O DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL                                                   Amanda Leticia Ferreira             ...
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3. O movimento de Reconceituação         Os profissionais do Serviço Social, inicialmente, se viram obrigados aimportar e ...
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Para enfrentar a questão social agravada pelo aumento da pobreza eexpansão do capitalismo o assistente social teve que ass...
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Hoje a assistência social mudou sua alteração profissional levada pelanecessidade de responder as exigências da sociedade ...
ABREU. Marina Maciel. Serviço Social e Organização da Cultura: perfispedagógicos da prática profissional, 2ª ed. São Paulo...
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O desenvolvimento do serviço social

  1. 1. O DESENVOLVIMENTO DO SERVIÇO SOCIAL Amanda Leticia Ferreira RESUMO Abordagem do desenvolvimento do serviço social a partir do movimento de Reconceituação. Abordam-se os conceitos originados desse movimento e as consequências desse. No decorrer do texto realça-se como a profissão se metamorfoseou a partir dadécada de 1960 e, como isso influenciou o meio e as classes sociais. Palavras-chave: Serviço social, Movimento de Reconceituação, pedagogia, ruptura, saúde mental. 1. Introdução O Serviço Social surge com as mazelas próprias à ordem burguesa, com assequelas necessárias dos processos que comparecem na construção e no envolverdo capitalismo, em especial aqueles concernentes ao binômioindustrialização/urbanização, momento marcado pelo afloramento da “questãosocial”, entendida aqui como: “A questão social não é senão as expressões do processo de formação e desenvolvimento da classe operária e de seu ingresso no cenário politico da sociedade, exigindo seu reconhecimento como classe por parte do empresariado e do Estado. É a manifestação, no cotidiano da vida social, da contradição entre o proletariado e a burguesia [...]” (Iamamoto, in Iamamoto e Carvalho, 1983: 77). Contudo, não é nesse momento que a “questão social” emerge,pois amesma, segundo Pastorinni (2004), apresenta diferentes formas nos diferentesestágios pelos quais passou o sistema capitalista, mas sua origem marcada pelacontradição de classes manteve-se a mesma no decorrer da história. A questão social sustenta a base de intervenção do Serviço Social, porémnão se coloca de imediato nesta relação, pois “as conexões genéticas do ServiçoSocial profissional não se entretecem com a „questão social‟, mas com suaspeculiaridades no âmbito da sociedade burguesa fundada na organizaçãomonopólica”. (NETTO, 2000:18). A profissão ao defender os interesses da classe trabalhadora, ao buscarfundamentação teórica para compreender essa realidade contraditória onde seinsere, passou a produzir novos conhecimentos e dar novas respostas para seuexercício profissional no sentido de atender as demandas postas pela “questãosocial”. 1
  2. 2. Essas novas demandas e respostas dadas, por sua vez também se dão deforma contraditória, pois são estabelecidas a partir da reorganização do capital, quebusca manter sua hegemonia organizando sob novas formas de exploraçãotrabalhista. O movimento de reorganização do capital se inicia em 1970 com suaevidente crise, desencadeando uma serie de transformações na sociedade. 2. A década de 1970 e as mudanças sociais A década de 1970 marca o aumento da crise capitalista iniciada na décadaanterior, chegava ao fim um período de crescimento e nascia um período derecessão tão grave quanto a Segunda Grande Guerra. No Brasil um governo repressor controlava a vida cultura, politica eeconômica da sociedade. Fazendo com que surgisse uma necessidade de alteraçãodo perfil do profissional do Serviço Social, que passa a ser mais qualificado epolivalente pra atender as necessidades da população desgastada, excluída ecarente dessa década. Influenciado pelo Personalismo e pela Fenomenologia, presentes no códigode ética do assistente social, foi nessa década que a profissão se reformuloutomando como premissa básica e muito importante para a "construção de umasociedade da pessoa humana", o Personalismo. Ressaltando que a existênciahumana estava diretamente ligada à sua ação. Ainda na década de 1970 encontramos forte influência da Fenomenologia noServiço Social, já que o direito a liberdade nesta época era reprimido e amanifestação da liberdade de pensamento e decisão eram de importânciafundamental na prática profissional, colocando-o como premissa para a profissão. “Para o Serviço Social, o princípio da autodeterminação é básico e, expressa o reconhecimento do direito à liberdade do homem, que decorre de sua dignidade inerente como ser humano" (PAVÃO, 1981, p. 35). Na década de 1970, com a mobilização popular contra a ditadura militar, oServiço Social revê seu objeto, e o define como a transformação social. Convivendodiariamente com as mais amplas expressões da questão social.Essas novasexpressões da “questão social” apresentam uma demanda por serviçosanteriormente inexistentes e que precisam receber respostas eficientes, seja viaações públicas ou privadas. Essa conquista é histórica e inicia com o Movimento de Reconceituação nadécada de 1970, que marca os rumos do Serviço Social “afinado com os novostempos”. Não apenas para atender as necessidades postas pelo mercadodetrabalho, mas, sobretudo, para dar respostas profissionais à classe trabalhadoracada vez mais empobrecida. 2
  3. 3. 3. O movimento de Reconceituação Os profissionais do Serviço Social, inicialmente, se viram obrigados aimportar e utilizar processos metodológicos e teóricos de países em maior grau dedesenvolvimento. Esses processos, contudo se mostraram inadequados a realidadevivida por esses profissionais na América Latina e Brasil. Tornando sua açãopaliativa e demandando soluções estruturais. A metodologia utilizada, impregnada de princípios cristãos e filosóficos, deuao Serviço Social um caráter confessional. Em sua gênese o Serviço Social foi vistocomo uma missão, que dependia de uma vocação especifica daqueles que orealizavam. Isso significava realizar um trabalho de ajuda com competência técnica,com base em princípios filosóficos e morais, que seriam transmitidos aos assistentessociais, através da educação. Através de estudos publicados em 1960 revelando a real situação desubdesenvolvimento da América Latina, a marginalidade da maioria da população ea dependência em relação aos países desenvolvidos, os profissionais da assistênciasocial junto com os demais profissionais da área político-social viram a necessidadede questionar formas de reverter essa situação. Com a situação, crescia entre os profissionais da área um sentimento deimpotência para atender à demanda e frustração, aliados a falta de reconhecimentoe de prestigio profissional. No Brasil pós-1964, as mudanças do cenário econômico redefiniram eaumentaram as relações de dependência com os países industrializados. A altainjeção de capital estrangeiro no mercado nacional possibilitou a reformulação daeconomia, permitindo uma reorganização nos setores tecnológicos, administrativos efinanceiros. O fortalecimento desse novo modelo permitiu a expansão capitalista que seconsolidou e acompanhou novas formas de dominação político-social, com controlesalarial e repressão das classes trabalhadoras. Surge então a necessidade de umnovo perfil do profissional do Serviço Social, sendo exigido desses a especializaçãoem políticas sociais, planejamento, administração de serviço, adequados a exigênciado mercado. É nesse contexto que surge o movimento de Reconceituaçãoque secaracterizou pela crítica radical ao sistema vigente e às formas tradicionais de ação,propondo novos enfoques teóricos e metodológicos. Nascido na década de 60cresceu na de 70 e serviu de estímulo para a produção de vários documentos naárea, com importante contribuição para a revisão da teoria, da prática e do ensino deServiço Social. Esse movimento se dá a partir de seminários que são realizadosprimeiramente pela CBCISS - Centro Brasileiro de Cooperação e Intercâmbio deServiços Sociais, abrindo-se uma série de importantes seminários a cerca datemática mobilizando associações profissionais, sindicatos etc.E depois searticulando com a ABESS (Associação Brasileira de Assistentes Sociais). 3
  4. 4. Entre as propostas apresentadas se colocavam as seguintes: adequação doServiço Social à problemática dos países latino-americanos, definição de um marcoteórico referencial para a prática do latino-americano; busca de metodologiaadequada às exigências dessa realidade e que pudesse assegurar a integraçãoteórico-prática na atividade profissional; produção de uma literatura que refletisse asrespostas do Serviço Social à realidade latino-americana (Macedo, 1981). As reflexões do conteúdo desses seminários propiciaram três direçõesprincipais: a Perspectiva Modernizadora, a Reatualização do Conservadorismo e aIntenção de Ruptura. a. A perspectiva modernizadora Caracterizada pela incorporação de abordagens funcionalistas,estruturalistas e sistêmicas, voltou-separa uma modernização conservadora e àmelhoria do sistema pela mediação do desenvolvimento social e do enfrentamentoda marginalidade e da pobreza na perspectiva de integração da sociedade. A perspectiva modernizadora foi à primeira expressão da renovação doserviço social no Brasil, tendo suas primeiras formulações em 1965 em um encontroem Porto Alegre, foiprojetada no documento do Congresso 1967 realizado emAraxá/MG. Nele fica elencada a necessidade da busca do desenvolvimentoassociado à promoção humana, através da conscientização da população, apoiadona Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). O documento do congresso de Araxá traz um contraponto entre o moderno eo tradicional na atuação em um nível micro social que compreende práticas junto àindivíduos com desajustamento familiar e social em uma relação direta com osusuários do serviço, e no nível macrossocietário na relação com a conformação datecno-burocracia e racionalização da gestão do Estado em conformidade com osinteresses dos monopólios. O seminário de Teresópolis foi o segundo seminário de teorização do serviçosocial, ele foirealizado de 10 a 17 de janeiro de 1970, a ditadura exigia que oprofissional fosse preparado paraatuar nas instituições que foram adaptados aoprojeto de autocracia burguesa, vinculado ao capitalinternacional. A crise da ditaduracontribuiu para que a perspectiva modernizadora do serviço social perdesse a suahegemonia. O mesmo regime que moldou a perspectiva modernizadora faziaemergirposições contestadoras, criando um espaço onde se inscrevia a possibilidade de segestaremalternativas às práticas e as concepções profissionais que ela demandava. b. A Reatualização do conservadorismo Segundo Netto (1998), foi nomarco do seminário de Sumaré (1978) e noSeminário do Alto da Boa vista (1984) que explicitou à perspectiva da reatualizaçãodo conservadorismo. Essa perspectiva foi expressa primeiramente nalivre- docênciade Anna Augusta de Almeida (1978) que tinha como base otexto intitulado “NovaProposta”. Fazia-se necessário uma elaboração teórica, no sentido de produzir ouorganizar conhecimentos para fundar as práticas profissionais.Os teóricos não seapoiaram na teoria marxista e nem tão pouco na teoria positivista. No que se refere 4
  5. 5. à abordagem positivista,Netto (1998) faz a seguinte observação: ao pensamentocausal quer substituir-se “um pensamento não-causal, o fenomenológico, cujoquadrode referência não é a explicação, mais a compreensão” (Carvalho 1987)citado por Netto (1998: 205). Neste quadro a fenomenologia nasce para responder a um Serviço Socialcada vez mais ligado a um positivismo lógico, que ocultava a possibilidade decompreender o vivido humano e se fechava ao questionamento, já que a base paraa compreensão estava nos modelos sociais. Os principais traços desta perspectiva são: a compreensão do Serviço Social como a ajuda psico-social; o diálogo como instrumento de trabalho; a transformação social entendida como ser-mais; eo objeto de intervenção profissional como situação existencial problema: (SEP), o problema vivenciado pelo usuário. c. A intenção de ruptura A principal proposta da perspectiva de intenção de ruptura era romper comas práticas tradicionais do serviço social,vinculadas aos interesses da classedominante. Essa perspectiva discute a relação entre o serviçosocial e a sociedadecapitalista. Quem concebeu as primeiras ideias do da perspectiva de intenção deruptura foram osassistentes sociais que fizeram opção política de trabalhar em favordos explorados e subalternos. José Paulo Netto (1998) dividiu três momentos dessa perspectiva: Omomento da emersão da intenção de ruptura, o momento da consolidaçãoacadêmica da intenção de ruptura e o momento doespalhamento da intenção deruptura no âmbito da categoria profissional. A perspectiva da intenção de ruptura emergiu com um grupo da Escola deServiço Social da Universidade Católica de Minas Gerais (1972 a1975). Mesmo coma repressão da ditadura militar foi criado nesse período, por Ana Maria Queiroga eLeila Lima dos Santos, o método Belo Horizonte mais conhecido como métodoBH,considerado um trabalho de critica teórico-prática ao tradicionalismo. O momento de consolidação aconteceu no final da década de 1970 ecomeço da década de 1980, foi nessa década que as universidades começaram aapresentar algumas teses de pós-graduação e trabalhos sobre a intenção deruptura. No período entre 1982 e 1983 o debate a respeito da perspectiva de rupturaestendeu-se para os profissionais da área dando base a suas produções intelectuaisatingindo as organizações representativas da assistência social. Em 1979, foi publicada a revista Serviço Social e Sociedade, que divulgoumuitos textos pautados na perspectiva da intenção de ruptura. Seus registros vãodesde a origem da profissão até o serviço social na contemporaneidade. 4. Perfis pedagógicos 5
  6. 6. Para enfrentar a questão social agravada pelo aumento da pobreza eexpansão do capitalismo o assistente social teve que assumir um papelsocioeducativo na busca por uma reforma social. Nesse contexto os pilares daassistência social de construíram na ideia de que o homem como base para o bomfuncionamento da sociedade deveria se moldar de acordo com esta a fim de mantera harmonia. Em meio ao trajeto histórico da profissionalização, Abreu (2002) reconstrói oque denomina “processos de organização da cultura”, que são três modos de ação einserção da profissão. Esses modos são o serviço social atuando sob a “Pedagogiada Ajuda”; “Pedagogia da Participação”; e “Pedagogia da Emancipação”. A pedagogia de ajuda é um ajustamento baseado no funcionalismo e nopositivismo. Baseados na ideia de que o homem precisa se adaptar ao meio no qualse encontra desajustado A pedagogia de participação desenvolve-se sob a influência da ideologiadesenvolvimentista modernizadora, contando com a adesão dos governos e lideresnacionais. É uma estratégia para acalmar qualquer forma de mobilização dasmassas, sendo também uma estratégia na luta pela hegemonia. Assim buscam-se profissionais especializados para desenvolver funçõespedagógicas e integrar programas governamentais assim, seguindo as exigênciasdos programas de desenvolvimento de comunidade, vê-se uma expansão dosprogramas de capacitação, auxiliando as redefinições profissionais. O acesso a bens e serviços básicos e os programas de desenvolvimentoconstituem a manipulação das classes menos privilegiadas, contudo fazia-separecer que as mudanças eram provocadas e desejadas pela própria comunidade. A pedagogia emancipatória pretendia adequar a pratica profissional as lutasdas classes subalternas.Elementos como a solidariedade, a colaboração entreclasses subalternas, a mobilização, a capacitação e organização das mesmas,apresentaram-se como elementos de base da pedagogia emancipatória e comoprincipio educativo a partir dos processos de mobilizações das classes. As mudanças ocorridas no conjunto de relações sociais criaram um novoconceito educativo, baseado nas experiências pedagógicas e integrando-se a lutassociais e processos revolucionários, tendo como perspectiva a hegemonia dasclasses desprivilegiadas. 5. Serviço social e os espaços sócio-ocupacionais a. Serviço social e saúde mental O Serviço social em clinicas de saúde mental ocorre em parcerias com asdemais áreas ligadas a psiquiatria, proporcionando as famílias aconselhamentosobre o transtorno e indicando como se procederá o tratamento dentro da instituiçãovisando a conservação do tratamento indicado pelo psiquiatra. Nos primeiros trinta anos de assistência social no Brasil não eram expressivosos números de profissionais da área trabalhando em Saúde Mental no Brasil. Essesíndices começaram a mudar a partir de 1970, paralelo a reforma sanitária, devido ao 6
  7. 7. aumento de clinicas psiquiátricas particulares por causa da privatização da saúdeimporta pela ditadura e a exigência da participação de assistentes sociais nasequipes multiprofissionais nas organizações de saúde. A grande injeçãodo Serviço Social em hospitais psiquiátricos se deve asexigências do Ministério da Previdência e Assistência Social - MPAS, nos anos1970: “quando o MPAS enfatizava a importância da equipe interprofissional para aprestação de assistência ao doente mental, numa de suas tentativas de melhorá-la -que se abriu um maior espaço para o Serviço Social nas Instituições Psiquiátricas.”(SOUZA, 1986: 118). Era um “emprego-fantasma”, os hospitais psiquiátricos contratavamprofissionais apenas para cumprir as exigências do MPAS, não havia demanda deempregadores, os contratos eram provisórios, e poucas eram as horas de trabalho. O governo ditatorial exigia a presença de assistentes sociais em clinicaspsiquiátricas para camuflar a pobreza que poderia gerar contestações da sociedadeapós a implantação do atendimento aos trabalhadores e seus dependentes. OEstado ditatorial queria um executor das politicas sociais na área. A reforma psiquiátrica acontece visando a superação da violência manicomial,defendendo o fim dos manicômios e a integração do usuário com a comunidade,sendo marcada por tensões, conflitos e desafios. No final da década de 1980 e começo da década de 1990 reorganizou-se asaúde no Brasil, mas só entre 1992 e 1995 houve significativas mudanças na politicade saúde, inclusive na área de saúde mental. Nos hospitais psiquiátricos houveredução do numero de leitos e aumento de profissionais, a redefinição da rede deserviços de atenção psicossocial (CAPS), e núcleos de atenção psicossocial(NAPS), trocaram os tratamentos farmacológicos pela integração social. Mesmo com significativas melhoras, a reforma na saúde mental não foisuficiente, sendo necessário criar novas politicas de viabilização do serviço de saúdemental, facilitando o acesso dos usuários ao tratamento. 6. Conclusão O governo ditatorial impôs muitas dificuldades à trajetória do serviço socialmais foi durante esse governo que a profissão se encontrou e amadureceu. Com omovimento de Reconceituação, as várias interfaces do serviço social foramalteradas, buscando a renovação e adequamento da profissão. Se desvinculando daideia de “fazer caridade” e criando um novo perfil do assistente social desvinculadoda Igreja Católica. 7
  8. 8. Hoje a assistência social mudou sua alteração profissional levada pelanecessidade de responder as exigências da sociedade capitalista. Sendo uma somade experiências de profissionais de diversas áreas. Com o passar os anos o profissional de assistência social vem sendoconsiderado o profissional mais capacitado para executar as politicas publicasvoltadas ao bem estar social. E, nos próprios indivíduos ele deve procurar a soluçãopara o problema social que os afetam. REFERENCIAS 8
  9. 9. ABREU. Marina Maciel. Serviço Social e Organização da Cultura: perfispedagógicos da prática profissional, 2ª ed. São Paulo: Cortez, 2007ALMEIDA, Ana Augusta. Reflexões sobre a construção do Serviço Social a partir deuma abordagem de compreensão, ou seja, interpretação fenomenológica do estudocientífico do Serviço Social. Teorização do Serviço Social – Documentos. 2. ed. Riode Janeiro: Agir, 1986. p. 183-193.ATUAÇÃO DO SERVIÇO SOCIAL NA ÁREA DE SAÚDE MENTAL FRENTE AONEOLIBERALISMO disponível em:http://web.intranet.ess.ufrj.br/monografias/103142713.pdfacesso em 09/01/2012 as09hrs54minIAMAMOTO, Marilda V. O Serviço Social na Contemporaneidade: trabalho eformação profissional. São Paulo: Cortez, 1998MACEDO, Mirtes de Aguiar. Reconceituação do Serviço Social : formulaçõesteóricas. São Paulo: Cortez, 1981.NETTO, José Paulo. Ditadura e serviço social: uma análise do serviço social noBrasil pós-64. 4ª ed. São Paulo: Cortez, 1998__________.Capitalismo monopolista e Serviço Social. 4 ed. Ed Cortez. São Paulo:2005PAVÃO, Ana Maria Braz. O princípio da autodeterminação no serviço social: visãofenomenológica. 2.ed. São Paulo: Cortez, 1981.Transformações no estado capitalista:refletindo e refratando transformações naquestão social disponível em:http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/fass/article/viewFile/1019/799 acessoem 02/01/2012 às 09h44min 9

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