PPP 2014 - EC 29 de Taguatinga

1,745 views

Published on

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
1,745
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
148
Actions
Shares
0
Downloads
34
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

PPP 2014 - EC 29 de Taguatinga

  1. 1. GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO COORDENAÇÃO REGIONAL DE ENSINO DE TAGUATINGA ESCOLA CLASSE 29 PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO 2014 Direção Coordenação Professores Auxiliares Pais
  2. 2. Rubem Alves “Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são pássaros em voo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o voo, isso elas não podem fazer, porque o voo já nasce dentro dos pássaros. O voo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.”
  3. 3. SUMÁRIO 1. Apresentação 2. Historicidade 3. Diagnóstico da realidade 4. Missão 5. Princípios orientadores 6. Objetivos 7. Concepções teóricas 8. Organização do trabalho pedagógico da escola 8.1 planos de ação 9. Concepções, práticas e estratégias de avaliação 10. Organização da proposta curricular 11. Plano de ação para implementação do projeto político pedagógico Gestão pedagógica Gestão de resultados educacionais Gestão participativa Gestão de pessoas Gestão financeira Gestão administrativa 12. Acompanhamento e avaliação 13. Projetos específicos 14. Referenciais bibliográficos 15. Apêndices
  4. 4. 1. APRESENTAÇÃO A proposta básica deste trabalho é oferecer contribuições provindas da reflexão de educadores, alunos, pais, núcleo gestor e demais funcionários da EC 29, visando intensificar o desenvolvimento de ações cooperativas, eficazes e renovadoras. O Projeto Pedagógico é compreendido como processo de ação participativa grupal com pessoas interagindo politicamente em função das necessidades, interesses e objetivos comuns. Busca um maior envolvimento na ação educativa, considerada responsabilidade de todos os membros da Comunidade Escolar. Em vista disso, este projeto foi construído através de encontros com a comunidade escolar nos dias previstos para tal, no início do ano letivo de 2014, em encontros ao longo dos meses de fevereiro e março no espaço das coordenações coletivas com os professores e demais funcionários e através de questionários estatísticos. A educação, em todos os tempos, e principalmente nos dias de hoje, ressente-se de maior aprofundamento e clareza sobre o verdadeiro sentido da aprendizagem e sobre os objetivos a serem alcançados. Não se trata simplesmente de aprender conteúdos, mas, antes, preparar-se para o pleno exercício de sua cidadania. A diversidade cultural brasileira deve permear as discussões na área educacional e na composição das diretrizes curriculares das diferentes disciplinas, principalmente no que diz respeito às diferenças culturais. O desafio é sair da postura reprodutiva, oferecendo indicações que facilitem o aprender e o saber pensar. Seguindo essa linha de pensamento, na caminhada em busca da construção do saber, o mundo sente a necessidade de incluir o pensar próprio desde os anos iniciais da vida escolar do educando. Para superar as dificuldades, têm sido propostas políticas públicas afirmativas que dão ênfase à cidadania e à dignidade da pessoa humana. Nesta perspectiva a educação é considerada um veículo privilegiado no processo da inclusão social. A educação é essencial ao processo de transformação da sociedade, cabendo à escola estimular a construção de valores, hábitos e comportamentos de forma democrática e comprometida para a formação integral do ser humano. A escola deve ser um espaço para construção do saber e integração do indivíduo na sociedade.
  5. 5. “O Projeto Pedagógico é um instrumento teórico- metodológico que visa ajudar a enfrentar os desafios do cotidiano da escola, só que de forma refletida, consciente, sistematizada, orgânica e, o que é essencial, participativa. É uma metodologia de trabalho que possibilita ressignificar a ação de todos os agentes da instituição.” Vasconcellos (1995) 2. HISTORICIDADE A Escola Classe 29 de Taguatinga situa-se na QNJ 18 Área Especial nº 10, CEP:72140-180, telefone/email: 39016743/ ec29tag@gmail.com. Conta com uma área de 6.000 metros quadrados, sendo 1.500 metros quadrados de área construída, tendo 8 salas de aula, 1 Laboratório de Informática, 1 sala para biblioteca, 1 sala de professores, 1 sala para o SOE, 1 banheiro adaptado, 2 banheiros para os alunos, 2 banheiros para os funcionários, 1 cantina, 1 refeitório, 1 secretaria/direção, 1 depósito para merenda. Edificada em 1969 e inaugurada em 02/09/70. Foi criada pelo Decreto 1150 de 08/10/69, publicado na Legislação do Distrito Federal, volume VIII, página 3024. Com autorização de funcionamento pelo Decreto nº 3547, de 03/01/77, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de 11/02/77, suplemento. Reconhecimento pela Portaria nº 17 de 07/07/80, Secretaria de Educação e Cultura, publicado no volume I, página 142 dos Atos Normativos da Fundação Educacional do Distrito Federal. Ato de criação pela Portaria 003 de 12/01/2004. Vinculada à Secretaria de Estado de Educação – Coordenação Regional de Ensino de Taguatinga a partir de setembro de 1970 vem prestando atendimento à Comunidade ininterruptamente. Atualmente atende de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, totalizando aproximadamente 350 alunos no diurno. 3. DIAGNÓSTICO DA REALIDADE ESCOLAR A escola conta com alunos com faixa etária entre 06 e 13 anos, os quais têm responsáveis com nível de escolaridade de ensino médio e renda financeira de 1 a 5 salários mínimos, residem na maioria em casas alugadas, próximo à escola, a família é composta por mais de 5 integrantes, geralmente naturais do DF, atuam no setor privado, a maioria não participa de programas do governo e com caráter
  6. 6. religioso predominantemente católico. Recebemos também crianças abrigadas da Instituição “Casa do Caminho”, conforme ilustrado nos gráficos
  7. 7. A comunidade escolar é participativa nas reuniões propostas e festividades, porém ainda temos algumas famílias que participam pouco da vida escolar de suas crianças. O espaço geográfico que a escola ocupa é cercado por um alto índice de circulação de pessoas e automóveis, pois se encontra em área residencial e com edificações que ofertam educação particular. Diante de todo esse quadro acima a instituição por meio de sua equipe gestora, professores e auxiliares educacionais e alguns pais tem buscado melhorar a escola, tanto em sua parte física como pedagógica, buscando parcerias e novas
  8. 8. propostas pedagógicas que despertem nos alunos o prazer de fazer parte dessa comunidade. A Escola Classe 29 de Taguatinga desenvolve uma aprendizagem significativa, oportunizando relações entre a Unidade de Ensino, comunidade e demais manifestações culturais, regionais, étnicas, religiosas e políticas. Busca abrir suas portas para questões da sociedade e do cotidiano demonstrando que se pode atuar decisivamente no processo de construção da cidadania, tendo como meta o ideal de uma crescente igualdade de direitos entre os cidadãos, baseados nos princípios democráticos previstos nos eixos transversais propostos nos pressupostos teóricos, Currículo em Movimento. Os índices de desempenho, em 2013, podem ser observados abaixo no Gráfico de Desempenho de Turmas: MOVIMENTAÇÃO 1º ano 2º ano 3º ano 4º ano 5ª ano Matrícula Inicial em mar/2013 40 70 76 70 83 Afastados por Transferência 06 05 03 05 10 Matrícula final 38 71 76 69 83 Aprovados 38 70 68 62 79 Reprovados 00 00 08 06 04 Admitidos após fevereiro 05 05 03 05 10 Afastados por abandono 00 01 00 01 00 Fonte: Censo Escolar O 1º, 2º e 3º anos, no gráfico acima, equivalem às turmas do 1º Bloco do 1º Ciclo (6, 7 e 8 anos) respectivamente, onde se inicia o processo de alfabetização e que tem promoção automática. Embora estejam baixos, os índices de retenção são preocupantes e são um ponto importante a ser melhorado através deste projeto. O desafio é manter o padrão já alcançado na qualidade do ensino oferecido sem, no entanto, descuidar da busca constantemente pelo aprimoramento. Mediante tais desafios, trabalha-se para desenvolver um projeto integrado com toda a comunidade escolar.
  9. 9. 4. MISSÃO Oferecer uma Educação de qualidade, pautada nos princípios de uma democracia participativa, comunitária, inclusiva e ambiental, tornando-se um espaço cultural de socialização e desenvolvimento do educando, preparando-o para o exercício de sua plena cidadania. . 5. PRINCÍPIOS ORIENTADORES A escola, na perspectiva de construção e implementação de um currículo integrado abre espaço para temáticas de interesse social como: sustentabilidade ambiental, direitos humanos e complexidade das relações entre escola e sociedade. Sendo assim esses temas permearam as atividades docentes independente dos componentes curriculares, proporcionando às crianças, pertencentes aos diferentes grupos sociais, o direito de aprender. Para tanto, é necessário que no processo de ensino aprendizagem todas as atividades pedagógicas, independente dos componentes curriculares sejam organizadas em torno dos eixos, que estruturam o trabalho pedagógico. O currículo em movimento da Educação Básica empenha-se para garantir não apenas o acesso de todos e todas à educação básica, mas a permanência com qualidade referenciada nos sujeitos sociais, em conformidade com os preceitos constitucionais e a Lei 4.751/2012, de Gestão Democrática do Sistema de Ensino Público do Distrito Federal. “As escolas brasileiras, para exercerem uma função social, precisam possibilitar o cultivo dos bens culturais e sociais considerando as expectativas e as necessidades dos alunos, dos pais, dos membros da comunidade, dos professores, enfim, dos envolvidos diretamente no processo educativo”. (PCN – 2001) A educação envolve elementos históricos, políticos, sociais, econômicos, culturais e pedagógicos. É papel da escola garantir à comunidade as condições necessárias para o exercício pleno da cidadania, envolvendo o aluno no processo de construção de conhecimento, além de proporcionar a diversificação e a apropriação dos conteúdos. Para isso, é fundamental construir práticas pedagógicas que respeitem as diferenças, considerando essas diferenças como elementos ricos de
  10. 10. trabalho afim de que o educando possa conscientizar-se de sua responsabilidade no processo de construção do conhecimento. Num mundo de grandes desigualdades, nem sempre é fácil lidar com a diferença. Ela está em toda parte. Por vezes, é mais simples percebê-la quando a questão envolve times de futebol, religião, formas de agir. Na abordagem de temas mais complexos, ou simplesmente se a proposta exige um exercício crítico rigoroso, podemos dizer que, mesmo entre os mais semelhantes, habitam numerosas diferenças – afinal, cada ser humano é único no conjunto de suas características. A diversidade cultural brasileira deve permear as discussões na área educacional e na composição das diretrizes curriculares das diferentes disciplinas, principalmente no que diz respeito à cultura negra e sua contribuição para a formação da cultura brasileira. Valorizar a contribuição dos povos africanos à formação da história brasileira é necessário principalmente a partir da criação da Lei nº 10.639/03 que determinou a obrigatoriedade nas escolas brasileiras do ensino da HISTÓRIA E CULTURA AFRO–BRASILEIRA, lei sancionada pelo presidente Luís Inácio Lula da Silva, sendo que o seu artigo 79-B prevê que: “O calendário escolar incluirá o dia 20 de novembro como ‘Dia Nacional da Consciência Negra’.”. Os objetivos e metas foram discutidos amplamente com o grupo e colocados de maneira clara neste projeto. Assim, toda a equipe está voltada para a realização dos mesmos. Sabemos que a expectativa positiva em relação ao educando é muito importante para estimulá-lo e auxiliá-lo em suas dificuldades; é por isto, e por acreditar fortemente no potencial de nossos alunos e na capacidade que eles têm de aprender, que a equipe desta escola trabalha em educação. 6. OBJETIVOS GERAIS: Promover um ensino público de qualidade, que favoreça a socialização do aluno, priorizando seu desenvolvimento crítico-social, afetivo, psicomotor, físico e cognitivo, segundo pressupostos básicos para a formação da cidadania, respeitando suas diferenças sociais.
  11. 11. ESPECÍFICOS:  Desenvolver capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição do conhecimento, habilidades e a formação de hábitos, atitudes e valores.  Fortalecer vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.  Proporcionar aprendizagens significativas, desenvolvimento de habilidades e domínio de competências levando o estudante à percepção sobre a relação entre o que está aprendendo e seus próprios objetivos e interesses.  Oportunizar a independência, a criatividade e a autoconfiança do estudante, estimuladas em decorrência de avaliação mediadora e justa, realizada em atmosfera de liberdade.  Levar o aluno a interagir com gêneros de esfera do cotidiano e institucional, tanto na leitura como na escrita.  Discutir questões vinculadas ao meio ambiente, apresentando pontos de vista que auxiliarão o aluno a compreender a relação entre o homem e a natureza e a despertar o respeito pelos valores da terra.  Buscar parcerias que possibilitem aquisição de materiais, a reorganização do espaço físico, a ampliação do acervo da sala de leitura e melhorias no estacionamento interno.  Oportunizar, através de oficinas e dinâmicas, interação entre funcionários.  Oportunizar a formação continuada dos docentes nas reuniões coletivas.  Utilizar os resultados da Avaliação Institucional como meio de ajustar possíveis discrepâncias.  Estimular a participação dos pais na vida escolar dos filhos, através do voluntariado nos trabalhos da escola. 7. CONCEPÇÕES TEÓRICAS A Secretaria de Educação do Distrito Federal lançou em 2014 o Currículo em Movimento com o objetivo de apoiar os sistemas de ensino na implementação da política de educação integral. A perspectiva da educação integral propõe a construção de projetos pedagógicos que atendam a necessidade de organização das escolas e de desenvolvimento de práticas pedagógicas que respeitem os três
  12. 12. eixos norteadores: Educação para a Diversidade, Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos e Educação para a Sustentabilidade. Assim o currículo procura atender aos objetivos da Rede de Ensino do Distrito Federal, de fomento e produção de conhecimentos, desenvolvimento e disseminação de metodologias educacionais integradas. Este currículo foi baseado na Teoria crítica e pós-crítica e constitui um referencial importante para a formação dos nossos alunos no que se refere às novas práticas de uma educação na perspectiva da educação integral, criando meios para que as crianças, jovens e adultos se humanizem, apropriando-se da cultura, onde os conhecimentos se dialogam entre si, estimulando a pesquisa, a inovação e a utilização de recursos e práticas pedagógicas mais criativas, flexíveis e humanizadas. Os estudos têm mostrado que as pessoas proclamam uma urgência e experimentar vivências educacionais e de sobreviver socialmente. É uma espécie de necessidade, não apenas de encontrar um modelo de vida escolar diferente, mas de buscar a partir do contraste histórico entre desigualdades e as propostas de inclusão, uma identidade mais definida, isto é, uma nova forma de organização para o que já existe. Sendo assim, as concepções teóricas que fundamentam esse Projeto destinam-se a orientar professores que estão na busca de uma sociedade mais justa e consequentemente mais participativa. O interesse da Escola Classe 29 é intensificar as ações de atividades integrais que estão ocorrendo no interior das escolas. Queremos assim, estimular cada vez mais, a participação da comunidade escolar, pois defendemos uma proposta educacional baseada na concepção de um ser humano integral, cujo conhecimento se constrói nas relações históricas e sociais. 8. ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO O Currículo em Movimento traz a oportunidade do trabalho com diferentes formas de organização do tempo e do espaço escolar. Atendemos o 1º e o 2º ciclo do ensino fundamental- anos iniciais. A proposta de se trabalhar com ciclos é garantir as aprendizagens dos estudantes, sem fragmentação do tempo escolar e das formas de avaliação. Dessa forma, os trabalhos pedagógicos devem preconizar a proposta dos eixos transversais: Educação para a Diversidade, Cidadania e
  13. 13. Educação em e para os Direitos Humanos e Educação para a Sustentabilidade, bem como os conteúdos e os processos de avaliação educacional. Atuamos com a jornada de 5 horas diárias, por meio de atividades diversificadas que objetivam atender as necessidades dos nossos alunos. Procuramos estender os laços com a comunidade escolar, a fim de promover ações e reflexões que possibilitem a troca de informações e sugestões em prol dos nossos alunos. A parceria entre escola e família é indispensável para uma educação de qualidade e depende de uma boa relação entre familiares, gestores, funcionários e estudantes. Está na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA): as escolas têm a obrigação de se articular com as famílias e os pais têm direito a ter ciência do processo pedagógico, bem como de participar da definição das propostas educacionais. A escola foi criada para servir à sociedade. Por isso, ela tem a obrigação de prestar contas do seu trabalho, explicar o que faz e como conduz a aprendizagem das crianças e criar mecanismos para que a família acompanhe a vida escolar dos filhos. Realizamos no mês de fevereiro uma reunião, denominada de Aula Inaugural, para discutir o planejamento administrativo e pedagógico da Escola que será desenvolvido no ano de 2014. Em conformidade com a organização do trabalho pedagógico segue as práticas desenvolvidas: 8.1 PLANOS DE AÇÃO 8.1.1 COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Atuação:  Subsidiar o trabalho pedagógico docente, orientando e coordenando ações para assegurar o cumprimento das metas e objetivos propostos no Projeto Político Pedagógico da EC 29.  Participar da elaboração, da implementação, do acompanhamento e da avaliação da Proposta Pedagógica da instituição educacional;  Orientar e coordenar a participação docente nas fases de elaboração, de execução, de implementação e de avaliação do Projeto Pedagógico da Instituição Educacional;
  14. 14.  Articular ações pedagógicas entre professores, equipe de direção e da Coordenação Regional de Ensino, assegurando o fluxo de informações;  Divulgar e incentivar a participação dos professores em todas as ações pedagógicas, promovidas pela Instituição Educacional, pela Coordenação Regional de Ensino e pela Subsecretaria de Educação Básica, inclusive as de formação continuada;  Estimular, orientar e acompanhar o trabalho docente na implementação do Currículo da Educação Básica das Escolas Públicas do Distrito Federal, por meio de pesquisas, de estudos individuais e em equipe e de oficinas pedagógicas locais;  Divulgar, estimular e propiciar o uso de recursos tecnológicos, no âmbito da instituição educacional, com as orientações metodológicas específicas;  Orientar os professores recém-nomeados e recém-contratados quanto ao desenvolvimento do Projeto Pedagógico;  Propor reflexões avaliativas da equipe, objetivando redimensionar as ações pedagógicas. Ações:  Contribuir para redução dos índices de retenção.  Articular ações para que o eixo metodológico dê ênfase às aprendizagens significativas assegurando a melhoria da qualidade de ensino.  Colaborar para a inserção dos alunos com defasagem idade/série e que apresentam dificuldade e/ou lacunas de aprendizagem no Projeto de Educação Integral.  Estimular o envolvimento dos alunos nos projetos da UPE de forma que eles possam se identificar como parte integrante de cada ação proposta.  Estimular o envolvimento, através de reuniões bimestrais, de toda comunidade, pais e Conselho Escolar no Projeto de Avaliação Institucional.  Apoiar a implementação do Projeto Recreio Dirigido com jogos, brinquedos e brincadeiras juntamente com o S.O.E.  Contribuir para o acesso dos funcionários a cursos de formação continuada e proporcionar-lhes oportunidade de estudo dentro e fora da escola.  Articular ações pedagógicas entre professores, como desenvolvimento de reforço, projetos interventivos, etc.
  15. 15.  Acompanhar o desenvolvimento dessas ações, verificando pontos positivos e retificando pontos negativos.  Incentivar a participação dos professores em todas as ações e propostas de formação continuada.  Propor estudo e reflexão avaliativa das ações da equipe docente.  Orientar e coordenar projetos interventivos e de reforço de alunos defasado e/ou com dificuldades de aprendizagem. 8.1.2SERVIÇO DE ORIENTAÇÃO EDUCACIONAL I. Contextualização – breve diagnóstico da realidade escolar: A Escola Classe 29 de Taguatinga está situada na QNJ 18 A.E. 10 é uma escola, hoje composta no seu total de 15 turmas (08 turmas matutino e 07 turmas no vespertino), dessas 15 turmas temos 03 turmas de Integração Inversa, 04 turmas de Classe Comum Inclusiva perfazendo um total de 378 alunos matriculados. Na escola contamos com o apoio da Sala de Informática (hoje desativada por falta de profissional), Sala da Equipe de Apoio A Aprendizagem, Sala de Reforço e Biblioteca. O corpo docente é muito comprometido e ciente do seu papel de educadores. Quanto à comunidade é presente, colaboradora e sempre que solicitada responde aos chamados da escola. É uma escola desafiadora, pois possuímos 14 alunos diagnosticados (01 Deficiente Físico Leve, 01 Deficiente Mental/Síndrome de Down, 01 Deficiente Intelectual, 05 TDAH, 02 Dislexia, 02 DPAC e 02 Outras Necessidades), mas devido à união e a força de vontade de todos, temos apresentado bons resultados, mesmo diante de muitas dificuldades encontradas no nosso dia a dia. II. Ações / Atividades: 1. Ações para a implantação / implementação do SOE a) Ações A Orientação Educacional, consciente da problemática, hoje instalada em nossa sociedade adota procedimentos onde se possa trabalhar o respeito pelo próximo, o
  16. 16. amor, a humildade, a justiça, a responsabilidade, a ética, o companheirismo e outros valores essenciais à convivência harmoniosa tanto dentro do ambiente escolar com fora dele. b) Objetivos Elaborar Plano de Implantação do Serviço de Orientação Educacional respaldado no Projeto Político Pedagógico da Escola; Apresentar para o corpo docente, discente e aos pais/responsáveis o Plano de Ação do Orientador Educacional; Esclarecer em reunião a comunidade escolar quanto às prioridades do Serviço de Orientação Educacional; Fazer levantamentos de Instrumentos de trabalho como: fichas diversificadas para registros de ações coletivas e individuais, encaminhamentos de professores, atendimentos a pais, livro de registros de atas e de ocorrências diárias e livro de protocolo para registros de documentos enviados. 2. Ações no âmbito institucional a) Ações Sendo o Serviço de Orientação Educacional um trabalho dinâmico e continuo que se preocupa com o desenvolvimento harmonioso do aluno em todos os seus aspectos emocionais, intelectuais, físicos, social, e ético, é necessário que se faça que o processo educativo seja desenvolvido de forma integrada e cooperativa entre professores, direção, auxiliares em educação, pais e parcerias com profissionais de outras áreas. b) Objetivos Conhecer o Regimento Interno da Escola; Participar da Elaboração do Projeto Político Pedagógico da Escola; Orientar aos pais/responsáveis sobre o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente; Participar e manifestar-se em Conselhos de Classe, Coletivas, Dias Temáticos e Coordenações Pedagógicas.
  17. 17. 3. Ações junto ao corpo docente a) Ações A ação integrada do Orientador Educacional com grupo de professores é de fundamental importância, não havendo espaço para práticas isoladas e fragmentadas dos ocorridos abordados no cotidiano da Escola. b) Objetivos Realizar ações no desenvolvimento de projetos interdisciplinares sobre valores, saúde, educação sexual, prevenção ao uso indevido de drogas, meio ambiente, ética, cidadania, convivência saudável, de acordo com as prioridades estabelecidas pela escola; Orientar os professores quanto à participação dos mesmos na identificação, no encaminhamento e acompanhamento dos alunos que apresentam dificuldades diversas: cognitivas, emocionais, sociais e pessoais; Viabilizar aos professores materiais com textos, artigos entre outros que possam ser trabalhados em suas atividades; Viabilizar a devolutiva dos atendimentos e encaminhamentos dos alunos; Refletir junto aos professores sobre: mediação de conflito em sala de aula 4. Ações junto ao corpo discente a) Ações O Orientador Educacional tem como objetivo fundamental oportunizar ao educando o desenvolvimento pleno, visando sua autonomia intelectual e emocional. Cabe a Orientação Educacional orientar o educando na tomada de consciência sobre seus valores, potenciais e dificuldades, dando-lhes oportunidade de autoavaliar-se para fazer escolhas mais apropriadas e assumir responsabilidades; mediante uma prática sistematizada e contínua aos diversos elementos que exercem influência direta e indiretamente a sua formação. b) Objetivos Desenvolver projetos que favoreçam a socialização de valores humanos e a aquisição de atitudes/hábitos saudáveis; Trabalhar com os alunos técnica de estudo e atenção; Promover atividades que desenvolva nos alunos o autoconhecimento, autoimagem e autoestima.
  18. 18. 5. Ações junto à família a) Ações A integração família/comunidade/escola é uma responsabilidade de todos, só através de um trabalho integrado dividindo responsabilidades que a escola alcançará êxito. b) Objetivos Identificar e trabalhar junto à família, as causas que interferem no avanço de ensino e de aprendizagem; Atender individualmente e/ou coletivamente pais e/ou responsáveis; Orientar os pais e/ou responsáveis da importância da intervenção dos mesmos quanto à manutenção de hábitos de estudos na criança; Registrar em livro de ata todo atendimento realizado. 6. Ações na área de estágio supervisionado em OE a) Ações Cabe ao Orientador Educacional proporcionar vivência teórica – prática aos estudantes na área de Orientação Educacional. b) Objetivos Apresentar todo o trabalho da Orientação Educacional; Proporcionar ao estagiário a vivência de situações reais de conflito, tomadas de decisão que permeiam as atividades da Orientação Educacional. 7. Ações junto à rede social a) Ações Estabelecer parcerias com profissionais de outras instituições tendo em vista o fortalecimento das ações desenvolvidas na Escola. b) Objetivos Acompanhar e realizar atividades em conjunto com os demais segmentos da Saúde, Segurança Pública, Secretaria da Justiça Eleitoral e Conselho Tutelar para prevenção à saúde, uso indevido de drogas, valor do voto consciente, direitos e deveres assegurados às crianças diante de possíveis maus tratos, vacinação.
  19. 19. 8.1.3 EQUIPE ESPECIALIZADA DE APOIO A APRENDIZAGEM O Plano de ação da Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem (EEAA) que assessora a unidade de ensino: ESCOLA CLASSE 29 DE TAGUATINGA em conformidade com o Plano Orientador vigente no corrente ano e Portaria nº 254 de 12/dez/2008. Tem com objetivo atender a demanda até o momento levantado com vista a contribuir para o processo de ensino aprendizagem. A elaboração do Plano de Ação ocorreu com a participação efetiva de diversos segmentos da comunidade escolar, por meio de diversos instrumentos de coleta de dados, tais como: Relatório Quantitativo Bimestral; Entrevista a professores, coordenadores, supervisores, diretores, pais de alunos, entre outros; troca de experiência entre equipes; orientadores educacionais e professores da sala de recursos. Diante do desafio de desenvolver um serviço de apoio técnico-pedagógico, de caráter multidisciplinar buscando a melhoria da qualidade do processo de ensino e aprendizagem, por meio das ações institucionais, preventivas e interventivas citadas na Orientação Pedagógica da Equipe Especializada de Apoio à Aprendizagem. Sabendo que o atendimento especializado apoio psicopedagógico na Secretaria de Estado de Educação nos remete ao ano de 1968 na Escola Parque 307/308 Sul, onde tinha caráter multidisciplinar e técnico-pedagógico, depois foi transferido para Secretaria de Saúde por meio de convênio com Centro de Orientação Médico Psicopedagógico (COMPP) buscando realizar diagnóstico diferencial e complementar dos educandos encaminhados com queixa de fracasso escolar queixa de dificuldade de aprendizagem e necessidades educacionais especiais. Podemos continuar citando ainda outros fatos históricos, como:  Criação das Equipes de diagnóstico/avaliação do Ensino Especial – 1974;  Criação das Equipes de Atendimento psicopedagógico, composto de: Pedagogos, Psicólogos e fonoaudiólogos – 1987.  Criação das Equipes de Atendimento/Apoio à Aprendizagem (EEAA), composto de: pedagogo, psicólogos e orientadores educacionais;
  20. 20.  Saída dos orientadores educacionais da composição das EEAAs, retornando estes para atuação exclusiva nas escolas e permanecendo os pedagogos e psicólogos – abril de 2008;  Regulamentação das EEAAs, portaria nº 254 – dezembro de 2008  A divulgação do Plano Orientador: Equipes Especializadas de Apoio à Aprendizagem – abril de 2009.  E por fim a divulgação da Orientação Pedagógica do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem – 2010; No entanto tudo este fato histórico não podem ser desvinculados da fundamentação legal e histórico que vai muito além da história da educação no Distrito Federal, que nos remete a: 1948 com a Declaração Universal dos Direitos Humanos – ONU, 1959: Declaração Universal dos Direitos da Criança – ONU; 1990: Declaração Mundial de Educação para Todos – Jomitiem/Tailândia – UNESCO; 1994: Conferência Mundial sobre Necessidades Educacionais Especiais: Acesso e Qualidade – Salamanca – Espanha – UNESCO; 1988 - Constituição Federal – Brasil; 1990: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) – Brasil; entre outros. O seja, antes de ser um marca histórico o serviço de atendimento educacional especializado no Brasil e particularmente no Distrito Federal é também e principalmente um direito e dever do estado defendido pelo país de tanto externamente como internamente. Assim sendo as ações aqui proposto a serem executadas tem como meta permitir aos educando como um todo seu pleno desenvolvimento de forma não excludente do processo de ensino-aprendizagem, buscando desenvolver suas competências e com base nas metas estabelecidas pela Secretaria de Estado de Educação e acima de tudo a sociedade no contexto histórico-social e perspectivas futuras da humanidade. Atuação: Mapeamento Institucional nas dimensões: pedagógica, administrativa, social, cultural, entre outros. Numa perspectiva de uma atuação preventiva e institucional, buscando a compreensão do contexto escolar, valorizando as características particulares que interferem diretamente no desempenho da escola. Assessoramento ao trabalho coletivo dos professores – Visando auxiliar a instituição escolar na conscientização dos processos educativos, tanto no que se
  21. 21. refere aos avanços, compreendidos como ações pedagógicas bem sucedidas, quanto aos desafios que podem ser superados por meio de ação coletiva. Acompanhamento do processo de Ensino-Aprendizagem – buscando momentos de reflexão acerca da forma pela qual se dá a aplicação de métodos e técnicas pedagógicas desenvolvidas pelos atores da escola abrangendo as competências de cada um buscando uma concretização de uma cultura de sucesso escolar. Ações:  Compreender da história da escola;  Analisar dos documentos norteadores do funcionamento da escola;  Analisar como se dá a relação entre os atores da escola;  Verificar junto à comunidade escolar quais concepções e pressupostos conduzem as práticas na instituição;  Analisar a conjuntura social, política e econômica na qual a escola se insere entre outras que nas unidades escolar se fizer necessário;  Participar nas coordenações pedagógicas;  Participar dos conselhos de classe;  Participar nas reuniões ordinárias (bimestrais de pais e mestres) e extraordinárias;  Contribuir na elaboração dos projetos e eventos escolares diversos;  Contribuir com a formação continuada do corpo docente, por meio de oficinas temáticas e palestra previamente definidas;  Observar os espaços escolares;  Entrevistar os diversos atores envolvidos como processo de formação dos alunos;  Analisar do histórico escolar dos alunos;  Analisar as atividades desenvolvidas pelos alunos ao longo do ano letivo;  Discutir acerca das práticas de ensino visando melhora o desempenho escolar dos alunos;  Ministrar oficinas e troca de experiências de forma reflexiva pelos diversos atores da escola;  Intervir nas situações de queixa escolar conforme estabelece o Procedimento de Avaliação e Intervenção das Queixas Escolares e Níveis de Intervenção – PAIQUE.
  22. 22. 9. CONCEPÇOES PRÁTICAS E ESTRATÉGIAS DE AVALIAÇÃO Precisamos analisar a avaliação sob dois prismas: o da verificação e o da avaliação propriamente dita. O termo verificar provém, etimologicamente do latim “verum facere” e significa "fazer verdadeiro". O termo avaliar, por sua vez, também tem sua origem no latim, provindo da composição “a-valere”, que quer dizer "dar valor...". Porém, o conceito de avaliação é formulado a partir das determinações da conduta de "atribuir um valor ou qualidade a alguma coisa, que, por si, implica um posicionamento positivo ou negativo em relação ao objeto, ato ou curso de ação avaliado". A verificação se encerra no momento que fazemos uma determinada constatação. Ela, em si, não leva o sujeito a tirar consequência novas e significativas. A avaliação implica numa tomada de posição e exige, como consequência, uma decisão de ação. É importante planejar cuidadosamente as ações, o que só se sustenta no coletivo. Porém, tanto quanto planejar, é preciso avaliar o desencadeamento das ações, levando-se em conta as mudanças que ocorrerão no ambiente escolar; bem como as realizações já alcançadas na atuação dos profissionais, dos pais e, principalmente, dos alunos. Experiências de anos anteriores indicavam que a avaliação é um ato de crescimento para todo o grupo. E, das reflexões coletivas, ante os erros e os acertos, o Projeto Pedagógico foi sendo melhorado; foi-se buscando o aperfeiçoamento das ações pedagógicas, administrativas e das relações pessoais. A partir das avaliações ocorridas em 2013, nas reuniões pedagógicas bimestrais, o Projeto Pedagógico deste Estabelecimento de Ensino sofreu adaptações para o ano de 2014. Há, na escola, uma consciência ampla de que é necessário continuar fazendo educação de forma coletiva e de ajuda mútua, ciente de duas coisas: na E.C. 29 já se alcançaram grandes vitórias, entretanto, ainda há muito a se realizar. A verificação do rendimento escolar compreende a avaliação da aprendizagem; tem como objetivo diagnosticar a situação de aprendizagem de cada aluno e identificar em que medida os conteúdos significativos necessários ao
  23. 23. domínio das competências e habilidades da programação curricular foram alcançados. Os resultados da avaliação do rendimento escolar do aluno são expressos, bimestralmente, por meio de instrumento próprio. O Conselho de Classe tem como objetivo primordial acompanhar e avaliar o processo de educação, de ensino e de aprendizagem dos educandos. Essa reunião é realizada bimestralmente para análise do rendimento de cada turma e tomada de providências para sanar as dificuldades de aprendizagem. No intuito de melhor atender aos alunos e de proporcionar à família maior acompanhamento da vida escolar da criança, a escola envia o cronograma de atividades de avaliação e solicita a assinatura dos responsáveis, podendo adiar a avaliação do discente até que este apresente o cronograma com o ciente dos responsáveis. 10. ORGANIZAÇÃO DA PROPOSTA CURRICULAR QUADRO DEMONSTRATIVO: MODALIDADE DE ENSINO Ensino Fundamental NÚMERO DE TURMAS NÚMEROS DE ALUNOS 1º ANO (06 anos) 04 97 2º ANO (07 anos) 02 46 3º ANO (08 anos) 03 76 4º ANO 03 71 5º ANO 03 61 Objetivando desenvolver habilidades e competências previstas no Currículo da Educação Básica, a Unidade de Ensino está organizada com o Ensino Fundamental de 09 anos, a saber: 1º Bloco do 1º ao 3º ano, no turno vespertino, 2º Bloco 4º e 5º ano no turno matutino, sendo que, por falta de salas no turno vespertino, fez-se necessário que 2 turmas de 1º ano ficassem neste turno. Esta organização por turno foi definida com base no trabalho de sucesso realizado em anos anteriores. A experiência comprova que é mais fácil desenvolver o trabalho pedagógico além das estratégias fundamentais para facilitar a aprendizagem dos alunos como projeto interventivo, coordenação por modalidade e reagrupamentos.
  24. 24. O regime anual é composto por 200 dias letivos. A carga horária é de 1.000 horas anuais, conforme o artigo 24 da Lei nº 9.394, de 1996. Os professores têm formação inicial em cursos de nível superior, conforme prevê o Parecer nº 09/01 do Conselho Nacional de Educação. Não oferecemos em 2014 a Educação Integral, pois a escola não possui espaço físico e recursos humanos para tal. As ações pedagógicas estão organizadas através de projetos (inseridos, na íntegra, ao final deste Projeto Pedagógico). Todos os alunos da escola recebem, de acordo com sua necessidade individual, atendimento em contra turno de regência com o próprio professor regente. Efetua-se o projeto interventivo com coordenadores, supervisora pedagógica e vice-diretora, além dos reagrupamentos e da recuperação contínua. Ainda visando o aproveitamento dos alunos e o cumprimento dos dias letivos a que todos têm direito; os docentes, em seus afastamentos legais, preparam atividades para serem feitas em casa. A Direção adota tal medida apenas nos casos de afastamentos curtos em que não se consegue um substituto no quadro de professores temporários. As avaliações diagnósticas são feitas com regularidade em cada bimestre pelas professoras e, a partir dos resultados obtidos, as ações interventivas, já previstas, são intensificadas ou amenizadas ou ainda, adotadas novas estratégias. Os alunos da EC 29 participam de avaliações externas: Provinha Brasil, Prova Brasil e SAEB, além de contribuir para a pesquisa de bloco de questões das avaliações da UnB. Todos os procedimentos de rotina, inclusive os administrativos, revestem-se de uma dimensão educativa. Para isso, torna-se importante que todos os profissionais que atuam na escola estejam imbuídos de seu papel de educadores. Essa forma de olhar o cotidiano da escola, a consciência do papel desempenhado individualmente, nas relações escolares, propicia o desenvolvimento do princípio de justiça na sociedade. Os professores do 1º Bloco participam do curso PNAIC que faz parte do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa que é um compromisso formal assumido pelos governos federal, do Distrito Federal, dos estados e municípios de assegurar que todas as crianças estejam alfabetizadas até os oito anos de idade, ao final do 3º ano do ensino fundamental.
  25. 25. A representatividade , bem como os membros das Instituições Escolares , é escolhida através de eleição segundo o estatuto próprio de cada uma. A Instituição Educacional conta com o Conselho Escolar e a Caixa Escolar. O Conselho Escolar é formado por dois representantes do segmento pais, um do segmento professores e dois do segmento auxiliares. A Caixa Escolar é composta por representantes dos servidores, professores e pais/responsáveis. 11. PLANO DE AÇÃO PARA IMPLEMENTAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO GESTÃO PEDAGÓGICA Objetivos:  Reduzir os índices de retenção, chegando-se ao nível máximo de aprovação.  Adotar como eixo metodológico a ênfase nas aprendizagens significativas assegurando a melhoria da qualidade de ensino de modo que todos os alunos avancem e obtenham aproveitamento.  Inserir 100% dos alunos com defasagem idade/série e que apresentam dificuldade e/ou lacunas de aprendizagem no Projeto Interventivo e em atividades diversificadas.  Envolver 100% dos alunos nos projetos de forma que eles possam se identificar como parte integrante de cada ação proposta. Envolver, através de reuniões bimestrais, a comunidade, pais e Conselho Escolar no Projeto de Avaliação Institucional.  Fortalecer Projeto Recreio Dirigido com jogos, brinquedos e brincadeiras.  Expor anualmente os dados estatísticos referentes aos resultados obtidos das provas: IDEB , SAEB e Provinha Brasil a toda comunidade escolar. Ações/ metas:  Realização de projetos, acompanhamento sistemático dos índices de rendimento através de testes de sondagem e de desempenho e avaliações externas.  Atendimento individualizado, trabalho diversificado, reforço e outros recursos didático–pedagógicos.  Projeto de Avaliação Institucional
  26. 26. GESTÃO DE RESULTADOS EDUCACIONAIS  Dar condições do educando sanar suas dificuldades de aprendizagem por meio da Equipe Especializada de Apoio a Aprendizagem e Recuperação Paralela.  Evitar que os alunos faltem às aulas pedindo ajuda aos pais, acionando o Conselho Tutelar.  Estimular por meio de projetos e atividades pedagógicas atrativas a vinda do aluno à escola. GESTÃO PARTICIPATIVA  Assegurar o cumprimento do Regimento Escolar, através de encontros periódicos com professores e equipe pedagógica para efetivação da aprendizagem e permanência do aluno.  Promover uma efetiva participação da APM na escola para trabalhar em prol do desenvolvimento dos alunos dentro do processo de ensino aprendizagem.  Organizar os Conselhos de Classe nos finais de bimestres, diagnosticando os pontos positivos e negativos, buscando soluções dentro da proposta pedagógica.  Socializar com a equipe pedagógica, funcionários e professores todas as informações obtidas: Leis, instruções, Normas que regulamentam o processo educacional.  Manter com a comunidade escolar mecanismos de comunicação eficientes como circulares, bilhetes, blog. GESTÃO DE PESSOAS  Possibilitar aos funcionários o acesso a cursos de formação continuada e proporcionar-lhes oportunidades de estudo dentro e fora da escola com cursos da EAPE, coordenações coletivas, seminários, simpósios, congressos e palestras oportunizados pela SEE e pela IE.  lmplementar oficinas de aprendizagem estimulando a exposição dos talentos individuais dentre professores e demais funcionários da IE.  Montar grupos de estudos para discutir as propostas vindas da SEEDF.  Proporcionar ao corpo docente e funcionários, momentos de integração para dinâmica de grupo, socialização de experiências para estimulá-los a buscar sempre novos desafios.
  27. 27.  Aproveitar as coordenações coletivas dos professores para discutir proposta que venham contribuir na melhoria da qualidade de ensino.  Realizar reuniões pedagógicas, conscientizando os professores e funcionários da necessidade de encontrar caminhos mais prazerosos para concretização do processo ensino aprendizagem, construindo uma pedagogia centrada no aluno e não só nos conteúdos.  Estabelecer uma parceria com o batalhão escolar que assista a escola em suas necessidades, inibindo a indisciplina e minimizando os impactos da violência na escola. GESTÃO FINANCEIRA  Adquirir, de acordo com as leis regulamentares, material pedagógico, bens permanentes e de consumo para subsidiar a prática educativa.  Ampliar o acervo da sala de leitura e da videoteca com aquisição de novos livros e filmes de finalidade pedagógica e lúdica.  Recursos: APM, PDDE e PDAF. GESTÃO ADMINISTRATIVA  Solicitar sistematicamente à engenharia da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal a reforma da unidade de Ensino contemplando os seguintes aspectos: – melhoria na iluminação com reforma em 100% da parte elétrica; – construção de uma quadra ou área adequada para a prática de esportes; – restauração do pátio interno adaptando-o para alunos ANEE; – instalação de circuito de TV para monitoramento de segurança na área interna da escola  Oportunizar melhorias no setor administrativo, incrementando o atendimento ao público.  Manter em bom estado as instalações físicas em geral para conservação do patrimônio e preservar a segurança dos alunos.  Providenciar reparos e consertos nos equipamentos da escola quando necessários, estando a par dos aspectos técnicos e legais, zelando pelo todo.
  28. 28.  Ampliar o sistema de segurança (câmeras), com o objetivo de assegurar o bem estar dos alunos e evitar a entrada de estranhos inibindo atos de vandalismo no patrimônio escolar.  Propiciar aos educandos uma alimentação saudável e balanceada seguindo as instruções da nutricionista responsável.  Conservar o ambiente escolar organizado, limpo e arejado para o bem estar de todos.  Cumprir rigorosamente o Calendário escolar, conforme a elaboração e instruções recebidas pela mantenedora.  Prestar contas em tempo hábil e descrever gastos das verbas recebidas dos diversos órgãos como: MEC, SEEDF. Fazer o plano de aplicação das verbas juntamente com as instâncias colegiadas de maneira transparente para que seja aplicada para o bem comum. Recursos: Engenharia da SEE e parceiros. 12. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DO PROJETO POLÍTICO- PEDAGÓGICO A elaboração, acompanhamento e avaliação do projeto político-pedagógico ocorreram no âmbito do Conselho Escolar, em que os diferentes segmentos da comunidade estão representados, e também com a participação individual e coletiva dos funcionários nas coordenações durante o mês de abril, através de registro em atas e observações verbalizadas pelos professores. A redação final do documento ocorreu de forma democrática junto à equipe responsável pela elaboração, que disponibilizou o documento a todos os funcionários da escola via email, e a comunidade escolar via o blog da escola. 13.PROJETOS ESPECÍFICOS 13.1. PROJETO CIDADANIA - RESPEITO/CONHECIMENTO/VALORIZAÇÃO JUSTIFICATIVA: O respeito aos símbolos da pátria se tornou algo ridicularizado, é como se as pessoas tivessem vergonha de parar e ficar em posição de sentido para ouvir o Hino
  29. 29. Nacional. Observamos também que alguns alunos não sabiam como se comportar nesses momentos; muitos não conheciam os brasões e as armas nacionais. Diante desse quadro, veio a necessidade de trabalhar dentro da escola tais temas, resgatar o amor à pátria e a valorização dos símbolos do país tendo orgulho de ser brasileiro apesar das dificuldades que a nação atravessa em relação à moralidade de alguns governantes, de alguns componentes do poder judiciário e de alguns representantes do povo no Congresso Nacional. Valorizar a cultura e a diversidade do povo brasileiro para que se desenvolva na criança o amor ao Brasil e a coragem de defendê-lo dos maus políticos e dos corruptos. OBJETIVO GERAL: Desenvolver a valorização social e cultural do Brasil, resgatando o amor incondicional à Pátria. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Promover horas cívicas desenvolvendo valores e respeito à Pátria;  Explorar a importância do cidadão, seus direitos e deveres para com o País;  Desmistificar conceitos e preconceitos referentes ao povo brasileiro;  Divulgar os símbolos nacionais;  Conhecer a cultura das diferentes regiões do país. DESENVOLVIMENTO Canto do Hino Nacional; Apresentação às 2ª feiras da Bandeira Nacional, do DF e da escola ; Promover momentos culturais (evidenciando as datas cívicas); Preparar murais periódicos de notícias atuais; Apresentações de danças e cantos folclóricos. ESTRATÉGIAS: Organização semanal do evento, planejamento de cada hora cívica a ser feita e estímulo à participação de todos. Escolha dos alunos que irão transportar as bandeiras e escolha das atividades que serão apresentadas, enfatizando a cooperação, a participação e a solidariedade.
  30. 30. PÚBLICO-ALVO: Toda a comunidade escolar da Escola Classe 29 RECURSOS:  Humanos: equipe da direção, professores e demais funcionários e pais de alunos;  Materiais: bandeiras, CD do Hino Nacional. CRONOGRAMA Ocorrerá durante todo o ano letivo às 2ª feiras e em sala de aula quando necessário. AVALIAÇÃO: Avaliação através da participação da comunidade em cada evento , e avalia- se ainda a mudança no comportamento dos alunos relativamente ao momento da execução do Hino Nacional. 13.2. PROJETO: BULLYING NÃO TEM GRAÇA! JUSTIFICATIVA A prática do Bullying tornou-se algo comum nos espaços educacionais, provocando cada vez mais atitudes violentas, tantos dos agressores, como das vitimas. Discutir as questões ligadas à prática do bullying com toda a comunidade escolar é importante, pois, proporciona a reflexão e evita que novos casos de bullying ocorram nas unidades escolares. Este projeto pretende atuar, tanto com os alunos, como pais e responsáveis, buscando medidas educativas que combatam as ações de violência na escola. A popularidade do fenômeno cresceu com a influência dos meios eletrônicos, como a internet e as reportagens na televisão, pois os apelidos pejorativos e as brincadeiras ofensivas foram tomando proporções maiores. "O fato de ter consequências trágicas - como mortes e suicídios - e a impunidade proporcionaram a necessidade de se discutir de forma mais séria o tema", aponta
  31. 31. Guilherme Schelb, procurador da República e autor do livro Violência e Criminalidade Infanto-Juvenil OBJETIVO GERAL Pesquisar e refletir sobre as causas e consequências do bullying, tomando como ponto de partida as narrativas de alunos, professores, pais e responsáveis. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Conhecer o fenômeno bullying, refletindo sobre suas consequências na vida dos alunos.  Divulgar o conceito de bullying não só no ambiente escolar e familiar, mas também para a sociedade.  Oferecer atividades que trabalhem valores como tolerância e solidariedade.  Ensinar os alunos a conviver com as diferenças.  Promover o diálogo entre os alunos, despertando-lhes a consciência crítica.  Resgatar as regras principais de convivência.  Reforçar o valor da ética nos dias atuais e a necessidade de exercitá-la em nossas atitudes diárias.  Estimular o companheirismo, a amizade e o respeito ao outro. DESENVOLVIMENTO: Através de leituras, discussão de textos, trabalhos em grupos, proporcionando uma reflexividade sobre as causas e consequências do Bullying. Também serão utilizadas as seguintes estratégias metodológicas: Apresentação de Filmes: Ponte para Terabítia; Meninas malvadas; Te pego lá fora; Harry Potter; Lucas um intruso no formigueiro; Happy feet; A princesinha; O patinho feio; A era do Gelo; vídeos do Youtube. Dinâmicas de Grupo: DINÂMICA DAS CORES, CAIXA COM ESPELHO, PROCURAR SEU PAR, O QUE SEI SOBRE VOCÊ Produção de textos Textos e palestra para os pais e responsáveis Leituras variadas: ** Famosos que sofreram bullying ** O Diário de Davi Satil: uma vítima de Bullying
  32. 32. ** Bullying: a brincadeira que não tem graça ** Matéria “Brasília é campeã de bullying”, do DFTV ** Texto “Bullying: o exercício da intimidação” ** Texto “Eu sei o que é bullying” ** Texto “Brasília, capital do bullying” ** Depoimentos dos alunos relacionados à prática do bullying ** LIVROS – NÃO TEM DOIS IGUAIS (Carmem Lúcia Campos) COLEÇÃO TODOS CONTRA O BULLYING (Rose E. Machado) DIVERSIDADE (Tatiana Belinky ) E SE FOSSE COM VOCÊ? (Sandra Saruê) DIÁRIO DE UMA VÍTIMA DE BULLYING (Lélio Braga Calhau) Confecção de painel com a “Árvore da amizade”, para valorizar o companheirismo entre os alunos. PÚBLICO-ALVO: A comunidade escolar. RECURSOS:  Humanos: equipe da direção, professores e demais funcionários e pais de alunos;  Materiais: livros, CDs, DVDs, textos. CRONOGRAMA: As atividades serão aplicadas durante 3 semanas, sendo reforçado o tema durante todo o ano letivo. AVALIAÇÃO: Avaliação através da participação dos alunos , e avalia-se ainda a mudança no comportamento dos alunos .
  33. 33. 13.3. HORA DA LEITURA/ HISTÓRIAS NA SACOLA JUSTIFICATIVA: Observamos que os alunos só liam quando eram obrigados a fazê-lo para realizar provas ou testes. Sentimos daí, a necessidade de despertar o gosto pela leitura por prazer, a leitura como fonte de crescimento intelectual. OBJETIVO GERAL: Despertar o prazer pela leitura em todos os segmentos da escola e o hábito de ler. OBJETIVO ESPECÍFICO: Desenvolver o hábito e o gosto pela leitura também como fonte de distração, informação e lazer. DESENVOLVIMENTO: Os alunos são convidados a deixar as salas, com o material de leitura escolhido (livro, gibi, revistas – adequados à idade), escolherem local tranquilo para ler o material. Essa atividade é desenvolvida com todos os segmentos, para que esse momento de lazer seja compartilhado com todos. Os alunos levam para casa, dentro de uma sacola, livros de literatura que devem ser lidos e compartilhados com a família e depois devolvidos. Em sala, a professora trabalha as obras lidas através de recontagem da história, desenhos ou dramatizações. ESTRATÉGIAS: Estímulo à leitura; Escolha dos livros a serem lidos; Reforço positivo para o hábito de ler por prazer; Leitura silenciosa; Prática de leitura e interpretação individual; Leitura compartilhada em casa.
  34. 34. PROCEDIMENTOS: Orientação aos alunos quanto à escolha do livro a ser lido; Organização da caixa de leitura de forma a facilitar o acesso das crianças aos livros; Escolha dos livros a serem levados na sacola PÚBLICO-ALVO: Alunos, professores e demais funcionários da escola. RECURSOS: Humanos: professores,equipe de gestão, secretaria, professores da sala de leitura e demais funcionários. Materiais: livros, jornais, revistas, gibis, encartes e demais materiais impressos. CRONOGRAMA: Será desenvolvido durante todo o ano letivo Duração: Uma vez por semana (às sextas-feiras), durante 20 minutos para cada turno. Uma vez por semana a criança escolhe o livro, leva-o para casa, lê com seus familiares e devolve antes de pegar outro. AVALIAÇÃO: Durante as reuniões coletivas, através dos relatórios orais feitos pelas professoras e através de entrevista informal feita com os demais funcionários. 13.4. PROJETO LABORATÓRIO DE ESTUDOS COGNITIVOS JUSTIFICATIVA: O trabalho de atendimento aos alunos com defasagens tem que ser sério e sistemático. É grande a responsabilidade de garantir que esses alunos não fracassem mais. Isto motivou a criação deste projeto que atende os alunos para atividade de reforço escolar e atividades de resgate dos pré-requisitos.
  35. 35. OBJETIVO GERAL: Efetivação do Ensino Fundamental de nove anos, garantindo às crianças de 1º ao 5º ano, a aquisição da leitura/escrita/letramento, raciocínio lógico matemático e o seu desenvolvimento integral no tempo estabelecido em lei. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Estabelecer uma reorganização do tempo e do espaço escolar, visando o desenvolvimento integral da criança e sua efetiva alfabetização/ letramento;  Organizar o currículo escolar em eixos de trabalho, orientados para a construção de diferentes linguagens e para as relações que essa construção estabelece com os objetos de natureza e sociedade, artes visuais, músicas e linguagem oral e escrita;  Reestruturar o processo de ensino-aprendizagem de forma que a criança vivencie experiências prazerosas; percebendo o espaço escolar como ambiente cooperativo, acolhedor, desafiador. DESENVOLVIMENTO: Escolha dos temas a serem trabalhados; Identificação das habilidades a serem desenvolvidas; Seleção dos textos a serem apresentados aos alunos; Reagrupamento visando facilitar o avanço individual do aluno; Escolha dos exercícios de matemática a serem feitos pelos alunos; Atividades escritas; Jogos pedagógicos; Atividades lúdicas; Trabalho com fábulas, contos e histórias em quadrinhos; Situação problema baseada em ações cotidianas executadas pelos alunos. PÚBLICO-ALVO: Alunos com defasagem idade/série e/ou cognitiva RECURSOS:  Humanos: professores regentes, vice-direção e coordenação  Materiais: material concreto e material impresso.
  36. 36. CRONOGRAMA: Durante todo o ano letivo AVALIAÇÃO: Avaliação processual com base nos testes da psicogênese que são aplicados mensalmente e testes de matemática. Alunos que forem alcançando os objetivos e demonstrando capacidade de acompanhar a turma, serão substituídos no projeto por outros que demonstrem necessidade. 13.5. PROJETO EDUCAÇÃO FINANCEIRA JUSTIFICATIVA Nos países considerados “desenvolvidos” a Educação Financeira é dada, desde cedo no seio familiar, cabendo às escolas o reforço e embasamento teórico necessário para desenvolver uma mente madura e previdente economicamente. No Brasil, infelizmente, observa-se que a família não só não fornece esse tipo de ensinamento, como muitas delas atravessam crises financeiras por não saber administrar suas economias. OBJETIVO GERAL: Conscientizar os alunos e seus pais da importância de se criar hábitos corretos para administrar economias. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Promover debates sobre a importância do dinheiro na vida diária;  Desenvolver o hábito de planejar gastos;  Estimular a consciência sobre a importância de se poupar dinheiro;  Formar uma consciência econômica coletiva, onde planejamento e controle sejam prioridade diante dos gastos;  Sensibilizar para a necessidade se desenvolver uma mente organizada em relação ao trato com o dinheiro. DESENVOLVIMENTO: Prática de atividades que compreendam planejamento e gastos;
  37. 37. Estudo dos prejuízos que a falta de organização financeira podem acarretar à pessoa, à família e à sociedade; Estudo de estratégias para estimular a poupança financeira; Visita ao Banco Central; Avaliação do trabalho realizado dentro da escola; Uso do material “Descobrindo o valor das coisas” (Maurício de Sousa e Gustavo Cerbasi); Pesquisa sobre o tema nos diversos meios de comunicação; Sensibilização, através de diferentes fontes, para o uso consciente do dinheiro. PÚBLICO-ALVO: Comunidade escolar RECURSOS:  Humanos: professoras, alunos, funcionários da escola e parceiros (palestrantes, etc.) que possam ser recrutados para o desenvolvimento do projeto.  Materiais: material impresso e recursos multimídia; guia e atividades: “Descobrindo o valor das coisas” (Maurício de Sousa e Gustavo Cerbasi) CRONOGRAMA: As atividades serão aplicadas em um mês , porém o tema será abordado sempre que necessário. AVALIAÇÃO: A avaliação será através da observação do comportamento dos alunos e as mudanças que se espera que ocorram; uso adequado de dinheiro (através de relatos) e a sensibilização que cada um deverá fazer dentro da própria da família. 13.6. LABORATÓRIO DE INFORMÁTICA JUSTIFICATIVA O momento atual é de extrema informatização e aberto às mudanças. O que é agora pode ser outra coisa daqui alguns minutos. A escola não pode ser diferente
  38. 38. e deve propiciar aos alunos o que o mundo lá fora propicia – a informação minuto a minuto. Sabemos que o Brasil é um dos países que contém um dos maiores índices de internautas do mundo, porém possuem em sua maioria alguns operadores ainda leigos no que diz respeito aos programas básicos, com exceção dos browsers de navegação da Internet, ou seja, não dominam totalmente o recurso tecnológico. Sabe-se também que o governo Federal está à medida do possível alargando seu processo de "Inclusão Digital", desta forma devemos orientar nossos alunos acerca das novas tecnologias que a escola dispõe; além disso, apostar na Inclusão Digital é proveitoso para aquisição de conhecimento, "[...] o acesso à rede mundial de Internet melhora em 5,5 pontos no desempenho dos alunos (Revista Nova Escola, p. 24, 2007)" e já que, a informática é uma das áreas que mais cresce no Brasil e no Mundo, os alunos devem estar preparados e capacitados para as transformações que o mundo vem sofrendo, e compreender melhor o progresso no qual o homem tem trilhado. OBJETIVO GERAL Democratizar o acesso aos meios de comunicação moderna, incentivando o desenvolvimento dos processos cognitivos, sociais e afetivos. OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Possibilitar o acesso dos alunos e comunidade local às novas tecnologias da informação como forma de inclusão social;  Utilizar o computador como uma ferramenta de ensino e aprendizagem para os alunos e comunidade local. METODOLOGIA: O desenvolvimento das atividades na sala de Informática se inicia mais diretamente no diálogo com as partes que compõem a comunidade escolar desde a direção, coordenação, professores e alunos. Este diálogo busca descobrir finalidades e objetivos que envolvem a aprendizagem do aluno e necessidades da escola e apresentar possibilidades de uso do laboratório de informática. Com o início do ano letivo, entra neste contexto a participação direta do aluno. Começa, então a ser visualizada uma direção mais específica das atividades a serem desenvolvidas dentro do perfil mais evidenciado. Temos então reuniões com
  39. 39. professores, reelaboramos regras para o uso do laboratório, onde buscamos identificar problemas ligados ao laboratório para serem sanados, procuramos adequar as expectativas dos professores com as possibilidades de uso das Tecnologias da informação e comunicação, como construção de blogs, por exemplo. Temos a oportunidade de organizar oficinas que atendam necessidades para aplicação de programas a trabalhos e orientamos continuamente a pesquisa que o aluno busca desenvolver no laboratório, além de orientação para elaboração de apresentação de slides, vídeos, trabalhos em texto, gravação de áudios e a utilização de software livre por meio do Linux Educacional, já implantado e utilizado no atual laboratório. Esta Metodologia possibilita: Envolver a comunidade escolar na utilização de recursos que ampliem as formas de acesso ao conhecimento, comunicação e pesquisa; Oferecer à comunidade escolar o acesso à sala de informática para execução de projetos pedagógicos interdisciplinares ou não, priorizando a participação de professores na concretização de suas aulas e de pesquisas com seus alunos; Identificar a sala de informática como sala de aula para o desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem; Favorecer o aceso às informações, estabelecendo relações com temas de interesse da educação; Formar o indivíduo para que seja crítico na construção de conhecimentos; Direcionar o uso da internet com discernimento para aproveitar o potencial educativo que se aplica ao universo da educação. Zelar pelo espírito colaborativo na construção de trabalhos coletivos. PÚBLICO ALVO Professores, alunos e comunidade local. CRONOGRAMA As atividades serão desenvolvidas se adequando às necessidades dos professores, alunos e comunidade escolar. As atividades variam desde o desenvolvimento de aulas, atendimento à pesquisa até a elaboração em conjunto de forma colaborativa de trabalhos diversificados como apresentação de slides, vídeos, gravação de áudios e vídeos,
  40. 40. construção e ou participação em blogs e sites, participação em reuniões gerais, de áreas, orientação aos professores, sugestões de uso de programas, simuladores, repositórios entre outros como o uso de redes sociais. FUNCIONAMENTO: O dia-a-dia da sala de informática nos propicia um diálogo contínuo em um ambiente dinâmico, diversificado e interessante, encontrando compreensões diferenciadas e criativas para a realização dos trabalhos numa aprendizagem colaborativa. A organização para funcionamento da sala de informática fixa regras para o uso por parte de alunos, professores e comunidade escolar. Observamos a prioridade de desenvolvimento de aulas mediante a administração das mesmas e acessórias do professor responsável. Consideramos a necessidade de pesquisa e produção de trabalhos na sala por parte dos alunos, também sob a assistência e orientação do professor multiplicador. Por fim, o professor deve oferecer oficinas de rádio, vídeo, apresentação de slides, entre outras, atendendo às necessidades educacionais com o uso das TICs (Tecnologia da Informação e comunicação). As atividades desenvolvidas seguem prioritariamente um agendamento para a utilização dos computadores e contam com uma orientação prévia por parte do professor que solicitou o trabalho e por parte do professor de informática no desenvolvimento deste trabalho, sempre buscando atender aos objetivos educacionais do professor regente. MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO Temos no funcionamento da sala de informática, o monitoramento realizado através da observação e orientação direta feita pelo Professor de informática responsável, que deverá atuar obedecendo a um agendamento de aulas, realização de trabalhos e pesquisas e às regras de funcionamento da mesma com alunos e professores para direção da ação educacional com o uso dos recursos tecnológicos. Estas regras são estabelecidas pelo professor de informática juntamente com a coordenação, sendo apresentadas à direção do escola classe 29.
  41. 41. A avaliação será realizada pelo acompanhamento da direção, professores, alunos e supervisão pedagógica escolar, observando o atendimento ao esperado pelos professores e alunos. Avaliação é também realizada pelas turmas em conselho de classe através de fichas e explanação mostrando o qualitativo e o quantitativo no desempenho dos trabalhos. RECURSOS  Humanos: Técnico em informática, professores e coordenadores.  Materiais: Laboratório de informática já instalado com 19 máquinas em rede com acesso internet, máquina fotográfica, data-show, impressora, computador portátil 13.7. PROERD JUSTIFICATIVA A sociedade moderna se vê refém de organizações voltadas para o aliciamento de jovens para o uso e tráfico de drogas. A escola deve, em parceria com a família, conscientizar crianças e jovens para os perigos do uso de drogas e para a convivência consciente em grupo, visto que a necessidade de socialização faz com que muitos jovens acabem adentrando ao mundo ilícito para se sentirem aceitos. É por esse motivo que a EC29 participa do programa PROERD, permitindo que os alunos tenham acesso às aulas. OBJETIVO GERAL: Possibilitar aos alunos o reconhecimento de situações que possam comprometer sua segurança e saúde, quanto ao uso indevido de drogas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Promover aulas sobre a segurança e saúde;  Desenvolver o sentimento de auto-preservação;  Estimular a consciência sobre a importância de se evitar situações de risco;  Formar uma consciência preventiva e multiplicadora  Sensibilizar para a necessidade de se refletir sobre segurança e saúde.
  42. 42. DESENVOLVIMENTO: Sensibilização dos alunos quanto à importância de se auto-preservar e evitar situações de risco à segurança e à saúde; Participação e interatividade nas discussões e no desenvolvimento de habilidades que os conduza a solução de problemas e dificuldades; Ensino de procedimentos a adotar em situações de emergência ou inesperados; Ensino de noções de habilidades vitais essenciais, como dizer não e pedir ajuda. PROCEDIMENTOS: Reunião com pais dos alunos envolvidos para conscientização e estabelecimento de parceria. Aulas ministradas semanalmente por policial treinado para o programa. Uso do material impresso e audiovisual próprio do programa. Formatura dos alunos ao final do programa. PÚBLICO-ALVO: Todos os alunos dos 1º e 2º anos. RECURSOS:  Humanos: professores, alunos e policial treinado para o programa.  Materiais: material impresso e recursos multimídia. CRONOGRAMA: Aulas semanais de 45 minutos ao longo de 4 meses. AVALIAÇÃO: A avaliação será através da observação do comportamento dos alunos e as mudanças que se espera que ocorram, e a sensibilização que cada um deverá fazer dentro própria da família.
  43. 43. 13.8. PROJETO DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL JUSTIFICATIVA Em 2006 foi feita a primeira experiência no sentido de se avaliar a escola bem como o trabalho nela desenvolvido. O resultado foi surpreendente, a participação de todos os segmentos foi grande. Decidiu-se então, que a Avaliação Institucional seria parte integrante do calendário da escola, pois os dados coletados apontavam para a necessidade de se ouvir mais a comunidade. Esta se tornou a oportunidade de interagir com a comunidade, de integrá-la com a escola, para atendê-la ainda melhor e, assim, atingir a excelência em termos educacionais. OBJETIVO GERAL: Conhecer de forma sistemática e aprofundada a realidade da E.C. 29 de Taguatinga com vistas a atingir excelência no ensino oferecido, nos relacionamentos interpessoais e nas condições de trabalho na escola. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Avaliar a qualidade do ensino prestado à comunidade;  Aferir o índice de participação e satisfação da comunidade escolar;  Traçar estratégias de melhoria da I.E. com base nos dados coletados;  Avaliar a qualidade dos serviços prestados à comunidade pela escola. DESENVOLVIMENTO: Criação do Grupo de Trabalho (GT) para a elaboração do questionário de avaliação Elaboração da Avaliação Institucional pelo GT Aplicação do questionário para comunidade escolar (pais, e funcionários) Análise e tabulação dos dados Apresentação dos resultados através de tabelas e gráficos Reflexões conclusivas com o coletivo da escola PROCEDIMENTOS: Confecção de questionário que irá indicar as passíveis falhas e sucessos do trabalho desenvolvido pela escola
  44. 44. Sensibilização dos pais, professores e demais funcionários da escola para participarem da avaliação de forma consciente e objetivando a melhoria do ensino e dos serviços prestados pela escola. PÚBLICO-ALVO: Pais e funcionários da Escola Classe 29 de Taguatinga. RECURSOS:  Humanos: Professores e representantes dos auxiliares para o Grupo de Trabalho  Materiais: material impresso dos questionários CRONOGRAMA: Semestralmente AVALIAÇÃO: Após a tabulação dos dados o Grupo de Trabalho se reúne e faz um relatório expondo as dificuldades enfrentadas no processo todo da Avaliação Institucional e propondo mudanças e/ou adaptações para o ano seguinte. Os resultados obtidos pelos questionários e as possíveis falhas encontradas são expostos ao corpo de funcionários da escola para que sejam adotadas as necessárias medidas de correção. 13.9. PROJETO AFRO BRASILIDADE Por Rosália Miguel dos Anjos OBJETIVO GERAL Estudar sobre ensino de História e Cultura Afro Brasileira e Africana para Educação das Relações Étnico Raciais baseado na Lei 10639/2003 da LDB. OBJETIVOS ESPECÍFICOS  Trabalhar África e Brasil para desmistificar a ideia de que negro é inferior (Construção de uma pedagogia antirracista).  Levar o conhecimento da cultura afro-brasileira.
  45. 45.  Conhecer a Constituição da República Federativa do Brasil –Art. 5º  Adquirir autoafirmação e reconhecimento como componente integrante de uma sociedade miscigenada.  Identificar a hereditariedade africana através dos costumes, hábitos, músicas, expressões, vocábulos etc. META Desenvolver em 90% dos alunos o pensamento crítico de mudança de hábito e atitudes a favor da igualdade racial. SISTEMATIZAÇÃO Contos africanos e brasileiros. Utilização de mapas (Mundi, Brasil, Continente Africano). Ampliação do vocabulário. Artes plástica, cênicas e musicais. Interdisciplinaridade. Culinária africana e sua influência na culinária brasileira ESTRATÉGIA Ideia central, reflexão, discussão. Dramatização. Confecção de trabalhos artísticos (ilustrações, esculturas, etc.) Produção de frases, textos coletivos e ou individuais. Explorar quantidade de países, nomes enfatizando letra inicial e final, quantidade de letras e sílabas, pronuncia. Explorar formas Ouvir contos relacionados Palavras brasileiras de origem africanas e Palavras africanas Confecção de máscaras, molduras, tecidos, etc. Dramatização e danças Leitura e interpretação de músicas Confecção de instrumentos musicais Execução de receita
  46. 46. PÚBLICO ALVO Todos os alunos da escola. RECURSOS  Humanos: Professor / Alunos Visitantes  Materiais: material impresso e recursos multimídia CRONOGRAMA No decorrer de todo ano letivo AVALIAÇÃO Acontecerá paralelamente ao longo do processo, conforme forem aplicadas as atividades. Através da observação na participação dos alunos nas atividades propostas. Através das produções escritas coletivas ou individualmente realizadas pelos alunos. Este projeto poderá ser redimensionado baseando-se nos resultados obtidos na avaliação. 13.10. PROJETO DE MEIO AMBIENTE JUSTIFICATIVA A sociedade moderna se preocupa demais com conforto e se esquece, às vezes, do meio onde vive e dos transtornos que certos confortos podem trazer ao meio ambiente. Após esta constatação com os alunos e mediante as inúmeras reportagens que anunciam catástrofes climáticas, resolvemos buscar uma forma de conscientizar toda a comunidade escolar sobre suas atitudes que degradam o meio ambiente, poluem o planeta e podem causar a destruição da vida na terra, destacando a coleta seletiva. OBJETIVO GERAL: Conscientizar os alunos e seus pais da importância de se mudar hábitos para que se possa preservar o meio ambiente.
  47. 47. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:  Promover debates sobre as consequências do descarte inadequado do lixo,  Fazer a coleta seletiva do lixo dentro da escola,  Informar sobre a origem e destino de cada resíduo gerado na sociedade,  Formar uma consciência ambiental coletiva,  Sensibilizar para a necessidade da preservação ambiental ESTRATÉGIAS: Sensibilização dos alunos quanto à importância de se cuidar do meio ambiente como nossa casa Escolha da cooperativa de catadores que poderá vir dar as palestras aos alunos e ser visitada PROCEDIMENTOS: Uso de material impresso para estudo Pesquisa sobre o tema nos diversos meios de comunicação Sensibilização, através de teatro de fantoches, para o uso consciente de descartáveis e de materiais recicláveis. PÚBLICO-ALVO: Todos os alunos e todos os funcionários da escola; RECURSOS:  Humanos: professores, alunos, funcionários da escola e da cooperativa de catadores de lixo que vier a fazer parceria com a escola.  Materiais: material impresso e recursos multimídia CRONOGRAMA: Durante o ano letivo AVALIAÇÃO: A avaliação será através da observação do comportamento dos alunos e as mudanças que se espera que ocorram; a preocupação em jogar o lixo na lixeira
  48. 48. adequada, o uso consciente dos materiais recicláveis e a sensibilização que cada um deverá fazer dentro própria da família. 14. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS o ANTUNES, Celso. A grande jogada: manual construtivista de como estudar. Petrópolis: Vozes, 1996. o BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil: 1988. Cap. III, seção I art. 205 a 214. o ____ Lei nº. 9394, de 23 de Dezembro de 1996. Diretrizes e Bases da Educação Nacional. o ____ Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais – ensino de 1ª a 4ª série. Brasília: MEC/SEF, 2002. o KATO, M. (Org.) A concepção da escrita pela criança. Campina: Pontes, 1988. o LUCKESI, Carlos Cipriano. Avaliação da aprendizagem escolar: estudos e proposições. 6. ed. São Paulo: Cortez, 1997. o SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO. Currículo de Educação Básica. Distrito Federal, 2002. o ____ Ministério da Educação e do Desporto. Parâmetros Curriculares Nacionais – ensino de 1ª a 4ª série. Volume 5- História e Geografia. Brasília: MEC/SEF, 2002. o http://www.netkids.com.br/v4.0/arquivos/institucional/metodologia.asp o Livro de Africanidades – Ed. Nova Leitura o http://www.acordacultura.org.br/ o FERNANDES, Maria Estrela Araújo. Progestão: como desenvolver a avaliação institucional na escola? Módulo IX. Brasília: CONSED – Conselho Nacional de Secretários de Educação, 2001. o SILVA, Ana Beatriz Barbosa. Bullying – mentes perigosas nas escolas. FONTANAR, 2010 o VASCONCELLOS, C.S. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. São Paulo: Libertat, 1995. o http://pacto.mec.gov.br

×