 10. AS CONSTATAÇÕES DIETAS CIRURGIAS PLÁSTICAS EXERCICIOS FÍSICOS EM EXCESSO TRANSTORNOS ALIMENTARES USO DE DROGAS – ANABOLIZANTES EMAGRECEDORES, SUPLEMENTOS
  11. 11. EM QUE CONTEXTO O ADOLESCENTE DEFINE A SUA IMAGEM?
  12. 12. ADOLESCÊNCI A PRECOCE A IMPORTÂN CIA DA APARÊNCI A
  13. 13. GERAÇÃO BATATA FRITA As mamães amam seus bebês, mas nem sempre acertam o cardápio. Olhe o que elas oferecem aos filhos Biscoitos e salgadinhos 88% Sucos com açúcar 65% Bolos 49% Batatas fritas 37% Docinhos de festas 29% Presuntos e similares 18% Refrigerantes 37%
  14. 14. •CONCEITO S
  15. 15. CORPO MEIO DE EXPRESSÃO MUNDO INTERNO CULTURA GRUPO SOCIAL CORPO
  16. 16. DO PONTO DE VISTA PSICOLÓGICO O CORPO SE APRESENTA PARA NÓS COMO UMA IMAGEM A IMAGEM CORPORAL
  17. 17. • A imagem corporal é a figuração do nosso corpo formado em nossa mente, ou seja, o modo pelo qual o corpo se apresenta para nós. • (SCHILDER, 1980)
  18. 18. • PERCEPÇÃO + REPRESENTAÇÕES MENTAIS = BASE PARA ATITUDES EMOCIONAIS • Se nos consideramos altos, agimos como pensamos agirem as pessoas altas
  19. 19. Estruturas da imagem corporal • Libidinal • Fisiológica • Sociológica • Elas se inter-relacionam continuamente
  20. 20. libidinal •Vivência afetiva, emocional, cognitiva e erótica de cada um
  21. 21. Fisiológica •Aspectos orgânicos, relacionados com o movimento e a ação
  22. 22. Sociológica •O corpo na sua relação com outros corpos •Valores, costumes, representações sociais
  23. 23. •As representações de gênero passam por esta influência
  24. 24. Qual o critério que usamos para dizer se é um corpo
  25. 25. O DESENVOLVIMENTO DA IMAGEM CORPORAL • Depende da maturação • De acordo com as fases de desenvolvimento da libido • Ocorre, provavelmente, paralelo ao desenvolvimento sensório-motor • O papel da dor • As doenças orgânicas • As irritações, a necessidade de limpeza e as sensações que levam ao toque
  26. 26. • As partes que são mais tocadas se diferenciam das menos tocadas • As partes que vemos, diferenciam das que não podem ser vistas • O contato que recebemos dos outros e o interesse que eles demonstram pelas diversas
  27. 27. Ex. de desenhos infantis da Imagem
  28. 28. • A imagem corporal não é estática • Tem um movimento de auto- construção e auto- destruição interna • Estruturamos nosso modelo postural à partir de nosso estado emocional e se revela como uma auto- defesa – Ex: medo de
  29. 29. REAL X IDEAL A IMAGEM SURGEM OS DISTÚRBIOS DA IMAGEM CORPORAL
  30. 30. DISTÚRBIOS DA IMAGEMDISTÚRBIOS DA IMAGEM CORPORALCORPORAL CONSIDERA CERTA PARTE DO CORPOCONSIDERA CERTA PARTE DO CORPO ANORMALANORMAL SUAS FORMAS E MEDIDAS SÃOSUAS FORMAS E MEDIDAS SÃO INADEQUADASINADEQUADAS A DIFICULDADE DE SE OLHAR NOA DIFICULDADE DE SE OLHAR NO ESPELHOESPELHO NÃO SE RECONHECE EM SEU TAMANHO REALNÃO SE RECONHECE EM SEU TAMANHO REAL QUANDO ENGORDA OU EMAGRECEQUANDO ENGORDA OU EMAGRECE EXCESSIVA PREOCUPAÇÃO COM OEXCESSIVA PREOCUPAÇÃO COM O PESOPESO
  31. 31. O HOMEM O USO DE ANABOLIZANTES E SUPLEMENTOS ANABOLIZANTES VETERINÁRIOS
  32. 32. A QUE PONTO SE CHEGA? INCIDÊNCIA DA ANOREXIA ENTRE 10 E 19 ANOS A mulher
  33. 33. OBESIDADE No Brasil Excesso de peso: 47% de homens e 39% de mulheres Obesidade 11% (GIGANTE, MOURA e SARDINHA, 2006)
  34. 34. • A prevalência de obesidade dobrou de 1975 a 1989 em adultos • Maior índice na região Sudeste que Nordeste. • (Inquérito Domiciliar sobre Comportamentos de Risco e Morbidade Referida de Doenças e Agravos não Transmissíveis. Brasil, 15 capitais e Distrito Federal 2002–2003)
  35. 35. ESTE QUADRO OFERECE UM GRANDE DESAFIO AOS PAIS, PROFISSIONAIS E EDUCADORES QUE DEVEM: CONSIDERAÇÕES FINAIS
  36. 36. 1. CONHECER E RECONHECER QUANDO A PREOCUPAÇÃO COM A APARÊNCIA PASSA A LEVAR AO SOFRIMENTO E DAÍ A VIRAR UM TRANSTORNO 2. DESENVOLVER UMA CONSCIÊNCIA CRÍTICA QUE RECUSE ESTA VALORIZAÇÃO DO CORPO ENQUANTO UM OBJETO DE CONSUMO 3. LUTAR CONTRA UM MODELO IDEAL DE CORPO
  37. 37. 4. REALIZAR O TRABALHO PREVENTIVO QUE COMEÇA DESDE O NASCIMENTO DA CRIANÇA E QUE INCLUI O CUIDADO COM A ALIMENTAÇÃO, A FORMAÇÃO DE UMA IMAGEM CORPORAL POSITIVA, A VALORIZAÇÃO DA AUTO-ESTIMA E A VALORIZAÇÃO DO AFETO
  38. 38. “ OS MÉDICOS, OS NUTRICIONISTAS, AS ACADEMIAS, PODEM SER OS REPRESENTANTES DESSE NOSSO TEMPLO SAGRADO. AS ARMAS SUTIS PARA GARANTIR O
  39. 39. NEM A MAGREZA, NEM A BELEZA SÃO SINÔNIMOS DE FELICIDADE
  40. 40. Referências Bibliográficas • ANARUMA, SM. Estudos sobre a imagem corporal. Rio Claro, Unesp, 1995 (texto apostilado), adaptado da tese de doutorado: Encontro com o corpo. Um programa de Intervenção psicológica para o atendimento de pessoas com excesso de peso, Unicamp, Campinas, 1995. • BRASIL. Ministério da Saúde. Inquérito domiciliar sobre comportamentos de risco e morbidade referida de doenças e agravos não transmissíveis: Brasil, 15 capitais e Distrito Federal, 2002-2003. Rio de Janeiro: INCA, 2004 • ESTEVÃO, A. e BAGRICHEVSKI, M. Cultura da Corpolatria e Body-Building: Notas para reflexão. Revista Makenzie de Educação Física. v.3 nº 3, pg 3- 15, 2004
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