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Ocupação Antrópica
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Fig. 2 – Esporão do lado esquerdo                                                 Fig. 4 – Esporão em                     ...
Ocupação antrópica é a ocupação de zonas terrestres pelo Homem e adecorrente exploração, com consequente modificação das p...
S. Martinho do Porto
Perigos da ocupação antrópica                                                        . Modificação das paisagens          ...
 Estratificação
•Estratos rochosos compõem conjuntos diferenciados de rochas sedimentarescom características físicas e com registos fóssei...
Fig. 8 – Deposição de sedimentos                                     Fig. 9 - ArribaPeniche
 Cabo Carvoeiro
Em consequência da circulação de aguas acidificadas pelo CO2 através das rochascalcárias, o carbonato de cálcio que as con...
 Berlengas
No arquipélago das Berlengas as rochas                      predominantes são as magmáticas e as                      meta...
 Rochas evaporitas
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 Pedreira da Teira
Fig 16.O afloramento integra-se num vasto filão-camada basáltico com vários quilómetros deextensão. A parte mais espectacu...
Fig. 18
 Carsoscópio
Localiza-se em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, visa dar aconhecer acontecimentos naturais fascinante...
Sala que visa dar a conhecer a vida dos morcegos.Apresenta várias actividades:• Mitos e lendas                            ...
Simulador de realidade virtual transporta-nos numa viagem de 175 milhões deanos, até ao tempo em que os dinossauros deixar...
Filme em 3D dos 180 km² da bacia de alimentação do Alviela e descrição dos aspectosdominantes do clima da região que envol...
A nascente dos olhos de Agua do Alviela é uma das mais importantes do nosso país, chegando a debitar 17 mil litros por seg...
 Gruta Algar do Pena
Descoberta em 1983 durante uma operação de extracção de pedra, e é compostapor um poço vertical de 35 metros que conduz a ...
•http://www.alviela.cienciaviva.pt/home/• http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?art=856&rev=2• ...
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  1. 1. Escola Secundária de Fafe Esmoriz – S.Martinho Porto – Peniche – Rio Maior – Teira – Alcanena (Serra de Aire e Candeeiros)  Processos e materiais Geológicos Biologia e Geologia 1º Turno, Grupo 1
  2. 2. Ocupação Antrópica
  3. 3. Nos últimos tempos, o Homem tem vindo a fazer intervenções que, muitas vezes, em vez de solucionarem os problemas resultantes do avanço do mar, em consequência do aquecimento global da Terra, apenas os têm agravado ou deslocado para outros locais. É nessa tentativa que têm sido construídas ao longo da costa obras de "protecção". Essas obras são de dois tipos: obras transversais, como os esporões, e obras paralelas à linha de costa, como os paredões, que são obras aderentes ou destacadas como os quebra-mares.Praia de Esmoriz, Ovar Fig .1
  4. 4. Fig. 2 – Esporão do lado esquerdo Fig. 4 – Esporão em construção Fig. 5 – Esporão do lado direito
  5. 5. Ocupação antrópica é a ocupação de zonas terrestres pelo Homem e adecorrente exploração, com consequente modificação das paisagens naturais.Risco geomorfológico: Bacias hidrográficas (Erosão fluvial, cheias, exploração deinertes…), zonas costeiras (erosão costeira, pressão urbanística…) e zonas devertente (erosão das vertentes, movimentos de massa…)..
  6. 6. S. Martinho do Porto
  7. 7. Perigos da ocupação antrópica . Modificação das paisagens naturais; . Mau ordenamento do território; . Edificação em leito de cheia; . Exploração de recursos; . Poluição; . (…) .Figuras 6 e 7 – Placas de aviso sobre zonas perigosas
  8. 8.  Estratificação
  9. 9. •Estratos rochosos compõem conjuntos diferenciados de rochas sedimentarescom características físicas e com registos fósseis distintos de outras camadas queas podem preceder ou suceder..
  10. 10. Fig. 8 – Deposição de sedimentos Fig. 9 - ArribaPeniche
  11. 11.  Cabo Carvoeiro
  12. 12. Em consequência da circulação de aguas acidificadas pelo CO2 através das rochascalcárias, o carbonato de cálcio que as constitui é solubilizado, formando hidrogenocarbonato que vai sendo removido. Assim, a rocha fica modelada, formandosulcos, lapiaz, á superfície e grutas no interior. Fig.10 – Formação de Lapiaz
  13. 13.  Berlengas
  14. 14. No arquipélago das Berlengas as rochas predominantes são as magmáticas e as metamórficas. As magmáticas estão predominantemente na Berlenga e Estela, granitos vermelhos. Enquanto que as metamórficas, gnaisses e xistos, se encontram mais distanciadasFig. 13 - Berlengas noutra ilha denominada Farilhões.
  15. 15.  Rochas evaporitas
  16. 16. Em pleno sopé da Serra de Candeeiros, a 30 km do mar, rodeadas de arvoredo e terras de cultivo encontramos as Salinas de Rio Maior. Abundantes em rochas evaporitas, pouco densas e com comportamento plástico, estas dão origem ao sal que utilizamos em casa.Fig.14 - Salinas de Rio Maior
  17. 17.  Pedreira da Teira
  18. 18. Fig 16.O afloramento integra-se num vasto filão-camada basáltico com vários quilómetros deextensão. A parte mais espectacular, situa-se numa frente abandonada da pedreira, adisjunção verifica-se em colunas com cerca de 0,5 m de diâmetro por 15 a 20 m de altura.Cerca de 50 m a Sul, em frente activa da pedreira verificava-se disjunção semelhante masem colunas com uma disposição subhorizontal. A degradação não estava muitoavançada, sendo então facilmente recuperável mas para tal, a cessação dos trabalhos dapedreira nas proximidades era necessária.
  19. 19. Fig. 18
  20. 20.  Carsoscópio
  21. 21. Localiza-se em pleno Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros, visa dar aconhecer acontecimentos naturais fascinantes de modo a valorizar o imensopatrimónio natural da nascente do rio Alviela e zona envolvente. Apresenta-nos3 salas interactivas:• Quiroptário;• Geódromo;• Climatografo.No exterior:• Percurso pela nascente do Alviela. Fig. 20 – Rio Alviela
  22. 22. Sala que visa dar a conhecer a vida dos morcegos.Apresenta várias actividades:• Mitos e lendas Fig. 21 - História• História• Quantos cabem?• Observar sem perturbar• Dormir para sobreviver• Voar com os dedos• Para Ouvir melhor Fig. 22- Para ouvir• Gritar para ver melhor• Ver com os ouvidos• Quanto teriamos de comer Fig. 23 – Ver com os• Morcegos do Alviela ouvidos
  23. 23. Simulador de realidade virtual transporta-nos numa viagem de 175 milhões deanos, até ao tempo em que os dinossauros deixaram as suas pegadas na rochacalcária da Serra de Aire.Durante o filme, navegamos desde as profundezas da terra, atravessamos grutas ealgares, observamos de perto a queda do meteorito que abriu a cratera de Thor aolargo da Nazaré e visualizamos as alterações geológicas que o maciço calcário sofreudesde a sua formação até ao que conhecemos agora. Fig. 25 – Gruta Algar do Fig. 24 – Dinossauros na Pena Serra de Aire e Candeeiros
  24. 24. Filme em 3D dos 180 km² da bacia de alimentação do Alviela e descrição dos aspectosdominantes do clima da região que envolve a nascente deste rio.Fig. 26 – Trajecto do Rio Alviela Fig. 27 – Rio Alviela
  25. 25. A nascente dos olhos de Agua do Alviela é uma das mais importantes do nosso país, chegando a debitar 17 mil litros por segundo. Desde 1880 até bem proximo da actualidade, a nascente do Alviela foi uma das principais fontes de abastecimento de água à cidade de Lisboa. Fig. 29 – Rio AlvielaFig. 28 – Nascente do Alviela
  26. 26.  Gruta Algar do Pena
  27. 27. Descoberta em 1983 durante uma operação de extracção de pedra, e é compostapor um poço vertical de 35 metros que conduz a uma sala gigantesca de 105 mil m³.Pretende explicar os processos de formação das grutas, dos mecanismos decirculação subterrânea das águas e dos perigos que este ambiente está sujeito. Fig. 30 - Estalagmite Fig.31 - Estalactite
  28. 28. •http://www.alviela.cienciaviva.pt/home/• http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?art=856&rev=2• Guião da visita de estudo.

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